Terça, 21 de julho de 2026

 


Agora em e-book (Kindle - Amazon)

Alfredo Octávio: o maior jornalista do Brasil

Livro Alfredo Octávio


SEGUINTE:

- E NÃO TORRE O MEU SACO!!


SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica



- INCRÍVEL!! Jogo final da Copa, Espanha e Argentina. Os números do DEBATE RAIZ e da RÁDIO GAÚCHA!!

- ALEXANDRE Mota sabe tudo de rádio.
Pois bem, ele está de volta à latinha.
Ele dividirá o comando do Manhã Bandeirantes, da Rádio Bandeirantes FM 94.9, ao lado de Arthur Stoffel, de segunda a sexta-feira, às 10h30min. 

 



- TELMO Flor, diretor de redação do Correio do Povo, completa hoje 40 anos de dedicação ao Correinho. E a Coletiva o homenageia com uma bela matéria.
Devo ter lido a entrevista muito rápido, porque não notei a sua passagem pelas assessoria de imprensa do PDS (ou PP?) na Assembleia Legislativa. Posso estar enganado, mas ele também já trabalhava no Correinho.
Vale a pena ler:
https://coletiva.net/noticias/telmo-flor-completa-40-anos-de-dedicacao-ao-jornalismo-no-correio-do-povo/]

- JOSÉ Nunes  deixa a presidência da ARI e decide concorrer a deputado federal pelo PDT.

O QUE FAZ
o RS crescer

ACREDITE: ESTE "SHOW" FOI REALIZADO NO PLENÁRIO DA CÂMARA DE VEREADORES DE PORTO ALEGRE!!



ACREDITO
neles

- CONTESTE  SE FOR CAPAZ


PAPO RETO -  do jornalista Tibério Vargas Ramos:

Entraram em vigor, nesta segunda, decretos de Lula que permitem ao Ministério da Justiça censurar redes sociais durante as eleições. Ortega é mais papo reto. Anúnciou que não haverá mais eleições na Nicarágua.

- DONA NEUZA - Escreve o jornalista Gustavo Mota:

Chamar Neuza Canabarro de "traidora" por apoiar Zucco, do PL, ao governo do Estado é ignorar a história. Durante anos, ela foi um dos principais alvos do PT contra  o governo Alceu Collares, enfrentando ataques políticos e pessoais difamatórios e rebaixados, muitos deles dirigidos a ela como mulher, numa época em que nem se falava em misoginia.
Ela tem o direito de fazer sua escolha. Ninguém é obrigado a apoiar quem considera responsável pelos momentos mais duros de sua vida pública. Tentar desqualificá-la com ataques pessoais apenas repete o mesmo método usado contra ela no passado. A divergência política é legítima. A agressão pessoal, não. E cà entre nós, Neusa não sofre de Síndrome de Estocolmo.


DE TUDO
muito

- BRASIL NA COPA


- BRASIL NA COPA 2


- BRASIL NA COPA 3


- BRASIL NA COPA 4


DOIS MINUTOS
com o PRÉVIDI

- UMA HISTÓRIA REAL FANTÁSTICA!!




PORTO ALEGRE
é assim!

- MAIS PRAÇAS

 Prefeitura de Porto Alegre apresenta hoje às 10 horas, o programa Mais Praças, iniciativa que reorganiza o cronograma de manutenção e requalificação dos espaços públicos da cidade.
A partir de agosto, os serviços passarão a ser executados por regiões, concentrando as intervenções em praças de um mesmo bairro, com o objetivo de dar mais agilidade aos trabalhos e otimizar o atendimento às comunidades.
O evento, no Teatro Túlio Piva (rua da República, 575), contará com as presenças do prefeito Sebastião Melo e do secretário municipal de Serviços Urbanos, Rafael Fleck, além de gestores municipais e convidados.
Programa Mais Praças
- Data: terça-feira, 21
- Horário: 10h
- Local: Teatro Túlio Piva (rua da República, 575), bairro Cidade Baixa.


RECREIO

- TENTE REPONDER


OLIMPO
a morada das deusas do século 21

VAI NANÁ


PIADINHA
sem nome feio, sem política e sem futebol


Segunda, 20 de julho de 2026

 


Agora em e-book (Kindle - Amazon)

Alfredo Octávio: o maior jornalista do Brasil

Livro Alfredo Octávio


SEGUINTE:

- O MELHOR DA COPA!!
BRASILEIROS NA FINAL!!
FORA LULA LADRÃO!!

- CATEGORIA: Ronaldo Fenômeno levou a taça da Copa do Mundo ao camarote presidencial antes da final e a mostrou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.


