Segunda, 22 de julho de 2019




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
...
ANDO DEVAGAR
PORQUE NÃO TENHO PRESSA





Escreva apenas para






TAMU JUNTO!


Se quisesse descumprir a decisão judicial, não estaria fazendo esta vaquinha entre amigos/leitores. Sei de tudo que pode acontecer com um eventual descumprimento.
Por enquanto, tenho uma certeza, que já é do conhecimento da Justiça. Estamos na luta! Brigar com dignidade!
Quem puder ajudar, gracias!!.

...
Portanto, segue a vaquinha. Tenho que tentar chegar perto do necessário para atender a determinação judicial. 
Além de contribuir pelo https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-ao-blog-do-previdi
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VERA DAISY VAI SER PRESIDENTE DO
SINDICATO DE TODOS OS JORNALISTAS
(E NÃO UMA SINDICALISTA PETISTA)





É estranho esse título, mas eu acredito nisso.

(Não sou amigo da Vera Daisy. E ela nem deve saber quem eu sou).

Depois de muitos anos um presidente vai trabalhar pela valorização de todos os jornalistas de verdade. Que não vai se preocupar em apenas fazer política - tenho certeza de que também vai fazer política.

NÃO É ADMISSÍVEL QUE MENOS DE 200 VOTOS TENHAM A ELEGIDO. SÓ EU CONHEÇO E POSSO RELACIONAR MAIS DE MIL JORNALISTAS DIPLOMADOS QUE VIVEM NO RS!!

Vera Daisy Barcellos, que toma posse em agosto, vai ser uma grande presidente do Sindicato dos Jornalistas de Verdade do RS (quem sabe esta nova denominação?) não por ser mulher e negra, mas por ser jornalista de verdade
Esta vai ser a grande diferença.

Eu sei que ela não vai sossegar enquanto o piso estadual dos jornalistas for tão ridículo, dois mil e poucos reais, um dos mais baixos do país.

Quero ver a Presidente Vera Daisy, com o apoio de grandes jornalistas, conversar com os donos e presidentes de órgãos de comunicação para NEGOCIAR COM RESPEITO E DISPENSAR OS BEDÉIS!

Aposto que ela não vai aceitar que apenas meia dúzia de "sindicalistas" paguem a mensalidade do Sindicato.
Eu sei que ela sofreu muito, como todos nós, quando soube da morte do colega Cleber e não deve ter apoiado a "direção" anterior do Sindicato ter colocado a culpa na Prefeitura e no Governo do Estado (imagina se as duas administrações fossem petistas...).

A Vera Daisy deve estar encasquetada com a quantidade de vaquinhas que envolvem jornalistas. Tem coisa errada aí!

Tenho certeza de que a nossa presidente vai se preocupar com o emprego dos jornalistas. Novas mídias, empreendedorismo, ou melhor, como o jornalista pode ganhar dinheiro fora de jornal, rádio, TV e assessorias? GERALMENTE O JORNALISTAS SABE ESCREVER OU FALAR MUITO BEM!!

O mercado está cheio de pessoas capacitadas que podem "dar uma luz" AOS JORNALISTAS DE VERDADE que estão sem perspectivas.

VERA DAISY, MINHA PRESIDENTE, APOSTO EM TI!!

-

FAÇO UM PEDIDO:
Jornalistas de Verdade, reproduzam o texto acima! Discorda de um trecho? Tudo bem, exclui! Mas vamos apoiar a nova presidente do Sindicato dos Jornalistas de Verdade do RS!!



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EU APOSTO NESSE PROGRAMA!

Tem gente que vai ficar braba,
mas e o mais novo talento da TV gaúcha

“As madrugadas do final de semana nunca mais serão as mesmas. Vamos falar de assuntos picantes, sempre com muita informação e entrevistas que ajudem o telespectador a entender universos desconhecidos. As coisas existem e a gente, com seriedade e leveza, vai mostrar.”, afirma Evandro Hazzy, apresentador do programa que entra no ar a partir da uma e meia da manhã, na madrugada de domingo para segunda.

O novo programa vai falar de tudo que interessa na vida adulta e que nem sempre temos oportunidade de saber. Comportamento nas mais variadas áreas, sempre com um toque picante para terminar bem o final de semana. “É um programa variado, vamos falar de sexo mas também de relacionamentos, de espiritualidade, de decoração, de gastronomia,  de saúde e  de beleza.”, diz Antonio De Marchi que divide a direção da atração com Claudio Araujo.

A  produção é de Jennifer Casagrande com apoio de Rafaela Knevitz. A chefia de redação é de Aline Rimolo. “Estamos fazendo um programa com muito conteúdo, mas também divertido para quem está acordado na madrugada, pensando em cada detalhe, do time de entrevistados ao cenário, assinado pelo designer Daniel Schön.”, finaliza Ciça Kramer, gerente de conteúdo da BANDRS.

A festa de lançamento do programa está programada, somente para convidados, para o dia 23 de julho no Valentina Steak Bar.



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COLABORADOR SUMIDO E OS CHORÕES - Voltei! Escreve o Sandro Kluge:
Voltei pois não aguento ver os chorões da Construção Civil dizendo que “vai afetar a liquidez do fundo, vai prejudicar a construção civil”.... o saque do FGTS proposto pelo Jair.
Ah!!... vão catá coquinho.
Estamos falando de MENOS de 10% do total do FGTS. Além disso o $ não é DELES, é do trabalhador. E se TODO mundo sacasse o fundo, o que iriam fazer? Chorar? VÃO SE VIRAR EM ARRANJAR FONTE DE FINANCIAMENTO PARA CONSTRUÇÃO. Não existe FGTS em todo o mundo, e como os construtores se viram nos outros países.
Típica conversinha de “bodeguero tupiniquim”... todos eles estão muito bem, obrigado, com casinha em Miami, Punta, Europa – estes, não merecem ter uma maloca, no Campo da Tuca. Já, o empresário que se vira sozinho, e não vive pedindo penico para o governo, pode ter casa até em Jupiter.
Quem não leu, vale a pena ler “Capitalismo de Laços” do Sérgio Lazzarini. Conta bem direitinho como o “bodeguero” – pois não considero estes caras que ficam “chorando por leite, e não correm para alimentar a vaca”, dono de bodega.


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ESSA FOI HISTÓRICA!!
NA SEMANA PASSADA!!

Acionista do conglomerado midiático, o deputado federal Afonso Motta deve ter adorado!!





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TEM QUE CONFERIR!




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NÃO SOU NENHUM ROBERTO MAS AS VEZES CHEGO PERTO - Novo álbum genial do Nando Reis.





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ISSO ESTÁ ÓTIMO!





ISSO É UM HORROR!! NÃO É CONFUSÃO!




