Sexta, 28 de fevereiro de 2020 - parte 2




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
...
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PORQUE JÁ TIVE PRESSA





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UMA AULA DE DIGNIDADE
DA ALICE BASTOS NEVES


Resultado de imagem para ALICE BASTOS NEVES



Não assisti, mas me contaram.
A apresentadora do Globo Esporte, da RBS TV, fez um depoimento hoje falando que em janeiro operou um seio em função daquela maldita doença que não escrevo o nome.
Pelo que senti, foi algo mais do que emocionante - foi verdadeiro.
Logo vai começar a quimioterapia e vez que outra vai aparecer na atração para conversar com o seu público.
É uma querida!
Nesta semana, conversando com o Antônio Sacomory, concluímos que a Alice é perfeita, domina a TV como poucos.
Não consigo entender essas pessoas que escondem a doença e não a enfrentam.
Isso que a Alice fez, repito, é DIGNIDADE!

BOA SORTE, ALICE, ESTOU NA TORCIDA  E JÁ ESTÁS NAS MINHAS ORAÇÕES!!
FUERZA!!

-

Alice escreveu:

"Eu sou inteira.

Em várias versões.

Mãe, filha, amiga, colega, companheira, jornalista...

Mas sempre inteira, seja no que for que decida fazer. Eu me entrego. Eu me dedico. Vivo intensamente. E, nessa minha "inteireza", apareceu uma nova parte. Um desafio grandão.

Em janeiro deste ano, no auge dos meus 35 anos e com um 2020 promissor pela frente, fui diagnosticada com um carcinoma.

Sim, um câncer de mama.

Um nódulo de 1,7cm na mama direita que descobri em um exame de rotina. A ecografia mamária, que faço desde 2011. Talvez, uma tijolada na cabeça seja uma boa definição para simbolizar o desnorteamento que a descoberta gerou em mim. A sensação nos primeiros dias era de que o mundo andava em uma velocidade e eu em outra. Era e é tanta coisa para absorver e entender. Em tão pouco tempo. E eu ali me sentindo aos pedaços, mas ainda inteira em todas as minhas versões.

Não tenho histórico de câncer de mama na família, levo uma vida saudável, me alimento bem, pratico exercício fisico, amamentei meu filho, sou jovem. Estou fora do grupo de risco. Quando comecei a me perguntar: por que eu? Rapidamente veio a resposta: por que não eu? Todas estamos sujeitas. O tempo todo. E precisamos ter essa consciência para investir em auto-cuidado. Para priorizar a nossa saúde.

Há quatro anos, em todo o mês de outubro, participo da Caminhada das Vitoriosas do Instituto da Mama do Rio Grande do Sul. Em cima de um trio elétrico uso o microfone para amplificar o apelo por prevenção, diagnóstico precoce, tratamento adequado. Fui privilegiada por, em meio a muita dor, ter acesso a tudo isso.

Vieram muitas consultas e exames. Descobri que o tumor era dos menos agressivos. Fiz uma cirurgia. Já me recuperei. E, segundo meu médico, estou curada.

Só que, no comecinho de março, dou início a uma etapa complementar de tratamento que é a quimioterapia. Uma jornada intensa, com possíveis efeitos colaterais complicados. Mas com o enorme desejo de continuar vivendo tudo que puder em paralelo. Inteira. Em todas as versões.

Entendo que a doença foi - e mais essa etapa continuará sendo - apenas uma parte da minha vida. Não tomará conta de tudo em mim.

Por isso, seguirei sendo inteira. Na dedicação ao meu tratamento e a todo o resto.

Quero, então, dividir esse momento com vocês para que entendam que por vezes vou sumir um pouquinho. Será apenas para me resguardar e voltar mais forte.

Sei que posso contar com a compreensão e a boa energia de todos para passar por tudo rapidinho.

Viverei intensamente mais essa.

Em todas as minhas versões.

Inteira."


Sexta, 28 de fevereiro de 2020




Jamais troquei de lado.
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especial

Nesta sexta, uma cesta
de Ayn Rand!







A menor minoria na Terra é o indivíduo. Aqueles que negam os direitos individuais não podem se dizer defensores das minorias.






Não se sacrifique por ninguém e muito menos espere que alguém se sacrifique por você.






Alisa Zinov'yevna Rozenbaum, conhecidaq como Ayn Rand, nasceu em São Petersburgo, 2 de fevereiro de 1905  e faleceu em Nova York, em 6 de março de 1982. Foi filósofa e escritora, de origem judaico-russa. Ficou conhecida no mundo por desenvolver o Objetivismo, e por seus romances. 

Ela teve sua primeira peça produzida na Broadway em 1932. Depois de dois primeiros romances que inicialmente não tiveram sucesso, ela alcançou fama com seu romance de 1943, The Fountainhead (A Nascente). Em 1957, publicou seu trabalho mais conhecido, o romance Atlas Shrugged (A Revolta de Atlas). Posteriormente, ela se voltou para a não-ficção para promover sua filosofia, publicando seus próprios periódicos e lançando várias coleções de ensaios até sua morte.

Defendeu a razão como o único meio de adquirir conhecimento e rejeitou a fé e a religião. Ela apoiou o egoísmo racional e ético e rejeitou o altruísmo. Na política, ela condenou a iniciação da força como imoral e se opôs ao coletivismo e ao estatismo, bem como ao anarquismo, em vez disso apoiando o capitalismo laissez-faire, que definiu como o sistema baseado no reconhecimento dos direitos individuais, incluindo os direitos de propriedade. Na arte, Rand promoveu o realismo romântico. Ela criticava fortemente a maioria dos filósofos e tradições filosóficas, com exceção de Aristóteles, Tomás de Aquino e liberais clássicos.

Integrava uma família judaica de agnósticos de classe média, de três filhos, dos quais ela é era a mais velha. Seu pai, Zinovy Zacharovich Rosenbaum, era farmacêutico , enquanto sua mãe, Anna Borisovna Kaplan, cuidou dos filhos.

