JJOÃO PAULO DA FONTOURA é de Taquari-RS. É escritor e historiador diletante, membro da ALIVAT – Academia Literária do Vale do Taquari, titular da cadeira nº 26. Autor do livro biográfico "Costa e Silva", edição 2025
- Guerra dos Canudos -
Os Sertões
"Os Sertões representou o mea culpa da geração de Euclides que, como membro da consciência letrada do país, não compreendera aquele Brasil profundo ..."
Este é um outro tema histórico nos solicitado por um dileto leitor deste Blog, tema este qual, sinceramente, deixa-nos (ou ao menos a mim) uma sempre grande dúvida: o que foi foi mais importante, a guerra em si, ou a sua descrição feita magnificamente pelo jornalista e escritor Euclides da Cunha, em seu livro Os Sertões, de 1902?
Esta obra maior do grande autor traz uma enorme dificuldade aos críticos literários brasileiros quando tentam classificá-la a partir dos cânones tradicionais: é um livro-reportagem? Sim, ele o é, mas é muito mais. Então é um livro pré-modernismo? Ou seria então um clássico ensaio histórico e sociológico de um evento da aurora da nossa república, ainda imberbe, ainda imatura, que confundia um evento social, localizado, com ‘sebastianismo puro’? Pode ser, mas certamente é ainda mais.
Então, caro amigo leitor, usemos a senda dos imprecisos: é um escrito inclassificável, uma mistura esparsa de ótima literatura com o uso abundante e rico (que eu adorei) de figuras de linguagem como, por exemplo, o pleonasmo ‘sol quente’; mais outras, como: ‘(...) o andar sem firmeza, sem aprumo, quase gingante e sinuoso, aparenta a translação de membros desarticulados...’. Das suas frases, lindas, sintéticas, a que mais me marcou é ‘o sertanejo é antes de tudo um forte!’
Não vou aqui fazer uma análise crítica da obra em si, pois li Os Sertões há bem mais de 40 anos, então me faltaria elementos para fazê-lo, e teria que o reler adrede.
Mas aviso aos amigos, ler Os Sertões é ler algo profundo, extenso, o leitor tem que estar preparado para uma imersão louca (o livro da Companhia das Letras dá em torno de 550 páginas). Esqueçam por completo a rapidez, a fluidez, e a inocuidade do Tic-Toc!
Os Sertões é porrada!
O que lembro, e bem, é que o livro contém uma divisão em três partes: A Terra, O Homem e A Luta.
Em A Terra, ele extravasa seu conhecimento técnico de engenheiro e descreve a geografia, a topologia da região, a vegetação do local, etc.;
Em O Homem, Euclides da Cunha descreve o sertanejo como uma figura marcada por fortes contrastes, forjada pela miséria e pela aridez da caatinga. A visão (do autor) é profundamente ambivalente, misturando o fascínio pela resistência física com o preconceito das teorias científicas e raciais da sua época; daí vem a frase, (...) antes de tudo, um forte;
Em A Luta, ele descreve a guerra de Canudos não apenas como um conflito militar, mas como um violento choque cultural e geográfico. Ele retrata os jagunços como sertanejos resistentes, perfeitamente adaptados ao meio, e o Exército como uma força despreparada, lutando tanto contra os rebeldes quanto contra a hostilidade da caatinga.
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Caro leitor, vou abaixo colocar uma pequena bio do Euclides da Cunhas, e depois, em rápidas palavras, descrever a guerra em si.
Euclides da Cunha,
Escritor, jornalista e professor, autor de uma das maiores obras da literatura brasileira, Os Sertões, Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha nasceu em Cantagalo, no Rio de Janeiro, no dia 20 de janeiro de 1866, filho de Manuel Rodrigues da Cunha Pimenta e Eudósia Alves Moreira da Cunha.
A partir de 3 anos, viveu entre fazendas na Bahia e o Rio de Janeiro, com tias que o criaram depois que ficou órfão de mãe.
Devido à morte precoce de sua mãe e às constantes mudanças de seus tios e avós na infância, Euclides da Cunha estudou em diversas instituições.
Ele passou pelo Colégio Caldeira, de Cantagalo, Rio de Janeiro, e pelo Colégio Ribeiro, na Bahia. Também frequentou colégios como o Anglo-Americano e o Vitório da Costa, ambos no Rio.
