Sexta, 1ª de março de 2024

 

NÃO LEVE A SÉRIO
QUEM NÃO SORRI! 




NÃO SEJA GUERREIRO.
SEJA DA PAZ


minha preguiça
é maior do que a minha vontade


ANDO DEVAGAR
PORQUE JÁTIVE PRESSA
(e minhas pernas não permitem)


PLANEJE SEUS VOOS


ESCREVA APENAS PARA
jlprevidi@gmail.com


especial

nesta sexta, uma cesta de
José Mauro de vasconcelos


A "intelligentsia" brasileira despreza
um autor que vendeu dois milhões de
exemplares de apenas uma obra


Na outra encarnação eu vou querer nascer um botão.
Qualquer um. Mesmo que seja um botão de cueca.
É melhor do que ser gente e sofrer pra burro.


A OBRA PRIMA DE
JOSÉ MAURO


Este livro foi publicado em 1968.
Foi traduzido para 52 línguas em 19 países.
Adotado em escolas, já foi adaptado para      TV, teatro e cinema.



José Mauro de Vasconcelos________________

Nasceu no Rio de Janeiro em  26 de fevereiro de 1920.

De família nordestina, que migrou para São Paulo, os pais tinham poucos recursos. Ele, ainda criança, foi morar com  tios em Natal. Ingressando na Faculdade de Medicina mas abandonou o curso no segundo ano, retornando ao Rio de Janeiro. Trabalhou como carregador de bananas em uma fazenda do litoral do Estado, instrutor de boxe, e, devido ao belo porte físico, até garoto de programa. 

Em São Paulo, foi garçom de boate. Obteve uma bolsa de estudos na Espanha, mas não suportou a vida acadêmica. Abandonou os estudos depois de uma semana, preferindo conhecer a Europa. A atividade mais importante que exerceu foi junto aos irmãos Villas-Bôas pelos rios da região do Araguaia, conhecendo o ambiente inóspito e lutando pelos índios.

Lançou o seu primeiro livro, o romance Banana Brava, de 1942, onde trata dos homens do garimpo. Mas a obra não alcançou bons resultados na época, apesar de algumas críticas favoráveis. Rosinha, Minha Canoa, de 1962, marca seu primeiro sucesso. No livro Meu Pé de Laranja Lima, de 1968, seu maior sucesso editorial, é a sua experiência pessoal para retratar o choque sofrido na infância com as mudanças da vida. Foi escrito em apenas 45 dias.

O autor de romances tinha método originalíssimo. De início, escolhia os cenários onde se movimentariam seus personagens. Transportava-se então para o local, onde realizava estudos minuciosos. Para escrever Arara vermelha, por exemplo, percorreu cerca de "450 léguas no sertão bruto".

Em seguida, José Mauro dava asas às imaginação. Tinha uma memória que, durante longo tempo, lhe per­mitia lembrar dos mínimos detalhes do cenário estudado. "Quando a história está inteiramente feita na imaginação", revelava o escritor, "é que começo a escrever. Só trabalho quando tenho a impressão de que o romance está saindo por todos os poros do corpo. Então vai tudo a jato".

"Escrevo meus livros em poucos dias. Mas em compensação passo anos ruminando ideias. Escrevo tudo a máquina. Faço um capítulo inteiro e depois é que releio o que escrevi. Escrevo a qualquer hora, de dia ou de noite. Quando estou escrevendo entro em transe. Só paro de bater nas teclas da máquina quando os dedos doem. Só aí percebo quanto trabalhei. Sou um cara capaz de varar dias escrevendo até a exaustão.”

José Mauro trabalhou em diversos filmes, como Modelo 19, que lhe valeu o prêmio Saci como melhor ator coadjuvante, Fronteiras do Inferno, Floradas na Serra, Canto do Mar, do qual escreveu o roteiro, Na Garganta do Diabo, obtendo o prêmio Governador do Estado como melhor ator, A Ilha, conseguindo o prêmio de melhor ator pela Prefeitura, e culminando com Mulheres & Milhões, sendo laureado com o Saci de melhor ator do ano. Dos seus livros, Meu Pé de Laranja Lima, Vazante e Arara Vermelha foram filmados, assim como "Rua Descalça".

José Mauro morreu de broncopneumonia, em 24 de julho de 1984, aos 64 anos, em São Paulo.


