Segunda, 21 de janeiro de 2019




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
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ANDO DEVAGAR
PORQUE NÃO TENHO PRESSA









HORÁRIO DE VERÃO!
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Lula e Dilma foram
os maiores presidentes
da história... de Cuba!  









DESENHO: AUTORIDADES NÃO PODEM PERDER TEMPO COM LADRÃO DE GALINHAS NUM PAÍS DE CORRUPTOS




Não existe no Brasil um ninho tão grande de corruptos como na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Não sei se na proporção a Câmara de Vereadores não é maior. Historicamente. Um cara que eu levava a sério no Rio era o Carlos Minc, mas também está comprovado que também é bandido. Esse Freixo jamais me passou na garganta.
A Assembleia fluminense é um antro de bandidos chinelões. Repito, historicamente.
Dos deputados aos puxa-sacos que trabalham lá. É um escândalo, muito vagabundo ladrão de galinhas.
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Claro que o filho do Bolsonaro não é nenhum anjinho. E aquele queiroz, o "assessor", é um profissional da ladroagem barata.
E o tal "senador eleito" é, no mínimo, conivente. TODOS os deputados são cúmplices das mutretas bagaceiras. Assim como na Câmara de Vereadores do Rio. Ou vocês, por acaso, acham que a vereadora Mariele, aquela que foi assassinada, não sabia onde estava metida? Acham que ela era ingênua? Ela sabia que estava se metendo com bandidos.
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Esses casos acima são para a Polícias Civil e Militar resolver, e, quem sabe, com auxílio do Ministério Público. Bota tudo em cana e tá resolvido. E evidente que tem que tirar as calças dessa vagabundagem. Limpeza geral!
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Agora, os melhores delegados da Polícia Federal, Procuradores, Promotores, Juízes e o escambau têm que ir atrás da bandidagem que roubou bilhões de reais do país. Das mais variadas formas!
Um lobista de luxo, que a Globo chama de "empresário", Raul Schmidt, ganhou de uma sentada 200 milhões de dólares e está morando em Portugal. E o Governo português não quer mandar o bandido de volta. Vive num apartamento de mais de dois milhões de euros, dando risada das autoridades brasileiras.
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É difícil de entender quando escrevo que as autoridades federais não podem ficar se preocupando com ladrão de galinhas? Não, né?
Ladrão como esse queiroz e seu chefe, o "senador eleito", devem ser investigados pelas Polícias estaduais. Qualquer policial, no início da carreira, coloca eles atrás das grades. Simples.
Agora, bandidos profissionais, que roubaram milhões ou bilhões de dólares têm que ser investigados e buscados pelos melhores profissionais do Brasil.
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Ou vocês acreditam que o Lula está preso porque foi "perseguido"?
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Nem vou comentar esta foto:


Menos, por favor, menos!!


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ISSO TEM QUE TERMINAR! - O INSS gastou, em média, R$ 1.105,71 por mês para cada beneficiário do auxílio-reclusão no ano passado. Mais do que o salário mínimo, que era de 998 reais. O total gasto no ano passado foi de R$ 630,7 milhões - exatos R$ 630.687.548,33. Sabe quantos beneficiários? 47.472,.


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A VOLTA - A grande, a fabulosa, a extraordinária Ivette Brandalise está emprestando o seu talento parea uma rádio na internet, a Salve Sintonia. Ela apresenta o programa "As músicas que fizeram sua cabeça", aos sábados, meio-dia, com reprise aos domingos, às 18 horas.
Confira todas as atrações da rádio - inclusive o Paulo Moreira - no http://salvesintonia.com/.


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ESSE MINISTRO TEM QUE EXPLICAR!! - Cortaram as ajudas para atletas pobres. E a grana saía do Ministério do Osmar Terra. Uma merreca! E o infeliz não comenta e não quer papo.
Que vergonha, hein? O sujeito ainda é gaúcho!!!
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Mas quer dar o 13º "salário" para o bolsa-família...


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COM TODO O RESPEITO - Jamais tinha ouvido falar nesse músico que morreu no final de semana. Sério, não tenho o menor registro desse Marcelo Yuka. Assim como jamais ouvi esse O Rappa.
Isso só confirma que eu não faço parte da "classe média consciente".
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Meu Deus, o coitado era do Psol e foi candidato a vice-prefeito do Freixo na última eleição municipal.
Ninguém é perfeito.



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REFLEXÃO

(...) É divertido, agora, a mesma esquerda que diabolizava a Globo repercutindo sua briga com os Bolsonaro. A moralidade muda de acordo com as circunstâncias. Como sempre.

Marcelo Benvenutti


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MENOS UM - O repórter fotográfico Ricardo Giusti escreveu no Facebook.,na manhã de sábado:
A notícia que eu não gostaria de dar. Faleceu agora há pouco o meu Pai, Benito Giusti. O velório e sepultamento será hojhe a partir das 8 horas no Cemitério da Santa Casa, na Capela 6. Sepultamento às 17 horas. Aqueles que desejarem se despedir do pai, eu os aguardo lá.
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Convivi um bom tempo com o Benito na assessoria de imprensa da Assembleia Legislativa. Ele assessoria o deputado Grmano Bonow, do PFL.

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NO URUGUAI - A nova temporada Band Verão no Uruguai estreiou no sábado passado na Band TV. O apresentador do Entre Amigos, Alejandro Malo, é quem comanda a atração. Serão seis programas especiais na região de Punta del Este. Lindas paisagens, boa culinária, lugares fantásticos e hospitalidade são ingredientes que farão parte do programa. “Estamos de volta para mostrar ainda mais o que o Uruguai tem a oferecer aos turistas, com programas especiais e muitas entrevistas.”, afirma Ciça Kramer, gerente de jornalismo da Band RS.
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Nesta nova temporada os ouvintes da Rádio BandNews FM também estão acompanhando tudo o que acontece no litoral uruguaio com entrevistas e boletins de quarta à sexta-feira no programa BandNews Happy Hour comandado por Ico Thomaz e Fernanda Zaffari às 17 horas.