Concluiu seus estudos secundários e preparatórios no tradicional Externato Aquino, onde foi aluno do célebre professor e militar Benjamin Constant.
Essa formação o preparou para ingressar no ensino superior na Escola em 1885, com 19 anos, na Escola Politécnica, mas, por falta de recursos, transferiu-se para a Escola Militar da Praia Vermelha.
(Nessa época, escrevia para a revista da escola ‘A Família Acadêmica’, artigos inflamados, nos quais defendia ideais republicanos.)
Em 1888, quando o seu batalhão era passado em revista pelo Ministro da Guerra do Império Tomás Coelho, saiu ‘fora de forma’ e jogou sua espada aos pés do ministro, gritando – bem alto – ‘viva à República’!
Em consequência da insubordinação, o jovem cadete foi desligado da carreira militar.
Já em São Paulo, onde passou a viver no interior, passou a colaborar assiduamente nas páginas do jornal ‘Província de São Paulo’, defendendo os ideais republicanos, que era a linha ideológica do jornal.
Proclamada a República em 1889, Euclides da Cunha voltou para o Rio de Janeiro e retornou ao Exército. Na Escola Superior de Guerra, fez os cursos de artilharia, de engenharia militar e bacharelou-se em Matemática e Ciências Físicas e Naturais. Nesse período, casou-se com Ana Sólon Ribeiro. Foi promovido a primeiro tenente e passou a lecionar na Escola Militar. Dedicou-se a escrever artigos sobre problemas políticos e sociais.
Desiludido com a República (basicamente em função das punições aos envolvidos na Revolta da Armada), nosso biografado desligou-se do Exército e dedicou a maior parte do seu tempo ao estudo dos problemas brasileiros.
Em agosto de 1897, foi convidado pelo jornal para ir à Bahia, onde presenciou os últimos momentos do conflito que serviu de matéria para sua obra prima, Os Sertões. Por este livro, foi eleito, em 21 de setembro de 1903, para a cadeira nº 7 da ABL.
Morreu relativamente jovem, assassinado, em 15 de agosto de 1909, com meros 43 anos, em função do escândalo pelo adultério de sua esposa, em consequência de sua permanente ausência familiar. Foi morto a tiros quando foi tirar satisfação do amante da esposa, o jovem oficial militar Dilermando de Assis. E o mais trágico ainda, foi que seu filho, anos depois, foi tirar satisfação do assassino e teve o mesmo fim de seu pai. (Esta história é bem conhecida, pois foi minissérie da Globo , com o nome Desejo, de 1990).
Os restos mortais de Euclides da Cunha repousam no Mausoléu do Recanto Euclidiano, localizado na cidade de São José do Rio Pardo, São Paulo.
Apenas como curiosidade, há uma cidade na Bahia com o nome Euclides da Cunha, justa homenagem do povo baiano ao grande e imortal escritor.
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A Guerra,
Essa guerra se insere no contexto de três guerras ocorridas logo após a Proclamação da República em 1889, ou seja: a Revolução Federalista (1893-1895), a Guerra de Canudos (1896-1897), e a Guerra do Contestado (1912-1916).
Mesmo que em Canudos tenha havido mais de 25 mil mortos (entre os quais cinco mil soldados), contra 10 mil da nossa Revolução Federalista, do ponto de vista de importância histórica, a ‘nossa’ foi muito superior, durou bem mais, e colocou a imberbe República em real perigo de queda.
(A queda de Canudos foi muito mais um genocídio que uma luta justa. Na quarta arremetida do Exército, a população do arraial foi praticamente dizimada em virtude dos tiros de canhão, da fome, de doenças e de execuções sumárias cometidas pelas tropas republicanas.)
Esta guerra é aquilo que classicamente podemos chamar ‘a guerra dos mal-entendidos’.
A história de que foi uma guerra contra a novel república é uma bobagem singular. Mas, sinceramente, não acho que houve ‘mal entendidos’, e sim que foi algo premeditado, intencional, interesseiro.
