Sexta, 18 de junho de 2021


SOU QUEM SOU.
TUA APROVAÇÃO NÃO É NECESSÁRIA.
...

ANDO DEVAGAR
PORQUE JÁ TIVE PRESSA






Escreva apenas para


COMENTÁRIOS: Todos podem fazer críticas, a mim, a qualquer pessoa ou instituição. Desde que eu tenha alguma informação do crítico - nome, telefone, cpf - ou seja, dados. Claro que existem pessoas que conheço e que não necessito dessas informações. MAS NÃO PUBLICO CRÍTICAS FEROZES. 




especial

Nesta sexta, uma cesta 
de 
George Bernard Shaw! 


Não tenho preconceitos,
odeio a todos igualmente.




A minha maneira de brincar é dizer a verdade.
É a brincadeira mais divertida do mundo.






O segredo para ser infeliz é ter tempo livre para se preocupar se se é feliz ou não.





George Bernard Shaw nasceu em Dublin, em 26 de julho de 1856. Dramaturgo, romancista, contista, ensaísta e jornalista, Shaw morreu em  Ayot St Lawrence, Inglaterra, em 2 de novembro de 1950. Cofundador da London School of Economics, foi também autor de comédias.                  

Shaw irritou-se com a exploração dos trabalhadores. Socialista ardente, escreveu muitos folhetos e discursos para o socialismo fabiano. Tornou-se um orador dedicado à promoção de suas causas, que incluem ganhar direitos iguais para homens e mulheres, aliviar os abusos contra trabalhadores, rescindir a propriedade privada de terras produtivas e promover estilos de vida saudáveis. Em pouco tempo, tornou-se ativo na política local, no London County Council.


Ganhou um Prêmio Nobel de Literatura (1925) e um Oscar (1938). Shaw por suas contribuições para a literatura e por seu trabalho no filme Pygmalion (My Fair Lady). Ele quis recusar o Prêmio Nobel porque não suportava honrarias públicas. Mas acabou aceitando a pedido da esposa que considerava o Nobel como homenagem à Irlanda. No entanto, ele rejeitou o dinheiro pedindo que os fundos fossem utilizados para financiar traduções de livros suecos para o inglês.

Shaw nasceu numa tradicional mas empobrecida família protestante. Foi instruído por um tio mas rejeitou a educação escolar e, aos 16 anos empregou-se em um escritório. Adquiriu amplo conhecimento artístico graças à mãe, Lucinda Elizabeth Gurly Shaw, e às frequentes visitas à Galeria Nacional da Irlanda. Decidido a tornar-se escritor, foi morar em Londres em 1876.

Por mais de 10 anos, seus romances foram recusados por todos os editores da cidade, assim como a maior parte dos artigos enviados à imprensa. Tornou-se vegetariano, fervoroso defensor do socialismo fabiano, orador brilhante, polemista e fez as primeiras tentativas como dramaturgo.


Em 1885,conseguiu um trabalho fixo na imprensa e durante quase uma década escreveu resenhas literárias, críticas de arte e colunas musicais. Sua atividade literária, em especial a produção teatral, foi uma sequência de sucessos; destacou-se também na crítica literária, teatral e musical, na criação de panfletos e ensaios sobre assuntos políticos, econômicos e sociais. Como crítico de teatro da Saturday Review (1895), atacou insistentemente a pobreza qualitativa e artística da produção teatral vitoriana.


Durante a Primeira Guerra Mundial, interrompeu sua produção teatral e publicou um polêmico panfleto, Common Sense About the War, no qual considerava o Reino Unido, os aliados e os alemães igualmente culpados e reivindicava negociações de paz.


Em suas últimas peças, intensificou as pesquisas com a linguagem não-realista, simbolista e tragicômica. Por cinco anos deixou de escrever para o teatro e dedicou-se ao preparo e publicação da edição de suas obras escolhidas (1930-1938), e ao tratado político The Intelligent Woman's Guide to Socialism and Capitalism (1928). A sua correspondência também foi publicada, destacando-se a troca de cartas com o escritor H. G. Wells.


Seu corpo foi cremado e suas cinzas, juntamente com as de sua esposa, foram misturadas e lançadas no jardim de sua casa ao longo da estátua de Joana d'Arc em Shaw's Corner, Hertfordshire na Inglaterra.




Obra:

Um socialista insociável (1883) - no original An unsocial socialist

The Quintessence of Ibsenism (1891)

Widower's Houses (1892)

A profissão da sra. Warren (1893) - no original Mrs. Warren's Profession

Candida (1894)

O famoso ídolo (1896) - no original Cashel Byrons professional

Plays Pleasant and Unpleasant (1898)

Three Plays for Puritans (1901)

The Devil's Disciple (1897)

Caesar and Cleopatra (1901), citada com sua primeira grande obra

John Bull's Other Island (1904)

Casamento desigual (1905) - no original Irrational knot

Man and Superman (1905)

Major Barbara (1905)

The Doctor's Dilemma (1906, adaptada para o cinema em 1958)

Pigmaleão (1913) - no original Pygmalion, sua peça mais conhecida e que inspirou o filme homônimo (1938) e o musical My Fair Lady (1956), adaptado para o cinema em 1964.

