Bom Dia!! Terça, 19 de novembro de 2013

A FEIRA DO LIVRO MORREU, MESMO!!

Olha só a foto aí embaixo.



Esses aí  são os "intelectuais", donos da Feira do Livro de Porto Alegre.
O poderoso é o presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Osvaldo Santucci Júnior, que não tenho a menor ideia de quem seja. Os outros muito menos.Teve uma época que o poderoso era "empresário" de jogadores de futebol.
Eles disfarçam, botam de patrono um escritor de verdade.
Mas a Feira  não passa de um bom negócio - para alguns.
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Dá uma olhada.

6 comentários:

  1. estranho a feira do livro ter morrido. entao como se explica o fato de 10 mil exemplares vendidos a mais em relacao ao ano passado??

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  2. Maria Ivete Migliavacca19 de novembro de 2013 13:32

    Vê pelo lado bom, Prévidi. Se a Feira fosse 'estatizada' a equipe será enorme. Em vez de cabide, haveria um "closet" de empregos. Com todos os penduricalhos.

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  3. Essa feira serve muito à RB$ que promove seus empregados que são tornados em escritores. Isto é de doer. Um dos intelectuais da RB$ já se disse Apolítico e assim decretou o fim da antropologia como ciência.
    Onde essa praga se mete as coisas se tornam uma verdadeira bosta.

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  4. Por Tuchaua Rodrigues
    Isto é jornalismo de “bom humor e opinião”?
    Talvez eu não tenha entendido a piada, ou, simplesmente, discorde totalmente da opinião do "bom jornalista" – ou não conheça suficientemente a obra -, que parece criticar, de maneira pouco fundamentada, uma iniciativa cultural como a Feira do Livro de Porto Alegre. Nada contra críticas, quando constroem um debate em bases sólidas, o que não parece ser o caso do post.
    Este artigo é mostra de jornalismo "de ouvido", de informação desinformada, de opinião de quem não pesquisa e não se interessa, de quem não comeu e não gostou. Ou será, simplesmente, humor?
    Que mágoa lhe teria sido causada na Feira do Livro de Porto Alegre? Será patológico este messianismo apocalíptico sobre a Feira? Terá faltado público em uma sessão de autógrafos sua? Nunca lhe convidaram? Seu desenvolvimento intelectual lhe levou ao estágio pós-feiras e deseja negar a oportunidade aos demais?
    Dentre os 643 autores que autografaram há, sim, muitos gaúchos (a maioria), mas, também, muitos autores do resto do país e estrangeiros.
    Mais: a Feira, como espaço democrático que sempre buscou ser, assegura a presença em sessão de autógrafos de quem tenha lançado um livro após o encerramento da Feira anterior. Não precisa ser um literato, pode ser um doutor, um técnico, um contador de causos ou de bravatas. Pode ser um jornalista independente ou dependente. Pode ser financiado pela madrinha ou vencedor de um concurso literário. Tem que ser livro. Tem que representar a expressão cultural de quem o escreva. Ponto.
    Afirmar que tem saudades dos tempos em que vinham autores de renome, como se hoje não viessem, é ter parado no tempo e não ter visto despontarem novos autores, ou, simplesmente não ter folhado, minimamente, o Guia da Feira – o que é mais grave em se tratando de bom jornalismo.
    Lamento que manifeste sua saudade da presença de “autores de verdade na Feira”. Aliás, não sei se entendo o que quer dizer com “autores que mereçam estar na Feira do Livro”, ou “que mereçam participar de uma feira do livro decente”, ou “autores de verdade”, ou “ não sei se isso é literatura”. O que sei – e entendo- é que desta gente que teve oportunidade de participação, além de muita realização pessoal – por efêmera que possa ter sido- , despontaram muitos talentos hoje incensados por especialistas. E tantos outros foram estimulados a, no mínimo, ler.
    Ainda mais: procurasse o jornalista, para refinar sua opinião e humor, por um pouco mais de informações, saberia que há, sim, atividades voltadas para o desenvolvimento do gosto pela leitura realizadas ao longo do ano, as quais tem sua culminância na Feira, o que justifica a quantidade de atividades, em todas as suas áreas. São alunos de pré-escola ao EJA que trabalham durante o ano a obra de algum autor e o encontram na Feira para um bate papo ou outras atividades. Também, durante o período de realização da Feira do Livro estes autores visitam uma série de escolas.
    Há pessoas que, indistintamente (qualquer um, do iletrado ao douto), vão à Feira para assistir filmes. Reforçar a ideia de que o que passa na tela passa pela escrita. É a valorização da escrita e de suas transversalidades. É a oportunidade de as pessoas descobrirem outros espaços e expressões culturais que em outras circunstâncias não visitariam.
    São pessoas que participam de debates e palestras sobre os temas de seu interesse, com gente que escreve e lê sobre assuntos de seu interesse. É a troca de ideias, simples e coloquial, com especialistas e estudiosos.
    São atividades gratuitas, abertas a qualquer um. É troca de conhecimento. É letramento e estímulo ao conhecimento.
    (continua)

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  5. Por Tuchaua Rodrigues (continuação)

    As pessoas que organizam a Feira do Livro de Porto Alegre, membros da diretoria da Câmara Rio-Grandense do Livro, não precisam ser estrelas da literatura, não precisam ser das relações do jornalista. Elas, anonimamente, organizam e realizam um maravilhoso evento.
    Ao que parece, esta pessoas não tem por objetivo trazer para si o brilho que buscam para a causa da valorização da leitura. Desejam que cada um possa identificar seus intelectuais com base na informação objetiva e na contraposição de opiniões.
    Em minha opinião, isto é o suficiente para responder a questão proposta: é isto que eles fazem pela literatura brasileira e gaúcha. É isto que fazem por todos os que trabalham com as palavras. Eles querem um País de Leitores, ainda que, aparentemente, só por dezessete dias.
    De minha parte, ao sentir saudades de um jornalista de verdade, procurarei fonte diversa deste blog, pois, com certeza, o mundo virtual, assim como o real, nos oferecem infindáveis opções. Desejo sorte na sua busca por evento que popularize a leitura como a Feira do Livro de Porto Alegre faz.

    Tuchaua Rodrigues

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