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PURA MALDADE - Alguns veículos e jornalistas macaquitos insistem que a criminalidade no Uruguai está semelhante a do Brasil, em função da liberação da Maconha. Chegam ao ponto de dizer e escrever que "quadrilhas nacionais e internacionais instalaram-se no Uruguai, disputando o mercado de drogas". Gente que não tem o que fazer.
Em 2018 aconteceram 382 homicídios em todo o Uruguai, com 3,5 milhões de habitantes. Praticamente todas as mortes relacionadas co a bandidagem.
Porto Alegre tem menos de 1,5 milhão de habitantes. Para terem uma ideia, a capital do RS é uma das 50 cidades mais violentas do mundo. Para terem ua ideia, de janeiro a 20 de julho de 2018, 346 pessoas foram assassinadas em Porto Alegre.
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Em dezembro passei uma semana em Montevidéu. Como sempre, andei muito por toda a cidade e ninguém me pediu moedas ou cigarros e não assisti a nenhum assalto.


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A PROPÓSITO - Gosto muito do Happy Hour - aliás é um dos cinco programas que escuto no rádio. O Ico Thomaz e a Fernanda Zaffari  "fecham" perfeitamente. Sem contar que o Ico é um gentleman com os colegas e entrevistados. E, como poucos, passa sempre uma felicidade contagiante.
Todos os dias, às 17 horas, na Band News FM.


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COMEÇOU O GAUCHÃO RAIZ - Fiquei tão emocionado!! É muito para o meu combalido coração!! Grandes times, craques!! Uauuu!! Chego a me urinar!!




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PAMPA - Araújo Júnior retorna a Rádio Pampa. Ele vai dividir a apresentação do programa Conexão Pampa, de segunda a sábado, das 11 às 16 horas, com o Rafael Marconi.


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DOIS PESOS - A Globo fez um escarcéu com a morte de Marcelo Yuka. Matérias densas, entradas ao vivo do local do velório, uma verdadeira comoção da "classe média consciente". Só faltou um programa especial.
Há pouco morreu o compositor e cantor sertanejo Marciano. No final do ano ele esteve no Altas Horas e as principais duplas sertanejas falaram da admiração e carinho que dispensavam ao Marciano. A Globo apenas registrou a morte e mostrou imagens que nada tinham a ver com a imagem atual do falecido.


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REFLEXÃO

Eleitor do PT fiscalizando a ética no Governo Bolsonaro é tão coerente quanto uma prostituta no comando da Delegacia de Costumes.

André Arnt


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 TORNEIO DE COCKTAIS - A Destilaria H. Weber será palco de uma competição entre bartenders de todo o país para a escolha do melhor drink autoral. O 1º Torneio de Cocktails promovido pela empresa acontece no próximo dia 27, em Ivoti. Os participantes serão desafiados a elaborarem uma caipirinha na primeira etapa e um coquetel autoral na segunda etapa.
“Queremos que os profissionais conheçam os produtos Weber Haus e criem drinks variados utilizando nossas cachaças, licores e gins. Ao apreciarem nossas bebidas, eles serão incentivados a servirem em seus bares”, explica o diretor de Marketing, Mateus Weber.
O vencedor do torneio ganhará um espaço de destaque na sede da Weber Haus, com um quadro contendo a sua foto e nome. Para participar, é necessário ter experiência mínima com o mundo da coquetelaria e as inscrições e o regulamento já estão disponíveis no site da empresa: www.weberhaus.com.br. A inscrição é um alimento não-perecível e as arrecadações serão doadas para o Hospital de Ivoti.
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A competição, realizada em parceria com a Art Flair Bartenders - escola de bartenders de Porto Alegre, terá um total de 30 bartenders. “Será um momento único onde o profissional poderá mostrar toda a sua criatividade e o seu talento”, observa Mateus. Os competidores serão avaliados por uma equipe de jurados com ampla experiência no mundo das bebidas. Entre eles estão Denise Hörlle, gerente de vendas internacionais da Weber Haus , grande conhecedora em destilados e drinks pelo mundo; Orestes de Andrade Jr., presidente da secção gaúcha da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS); e o bartender Rafael Câmara dos Santos, que representou a empresa na segunda edição do Concurso Nacional de Rabo de Galo, no final de 2018 em São Paulo, e ficou entre os três primeiros colocados.


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MISSES NA BAND - O Grupo Bandeirantes vai realizar uma edição especial do Miss Rio Grande do Sul 2019. As 13 finalistas participam de uma semana intensa de programas ao vivo, provas e media training com os jornalistas do Grupo Bandeirantes.
Os programas ao vivo começam hoje e terminam na quinta-feira a partir das 13h20min (21 a 24 de janeiro) com provas eliminatórias, e na sexta-feira acontece a grande final que escolhe a representante gaúcha do Miss Brasil Be Emotion 2019.
“Essa é a terceira edição em formato de reality show, uma inovação na condução do concurso que a Band RS trouxe em 2017 e que virou referência entre as seletivas estaduais, abrindo mais espaço para que o público conheça as candidatas”, afirma Ciça Kramer, gerente de jornalismo da Band RS. Durante toda a semana, as finalistas receberão aulas de técnica de televisão, rádio, redes sociais e escrita. “Será uma imersão no Grupo Bandeirantes para desenvolver a capacidade de comunicação e posicionamento de cada candidata em, especial, da representante do nosso Estado no Miss Brasil.”, explica Ciça.
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Uma das grandes novidades é a forte participação do público durante toda a semana. Nas provas eliminatórias, uma das candidatas receberá imunidade do público, garantindo vaga para o próximo programa. Essa imunidade será decidida através das redes sociais, com dinâmica a ser explicada em cada dia do programa. O público também vai escolher uma das cinco finalistas do concurso, através de uma votação no site da Band RS, a partir de terça.
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A apresentação do programa é de Cris Barth, e contará com um time de jurados com grande experiência no mundo da beleza. A direção é de Fernando Muniz com produção de Rafael Silva, Fernando Bacoff e Karina Chaves, a chefia de reportagem é de Aline Rimolo. A produção do concurso é de Marcelo Soes, com apoio de Michael Costa.
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A dinâmica dos programas, de segunda sexta-feira a partir das 13h20min:
Segunda (21/01) - Apresentação das 13 finalistas
Terça (22/01) - Desfile de Biquíni e eleição do Top 10
Quarta (23/01) - Desfile de Traje de Gala e eleição do Top 7
Quinta (24/01) - Prova de Entrevista e eleição do Top 5
Sexta (25/01) - Grande final


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CACO BELMONTE SABE MUITO BEM O QUE FAZ!!





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TEM GENTE QUE PREFERE O INVERNO







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NÃO É PIADINHA






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PIADINHA

Olha o tamanho do rabo do filhote de onça!!



Sexta, 18 de janeiro de 2019




Jamais troquei de lado.
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HERÓI!!