Desde a juventude, Ayn se mostrou muito interessada em literatura e cinema, escrevendo seus primeiros romances e roteiros por volta dos sete anos de idade. Aos nove decidiu se tornar escritora. Foi influenciada particularmente por Walter Scott e Alexandre Dumas e entusiasmou-se com o romantismo. Uma de suas maiores influências da época foi o livro The Mysterious Valley (1915) do romancista francês Maurice Champagne, cujo personagem principal – um homem heroico e virtuoso - marcou a sua imaginação. Este modelo de personagem é encontrado em todo o seu trabalho e, em particular, no personagem principal de Atlas Shrugged, John Galt. Aos treze anos, descobriu aquele que se tornou seu autor favorito: Victor Hugo. Na faculdade, se revelou brilhante em matemática. Em 1912, sua família mudou-se para Nevsky Prospect, localizada no distrito de Znamenskaya. A jovem participou de sua primeira exposição, dedicada a imagens de filmes, em 1913.

São Petersburgo foi um dos focos de agitação revolucionária na Rússia czarista. No início da revolução de fevereiro, Rand apoiou a ação de Kerensky, mas com a chegada dos bolcheviques ao poder em outubro de 1917, e o confisco da farmácia de seu pai pelo governo revolucionário, sua família foi obrigada a fugir para Crimeia. Os Rosenbaum estabeleceram-se em Yevpatoria até o distrito ser invadido pelos revolucionários em 1921. A partir deste dia, ela tomou um ódio profundo pelos comunistas, sentimento que permeou todos os seus futuros escritos. Ela queimou seu diário onde costumava escrever reflexões e críticas sobre os revolucionários.

Em 30 de junho de 1921 se formou na Yevpatoria High School. No ano seguinte, a família Rosenbaum retornou a Petrogrado. Alissa, então com dezesseis anos, começou a estudar história e filosofia na Universidade Estatal de São Petersburgo, onde descobriu as obras de Edmond Rostand, Friedrich von Schiller, Aristóteles e Fiodor Dostoiévski. Seus estudos lhe deram acesso, em suas próprias palavras, a uma "cultura milenar", através da qual ela passou a considerar prejudicial a influência das idéias comunistas na Rússia. Nos últimos anos de URSS, ela foi forçada a integrar a propaganda comunista, e foi durante essa época em que ela formulou a base de sua crítica aos sistemas coletivistas.

Em 13 de outubro de 1924, se graduou e entrou no Instituto Estadual de Artes Cinematográficas. Ela estudou história e política americana e também descobriu o cinema norte-americano, incluindo westerns, além de toda a cultura dos Estados Unidos. Ela se tornou uma admiradora da sociedade americana e seus valores individualistas e otimistas. Percebendo que ela não poderia realizar seu sonho de escrever romances na URSS por causa da censura comunista, ela mudou-se para os Estados Unidos. Em 1925 , ela publicou um panfleto sobre a atriz de cinema Pola Negri, em Moscou e Leningrado, e em 1926 um pequeno ensaio intitulado Hollywood: American Movie City.

Alcançou a fama com seu romance The Fountainhead (que foi lançado no Brasil com o título de A Nascente, e deu origem a um filme homónimo conhecido no Brasil por Vontade Indômita), publicado em 1943. Em 1957 lançou seu melhor e mais conhecido trabalho, o romance filosófico Atlas Shrugged (no Brasil, Quem É John Galt?, inicialmente lançado em 1987 e, posteriormente, relançado em 2010 como A Revolta de Atlas).

Sua filosofia e sua ficção enfatizam, sobretudo, suas noções de individualismo, autossustentação e capitalismo. Seus romances preconizam o individualismo filosófico e a livre iniciativa econômica.

Ficção
Night of January 16th (1934) 
We the Living (1936) 
Anthem (1938)
The Fountainhead (1943)
Atlas Shrugged (1957)

Não-ficção
For the New Intellectual (1961) 
The Virtue of Selfishnes (com Nathaniel Branden) (1964) 
Capitalism: The Unknown Ideal (com Nathaniel Branden, Alan Greenspan e Robert Hessen) (1966)
Introduction to Objectivist Epistemology (1967)
The Romantic Manifesto (1969)
Return of the Primitive: The Anti-Industrial Revolution (1971)
Philosophy: Who Needs It editado postumamente por Leonard Peikoff (1982)







Cinco pontos do Objetivismo

A realidade existe independentemente da mente do observador ("realidade objetiva");

Os indivíduos estão em contato com essa realidade através da percepção de seus sentidos que permitem a formação de conceitos seguindo um processo lógico indutivo e dedutivo;

A intenção moral da existência é a busca da felicidade ou "egoísmo racional";

O único sistema social compatível com esse objetivo moral é o laissez-faire capitalista;

O papel da arte na vida humana é transformar uma ideia metafísica em uma reprodução seletiva da realidade, em uma forma física que pode ser entendida e gerar uma resposta emocional.







Minha filosofia, na sua essência, é o conceito de Homem como um ser heroico, tendo a felicidade como o propósito moral da sua vida, a conquista produtiva como sua mais nobre atividade, e a razão como seu único referencial.





De fevereiro de 1920:

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; Quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converter em auto sacrifício; Então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.








Aborto

Um embrião não tem direitos. Os direitos não pertencem a um ser potencial, somente a um ser real. Potencialidade não é o mesmo que realidade, e o feto não pode adquirir nenhum direito até que nasça. Os que vivem tem precedência sobre os que ainda não vivem (os não-nascidos). Uma definição apropriada, filosoficamente válida, de ser humano como “animal racional”, não permite que se atribua condição de “pessoa” a umas poucas células humanas.

