Quinta, 21 de dezembro de 2017



Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu





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INCOMODANDO CHATOS, 
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(E CANALHAS)









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Tem dias que não funciono









Repórteres, temos que olhar a demissão
dos professores universitários com
os olhos dos pais dos alunos


Escreve o jornalista Carlos Wagner.





Na crença do nosso leitor, o professor universitário é a pessoa que ajuda o seu filho a passar da adolescência para a idade adulta e, daí para o exercício de uma profissão, pela vida afora.   Estamos desrespeitando essa crença na maneira como noticiamos as demissões em massa que têm acontecido por todo o país nas universidades particulares, onde estudam mais de 70% dos 7,3 milhões de universitários brasileiros. Na  Região Metropolitana de Porto Alegre, na semana passada, a UniRitter demitiu 127 professores, incluindo a reitora e a sua vice. No meio do ano, a PUCRS demitiu mais de 100 e, na Unisinos, foram outros 80. No caso da UniRitter, o Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro/RS), na terça-feira (dia 19), conseguiu na Justiça do Trabalho uma medida limitar suspendendo as demissões. É claro que vão entrar com recurso. Essa universidade pertence ao grupo econômico Laureate International Universities, que é uma rede global de instituições acadêmicas privadas, com sede em Baltimore, Maryland, nos Estado Unidos.
Antes de seguir a conversa, eu vou lembrar o seguinte aos meus colegas repórteres, principalmente aos novatos. Como em outros cantos do mundo, o ensino superior no Brasil é um negócio altamente rentável, a prova é a presença de grupos internacionais como Laureate e tantos outros. E, dentro dessa visão comercial que nós temos publicado de maneira correta, explicações para as demissões: a crise econômica é a responsável pela redução de matriculas, o aumento da inadimplência das mensalidades e o corte nos créditos oficiais. E a necessidade das universidades atualizarem seus conteúdos frente às mudanças feitas no mercado de trabalho pelas inovações tecnológicas. Esse é o cenário. Agora vamos olhar para o cenário com os olhos dos pais dos alunos. Eles investiram as suas economias nessas instituições de ensino seguindo o modelo do nosso modo de vida onde ter um filho “doutor” é sinal de missão cumprida com a família. Lembro que a grande maioria dos pais com filhos nas particulares é de trabalhadores de média e baixa renda. No momento em que os professores começam a ser demitidos em massa, as notícias que publicamos colocaram um monte de pontos de interrogação na cabeça dos pais. Um deles. Por que nas outras crises econômicas –principalmente, nos anos 90 – não aconteceram demissões em massa nas universidades particulares?
Uma das respostas para essa pergunta é que, com a estabilidade econômica que aconteceu nos dois governos dos presidentes da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB – SP) e  Luiz Inácio da Silva (PT – SP), houve uma ampliação das universidades particulares graças ao pleno emprego e aos generosos programas de créditos oficiais para pagar as mensalidades de alunos. Durante esse período, dezenas de profissionais investiram em cursos de pós-graduação e doutorados, apostando em uma carreira como professor de universidade particular. A crise econômica dos últimos três anos derrubou tudo isso por terra. Mas foi isso? Não. As universidades particulares estão aproveitando a oportunidade criada pelo atual momento econômico para implantar um novo modelo de ensino, onde um dos esteios é o conteúdo homogêneo e uma drástica diminuição no contato direto do aluno com o professor. Isso não é coisa nova. Há um documentário chamado “Ensino Superior: A nova guerra econômica global”, de Jean-Robert Viallet , disponível  na internet, que dá uma boa pista do que vem por aí.
Esse modelo de universidade nasceu nos Estados Unidos, migrou para Europa e Ásia e veio para ficar no Brasil. Ele preparou as universidades para disputar o mercado mundial de alunos.  Em 1960, existiam 30 milhões de universitários no mundo; em 2015, já eram 200 milhões; e em 2030, a projeção é de 400 milhões. As universidades particulares brasileiras estão se preparando para competir por esse mercado. Imagine o seguinte. Em um futuro bem próximo, um país em qualquer canto do mundo vai poder escolher o lugar onde o custo de vida e da mensalidade da faculdade para o filho cabe no orçamento. No Brasil hoje, os país podem enviar os seus filhos para estudarem medicina por um terço do preço pago aqui nos países vizinhos. Lembro que a qualidade do ensino argentino é igual ou melhor do que o brasileiro.
Dentro desse cenário, o que nós, repórteres, devemos lembrar aos nossos leitores?  O professor foi e vai continuar sendo pessoa importante para nos ajudar a encaminhar os nossos filhos. A mudança de modelo das universidades particulares beneficia os seus proprietários. A prova é que o preço das mensalidades continua o mesmo. Olhando a questão global, podemos resumir assim a questão: o modelo de universidade particular produz pais endividados, alunos desempregados ou ganhando salários baixos e proprietários das instituições ricos. Tem que existir, em algum canto do mundo, um modelo melhor e mais justo.