TECNOLOGIA, NACIONALISMO  E SUBMISSÃO





Contribuição do engenheiro civil Melvis Barrios Junior

O Brasil, por estar entre os dez países mais populosos do mundo e entre os cinco com maior território explorável e habitável, não pode desempenhar um papel secundário na geopolítica mundial.

Apesar desses parâmetros temos quase 100 milhões de pessoas na linha da pobreza com renda anual inferior a 3.000 dólares e quase 50 milhões de analfabetos.

Precisamos de forma urgente romper essa linha do atraso e subdesenvolvimento, fato que somente irá ocorrer se forem realizados investimentos pesados em tecnologia e industrialização do país.

Infelizmente estamos assistindo um dos maiores processos de desnacionalização e desindustrialização da história do Brasil. Depois de 50 anos de investimentos estamos entregando a EMBRAER para os americanos, o Pré Sal para chineses, noruegueses, ingleses e americanos.

Estão transformando o BRASIL em colônia do capital internacional em pleno século XXI, ágora em vez de café e cana de açúcar estamos exportando soja e minério de ferro. Sem uma política industrial forte de produção nacional,continuaremos sem mercado de trabalho, sem bons empregos, mantendo grande parte da nossa população vivendo de forma miserável.

Somos escravos de uma política econômica que em 2018 pagou 600 bilhões de reais somente em juros para rolagem da dívida pública interna.

Somos uma nação sem gestão há muitos anos, com os dirigentes enriquecendo guetos empresariais e criando uma elite no serviço público que sangra os recursos da nação e condena o presente e o futuro da maioria dos brasileiros.



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REFLEXÃO

Existem mil tipos de assédio, mas confesso que não sou alguém que me incomodo muito com assédio, desde que não me toque. Inclusive, se a pessoa demorasse muito a entender, eu ia mesmo e assediava, nunca vi isso como problema.

Luana Piovani



(noiada, pra quem não sabe, é drogada, chapada, sonolenta, por aí)


REFLEXÃO 2

Claro, a gente deu voz a muita gente que era assediada de maneira terrível e cruel. Acho isso superimportante! Mas acho um certo exagero o que tá rolando em relação a assédio. Inclusive, eu, se fosse homem, ia tá com medo de conversar com mulher.  Por isso que está todo mundo usando o tal do aplicativo, o que eu acho terrível. Não tem nada melhor do que paquerar, essa é a parte melhor parte de ser solteira.

Ela mesma



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PERGUNTINHA

Quando vão ser presos esses ex-"dirigentes" do Internacional de Porto Alegre?


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DOIS ANOS DO SÉRGIO - Sérgio Morem Cóssio, diretor-geral do Grupo Bandeirantes RS:
Hoje completo 2 anos de Grupo Bandeirantes!
Agradeço ao presidente Johnny Saad, aos acionistas da família Saad, ao vice-presidente executivo André Aguera, agradeço aos demais vice-presidentes, ao diretor de rede Rodrigo Neves, toda diretoria em São Paulo, colegas de rede, agradeço minha equipe aqui do Rio Grande do Sul: Neca Hickmann, Ciça Kramer, Norton Marcon, Natália Ledur, Rodrigo Simch, Maicon Bock; Fabio Pinheiro, demais colaboradores(as) da Band RS, agradeço ao público que nos honra com sua audiência, agradeço ao mercado, especialmente aos nossos anunciantes e agências de publicidade, agradeço às entidades parceiras, enfim, registro minha gratidão a todos que acreditam no meu trabalho!!! Vamos em frente.


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BEM ISSO

O problema não é voto aberto ou fechado; o problema é, em qualquer circunstância, haver 41 senadores dispostos a votar no Renan.

Andre Arnt

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O que fico mais indignado é que o "senador" reeleito Paulo Paim já disse que vota no Renan Calheiros. As pessoas que votaram nessa coisa não estão indignados?


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QUALIDADE É TUDO, NÉ GAUCHAZH?

Deve ser as mulheres da família do Adolfo, que fizeram uma editora!

Chamada na capa:


O título da matéria:

(clica em cima que amplia)

E durante toda a quinta-feira a "Bloch Editoras" ficou no ar.
Significa que nem o autor do artigo leu o que foi postado.

...

Gostei do artigo do Italo Bertão Filho, estudante de Jornalismo da PUC, sobre o Carlos Heitor Cony, com o título aí de cima. Um excelente resumo da vida do escritor.
Ele só esqueceu que Cony, no início do golpe de 64, foi favorável ao que os milicos fizeram. E por trabalhar para um baba-ovo dos milicos, Adolpho Bloch, era chamado pelo pessoal de O Pasquim de Carlos Heitor Conyvente..


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OUTRA DA GAUCHAZH! - Redator ingênuo!!
A "menina" de 12 anos devia estar brincando de boneca ou de casinha na rua. Nada estranho ser as três horas da manhã. Um anjinho.
E falam ainda em feminicídio!
Tinha que ser infanticídio!!
A joia jornalística está em https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2019/01/menina-de-12-anos-e-assassinada-a-tiros-na-zona-leste-de-porto-alegre-cjr0n6nqr019a01pkrhbfhy0f.html








CONVITE DO MILTINHO TALAVEIRA - Porto Alegre cinquenta graus no verão é o inferno úmido, mas a edição da festa Blow Up convida a todos para afogar as mágoas (e o calor) dando um splash com o filme Aquaman.
No filme o personagem aprende que não pode fazer tudo sozinho quando começa uma jornada em busca de algo muito importante para o futuro de Atlantis. Na festa desta edição todos podem ser o personagem para encontrar a felicidade nas pistas, já que teremos rodada dupla de água que Aquaman não bebe.
A edição desta Blow Up que acontece neste sábado, dia 19 de Janeiro, no Bar Ocidente vai ter rodada DUPLA de cerveja 600 ml até meia noite. Então #ficadica, cheguem cedo e se atirem no líquido que Aquaman não bebe.
...
A Blow Up é uma festa que acontece há treze anos, sempre a cada terceiro sábado do mês no Bar Ocidente. Cada edição da festa tem uma inspiração diferente que exibe filmes, seriados e/ou novelas no telão e realiza intervenções pelos ambientes do Bar Ocidente. Nestes treze anos já foram realizadas festas com os mais variados filmes e temas, desde com o clássico filme dos anos 60, que dá nome a festa, bem como seriados clássicos e contemporâneos, destaque para duas edições Star Wars onde a festa colocou cosplays diretamente do Conselho Jedi/RS, e já houveram algumas edições baseadas em atores.
Em duas pistas no Bar Ocidente, uma somente com música pop-eletrônica e outra com clássicos de todas as décadas levam alegria e boas energias até amanhecer, para os mais variados gostos.
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Serviço:
O QUÊ: BLOW UP, A Festa.
DJs: Claus Pupp, Julia Barth, Felipe Velia, Mely Paredes e Camila Vargas
QUANDO: Sábado, 19 de Janeiro, 22h.
ONDE: OCIDENTE (João Telles esquina Osvaldo Aranha)
Ingressos
R$ 60,00
NA HORA: R$ 65,00


