Sexta, 25 de novembro de 2016






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mídia especial



SE NÃO CONSEGUE A ENTREVISTA,
A ÚNICA ALTERNATIVA É MENTIR?



A Zero Hora afirmou em manchete que:

Ricardo Neis não fala sobre o caso e está em tratamento contínuo. 




Acontece que a produção do SBT RS está há 3 meses produzindo uma série especial sobre o caso do atropelamento dos ciclistas ocorrido em 2011. Fizeram uma série sobre o tema e inclusive uma entrevista exclusiva com Ricardo Neis.
A entrevista exclusiva, foi ao ar nesta semana conduzida pela repórter Bruna Ostermann.





6 comentários:

  1. Prévidi:
    Eles não conseguem e mentem ou
    o Neis não quer falar com eles por algum motivo específico e eles mentem ou
    pior e, mais grave, nem tentaram realmente e....
    mentem?

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  2. Temos de parar com a falácia de que os melhores pauteiros, os melhores redatores, os melhores editores, os melhores cinegrafistas, os melhores repórteres são do GC Gaudério.
    Talvez já tenham sido, como o foram no antigo Correio do Povo e até no Diário de Notícias, além de Última Hora, Folha da Manhã, Folha da Tarde, etc etc.
    Hoje, no tal grupo, a maioria são, como diz o Prévidi, comedores de sucrilhos com nescauzinho, estagiários e/ou formados com péssima qualidade profissional.
    Em outras redes estão os melhores jornalistas; custam mais caro(e por isso são melhores).
    O SBT é um exemplo da qualidade dos profissionais: Band também; já a Rede Pampa segue com o Dr. Otávio se preocupando menos com a qualidade; a Record embora tenha a sorte de possuir excelentes profissionais, faz questão de demitir alguns e/ou não valorizar outros(vejam o caso do Barbará).
    E no Interior do Estado há grande grupos de comunicação que contam em seus quadros com excelentes profissionais, tanto os mais experientes quanto os novatos.
    Sendo assim, o GC Gaudério faz propaganda como ninguém e de tanto dizer que lá estão os melhores, faz de conta que é verdade.

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  3. Penta Prévidi,

    Como guaibeiro, vou, evidentemente com a tua permissão, pois o espaço é teu, não meu, continuar minha senda no caminho da critica, civilizada, à esquerdização da rádio Guaíba.

    Civilizado, pois nada tenho contra o Nando e o Juremir, os dois esquerdistas símbolos da rádio. Já disse, tenho inúmeros caros amigos esquerdistas, e tenho com eles uma relação muito boa. O problema não é a opção ideológica de ambos; o problema é jogar a rádio nesse caminho (de ideologização) irreversível em termos de mercado, é jogar fora o arrimo de milhares e milhares (senão milhões ) de ouvintes, fiéis guaibeiros, forjados ao longo do 30 anos.

    No final do “Esfera” de hoje, escuto, pois prefiro sempre política, generalidades ao futebol, o Juremir dá um amplo discurso defendendo a radio como uma entidade múltipla, a única que ouve as minorias, a única que convida políticos de esquerda, a única que...
    O juremir que me desculpe, mas sua retórica é vicária, vazia, quase que fática (do tipo: blá blá blá). Ele teve a cara de pau de afirmar que “ sempre criticava” o governador Tarso (Deus, ó Deus, onde estais que não e encontro...) em relação ao não cumprimento da Lei do Piso. Como eu ouvi TODAS as entrevistas, nunca ouvi tantos salameques para entrevistar (ou louvar) o ex-governador, aquele que legou ao nosso Estado ruína, ruína, só ruína.
    Dos governos, ele afirma que “rádio honesta – ou seja, só a Guaíba - tem que criticar os governos, sempre, sempre!”.

    O juremir, e a Guaíba (não todos, ainda temos ilhas de bom-senso lá, o Rogério, o Jurandir, o Felipe) assumiram, totalmente uma rejeição ao plano de salvamento do Estado proposto pelo governador Sartori. Só tem trazido gente para criticar, asperamente, a proposta.

    Nem que ele busque argumentos junto à Nasa, vai conseguir mudar a opinião da população quando a inépcia do estorno da estrovenga CEEE ( e seus marajás) e outros, tipo Fundação Piratini, sorvedouro das escassas verbas públicas!
    .
    Vai ser assim: a Guaíba contra o mundo o mundo midiático (expressão que pego emprestada dele, que gosta tanto de usá-la para criticar, permanentemente, os concorrentes), advinhem que vencerá? Certamente o mal, não!

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  4. Prévidi,

    Não leio mais o ex-CP ( hoje, GRAMNA), mas, fiquei já sabendo, saiu capa e mais 8 páginas intestinas de ode ao grande líder falecido. O diretor do GRAMNA - Sr. Telmo Flor que não se cheira - é da turma do Juremir, são amicíssimos, moraram na mesma república, e um esquerdopata empedernido! Duvido que o atual GRAMNA dure mais um (só) ano. Se essa turma de doidivanas, inconsequentes, malucos não for varrida, vassoura bem grossa!, adeus GRAMNA, antigo CP.

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  5. Só um detalhe João Paulo Fontoura... A CEEE é sorvedouro de verbas? Daonde? O Estado sorve dinheiro dela (Tarso pegou metade da grana vinda de um processo bilionário contra a União).

    O governo de plantão nomeia seus amigos para serem marajás na CEEE.

    E a CEEE ainda sobrevive. Ela não é um órgão que receba grana do Estado, ela tem caixa próprio.

    Informação sempre faz bem.

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  6. Fábio, o teu texto acima é a prova que misturar empresa com governo não dá certo, nunca. Se a CEEE fosse uma empresa privada, a bolada (em torno de 2,5 bilhões de reais!!!) que o Tarso recebeu (e foi direto para o caixa único) ficaria com quem de direito, com a empresa.

    Pouco sabem que o nosso estado é o único que transfere 13% das receitas liquidas ao governo federal para abatimento da dívida, enquanto os demais o fazem com somente 5%. Por quê, amigão? por que houve um PROER para salvar o Banrisul - quebrado pela má ingerência do poder público. Isso dá - aproximadamente - uns 80 milhões de reais/mês - Um bilhão ao ano.

    O problema de empresa estatal não é a empresa em si, é óbvio! O problema, tu mesmo o dizes, acima, são os maus governantes, do uso político da estatal, das acomodações de apaniguados em sinecuras, prebendas,etc.

    Eu tenho alguns amigos técnicos da Empresa, colegas de turma do curso de eletromecânica da Escola Frederico G. Shimidt - São Leopoldo, e os respeito muito, como respeito a posição do amigo. Não é justo para alguém que fez um concurso público, tem toda uma expectativa de trabalho e renda pela frente, ser simplesmente defenestrado da empresa. Mas há uma bela solução, federalizem a estrovenga. O governo federal quer. Tá resolvido. E vai entrar grana - aproximadamente uns 5 bilhões de reais. That's all folks!

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