O aborto é um direito moral que cabe exclusivamente à mulher exercer ou não. Moralmente, não há nada, além de sua vontade, que deva ser considerado. Quem poderia racionalmente ter direito  de impor a outro o que deve fazer com as funções de seu próprio corpo? Com que direito alguém pode se achar no direito de dispor das vidas de outros e de decretar suas decisões pessoais?

Não importa a ridiculez malvada de se afirmar que um embrião tem “direito à vida”. Um pedaço de protoplasma não tem direitos e não tem vida no sentido humano da palavra. Equiparar algo potencial com algo real é cruel; advogar pelo sacrifício da mulher em prol do feto é abominável. Observem que ao atribuir direitos aos não-nascidos, quer dizer, aos não-vivos, os antiabortistas destroem os direitos dos vivos: o direito dos jovens a determinar o curso de suas próprias vidas.

A tarefa de criar um filho é uma enorme responsabilidade que dura toda a vida e que ninguém deve empreender de forma irresponsável ou contra vontade. A procriação não é um dever: os seres humanos não são animais de cria em uma granja. Para as pessoas responsáveis, uma gravidez indesejada é um desastre. Opor-se ao direito da mulher de interrompê-la é propugnar seu sacrifício  não em benefício de alguém mas sim em prol da própria miséria, com o real objetivo de proibir a felicidade e a realização dos efetivamente vivos.

A questão do aborto implica muito mais do que a interrupção de uma gravidez: é uma questão que abrange a vida toda dos pais. Como disse anteriormente, a paternidade é uma enorme responsabilidade, uma responsabilidade impossível para jovens, principalmente pobres que são ambiciosos e estão lutando para se afirmar, porém não querem abandonar o recém-nascido em algum umbral ou dá-lo para adoção. Para estes jovens, a gravidez é uma sentença de morte: a paternidade os obriga a renunciar a seu futuro e os condena a uma vida de trabalho penoso e desolador, de escravidão às necessidades físicas e financeiras da criação de um filho A situação de uma mãe solteira, abandonada por seu amante, é ainda pior.

Não consigo realmente imaginar o estado mental de uma pessoa que deseja condenar outro ser humano à semelhante horror. Não posso conceber o grau de ódio necessário para impulsionar até mulheres a sair por aí fazendo cruzadas contra o aborto. É ódio o que revelam, não amor pelos embriões, algo aliás impossível de se sentir  de fato. É um ódio virulento, que, a julgar por seu grau de intensidade, revela problemas de autoestima e um medo metafísico. O ódio dos antiabortistas é dirigido contra os seres humanos como tais, contra a mente, contra a razão, contra a ambição, contra o êxito, contra o amor, contra qualquer valor que traga felicidade à vida humana. Contra a vida, portanto, embora, como reflexo da desonestidade que domina o campo intelectual de hoje, paradoxalmente se autodenominem “pró-vida.”

A capacidade de procriar não passa de um potencial que a humanidade não está obrigada a  realizar. A decisão de ter ou não ter filhos é moralmente opcional. A natureza dota os seres humanos com uma gama de possibilidades, mas eles é que devem decidir quais capacidades exercer, de acordo com sua própria hierarquia de objetivos e valores racionais.

O simples fato de o ser humano ter capacidade de matar não quer dizer que seja seu dever converter-se em assassino. Da mesma forma o simples fato de ter a capacidade de  procriar não quer dizer que seja seu dever cometer suicídio espiritual e tornar a procriação o objetivo principal da vida, como se fosse um animal de criação.

Para um animal, os cuidados com seus pequenos se dão em ciclos temporais. Para o ser humano, é uma responsabilidade para toda a vida, uma grande responsabilidade que não se deve  assumir sem causa, sem pensar, ou por acidente.

Com relação aos aspectos morais do controle da natalidade, o direito primário em pauta não é o “direito” de um não-nascido, nem da família,  nem da sociedade, nem de Deus. O direito primário é aquele que – em meio ao clamor público atual sobre o tema – poucas vezes se tem tido a coragem  de defender: o direito da mulher e do homem à sua própria vida e felicidade, o direito de cada indivíduo de não ser tratado como simples meio para qualquer fim.





Alguns motivos para você ler
“A Revolta de Atlas”, de Ayn Rand

A "Revolta de Atlas", de Ayn Rand, foi considerado o 2º livro mais influente da História. Eis outros motivos para lê-lo

Texto de  Ricardo Heller

Em primeiro lugar, o livro é uma aula de empreendedorismo. Um dos eixos centrais da história traz os esforços da protagonista, Dagny Taggart, para manter as atividades da Taggart Transcontinental, a linha de trens fundada por seu avô, a despeito da falta de matéria prima, da ausência de mão de obra qualificada e do excesso de regulações provenientes de um governo absolutamente corrupto. Assim, a obra é uma lição inspiradora para aqueles que creem no poder das idéias, da inovação e do trabalho como meios para atingir o sucesso e o enriquecimento.

Eis, aliás, outro motivo para se dedicar à leitura da obra de Ayn Rand. A ambição e a busca permanente pelo êxito pessoal e profissional são mostradas como virtudes. Trata-se de um estímulo para empreendedores e empresários, tão acostumados a ser criticados por sua defesa do lucro. No livro, ao contrário, os defensores da livre iniciativa, são os heróis, reconhecidos como “o motor do mundo”, únicos capazes de criar riquezas e promover desenvolvimento para os demais.

Por outro lado, no caminho dos protagonistas, a autora coloca políticos, sindicalistas e mesmo outros empresários que buscam se locupletar a expensas do esforço alheio. Assim, outro motivo para ler a obra é análise crítica que a autora faz da forma como atuam políticos e empresários inescrupulosos, que se beneficiam de sua influência e de seus relacionamentos com os agentes do poder, fazendo com que sejam aprovadas leis que lhes são altamente vantajosas. O altruísmo, para Ayn Rand, não passa de uma desculpa para atender interesses próprios.

