Sexta, 29 de abril de 2022


 SOU QUEM SOU.

TUA APROVAÇÃO NÃO É NECESSÁRIA.
...

ANDO DEVAGAR
PORQUE JÁ TIVE PRESSA
(ainda mais agora, cheio de pepinos!!)





Escreva apenas para


COMENTÁRIOS: Todos podem fazer críticas, a mim, a qualquer pessoa ou instituição. Desde que eu tenha alguma informação do crítico - nome, telefone, cpf - ou seja, dados. Claro que existem pessoas que conheço e que não necessito dessas informações. MAS NÃO PUBLICO CRÍTICAS FEROZES. 
E não esqueça: mesmo os "comentaristas anônimos" podem ser identificados pelo IP sempre que assim for necessário. Cada um é responsável pelo que escreve.



UMA CESTA ESPECIAL
NUMA SEXTA DE ABRIL!

O GAÚCHO QUE LEU ULISSES!!

João Paulo da Fontoura, de Taquari-RS


Há algum tempo, batendo um papo com o João Paulo por e-mail, contei sobre uma brincadeira que tinha na Famecos, na década de 70. Um colega, Eduardo San Matin, disse que faria uma entiudade, "Associação dos que conseguiram ler até a página 20 de Ulisses".
Eu comprei um exemplar, a prestação na Livraria do Globo, anos 70. Esta edição que está aí embaixo. Mas, confesso, jamais passei da segunda página. E é uma tradução do Antonio Houaiss!
Aí o João Paulo me revelou que tinha lido Ulisses.
- Ah, deixa de brincadeira.
- Sério, li e vou te mandar umas linhas sobre o livro.
Pois aí está a "promessa" do João Paulo.
Divirtam-se!!


Ulisses, James Joyce
por João Paulo da Fontoura


Ulisses é, complicado, brilhante, interminável, sublime, exaustivo, barroco, louco, valioso, um porre, uma leitura inesquecível!

No ano passado, quando completou 100 anos do lançamento do livro Ulisses,  obra maior do genial e controverso escritor irlandês James Joyce, a editora Companhia das Letras lançou por aqui uma edição especial, com tradução revisada de Caetano W. Galindo, 848 páginas, ao ‘módico’ preço de 190 reais.

Há tempos eu queria atravessar esse oceano de palavras, mas não conseguia encontrá-lo com amigos ou em bibliotecas. Alguém já disse, ‘ler Ulisses equivale aos doze trabalhos de Hércules – juntos’.  Quando falava da minha intenção, só ouvia risos de escárnio seguidos de palavras pouco incentivadoras tipo, ‘duvido que passes da página 20!’

Consegui-o, usado, via internet. Um calhamaço, 852 páginas, traduzido pelo nada mais nada menos Antônio Houaiss, o cara, e editado pela Abril em 1980. Paguei pouco. Reconheço, leitura nada fácil, mas segui firme e o abati em uns 15 dias. Eu sempre me invoquei com a letra doida da música do grupo inglês Procol Harum, ‘A Whiter Shade of Pale’, composta por Gary Brooker, recém falecido, mas agora entendo – ele, certamente, leu Ulisses!

Não sou um hermeneuta, e nem mesmo tenho uma exegese à altura da obra, mas, com meus (parcos) conhecimentos e (muita) ousadia, vamos lá a uma petite analyse da genial, confusa, e revolucionária obra do genial, confuso,  alcoólatra e quase cego  escritor irlandês.

Introduzo dizendo que esse malucão é a mais completa enciclópédia humana em termos de literatura, teatro, canto, música, línguas, história, ciência, etc. O cara tudo leu e tudo conhece. Das línguas vivas (inglês, francês, italiano, espanhol) ele conhece mais de 20, além do latim, sânscrito e grego. Ele vai escrevendo, neologisando, contrapondo cognatismos com polissemias e mandando muitos termos chulos se não pornográficos, como, por exemplo: ‘... Ela hesita em meio a fragrâncias, música, tentações. Ela o conduz para os degraus, atraindo-o pelo odor dos sovacos, o viço dos seus olhos pintados, o frufru de sua camisola em cujas pregas sinuosas se enrosca o fartum leonino de todos os brutos e machos que a possuíram.’

E o incauto leitor que se vire. Já na primeira página do primeiro capítulo ele tasca um ‘Introibo ad altere Dei’. A complexidade da linguagem é tal que há na internet uma espécie de ‘busca’ que explica cada termo ou mesmo frase em que o leitor empaca desesperado. Como são vários os termos indelineáveis, essa busca tem mais que o dobro de palavras contidas no livro. Se a cada dúvida formos consultar, a leitura durará meses, ou mais!