Os ‘coronéis’ locais, que representavam a elite agrária da região, na defesa dos seus interesses, usando o mote da ‘defesa da República que estava sendo vilipendiada por Antônio Conselheiro e seu séquito de (fanáticos) seguidores’, clamou para que o exército de Prudente de Morais, dando seguimento às ações do Marechal de Ferro Floriano Peixoto, reprimisse o movimento a ferro e fogo. E isso foi feito, mesmo que a custo de muitas mortes e de quatro expedições.
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Finalizo dizendo que essa guerra ao menos uma coisa fez de bem à humanidade: acabou com a vida do coronel Antônio Moreira César, cruél responsável pela brutal repressão (mais de 150 federalistas mortos sumariamente por fuzilamento entre abril e julho de 1894) ao vencidos maragatos no Forte da Fortaleza de Santa Cruz, em Santa Catarina, quando da retomada da ilha pelo Republicanos na Guerra Federalista de 1893.
O tirano morreu atingido por um tiro no abdômen, durante a fracassada 3ª expedição militar, em março de 1897.
Conheci o jornalista Eugenio Esber na Comunicação da Assembleia Legislativa RS. Trabalhamos lá no mesmo período - se não me engano, nos anos 1990. O que me chamava a atenção era a seriedade com que editava uma coluna diária dos discursos parlamentares. Os espaços de cada bancada eram definidos pelo número de deputados. Imagine os malabarismos matemáticos!
Aí acompanhei de longe a carreita vitoriosa do EUGENIO CARLOS na revista Amanhã. Só acumulou vitórias, até que se consagrou como o melhor colunista de jornal do Estado, escrevendo todas as sextas na Zero Hora.
A última coluna do EE no Zero Hora é um primor:
"A seita do voto sem rastro"
Quando a contagem de votos no Peru mostrou Keiko Fujimori à frente de Roberto Sánchez por míseros 561 votos (50,002% ante 49,998%), um pensamento perturbador passou pela cabeça dos brasileiros: e se algo assim acontecer no segundo turno de nossa eleição presidencial?
O desconforto é mais do que justificado. No Peru, é possível fazer a recontagem manual das cédulas, um recurso fundamental no caso de um pleito decidido por um punhado de votos. Já o Brasil adota um sistema puramente eletrônico de votação, modelo que o mundo inteiro rejeita por estabelecer uma cortina de ferro que impede a necessária transparência do processo de apuração. O eleitor aperta uma tecla e confia. Seu voto, no mundo físico, não existirá, e, portanto, não poderá ser recontado, em caso de necessidade. Não de um jeito que o povo entenda e possa acompanhar.
Na Alemanha, o Tribunal Constitucional vetou a adoção de um sistema idêntico ao do Brasil. A razão se chama “Offentlichkeitsgrundsatz” – o princípio de que todas as fases de uma disputa eleitoral devem estar sujeitas à verificação pública, de tal modo que o cidadão comum, que não tenha conhecimento de tecnologia, possa entender por que o candidato dele ganhou e, principalmente, por que perdeu. Tudo aberto, às claras, de forma legítima.
Até recentemente, o opaco sistema eleitoral brasileiro tinha a companhia de dois países. Butão e Bangladesh formavam com o Brasil o BBB das maquininhas que não oferecem um comprovante impresso do voto para conferência do eleitor. Agora, o trio se desfez. No ano passado, Bangladesh decidiu cair fora do sistema, diante da torrente de críticas e suspeitas sobre as “Electronic Voting Machines”.
Vários países flertaram com o modelo brasileiro – México, Paraguai, Namíbia, Equador, Costa Rica – mas prevaleceu o imperativo da transparência e segurança do processo em que o voto, mesmo eletrônico, deixa um rastro em papel, a bem da verificabilidade pública.
No Brasil do regime STF-PT, ainda reina a seita que impõe o voto sem rastro, e cala a boca de quem, como o mundo inteiro, exerce o direito de questionar. Alexandre de Moraes, o homem de R$ 129 milhões, pediu e obteve a condenação, pelo STF, de um dos pais da urna eletrônica brasileira, o respeitado engenheiro Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal. O crime de Rocha? Apontar anomalias no funcionamento da maioria das urnas eletrônicas usadas pelo TSE no segundo turno da eleição de 2022. Acredite se quiser: ele pegou pena de 7 anos e meio de prisão por “tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito” e “organização criminosa armada”.
Moraes pediu ao Reino Unido a extradição de Rocha. Não vai levar. O mundo já sabe quem é e como age o carrasco da liberdade de expressão no Brasil.