Heartbreak House (1920)

Back to Methuselah (1922)

Saint Joan (1923)

A Milionária


 A minha maneira de brincar é dizer a verdade. É a brincadeira mais divertida do mundo.



Shaw, o dramaturgo da crítica

por Lucas Brandão
https://www.comunidadeculturaearte.com/

George Bernard Shaw foi um homem à frente do seu tempo. A visão que cultivou assentou em premissas sociais que se opunham ao conservadorismo vigente então e foi tanto na literatura como na política que conseguiu imprimir a sua metodologia. Nascido a 26 de julho de 1856 em Dublin, capital irlandesa, no seio de uma família pouco abastada mas tradicional e protestante. Após descobrir a sua vocação para a escrita e após algumas experiências artísticas que lhe consolidaram essa ambição, o irlandês foi com 20 anos para Londres, cidade na qual desenvolveu um regime educacional autônomo.

Nesse regime, estavam as propostas políticas mais recentes de então, tais como as de Karl Marx e de Friedrich Engels, e travou conhecimento com as perspectivas mais arrojadas perante uma sociedade cujos escritos não eram coniventes com visões vanguardistas. No entanto, Shaw não se deteve por esta circunstância e moldou a sua personalidade dentro do que acreditava ser mais justo e adequado para o bem-estar e prosperidade de todos. Vegetariano, socialista e crítico da arte, conquistou um lugarde prestígio no que toca à construção de críticas da produção musical e dramática então.

Foi com este sustento que Shaw continuou a luta pelo grande sonho da sua vida e obra: escrever e difundir o que pensava e o que lhe atormntava A escrita como extensão do seu ser em palco, no tão seu teatro. 

Neste caminho de sátira sócio-política e de alegorias históricas, deu um novo impulso à atividade dramática como interveniente e crítica da sociedade, inspirando-se essencialmente no dramaturgo norueguês Henrik Ibsen. Três das suas maiores produções escritas foram “Man and Superman” (1902), “Pigmalião” (1912) e “Saint Joan” (1923). A primeira peça remonta a dois indivíduos de gerações distintas e com óticas bem diferentes que são deixados na tutela da filha de um homem de família.

Esta possui um paralelismo com o mito Don Juan, em que o mais jovem desses dois homens assume um papel de descendente da figura desse libertino.  A segunda conta a história de uma humilde jovem florista que conhece um conceituado professor de fonética que a torna apta para se inserir num contexto social formal como dama de alta sociedade. O título desta obra relaciona-se com o mito homônimo da cultura grega, que se refere a um escultor cipriota que se apaixona pela estátua que esculpia. Afrodite, considerando a escultura uma representação da mulher mais bela que alguma vez vira reproduzida, decide torná-la animada por desejo do artista, que se casa com a mesma.

Por fim, o terceiro rerfere-se à vida e ao julgamento de Joana d’Arc, guerreira francesa que ostentava o nome de Deus diante das forças inglesas na Idade Média e que seria beatificada. As dezenas de peças que compôs e que redigiu culminaram no Prêmio Nobel da Literatura em 1925 (que aceitou com relutância mas que dedicou ao país que o viu nascer) e até num Oscar em 1938 na adaptação de “Pigmalião” à sétima arte.

A linguagem tragicômica e bastante simbólica que empregava no seu discurso cénico permitia a veiculação de uma subtileza que o tornou distinto dos demais dramaturgos de então, maior parte arreigados aos preceitos da arte romancista vitoriana.

De volta à sua visão política, Shaw associou-se ao emergente socialismo fabiano através da redação de folhetos, nas quais difundia os seus valores e observações políticas. Esta organização socialista de origem britânica defendia a imposição gradual e fluída dos valores social-democratas no âmago das democracias, propondo também alguns conceitos progressistas que viriam a tornar-se termos comuns no presente século. Salário mínimo, igualdade de género e sistema nacional de saúde foram algumas das ideias que viriam à tona nesta resposta aos desafios que a revolução industrial e a nova dinâmica fabril despoletavam.

Foi este movimento o responsável pela fundação da London School of Economics, instituição na qual vários nomes de destaque se graduaram, como o filósofo Karl Popper ou o economista Friedrich Hayek. Porém, algumas das visões de Shaw no que toca à política destoavam da essência do movimento fabiano. Este afastamento foi sendo desencadeado pelas fraturantes opiniões que ia emitindo nos seus panfletos, tais como a culpabilização de todos os agentes participantes na Primeira Guerra Mundial. Promotor da eugenia e alheio à religião organizada e à vacinação, o irlandês viu as suas convicções desvincularem-se dessa corrente socialista e aproximarem-se com admiração às ditaduras de Mussolini e de Stalin.

Foi desta forma única que George Bernard Shaw revolucionou a literatura no século XX, em especial no que toca ao teatro. O irlandês, que faleceu com 94 anos a 2 de novembro de 1950, sempre se revelou como alguém bastante proativo e expressivo no que aos seus ideais e visões concerne. Tanto na representação como na ação se mostrou ambicioso e profícuo, nunca se acomodando na inércia e na porosidade da passagem do tempo.