O lançamento em 1921 foi loucura total. Nos Estados Unidos, mais de 500 livros queimados, na Inglaterra, outros tantos. A intenção do gênio era muito clara, provocar, instigar, chacoalhar a acomodada sociedade vitoriana e sua cínica moralidade – mas, convenhamos, não precisava tanto. Teve o mesmo, ou maior, impacto que Igor Stravinsky com sua ‘Sagração da Primavera’, o Cubismo de Picasso, Dalí, ou mesmo ‘Encouraçado Potemkim’ de Eisenstein. Não havia meio termo, ou se amava ou se odiava. Virginia Woolf, a contemporânea de Joyce, sabe-se lá por despeito, em seu diário registrou à posteridade: ’Terminei Ulisses,   acho que é um fracasso. Gênio, certamente, mas água menos virtuosa. O livro é difuso, lamacento, pretensioso e vulgar.’

Acaba explodindo em termos de consagração mundial com sua liberação em 1933, 12 anos após seu tumultuado lançamento.

...






James Joyce





A ação do romance transcorre em um único dia em Dublin, Irlanda, a quinta-feira  de 16 de junho de 1904 (essa data, Bloomsday, é festejada anualmente há vários anos por milhares de admiradores do escritor e da sua obra maior). Digamos ser uma paródia em forma de paralelismo  com Odisseia do grego Homero. Na obra de Homero o personagem central, Ulisses, é o Leopold Bloom de Joyce; Penélope, a esposa casta de Ulisses, tem seu símile em Molly Bloom, a esposa não tão casta do Bloom, e, finalmente, Stephen Dedalus é o Temêmaco homérico. Há outros personagens interessantes, Buck Mulligam, um estudante de medicina, amigo e de certa forma rival de Dedalus, tem também uma participação importante no enredo. Os demais, May Dedalus, a mãe morta de Stephen; Haine, um estudante inglês, Simon, pai de Stephen, são secundários

Joyce desenvolve seu romance em forma de um prelúdio tripartite, um núcleo em 12 capítulos, e um final também tripartido. Inicia com o anti-herói Leopold Bloom, um fracassado vendedor de anúncios de jornais casado com uma mulher adúltera (em contraponto ao heroico Ulisses que no poema homérico luta contra tudo e todos no resgate de sua Ítaca onde sua amada Penélope, depois de 17 anos, ainda castamente aguarda seu herói. A Ítaca do Bloom é sua casa dublinense à rua Eccles, nº 7), tomando seu café da manhã em sua casa, e, após, com seu amigo Stephen Dedalus, seguindo em sua mambembe odisseia de desilusões e fracassos. Joyce, nessa caminhada de um dia de Bloom e de seu amigo Stephen, acaba por traçar uma espécie de linkagem  com o mundo da época, relativamente moderno, suas novidades científicas, as questões sociais, os avanços das artes, os problemas religiosos, exotéricos, sociais, etc.

E o romance termina com o monólogo interior de Molly Bloom, sem pontuação, mas com redenção (aliás, da página 797 à 857 tudo é sem pontuação ou nova linha, loucura total): 'e como ele me beijou debaixo da muralha moura eu disse a mim mesmo atrás dele tão bem quanto qualquer outro e então pedi-lhe com os olhos para perguntar novamente sim e então ele me perguntou se eu queria dizer sim minha flor da montanha e primeiro ele colocou meus braços em volta dele sim e eu o puxei para mim para que ele pudesse cheirar meus seios perfumados sim e seu coração estava batendo feito louco e sim eu disse sim eu quero sim'

Finalizando, não dá para negar (remember, ‘João, tu não vais passar da página 20’) que a leitura de Ulisses pode ser decepcionante para um incauto, não iniciado, um nêmesis literário muito difícil de ser vencido. Eu estava preparado. Antes da hercúlea tarefa, havia lido a biografia do Joyce, um calhamaço de 906 páginas, que esmiúça ao limite essa extraordinária figura humana que, pra mim, sem um átomo de dúvida, foi o maior personagem da literatura do século XX. Na sua biografia, quando finaliza sua obra ele lança um repto provocativo aos intelectuais literatos tipo ‘quero ver vocês decifrarem este meu enigma!’

E de enigmas – literários, científicos, históricos, comportamentais – o romance é prenhe. Acabo aqui essa minha resenha citando um que, por eu gostar de história, consegui o entender sem grande esforço ou busca no google. Como já posto, ‘Joyce não explica as coisas, não pega ninguém pela mão’. De repente pinta a citação ‘1849’, claro que sem contexto. Saquei perfeitamente: este ano é o da grande fome na Irlanda, quebra da safra de batatas, e que provocou uma maciça migração de irlandeses aos Estados Unidos, entre eles um faminto Patrick Kennedy que vem a ser o bisavô do 35º presidente dos Estados Unidos, o primeiro católico, John F. Kennedy.