- O MAIOR


SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica

- ANTENOR Silva indignado: Gosto de sofrer, por isso assisto todos os dias o Bom Dia Rio Grande. 
A cada dia, a edição do telejornal expõe seus apresentadores e comentaristas ao rídículo primário. Para quem não sabe o termo “ridículo primário” não é um conceito técnico ou científico formal (como na psicologia ou na linguística), mas sim uma expressão popular e de crítica (frequentemente usada no debate político) ou literária para descrever algo que é absurdamente óbvio, infantil ou simplista ao extremo.
Pois o "ridículo primário" é o desjejum jornalístico que o Bom Dia oferece aos seus telespectadores.
Como se já não bastasse a cobertura ridícula da Copa - "enviados especiais" entrevistando outros "enviados especiais" - o dia a dia é de dancinhas e de notícias policiais e de trânsito.
Os apresentadores descobriram a caneca logotipada e não a largam nem para repor o café ou a água servida na tal caneca.
Aquela menina que veio antes da Copa está rigorosamente deslumbrada e tenta florear suas informações com expressões corporais inadequadas ou fora de hora. Seu figurino é quem saiu da academia de ginástica. Chamam isso de "descontração".
Como o jornal tem 2h30m e não há pauta suficiente ou falta de talento dos pauteiros, há reportagens que duram um RBS Notícias inteiro. E pouco se aproveita.
Depois, tem as festas municipais que, provavelmente, a cobertura vem logo acompanhada de uma fatura às prefeituras promotoras. Nada contra, mas ao contrário, parabéns ao setor comercial que descobriu um nicho fácil de faturamento.
Mas fazer rainhas e integrantes dessas feiras se vestirem cedo para dançar ao clarear do dia é de doer de tanta imagem desconexa.
E para encerrar: será que os patrocinadores do evento Copa do Mundo estão satisfeitos com a "entrega" do produto prometido, ou estão arrependidos? 
Cordialmente,

- RECADO da Karim Miskulin, publisher da Revista VOTO: Em 2026, retornamos ao formato impresso, com periodicidade mensal, uma nova identidade e uma proposta editorial ainda mais ampla. Agora como Revista V, reafirmamos a nossa essência e renovamos o compromisso de aprofundar os debates fundamentais para o desenvolvimento, a competitividade e a qualidade de vida no Brasil.
Para este novo capítulo, reunimos um verdadeiro timaço de colunistas.
São especialistas, lideranças e profissionais de reconhecida trajetória, que passam a compartilhar análises, experiências e reflexões a partir de três grandes eixos editoriais: política, economia e bem-estar.

- O "MISTÉRIO" DA GUAÍBA



O QUE FAZ
o RS crescer

- DUDU MILK LEVA UM PAU BONITO!!




ACREDITO
neles

- NO INSTAGRAM
(ou torço para ser real)



- HOMOLOGAÇÃO DE CANDIDATURAS


DE TUDO
muito

- JUJU DO VOVÔ "GANHA"


- A PERSEGUIÇÃO DO CARECA


- COMO VOTAR NISSO?


- VERO!!




DOIS MINUTOS
com o PRÉVIDI

SOMOS APENAS CHINELOS.
TERCEIRO MUNDO É ELOGIO


PORTO ALEGRE
é assim!

- OI DEIXOU MAIS DE 30 PRÉDIOS
ABANDONADOS NA CIDADE


RECREIO

- UM ENCONTRO ÚNICO


OLIMPO
a morada das deusas do século 21

O SOL





PIADINHA
sem nome feio, sem política e sem futebol



Sexta, 17 de julho de 2026

 

Agora em e-book (Kindle - Amazon)

Alfredo Octávio: o maior jornalista do Brasil

Livro Alfredo Octávio

NESSA SEXTA
a cesta do João Paulo





JOÃO PAULO DA FONTOURA é de Taquari-RS. É escritor e historiador diletante, membro da ALIVAT – Academia Literária do Vale do Taquari, titular da cadeira nº 26. Autor do livro biográfico "Costa e Silva", edição 2025







- A Revolução Francesa  

e o "icônico" 14  de julho - 


Foi o melhor dos tempos e o pior dos tempos

A frase acima, antinomia pura, do escritor inglês Charles Dickens, a meu ver, sintetiza bem as brutais contradições da Revolução Francesa (que nesta última terça, 14 de julho, completou exatos 237 anos), de um idealismo do estado com justiça social, dos discursos acalorados sobre a dignidade humana, para a vil prática da opressão, da injustiça, dos assassinatos, das vendetas, da Vendeia, do sangue das frias guilhotinas decepando cabeças de inimigos a correr por entre as pedras das ruas de Paris.