Shaw nunca se rendeu a essa unidade que ia crescendo em número e extensão enquanto o mesmo ia dando palavras e ação a pensamentos e crenças. A partir do palco da arte, Shaw dava uma via de interpretação ao que acreditava ser a sua realidade. A partir do palco do seu teatro até à realidade da sua irreverência, da sua diferença. Ao lado de nomes como Samuel Beckett, Eugene Ionesco e Bertolt Brecht, Shaw desenhou esta nova forma de se fazer e de se viver teatro. Com a sociedade por perto, dando por si a tomar conhecimento da crescente eternidade da artística realidade. Ecoam os aplausos e faz-se a devida vênia.


A dança é uma expressão perpendicular de um desejo horizontal.



Com Charles Chaplin




O silêncio é a mais perfeita

expressão do desprezo


Quinta, 17 de junho de 2021

 

SOU QUEM SOU.
TUA APROVAÇÃO NÃO É NECESSÁRIA.
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DUDU MILK INCORPOROU A
DONA DILMA. AGORA ESTÁ
DIZENDO QUE LAMENTA A
MOTOCIATA EM PORTO ALEGRE
E QUE SE PRECISAR VAI
AGIR. UIIIII!! QUE MEDA!!



ALÔ DEPUTADOS! VAMOS TERMINAR COM AS CARROÇAS?

Ninguém pode maltratar um cão ou gato,
mas os cavalo continuam sofrendo




Há tempos que penso nisso: em pleno 2021 ainda existem caroças puxada por cavalos! Não dá para continuar isso!!
Em Porto Alegre são proibidas.
Agora, em Pelotas, ação foi protocolada pela ONG Princípio Animal resultou, em abril, em sentença condenatória contra a Prefeitura da cidade. Com isso, o Município ficou obrigado a elaborar um projeto de substituição total das carroças no prazo de três meses. Havia uma lei para substituição dos veículos de tração animal, mas o prazo expirou em janeiro do ano passado.
"Após a sentença que determinou que Pelotas deve apresentar projeto de substituição das VTA, o Município alegou que já apresentara projeto, e que a sentença seria contraditória. O julgador salientou a inexistência de qualquer contradição, omissão ou obscuridade, pontuando que as alegações da Prefeitura beiram a má-fé, já que o documento apresentado sequer é executável. Ficou claro que nos mais de quatro anos da vigência da lei, o Município não cumpriu com suas obrigações", explica Maria Cândida Azevedo, advogada da ONG. Ainda cabe recurso ao Tribunal de Justiça do Estado.
Pelotas é conhecida pelo intenso tráfego de carroças, sendo uma das mais denunciadas pela proteção animal, com recorrentes casos de maus tratos e crueldade com cavalos. Segundo o presidente da entidade, Fernando Schell Pereira, a precursora é a Lei das Carroças, aprovada na Capital em 2008. "Estamos acionando a Justiça em todos os Municípios que aprovaram leis de carroças e não cumprem os prazos de proibição. A posição da ONG é buscar um diálogo polÍtico junto aos munícipes para apresentar soluções eficazes para os animais. Quando a organização não é atendida, então acionamos o Judiciário", garante o ativista.
A ONG Princípio Animal diz ter plena compreensão dos interesses dos carroceiros e sempre busca trazer a categoria para as reuniões da entidade junto ao Executivo.
...
Acredito que chegou a hora da Assembleia Legislativa fazer um projeto para extinguir as carroças em todo o RS. E, claro, encontrarem uma alternativa de vida para os carroceiros.


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Estou lendo pela segunda vez as memórias do inigualável Alfredo Octávio. O autor tem razão: Como não invejar o profissional retratado no livro?( Flávio Pereira)

...Em formato de entrevista-depoimento, transformou-se numa novela eletrizante. (Tibério Vargas Ramos)

...Devorei o livro numa tarde noite de sábado e confesso, fiquei com a sensação de quero mais... (Gustavo Victorino)

...Divertido, tem uma graça envolvente. Parabéns! (Anonymus Gourmet)

...meu querido colega AO que me foi apresentado pelo autor da biografia numa tarde qualquer no Tuim. Leiam o livro!! (Rogério Mendelski)

ÚLTIMOS EXEMPLARES DA PRIMEIRA EDIÇÃO!!

O livro está a disposição na Banca da República - na esquina da Rua da República com avenida  João Pessoa.
Também posso enviar pelo Correio, sem custo adicional.
Quem tiver pressa, posso mandar por Sedex, mas aí tem um custo extra de absurdos 25 reais para a EBCT. APENAS PARA O RS - DEMAIS ESTADOS É OUTRO VALOR.
Ah, sim, o livro custa 35 reais.

A T E N Ç Ã O!!

Pode fazer um PIX Banrisul:
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Ou um PIX Nubank:
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(me avisa quando fizer a operação pelo jlprevidi@gmail.com, mandando o endereço completo)

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JOSÉ LUIZ GULART PRÉVIDI
238 550 700 59


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OITO DÉCADAS DO MEU AMIGO!!



Conheço o Machado desde o final da década de 70, por aí.
Imagine a cena: um grupo de estudantes da Famecos chegando na portaria de uma festa - Status ou Star - e com carteira de jornalista. Todos não querima pagar, por questões óbvias, para sobrar algum pra cerveja.