Como se percebe, o livro também merece ser lido pela íntima relação existente entre a narrativa e o momento político, econômico e social atual. As poucas referências temporais oferecidas por Ayn Rand, na obra, não permitem situar a história em um período cronológico específico. Dessa forma, ao passo que alguns críticos referem que o contexto econômico e político criado pela autora remonta à crise de 1929, outros não hesitam em afirmar que Ayn Rand foi não só profética, como precisa, antevendo com exatidão algumas situações que já se avizinhavam na metade do século passado.

Não parece, portanto, ter sido à toa que a The Economist e o The New York Times noticiaram que as vendas de “A Revolta de Atlas” aumentaram desde a crise Financeira de 2007. O leitor, afinal, não terá maiores dificuldades em encontrar muitas semelhanças entre o cenário descrito por Ayn Rand e o contexto atual, o que somente contribui para aumentar o interesse pela obra.

Outra grande razão para ler “A Revolta de Atlas” é a sua trama. É certo que a obra possui aproximadamente mil páginas, mas, salvo alguns diálogos excessivamente alongados e possivelmente monótonos, a leitura flui facilmente, já que a todo momento novas personagens são acrescidos ao enredo e novas reviravoltas se sucedem. É certo também que algumas passagens acabam tomando forma de textos teóricos, nos quais a autora expõe as suas idéias. No entanto, ainda que não fosse pela filosofia de Ayn Rand, que permeia toda a obra, a leitura valeria a pena exclusivamente pela história. Trata-se de um texto muito bem narrado e construído de forma que o leitor inevitavelmente se identifica com algum dos protagonistas e tem dificuldade para abandonar a leitura antes de conhecer o desfecho reservado à sua personagem favorita.

Não se trata, contudo, de um enredo fácil de ser sintetizado e, por isso, não me atreverei a fazê-lo, sob pena de causar o efeito contrário ao desejado, desmotivando o leitor que até este ponto estava se interessando pelo livro. Deixo, portanto, que o os motivos até aqui apresentados exerçam sua influência. E, se não o fizeram, tenho certeza que um dia o leitor encontrará um admirador fervoroso das idéias de Ayn Rand, que finalizará o trabalho que não logrei êxito em concluir.







A distopia de Rand

Luiz Felipe Pondé
(Extraído do livro “Guia Politicamente Incorreto da Filosofia”)

Distopias são o contrário de utopias (que descrevem paraísos futuros), pois descrevem futuros políticos e sociais terríveis. No livro “A Revolta de Atlas”, a filósofa russa, Ayn Rand, cria um mundo que agoniza sob a inércia do “amor social” e da estupidez. À semelhança de “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley e “1984” de George Orwell, a distopia de Rand descreve um mundo dominado pela mentalidade coletivista e, por isso mesmo, preguiçosa. Como dizia Tocqueville no século XIX, autor do maior livro sobre democracia já escrito, “Democracia na América”, a igualdade ama a mediocridade. Rand acerta em cheio quando mostra uma sociedade que só fala no “bem comum” e na “igualdade entre as pessoas” contra as diferenças naturais de virtudes entre elas, estas a serviço do mau-caratismo, da preguiça e da nulidade. Ao buscar destruir as “injustiças sociais”, o mundo descrito por Rand destrói a produtividade, fonte de toda a vida, paralisando o mundo.

Rand é conhecida por seu realismo objetivo em ética. Para ela, uma pessoa corajosa, trabalhadora, inteligente e ousada produz à sua volta relações humanas (sejam elas econômicas, políticas ou existenciais) concretas que são úteis, abundantes e produtivas. Por exemplo, coragem produz no mundo ganhos materiais para todo o mundo. Preguiça e covardia produzem miséria, mesquinhez e mentira. Isso mesmo: força e coragem fazem as pessoas verdadeiras nas suas relações, enquanto a ausência de virtudes como essas as faz mentirosas e traiçoeiras.

A distopia descrita por Rand é a melhor imagem do mundo dominado pelo politicamente correto: inveja, preguiça, mentira, pobreza, destruição do pensamento, tudo regado pelo falso amor pela Humanidade. Atlas aqui representa todos os homens e mulheres que carregam e sempre carregaram o mundo nas costas e que nos últimos 200 anos passaram a ser objeto de crítica pela esquerda rousseauniana. Alguns trechos do livro poderão fazer você ter náuseas se for uma pessoa que sofre na pele a mentira dos preguiçosos amantes da igualdade. Rand afirma que a maior parte da humanidade sempre viveu às custas de uma minoria mais capaz e inteligente.

Antes que algum leitor politicamente correto, com o mau caráter que o caracteriza, tente dizer que isso é “fascismo” peço que me poupe. Nada há de fascismo em Rand, apenas o reconhecimento do óbvio: poucos carregam muitos. Isso nada tem a ver com ódio de raças, “destruição das vítimas” (pelo contrário, menos vítimas de pobreza existirão se existir mais gente produzindo riqueza) ou outros croquetes ideológicos.

Uma das qualidades supremas de Rand é ter percebido, ainda em meados do século XX, que o mundo se preparava para desvalorizar aqueles mesmos graças aos quais os outros vivem, sob o papinho da “justiça social”. Se ela tivesse conhecido Obama, vomitaria.


Quinta, 27 de fevereiro de 2020




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MENOS UM - Morreu na madrugada desta quinta o radialista Marne Barcelos.
Foi um dos radialistas mais populares do RS e do Brasil. Um ídolo.
As últimas homenagens serão prestadas no Angelus Memorial Crematório, capela 06, na avenida Medianeira 320 até as 18 horas, em Porto Alegre.







FIRULAS DA IXQUERDA:
"ATAQUE AS INSTITUIÇÕES!!"





Ou as instituições andam na mesma direção dos interesses do povo brasileiro, ou mudemos as instituições.



Mais um texto primoroso do Glauco Fonseca:

A mais nova firula que a esquerda está utilizando é o “ataque as instituições” que estaria sendo arquitetado pela “extrema direita”, com o apoio do presidente Bolsonaro e que culminará com as manifestações do dia 15 de março em todo o Brasil.