SEGURA ESSA quem se trumbica não comunica
=
- RECEBI isso aí acima de uma amiga e não intindi. O que será um repórter massivo? Vou direto no Gogle: "Esse profissional trabalha no ritmo de breaking news (notícias de última hora), com foco em produção ágil e multiplataforma (internet, rádio, vídeo e redes sociais). A expressão é muito usada em grandes redações, como no Grupo RBS (no Rio Grande do Sul), para definir o jornalista que produz conteúdo diário, traduzindo tendências e assuntos do momento em informação acessível e de rápida absorção para o grande público." Ou seja, é o conhecido "courinho de piça", aquele que faz tudo numa redação "muderna", vai pra lá e vem pra cá, e ganha uma mixaria. Nos passaralhos é sempre o cabeça de lista.
- NOS TEMPOS em que existia um jornalismo mais honesto por parte dos patrões, o jornalista quando era chamado para atuar por outro veículo do mesmo grupo recebia uma boa grana extra, além do seu salário.
- HOJE, o tal jornalista muderno faz jornal, rádio, TV e internet e ganha uma mixaria. Claro que quando surge uma oportunidade de ocupar uma assessoria de imprensa o coleguinha não pensa duas vezes. É o caso recente do repórter da RBSTV, Jeferson Ageitos, que já está no MP, depois de 7 anos na emissora. Advinha qual o salário do cara?
- ALGUÉM AINDA TEM PENA DO FARID?
- O HELP DO JOÃO GARCIA
Em 2023, em um dos momentos mais difíceis da minha vida, recebi uma corrente de apoio que jamais vou esquecer. Muitas pessoas contribuíram, compartilharam minha história e me ajudaram a enfrentar uma longa recuperação com mais dignidade. Graças a Deus e à ajuda de vocês, consegui seguir em frente.
Hoje, infelizmente, me vejo diante de mais um grande desafio.
No último mês fui diagnosticado com uma grave doença vascular, chamada aterosclerose, que comprometeu a circulação das minhas pernas. Mesmo com todos os esforços da equipe médica, precisei passar por duas amputações nos dedos do pé para impedir o avanço da infecção.
Também realizei um cateterismo e recebi dois stents para restabelecer a circulação sanguínea.
Agora estou voltando para casa para iniciar mais uma etapa da recuperação. Porém, minhas limitações aumentaram e os custos com cuidados, medicamentos, fraldas, curativos, fisioterapia, alimentação adequada e adaptações em casa também cresceram. Por isso, com humildade, venho novamente pedir ajuda. Se você contribuiu comigo em 2023, saiba que sua ajuda fez toda a diferença e sou eternamente grato. Se puder me ajudar mais uma vez, ficarei muito agradecido. E se está conhecendo minha história agora, qualquer contribuição ou compartilhamento será muito importante.
Cada valor faz diferença.
Cada compartilhamento ajuda a alcançar mais pessoas.
Cada oração também é uma forma de apoio.
Obrigado por continuarem caminhando comigo nessa luta.
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Dados para contribuição
Banco ITAÚ
Agência 4269
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PIX CPF - 202.436.690-20
O QUE FAZ o RS crescer
- DUDU MILK VOLTOU A BANCAR "EVENTOS"COM GRANA FARTA!
Depois de algaumas semanas sem "patrocínios robustos",o Governo Dudu Milk, através da Scretaria de Comunicação abriu os cofres do povo gaúchopara mais um evento que deverá salvaro Rio Grande!!
SÚMULA DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO
O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, por intermédio da SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO, em cumprimento do disposto noartigo 72, parágrafo único, da Lei federal n.º 14.133/21, e no artigo 3º, §1º, do Decreto estadual nº 57.034/23, torna pública a INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO para a concessão de patrocínio à
ICLEI A MÉRICA DO SUL, CNPJ nº 03.898.408/0001-10,representada por Rodrigo de Oliveira Perpétuo, inscrito no CPF sob o nº 003.744.806-48, nos termos do artigo 74, caput, da Lei federal nº 14.133/21, e do artigo 7º, caput, do Decreto estadual n.º 57.034/23, para realização do evento
“Congresso Internacionalde Proteção e Defesa Civil – CIPDC - 2026”,
que ocorrerá entre os dias 23 e 25 de junho de 2026, no montante estimado de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais)
e tendo o início de sua vigência na data da publicação no Diário Oficial do Estado, conforme consta no Processo Administrativo n.º 26/0811-0000713-7.