OBRAS

Banana Brava (1942)

Barro Blanco (1948)

Longe da Terra (1949)

Vazante (1951)

Arara Vermelha (1953)

Arraia de Fogo (1955)

Rosinha, Minha Canoa (1962)

Doidão (1963)

O Garanhão da praia (1964)

Coração de Vidro (1964)

As Confissões de Frei Abóbora (1966)

O Meu Pé de Laranja Lima (1968)

Rua Descalça (1969)

O Palácio Japonês (1969)

Farinha Órfã (1970)

Chuva Crioula (1972)

O Veleiro de Cristal (1973)

Vamos Aquecer o Sol (1974)

A Ceia (1975)

O Menino Invisível (1978)

Kuryala: Capitão e Carajá (1979)


Matar não quer dizer a gente pegar revólver de Buck Jones e fazer bum!
Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.


Um universo tão modesto acabou ganhando o mundo. Em 50 anos, Meu Pé de Laranja Lima vendeu mais de 2 milhões de exemplares só no Brasil, onde teve 150 edições nos mais variados formatos. Fez uma carreira invejável fora do País também: foi traduzida em 15 idiomas, entre eles, turco, coreano, catalão e mandarim. Foi publicada em 23 países, sendo que no Japão e na Coreia ganhou uma versão em forma de mangá (história em quadrinhos).



RESUMO DE
O MEU PÉ DE LARANJA LIMA

O livro, dividido em duas partes, é protagonizado pelo menino Zezé, um garoto comum, de cinco anos, natural de Bangu, periferia do Rio de Janeiro.
Muito esperto e independente, Zezé é conhecido pela sua malandrice e é ele quem narrará a história em O meu pé de laranja lima.
Devido a sua sagacidade, diziam que Zezé "tinha o diabo no corpo". O garoto é tão esperto que acaba, inclusive, aprendendo a ler sozinho. A primeira parte do livro se debruça sobre a vida do menino, as suas aventuras e as consequências dela.
A vida de Zezé era boa, tranquila e estável. Ele vivia com a família em uma casa confortável e tinha tudo o que era preciso em termos materiais, até que o pai perdeu o emprego e a mãe viu-se obrigada a trabalhar na cidade, mais especificamente no Moinho Inglês. Zezé tem três irmãos: Glória, Totoca e Luís.
Empregada em uma fábrica, a mãe passa o dia no trabalho enquanto o pai, desempregado, fica em casa. Com a nova condição da família, eles se veem obrigados a mudar de casa e passam a ter uma rotina muito mais modesta. Os Natais fartos de outrora foram substituídos pela mesa vazia e por uma árvore sem presentes.
Como a nova casa tem um quintal, cada filho escolhe uma árvore para chamar de sua. Como Zezé é o último a escolher acaba ficando com um modesto pé de laranja lima. E é a partir desse encontro com uma árvore franzina e nada vistosa que surge uma forte e genuína amizade. Zezé batiza o pé de laranja lima de Minguinho:
— Quero saber se Minguinho está bem.
— Que diabo é Minguinho?
— É o meu pé de Laranja Lima.
— Você arranjou um nome que se parece muito com ele. Você é danado para achar as coisas.
Zezé arruma também um apelido para Minguinho que dizia em privado, nos momentos em que sentia mais ainda mais afeto pela árvore: Xururuca. É Minguinho, ou Xururuca, que escuta as suas aventuras e os seus lamentos.
Como vivia aprontando, era recorrente Zezé ser pego em uma das travessuras e apanhar dos pais ou dos irmãos. Depois lá ia ele se consolar com Minguinho, o pé de laranja lima.
Numa das vezes que aprontou, Zezé apanhou tanto da irmã e do pai que precisou ficar uma semana sem ir à escola.
Além de Minguinho, o outro grande amigo de Zezé é Manuel Valadares, também conhecido como Portuga, e é sobre ele que girará a segunda parte do livro. O Portuga tratava Zezé como filho e dava toda a paciência e afeto que o garoto não recebia em casa. A amizade entre os dois não era partilhada com o resto da família.
Por uma fatalidade do destino, o Portuga é atropelado e morre. Zezé, por sua vez, adoece. E para piorar a vida do menino ainda decidem cortar o pé de laranja lima, que vinha crescendo mais do que era suposto no quintal.
A situação muda quando o pai arranja um emprego depois de um longo período em casa. Zezé, entretanto, apesar dos seus quase seis anos, não se esquece da tragédia:
“Já cortaram, Papai, faz mais de uma semana que cortaram o meu pé de Laranja Lima.”
A narrativa é extremamente poética e cada travessura do menino é contada a partir do olhar doce da criança. O ponto alto da história acontece ao final da narrativa, quando Minguinho dá a sua primeira flor branca:
Eu estava sentado na cama e olhava a vida com uma tristeza de doer.
— Olhe, Zezé. Em suas mãos existia uma florzinha branca.
— A primeira flor de Minguinho. Logo ele vira uma laranjeira adulta e começa a dar laranjas.
Fiquei alisando a flor branquinha entre os dedos. Não choraria mais por qualquer coisa. Muito embora Minguinho estivesse tentando me dizer adeus com aquela flor; ele partia do mundo dos meus sonhos para o mundo da minha realidade e dor.
— Agora vamos tomar um mingauzinho e dar umas voltas pela casa como você fez ontem. Já vem já.