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PARA CONHECER O
JOÃO PAULO DA FONTOURA

Antes de tudo ele é colaborador do Blog do Prévidi há anos e anos.
Ele conta:

Escrevi três livros. Também escrevi outras coisas tipo uma monografia sobre a Defensa, a empresa aqui de Taquari na qual  trabalhei por 20 anos. Mas esse foi meio que sob encomenda.
Dai Velas Aos Largos Ventos - romance histórico que retrata a saga dos casais ilhéus açorianos que formaram, primeiro Santa Catarina, 1748, e depois o nosso estado, 1752;
1893 - A Soma de Todos Os Ódios , também um romance histórico e que trata da Revolução Federalista de 1893, aquelas das degolas do Adão Latorre e do Firmino de Paula, do Gumercindo Saraiva, do Júlio de Castilhos, etc.
São José de Tebiquary , uma monografia do município de Taquari, da sua fundação em 1794 ( o sexto povoado do nosso estado ) até os tempos presentes. Este livro teve o patrocínio da PM de Taquari, e com ele tive a honra de ser escolhido como Patrono da Feira do Livro de Taquari, de 2019. Tiragem alta, 1000 livros, e distribuído para as bibliotecas de vários municípios de origem açoriana, e para professores de regiões açorianas.
Sou Acadêmico desde 2015 da ALIVAT - a Academia Literária do Vale do Taquari, titular da cadeira nº 26, cujo patrono é o taquariense Lauro Pereira Guimarães. 

Além do elevado prestígio teu publicando alguns textos meus, eu já tive vários, mas bota vários, publicado no ZH na prestigiada página do Ricardo Kadão Chaves, o Anuário Gaúcho Semanário Gaúcho. Recentemente, em 15 dias tive três textos publicados, sendo que o mais importante, e de maior retorno,  o relativo aos 250 anos de fundação de Porto Alegre. 
Também tenho participado, ano passado, três vezes, do Boa Tarde, Brasil, do Júlio Ribeiro, na Guaíba, falando sobre episódios da história gaúcha e brasileira.

História do Rio Grande do Sul, não me mixo pra ninguém, KKKKK!

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acredite se quiser

UMA FOTO HISTÓRICA
CENSURADA NO FACEBOOK

Quem conta é o Sérgio Cunha:

Fiz este post sobre o fotógrafo Felix Nadar. Que é a mais antiga foto de nu. Tem estudos clássicos sobre isso. É da história, este foi o texto e estas foram as fotos:

 "O fotógrafo é Felix Nadar. E acredita-se que esta seja a mais antiga foto de nu na história da fotografia. A modelo Marie-Christine Roux era figura bem conhecida na Paris artística e literária no ínicio da década de 1840. Sua história inspirou a personagem Musette em Cenas da Vida Boemia, do escritor Henri Murger. Morreu em um naufrágio em 1863.
(A foto do nu, apesar de ser a mais antiga, foi censurada)


 Mais fotos que seriam publicadas e o Facebook censurou:



Sérgio Cunha finaliza: Eu fui censurado pelo sempre atento FB. Eles devem estar certos. Deveria ter botado a foto da Paolla de Oliveira.



Sérgio, perdi as contas de quantas vezes o Facebook me censurou e me deixou de molho uma semana, duas semanas e até um mês, por palavras que usei. Para terem uma ideia, tenho um texto que se intitula Um Anão Gay. Uma história verdadeira, que já foi editava em diversas publicações e não tem nada de homofóbica e muito menos "discurso de ódio". Tiraram o texto da página Histórias do Prévidi e me proibiram de qualquer publicação na minha página por um mês.

Mas ao mesmo tempo eles permitem que bandidos anunciem notebooks a 200  reais e carrinhos elétricos a 400 reais. Tem todo tipo de falcatrua anunciado no Facebook, Acreditam, até anúncios falsos das Lojas Americanas e Casas Bahia.

Só que eles estão preocupados com post de uma foto histórica ou  que escrevam "bicha" ou "gay",

Quinta, 28 de abril de 2022

 

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ZÉ RODRIX

O Vanderlei que me perdoe pela intromissão,
mas este é o melhor LP do Zé Rodrix


Do jornalista Vanderlei Cunha.

Este texto é dedicada ao amigão Toninho Vaz, jornalista, roteirista, biógrafo, escritor e pesquisador curitibano que enfrentou e venceu o desafio de construir uma biografia definitiva deste que plantou e colheu com a mão seus amigos do peito, seus discos e livros e muito mais...

Lançada em 2017, ''O Fabuloso Zé Rodrix'' reconstitui em detalhes pouco conhecidos a carreira esfuziante, a existência frenética e sem pausas (talvez só para eventuais meditações) de um cara que também dizia: ''Existem dez regras musicais, e todas para serem quebradas!''


Em conversas com a inesquecível amiga Lizzie Bravo (1951-2021) durante suas rápidas passagens pelo Portinho para participações em sucessivas edições do Beatles Day, lembrávamos muito de Zé Rodrix, seu falecido marido e pai de Marya Bravo, hoje uma reconhecida cantora e atriz no eixo Rio-São Paulo.