"Buscando liberdade política e igualdade entre todos os homens, esses ideólogos da França revolucionária acabaram por erigir a mais perfeita escola para as nossas modernas ditaduras."



(Interessante o quanto "essa data" – 14 de julho – importa em nosso estado. São ruas, avenidas, praças, clubes sociais, clubes de futebol, como o 14 de Julho de Livramento, fundado lá atrás em 1902, o extinto 14 de julho de Passo Fundo, enfim, um oceano de 14 de julho.

Só tardiamente foi que descobri que não era uma homenagem à icônica data francesa, a data que simboliza a queda da Bastilha, a "bastilha do absolutismo francês. Era sim algo bem provinciano, nosso, daqui mesmo: a data em que o Júlio de Castilhos promulgou a sua "democrática" Constituição Republicana de 1891, feita todinha por sua mente e mão destra. Talvez, a escolha dessa data, especificamente, não tenha sido randômica, e, sim, intencional por parte do Júlio de Castilhos, vá se saber!
O fato é que os prosélitos republicanos usaram a data para homenagear à República e ao líder maior desse evento aqui em nosso Estado, o Dr. Júlio de Castilhos.
Eu respeito – sempre – a história e seus construtores, mas o pai do republicanismo em nosso estado foi um ditador cruel, responsável por mais de 10 mil mortos na Revolução Federalista de 1893. Isso é FATO!, ergo, apropriação indébita!)


O dia era 13 de julho de 1789...

O comandante da prisão-fortaleza da Bastilha, Bernard de Launay, do alto dos 25 metros de seus muros, via fumaça em pontos diversos da cidade e a agitada e frenética movimentação da multidão faminta e revoltada.
Já fazia algum tempo, desde 05 de maio, que a Assembleia dos Estados Gerais reunia-se para resolver a grave crise financeira do país, mas que logo se libertou das amarras reais e passou a trabalhar na formulação de uma Constituição.=
No dia seguinte, 14 de julho, Launay, indeciso, nervoso, toma algumas decisões não muito hábeis. Com poucos soldados à disposição, autoriza disparos de mosquetes contra a multidão que havia invadido o pátio interno da fortificação. Muitas mortes enfurecem ainda mais a turba. Então, Launay toma outra decisão que o faz perder a cabeça, literalmente: rende a fortaleza com a promessa de salvo-conduto. Sua cabeça, decepada, passeia pelas ruas de Paris na ponta de uma lança, acompanhada pela turba em delírio.=
Interessante que este episódio, símbolo e marco da Revolução Francesa, em si, deu em nada, pois não havia ali mais prisioneiros. Até mesmo o ‘sádico’ Marquês de Sade, o ilustre libertino prisioneiro, havia sido transferido para outro local dez dias antes!
Neste 14 de julho, à noite, no Palácio de Versalhes, uns 25 quilômetros de Paris, Luís XVI retira-se cedinho para seu leito real. É acordado por um nervoso auxiliar, o duque de Liancourt, que lhe comunica, "majestade, hoje houve sérios distúrbios em Paris". "É uma revolta?", questiona entre bocejos um sonolento e surpreso rei. "Não, majestade, trata-se de uma REVOLUÇÃO!"


Luís XVI,


O rei francês da dinastia Bourbon, nascido em 1754, assume o reino em 10 de maio de 1774, com – apenas – 20 anos.
15 anos após, a roda da revolução que impactará para sempre a França, a Europa e o Mundo e que lhe cortará o pescoço, inicia seu giro inexorável. =
Seu reino está absolutamente endividado e em crise permanente, muito em função das péssimas administrações de seus antepassados dinásticos, desde seu bisavô Luís XIV, o Rei-Sol, símbolo maior do absolutismo europeu, cujo maior prazer era promover dispendiosas guerras.-
Além dessas gestões perdulárias, ainda houve dois outros graves geradores de gastos para um cofre já vazio: 1) a guerra contra a Inglaterra na Colônia Americana, de 1754 a 1763; 2) e a Revolução Americana, de 1776 a 1783, na qual a França apoiou as 13 Colônias com dinheiro, soldados e armamentos.
Mas, a bem da verdade, Luís XVI conseguia ser ainda mais inábil que seus antecessores na administração da nação mais populosa da Europa à sua época – 25 milhões de súditos. As dificuldades econômicas da França e as graves injustiças sociais avolumavam-se mais e mais.
A corda extremamente tensionada estoura por volta de 1787.
Então, seus ministros das Finanças tentam achar solução para resolver a grave crise. Uma delas era obter algum dinheiro taxando as propriedades dos nobres. Em oposição, o Parlamento (composto de nobres escolhidos pelo rei, e de função meramente em conformidade ao poder real) disse que somente os Estados Gerais podiam votar/autorizar tais tributos.=
Os Estados Gerais era algo medieval que havia se reunido pela última vez, 175 anos atrás, em 1614. Em realidade, ninguém mesmo sabia como a coisa iria funcionar.=
Sabia-se que era formado pelos três estados: o clero, a nobreza e os plebeus.=
O Rei e a nobreza acreditavam que dominariam o resultado da votação. Mas, não funcionou assim. Mesmo lentamente, a roda da revolução inicia o seu firme andar.