E aquela balofa, com camiseta do Inter, empurrando uma gremista com o filhinho, que estava numa área "colorada", no Beira-Rio domingo passado?
Ela e os demais balofos que a apoiava, "colorados", deveriam ser expulsos do RS!!!
...
EU ASSISTI A ESTE VÍDEO
E ME DEU UMA TRISTEZA DANADA




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NÃO É PIADINHA

Ninguém merece ouvir isso





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PIADINHA




Quarta,17 de julho de 2019




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COLABOREM  SE PUDER

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A ILHA DO DESESPERO 
O AI-5 de Greenwald


Diogo Mainardi – Revista Crusoé – 12/07/2019)

A imprensa resistiu ao AI-5, mas não vai resistir a Glenn Greenwald

Como é que a Veja, depois de denunciar a gatunagem lulista por mais de dez anos, sendo retaliada por aquela gente, pode compartilhar mensagens obtidas por criminosos, com o único propósito de enterrar a Lava Jato e tirar da cadeia Lula e seus comparsas? Como é que a Folha de S.Paulo, que sempre se vangloriou de sua autonomia, pode sucumbir às imposturas militantes de um bando de piratas, que manipula e falseia o produto de um crime para inocentar os membros de uma quadrilha?

Os leitores vão castigá-los duramente. E o descrédito vai se espalhar para todos os lados.

O complexo de vira-latas dos jornalistas brasileiros permite que o aventureiro americano passe o dia inteiro no Twitter, arrotando platitudes sobre a liberdade de imprensa, como um novo Thomas Jefferson. Mas ele não é nada disso. Depois de quatro semanas de intenso agitprop, o plano de Glenn Greenwald para desmoralizar a Lava Jato e libertar o chefe da ORCRIM está se revelando um fiasco. E o motivo é um só: Sergio Moro e Deltan Dallagnol, ao contrário dos bandidos que eles prenderam, fizeram tudo certinho, sem atropelar a lei.

O AI-5 de Verdevaldo não tem DOI-CODI nem pau-de-arara: a imprensa entregou-se espontaneamente a seu algoz. Se os jornalistas quiserem, posso torturá-los ainda mais, contando o que vai ocorrer a partir de agora. Em primeiro lugar, a PF vai prender o responsável pelos ataques aos telefones celulares dos procuradores de Curitiba. Em seguida, sua rede de contatos também será revelada. Quando esses nomes vierem à tona, a trama lulista vai explodir espetacularmente.

Eu sei disso porque é o que vem se repetindo há quatro anos e meio. Já vimos essa história: criminosos muito poderosos se mobilizam para destruir a Lava Jato, advogados bombardeiam a imprensa com falsos vazamentos e pareceres de juristas coniventes, ministros do STF tentam intimidar Sergio Moro e, no fim, os bandidos terminam na cadeia.

Desta vez, porém, há uma novidade: o golpe partiu da imprensa. E ela, tristemente, vai se espatifar.




Terça, 16 de julho de 2019



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NEM MESMO O CÉU SERÁ LIMITE!!
O CÉU AGUARDA POR VOCÊ!!
ACREDITE EM VOCÊ!

Se tudo está perfeito, tudo bem!




Segunda, 15 de julho de 2019




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SE NÃO PRESERVAR, O LITORAL NORTE
NAO VAI TER ÁGUA PARA CONSUMIR


Um tesouro ameaçado: texto precioso do jornalista Clovis Heberle:

(clica em cima que amplia)


O mapa do litoral  do Rio Grande do Sul é pontilhado por lagoas. São a maior, e praticamente a única  fonte de água potável de toda a região, pois do subsolo arenoso só sai um líquido salobra, impróprio para o consumo.  É das lagoas que sai a água para beber, dar aos animais, irrigar as plantações. Um tesouro.
As lagoas de Tramandaí até Torres são interligadas,e pertencem à bacia hidrográfica do rio Tramandaí, a única ligação dessas águas com o mar. Nelas deságuam os rios Maquiné, Três Forquilhas e  Cardoso, que descem das montanhas da Serra Geral por vales belíssimos.
Este sistema lagunar, vital para a sobrevivência das milhares de moradores dos municípios de Tramandaí, Osório, Imbé, Xangri-lá, Capão da Canoa, Arroio Teixeira e Arroio do Sal, é extremamente frágil. Uma fonte poluidora em qualquer uma delas contamina a todas.

Os dois maiores perigos são os esgotos domésticos e industriais e os agrotóxicos usados nas lavouras - a abundância de água favorece as lavouras de arroz.
O Comitê da Bacia Hidrográfica do rilo Tramandaí foi criado para fiscalizar abusos e sugerir medidas para a preservação desse manancial, pois a Lei das Águas, que instituiu a Política Nacional dos Recursos Hídricos  de 1997, e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento dos Recursos Hídricos, definiu que a água é um bem público, que não pode ser privatizado.  Diz a lei: "a gestão dos recursos hídricos deve ser descentralizada e contar com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades".
Fazem parte do comitê representantes da Corsan, de entidades de atividades econômicas, de pesca e de turismo, das prefeituras da região, de órgãos ambientais do governo de Estado,  do Ceclimar (Centro de Estudos Limnológicos e Marinhos) da Ufrgs, de órgãos de fiscalização, do Ibama e de entidades de classe como a Associação Riograndense de Imprensa (ARI).
A representante das associações comunitárias é a Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto, que além de participar das reuniões mensais está trabalhando na articulação com as demais associações comunitárias do Litoral.




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QUERIA SABER APENAS UM MOTIVO
PARA A PREFEITURA DE FORTALEZA
PUBLICAR EDITAIS EM PORTO ALEGRE


(clica en cima que amplia)



(clica en cima que amplia)




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HOJE TEM RÁDIO PRESS - A Rádio Press, mais novo veículo da Athos Editora, estreia nesta segunda-feira, dia 15, com a apresentação do primeiro programa “Valvulados”, comandado pelo jornalista Julio Ribeiro, ao vivo das 16h às 17h e disponibilizado nos canais da Press no Facebook e Youtube.
O programa irá tratar dos assuntos mais diversos, como futebol, política, economia e comportamento, tudo com muito bom humor e muita informação. Os participantes do programa serão sempre convidados acima dos 40 anos, que tenham feito a transição entre o mundo analógico e o digital, “gente que vem de longe”. Os dois convidados para o programa de estreia são o jornalista Marco Poli, especialista em mídias sociais e Marcelo Rubim, doutor em Sociologia.
O programa será transmitido ao vivo pelo perfil do Portal Press no Facebook e pelo canal da Rádio Press no Youtube.