A verdade, como sempre, não é esta.

O problema não é com o Congresso Nacional e sim com os 2 líderes Rodrigo Maia e David Alcolumbre e o famigerado Centrão. A liderança promovida por esses dois líderes parlamentares nutrem um caroço putrefato dentro das duas casas legislativas chamado CENTRÃO, que é um tumor conhecido, formado pelo acúmulo de fisiologistas e de verdadeiros aproveitadores que jamais aceitaram o status quo criado pelo governo Bolsonaro de que não haverá toma-lá-da-cá, loteamento de estatais e abundância de cargos públicos.

A manifestação do dia 15 de março não é contra as instituições e sim contra algumas figurinhas carimbadas quem insistem em travar a agenda do PAÍS e não apenas de um governo. Esta simplificação não atende senão a pauta da esquerda e da imprensa brasileira, que fazem tudo para ver o circo pegar fogo.

Portanto vamos novamente às ruas em peso, em massa, no dia 15 de março. Será necessário, infelizmente, sem o que não conseguiremos destravar a agenda NOSSA, de um PAÍS INTEIRO, DE UMA NAÇÃO, para que a gente possa ter mais prosperidade, mais emprego e mais geração de riqueza.

Apesar de ser culpa nossa, de quem os elegeu, ninguém aguenta mais bandidos travestidos de instituições - que não são!

MAIA NÃO É A CÂMARA,
ALCOLUMBRE NÃO É O SENADO,
O CENTRÃO NÃO É O PARLAMENTO,
TÓFFOLI NÃO É O STF, ASSIM COMO
BOLSONARO NÃO É A PRESIDÊNCIA.

A bronca é contra as PESSOAS que sabotam a agenda do Brasil, sejam eles ladrões corruptos, sejam chantagistas em busca de poder e vantagens pessoais. Ou enfrentamos as PESSOAS que LIDERAM INSTITUIÇÕES que estão TRAVANDO o país, ou vamos de novo para o fundo da sala de aula da história, para onde nos levou o petismo e o fisiologismo da política brasileira.

No dia 15 de março, vamos às ruas. Ou as instituições andam na mesma direção dos interesses do povo brasileiro, ou mudemos as instituições.

É simples assim.


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PARA RESUMIR O ACHAQUE- Os achacadores que vivem no Congresso Nacional querem ter o direito de fazer emendas com 30 bilhões de reais do Governo federal. Ou seja, não querem deixar nada para o Governo. Essa bandidagem tem o apoio de vários bandoleiros que ocupam cargos "relevantes.
Assistiu ao jornal nacional ontem? Pois é, estavam todos lá, falando em "instituições democráticas" e o escambau.
Na real, na real mesmo querem engessar Bolsonaro.
Teríamos assim uma rainda da Inglaterra. Um arroz de festa.


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A IXQUERDA PERDEU MAIS UMA!!
E LEVOU A BANDIDAGEM CARIOCA JUNTO!!





Unidos do Viradouro, que não foi um destaque das ixquerda, venceu o Carnaval do Rio
HAHAHAHAHA!!!!
O enrtdo, da escola de Niterói, foi o Viradouro de Alma Lavada, sobre o grupo Ganhadeiras de Itaupã - mulheres que lavavam roupa na Lagoa do Abaeté, em Salvador, para comprar a própria alforria.



Em resumo foi assim:

11 de 13 escolas do grupo especial do Rio levarão protestos à avenida


Sabem as escolas que caíram?

UNIÃO da ILHA
"O chumbo trocado, o lenço na mão
Nessa terra de Deus dará
Eu sei o seu discurso oportunista
É a ganância, hipocrisia..."

ESTÁCIO DE SÁ (um samba enredo enorme sem críticaas diretas)
"O poder que emana do alto da pedreira
Tem alma justiceira e garra de leão
Senhor não deixa um filho seu sozinho
Tirando pedras do meu caminho"


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NOTÍCIA DE NOVEMBRO DE 2018


Presidente da Mangueira é um dos presos de operação da PF



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TEM O QUÊ NA CABEÇA?

Manuela critica repressão da BM ao Carnaval: ‘na contramão do País


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IDEIA PARA O MENEGHETTI:
MISTUREBA AO MEIO-DIA

Quero ver, Leonardo Meneghetti, se não concordas comigo.

Os programas nas TVs gaúchas ao meio-dia estão dobrando o Cabo da Boas Esperança. O mais "recente" deve ter uns 15 anos.
Já imaginou reunir, por duas horas (talvez menos um pouco) Rogério Forcolen, Evandro Hazzy,  Antônio Sacomory, Mônica Fonseca e mais dois repórteres do futebol e dois de geral? Hein?
E chama um maluco pra dirigir esta tropa, o Raul Ferreira.
Cara tu vais fazer chover!!
Não vai ter para mais ninguém. Ningué, vai querer ouvir mais apresentadores com voz de gasguita dizendo "né".
 Dá para ter uns convidados especializados, como o Alexandre Appel (consumidor), Márcio Pinheiro (arte) entre outros.
Que tal?
Vão chover anunciantes, porque terão MEDO do programa!!!
HAHAHAHAHA!!!!


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NÃO TENHO VOCAÇÃO PARA INVESTIGAR.
ISSO É TAREFA PARA CONSELHO DE ÉTICA


O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa deveria ser acionado.
Faz tempo que surgem denúncias e mais denúncias contra um deputado estadual, que não consegue nem um partido que o aceite. E ele foi muito bem votado.
Recebi, antes do Carnaval uma série de denúncias contra esse deputado.
Uma das mais curiosas é o fato de ter apresentado a conclusão de um curso de Direito... falso. Mais curioso ainda é que ele nas tais redes sociais não se diz "advogado".
...
Mas são muitas denúncias, como viagens inúteis até para o interior do RS, passeios para os Estados Unidos e Europa... até mesmo um assessor dele é especialista em "morder" diárias de hotéis e contas em restaurantes.