INTERPRETAAÇÃO E
ANÁLISE DA HISTÓRIA

Apesar da sua pouca extensão, o livro O meu pé de laranja lima toca em temas chave para se pensar sobre a infância. Percebemos ao longo das breves páginas como os problemas dos adultos podem acabar por negligenciar as crianças e como as crianças reagem a esse abandono se refugiando em um universo particular e criativo.
Notamos também o caráter transformador do afeto quando essa mesma infância negligenciada é abraçada por um adulto capaz de acolher o até então abandonado (no caso da história contada por José Mauro de Vasconcelos essa personalidade é representada pelo portuga, sempre disposto a partilhar com Zezé).
O fato do livro ter rapidamente se expandido para além das fronteiras brasileiras (Meu pé de laranja lima foi logo traduzido para 32 idiomas e publicado em outros 19 países) demonstra que os dramas vividos pela criança no subúrbio do Rio de Janeiro são comuns a inúmeras crianças ao redor do globo - ou ao menos aludem a situações semelhantes. Como é possível perceber, a negligência infantil parece ter um caráter universal.
Muitos leitores se identificam com o fato do menino escapar do cenário real esmagador rumo a um imaginário que é um manancial de possibilidades felizes. Vale lembrar que Zezé não era apenas vítima de violência física como também psicológica por parte dos mais velhos. As piores punições vinham, inclusive, de dentro da própria família.
O livro abre os olhos do leitor para o lado sombrio da infância, muitas vezes esquecido diante da enorme quantidade de material que tem como tema a infância idealizada.

personagens principais
Zezé
Um menino travesso, de cinco anos, morador de Bangu (subúrbio do Rio de Janeiro). Super independente e curioso, Zezé vivia aprontando e apanhando quando era descoberto.

Totóca
O irmão mais velho de Zezé. É interesseiro, mentiroso e por vezes extremamente egoísta.

Luís
Irmão caçula de Zezé, era chamado pelo menino de Rei Luiz. É o grande orgulho de Zezé por ser independente, aventureiro e muito autônomo.

Glória
Irmã mais velha e muitas vezes protetora de Zezé. Está sempre a postos para defender o caçula.

Pai
Frustrado com o desemprego e desiludido com a incapacidade de sustentar a família, o pai de Zezé acaba sendo impaciente com os filhos. Também costuma beber com muita frequência. Quando tenta disciplinar as crianças faz uso da força e algumas vezes se arrepende das surras que dá.

Mãe
Extremamente cuidadosa e preocupada com os filhos, a mãe do Zezé quando percebe a situação financeira complicada da família arregaça as mangas e vai trabalhar na cidade para sustentar a casa.