Nos mantinham num canto, até que o responsável  para "averiguar as credenciais" viesse. Era o Machado Filho, uma espécie de RP das casas. Alguns bons minutos, aparecia um sujeito, de terno e gravata, seriíssimo, para ver as carteiras. Ele sabia que todos eram jornalistas, mas fazia uma onda. Aí ao distribuir as carteiras, olhava minuciosamente os trajes. 

Ele esboçava um sorriso, e lascava:

- Não vão entrar! De guides, não!!

Era uma gritaria danada, e para terminar com o fiasco todos entravam. Era assim toda vez que íamos a uma das casas noturnas.

Passamos para 1985.

Estava vivendo no Rio e me preparava para voltar para Porto Alegre. Vim para cobrir um encontro de Brizola com deputdos do PDT e PMDB, em Caxias do Sul. No sábado, como havíamos combinado, apareci cedo na assessoria de imprensa da Assembléia para uma carona.

Adivinhe quem é o primeiro que encontro, com cara de poucos amigos?
Exatamente ele, o João Carlos Machado Filho. Mal nos olhamos. Imagine como foi a viagem até Caxias...

No Hotel Samuara fomos obrigados a conversar, em função do próprio encontro e pelo grande número de colegas. No dia seguinte já éramos "velhos amigos".

A partir daí consolidamos uma amizade que foi crescendo com o trabalho na Imprensa da Assembleia, nas campanhas de Collares, na revista Press, em viagens a São Paulo, Rio e Curitiba e mesmo nos momentos de "lazer". Sempre com muita risada.

Hoje ele completa 80 anos em plena forma.

E eu estou tão contente que parece que sou eu quem está de aniversário.

Beijo, Machadinho!! Beijo, "bicha velha"!!


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EM ERECHIM - Advogado de Brasília, que olhou os processos de Erechim, onde é réu condenado o prefeito Paulo Polis, entendeu que é caso de nova eleição, só depende do STF.

Não deve demorar.


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UMA ENTREVISTA DE CARLOS LACERDA
REALIZADA NOS ESTADOS UNIDOS



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O IPE É UMA ESCULHAMBAÇÃO - Para terem uma ideia, desde que começou a pandemia o serviço público NÃO FUNCIONA. Pra completar, os boletos para pagamento não são enviados e são inúmeros os casos de atendimento que form suspensos por causa isso. E não há como reclamar, não há para quem reclamar.
E o Dudu Milk sabe dessa realidade e faz cara de paisagem.


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COMPILANCE - 
A Prefeitura de Porto Alegre e a Secretaria de Transparência e Controladoria realizaram  um ato solene para fortalecimento e desenvolvimento do programa de compliance no executivo - que contemplará: 

✔Assinatura do Código de Conduta da alta administração e servidores públicos;

✔Assinatura do Código de Relacionamento com fornecedores, parceiros e prestadores de serviços: 

Posse do Comitê Gestor de Compliance;

Assinatura do Contrato de doação de serviços entre Eliana Herzog e a PMPA;

Assinatura do Termo de Adesão ao Programa Time Brasil. 


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SENADO - O deputado federal Bibo Nunes começa a pensar seriamente em concorrer ao Senado, na eleição do ano que vem. Diariamente, ele recebe apoios neste sentido, em especial nos pogramas de rádio e TV que participa, em Porto Alegre e interior.
...
Bibo Nunes é o único gaúcho que figura entre os 20 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional na mídias sociais. O ranking semanal do FSB Influência Congresso destacou o deputado federal Bibo Nunes como o único gaúcho a figurar na lista dos 20 parlamentares mais influentes das redes sociais.
O ranking monitora as postagens publicadas no Facebook, Instagram e Twitter e mede a performance de cada parlamentar, considerando número de seguidores, alcance e volume de publicações o número e a intensidade das interações.
O monitoramento diário analisa os posts dos 594 parlamentares com atuação em pelo menos uma das redes, capturando todas as publicações feitas em perfis públicos e/ou páginas verificadas.


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CUIDADO COM O QUE BEBE



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CONFIRMADA A MOTOCIATA EM PORTO ALEGRE


Na motociata de São Paulo foram arrecadados 1.324.523 quilos de alimentos.

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XXXXXXXXXX


INTERVALO

Lojas Mesbla, anos 60



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EU ATESTO: SÃO IMPERDÍVEIS!!

OS ALFAJORES
DA ROCHELLE!!





Me chamo Rochelle Benites (foto), moro em Porto Alegre e estou na espera para transplante pulmonar, na Santa Casa. Aguardo dois pulmões. 

Não tenho condições físicas para trabalhar e encontrei nos deliciosos Alfajores de Gramado uma maneira de ajudar no sustento de minha família - sou a chefe do lar.

  
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PIADINHA

Quarta, 16 de junho de 2021

 

SOU QUEM SOU.
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ESPECIAL

ALFREDO OCTÁVIO - O MAIOR JORNALISTA DO BRASIL

EM CUBA

Não se falava mais nada,
a não ser em Jango e Brizola

 

– Acompanhei da redação do jornal a chegada ao Brasil de João Goulart para tomar posse como presidente da República. Muita gente contente e festejando a vitória sobre os militares golpistas que não queriam a Legalidade de Brizola. Senti que não haveria vencedores, porque os de farda não admitiam perder – basta conferir a História do Brasil para concluir isso.