Escute:


Conheci José Rodrigues Trindade muito antes que Lizzie, em 1968, nos bastidores do Teatro Record Consolação e durante a cobertura que fiz para a Rádio Cultura AM de Porto Alegre do IV Festival de Música Popular Brasileira, aquele em que venceu ‘Memórias de Marta Saré’, de Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri.

Edu e Marília Medalha eram acompanhados pelo conjunto vocal Momento4uatro, cujo líder era Zé Rodrix.

De tanto conversarmos nas salas de espera do Hotel Danúbio (espécie de QG do Festival) durante uma semana inteira do evento, nos tornamos camaradas e amigos.

Inquieto e loquaz, Zé não deixava ninguém parado quando estava por perto, falando sem cessar de uma tal ‘Teoria das Arcadas’, ‘revolucionária’ tese pessoal dele sobre a evolução da música brasileira nas décadas dos 50 e 60 do então século 20.

Jamais sentava, pois não queria ‘criar raízes’. O ‘Rodrix’ de seu sobrenome era uma homenagem a Jimi Hendrix, que já assombrava o mundo com aquelas guitarras flamejantes.

Desfeito o Momento4uatro, não sem antes gravar na Philips um vinil hoje histórico e raro, Zé continuou fazendo música e tornando-se um talentoso arranjador, multi-instrumentista, publicitário e compositor de trilhas de cinema e de jingles que ficaram célebres, como o das Lojas Marisa.

No entanto, um pouquinho antes disso, em 1969, também começou a fazer teatro em São Paulo e integrou um grupo chamado ‘Primeira Manifestação da Peste’, espécie de ‘avô’ muito anárquico e ‘avant la lettre’ do ‘Asdrúbal Trouxe o Trombone’ e do nosso ‘Ói Nóis Aqui Traveiz’.

Foi com essa turma da pesada e contestadora que ele veio a Porto Alegre participar de modo agitado do ‘2º Festival Universitário de Música Popular’, promoção do Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura (DAFA) da UFRGS, onde foi desclassificado já na primeira eliminatória. Ao contrário do que parecia, era um festival conservador e que morria de medo da vanguardista Tropicália, que já mostrava sua estética berrante e desaforada em uma que outra canção concorrente. 

Zé também foi casado com a atriz Norma Blum

Mesmo com tal debochado insucesso, gostou demais da cidade e, a exemplo de João Gilberto quinze anos antes, por aqui se aquerenciou durante uns bons oito meses. 

Fez muitas amizades e chegou a trabalhar como colaborador free-lancer de Zero Hora, onde escreveu dezenas de brilhantes colunas sobre música em geral, principalmente sobre Beatles e MPB de vanguarda.

Durante este tempo, passou dezenas de tardes na discoteca da Rádio Cultura AM, ouvindo discos e em papos maravilhosos conosco, nos quais revelava todo o seu imenso conhecimento sobre artistas e movimentos musicais da cena pop mundial.

Seu temperamento hiperativo não tardou em levá-lo de volta para o Rio e São Paulo, onde se tornou colaborador/correspondente do semanário 'Pato Macho' e retomou uma carreira intensa em várias áreas do show business, com participações em grupos hoje lendários como ‘Joelho de Porco’, ‘Som Imaginário’ (estabelecendo notável parceria com o mineiro Tavito) e o mítico ‘Sá, Rodrix e Guarabira”, ponto culminante de seu envolvimento com o ‘rock rural’ e para o qual compôs a emblemática ‘Mestre Jonas’.


Após fazer sua obra-prima ‘Casa no Campo’ (letra sua com música quase toda de Tavito), imortalizada por Elis Regina, Zé decide compor música descaradamente ‘comercial’ e chega às paradas de sucesso com um primeiro disco solo cujo carro-chefe era uma ‘rumba pop’ de nome ‘Soy Latino Americano’ e outra levada caribenha batizada como ‘Quando Será?’

Zé Rodrix teve a carreira bruscamente interrompida em maio de 2009, aos 61 anos, vitimado por um infarto fulminante, após um check-up em que foi considerado pelos médicos como 'dono de uma saúde de ferro'...


Lizzie se emocionava ao lembrar que foi homenageada por ele na letra de ‘Casa no Campo’, onde foi carinhosamente chamada de ’esperança de óculos’...


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NÃO ERA MAIS  FÁCIL IMPRIMIR O VOTO?

As dez ações promovidas pelo TSE para "transparência" nas eleições:

1 - Instituição da Comissão de Transparência das Eleições (CTE)

2 - Instituição do Observatório de Transparência das Eleições (OTE)

3 - Antecipação da inspeção dos códigos-fonte

4 - Aperfeiçoamento do Teste Público de Segurança (TPS)

5 - Publicação dos códigos-fonte

6 - Ampliação da participação das entidades fiscalizadoras na Cerimônia de Preparação das Urnas

7 - Evolução dos Testes de Integridade das Urnas Eletrônicas

8 - Publicação dos arquivos Registros Digitais dos Votos (RDV) e Logs das Urnas

9 - Incentivo à conferência dos Boletins de Urna pelos mesários

10 - Fortalecimento da Comunicação Institucional

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FESTIVAL POLÍTICO - Do Nei Duclós:

Beto bom de  bola, a canção  maldita de Sérgio Ricardo, foi vaiada  por uma plateia de esauerda, que aplaudia o herói camponês de Disparada além de todos os herois de vanguarda que  confrontam o regime de 1964.  Não existia nos anos 60 MPB de direita.