O portuga
Manuel Valadares trata Zezé como um filho e enche o menino de carinho e atenção que muitas vezes o garoto não recebe em casa. Era rico e tinha um carro de luxo que dizia para a Zezé que pertencia aos dois (afinal de contas os amigos dividem, dizia ele)

Minguinho
Também conhecido como Xururuca, é o pé de laranja lima do quintal, grande amigo e confidente de Zezé.=

CONTEXTO HISTÓRICO

No Brasil vivíamos tempos duros durante as décadas de 1960 e 1970. A ditadura militar, implantada em 1964, era responsável por manter uma cultura repressora, que perpetuava o medo e a censura. Felizmente a criação de José Mauro de Vasconcelos não sofreu qualquer tipo de restrição.
Por enfocar mais no universo infantil e não abordar propriamente nenhuma questão política, a obra passou pelos censores sem apresentar qualquer tipo de problema. Não se sabe ao certo se o desejo de mergulhar no universo da infância surgiu de um desejo de mergulhar no universo autobiográfico ou se a escolha foi uma necessidade para fugir da censura, que na época não se preocupava tanto com o universo infantil. De toda forma, vemos no cotidiano do protagonista de José Mauro, como o menino sofria repressões (não pelo governo, mas dentro da própria casa, pelo pai ou pelos irmãos). As formas de sanção eram tanto físicas quanto psicológicas, observe o trecho abaixo:
"A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totóca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totóca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro."
José Mauro de Vasconcelos nasceu e foi criado durante os anos vinte e foi de lá que extraiu as experiências para escrever o livro. A realidade do país na época era de renovação, de liberdade e de denúncia dos problemas sociais. A publicação, no entanto, foi efetivamente escrita em 1968, em um contexto histórico completamente diferente: no auge da ditadura militar quando o país vivia os anos de chumbo sob forte repressão. Em junho de 1968, ano da publicação de O meu pé de laranja lima, foi realizada no Rio de Janeiro A Passeata dos Cem Mil. No mesmo ano foi promulgado o AI-5 (Ato Institucional número 5), que proibia qualquer manifestação contrária ao regime. Foram anos duros marcados pela perseguição de opositores políticos e pela tortura.
Culturalmente a televisão passou a ter um papel importante na sociedade uma vez que conseguiu entrar nas casas das mais diferentes classes sociais. A história contada por José Mauro de Vasconcelos ficou conhecida pelo grande público principalmente devido às adaptações feitas para a televisão. No dia 30 de novembro de 1970 a extinta Rede Tupi levava ao ar o primeiro capítulo da novela baseada na criação de José Mauro de Vasconcelos.
Na música vivíamos a Tropicália e o período dos festivais, lembre-se do marco inicial, o Festival de Música Popular realizado em 1967 pela TV Record. Grandes nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Os Mutantes, Jorge Bem, Gal Gosta e Maria Bethânia surgiram nessa época. A TV Record destacava-se no universo do audiovisual ao lado da Band e da Tupi, as duas últimas emissoras foram as responsáveis pelas adaptações de O meu pé de laranja lima.
No mundo do futebol convém lembrar a Copa de 1970, a primeira a ser transmitida a cores pela televisão. O Brasil venceu e levou para a casa a taça do tricampeonato. 1970 foi também o ano de estreia da primeira adaptação cinematográfica de O Meu Pé de Laranja Lima.


Quinta, 29 de fevereiro de 2024

 


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POSTAL: BOA NOTÍCIA AOS MUNICÍPIOS

O diretor de Desenvolvimento do Banrisul, Fernando Postal, anunciou ontem, durante o seu pronunciamento na Assembleia de Verão 2024 da Famurs, na Sociedade Amigos do Balneário Atlântida, em Xangri-Lá, o lançamento da linha de crédito Finame Caminhos da Escola e a ampliação da modalidade Financiamento Especial Banrisul (FEB) – Setor Público.
De acordo com Fernando Postal, as medidas contribuem para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, sobretudo para uma melhor qualidade de vida às comunidades gaúchas. “Em um esforço contínuo para fortalecer parcerias e impulsionar a expansão de negócios com o setor público, o Banrisul agora oferece uma gama ainda mais ampla de itens financiáveis, permitindo que os municípios atendam às diversas necessidades de infraestrutura e de serviços públicos para o benefício da população”, frisou.
Na linha Financiamento Especial Banrisul – Setor Público, os municípios podem financiar obras de infraestrutura (reformas e construções de centros administrativos, postos de saúde, pavilhão para parque de máquinas, ginásio esportivo, entre outras); aquisição de terrenos urbanos para o desenvolvimento da cidade, tanto em programas de moradia quanto em programas de desenvolvimento industrial (distrito industrial); e saneamento (aquisição de tubos de concreto para projetos de saneamento básico nos municípios).
Também se destaca a ampliação do prazo total de financiamento para, no máximo, até 84 meses, incluída neste prazo a carência de até 12 meses. A medida oferece mais flexibilidade financeira aos municípios, permitindo a implementação de projetos de longo prazo com planejamento e segurança.