Falei com o Turcão e com o doutor Roberto que estava indo embora para o Sul, para terminar a faculdade. Foi um período muito legal da minha vida.

Porto Alegre estava um inferno. Todos muito felizes, havia um ar de baderna nas ruas. Não se falava mais nada, a não ser em Jango e Brizola. Sempre achei muito mais importante o atentado sofrido por Che Guevara, no Uruguai – poucos dias antes da Campanha da Legalidade.

Só te digo que Guevara tornou-se o meu primeiro ídolo. Ao ponto de botar na cabeça que iria fazer a minha primeira grande entrevista com ele. Uma loucura. Mais uma vez larguei a faculdade e comecei a montar a minha estratégia para chegar a Cuba. Não sei se sabes, mas o passaporte brasileiro não permitia o ingresso no país de Fidel.

– Mas...

– Como cheguei lá? É uma longa história de aventuras.

Para resumir te digo que pisei na ilha depois de horas de balsa ou bote, sei lá. Levava algumas roupas e muitos dólares. E louco para beber rum!

– Mas tu conseguiste conversar com o Che?

– Rapazinho, tudo lá foi difícil, porque eles me consideravam um espião ianque. Quase, por muito pouco não desisti. Chegar a Havana foi marcante demais, um pesadelo. Mas consegui, graças aos dólares que levei. Aí começou uma nova gincana – encontrar Che. Tinha comigo uma foto com Brizola governador e pretendia mostrar ao meu ídolo, como prova da minha intenção positiva.

– Uma estratégia interessante.

– Foram quase três meses de negociações, até que consegui. Comprei um gravador de rolo e me levaram ao seu encontro. Fui completamente no escuro com os olhos vendados. Horas depois, quando me tiraram da escuridão, tomei um choque quando vi meu ídolo sentado na minha frente, com a mão estendida. Um tímido sorriso.

Não sei o porquê, mas me lembrei do Cantinflas...


Mas confesso que Guevara jamais disse isso,
porque ele não tinha nada de “terno”

 

– Minha primeira entrevista de fôlego foi sensacional. Correu o mundo. Mais de 150 publicações a reproduziram em todos os continentes. Para ele topar, fiz várias concessões. Os chefes da Revolução iriam ler antes de o material ser enviado para fora do país. E que eu não venderia – a entrevista teria um caráter de propaganda revolucionária.

– Que loucura!

– Outra muito boa. Uma frase que consta como de Che é famosa até hoje:

“Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”. Mas confesso que Guevara jamais disse isso, porque ele não tinha nada de “terno”. Eu precisava de algo interessante para um título geral. E construí a frase que sonhadores com a revolução socialista não cansam de repetir até hoje.

– Tu és o responsável por esse monte de camisetas com uma frase falsa?

– Quantas camisetas foram feitas com a minha frase? Não cobrei royalties! Ernesto confiava em mim, a cada dia que passava. A espionagem cubana descobriu que os ianques não permitiriam que eu entrasse no país do Norte. 

– Imagino...

– Numa tarde estava tomando uns drinques numa bodeguita genérica quando um emissário de Che me encontrou. Queria falar comigo. Fui correndo ao seu encontro. Estava radiante. Os americanos sentiram o golpe, me disse, pela primeira vez, dando uma gargalhada. A partir daí jogamos partidas intermináveis de xadrez. Era um exímio enxadrista. Aprendera com seu pai. Adorava poesias, devorava livros de Sartre.

– Bah!!

– Fui ficando por lá. Só sentia muita saudade de minha mãe. Não havia uma forma de me comunicar com ela. Mas eu não poderia desistir. Tinha que viver alguma aventura com o meu mais novo amigo ídolo. Como era “Amigo da Revolução” tinha amplos direitos, que somente os amigos de Che e Fidel tinham. Desse tempo, não consigo precisar, até 1965 vim várias vezes a Porto Alegre. Mamãe não reclamou, porque sabia que a situação do nosso país era terrível. “Filho, compra um palacete para nós em Havana!”, choramingava ela.

 

9

 

Tenho a certeza de que acreditava que seus
planos dariam certo, por causa da vitória em Cuba

 

– Em 1965 – não me peça detalhes como dia e mês! – acompanhei Che e um grupo de cubanos que foram lutar no Congo. Foi um fracasso, porque ele acreditava que a revolução se fazia em qualquer parte do mundo, do mesmo jeito. Na África Central as coisas não funcionam como na América.

Fracassou redondamente.

– Na real, era um aventureiro.

– Posso dizer que sim. Aí o acompanhei até a Bolívia. Ernesto era turrão. Colocava uma tese na cabeça e não tinha jeito de rever. Sabe qual era o plano dele? “Simples”: iria unificar os países da América Latina, de onde partiria para invadir a Argentina. Só isso. Tenho a certeza de que acreditava que seus planos dariam certo, por causa da vitória em Cuba.

– Cuba foi uma exceção, não?