Os Estados Gerais foi então convocado pelo próprio rei para iniciar trabalhos em 1789:
- 05 de maio, reúnem-se em assembleia em Versalhes;
- 17 de junho, os delegados do Terceiro Estado rebelam-se e adotam o título de Assembleia Nacional;
- 1º de julho é assinado, pelos rebeldes delegados do Terceiro Estado, o Juramento da Sala do Jogo da Péla;
- 14 de julho, população ataca a prisão-fortaleza da Bastilha;
- 26 de agosto, a Assembleia Nacional aprova a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão;
- 5 de outubro, seis mil mulheres marcham de Paris a Versalhes e trazem "a tiracolo" a família real e a Assembleia Nacional para Paris;

1790:

São formados os clubes Cordeliers, Girondinos e Jacobinos. Os girondinos, à direita da mesa da Assembleia; e os Jacobinos, à esquerda;

1791:

- 20 de junho, família real tenta fugir para a Áustria;
- 17 de julho, massacre do Campo de Marte, em Paris;
- Em setembro, promulgada a Constituição com separação de poderes, direitos civis completos, o voto, mesmo que censitário, dava direito a voto à maioria dos homens adultos;
- Setembro, Prússia e Áustria decidem intervir na França;
- Outubro, eleições trazem agora uma maioria de esquerda;

1792:

- 20 de abril, Luís XVI, pressionado pelos girondinos, declara guerra à Áustria e Prússia; tem início a Guerra da Primeira Coalizão;
- 10 de agosto, a população ataca o Palácio das Tulherias; Luís XVI é aprisionado;
- 20 de setembro, reunião da Convenção Nacional; Exército francês vence os prussianos na Batalha de Valmy;
- 22 de setembro, Convenção Nacional declara a República francesa;

1793:

- 21 de janeiro, Luís XVI é guilhotinado;

- Fevereiro e março, França anexa Mônaco e declara guerra à Inglaterra, Holanda e Espanha;
- Março, revolta na Vendeia;
- 10 de março, Convenção cria o famigerado Tribunal Revolucionário;
- 2 de junho, deputados girondinos são expulsos da Convenção e presos;
- 24 de junho, A Convenção Nacional aprova uma Constituição nacional, Ano I, Sufrágio universal, não censitário, Ser Supremo;
- 13 de julho, Jean-Paul Marat é assassinado;
- 5 de setembro, tentativa de golpe dos hebertistas é malograda;
- 17 de setembro, aprovada a Lei dos Suspeitos; tem início o regime do Terror, sob o comando do Comitê de Salvação Pública;
- 31 de outubro, líderes Girondinos são guilhotinados;

1794:

- 8 de junho, Robespierre dirige o Festival do Ser Supremo;
- 5 de abril, Danton e seus partidários, presos e julgados, são mortos na guilhotina;
- 28 de julho, Robespierre, preso e sentenciado, morre na guilhotina. Acaba a Convenção, acaba o período do Terror;

1795:

Agosto, nova Constituição, ano III, retorno do voto censitário, igualdade só para direitos civis, instalação do Diretório;
 
1796:

Conspiração dos iguais, panfletista Gracchus Babeuf é preso e guilhotinado;

1799:

- 9 de novembro, Golpe do 18 Brumário, fim da revolução e início da era Napoleão Bonaparte. Napoleão executa um golpe de Estado e toma o poder da França, instalando o Consulado, de três cônsules, no qual era o líder inconteste.

Por fim, entre ganhos e perdas, não dá para se negar que a Revolução Francesa foi, é, e continuará sendo ad aeternum um marco na história da civilização humana.

Houve erros, sim, obviamente!

Os Danton, Robespierre, Jean Paul Marat, Conde de Mirabeau, Jacques Brissot, Camille Desmoulins, Louis Saint-Just, são apenas seres humanos, que, por obra do destino, envolveram-se no contexto de um grande evento prenhe de humanidade.
E, como já disse o grande Charles Chaplin, ‘O Mundo não é composto de heróis e vilões, mas de homens e mulheres, com todas as paixões que Deus lhes deu. O ignorante condena, o sábio se compadece’.

Viva a Revolução Francesa!