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UMA ESTRANHA AMIZADE - Ontem postei aqui um texto do Nilton Fernando sobre a morte do Lua. Alguns contemporâneos não gostaram do que escreveu o Nilton. Mandaram histórias, envolvendo os dois, que não favorecem o Nilton. Por isso não publico. Apenas registro a insatisfação. E destaco que Nilton e Lua não eram amigos na década de 90.


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NÃO ENTENDO O JORNALISMO DA RBS - Ontem, assisti uma matéria sobre o aniversário de uma boneca grande - não entendi direito, mas estavam na sede de um grupo teatral (?). Muita animação, muitos sorrisos e a festa que iriam fazer na tal sede - "tem lugar para todos". Só que não oferecem ao telespectador informações de "serviço", tipo dias, horários e, principalmente, o LOCAL.
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Que jornalismo de mierda!!


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UMA OPORTUNIDADE ÚNICA!
CACO BELMONTE SABE MUITO BEM O QUE FAZ!!





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TEM GENTE QUE PREFERE O INVERNO

O calor nesta semana está terrível!!
Clique em cima e veja como a mocinha está suada!




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NÃO É PIADINHA


Isso não é crime?





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PIADINHA




Quinta, 17 de janeiro de 2019




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Recebo de um amigo gaúcho
que mora na Irlanda:
"(...)Estarei em Porto Alegre no final do mês e vou para a praia. Quero assistir ao 
Planeta Atlântida em SC e depois 
o Garota Verão em Capão."
COITADO!!









REDAÇÕES DA MINHA VIDA




Esta aí é a redação do falecido Jornal do Brasil, nos anos 80.
A rigor, todas as redações eram muito parecidas. Até as assessorias de imprensa, como da Assembleia Legislativa e Câmara de Vereadores. Em geral, tinham muita gente, muito barulho e muita risada.
A primeira que encarei foi a do Diário de Notícias, na avenida São Pedro. No primeiro dia vi e fiquei meio atordoado: um dos meus ídolos, o Marçal, trabalhava lá. Ele era editor de Internacional e nos tornamos amigos. Tinha pouca gente, nas era uma esculhambação diária, comandada pelo diagramador Enir Borges e pelo próprio Marçal.
Depois tive uma passagem de poucos meses no Correio do Povo. Cobria o Carnaval. Como eu saia das festas das escolas de samba e ia direto pra redação, só via o Mario Quintana sentado em seu canto. Raramente ia em outro horário. Mas o CP era uma redação mais comportada.
Aí fui pra Zero Hora e também raramente ia na redação - passava o dia da Assembleia. Ah, sim, lá era uma esculhambação danada! Imagina os funcionários da Assembleia, os contratados pelas bancadas de deputados e partidos e os coleguinhas dos veículos num salão que não era muito grande. Foi um dos melhores períodos da minha vida.
No Rio, no primeiro Governo do Brizola, ninguém tinha muito tempo para brincadeira. Lá o bicho pegava, mesmo.
Ah, teve também o período em que trabalhei na Rádio Farroupilha, quando o Flávio Alcaraz Gomes e o Cândido Norberto mandavam. Não tinha bagunça, porque, fora os que mandavam, todos funcionários eram de ixquerda.
...
Hoje é tudo muito diferente.
Há uns anos entrei na redação da Assembleia e pensei que estava no lugar errado. Um silêncio triste. Os velórios costumam ser mais animados. O mesmo dá para dizer das redações de veículos. A impressão é de que os atuais jornalistas não conseguem pensar/escrever com barulho.
Olha, eu não trabalharia numa redação silenciosa.
Ainda bem que faço tudo em casa e ouço o barulho que quero.
Já imaginou esses jornalistas mudernos fazer um texto ouvindo o Fofocalizando?
HAHAHAHA!!!
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Tomaram um fartão ontem do Paulo Motta?
Então aí vai mais um:

ZERO HORA

Entrei na Zero Hora em 1978, no Departamento Comercial, regido pelo Bolivar Madruga Duarte - o cara que inventou o ZH Classificados - fiquei até 2001 depois fui pro Pioneiro, em Caxias do Sul, também da RBS.
Nesse período de Zero Hora, tive o privilégio de conhecer malucos, abençoados doidos tipo o Nelson Matzenbacher Ferrão, o Mola, o José Antonio Ribeiro, o Gaguinho, o Carlos Fehlberg, o Clovis Heberle, o Chimba, Kau, Eber Borba e o brilhante Lauro Schirmer.
Era uma época de trabalhar e gostar do que a gente fazia.
O Gerson Schirmer deve lembrar que a gente saía do jornal e passava no Porta Larga, barzinho ao lado da Zero, pra fazer um churrasquinho. Tudo lá pelas duas da manhã.
Nossa vida era uma maravilhosa bagunça, creiam.
No inverno, volta e meia, a gente parava no Bar Luanda, mais conhecido como o Bar do Tide, na José do Patrocínio quase com a Venâncio Aires, aqui em Porto Alegre.
A sopa do Tide era celestial, mas muitos diziam que o Tide servia com o dedo dentro do prato. Maldade!
Numa dessas épocas eu namorei a Bagulho, uma revisora deliciosa.
Não, não, ela não era um bagulho. Ela tinha a língua pguesa e odiava o bagulho das máquinas de escrever. Concordo que egam bagulhentas, mesmo.
De um dia pro outro, acabaram as máquinas de escrever, tudo ficou informatizado e, se tu entrar na Redação da Zero Hora, hoje, parece que estás num bloco cirúrgico.
Tenho a impressão de que falta um pouco daquela esculhambação dos anos 80.
Perdoem o meu saudosismo, queridos meliantes.
Belas e douradas lembranças.