DE TUDO muito
- PELA PRIMEIRA VEZ leio num jornal, o ZH, a escolha de um pré-suplente de uma pré-candidatura a senador. Acreditem, é isso mesmo. O ex-deputado federal (alguém lembra?) Henrique Fontana di Trevi é o "indicado".
- COISAS DA TV
- COISAS DE LADRÃO: OLHA SÓ O QUE O BANDIDO QUER
- O PETISMO NÃO SURPREENDE MAIS
DOIS MINUTOS com o PRÉVIDI
- Até mesmoo nosso presidente idiota é contra o Neymar, porque o craque não é petista. Aí toda a petezada é contra a Seleção e o Neymar. Então tá. Agora, sou o maior torcedor da Seleção e do Neymar. E aposto que Neymar vai fazer o gol do hexa!!!!
PORTO ALEGRE é assim!
- ACERVOS INÉDITOS
A Cinemateca Capitólio (rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico) encerrou a Campanha de Prospecção de Filmes, realizada entre 12 de maio e 12 de junho de 2026, com resultado acima das expectativas. A iniciativa, promovida pelo Centro de Documentação e Memória da instituição, resultou na doação de centenas de filmes em diferentes formatos, registros históricos que vão das décadas de 1920 às primeiras décadas do século 21, além de materiais inéditos sobre o folclore e a cultura gaúcha. A campanha recebeu a doação de um conjunto expressivo e historicamente valioso de materiais fílmicos — filmes em 8mm, super 8, 16mm e 35mm, além de registros em VHS —, reunindo décadas de memória audiovisual do Rio Grande do Sul e do Brasil.
Entre os materiais recebidos destacam-se acervos de rara relevância etnográfica e histórica, filmes premiados em festivais nacionais, produções em 35mm e registros que remontam ao início do século 20. A campanha confirmou o que a Cinemateca já suspeitava: havia, espalhados por armários, porões e gavetas das famílias gaúchas, tesouros audiovisuais à beira do esquecimento definitivo.
Além dos acervos individuais, a campanha resultou no recebimento de centenas de DVDs com filmes gaúchos, nacionais e estrangeiros, ampliando de forma significativa o catálogo da Cinemateca Capitólio.
A secretária municipal da Cultura, Liliana Cardoso Duarte, destacou a importância da preservação audiovisual. “Os materiais recebidos compõem um panorama singular da memória visual do Rio Grande do Sul e do Brasil. Das imagens folclóricas das décadas de 1970 e 1980 de Carlos Galvão Krebs aos registros familiares em VHS do Acervo Paulo Costa; dos rolos em 16mm dos anos 1920 do Acervo Myrian do Nascimento Borba aos filmes premiados de Eduardo Tessler — cada doação carrega em si uma narrativa insubstituível”, disse Liliana.
A coordenadora de Cinema e Audiovisual da SMC, Daniela Mazzilli, agradeceu as doações. “A Cinemateca Capitólio agradece profundamente a todos os doadores pela confiança depositada na instituição e reafirma seu compromisso com a preservação, catalogação e futura disponibilização desses materiais para pesquisadores, educadores e o público em geral”, destacou a gestora.
Acervos e doações recebidas:
Carlos Galvão Krebs — 77 filmes em super 8 sonoro
Doado por Cristina Osório Krebs, este acervo reúne 77 filmes em super 8 sonoro produzidos por Carlos Galvão Krebs nas décadas de 1970 e 1980. As imagens percorrem o Rio Grande do Sul, a Bahia e outros estados brasileiros, além de Portugal e Espanha, com especial atenção ao folclore e à cultura popular em suas múltiplas manifestações.