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FILHOS DO BOLSONARO - Quem levava livre os filhos do presidente, principalmente pela votação que alcançaram na eleição do ano passado, mudou completamente de opinião.
Assisti ontem uma parte do Programa Silvio Santos. O apresentador dá dicas e os concorrentes tem que acertar a palavra escondida.
Os dois filhos do presidente Bolsonaro participaram. JAMAIS poderia imaginar que um senador e um deputado federal não sabem nada da história política recente.
NADA!!
Não souberam dizer quem foi um presidente mineiro,um presidente nascido no Mato Grosso que renunciou, um presidente nascido em São Borja.
Foi um fiasco. Os dois com sorrisinho. E, sem dúvida, o mais imbecil é o senador.
No início tive a impressão de que estavam brincando. Mas, não, são desinformados mesmo. Assim como centenas de políticos eleitos que se elegeram no ano passado.
...
Agora eu pergunto:

COMO ESSE IMBECIL SONHA EM SER EMBAIXADOR NOS ESTADOS UNIDOS?


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NO PROGRAMA MAIS CHATO DA TV ABERTA,
TUDO É NORMAL. "TUDO É RESPEITO"




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TEM QUE CONFERIR!





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TEM GENTE NO ZH BRINCANDO DE JORNALISTA

(clica em cima que amplia)

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CONFERIR DÁ MUITO TRABALHO




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NÃO É PIADINHA





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PIADINHA





Sexta, 12 de julho de 2019




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ESTAMOS TENTANDO


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especial

Nesta sexta, uma cesta
de Ignácio de Loyola Brandão!







Ignácio de Loyola Brandão nasceu em Araraquara-SP, em 31 de julho de 1936. É contista, romancista, jornalista e membro da Academia Brasileira de Letras (março 2019).Tem uma grande produção literária, tendo sido traduzido para diversas línguas. Recebeu, entre alguns prêmios, o Jabuti em 2008.

Esportes
A Saga de um Campeão (1996 - sobre o São Paulo FC)

Contos e Crônicas
Depois do sol (1965)
Cadeiras proibidas (1976)
Pega ele, Silêncio (1976)
Obscenidades para uma dona de casa (1981)
Cabeças de segunda-feira (1983)
O homem do furo na mão (1987)
A rua de nomes no ar (1988)
Strip-tease de Gilda (1995)
Sonhando com o demônio (1998)
O homem que odiava segunda-feira (1999)
Calcinhas secretas (2003)

Não Ficção
Manifesto Verde (1989)

Romances
Bebel que a Cidade Comeu (1968)
Zero (1975)
Dentes ao Sol (1976)
Não Verás País Nenhum (1981)
É gol (1982)
O Beijo Não Vem da Boca (1985)
O Ganhador (1987)
O Anjo do Adeus (1995)
A Altura e a Largura do Nada (2006)
Desta Terra Nada Vai Sobrar, A Não Ser O Vento Que Sopra Sobre Ela (2018)
Infanto-juvenis
Cães danados (1977). Reescrito e publicado como O menino que não teve medo do medo (1995).
O homem que espalhou o deserto (1989)
O segredo da nuvem (2006)
O Menino que Vendia Palavras (2008)
O Menino que Perguntava (2011)

Viagens
Cuba de Fidel: viagem à ilha proibida (1978)
O verde violentou o muro (1984)
Acordei em Woodstock: viagem, memórias, perplexidades (2011)

Biografias
Fleming, descobridor da penicilina (1973)
Edison, o inventor da lâmpada (1973)
Ignácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus (1974)
Ruth Cardoso - Fragmentos de uma Vida (2010)

Relatos autobiográficos
Veia bailarina (1997)
A morena da estação (2010)

Teatro
Zero (1992)
Tragédias Cariocas para Rir (1996)
A última viagem de Borges (2005)

Prêmios
Prêmio Especial do I Concurso Nacional de Contos do Paraná por "Pega ele, Silêncio" - 1968.
Melhor Ficção pelo romance Zero, Fundação Cultural do Distrito Federal - julho de 1976.
Prêmio Pedro Nava, da União Brasileira de Escritores e Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) na categoria "Melhor Romance", por "O Ganhador" - 1988.
Prêmio IILA, do Instituto Ítalo-Latino-Americano, pelo romance "Não verás país nenhum", publicado na Itália - 1984.
Prêmio Jabuti de (melhor ficção) pelo livro O Menino que Vendia Palavras - 2008.
O Menino que vendia palavras - Prémio Fundação Biblioteca Nacional, como melhor livro infanto-juvenil - 2007.
Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da sua obra - 2016.





OBSCENIDADES PARA UMA DONA DE CASA

Três da tarde ainda, ficava ansiosa. Andava para lá, entrava na cozinha, preparava nescafé. Ligava televisão, desligava, abria o livro. Regava a planta já regada, girava a agenda telefônica, à procura de amiga a quem chamar. Apanhava o litro de martíni, desistia, é estranho beber sozinha às três e meia da tarde. Podem achar que você é alcoólatra. Abria gavetas, arrumava calcinhas e sutiãs arrumados. Fiscalizava as meias do marido, nenhuma precisando remendo. Jamais havia meias em mau estado, ela se esquecia que ele é neurótico por meias, ao menor sinal de esgarçamento, joga fora. Nem dá aos empregados do prédio, atira no lixo.

Quatro horas, vontade de descer, perguntar se o carteiro chegou, às vezes vem mais cedo. Por que há de vir? Melhor esperar, pode despertar desconfiança. Porteiros sempre se metem na vida dos outros, qualquer situação que não pareça normal, ficam de orelha em pé. Então, ele passará a atenção no que o carteiro está trazendo de especial para a mulher do 91 perguntar tanto, com uma cara lambida. Ah, aquela não me engana! Desistiu. Quanto tempo falta para ele chegar? Ela não gostava de coisas fora do normal, instituiu sua vida dentro de um esquema nunca desobedecido, pautara o cotidiano dentro da rotina sem sobressaltos. Senão, seria muito difícil viver. Cada vez que o trem saía da linha, era um sofrimento, ela mergulhava na depressão. Inconsolável, nem pulseiras e brincos, presentes que o marido trazia, atenuavam.

Na fossa, rondava como fera enjaulada, querendo se atirar do nono andar. Que desgraça se armaria. O que não diriam a respeito de sua vida. Iam comentar que foi por um amante. Pelo marido infiel. Encontrariam ligações com alguma mulher, o que provocava nela o maior horror. Não disseram que a desquitada do 56 descia para se encontrar com o manobrista, nos carros da garagem? Apenas por isso não se estatelava alegremente lá embaixo, acabando com tudo.