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LEMBRA DO BEBÊ-DIABO? NÃO?
ENTÃO CONHEÇA TODA A HISTÓRIA


Nos anos 70 eram "comuns" matérias sensacionalistas. Muitas inventadas, por incrível que pareça.
Vou contar uma dessas inventadas, só não dou os nomes porque os dois protagonistas morreram e não quero confusão com herdeiros.
Editoria de Polícia pequena. Dois repórteres trouxeram aquelas matérias "feijão com arroz", que não se prestam para manchete. Quando o terceiro repórter chega, o editor fala:
- Começa logo a escrever, 80 linhas ou mais, tem espaço.
O repórter:
- Não deu certo, furou. O cara deu pra trás, não quis falar.
- E eu o que faço com o espaço em branco?
Começaram a conversar e o desespero aumentando. Aí o repórter vai pra sua mesa e começa a datilografar.
- O que tu vai fazer?
- Deixa comigo.
No dia seguinte, a manchete:

ESTUPRADOR ATACA DUAS ALUNAS NA PUC

Matéria muito bem feita, com riqueza de detalhes.
Até os Irmãos Maristas ficaram com medo do estuprador.
Tomaram providências.
Noas dias seguintes o assunto continuou e os jornais concorrentes desesperados, porque não conseguiam nenhuma informação.
Não lembro bem, mas parece que até entrevistaram o estuprador.
...
Por todo o Brasil existiram matérias desse tipo.
Lembro quando eu era pequeno, no Rio a cidade era aterrorizada pelo "Bandido da Luz Vermelha". O curioso é que em Porto Alegre também tinha um bandido com o mesmo apelido. Assim como o "Cara de Cavalo".
E discos voadores?
E a "Loira do Cemitério", que comia taxistas?
...
Uma das melhores, que já foi até estudada, é a história do BEBÊ-DIABO.
Acompanhe a impecável matéria da Veja São Paulo:

A manchete que mexeu com São Paulo nos anos 70 – o bebê-diabo

A lenda urbana que surgiu em 1975 e é comentada até hoje



O dia 11 de maio de 1975, dia das mães, seria um domingo sem grandes novidades, como qualquer outro dia das mães naquela época. Mas, a edição daquele dia de um jornal mudaria tudo. Desde as primeiras horas da manhã, as bancas estavam lotadas de pessoas comprando o jornal Notícias Populares, já famoso naquela época por suas histórias exageradamente sensacionalistas, e que trazia estampada em letras garrafais a manchete “Nasceu o Diabo em São Paulo”. Eles acertaram em cheio no imaginário popular! Todo mundo queria saber a história do bebê que tinha nascido num hospital de São Bernardo do Campo, com chifres, rabo e ameaçando todo mundo assim que nasceu.

Dia após dia, novas histórias iam surgindo sobre o temido bebê-diabo, todas elas “documentadas” pelo jornal. Pessoas que o viram soltando fogo pela boca, gente que jurava que seu corpo era coberto de pelos, e até relatos do repórter que entrevistou as enfermeiras e todas elas rezavam um Pai Nosso antes de falar sobre o assunto. Por 25 dias seguidos, a principal manchete do NP fazia alguma referência ao bebê-diabo, e depois, por mais 12 dias, notícias sobre ele ainda estampavam a primeira página, mas não mais como manchete, completanto um total de 37 dias de notícias sobre o acontecimento.

Abaixo, a relação de todas as manchetes sobre o bebê-diabo no NP:

11/05/75 – NASCEU O DIABO EM SÃO PAULO

12/05/75 – BEBÊ-DIABO DESAPARECE

13/05/75 – FEITICEIRO IRÁ AO ABC EXPULSAR O BEBÊ-DIABO

14/05/75 – BEBÊ-DIABO DO ABC PESA 5 QUILOS

15/05/75 – BEBÊ-DIABO INFERNIZA PADRE DO ABC

16/05/75 – NÓS VIMOS O BEBÊ-DIABO

17/05/75 – POVO VAI VER O BEBÊ-DIABO

18/05/75 – PROCISSÃO EXPULSARÁ BEBÊ-DIABO

19/05/75 – VIU BEBÊ-DIABO E FICOU LOUCA

20/05/75 – SANTO PREVIU O BEBÊ-DIABO

21/05/75 – BEBÊ-DIABO NOS TELHADOS DAS CASAS DO ABC

22/05/75 – MÉDICO AFIRMA: O BEBÊ-DIABO NASCEU NO ABC

23/05/75 – DIABO EXPLODE MUNDO EM 1981

24/05/75 – BEBÊ-DIABO PAROU TÁXI NA AVENIDA

25/05/75 – FAZENDEIRO É O PAI DO BEBÊ-DIABO

26/05/75 – BEBÊ-DIABO VIAJA PARA VER O PAI

27/05/75 – BEBÊ-DIABO APARECE NO LUGAR DO ECLIPSE

28/05/75 – MAIS 7 VIRAM O BEBÊ-DIABO

29/05/75 – BISPO MORRE DE MEDO DO BEBÊ-DIABO

30/05/75 – BEBÊ-DIABO ARRASA COM RITUAL DE UMBANDISTA

31/05/75 – FANÁTICOS AMEAÇAM BEBÊ-DIABO DO ABC

01/06/75 – SEQÜESTRADO BEBÊ-DIABO

02/06/75 – BEBÊ-DIABO À MORTE

03/06/75 – BEBÊ-DIABO FOGE PARA O NORDESTE

04/06/75 – PADRE DE MARÍLIA: “EU ACREDITO NO BEBÊ-DIABO DO ABC”




Relatos de pessoas entrevistadas diziam que o bebê pulou telhados, pediu sangue para beber, saltou da janela do terceiro andar e tomou um taxi e pedu ao motorista que o levasse ao inferno. Histórias sobre ele não paravam de chegar. O jornal até publicou algumas prováveis razões que poderiam explicar a existência do bebê-diabo.

O Notícias Populares, que tinha uma circulação média de 80 mil exemplares por dia, saltou para mais de 200 mil. A primeira notícia, aquela do dia 11 de maio, bateu todos os recordes de vendas da época, e sobraram somente oito exemplares do jornal nas 2 mil bancas em que ele era vendido.