– Pois bem, não vou entrar em detalhes. Mas te digo que não conseguiu gerar nenhum sentimento de confiança com os camponeses que viviam na região que escolheu para o acampamento e, pior, não tinha como se comunicar com os índios locais, por causa da língua. Foi capturado em outubro de 1967. E assisti quando foi assassinado. Claro que estávamos muito bem escondidos, sem resistir. O que ele não admitiu – tentou enfrentar o exército boliviano.

– Que loucura!

– Adivinhe de quem é a única foto de Ernesto Guevara morto? Modestamente, calo-me.

 

10

 

Fiquei mal em Porto Alegre quando chegou a notícia
de que tinha ganho o Prêmio Pulitzer, de Fotografia Especial

 

– Deixei baixar a poeira e voltei para Porto Alegre. A milicada estava em polvorosa, fazendo de tudo para que o regime fechasse ainda mais. E eu no meio disso tudo. Ainda bem que mamãe e eu sabíamos por onde andei.

– Devia ser um horror, mesmo.

– Fiquei mal em Porto Alegre quando chegou a notícia de que tinha ganho o Prêmio Pulitzer, de Fotografia Especial. Sim, meu amigo, a foto de Che morto. Aí a foto foi publicada em todos os continentes, com o meu nome. Repórteres de todo o mundo querendo saber como a foto foi feita, tal e coisa. E eu não era suficientemente louco para dar detalhes, como o de que eu estava com Che, na Bolívia. Era impossível eu ficar em Porto Alegre. Avisei a mamãe e fui para São Paulo. De lá para Paris, antes que confiscassem o meu passaporte. Paris estava pior, uma bagunça geral – mas ao menos poucas pessoas me conheciam.

– Ainda bem...

– Sempre tive a “sorte de repórter”. Em maio de 1968 eu estava em Paris!

Um dia depois de me instalar em nosso apartamento, fui acompanhar uma manifestação comandada por Daniel Cohn-Bendit. Todos que o escutavam ficavam apaixonados, com o ineditismo de suas doces palavras – jamais vou esquecer desta frase: "O mundo nos pertence, somos capazes de governar nossas vidas e o planeta de forma diferente".

– Conhecia esse pensamento.

– Daniel falava que tudo girava em torno do desejo de liberdade. A grande matriz era o espírito da liberdade e independência. Um negócio muito diferente para a época. Nesse dia, quando voltava para casa, tomei mais uma decisão: iria entrevistar Daniel, ou melhor, Dany, le Rouge.

– Missão impossível!

– Em tese, sim, mas aí tive que me tornar um manifestante. Comprei roupas adequadas, passei a frequentar o  Quartier Latin, onde jamais tinha colocado os meus pés. E fui me inteirar de tudo na Université Paris-Sorbonne (Paris IV). Lá fervia! Descobri que para chegar em Dany deveria ter a confiança de outros dois líderes, Alan Geismar e Jacques Sauvageot. Foi o que fiz. Não foi difícil me aproximar dos dois, porque me apresentava como jornalista brasileiro free-lancer, exilado em Paris.

– Que imaginação!!!

– Foi uma conversa que colou, mas não fiquei com a consciência pesada por ter mentido – afinal, eu não era exilado. Mas realmente tinha fugido do Brasil e da casa de minha mamãe. Me perguntavam sobre exilados e eu disfarçava, não tinha contato com essa gente. Mas discorria sobre a censura imposta aos brasileiros e os movimentos contrarrevolucionários. 


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Estou lendo pela segunda vez as memórias do inigualável Alfredo Octávio. O autor tem razão: Como não invejar o profissional retratado no livro?( Flávio Pereira)

...Em formato de entrevista-depoimento, transformou-se numa novela eletrizante. (Tibério Vargas Ramos)

...Devorei o livro numa tarde noite de sábado e confesso, fiquei com a sensação de quero mais... (Gustavo Victorino)

...Divertido, tem uma graça envolvente. Parabéns! (Anonymus Gourmet)

...meu querido colega AO que me foi apresentado pelo autor da biografia numa tarde qualquer no Tuim. Leiam o livro!! (Rogério Mendelski)

ÚLTIMOS EXEMPLARES DA PRIMEIRA EDIÇÃO!!

O livro está a disposição na Banca da República - na esquina da Rua da República com avenida  João Pessoa.
Também posso enviar pelo Correio, sem custo adicional.
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Ah, sim, o livro custa 35 reais.

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AGÊNCIA 0834
CONTA CORRENTE 35.120973.0-2
JOSÉ LUIZ GULART PRÉVIDI
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Terça, 15 de junho de 2021

 

SOU QUEM SOU.
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ESTRANHO: DUDU NÃO 
TEM APARECIDO NA RBS




O MENINO LOBO

Texto do Getúlio Valls.


Em 1867, um grupo de caçadores rondando a selva indiana de Uttar Pradesh avistaram uma toca de lobos e começaram a se aproximar dela com cautela. Mas, para seu choque, eles descobriram que um membro da matilha era um garotinho de cerca de seis anos de idade. Os caçadores decidiram levar a criança embora: espantando a matilha para fora da caverna com fumaça e matando a mãe loba no processo. Eles chamaram o menino de Dina Sanichar e o levaram para um orfanato próximo na esperança de civilizá-lo.