Quase cinco. E se o carteiro atrasar? Meu deus, faltam dez minutos. Quem sabe ela possa descer, dar uma olhadela na vitrine da butique da esquina, voltar como quem não quer nada, ver se a carta já chegou. O que dirá hoje? Os bicos dos teus seios saltam desses mamilos marrons procurando a minha boca enlouquecida. Ficava excitada só em pensar. A cada dia as cartas ficam mais abusadas, entronas, era alguém que escrevia bem, sabia colocar as coisas. Dia sim, dia não, o carteiro trazia o envelope amarelo, com tarja marrom, papel fino, de bom gosto. Discreto, contrastava com as frases. Que loucura, ela jamais imaginara situações assim, será que existiam? Se o marido, algum dia, tivesse proposto um décimo daquilo, teria pulado da cama, vestido a roupa e voltado para casa da mãe. Que era o único lugar para onde poderia voltar, saíra de casa para se casar. Bem, para falar a verdade, não teria voltado. Porque a mãe iria perguntar, ela teria que responder com honestidade. A mãe diria ao pai, para se desabafar. O pai, por sua vez, deixaria escapar no bar da esquina, entre amigos. E homem, sabe-se como é, é aproveitador, não deixa escapar ocasião de humilhar a mulher, desprezar, pisar em cima.

As amigas da mãe discutiriam o episódio e a condenariam. Aquelas mulheres tinham caras terríveis. Ligou outra vez a tevê, programa feminino ensinando a fazer cerâmica. Lembrou-se que uma das cartas tinha um postal com cenas da vida etrusca, uma sujeira inominável, o homem de pé atrás da mulher, aquela coisa enorme no meio das pernas dela. Como podia ser tão grande? Rasgou em mil pedaços, pôs fogo em cima do cinzeiro, jogou tudo na privada. O que pensavam que ela era? Por que mandavam tais cartas, cheias de palavras que ela não ousava pensar, preferia não conhecer, quanto mais dizer. Uma vez, o marido tinha dito, resfolegante, no seu ouvido, logo depois de casada, minha linda bocetinha. E ela esfriou completamente, ficou dois meses sem gozar.

Nem dizia gozar, usava ter prazer, atingir o orgasmo. Ficou louca da vida no chá de cozinha de uma amiga, as meninas brincando, morriam de rir quando ouviam a palavra orgasmo. Gritavam: como pode uma palavra tão feia para uma coisa tão gostosa? Que grosseria tinha sido aquele chá, a amiga nua no meio da sala, porque tinha perdido no jogo de adivinhação dos presentes. E as outras rindo e comentando tamanhos, posições, jeitos, poses, quantas vezes. Mulher, quando quer, sabe ser pior do que homem. Sim, só que conhecia muitas daquelas amigas, diziam mas não faziam, era tudo da boca para fora. A tua boca engolindo inteiro o meu cacete e o meu creme descendo pela tua garganta, para te lubrificar inteira. Que nojenta foi aquela carta, ela nem acreditava, até encontrou uma palavra engraçada, inominável. Ah, as amigas fingiam, sabia que uma delas era fria, o marido corria como louco atrás de outras, gastava todo o salário nas casas de massagens, em motéis. E aquela carta que ele tinha proposto que se encontrassem uma tarde no motel? Num quarto cheio de espelhos, para que você veja como trepo gostoso em você, enfiando meu pau bem no fundo. Perdeu completamente a vergonha, dizer isso na minha cara, que mulher casada não se sentiria pisada, desgostosa com uma linguagem destas, um desconhecido a julgá-la puta, sem nada a fazer em casa, pronta para sair rumo a motéis de beira de estrada. Para que lado ficam?

Vai ver, um dos amigos de meu marido, homem não pode ver mulher, fica excitado e é capaz de trair o amigo apenas por uma trepada. Vejam o que estou dizendo, trepada, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Caiu em si raciocinando se não seria alguém a mando do próprio marido, para averiguar se ela era acessível a uma cantada. Meu deus, o que digo? Fico transtornada com estas cartas que chegam religiosamente, é até pecado falar em religião, misturar com um assunto deste, escabroso. E se um dia o marido vier mais cedo para casa, apanhar uma das cartas, querer saber? Qual pode ser a reação de um homem de verdade, que se preze, ao ver que a mulher está recebendo bilhetes de um estranho? Que fala em coxas úmidas como a seiva que sai de você e que eu provoquei com meus beijos e com este pau que você suga furiosamente cada vez que nos encontramos, como ontem à noite, em pleno táxi, nem se importou com o chofer que se masturbava. Sua louca, por que está guardando as cartas no fundo daquela cesta? A cesta foi a firma que mandou num antigo natal, com frutas, vinhos, doces, champanhe. A carta dizia deixo champanhe gelada escorrer nos pêlos da tua bocetinha e tomo em baixo com aquele teu gosto bom. Porcaria, deixar champanhe escorrer pelas partes da gente. Claro, não há mal, sou mulher limpa, de banho diário, dois ou três no calor. Fresquinha, cheia de desodorante, lavanda, colônia. Coisa que sempre gostei foi cheirar bem, estar de banho tomado. Sou mulher limpa. No entanto, me pediu na carta: não se esfregue desse jeito, deixe o cheiro natural, é o teu cheiro que quero sentir, porque ele me deixa louco, pau duro. Repete essa palavra que não uso. Nem pau, nem pinto, cacete, caralho, mandioca, pica, piça, piaba, pincel, pimba, pila, careca, bilola, banana, vara, trouxa, trabuco, traíra, teca, sulapa, sarsarugo, seringa, manjuba.

Nenhuma. Expressões baixas. A ele, não se dá nenhuma denominação. Deve ser sentido, não nomeado. Tem gente que adora falar, gritar obscenidades, assim é que se excitam, aposto que procuram nos dicionários, para encontrar o maior número de palavras. Os homens são animais, não sabem curtir o amor gostoso, quieto, tranqüilo, sem gritos, o amor que cai sobre a gente como a lua em noite de junho. Assim eram os versinhos no almanaque que a farmácia deu como brinde, no dia dos namorados. Tirou o disco da Bethânia, comprou um LP só por causa de uma música, Negue. Ouvia até o disco rachar, adorava aquela frase, a boca molhada ainda marcada pelo beijo seu. Boca marcada, corpo manchado com chupadas que deixam marcas pretas na pele. Coisas de amantes. Esse homem da carta deve saber muito. Um atleta sexual. Minha amiga Marjori falou de um artista da televisão. Podia ficar quantas horas quisesse na mulher. Tirava, punha, virava, repunha, revirava, inventava, as mulheres tresloucadas por ele. Onde Marjori achou estas besteiras, ela não conhece ninguém de tevê?