Mas Sergio Ricardo resolveu homenagear um jogador de futebol ,  considerado um esporte que alienava o povo. O futebol campeão do mundo era de direita, celebrado pelo reacionário Nelson Rodrigues. Piorou  com o tri campeonaro anos maIs tarde. 

Mas SR achava que fora vaiado por ser de esquerda. Ele simplesmente foi cancelado e esquecido pelos que considerava seus aliados.

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FLAGRA DESCONTRAÍDO - Ontem no Palácio do Plnalto:


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BURRICE - Do Sandro Kluge:

Eita que povo mula e burro mesmo (sim, mula e burro).

Manchete do “Uól”:

 

Ô jumentada que escreve isto: SÓ PERDE ALGO SE TU TEM! ELE TEM OS 40 BI? NÃO NÉ! Este é o valor das ações que ele tem. E ações, é igual promessa de moça em baile (nas antigas). Tu acha que vai ganhar, mas...

 Já disse, já falei! Rico, bilionário, é que tem, na pedra, os pila. O resto, é tudo ilusão.

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OS MILICOS ADORAVAM O
"LIBERDADE COM REPONSABILIDADE"

No ZH:


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NA PLEURA

Comprar o Twitter: US$ 44bi. 
Ver o Zé de Abreu vazar: Não tem preço!

Valter Nagelstein

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DAQUI A POUCOS DIAS


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PENSANDO BEM

A esquerda com cartazes "ditadura nunca mais", no plenário da Câmara Federal.
Até eles estão contra a ditadura do STF...

Bibo Nunes, deputado fedeal do PL.

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VOCÊ SABIA...

Que a globo inventou um cantor chamado TÃO?

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BAITA SACADA - O deputado Daniel Silveira ocupará uma vaga de titular na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara federal. A nova formação do colegiado foi instalada ontem. A presidência ficou com o deputado Arthur Maia (União Brasil-BA). 

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DUDU  MILK, O INDECISO - Ele jura de pezinhos juntos que não será candidato a reeleição. Vamo-s ver o que dirá amanhã.

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DAVID COIMBRA NO ESTALEIRO - Está de licença de saúde (dores na co9luna) dos veículos da RBS.
No jornal será substituído por seis: Humberto Trezzi, Magali Moraes, Nilson Souza, Paulo Germano, Rodrigo Lopes e Ticiano Osório.
Aguardamos ansiosos o seu retorno. É um quadro de respeito do conglomerado.

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NOS DEDOS DO POSTE


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STF NÃO VAI BOTAR EM CANA?



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TRABALHO ESCRAVO EM BOM JESUS - Uma força-tarefa integrada por Auditores-Fiscais do Trabalho, pelo Ministério Público do Trabalho do RS e pela Polícia Rodoviária Federal resgatou 80 trabalHadores encontrados em situação análoga à de escravo, em ação realizada entre os dias 20 e 26 de abril na localidade de Morro Chato, no interior de Bom Jesus, no Nordeste do Estado. A operação de fiscalização identificou diversas irregularidades na propriedade rural na qual os trabalhadores estavam empregados na colheita da maçã, tais como contratação de trabalhadores mediante promessa enganosa de emprego, falta de registro de alguns empregados, pagamento de salários inferiores ao piso da categoria e péssimas condições de habitabilidade no alojamento fornecido pelo empregador.

Os empregados resgatados eram oriundos dos Estados da Bahia, da Paraíba e do Maranhão. A contratação da maioria dos empregados envolveu a participação de intermediários que, em nome do empregador.. Nas cidades de recrutamento, os intermediários ofereciam postos a quem quisesse trabalhar na região de São Joaquim, em Santa Catarina, para o serviço de colheita na lavoura de maçã, prometendo, ainda, boas condições de alimentação e alojamento.


A inspeção realizada pela força-tarefa, contudo, encontrou uma realidade diferente já nos parâmetros de contratação observados. O empregador realizou o pagamento do transporte de vinda dos trabalhadores a título de adiantamento salarial, com posterior ressarcimento dos valores mediante desconto dos trabalhadores, assim como deixou de custear as despesas de alimentação durante a viagem e não procedeu ao registro dos empregados antes de sua partida dos locais de origem. O padrão remuneratório observado também apresentava irregularidades: remuneração inferior ao piso da categoria, consequência, sobretudo, do não pagamento de salário em dias de chuva ou quando, por causas alheias à vontade dos trabalhadores, não se realizava a colheita. Por fim, houve exploração da vulnerabilidade dos trabalhadores, comprovada a partir da localização de contratos de trabalho assinados em branco (sem preenchimento de datas e salário acordado) e cartões-ponto que não haviam sido preenchidos pelos próprios empregados e que indicavam jornadas uniformes de trabalho.