Entre os temas documentados estão:
- Cuias de chimarrão; voo de planador em Osório; o Kerb de Taquara;
- Prataria gaúcha em Cachoeirinha; imagens de Porto Alegre; touros e galos em Lagoa Vermelha;
- Trajes gaúchos; Festival de Pandorgas em Santana do Livramento; XXII Semana do Folclore;
- Cutelaria gaúcha em Iraí; Escola e Folclore em Viamão; Oktoberfest; Terno de Reis em Porto Alegre;
- Tecelagem folclórica em Osório; Estância de Santa Fé em São Gabriel; A erva-mate;
- Artesanato da bota em Passo Fundo; pesca artesanal em Torres; Campeonato da Canção Nativa em Campo Bom;
- Os carreteiros do Extremo Sul em São Gabriel; Tesouros e Subterrâneos Jesuíticos nas Missões;
- Rodeio de Vacaria; O Truco em Porto Alegre; Tradições Italianas no RS; Lapidação de Pedras em Iraí;
- Artesanato regional em Torres; Bumba Meu Boi em São Luís do Maranhão; Boi de Mamão em Sombrio (SC);
- Churrasco gaúcho na Bahia; A pesca no Espírito Santo; O gado no Mato Grosso e no Pantanal;
- A pesca do camarão em Florianópolis; Danças folclóricas de São Paulo; Pesca na Guanabara (RJ), entre outros.
Trata-se de um dos acervos mais completos já recebidos pela Cinemateca sobre a cultura popular gaúcha e brasileira, com especial valor para pesquisadores de folclore, etnografia e história regional.
Paulo Costa — 73 latas de filmes e 31 fitas VHS
Doado por Virginia Costa, este acervo abrange décadas de 1950 a 1990 e reúne 73 latas de filmes em 8mm e super 8, além de 31 fitas VHS e VHS-C. O material contém registros familiares — aniversários, natais, churrascos — ao lado de eventos esportivos, com destaque para partidas de tênis e futebol. Um retrato íntimo e afetivo da vida cotidiana gaúcha ao longo de quatro décadas.
Myrian do Nascimento Borba — 62 rolos em 16mm (décadas de 1920 a 1950)
Apresentado por Gina Donnell, acervo da Família Borba, este acervo de 62 rolos em 16mm é um dos mais antigos recebidos na campanha, cobrindo o período de 1920 a 1950. As imagens incluem registros de Mariscala (cidade uruguaia), Porto Alegre, carros de época, desfile de cavalos no Taim, a Praça do Rio Grande, banhistas no Cassino, Rio Grande — Praça Telles, Getúlio Vargas em 1930, desfile de cavalos em Passo Novo, Rio de Janeiro em 1931, Porto Alegre — Belém Velho, o Cassino nos anos 1920, e a cidade de Montevidéu, entre outros.
O acervo apresenta danos significativos e está em fase de avaliação técnica para verificar a viabilidade de preservação das imagens. A Cinemateca já iniciou os procedimentos de análise e identificação do material.
Omar Barros — Curta-metragem em 35mm e materiais da V Mostra Internacional de Cinema
Omar Barros doou o curta-metragem Viva a Morte em 35mm, além do roteiro do filme Adyós General, catálogos e relatórios de imprensa da V Mostra Internacional de Cinema de 1987. A presença de material em 35mm confere especial relevância histórica a esta doação.
Eduardo Tessler — Filmes vencedores no Festival de Gramado 1986
Eduardo Tessler doou dois filmes em super 8 premiados no Festival de Gramado em 1986: Lar Desfeito (1985) e Sem Perdão (1985). Os filmes integram a memória do cinema gaúcho independente e do importante palco que o Festival de Gramado representou para a produção regional nas décadas de 1980.
Douglas Ostruca — Espetáculo remasterizado em vídeo
Douglas Ostruca doou o registro em vídeo do espetáculo Mulheres do Pau Brasil (ou Quando Eles Viram Elas), inspirado no teatro de revista. O material conta com remasterização e legendagem, garantindo condições adequadas de preservação e acesso.
Sissi Betina Venturin — Curta-metragem de 2026
Sissi Betina Venturin contribuiu com o curta-metragem Enquanto Falávamos de Borboletas (2026), incorporando ao acervo da Cinemateca uma produção recente que documenta o cinema gaúcho contemporâneo.
RECREIO
- DO JORNALISTA CLOVIS HEBERLE:
Fim de uma tarde de sábado, julho de 2003, em Paraty. Escolho uma mesa de calçada no tradicionalíssimo bar Coupê, no centro da cidade, e peço uma pinga da terra. Antes de beber o primeiro gole, ouço o som de um piano e uma voz conhecida, vindos da praça em frente. Parecia Guilherme Arantes.