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BRILHO - Na semana passada, em um  belo evento na Sogipa, foi lançada a marca "Mônica Fonseca", a queridona do quadro "A Hora da Venenosa", do Balanço Gera da Record TV. O projeto comercial foi desenvolvido pela Perfil Desigm, que é a responsável pela definição do posicionamento estratégico, criação da identidade visual e da plataforma de comunicação da moça.







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PARCEIROS - O projeto Parceiros Band RS abre espaço na programação para telespectadores e produtoras do Estado com vinhetas que mostram recantos gaúchos.  Com mais de 20 cidades já representadas em 46 imagens vindas de todos os pontos do Rio Grande do Sul, a Band RS rompe fronteiras e chega ao Uruguai, apresentando também os principais atrativos do pais vizinho. Além de imagens inéditas da Capital e de Torres, em Dezembro teremos estreias, com a chegada das Cidades de Arvorezinha, Bagé, Cacique Doble e Mampituba.
Estamos mais presentes na vida do nosso público, quando a Band RS coloca na tela imagens da sua cidade, estamos ao lado dele. Já mostramos todas as regiões do estado e agora o Uruguai, mas sempre tem algo a mais, algo curioso, diferente. E que será nosso alvo, nossa próxima atração”, afirma Pedro Weber, coordenador do projeto. " A Band RS está em constante movimento e a participação direta do telespectador é fundamental neste processo.", completa Sergio Cóssio, diretor geral do Grupo Bandeirantes no Rio Grande do Sul.
Para participar escreva ou entre em contato pelo bandrs@band.com.br. A nova temporada entra no ar no início de janeiro.


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VOU TE CONTAR...

(clica em cima que amplia)


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REFLEXÃO

NÃO VI AINDA O CLIPE DA ANITTA, mas não deve ser pior que ficar sem o décimo-terceiro.

Cezar Arrué



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TODO O BRASIL!!





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REELEITO - Em eleição realizada no dia 13, os Irmãos que compõem a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre reelegeram o Dr. Alfredo Gilherme Englert como provedor para o período 2018/2020. Englert assumiu o primeiro mandato do cargo em março de 2015, após seis mandatos trienais consecutivos de José Sperb Sanseverino.
Candidato a provedor em chapa única, Alfredo Guilherme Englert foi reeleito por unanimidade pelos Irmãos que participaram do pleito. Também foram reeleitos os vice-provedores Vladimir Giacomuzi e Eduardo José Centeno de Castro, e incluído como vice-provedor Ruy Rosado de Aguiar Júnior. A partir deste mandato, que terá vigência a partir de março de 2018 – quando haverá a posse -, o Conselho de Irmãos Definidores passará a ser chamado de Conselho Fiscal, que também teve sua eleição realizada na mesma ocasião.
...
Alfredo Englert, de 79 anos, é magistrado aposentado, tendo sido presidente do Tribunal de Alçada do Rio Grande do Sul, vice-presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e presidente do Tribunal Regional Eleitoral do RS.


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piadinha

IDADE

Já aconteceu de você, ao olhar para uma pessoa da mesma idade, pensar: “eu não sou assim tão velho”?
Veja o que conta uma amiga:
Estava sentada na sala de espera para a consulta com um novo dentista, quando observei o seu diploma na parede.
Li o seu nome e recordei de um moreno alto que tinha esse mesmo nome. Era da minha classe do colegial, uns 30 anos atrás e eu me perguntei:
"Seria o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?"
Entrei na sala de atendimento e, imediatamente, afastei esse pensamento
Esse homem grisalho, quase calvo, gordo, enrugado, era demasiadamente velho e desgastado pra ter sido o meu amor secreto.
Depois que ele examinou os meus dentes, perguntei se ele tinha estudado no Colégio Santa Clara.
- Sim, respondeu-me.
- Quando se formou? perguntei.
- Em 1985. Por que esta pergunta?
- É que você era da minha classe.
E então aquele velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, lazarento, esclerosado, filho da puta me perguntou:
- A senhora era professora de quê?


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