 No tocante às condições de alojamento, foram constatadas péssimas condições de higiene e conservação do alojamento onde residiam os trabalhadores, com conlchões em péssimas condições, sem fornecimento de roupas de cama e cobertores. O fornecimento de água para beber também era inadequado (não raro, a água estava escura, consequência do local de sua captação, onde animais da localidade transitavam).

Por ocasião do encerramento dos contratos de trabalho (muitos deles mantidos sem formalização ou com formalização com datas de admissão não coincidentes com o início da prestação dos serviços), não havia pagamento de qualquer das verbas rescisórias legalmente previstas, como décimo-terceiro salário e férias. O deslocamento de retorno dos trabalhadores também não era custeado pelo empregador, que exclusivamente para aqueles que permanecessem até o final da safra, arcava com parte do valor da passagem.

Com o resgate efetuado, houve a apuração e garantia do pagamento das verbas rescisórias dos trabalhadores, procedimento que se findou na noite do dia 26/4, após o qual os empregados embarcaram, ainda no início da madrugada do dia 27/4, nos ônibus que os levariam de volta às suas localidades de origem, custeados pelo empregador.


Em decorrência da ação, os Auditores-Fiscais do Trabalho lavrarão os autos de infração cabíveis e emitirão as guias de seguro-desemprego, procedendo, ainda, à interdição do alojamento. O Ministério Público do Trabalho, representado na operação pelo procurador Rodrigo Maffei, da unidade do MPT-RS em Caxias do Sul, já instaurou um inquérito civil para acompanhar o caso e adotará as medidas necessárias diante da gravidade dos fatos.

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PAMPA NA FENASOJA - Considerada a maior feira multissetorial do RS, a Fenasoja se consolida pelo fomento dos negócios, pesquisas e inovações, significando um dos principais agentes de desenvolvimento da região noroeste do Estado. Destaca a região para o mundo, pois cerca de 600 expositores e um público de 250 mil visitantes, inclusive internacionais, são esperados no evento, que começa hoje e vai até 8 de maio.

Para mostrar toda a movimentação na cidade de Santa Rosa, a Rede Pampa marcará presença em um amplo e estratégico espaço do Parque de Exposições Alfredo Leandro Carlson. O grupo estará representado através dos estúdios da TV Pampa, da Rádio Pampa e da Rádio Liberdade, além do Jornal O Sul e do seu portal osul.com.br e de todas as plataformas digitais destes veículos. A confirmação da presença do presidente Jair Bolsonaro no dia 7 de maio e do vice-presidente Hamilton Mourão já neste sábado (30), para a abertura oficial do evento, contará com a cobertura especial dos veículos da Rede Pampa e seu grande elenco de comunicadores e jornalistas.

Durante os dez dias de realização da Fenasoja, os estúdios panorâmicos do Espaço Rede Pampa estarão em plena atividade com atuação das equipes responsáveis pelos programas de rádio e de TV, além dos boletins informativos, reportagens especiais e postagens que levarão ao mundo a imensa quantidade de atrações do evento.

Para o presidente da Rede Pampa, Alexandre Gadret, "a Fenasoja é um dos maiores eventos do Brasil e nesta 23ª edição deverá movimentar mais de R$ 1 bilhão em negócios. E a grande cobertura dos veículos jornalísticos da Rede Pampa retrata justamente a importância do evento para o nosso Estado. A Rede Pampa irá mostrar para todo o Brasil e para o mundo que Santa Rosa é o "Berço Nacional da Soja", título oficializado pelo Congresso Nacional em reconhecimento ao local onde se deu o início do cultivo da soja no Brasil, em 1914", explica Gadret.

"A edição 2022 será ainda maior com a parceria da Rede Pampa de Comunicação", ressalta o presidente da Fenasoja, Elias Dallalba. Segundo ele, "essa parceria atrairá ainda mais olhares para a Fronteira Noroeste, prospectando negócios, contribuindo para o desenvolvimento dos municípios da região e conferindo visibilidade para que possamos mostrar a nossa força", completa Dallalba.

O prefeito de Santa Rosa Anderson Mantei, informa que "a expectativa é muito positiva para essa edição, pois o evento, além de movimentar a economia local, traz o centro político do Estado para a região e impacta as cadeias produtivas, potencializando os negócios e investimentos no setor agropecuário. Ele também destaca as experiências de lazer e gastronomia que estarão disponíveis ao público, como os shows de Gusttavo Lima, Pedro Sampaio, entre outras atrações. Uma das grandes novidades dessa edição da Fenasoja é o Pavilhão Tecnológico, espaço dedicado ao desenvolvimento de empresas e startups de inovação com foco no agronegócio". Ele complementa destacando que a cobertura da Rede Pampa à Fenasoja é importante para divulgar todo esse grandioso evento a nível estadual e até mesmo nacional.