Mas Sanichar nunca pode ser civilizado. O menino continuou a andar de quatro enquanto comia apenas carne crua e até mastigava ossos só para afiar os dentes. Enquanto isso, ele se comunicava apenas em grunhidos e uivos de lobo, e nunca aprendeu uma linguagem humana. 

Eventualmente, a história de Sanichar inspirou uma das obras mais duradouras da literatura ocidental, "O Livro da Selva" de Rudyard Kipling - embora a história real seja ainda mais incomum do que o romance jamais poderia capturar. Aprenda a trágica história do Mowgli da vida real que inspirou "Mogli - O menino lobo".


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...Em formato de entrevista-depoimento, transformou-se numa novela eletrizante. (Tibério Vargas Ramos)

...Devorei o livro numa tarde noite de sábado e confesso, fiquei com a sensação de quero mais... (Gustavo Victorino)

...Divertido, tem uma graça envolvente. Parabéns! (Anonymus Gourmet)

...meu querido colega AO que me foi apresentado pelo autor da biografia numa tarde qualquer no Tuim. Leiam o livro!! (Rogério Mendelski)

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TININDO TRINCANDO PRA SEMPRE - O jornalista Vanderlei Cunha escreve:

Há exatamente um ano, minha estimada amiga Lorenza Alberici da Silva, linda bento-gonçalvense que forma um coruscante par com o também amigo Luciano Callegari, convidou-me para compartilhar 10 álbuns brasileiros que influenciaram meu gosto musical. Postei 1 álbum todos os dias, 10 dias consecutivos. Sem explicações, sem recomendações (quase impossível...), apenas a capa do álbum. Um ´amarcord´ imagético de sonoridades marcantes em beleza, poesia e sensibilidade.

Podemos chamá-los de ´discos de cabeceira´.

Na trilha proposta por Lorenza, todo dia eu convidava alguém novo para fazer o mesmo - 10 álbuns, 10 dias.

A quarta homenagem foi para um disco que ouvi em casa durante quarenta anos e depois acabei dando como presente para uma amiga que não parava de ´´chorare´´ por esta bolacha preta dos Novos Baianos, sob inspiração direta de um velho compositor, violonista e cantor baiano chamado João Gilberto.

Moraes Moreira, Baby Consuelo, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor, Dadi Carvalho, Jorginho Gomes e Luiz Galvão fizeram a festa.

Resultado: ´ACABOU CHORARE´, de 1972, é um daqueles momentos em que a música popular brasileira te faz feliz por te dar o privilégio de ouvi-la em toda a sua beleza e poder de criação.

Pois é, Lorenza!

O 'ACABOU CHORARE' não acabará jamais, até porque tem João Gilberto como alumbramento.

A canção, que deu origem ao título do disco (de 1972), foi escrita por Luiz Galvão e musicada por Moraes Moreira. Luiz estava estranhando a quantidade de abelhas que haviam entrado pelo apartamento e pousavam em sua mão. 

Segundo ele próprio conta,"Telefonei para João Gilberto contando que estava fazendo uma letra sobre essa relação com a abelhinha. João me disse: 'Fenomenal! Eu estava falando com o poeta Capinan, e ele lembrava que a abelha beija a flor e faz o mel, e eu gostei e completei: 'E ainda faz zun-zun.' Perguntei a João: 'Posso usar isso?' E ele aprovou dizendo: 'Deve'. Não parou por aí, João contou-me que Bebel, sua filha, quando eles moraram no México, levara uma pancada e ele, preocupado, acudiu com a aflição de pai nessas horas, mas Bebel reagira corajosamente e, na sua inocência de criança, falava uma língua em formação, acalmando-o: 'Não, acabou chorare."

"Acabou Chorare", que é cantada por Moreira e possui apenas um acompanhamento de seu violão e, depois, da craviola de Pepeu Gomes, é explicitamente influenciada em João Gilberto, quase uma imitação de sua estética e voz, e tem um grande traço de bossa nova. A canção terminou norteando toda a proposta do disco homônimo, de trazer à tona um país alegre e jocoso, em contraste com aqueles anos tristes que assolavam o Brasil. (Fonte: Google)


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RECADO DA LARISSA MARTINS - Olá amigos! Uma ótima sugestão de presente para crianças de 5 a 7 anos é o livro *A LATA ENCANTADA*, da professora Cristiane Smanioto Nascimento, *com ilustrações do Miguel Martins Maiocchi (foto).

O projeto “A Lata Encantada” surgiu em 2011, em uma escola, com crianças em processo de alfabetização. Criado por uma professora apaixonada em ler, em escrever e encantar seus alunos na magia do processo. Uma história que desperta para o lúdico estimulando as crianças a brincarem e construírem palavras montadas com sílabas dentro de uma lata. Que belas palavras podemos construir em nossas vidas?

O livro está a venda no site da editora ou pode ser adquirido diretamente comigo ou com a autora.

Segue o link para adquirir o seu exemplar:

https://farol3.com.br/produto/a-lata-encantada/


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PERGUNTINHA

Ainda não cassaram o deputado estadual Ruy Irigaray?


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O GLOBO



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ONCOLOGIA PEDIÁTRICA -  A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovouo projeto de lei (PL 3921/20) de autoria do deputado Bibo Nunes que institui uma Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica, para atender a faixa etária de 0 a 19 anos. O projeto é conclusivo na CCJ.