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DE SAÍDA - O bom repórter Jônatha Bittencourt, depois de quase 8 anos, deixa o Grupo Bandeirantes.


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ATUALIDADES PAMPA - Assisti na terça, com cinco participantes. Fluiu muito melhor.
Quem será o gênio que coloca aquele monte de gente no ar?


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CONHEÇA E DISPONHA

(cica em cima que amplia)




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VOLTA ÀS AULAS RADICAL!!





ATÉ FAZ SENTIDO:
OS PAIS, AGORA,TERÃO UM POUCO DE SOSSEGO!!



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DEUS PROTEJA A CIDADE BAIXA!

Carnaval Comunitário começa
neste final de semana



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PEÇA LÚCIA DELÍCIAS
tudo que é bom: doces, salgados, bolos e tortas





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NOVO LIVRO DO RENI -  O jornalista e escritor Luiz Reni C. Marques vai lançar no próximo dia 19, uma quinta, o romance “O último concerto de jazz” (Sinal Cultural, 202 páginas), das 18h às 22h, no Bar do Alexandre, na Rua Saldanha Marinho, 132, Bairro Menino Deus, em Porto Alegre.
A obra relata a tragédia provocada pela Segunda Guerra Mundial e a forma como respinga no subúrbio da capital gaúcha, em 1944, com a partida dos 25 mil pracinhas da FEB (Força Expedicionária Brasileira) para combater os nazistas na Itália, ao lado das tropas aliadas. Aos 13 anos, o mundo de Francisco é abalado pelo embarque do irmão Frederico, cinco anos mais velho, para lutar  do outro lado do Oceano Atlântico, em um conflito até então distante do seu mundo e dos seus interesses.
Frederico desaparece no campo de batalha, em uma missão secreta e seu corpo não é encontrado. Essa situação altera para sempre a rotina do patriarca Ernesto Morelli, apaixonado por jazz, gosto que passou para seus dois filhos, da sua mulher Julieta e dos seus descendentes. A história dessa família nas cinco décadas seguintes é marcada pelo arrebatamento pela música, amores, paixões, encontros e desencontros em dois continentes. Contrabaixista de sucesso, Francisco reverencia a imagem de Frederico, seus primeiro instrutor na carreira de instrumentista. A guerra, encerrada poucos meses depois do desembarque dos soldados brasileiros em Nápoles, jamais  acabou realmente para os Morelli.
...
Marques nasceu em Porto Alegre, em 1954, estudou Direito, História e Jornalismo, o único curso que concluiu. Foi repórter em Zero Hora, Jornal do Brasil, o Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Senhor e Isto É, e correspondente free lancer da Reuters, entre outros veículos de comunicação. Redator e editor na Rádio Gaúcha, diretor de redação da Revista Mundo Comércio Exterior, professor de Redação Jornalística na PUCRS e assessor de imprensa na Câmara dos Deputados durante a Assembleia Nacional Constituinte, atualmente edita o Blog Luiz Reni/Revista Mundo. “O último concerto de jazz” é o seu segundo romance. Antes, lançou “Noite longa demais”, que pode ser encontrado apenas em versão digital na Amazon.Com.



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NÃO É PIADINHA

Saia justíssima no comandante Raul




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PIADINHA


Emocionante!
O carinho com que foi tratada a deputada federal Gleisi Hoffmann no Carnaval de Fortaleza!!





Quarta, 26 de fevereiro de 2020




Jamais troquei de lado.
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A CARRASPANA NA TIA





Antes eu tinha só uma imprssão.
Agora, tenho certeza.
Essa gente que adora enxovalhar o atual governo adora as bandidagens do PT e seus comparsas.
Só pode ser!
Outro dia um texto de uma escritora em que ela se deu ao trabalho de contar quantos dias faltavam para o fim do atual mandato do residente. Já imaginou? E a partir desta número ela destilou ódio e mais ódio! Um negócio impressionante.
Terminei de ler e aí cheguei a conclusão óbvia: essa gente gostava das roubalheiras,desde o tempo do mensalão. Não é óbvia esta constatação?
ELES TÊM SAUDADE DA ROUBALHEIRA!!
Se não da roubalheira, pelo menos dos fartos patrocínios da BB, Petrobras, etc.
...
Ontem, ao voltar à Terra, dei uma rápida olhada no Facebook. O amigão Idacil Amarilho ("Nos 14 anos do governo do PT a Martha Medeiros não deu um pio sobre política."publicou um texto delicioso e preciso da médica  Suzana Piccoli, a respeito da crônica de Martha Medeiros, em ZH 22/02/20.
É interessante outro detalhe: este radicalismo de petistas e satélites SÓ arrast, adiariamente, pelo para o lado oposto.
O texto:

Martha Medeiros...

Sou (ou era!) tua leitora.
Tenho todos os teus livros baixados em meu iPad e infelizmente acabo de deletá-los há pouco.
Não vou mais conseguir te ler depois da crônica “Salvo pelo atraso”. Simplesmente porque deste um atestado para ti mesma de deficiência mental (esquecimento de fatos recentes, falta de capacidade de entendimento da realidade), ou subserviência aos teus patrões empenhados em destruir não a um Governo, mas a um País.
Não sou bolsonarista fanática, mas era a única opção para sairmos de duas décadas de um regime de cleptocracia! Parece que ignoras os anseios da classe média, onde estão teus leitores, já que esses é que podem pagar por teus livros e, em última análise, te sustentam! As classes médias (ou média alta, depende da classificação adotada) cansou de toda a bandalheira vigente, dos enormes escândalos envolvendo praticamente todos os setores do Governo, e de continuar pagando essa conta.
E essa classe tem valores morais e não é por uma ou outra declaração de um Presidente que vai mudar esses valores. Parece que esqueceste das declarações enormemente sexistas, homofóbicas e racistas do Lula, um semialfabetizado que ocupou a Presidência ou ainda da “PresidentA” sequelada que queria estocar vento!
O personagem símbolo da tua crônica se não aprendeu a roubar com os governos anteriores não vai se macular com o atual, fica tranquila! Aliás, esse personagem símbolo deve ter ficado muito ocupado comprando eletrodomésticos com os descontos dados no Governo Dilma na “linha branca” enquanto a grande massa de nossos impostos foi para Cuba, Venezuela, etc.
Realmente me preocupa tua memória e, como médica que sou, te aconselho a ir consultar um neurologista! Agora, se for apenas mau caratismo de tua parte, não tem cura! Podes também ter escrito essa crônica preocupada apenas com a fatura do teu cartão de crédito usado nas tuas frequentes viagens internacionais!
Não estás preocupada com o povo!
...
Assim como jamais fiz, não li a crônica da tia.