NOVA LINHA DE CRÉDITO

A linha de crédito Finame Caminhos da Escola – Setor Público tem como finalidade a renovação e ampliação da frota de veículos de transporte escolar destinada ao transporte diário de alunos da educação básica da rede pública de ensino, especialmente aqueles residentes da zona rural.
A linha de crédito oferece aos municípios a possibilidade de financiamento para a aquisição de ônibus e embarcações novos, de fabricação nacional, credenciados no Credenciamento Finame (CFI) do Sistema BNDES, garantindo assim a segurança e o conforto dos estudantes durante seus deslocamentos para a escola.
As condições de financiamento contemplam o prazo total de até 10 anos, incluído até dois anos de carência; com o percentual de financiamento podendo chegar até 100% do valor do bem.


comunicaÇÃO


- MENOS UM - Na terça, faleceu aos 80 anos o jornalista Helio Gama. Para quem não o conheceu, Gama criou a Gazeta Mercantil Sul e o Diário do Sul. Foi secretário de Comunicação do governador Pedro Simon. Claro que percorreu diversas redações por São Paulo e Porto Alegre.
A última vez que conversei com ele foi há mais de 20 anos, quando entrevistou Alceu Collares, que seria novamente candidato a governador.

- VOLTA À RECORD - Rachel Sheherazade irá apresentar a segunda temporada do A Grande Conquista, reality show da TV Record.

- PELO MUNDO - Aquilo que os jornalistas brasileiros não fizeram:


- NOVIDADE DA RDC TV


- ENTRA E SAI - Téo José deixa o SBT cinco meses após contratação de Cléber Machado. 

- PERGUNTINHA - Quando será o novo show de Gustavo Victorino e Dudu Milk?
(Pô, Victorino, avisa aos amigos!!)  

POLÍTICA

- MALAFAIA FURIOSO!!


- O DESASTRADO SE ACHA MUITO IXPERTO - Dudu Milk está levando pau dos paulistas do PSDB e dos PL do RS. Seu bumbum já está dolorido!!!



- O DESASTRADO 2 - Dudu Milk sabe que se contasse apenas com seus votos não seria eleito duas vezes governador. Contou, nos dois segundos turnos, com os votos do PT e dos demais de ixquerda. Na última eleição por poucos votos não ficou fora do segundo turno.
Mas não tem jeito, ele se acha um grande líder.

- DUDU MILK LEVA INVERTIDA SENSACIONAL!!



-  VAI TER TAMBÉM HOMENAGEM AO HAMAS?


-  UM DEPOIMENTO FUNDAMENTAL 
PARA INCRIMINAR BOLSONARO


acredite se quiser

- ISTO É INCRÍVEL!!



PENSANDO BEM

- A MPB ERA UM ESPETÁCULO!!
Gilberto Gil e Os Mutantes no intervalo do Festival da Record, em outubro de 1967. Os Mutantes acompanharam Gil  na apresentação da música que ganhou o segundo lugar, "Domingo no Parque".


POrto alegre

- NOVO HOSPITAL - M A consulta pública do projeto para construção, operação e manutenção do novo Hospital Materno Infantil Presidente Vargas está aberta até o dia 21 de março. O novo hospital será construído na avenida Erico Verissimo, 100, nas proximidades do Ginásio Tesourinha. A proposta foi lançada pela prefeitura no último dia 19. A população e empresas interessadas podem enviar contribuições por meio do formulário disponível aqui. Cada sugestão será analisada e devidamente respondida, podendo vir a ser incorporada na futura parceria.

A parceria, no modelo de concessão administrativa, contempla obra civil (projeto, licenciamento e construção), investimento e implantação da infraestrutura, equipamentos mobiliários clínicos e administrativos e fornecimento de serviços de apoio à assistência à saúde (por exemplo, recepção, portaria, lavanderia, limpeza, alimentação e nutrição).

O futuro hospital terá aumento na sua complexidade, além de 28 novos leitos (de 188 para 216) e ampliação de 97% em sua área total, passando de 16,5 mil metros quadrados para 35 mil metros quadrados. O espaço contará com integração da alta e a média complexidade por meio da implantação de dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto, acréscimo nos leitos de UTI pediátricos, UTI neonatal e Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), bem como novas salas cirúrgicas e implementação de cirurgia robótica, trazendo maior eficiência.