ACOMPANHE A PROGRAMAÇÃO DA REDE PAMPA:

TV PAMPA: Exibição de programas Pampa Debates direto de Santa Rosa, de 2 a 4 de maio, às 17h50.

Apresentação de reportagens completas dentro do Jornal da Pampa. De segunda a sexta, a partir das 18h50min, durante todo o evento.

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PIADINHA

ESSE É UMA ETERNA PIADINHA: MAU???



Quarta, 27 de abril de 2022

 

                                     SOU QUEM SOU.

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A MAIS INCRÍVEL JOGADA
DE MARKETING DO BRASIL!





Só estou esperando que o Complexo do Cristo Protetor fique pronto  para eu dar um pulo em Encantado. Porque de nada adianta eu me deslocar até a cidade, dar uma olhada na majestosa obra, tirar umas fotos e voltar. Nada disso!! Vou esperar que o Complexo fique pronto - Lojas, restaurantes, etc.

Mas é uma obra colossal!

O Rio Grande do Sul tem belezas que não são exploradas, no bom sentido. Já percorri todo o Salto do Yacumã. É lindo! Quanto fui, a estrada que percorria o Salto era de terra e esburacada. E não tinha um quiosque para vender uma água.

=

Quanto conheci esta beleza, fiquei pensando: Se Gramado que não tem nada de especial se tornou uma cidade turística, o que não poderiam fazer no Salto de Yacumã... Olha, nem vou falar das lagoas do Litoral Norte. Tudo que pretendem fazer nas lagoas o poder público veta.

...

O jornalista Sérgio Seppi, quando resolveu sair de Porto Algre, onde trabalhou na Assembleia e Fiergs, entre outros, voltou para Encantado.

O Seppi conta a história do Cristo Protetor:


Qual o principal destaque de Encantado?

Adroaldo Conzatti, Zenito Capitanio e Padre João Granzotto.

Inegavelmente, a estátua do Cristo Protetor que deve ser concluída neste ano (todo o Complexo) e que faz de Encantado notícia em todo o mundo.  Uma etapa importante na conclusão foi a assinatura pelo governador Eduardo Leite da autorização da pavimentação do acesso, entre a Lagoa da Garibaldi e o Cristo Protetor. Na definição do prefeito Jonas Calvi, Encantado terá uma divisão histórica: AC e DC – Antes de Cristo e Depois do Cristo.

Mas, como surgiu a ideia? Onde e quem começou a debater a construção de uma obra que virou notícia mundial – pelo tamanho, religiosidade e a estruturação de seus custos?

FAMÍLIA CAPITANIO

O executivo da Pretto Veículos, Genito Capitanio, no tradicional churrasco dominical de sua família, pela proximidade com a Comunidade Católica, seguidamente recepciona, com sua esposa Elivabete (Bete), padres da Congregação dos Missionários Scalabrinianos da nossa Paróquia. Entre 2014 e 2018, o pároco padre João Granzotto (falecido em 2020) era um comensal privilegiado das carnes preparadas por Genito. Entre costelas, vazios, costeletas de suínos e salsichão, e as saladas da dona Bete, o padre Granzotto catequisou Genito para que Encantado deveria ter sua estátua de Cristo (semelhante a construída em Guaporé). Convencido da viabilidade da empreitada, o anfitrião disse: “vou chamar o único que pode acreditar na ideia de construir o Cristo”. E mandou alguém buscar o então vereador Adroaldo Conzatti.

CONVENCIMENTO

A argumentação do padre Granzotto, de que a estátua contribuiria para a promoção do desenvolvimento de Encantado, como ocorreu em outras localidades, convenceu o futuro prefeito a trabalhar para fazer desta ideia uma realidade.

Em 2016, já em campanha para prefeito colocou em suas promessas e no programa de Governo, a construção do Cristo. E iniciou os contatos para realizar o projeto, com a definição do local, aquisição de terreno, e outras providências. Conversou com os empresários Antenor Conzatti e Telemaco Talini, do Bairro Planalto. Na época, um integrante da família Conzatti chegou a dizer ao candidato que parasse de ficar falando nos comícios da construção do Cristo. Corria o risco até de ser ridicularizado. Visionário e idealista não renunciou à ação. No mesmo período acertou a doação das terras no Morro das Antenas (Lambari), das famílias Valdecir “Gigi” Camargo, irmãos Cleber e Érico Talini, e Luiz Pedro Radaelli. 

VERBA PÚBLICA

Como o projeto não poderia depender de recursos da municipalidade, em 2019, Conzatti articulou a formação da Associação dos Amigos do Cristo, já tendo oficializada a doação das terras. A entidade  dirigida pelos empresários Horácio “Pelé” Marins, Robinson Gonzatti, Ricardo Fontana, entre outros, engenheiro Marcos Bastiani e funcionários da Prefeitura. Além de chamar a atenção da mídia mundial por sua grandiosidade (maior que o Cristo carioca), a obra é enaltecida em todas as notícias, vídeos e informações sobre sua construção: foi feita e concebida sem dinheiro público. A sua sustentação é da iniciativa privada e do apoio da comunidade.