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AS BURRICES DA IXQUERDA -  Conversei com o deputado federal Bibo Nunes e ele estava desiludido com o carnaval: "A esquerda está acabando com o carnaval, com seus protestos raivosos e desrespeitosos. Vigaristas na geral, ofendendo Bolsonaro.
O carnaval era uma festa alegre, com a família participando. Essa cultura popular brasileira a esquerda está destruindo...".
Eufóricos com os sambas-enredo das escolas de samba do Rio de Janeiro. Textos e mai textos sobre a defesa do "sofrido povo". Na TV, adoraram oAdnet tentando imiitar o presidente.
Spo que estes otários geniais se esquecem que os reais donos das escolas de samba são traficantes, bicheiros, assassinos, bandidos em geral. E são eles que dominam este "mundo do carnaval".
Não estão contentes com o Sérgio Moro.
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Aí vocês "vibram" com estas pérolas:

1. MANGUEIRA
"Favela, pega a visão
Não tem futuro sem partilha
Nem messias de arma na mão..."

2. PORTELA
"Nossa aldeia é sem partido ou facção
"Não tem bispo, nem se curva a capitão..."

3. SÃO CLEMENTE
"Brasil, compartilhou, viralizou, nem viu
E o país inteiro assim sambou
Caiu na fake news..."

4. UNIÃO da ILHA
"O chumbo trocado, o lenço na mão
Nessa terra de Deus dará
Eu sei o seu discurso oportunista
É a ganância, hipocrisia..."

5. MOCIDADE
"Brasil
Enfrente o mal que te consome
Que os filhos do planeta fome
Não percam a esperança em seu cantar..."

6. BEIJA-FLOR
"Eu me encontro em tuas asas, Beija-Flor
Por mais que existam barreiras
Eu vim pra vencer no teu ninho
É bom lembrar
Eu não estou sozinho..."

7. UNIDOS da TIJUCA
"A minha felicidade mora nesse lugar
Eu sou favela.
O samba no compasso é mutirão de amor
Dignidade não é luxo, nem favor..."

8. UNIDOS do TUIUTI
"No Morro do Tuiuti
No alto do terreirão
O cortejo vai subir
Pra saudar Sebastião..."

9. GRANDE RIO
"Pelo amor de Deus, pelo amor que há na fé
Eu respeito seu amém
Você respeita o meu axé
(Respeita o meu axé)...!

10. UNIDOS da TIJUCA
Moradia digna não é luxo nem favor.


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EM PORTO ALEGRE - Curiosidade é total! Se a escola de samba petista, que "homenageia Olívio" vai cair...
Não sei como vão se referir a ele: o pior governadxor do RS ouopior prefeito de Porto Alegre.
Ah, e o ministro que menos durou nos tempos do bandido Lula.


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NÃO TEM JEITO - A escória da Grande Porto Alegre insiste em encher o saco das pessoas na Cidade Baixa.
Só a polícia do Choque resolve isso.
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E a genial candidata prefeitura, ex-Musa Comunista, queria menos polícia nas ruas.
Ora vá!!


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LEMBRA DESSA DA CANDIDATA A PREFEITA?





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ADORAM BURRICES MAS NÃO RASGAM DINHEIRO - Do Fernando Conrado::

Um Golpe Mortal contra o Governo Bolsonaro: O Congresso está, através do Orçamento Impositivo, se apropriando de R$ 30.000.000.000 do Orçamento do Executivo para suas emendas parlamentares. Sobrou basicamente 3% da receita livre para o Governo Bolsonaro investir em seus próprios projetos.




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A FESTA DA MÔNICA FONSECA - No último dia 20, a apresentadora e digital influencer Mônica Fonseca comemorou seu aniversário no badalado Sui Roof Top, em Porto Alegre, com convidados vips e o desfile, que exibiu as peças de sua própria coleção de lingeries e moda fitness.
As coleções trazem o máximo de conforto aliado as tendências mundiais, como o neon, a renda, tons neutros e transparências. Além disso, as peças variam do tamanho 34 ao 56, vestindo mulheres de corpos reais que buscam peças de qualidade com valores de mercado.
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Todas as peças estarão a venda no site www.docedelito.com.br e em todas as lojas Doce Delito, marca que desenvolve e revende as peças Mônica Fonseca.









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INFORMAÇÃO DE RESSACA I - Recebo:

No obituário do empresário Horst Volk em ZH não dá pra saber se a morte ocorreu em Gramado ou em Caxias do Sul.




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INFORMAÇÃO DE RESSACA II - Recebo:





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PEÇA LÚCIA DELÍCIAS
tudo que é bom: doces, salgados, bolos e tortas





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NA PLEURA






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REFLEXÃO

Antes eu me preocupava com o mundo que iria deixar para meus filhos.
Agora me preocupo com o mundo que deixarei para os Rolling Stones.