O município deverá aplicar R$ 300 milhões até 2026, por meio de financiamento, na construção do prédio e na compra de equipamentos. O aporte inicial do parceiro privado será de R$ 148 milhões. O investimento privado será pago pelo poder concedente dentro da contraprestação mensal, que neste caso é composta pelo custo operacional (opex) mais o pagamento do financiamento, totalizando R$ 10,2 milhões. O investimento total, em 20 anos, será de R$ 605 milhões.

A concorrência pública terá como critério de julgamento o menor valor da contraprestação a ser paga pela prefeitura. Poderão participar pessoas jurídicas brasileiras ou estrangeiras, isoladamente ou consorciadas.

Durante o período da consulta, também será realizada uma audiência pública. A estimativa é que, em março, ocorra o encaminhamento dos estudos para o Tribunal de Contas do Estado (TCE). Já a previsão de lançamento da licitação é para o segundo semestre de 2024.

recordar é viver

- EU ADORAVA IR NA MESBLA


CANOAS

- PSB DE CANOAS DEIXA A GESTÃO NEDY


Nesta terça, o PSB de Canoas reuniu sua direção e pré-candidatos a vereadores para discutir a participação do partido na atual gestão do prefeito interino Nedy de Vargas Marques. Tendo em vista que o PSB integrava a aliança municipal vencedora no pleito de 2020, a sigla participava desde então da administração. 

Passados três meses da posse do prefeito interino, porém, considerando a dificuldade de diálogo, as divergências ideológicas e a falta de condução de uma gestão eficiente e resolutiva para os problemas da cidade, a direção municipal e seus pré-candidatos oficializam a saída do PSB da atual gestão e orienta seus filiados a fazerem o mesmo. 

"Continuaremos discutindo soluções para os problemas da cidade, ouvindo as comunidades e as bases do PSB, através do projeto Roda de Conversa, lançado pela sigla, que será realizado nos próximos dias nos quadrantes da cidade", afirma o presidente do PSB Canoas, Diego Santa Helena.

intervalo

- LUIZ 4


DEUSAS



piadinhA


Quarta, 28 de fevereiro de 2024

 


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VIROU UMA PUTARIA A FILA DOS TYRANSPLANTES!!

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- QUER TER MILHÕS DE SEGUIDORES RAPIDINHO?
UM "ENFLUENCER"  DE SUCESSO?
EU NÃO:

 



comunicaÇÃO

- EX-GRANDE IMPRENSA FAJUTA - Pensei que algum jornalista de "grandes jornais, rádios ou TVs" iria indagar para essa gente do G20 se eles viram a manifestação de domingo na avenida Paulista.
Nada, nadicadenada.

UM LEITOR ESCREVE:
1. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, “cidadãos da União Europeia que viajem ao Brasil para exercer atividade jornalística estão isentos de visto para estadas de até 90 dias, desde que a atividade não seja remunerada por fonte brasileira”.
2. O jornalista português foi interrogado pela PF durante quatro horas. Ele disse que foi questionado sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino e Alexandre de Moraes. Além de responder sobre vacinas e ditadura do judiciário.
Difícil encontrar justificativa legal para tamanho abuso de autoridade. Em nenhum país democrático se observa um procedimento padrão como esse

- O FACEBOOK ESTÁ CADA VEZ PIOR - A tal Meta age para ter cada vez menos pessoas em sujas páginas. Eles querem apenas pessoas que regem uma imbecil "bíblia de costumes". Mas se negam a conferir as picaretagens que estão diariamente nas páginas, mesmo com a quantidade de denúncias que recebem.
A jornalista Nubia Silveira conta mais um absurdo do Facebook:
"Uma das fotos sobre homens e mulheres da Etiópia, que publiquei, foi cancelada pelo Facebook. A etíope, de uma das tribos visitadas pelo fotógrafo amador Gerardo Cañelas, aparece com os seios de fora. O face considerou-a uma foto sexualizada e não representativa da cultura etíope. Recorri, mas o face ratificou o cancelamento.
O estranho é que a mesma foto foi publicada na página do fotógrafo, sem qualquer censura. Também tive censurada, tempos atrás, a foto do menino sírio, encontrado morto, numa praia da Turquia. Sua família tentava migrar para a Europa, mas a embarcação em que estavam afundou. A foto jornalística, que correu o mundo, não foi aceita pelo face.