Interessa é que a gente assim se diverte. Se bem que se possa divertir, sem precisar se sujeitar a certas coisas. Dessas que a mulher se vê obrigada, para contentar o marido e ele não vá procurar outras. Que diabo, mulher tem que se impor! Que pensam que somos para nos utilizarem? Como se fôssemos aparelhos de barba, com gilete descartável. Um instrumento prático para o dia-a-dia, com hora certa! Como os homens conseguem fazer barba diariamente, na mesma hora? Nunca mudam. Todos os dias raspando, os gestos eternos. É a impressão que tenho quando entro no banheiro e vejo meu marido fazendo a barba. Há quinze anos, ele começa pelo lado direito, o esquerdo, deixa o queixo para o fim, apara o bigode. Rio muito quando olho o bigode. Não posso esquecer um dia que os pelinhos do bigode me rasparam, ele estava com a cabeça entre as minhas pernas, brincando. Vinha subindo, fechei as pernas, não vou deixar fazer porcarias deste tipo. Quem pensa que sou? Os homens experimentam, se a mulher deixa, vão dizer que sou da vida. Puta, dizem puta, mas é palavra que me desagrada. E o bigode faz cócegas, ri, ele achou que eu tinha gostado, quis tentar de novo, tive de ser franca, desagradável. Ele ficou mole, inteirinho, durante mais de duas semanas nada aconteceu. O que é um alívio para a mulher. Quando não acontece é feriado, férias. Por que os homens não tiram férias coletivas? Ia ser tão bom para as mulheres, nenhum incômodo, nada de estar se sujeitando. Na carta de anteontem ele comentava o tamanho de sua língua, que tem ponta afiada e uma velocidade de não sei quantas rotações por segundo. Esse homem tem senso de humor. É importante que uma pessoa brinque, saiba fazer rir. O que ele vai fazer com uma língua a tantas mil rotações? Emprestar ao dentista para obturar dentes? Outra coisa engraçada que a carta falou, só que esta é uma outra carta, chegou no mês passado, num papel azul bonito: queria me ver de meias pretas e ligas. Ridículo, mulher nua de pé no meio do quarto, com meias pretas e ligas. Nem pelada nem vestida. E se eu pedisse a ele que ficasse de meias e ligas? Arranjava uma daquelas ligas antigas, que meu avô usava e deixava o homem pelado com meias. Igual fazer amor de chinelos. Outro dia, estava vendo o programa do Sílvio Santos, no domingo. Acho o domingo muito chato, sem ter o que fazer, as crianças vão patinar, meu marido passa a manhã nos campos de várzeas, depois almoça, cochila, e vai fazer jockeyterapia. Ligo a televisão, porque o programa Sílvio Santos tem quadros muito engraçados. Como o dos casais que respondem perguntas, mostrando que se conhecem. O Sílvio Santos perguntou aos casais se havia alguma coisa que o homem tivesse tentado fazer e a mulher não topou. Dois responderam que elas topavam tudo. Dois disseram que não, que a mulher não aceitava sugestões, nem achava legal novidade. A que não topava era morena, rosto bonito, lábio cheio e dentes brancos, sorridente, tinha cara de quem topava tudo e era exatamente a que não. A mulher franzina, de cabelos escorridos, boca murcha, abriu os olhos desse tamanho e respondeu que não havia nada que ele quisesse que ela não fizesse e a cara dele mostrava que realmente estavam numa boa. Parece que iam sair do programa e se comer.

Como se pode ir a público e falar desse jeito, sem constrangimento, com a cara lavada, deixando todo mundo saber como somos, sem nenhum respeito? Há que se ter compostura. Ouvi esta palavra a vida inteira, e por isso levo uma vida decente, não tenho do que me envergonhar, posso me olhar no espelho, sou limpa por dentro e por fora. Talvez por isso me lave tanto, para me igualar, juro que conservo a mesma pureza de menina encantada com a vida. Aliás, a vida não me desiludiu em nada. Tive pequenos aborrecimentos e problemas, nunca grandes desilusões e nenhum fracasso. Posso me considerar realizada, portanto satisfeita, sem invejas, rancores. Sou uma das mulheres que as famílias admiram neste prédio. Uma casa confortável, bem decorada, qualquer uma destas revistas de onde tiro as idéias podia vir aqui e fotografar, não faria vergonha. Nossa, cinco e meia, se não voar, meu marido chega, o carteiro entrega o envelope a ele, vai ser um sururu. Prestem atenção, veja a audácia do sujo, me escrevendo, semana passada. (Disse que faz três meses que recebo as cartas? Se disse, me desculpem, ando transtornada com elas, não sei mais o que fazer de minha vida, penso que numa hora acabo me desquitando, indo embora, não suporto esta casa, o meu marido sempre na casa de massagens e na várzea, esses filhos com patins, skates, enchendo álbuns de figurinhas e comendo como loucos.) Semana passada o maluco me escreveu: Queria te ver no sururu, ia te pôr de pé no meio do salão e enfiar minha pica dura como pedra bem no meio da tua racha melada, te fodendo muito, fazendo você gritar quero mais, quero tudo, quero que todo mundo nesta sala me enterre o cacete.

Tive vontade de rasgar tal petulância, um pavor. Sem saber o que fazer, fiquei imobilizada, me deu uma paralisia, procurei imaginar que depois de estar em pé no meio da sala recebendo um homem dentro de mim, na frente de todos, não me sobraria muito na vida. Era me atirar no fogão e ligar o gás. Entrei em pânico quando senti que as pessoas poderiam me aplaudir, gritando bravo, bravo, bis, e sairiam dizendo para todo mundo: “sabe quem fode como ninguém? A rainha das fodas?” Eu. Seria a rainha, miss, me chamariam para todas as festas. Simplesmente para me ver fodendo, não pela amizade, carinho que possam ter por mim, mas porque eu satisfaria os caprichos e as fantasias deles. Situações horrendas, humilhantes, desprezíveis para mulher que tem um bom marido, filhos na escola, uma casa num prédio excelente, dois carros.

Apanho a carta, como quem não quer nada, olho distraidamente o destinatário, agora mudou o envelope, enfio no bolso, com naturalidade, e caminho até a rua, me dirijo para os lados do supermercado, trêmula, sem poder andar direito, perna toda molhada. Fico tão ansiosa, deve ser uma doença que me molho toda, o suco desce pelas pernas, tenho medo que escorra pelas canelas e vejam. Preciso voltar, desesperada para ler a carta. O que estará dizendo hoje? Comprei puropurê, tenho dezenas de latas de puropurê. Cada vez que desço para apanhar a carta, vou ao supermercado e apanho uma lata de puropurê. O gesto é automático, nem tenho imaginação de ir para outro lado. Por que não compro ervilhas? Todo mundo adora ervilhas em casa. Se meu marido entrar na despensa e enxergar esse carregamento de puropurê vai querer saber o que significa. E quem é que sabe?