Levantei para conferir e vi Guilherme, num pequeno palco, cantando acompanhado apenas de seu teclado. Me juntei aos turistas e moradores para assistir, de surpresa e de graça, a um show lindo, emocionante.
Confesso que nunca havia prestado muita atenção na obra do compositor, cantor e instrumentista, autor, entre outros sucessos, de Meu Mundo e Nada Mais ( seu primeiro sucesso), Lindo Balão Azul ( do programa Balão Mágico, da Rede Globo) e Aprendendo a Jogar (imortalizado por Ellis Regina). Compôs os temas de várias novelas da Globo, o que para alguns críticos com viés político, diminuiu o seu valor.
Mas desde então me convenci que só por duas músicas - Planeta Água e Amanhã -, Guilherme Arantes merece estar entre os melhores músicos brasileiros. Fiquei fã.
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OLIMPO a morada das deusas do século 21
CANSADA
PIADINHA sem nome feio, sem política e sem futebol
OK, Lula não é de ixquerda, como ele diz agora, assim como a maioria dos petistas, de norte a sul do Brasil. A petezada não tem ideia do que é um governo socialista, nunca leram sobre as propostas "progressistas" implantadas nos poucos países que conseguiram eleger presidentes de ixquerda ou que ditadores venceram nas armas.
Lula apenas repete o que seus amigos de 40, 50 anos lhe ensinam ou que escrevem para que decore e repita. Mesmo assim, na maiorias das vezes fala besteiras. Ele se criou porque na época em que se dizia sindicalista sabia negociar com os patrões e com os que representavam a ditadura dos milicos.
Se pensarmos bem... Lula não faz nada desde que perdeu o dedo. Virou sindicalista. E naqueles tempos verde-oliva o brasileiro precisva de um "líder popular", que "surgiu no seio do povo". Desde então ficamos apenas com ele.
Um sujeito como Lula tem que ter muita sorte. Na última eleição enfrentou um candidato, Bolsonaro, um craque em falar besteiras. Um líder popular, mas que acumulou erros e não se preocupou em aumentar a sua base de apoio. Pelo contrário, na pandemia, por exemplo, irritou os brasileiros com declarações estapafúrdias.
Agora, até outubro, o pessoal de ixquerda que manda no PT, terá a difícil tarefa de fazer com que Lula não fale e não faça besteiras.
Seu adversário é tão ou mais falastrão do que o pai. E tem um rabo...
Abaixo, assistam algumas (poucas) asneiras ditas por Lula ao longo de sua "carreira":
SEGURA ESSA quem se trumbica não comunica
- EU NÃO ACREDITO QUE VI ISSO NO INSTAGRAM:
- CONFIRAM no YouTube o estrondoso fracasso da cobertura da Copa no GZH. Uma audiência de brincadeira de adolescentes. Em jogos conseguem 200 "interessados".
- DE UM LEITOR - A cobertura da RBS na Copa é a consagração do jornalismo tik tok. Além das dancinhas e das boquinhas tipo postagem-no-Instagram, uma pequena prova do deslumbramento em cidade grande, estamos vendo e ouvindo bobagens pueris. Quem está coordenando esse vexame jornalístico - caro e inútil? Em outros tempos haveria demissões na chegada...
- VERGONHA ALHEIA!! AS MENTIRAS DAS RBS SOBRE AUDIÊNCIA
- DO JORNALISTA Vitor Bley de Moraes: Entrando no canal Histórias de Gremistas, pelo YouTube, a íntegra da entrevista com Lupicínio Rodrigues Filho sobre o Hino do Grêmio.
- O HELP DO JOÃO GARCIA
Em 2023, em um dos momentos mais difíceis da minha vida, recebi uma corrente de apoio que jamais vou esquecer. Muitas pessoas contribuíram, compartilharam minha história e me ajudaram a enfrentar uma longa recuperação com mais dignidade. Graças a Deus e à ajuda de vocês, consegui seguir em frente.
Hoje, infelizmente, me vejo diante de mais um grande desafio.