De acordo com Bibo Nunes, autor da proposta, o projeto é fruto de um amplo debate feito por quem trabalha com a oncologia pediátrica no Brasil inteiro. “Criamos a Frente Parlamentar de Prevenção e Combate ao Câncer Infantil em parceria com o Instituto do Câncer Infantil e o Instituto Ronald McDonald, que tem como madrinha a primeira dama Michelle Bolsonaro, para que o parlamento pudesse discutir o assunto e criar políticas públicas juntamente com quem entende e trabalha diariamente com a causa”, disse.

O relator da proposta, deputado Carlos Jordy (PSL/RJ), votou pela constitucionalidade do projeto e ressaltou sua relevância. “Um projeto de grande importância por tratar de políticas diferentes para crianças e adultos já que atualmente as políticas de tratamento são as mesmas fazendo diminuir a eficácia do tratamento. Por isso parabenizo o deputado Bibo”, completou Jordy. 

Com a finalidade de aumentar os índices de sobrevida, reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer, a proposta cria diretrizes da Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica para promover a melhoria das condições de assistência à saúde das crianças e adolescentes com câncer infantojuvenil; promover o tratamento universal e integral às crianças e aos adolescentes, priorizando o diagnóstico precoce; garantir o acesso a rede de regulação, preferencialmente, aos centros habilitados; e garantir o acesso a rede de apoio assistencial.

Bibo Nunes ressalta que o câncer infantojuvenil é a primeira causa de morte por doença na faixa etária de 0 a 19 anos no Brasil, gerando significativo impacto para as famílias e sociedade. “O câncer em idade pediátrica acomete cerca de 8.460 brasileiros e, ao contrário do que acontece com adultos, o câncer em crianças não tem fatores de risco associados reconhecidos. As causas do câncer infantil têm uma associação de causas genéticas para as quais os métodos de prevenção de câncer em adultos não se aplicam na maioria dos casos. E no Brasil não há diretrizes específicas para combater o câncer infantil”, conclui. 

Anualmente 300 mil novos casos de câncer em crianças e adolescentes são registrados no mundo, conforme pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS), mas as chances de cura em países com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) podem ser menores em comparação aos países com alto IDH.

Hoje, as crianças e os adolescentes com câncer em países com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) podem ter até 85% de chances de sobrevida. Em países com baixo IDH, no entanto, as chances podem ser bem menores. No Brasil, por exemplo, atualmente são de 64%. Os dados demonstram ainda que o investimento na saúde da população afeta diretamente as chances de sobreviver da doença.

MEDIDAS EDUCATIVAS

Bibo Nunes lembra que o sucesso no tratamento do câncer infantil depende de medidas educativas para o diagnóstico precoce e a regulação, visando o pronto encaminhamento para início do tratamento em centros especializados seguindo protocolos clínicos.

DIRETRIZES DO PROJETO

O projeto ressalta em suas diretrizes, o respeito à dignidade humana, o tratamento universal e integral às crianças e aos adolescentes, priorizando o diagnóstico. O acesso a rede de regulação, preferencialmente, aos Centros habilitados e a rede de apoio assistencial em Casas de Apoio e Instituições habilitadas. Além disso, define na Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS, uma Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica objetivando a atenção ao câncer infantojuvenil nas ações e programas para o câncer, assim como integrá-la no seu planejamento estratégico.

A proposta estabelece também oncologia pediátrica nos serviços e ações previstos no Plano de Atenção para o diagnóstico e o tratamento do câncer, pactuado, integrado e aprovados nas instâncias colegiadas de gestão do SUS, de forma a assegurar a resolubilidade do atendimento em oncologia pediátrica, além de implantar planos estaduais de atenção em oncológica pediátrica e instituir uma linha de cuidado em oncologia pediátrica.

Por fim, o texto determina que sejam atualizados os centros habilitados em oncologia pediátrica para facilitar o diagnóstico precoce.


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INTERVALO

Interessante



Postei esta foto no Facebook, com este texto:

Algumas pessoas acham este prédio L-I-N-D-O!! Pra mim é uma verruga numa paisagem bonita. Além disso, dá a impressão, para quem não sabe do que se trata, de uma garagem.
Talvez por isso jamais tenha visitado.
Vocês nem imaginam os adjetivos que recebi. De tudo. E publiquei nu grupo de pessoas que se dizem "sensíveis para a arte". Claro, muita gente concordou comigo e até mesmo esculachou muito mais o prédio. Mas o curioso é que as pessoas se acham na obrigação de discutir tudo. Uma maioria se acha no direito de tratar de qualquer assunto, mesmo que não tenha a menor ideia do que se trata.


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EU ATESTO: SÃO IMPERDÍVEIS!!

OS ALFAJORES
DA ROCHELLE!!





Me chamo Rochelle Benites (foto), moro em Porto Alegre e estou na espera para transplante pulmonar, na Santa Casa. Aguardo dois pulmões. 

Não tenho condições físicas para trabalhar e encontrei nos deliciosos Alfajores de Gramado uma maneira de ajudar no sustento de minha família - sou a chefe do lar.

  
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Combinamos entrega ❤️ 51 99996-3361 ❤







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PIADINHA