É dele mesmo, o meu querido correspondente. Confesso, o meu pavor é me sentir apaixonada por este homem que escreve cruamente. Querer sumir, fugir com ele. Se aparecer não vou agüentar, basta ele tocar este telefone e dizer: “Venha, te espero no supermercado, perto da gôndola do puropurê.” Desço correndo, nem faço as malas, nem deixo bilhete. Vamos embora, levando uma garrafa de champanhe, vamos para as festas que ele conhece. Fico louca, nem sei o que digo, tudo delírio, por favor não prestem atenção, nem liguem, não quero trepar com ninguém, adoro meu marido e o que ele faz é bom, gostoso, vou usar meias pretas e ligas para ele, vai gostar, penso que vai ficar louco, o pau endurecido querendo me penetrar. Corto o envelope com a tesoura, cuidadosamente. Amo estas cartas, necessito, se elas pararem vou morrer. Não consigo ler direito na primeira vez, perco tudo, as letras embaralham, somem, vejo o papel em branco. Ouça só o que ele me diz: Te virar de costas, abrir sua bundinha dura, o buraquinho rosa, cuspir no meu pau e te enfiar de uma vez só para ouvir você gritar. Não é coisa para mulher ler, não é coisa decente que se possa falar a uma mulher como eu. Vou mostrar as cartas ao meu marido, vamos à polícia, descobrir, ele tem de parar, acabo louca, acabo mentecapta, me atiro deste nono andar. Releio para ver se está realmente escrito isso, ou se imaginei. Escrito, com todas as palavras que não gosto: pau, bundinha. Tento outra vez, as palavras estão ali, queimando. Fico deitada, lendo, relendo, inquieta, ansiosa para que a carta desapareça, ela é uma visão, não existe e, no entanto, está em minhas mãos, escrita por alguém que não me considera, me humilha, me arrasa.

Agora, escureceu totalmente, não acendo a luz, cochilo um pouco, acordo assustada. E se meu marido chega e me vê com a carta? Dobro, recoloco no envelope. Vou à despensa, jogo a carta na cesta de natal, quero tomar um banho. Hoje é sexta-feira, meu marido chega mais tarde, passa pelo clube para jogar squash. A casa fica tranqüila, peço à empregada que faça omelete, salada, o tempo inteiro é meu. Adoro as segundas, quartas e sextas, ninguém em casa, nunca sei onde estão as crianças, nem me interessa. Porque assim me deito na cama (adolescente, escrevia o meu diário deitada) e posso escrever outra carta. Colocando amanhã, ela me será entregue segunda. O carteiro das cinco traz. Começo a ficar ansiosa de manhã, esperando o momento dele chegar e imaginando o que vai ser de minha vida se parar de receber estas cartas.


...


O HOMEM QUE QUERIA ELIMINAR A MEMÓRIA

Entrou no hospital, mandou chamar o melhor neurocirurgião. Disse que era caso de vida e morte. Não se sabe como, o melhor neurocirurgião foi atendê-lo. Médicos são imprevisíveis. Precisa-se muito e eles falham; subitamente, estão ali, salvando nossas vidas, ele pensou, sem se incomodar com o lugar-comum.

Estava na sala diante do doutor. Uma sala branca, anônima. Por que são sempre assim, derrotando a gente logo de entrada?

O médico:

– Sim?

– Quero me operar. Quero que o senhor tire um pedaço do meu cérebro.

– Um pedaço do cérebro? Por que vou tirar um pedaço do seu cérebro?

– Porque eu quero.

– Sim, mas precisa me explicar. Justificar.

– Não basta eu querer?

– Claro que não.

– Não sou dono do meu corpo?

– Em termos.

– Como em termos?

– Bem, o senhor é e não é. Há certas coisas que o senhor está impedido de fazer. Ou melhor; eu é que estou impedido de fazer no senhor.

– Quem impede?

– A ética, a lei.

– A sua ética manda também no meu corpo? Se pago, se quero, é porque quero fazer do meu corpo aquilo que desejo. E se acabou.

– Olha, a gente vai ficar o dia inteiro nesta discussão boba. E não tenho tempo a perder. Por que o senhor quer cortar um pedaço do cérebro?

– Quero eliminar a minha memória.

– Para quê?

– Gozado, as pessoas só sabem perguntar: o quê? por quê? para quê? Falei com dezenas de pessoas e todos me perguntaram: por quê? Não podem aceitar pura e simplesmente alguém que deseja eliminar a memória.

– Já que o senhor veio a mim para fazer esta operação, tenho ao menos o direito dessa informação.

– Não quero mais lembrar de nada. Só isso. As coisas passaram, passaram. Fim!

– Não é tão simples assim. Na vida diária, o senhor precisa da memória. Para lembrar pequenas coisas. Ou grandes. Compromissos, encontros, coisas a pagar.

– É tudo isso que vou eliminar. Marco numa agenda, olho ali e pronto.

– Não dá para fazer isso, de qualquer modo. A medicina não está tão adiantada assim.

– Em lugar nenhum posso eliminar a minha memória?

– Que eu saiba não.

– Seria muito melhor para os homens. O dia a dia. O dia de hoje para a frente. Entende o que eu quero dizer? Nenhuma lembrança ruim ou boa, nenhuma neurose. O passado fechado, encerrado. Definitivamente bloqueado. Não seria engraçado? Não se lembrar sequer do que se tomou no café da manhã? E para que quero me lembrar do que tomei no café da manhã?

– Se todo mundo fizesse isso, acabaria a história.

– E quem quer saber de história?

– Imaginou o mundo?

– Feliz, tranquilo. Só de futuro. O dia em vez de se transformar em passado de hoje, mudando-se em futuro. Cada instante projetado para a frente.

– Não seria bem assim. Teríamos apenas uma soma de instantes perdidos. Nada mais. Cada segundo eliminado. A sua existência comprovada através de quê?

– Quem quer comprovar a existência?

– A gente precisa.

– Para quê?

O médico pensou. Não conseguiu responder. O homem tinha-o deixado totalmente confuso. Pediu ao homem que voltasse outro dia. Despediram-se. O médico subiu para os brancos corredores do hospital, passou pela sala de operações. Chamou um amigo.

– Estou pensando em tirar um pedaço do meu cérbro. Eliminar a memória. O que você acha?

– Muito boa idéia. Por que não pensamos nisto antes? Opero você e depois você me opera. Também quero.