Mas o que aconteceu, na verdade? Realmente um bebê nasceu naquela maternidade com duas pequenas saliências na testa e um prolongamento do cóccix, problemas que eram facilmente resolvidos com uma pequena cirurgia ali mesmo. Mas o fato foi distorcido e o boato correu a cidade, chegando até a redação da Folha de São Paulo, responsável pelo jornal Notícias Populares. Um repórter foi destacado para cobrir a história e voltou com um texto relatando os fatos médicos, sem nenhum sensacionalismo. Mas a direção do jornal decidiu manter a lenda urbana e tratar o fato como sobrenatural. E depois do recorde de vendas da primeira edição, continuaram no assunto até que se esgotasse.



O assunto foi um dos mais marcantes da história do Notícias Populares, e é contado em detalhes em livros como Espreme Que Sai Sangue: Um Estudo do Sensacionalismo na Imprensa, de Danilo Angrimani, e Nada Mais Que a Verdade: A Extraordinária História do Jornal Notícias Populares, de Celso de Campos Jr., Denis Moreira, Giancarlo Lepiani e Maik Rene Lima. Um documentário de 2002 sobre lendas urbanas, chamado Nasceu o Bebê-Diabo em São Paulo, de Renata Druck, coloca esta história entre outras lendas urbanas paulistas.

Mais de quarenta anos após a curiosa história, são poucas as pessoas que nunca ouviram falar do temido bebê-diabo, que aterrorizou uma geração, mesmo sem ter existido.


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UMA OPORTUNIDADE ÚNICA!
CACO BELMONTE SABE MUITO BEM O QUE FAZ!!





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MENOS UM - Uma das mais belas vozes do rádio se calou. Quem conta é o amigo Nilton Fernando:

Tô sabendo agora que meu fraterno amigo Luis Antonio Borba morreu. Amigo querido, começamos juntos na antiga TV Difusora no programa Comunicação e depois no PortoVisão. Considerado uma das mais simpaticas figuras do rádio. E um vozeirão...
Lua, como era mais conhecido, teve passagens por diversas emissoras de Porto Alegre, especialmente Rádio Guaíba ( dos bons tempos de locutores em dupla), Radio Gaúcha, Bandeirantes FM, e especialmente a Rádio Cidade no maravilhoso elenco fundador da emissora. Teve passagens na Tv Piratini, Tv Difusora e Tv Gaúcha. Vá em paz meu amigo, distribuindo seu sorriso, suas gentilezas. Vamos sempre sentir tua falta. Muito cresci e aprendi com vc, meu irmão.
Na segunda foto estamos eu, Olga Jugnemann e o Luis Antonio Lua em nossa estréia na TV.






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DEIXOU O ZERO HORA: CLÁUDIA LAITANO - Na página da jornalista do Facebook. Ela não esclarece se saiu ou foi dispensada.

Noel Rosa, Kurt Cobain, Amy Winehouse, Leila Diniz… Todos permaneceram menos tempo no planeta do que eu trabalhando na Zero Hora. Foram 33 anos (Jesus!) de muitas Cláudias diferentes e muitas redações diferentes também. Entrei no jornal pela primeira vez em 1985, estudando Psico e buscando um bico noturno para conciliar com a faculdade. Saio de lá mulher feita, mas com a mesma sensação de “work in progress” que tinha aos 18 anos e que pretendo manter no mínimo até os 81. Me cobrem.

Uma empresa é uma entidade abstrata. De todos esses anos, o que fica são as pessoas do bem, as memórias boas e a certeza de que eu não teria durado dois anos na profissão se não tivesse optado pelo jornalismo cultural, o setor mais divertido (e desprestigiado) de qualquer redação de jornal.
Trabalhar na área cultural é sempre uma utopia e como todas as utopias se sustenta em um ideal – e ter um ideal, hoje em dia, é um luxo. Viajei, conheci gente talentosa e ídolos de infância, aprendi mais sobre arte do que poderia sonhar quando entrei no Jornalismo da UFRGS. E nunca me arrependi de ter mudado de profissão ou de ter apostado todas as minhas fichas no caráter civilizatório da cultura e da arte.

Saio da redação, mas a coluna fica (volta em março). Também fica a popular “Lei Cláudia Laitano”, que permite que os jornalistas tirem licença de um mês antes de escrever seu trabalho de mestrado ou doutorado. Morro de orgulho de o apelido da regra ser o meu nome. Estudar é a melhor coisa que existe e pretendo praticar muito esse esporte nos próximos anos. Não deixem a "Cláudia Laitano" caducar!

Às muitas equipes que eu chefiei e aos colegas de todas as áreas, obrigada pelo carinho e por décadas de trocadilhos infames. Continuem praticando porque eles SEMPRE podem piorar.

PS: meu novo email é o claudia.laitano21@gmail.com


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FIREHOSING - Li um artigo sobre isso na Coletiva, "'Firehosing' e o estrago que isso pode causar ao jornalismo". Não intindi.
Será que tem alguma coisa a ver com "concertação", que o Tarso Fernando sempre usa? Descobri ao menos que firehosing é mangueira de incêndio em inglês.
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Agora, ao invés de mandar os chatos chupar um carpim vou dizer: "VAI CHUPAR UMA FIREHOSING!!".


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IMITADOR - Não sei o nome do dito, mas tem um repórter na RBS TV que imita - ou tem como ídolo - o Régis Rösing, que começou aqui na "líder" e está na Globo.


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400 JORNALISTAS - Legal que a CNN contrate muitos jornalistas no Brasil. Mas, sei não, a contratação desse Douglas Tavolaro, ex-Rede Record, como presidente... Não consigo confiar nesse sujeito. Nemo conheço, mas não gosto. NÃO CONFIO!
Já sei a resposta que vão dar: ele nem vai dormir hoje.
Pois é, mas só escrevo isso para que não se iludam.
...
O projeto é do empresário Rubens Menin, fundador e presidente do conselho da construtora MRV. A empresa, de capital brasileiro,  terá o licenciamento da marca americana no, terá um canal de notícias 24 horas a ser transmitido por meio de TV por assinatura e por plataformas digitais.


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DEPOIS ARRUMARAM.
AGORA ESTÃO MAIS RÁPIDOS!

há uma hora

ANCARA

urquia criará na Síria a 'zona de segurança'

sugerida por Trump

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TEM GENTE QUE PREFERE O INVERNO

Os biquínis lisos são top!







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NÃO É PIADINHA


Braços cruzados: o que será que as pessoas pensam pra fazer fotos assim?
Olha a que recebi do Adriano M.:



Flávio Dutra, me diga: Braços Cruzados
não é um bom nome para banda?


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PIADINHA


Creche de maridos: grátis!!