RELIGIÃO E TURISMO

Cabe destacar que o Cristo Protetor tem na religiosidade, uma cultura que a Região herdou e ainda reverencia trazida por seus colonizadores, os imigrantes italianos. O Cristo Protetor incluirá Encantado e o Alto Taquari no disputado mapa dos roteiros turísticos, sejam de recreação, natureza gastronômica ou religioso. A obra do escultor Marcos Moura ficará para a eternidade. Como o Cristo Redentor do Rio de Janeiro, ou a Torre Eiffel, em  Paris.

ORGULHO

Hoje, o casal Genito e Bete, reconhecem que muitas pessoas merecem o mérito deste projeto, por terem acreditado numa concepção gerada e debatida em prosaicos almoços em sua residência. Certamente, fizeram história. E no futuro, orgulhosamente, seus netos e bisnetos dirão que o Cristo Protetor, símbolo de Encantado, nasceu na casa de seus avós.

Depois de muita análise e observação, vemos no Cristo uma obra  que todos concordam com a razão de que ela conduz ao bem e benefício de todos. 

(clica em cima que amplia)





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NOS DEDOS DOS BABACAS DE IXQUERDA!!
JOIA DO DONO DO TWITTER, ELON MUSK

"Liberdade de expressão é a pedra basilar de uma democracia funcional. O Twitter é a cidade digital vital para que o futuro da humanidade seja debatido. Queremos o Twitter melhor do que nunca. Espero que até meus piores críticos permaneçam, porque é isso que significa liberdade de expressão".

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CONVERSA PRA BOI DORMIR - Tem um papo aí que o Dudu Milk vai mesmo concorrer ao Governo do RS, depois de virar chacota nacional com sua candidatura presidencial. Achou que era mais esperto do que a Doriana - em briga de gurias não se pode da palpite.
E mais: que o vice será do MDB, provavelmente aquele deputado estadual baixinho, que foi presidente da Assembleia.
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DUDU VAI SER CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL. ANOTEM.
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VIROU PIADINHA NACIONAL (Pescada pelo Gilberto Blume):

De César Tralli, sobre Leite concorrer à reeleição no RS: "Que coisa, hein?! Saiu do ninho achando que voaria pelo mundo e agora volta pro mesmo lugar...". HAHAHAHAHAHAHA!!!!

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APOSTO - DUDU MILK NÃO SE REELEGE MESMO QUE VIRE TRANS.
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PRA GLOBO E IXQUERA ISSO É FAKE



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TÁ COM SAUDADE DELA?

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E A GRANA? SÃO BILHÕES DE REAIS - Fernanda Barth, vereadores de Porto Alegre, trabalha de verdade. É daquelas que não para. Agora ela informa que está em tramitação na Câmara projeto de sua autoria que substitui a rede de fiação aéra por subterrânea na cidade.

Bah, é o ideal, mas quem vai bancar esta troca?

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ISSO DEVERIA SER LEI FEDERAL!

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FERNANDO DI PRIMIO PREMIADO - Ele mesmo conta:


Com muita alegria, ontem fui um dos agraciados com o inédito troféu SuperMercador, que reconhece relevantes serviços prestados ao setor de supermercados no Rio Grande do Sul. Em maio, completo 40 anos de trabalho e aprendizado, junto a este pujante setor de nossa economia, desde que lancei o então Boletim AGAS, em maio de 1982! Estou muito feliz com o reconhecimento, principalmente por constatar, mais uma vez, que o que se planta com emoção sempre dá bons frutos!!

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CANOAS: NOVOS FILIADOS - Em Canoas, jantar com o PL Mulher, na companhia do Deputado Federal Bibo Nunes, da pré-candidata a deputada estadual, Camila Nunes, e da Janisse, presidente do PL Mulher Canoas com amigos e lideranças da cidade.



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CONTAGEM REGRESSIVA!


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AUTOR DO SAMBA "SAUDADE DA ROUANET"


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BIBA COREANA - Assada no bum-bum de tanto brigar, a Kim Jong-un afirmou que as 'forças nucleares' podem ser usadas caso haja intromissão nos interesses do país. A ONU deve mandar uns sais pra biba se acalmar.
Mas ninguém dá papo pra ela.

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UMA PEÇA PUBLICITÁRIA
QUE DEVE SER INSCRITA EM CANNES


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EXPOSIÇÃO DE GATOS - Cada vez que o Gustavo vai a Oeisis International ele faz algumas dezenas de fotos dos gatos que perambulam lá por casa.
Aí está a foto do  único macho, o Rabudo ou Lipe - depende de quem o chama.
Até o final do ano ele expõe o seu trabalho, numa galeria de Porto Alegre.


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PIADINHA