Quinta, 11 de julho de 2019




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
...
ANDO DEVAGAR
PORQUE NÃO TENHO PRESSA





Escreva apenas para






ESTAMOS TENTANDO


Se quisesse descumprir a decisão judicial, não estaria fazendo esta vaquinha entre amigos/leitores. Sei de tudo que pode acontecer com um eventual descumprimento.
Por enquanto, tenho uma certeza, que já é do conhecimento da Justiça. Estamos na luta! Brigar com dignidade!
Quem puder ajudar, gracias!!.

...
Portanto, segue a vaquinha. Tenho que tentar chegar perto do necessário para atender a determinação judicial. 
Além de contribuir pelo https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-ao-blog-do-previdi
aceito qualquer contribuição em uma das contas-poupança:

BRADESCO
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Na Vakinha pedem cadastro e é um pouquinho demorado. As transferências são muito mais rápidas.






VAZIOS

Texto do inefável jornalista Paulo Motta:




Eu costumava chegar no jornal, lá em Caxias, cedo da manhã e passava pela cabine da telefonista, onde ficava conversando um pouco antes de ir para a minha sala.
Numa dessas vezes ela me olhou e disse: "Tudo bem, Motta? Parece que estás com a alma desarrumada!".
Seus olhos leram a minha alma como nunca ninguém havia feito antes.
 Aquela moça, uma ilustre desconhecida, enxergou pela fresta da persiana da minha casa fechada e viu a mesa da sala com restos de um jantar inacabado, como se os convidados tivessem sido tragados pela noite escura sem terminar a refeição.
Alma desarrumada, alma desarrumada; demorei pra me recobrar da surpresa, como se tivesse sido flagrado cometendo algum delito, sabe?
Colei na boca um sorriso inoportuno e continuei mergulhado na minha casa desarrumada, vazia mas bagunçada, quartos empoeirados com pouca luz e agora não dá pra ajeitar tudo, nem vou receber visitas, mas preciso dar um jeito nisso.
Se a menina não me avisa ficaria tudo nesse abandono que só vi agora.
Aos poucos fui trocando os lençóis, sacudindo os tapetes, esvaziando as latas descascadas das prateleiras e jogando um montão de remorsos e inseguranças no forno eterno do esquecimento, no lixo.
Tenho o péssimo hábito de colecionar saudades que, enfileiradas na janela, saltam no meu pescoço se, por descuido, passo muito perto.

Ah, as saudades!
Como me livrar delas sem que percebam? Fizemos um pacto, então: só apareçam quando chamadas, certo? Nem acreditei que concordaram, as danadinhas!
Abri as janelas, iluminando a cama enorme e nem lembrava da cadeira de balanço com encosto de vime ali no canto, que coisa!
Que descuido o meu; abandonei-me, abandonei minha alma, deixei de lado o cuidado diário que minha casa precisa, corri o risco de me tornar mofado, cinzento, opaco.
A partir disso procuro manter as coisas em ordem e limpas pra qualquer visita repentina - essas coisas acontecem quando tu estás de ressaca e com a barba por fazer - e sei que por mais que eu me prepare, as visitas à minha casa/alma são sempre inesperadas.
Senão não teria graça, não é?


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REFLEXÃO

O sujeito me compara com um bandido,
como o Lula, e se diz meu amigo.
Prefiro os adversários.
Até os inimigos são melhores.


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PREFEITURA DE FORTALEZA EM PORTO ALEGRE?

É um negocio maluco. Praticamente todos os dias tem no Zero Hora editais assinados pela Prefeitura de Fortaleza. Sim, senhor, CAPITAL DO CEARÁ.
Ontem tinha uns dez editais de licitação!
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Tem gato nesta tuba!!
Já imaginou a Prefeitura do Despacito Júnior publicar editais em jornal de Rio Branco, capital do Acre?


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EM ARACAJU, PERTO DA RODOVIÁRIA - Claro que foi o Paulo Pruss que mandou!




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SE O PDT É MESMO UM SATÉLITE DO PT
EXPULSA ESTES DEPUTADOS "TRAIDORES"



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ESSAS REFORMAS SÃO LÍCITAS!!





PRESS TAMBÉM É RÁDIO - A Athos Editora está lançando mais um canal de comunicação com seus diferentes públicos: a RÁDIO PRESS, com veiculação via internet, através de redes sociais (Facebook e Youtube) e serviços de podcast como o Spotify.
O primeiro programa irá ao ar as segundas e quintas-feiras, das 16 às 17 horas, será apresentado pelo jornalista Julio Ribeiro e se chamará VALVULADOS. A ideia, segundo o diretor Geral da Athos Editora, é reunir convidados com mais de 40 anos, que tenham acompanhado a evolução do mundo analógico para o digital. “Vamos falar de política, economia, futebol, comportamento e contar muitas histórias, contextualizando o noticiário diário do Brasil e do mundo, com muita informação e bom-humor”, salienta Julio Ribeiro.
...
A primeira edição do VALVULADOS será veiculada nesta próxima segunda-feira, dia 15, e terá como convidados o jornalista e especialista em mídias sociais Marco Poli e o doutor em Sociologia Marcelo Rubim.
Para agosto, está prevista a estreia de um programa sobre propaganda, comandado pela jornalista e colunista da revista Advertising, Ana Paula Jung. Já a jornalista Alessandra Bergmann irá apresentar um programa destinado às mulheres do agronegócio. Um programa semanal de entrevistas, comandado por Julio Ribeiro, também deverá ter sua estreia no próximo mês.
“A nossa ideia é ir fazendo as coisas devagar, aprendendo com essa nova mídia, mas sempre tentando produzir conteúdo diferenciado, relevante e interessante” ressalta Julio Ribeiro.
A Rádio Press poderá ser acessada pelos canais da revista Press no Facebook e no Youtube, pelo portal www.revistapress.com.br e no Sportify.


PAULO HENRIQUE AMORIM- Escreve o Marcelo Coelho:
O Jornal Nacional foi revanchista ao dedicar apenas uma nota de 30 segundos sem imagem sobre a morte de Paulo Henrique Amorim. PHA foi repórter, apresentador e correspondente da emissora em Nova Iorque entre 1985 e 1996. Merecia pelo menos uma nota coberta com imagens de arquivo, igual a exibida no JH, mais cedo.
Prevaleceu a lógica perversa do ditador nicaraguense Anastasio Somoza: "Amigo não tem defeito. Inimigo, se não tiver, ponho."

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UMA SARAIVADA DE CRÍTICAS - O jornalista Danton Barbosa tenta entender:
Nunca havia visto, em tempo algum, especialmente em início de mandato, um Presidente da República ser  criticado tanto, quanto Jair Bolsonaro. Criticam- no até pela sua coerência, ao dizerem que ele precisa mudar a linguagem usada nos palanques eleitorais.  Esquecem, ignoram, de propósito, que Bolsonaro conquistou a simpatia, a preferência popular, exatamente pelo que dizia e pregava, aberta e francamente.
Querem criticar o Presidente? Que o façam. É um direito. Mas pelo menos, alicerçados, honestamente, em fatos sólidos, robustos e não apenas empunhando aquela velha e pobre “vela de sebo” a que se referia o poeta Fernandes BARBOSA, que se desmancha e que se derreia, ao mais simples calor da realidade.