Quarta,16 de janeiro de 2019




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
...
ANDO DEVAGAR
PORQUE NÃO TENHO PRESSA







HORÁRIO DE VERÃO!
Atualizado diariamente
até 10 horas





Escreva apenas para








Acho que foi Marcos Valle
quem falou, lá pelos anos 70:
"Não confie em ninguém
com mais de trinta anos". 
Hoje, eu diria: "Não confie em ninguém que nasceu depois
da morte do Ayrton Senna".
Paulo Motta










UM FARTÃO DE PAULO MOTTA!!





Paulo Motta, o verdadeiro Mito, nasceu em São Borja-RS, em em 25 de maio de 1962. É filho da Norma, que continua vivendo em São Borja.
Trabalhou pouco mais de três décadas na RBS e saiu antes de completar o tempo para se aposentar.
Passou boa parte de sua vida em Porto Alegre e Caxias do Sul.
Jornalista. Como poucos sabe tudo de jornal.
Dois livros publicados.
Contador de histórias como poucos.
É admirado por centenas de mulheres.
E ele admira um homem: Lobo, seu filho.
O outro Mito copia tudo do Paulo Motta.
Até a bolsa de colostomia está usando.







RESISTÊNCIA 

Queridos paroquianos e paroquianas, o Bolsonaro está governando o país há poucos dias e esculhambou tudo! 
Não existe mais Justiça do Trabalho, os trabalhadores perderam seus privilégios, a imprensa foi amordaçada, o Brasil está entregue aos japoneses, canadenses e,principalmente, ao Grande Satã norte-americano que esmaga os países da América Latina! 
Vamos resistir, ainda temos tempo de nos unir numa grande corrente contra tudo isso que aí está! 
Proteste, grite, aprenda a fazer coquetel molotov e jogue no lixo esses símbolos imperialistas burgueses que a sociedade capitalista opressora te enfiou goela abaixo tipo IPhone, Instagram, feicebuque, celulares, computadores, automóveis e outras tranqueiras típicas do imperialismo ianque. 
E pior: Bolsonaro indicou a própria esposa para ser a Primeira Dama, num ato do mais puro e abjeto nepotismo!
Até quando suportaremos isso?
Vamos à luta, somos bravos, aguerridos e fortes! 
Viva PolPot, Viva Ho Chi Min! Fora Geisel!


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COUSAS

Juro pra vocês que não costumo falar de política aqui no feice mas, de vez em quando, posto minha opinião. 
Fascista, nazista e golpista são cousas que ouço muito. 
Nessa briga de bugios, lembro da aventura de um capataz da Fazenda Santa Rita, Conde de Porto Alegre, distrito de São Borja, o Bento Nicolau. 
Sabe-se lá Deus, o patrão dele inscreveu o Bento num curso de gerência situacional, nem me perguntem, tá? 
No primeiro dia, a primeira turma reunida num hotel grã-fino, Bento Nicolau sentindo-se pouco à vontade, de lenço, bombacha e botas lustradas, acende um cigarro e, logo, um engomadinho falou, apontando pruma placa grudada na parede: 
- O senhor não viu a placa? Por favor não fume! 
- Mas eu não faço favor pra ninguém, lasquiado!
Começa a reunião, um grupo de dinâmica de quatro pessoas, incluindo o Bento Nicolau, três homens e uma mulher, com uma psicóloga coordenando. 
A psicóloga pergunta pro primeiro homem: 
- Diga seu nome, do que gosta e o que faz.
- Meu nome é Rogério, adoro música brasileira, sou engenheiro. 
O segundo homem:
- Meu nome é Artur, gosto de motociclismo, música clássica, sou médico. 
Na vez dela, a mulher fala: 
- Meu nome é Paula, gosto de mulher, acordo pensando em mulher, amo seios e coxas de mulher, sou lésbica! 
Na vez dele, Bento Nicolau saiu-se com essa pérola: 
- Meu nome é Bento Nicolau, cheguei aqui pensando que era um peão domador, mas agora descobri que sou lésbica!
Moral da história: tudo é relativo, nada é absoluto!
Um beijo no pulmão encardido de todos e todas.


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FITINHA

Olha, tenho algumas restrições quando abro algum pacote de bolachinhas, drops tipo halls ou coisa parecida.
Nem sei se ainda se chama drops; na minha época - coisas medievais - , chamava-se assim e a gente abria arrancando a parte que dava. 
Tempos das balas Soft e da Pastelina, que existe até hoje - a Pastelina - e a fábrica fica na Comendador Coruja, Portalegre, creiam, cães infiéis!
Hoje, todos esses pacotinhos vem com uma fitinha vermelha indicando onde tu deve abrir, pequeno estúpido morto de fome. 
Devo ser muito estúpido, pois ainda não consegui achar o truque da fitinha vermelha, juro! 
Estraçalho o pequeno pacote e, depois, vejo o raio da fitinha vermelha no que restou do que quer que fosse.
Talvez Estela Kerchener, minha delicada professora, me oriente sobre essas minhas ogricidades, coisas de ogro que só ela, a Estela, poderá me corrigir.
Beijão no pâncreas dos meus amiguinhos e amiguinhas!


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CIDADE BAIXA

Dia desses, eu enchia a minha carinha ali na República quase com a Lima e Silva tipo uma e meia da manhã, na santa paz do Senhor e uma menina aproximou-se da minha mesa, de mãos dadas com um unicórnio azulado, cheia de pregos na cara e perguntou: 
- Ô, tio, consegue um dos teu?
- Um dos meu? 
- Isso.
Entendi quando ela apontou seu dedo com unhas multicoloridas pra minha carteira de cigarros.
Aaaah, claro.
Ela e o unicórnio me levaram dois 'dos meu' e resolvi me recolher aos meus borzeguins, afinal de contas, lugar dos tios de cabeça branca a essas horas é na cama, tomando um chazinho de camomila. Ou cogumelos, depende do tio, hein?
Aliás, a menina com os pregos e piercings na cara, aposto que não passa numa porta de banco!
Cuidado, Paulo Motta, do jeito que vai a cousa essa doidinha poderá ser a presidenta da república ou uma deputada federal, não é?
Beijo carinhoso e afetuoso no intestino de vocês, queridos bandalhos!