- CRIANÇAS - Sandy e Maísa jamais deveriam crescer. Perdem totalmente o encanto. Claro que arranjam namorados. São famosas.

POLÍTICA

   


- HOMENAGEM AO MST? BLERCHH!!!


- COISA DE GAGÂ, DUDU MILK!!  - Numa entrevista na sede do PSDB, em São Paulo, Dudu Milk, foi ridicularizado por deputados federais, deputados estaduais e vereadores do partido. Motivo: ele acha que o partido não pode apoiar Ricardo Nunes, o atual prefeito do MDB. Agora, quem ainda não tinha se decidido está fechado com Nunes.
E a bancada do PL gaúcho, que até agora apoiava Dudu Milk, está pulando fora, porque o governador desceu o pau no Onyx Lorenzoni.

- O BANDIDO MENTE E JUSTIFICA


- TRANSPLANTADOS COM "NOVA VIDA" - Aprovado por unanimidade, na sessão plenária da Assembleia Legislativa desta terça, 27, o Projeto de Lei Nº 234/23 do deputado Gustavo Victorino (foto abaixo) que beneficia as pessoas transplantadas com os mesmos direitos das pessoas com deficiência. O objetivo é garantir aos pacientes submetidos à cirurgia para transplante, a plena e efetiva participação na sociedade, em igualdade de condições com os demais cidadãos.   
O parlamentar justifica a proposição - que altera a Lei nº 13.320/2009 relativa à pessoa com deficiência no estado -, pelas dificuldades enfrentadas pelos transplantados, como o uso rotineiro de medicamentos imunossupressores, antibióticos, entre outros fármacos que fazem com que esses pacientes necessitem de uma condição especial, inclusive no ambiente de trabalho.  
A Central Estadual de Transplantes contabiliza cerca de15 mil transplantes realizados no Rio Grande do Sul desde sua fundação, há 26 anos.  
Emocionado, o deputado Victorino subiu à tribuna para pedir apoio aos colegas parlamentares: “Pensem na vida humana, é hora de a sociedade olhar para os transplantados, o seu drama não termina no transplante”, reiterou, ao explicar que a proposta ampara os transplantados com atendimento preferencial em postos de saúde, bancos, aeroportos, além de reserva de vagas em concursos públicos, entre outros direitos.  
Pessoas transplantadas e voluntários da ONG ViaVida - que atua em prol da doação de órgãos e dos pacientes em pré e pós transplantes – ocuparam as galerias do Plenário para acompanhar a votação e comemoraram a aprovação: “A proposta do deputado Gustavo Victorino garante o exercício da plena cidadania das pessoas transplantadas”, destacou a vice-presidente da ViaVida,  Noemia Gensas.  
Completando 35 dias de transplante duplo de pulmão, o metalúrgico Hélio Beck, acompanhou a sessão no Plenário junto com a família de Santa Maria, empunhando cartazes de apoio ao projeto: "Temos nossas limitações e essa proposta nos dá ânimo para ir e vir e pensar no futuro", disse Hélio. 
A proposta segue agora para sanção do Dudu Milk.  


- CHE VIRA BUEIRO




acredite se quiser

- NA ÚLTIMA SEXTA PUBLIQUEI UM ARTIGO DO TIAGO HORÁCIO SOBRE O USO ABUSIVO DE PLAY BACK EM SHOWS:


PENSANDO BEM

QUEM MANDA NO BRASIL FAZ ESSE TIPO DE COISA


recordar é viver

- TEATRO SÃO PEDRO EM 1858 - DOIS ANOS APÓS AINAUGURAÇÃO


CANOAS

- ELEIÇÃO - Do https://agenciagbc.com:

O recado é simples: ou o Republicanos estará na chapa de Jairo Jorge com Beth Colomb o de candidasta a vice-prefeita, ou ela será candidata e sairaá da base de apoio que está comnpostaentre Jairo e o deputado federal Luiz Carlos Busato. Até o momento, o fich 1 para ser o vice é o filho do depujtado, Rodrigo Busato.


intervalo

- LUIZ 3


DEUSAS


piadinhA

- RESCALDO