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PENSANDO BEM


PORQUE A BANDIDAGEM
APROVOU A REFORMA DA
PREVIDÊNCIA? PORQUE
RECEBEU MUITA GRANA 
ATRAVÉS DAS EMENDAS.
SIMPLES


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TEM QUE CONFERIR!




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BANRISUL - Aconteceu ontem a posse da nova diretoria do Banrisul.
Assumiu na presidência do Banco, Claudio Coutinho. Na vice-presidência, Irany de Oliveira Sant’Anna Junior, e, como diretores, tomaram posse Claise Muller Rauber, Fernando Postal, Jorge Fernando Krug Santos, Marcus Vinicius Feijó Staffen, Osvaldo Lobo Pires, Raquel Santos Carneiro e Suzana Cogo.

DIRETORIA - GESTÃO 2019-2022

Claudio Coutinho
Presidente
Formado em Engenharia Civil na Universidade Federal do Rio de Janeiro e em Economia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. É conselheiro de Administração do Banrisul e presidente do Conselho de Administração da Banrisul Cartões. Atuou como diretor Financeiro, de Crédito e Internacional do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); sócio fundador e diretor da Mare Investimentos; sócio fundador e controlador no Banco CR2; diretor executivo e sócio do Banco BBM e engenheiro de Projetos de Construção de Portos e Marinas na Dolfim Engenharia.

Irany de Oliveira Sant’Anna Junior
Vice-Presidente
Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É vice-presidente e conselheiro de Administração do Banrisul, presidente da Banrisul Administradora de Consórcios e membro do Conselho de Administração da Banrisul Cartões. No Banco Central do Brasil, atuou como chefe adjunto e gerente técnico do Departamento de Supervisão Bancária; e supervisor, inspetor e analista de fiscalização.

Claise Muller Rauber
Diretora
Graduada em Ciências Contábeis na Universidade de Passo Fundo, com MBA em Finanças Corporativas e Valor das Organizações na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em Inteligência Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e em Gestão Bancária na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Funcionária de carreira no Banrisul, é superintendente na área de Política de Crédito e Análise de Riscos, foi superintendente na área de Crédito Consignado, gerente na coordenação do Processo de Gestão de Risco de Crédito e do Processo de Modelagem Estatística para Gestão de Clientes, e coordenadora de Gestão Operacional da Estratégia Comercial

Fernando Postal
Diretor
Graduado em Gestão Pública pela Universidade de Caxias do Sul, possui o curso para Conselheiros de Administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa e concluiu o Programa Conselheiros de Estatais em um Contexto de Mudanças pela Fundação Dom Cabral. É diretor da Banrisul Administradora de Consórcios, tendo exercido o mesmo cargo em outras duas oportunidades e também ocupado a presidência da empresa. Foi presidente da Fundação de Desenvolvimento de Recursos Humanos/RS, presidente da Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste, prefeito do município de Guaporé (RS), conselheiro de Administração da Centrais de Abastecimento do Estado do Rio Grande do Sul (Ceasa), e vice-presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs).

Jorge Fernando Krug Santos
Diretor
Graduado em Análise de Sistemas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e pós-graduado em Engenharia de Software pela Universidade do Estado do Rio Grande do Sul, tendo estagiado em Computação Aplicada na IBM World Trade Americas/ Far East Corp., Tarrytown, N.Y. – USA. Funcionário de carreira do Banrisul, é diretor de Tecnologia da Informação. Foi superintendente executivo da Unidade de Segurança de TI no Banrisul. Exerceu cargos na área de Tecnologia da Informação, é membro integrante de associações e comissões de TI, nacionais e internacionais, e foi o primeiro membro da América Latina a ter um assento no PCI Council Board of Advisors – Payment Card Industry.

Marcus Vinicius Feijó Staffen
Diretor
Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com MBA em Mercado de Capitais (UFRGS), em Gestão Bancária (UFRGS) e em Finanças, Investimentos e Banking (PUCRS). Funcionário de carreira no Banrisul, é gerente executivo na área de Tesouraria da Unidade Financeira. Foi gerente executivo na área de Mercado de Capitais e de Administração de Recursos de Terceiros. Foi conselheiro fiscal na Fundação Banrisul de Seguridade Social e membro do Comitê de Investimentos da Fundação Banrisul de Seguridade Social.

Osvaldo Lobo Pires
Diretor
Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, possui curso de extensão em Business Administration pela University of California, no Programa de Formação de Profissionais para Instituições Financeiras, e MBA em Executivo em Finanças pelo IBMEC. Atuou como assessor da diretoria na área de Mercado de Capitais, e assessor da presidência no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Foi diretor responsável pelas áreas de Análise de Crédito, Risco, Controladoria e RI no Banco CR2; e sócio e gerente do departamento de Análise de Crédito no Banco BBM.

Raquel Santos Carneiro
Diretora
Graduada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Atuou no BNDES como assessora da diretoria Jurídica e de Compliance, e na assessoria da presidência, atuando junto à diretoria Financeira e de Crédito; na Mac Dowell Leite de Castro Advogados foi sócia; e cofundadora do Grupo CR2. No Banco CR2, exerceu o cargo de diretora das áreas de Compliance, Jurídico, Controle de Crédito, Cadastro, Administrativo e Prevenção à Lavagem de Dinheiro; e foi sócia e diretora da CR2 Serviços Financeiros. No Grupo BBM, foi advogada e gerente dos Departamentos Jurídico e de Contratos, tornou-se sócia do Banco BBM e responsável pela gerência-geral de operações de crédito middle market.

Suzana Cogo
Diretora
Graduada em Direito pela Universidade de Passo Fundo e pós-graduada em Direito da Economia e da Empresa pela Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas; possui certificação profissional com ênfase em administração pelo ICSS – Instituto de Certificação Institucional e dos Profissionais de Seguridade Social. É diretora Administrativa no Banrisul, diretora Administrativa e Financeira na Banrisul Icatu Participações e na Rio Grande Seguros e Previdência; é membro titular no Conselho Deliberativo da Fundação Banrisul de Seguridade Social, e membro efetivo da Comissão de Governança em Instituições Financeiras do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.

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NÃO É PIADINHA

Pode isso?




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PIADINHA

Aí o cara vai com a família na piscina do condomínio para curtir.
Quem tá lá?
O demônio em pessoa!