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SUCURI

Junto com a capacidade de ler, assimilar e entender o que se lê, ganhamos a capacidade da interpretação.
E exercemos essa capacidade de acordo com nossas conveniências, o que não invalida o conteúdo mas macula a essência do que o autor quis dizer na obra. 
Nunca li Antonio Gramsci, Marx, Trotsky ou Santo Tomás de Aquino, pra minha cabeça seria uma ode à chatice cósmica galáctica. Já tentei, juro pra vocês. 
Aquela dupla sertaneja Nemli e Nemleriei, saca?
Tive uma semi-namorada quase sem uso, que fazia Artes Dramáticas na UFRGS, e intelectualizava no Libelu e eu, para entrar no clima comecei a ler As Confissões, de Jean-Jacques Rosseau.
Uma leitura pesada - o livro terminou como peso pra porta não bater - que só me agradou enquanto a moça gravitou no meu JK da Duque de Caxias. Não engravidou, gravitou, certo?
Talvez se eu tivesse lido qualquer um desses caras que citei, minha vida tivesse tomado outro rumo, quem sabe? 
Pelo que vi, rapidamente, todos são muito sérios, muito sisudos e eu já chegara à conclusão de que vim ao mundo pra me divertir e não pra salvá-lo. 
Talvez pudesse subverter alguns argumentos desses escritores e usá-los em meu benefício, quem sabe?
Sei não, mesmo sem lê-los já inventava coisas em rodadas de cervejas do tipo: "Como diria Gramsci: o proletariado deverá ser conduzido acima dos interesses do Estado enquanto estado!".
Nunca alguém retrucou ou me chamou de farsante - e não foi por elegância - sinal que ninguém entendeu nada e nem iria procurar em obras de Gramsci se eu estava mentindo ou não. Acho que eu seria um bom político.
Considerando que o ser humano se mata alegando que o sacrifício da pilha de mortos na porta da sala é dele e para ele mesmo, achei melhor ficar longe da equipe que está aqui para nos salvar.
Nunca consegui dar sentido a isso, extrapola o meu escasso entendimento do habitat no qual estou inserido. 
Melhor ficar restrito a esse escasso entendimento: trabalho, pagar contas, bar, uma menina bonitinha, bar, trabalho, não pagar alguma conta, um Jack Daniel's sem culpa e dar risada, afinal de contas, alguém tem quê, não é? 
Em seguida retornarei; minha prima Neca, de Pitibiriba, me prometeu um novo bichinho de estimação: um filhotinho de sucuri, um amor.
Em Pitibiriba tem muita sucuri e ela vai trazer pessoalmente, aguardem!
Vou ver minha novela das dez, a Chisputa, até já!
Desculpem, Chispita.


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SANIDADE

Éramos loucos naqueles anos 80 que começavam no domingo e nunca mais terminaram, em Porto Alegre.
Acordávamos ao som do Hotel Califórnia e do The HouseOf The Rising Sun, amontoados num apartamento quarto-sala no centro de Porto Alegre, com alguma menina vestida com aquela minha camiseta que eu nem sabia onde estava. Elas descobrem. 
Uns cinzeiros entupidos de cigarros e pontas e nós ali, esperando o mundo acordar. 
Maria do Socorro, a Mary Help, limpava o apartamento antes de ir embora, embora ela nunca tenha ido embora da minha vida, fugida do Circo Roskov, onde era engolidora de fogo e, eventualmente, espadas. 
Nos conhecemos num boteco da Fernando Machado e os grandes negros olhos dela me contaram que fugia do namorado palhaço que descobriu seu - dela - caso com o homem-bala. 
Mary Help me encantou durante um tempo depois sumiu. Mas ficou no meu coração e seu cheiro eternizou-se na minha camiseta que perdi. 
Assim como perdi muita coisa nesse caminho doido que percorro, desde anos 80. 
Espero que ela tenha deixado de engolir fogo. Espadas, não sei!
Beijinhos e abracinhos.


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VIAGENS

Quando trabalhava em Caxias, nas sextas feiras vinha de ônibus pra Porto Alegre e, de tanto frequentar a rodoviária, já conhecia seus personagens das sextas naquele horário. 
Sentado, esperando o embarque, observava a menina com o namorado que estudavam na UCS - Universidade de Caxias do Sul - e iam pra São Sebastião do Caí. 
Conhecia a professora que, cheia de pastas, pegava o mesmo ônibus e eu conhecia os funcionários, serventes, pessoal da limpeza; conhecia todos. Mas uma figura, particularmente, chamava mais a minha atenção: era um baixinho, carregador de malas, num jaleco azul escuro que era a cara do Ron Jeremy, um ator pornô das antigas. 
Cabelo grande e bigode, um tipo que passa despercebido em qualquer lugar. Numa daquelas noites aconteceu uma coisa diferente.
Percebi que uma mulher pequena, puxando duas crianças, atravessava a pista dos ônibus e se dirigia à plataforma de passageiros onde os esperava o Ron Jeremy. 
Eles se abraçaram tão alegremente e as crianças - um casal com pouca diferença de idade - se agarravam ao pai numa festa que valia a pena assistir. 
Em seguida se dirigiram a uma lanchonete, todos agarrados, e sentaram pra comer alguma coisa.
Sozinho, ali parado, pensei: será isso a felicidade? 
Comecei a imaginar a casinha deles, o aconchego do jantar simples e o movimento da esposa arrumando as roupas dos filhos pra escola, no outro dia.
Não precisava ninguém dizer que havia muito afeto naquela família de pequenos. 
Não havia carrões anabolizados ou celulares pirotécnicos, apenas muito carinho e uma cumplicidade entre os quatro, de fazer inveja a qualquer mortal com um pouco de sensibilidade. Certamente nenhum deles fez curso com o Shiniashiky ou aprenderam a fórmula do amor em cursos-relâmpago.
Sinceramente, quando alguém me perguntou e certamente, no futuro, perguntará: tu me ama? Não sei. Pode ser. 
Pode ser que te ame até o dia em que o meu futebol do sábado, que me acompanhavas, passe a ser um motivo de discussão. Que eu precise pedir um abraço quando chegar em casa de saco cheio do mundo. 
Pode ser que, o que chamávamos de amor, não resista ao desemprego. Pode ser, ainda, que amor seja apenas tolerância até um determinado limite, onde cada um tem o seu próprio limite. 
Pra mim, o amor foi pro beleléu quando o abraço, o beijo e aquela frase tão boa de ouvir "senta aqui, me conta o que tu fez hoje!", viram protocolo, uma coisa plástica. Sem contar o brilho dos olhos que não brilham mais. 
Pois é, senhores ouvintes, o bicho humano é complicadinho! 

Boa noite que amanhã tem missa, sacripantinhos e sacripantinhas!