Paulo de Vicenzi


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NÃO É PIADINHA

Como ir para o boteco quando a mulher não deixa





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PIADINHA


Duas rapidinhas do Paulo Motta

Sabem porquê o jacaré não entrou no Céu?
Ele tinha os braços curtinhos e não conseguiu fazer o sinal da cruz, medonhos!

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Duas amigas tomavam um chopinho e uma delas confessou:
- Estou me sentindo uma vaca na índia!
- Te sentindo sagrada?
- Não, ninguém me come!


Sexta, 21 de fevereiro de 2020




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
...
ANDO DEVAGAR
PORQUE JÁ TIVE PRESSA PRESSA





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especial

Nesta sexta, uma cesta
de Carnaval!


Se a única coisa que de o homem terá certeza é a morte; a única certeza do brasileiro é o carnaval no próximo ano.

Graciliano Ramos








Gaúcho que é gaúcho não deixa sua mulher mostrar a bunda para ninguém. Nem em baile de carnaval. Gaúcho que é gaúcho não mostra a sua bunda para ninguém. Só no vestiário, para outros homens, e, assim mesmo, se olhar por mais de trinta segundos sai briga.

Luis Fernando Veríssimo





O REI DA GANDAIA E DA CARA DE PAU






Texto do jornalista Ricardo Azeredo

Já conheci muito cara de pau neste mundo do jornalismo.
Mas o personagem deste causo conquistou com láureas o troféu máximo desta disputada categoria.
Foi meu colega em algumas emissoras de TV da capital. Uma figuraça, grande profissional técnico e muito faceiro, do tipo parceirão.
Adorava uma gandaia. Frequentador assíduo das “primas”,era conhecido nas melhores casas do ramo. Também era doido por baile de carnaval.
Só tinha um problema: era casado. E a esposa, um poço de ciúmes.
Eis que vem chegando o Carnaval e o dito já estava ficando inquieto. Ou, como se diz por aí, com o pé que era um leque pra cair na folia.
Precisava urgentemente de um estratagema para festear sem arrumar confusão em casa. Precisava de um álibi, um senhor álibi.
Sentado na sala onde trabalhava, moía os miolos concentradíssimo na tarefa de encontrar uma solução.
Até que olhou para a parede e viu a escala de trabalho que o chefe recém havia espetado no quadro de feltro verde.
Na mesma hora a lampadinha acendeu sobre a cabeça.
Pegou a escala, tirou uma cópia no xerox da redação e cuidadosamente recolocou a original no quadro.
Com a cópia, usando a tinta branca do errorex, produziu outra escala, modificada conforme seus inconfessáveis interesses.
A sanha por liberdade era tanta que ele criou uma escala “pessoal” absurda, com uma jornada muito mais extensa que o normal, mesmo que fossem comuns os “engates” de plantão.
Mas aquela escala, aquela sim, era uma missão que exigiria muita resistência…
A jornada falcatrua tinha umas 18 horas de trabalho. Sobrava apenas o turno da manhã para algum descanso.
Véspera do Carnaval. Chegou em casa ao anoitecer, fazendo a maior cara de condenado. Caprichou na performance de indignação.
Mal cumprimentou a mulher e começou a amaldiçoar o chefe e a empresa. Num gesto estudado, pegou a folha amassada com a escala fajuta e a jogou sobre a mesa, sem dizer nada.
Preocupada, a esposa perguntava o que havia acontecido, mas ele não respondia. Apenas abanava a cabeça olhando para o nada, com jeito de injustiçado.
Ela insistiu, e ele, sabendo que a esposa já tinha passado os olhos na escala deliberadamente lançada sobre a mesa, continuava quieto e bufando teatralmente. E então falou:
– Tu não tá vendo aí no papel?? Olha o que aquele filho da puta do meu chefe me aprontou!! Trabalhar o dia todo e ainda me engatar noite e madrugada!! Isso é um absurdo! É muita injustiça!
Sensibilizada, ela tentava consolá-lo. E ele firme no papel de mártir.
Seguro de que seu álibi havia colado, o festeiro cara de pau se atirou no carnaval. Ainda não existia celular, para sorte desta figura.
Trabalhava no turno em que estava escalado de verdade e à noite se esbaldava nos bailes madrugada adentro.
Quando a festa terminava, ele ia para a empresa, tomava um banho caprichado pra não deixar nenhum rastro de purpurina ou outras pistas incriminadoras.Vestia novamente a roupa com que tinha ido trabalhar e ia para casa ao amanhecer.
Mas aí o filho pequeno já estava acordado e agitado, querendo brincar. Como o festeiro não conseguia dormir, reclamou para a mulher que estava esgotado de tanto trabalhar e que precisava muito descansar para seguir a jornada imposta pela maldita escala e não colocar o emprego em risco.
Dizia então que ia dormir na TV para se recuperar e estar pronto para o turno que começava no início da tarde.
Mais uma vez a performance tinha sido convincente.
E ele então incorporou mais uma atividade naquele período de labuta carnavalesca: trabalhava de verdade à tarde, ao anoitecer se atirava nos folguedos de Momo, e ao raiar do sol ia dormir nas “primas”.
No início da tarde, dava uma rápida passadinha em casa pra beijar a mulher e filhos.
E aí seguia heroicamente para o sacrifício da profissão.


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O inferno é um baile de carnaval no Monte Líbano.

Cazuza


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SUCESSOS DO CARNAVAL
DE TODOS OS TEMPOS

Aos amigos Machado Filho, Marcos Valério.. e a todos que gostam de boas músicas.

Coloquem as músicas e brinquem, mesmo sozinhos!!


Bloco da solidão
(a mais bela música de carnaval, de 1971 - de Evaldo Gouveia e Jair Amorim)





Bloco da solidão
(interpretada pelo Evaldo Gouveia - Emocionante!! UAUUUU)




O teu cabelo não nega





Maria sapatão





Cabeleira do Zezé




Me dá um dinheiro aí!




A pipa do vovô




Máscara negra




Aquarela do Brasil




Nega do cabelo duro




O rancho da goiabada