No último mês fui diagnosticado com uma grave doença vascular, chamada aterosclerose, que comprometeu a circulação das minhas pernas. Mesmo com todos os esforços da equipe médica, precisei passar por duas amputações nos dedos do pé para impedir o avanço da infecção.
Também realizei um cateterismo e recebi dois stents para restabelecer a circulação sanguínea.
Agora estou voltando para casa para iniciar mais uma etapa da recuperação. Porém, minhas limitações aumentaram e os custos com cuidados, medicamentos, fraldas, curativos, fisioterapia, alimentação adequada e adaptações em casa também cresceram. Por isso, com humildade, venho novamente pedir ajuda. Se você contribuiu comigo em 2023, saiba que sua ajuda fez toda a diferença e sou eternamente grato. Se puder me ajudar mais uma vez, ficarei muito agradecido. E se está conhecendo minha história agora, qualquer contribuição ou compartilhamento será muito importante.
Cada valor faz diferença.
Cada compartilhamento ajuda a alcançar mais pessoas.
Cada oração também é uma forma de apoio.
Obrigado por continuarem caminhando comigo nessa luta.
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Dados para contribuição
Banco ITAÚ
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Conta Corrente: 48389-9
PIX CPF - 202.436.690-20
O QUE FAZ o RS crescer
- O QUE OS CARANGUEJOS FAZEM NUMA PLANTAÇÃO DE ARROZ?
ESTES SÃO CARANGUEJOS ÚTEIS. AO CONTRÁRIO DOS QUE VIVEM EM PORTO ALEGRE, ESPECIALISTAS EM "ATRAVANCAR O PROGRESSO".
DE TUDO muito
- O LADRÃO AMIGO DO LULA HÁ 50ANOS!!
INFORMAÇÕES DE WINSTON LING:
Jaques Wagner, líder do governo Lula no Senado, mora em apartamento de luxo avaliado em mais de R$ 20 milhões em Salvador, com píer privativo e teleférico. Saiu do sindicalismo e chegou ao metro quadrado mais caro de Salvador — alguém explica como?
A morada de Wagner fica no edifício Mansão Victory Tower, no Corredor da Vitória — o metro quadrado mais caro de Salvador.
Isto é espetacular para um ex-sindicalista que, segundo relatos, chegou à Bahia “com a mão na frente e outra atrás”.
O imóvel de R$ 2,5 milhões que teria sido negociado como propina para o senador — sim, aquele sobre o qual pairam suspeitas graves — vale dez vezes menos do que o apartamento onde ele já mora. Ou seja: o suposto suborno seria, nos padrões de vida do petista, pouco mais que uma gorjeta imobiliária.
Wagner alegou que o apartamento de R$ 2,5 milhões, com 203 metros quadrados, seria destinado à sua filha. Praticamente uma quitinete, considerando o patamar de luxo em que o senador habita.
E é aí que a história complica.
Como um homem que construiu toda a sua carreira no sindicalismo e na política — e somente nisso — acumulou patrimônio capaz de sustentar um estilo de vida que a esmagadora maioria dos empresários brasileiros jamais alcançará? Qual empresa ele fundou? Qual negócio ele tocou? Qual risco ele correu com dinheiro próprio?
A resposta é simples: nenhum.
O patrimônio veio do poder. Do Estado. Do mesmo aparato que, segundo a cartilha do PT, deveria servir aos mais humildes.
Wagner gosta de dizer que a Bahia “tem muro baixo”. Ironia das ironias: a Mansão Victory Tower, seu endereço, é protegida por muros altíssimos. Muros que separam, com eficiência brutal, o mundo do discurso do mundo da prática.
A informação sobre o estilo de vida do senador foi publicada pela Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Não é a primeira vez que um líder da esquerda brasileira prega igualdade de cima de uma torre de luxo. Mas poucas vezes o contraste foi tão escancarado. Píer privativo. Teleférico. Vista para a baía. Tudo isso para quem diz lutar pelo povo.
A pergunta que ninguém faz é simples: se o Estado é tão bom para o povo quanto o PT promete, por que seus líderes preferem viver exatamente como a burguesia que dizem combater?
Talvez porque, no fundo, eles sempre souberam o que funciona. Só não querem que os outros tenham acesso.
- CONFIRAM A CARA DE PAU DO BANDIDO:
- QUEM DIRIA, A ITAPEMIRIM
FOI PRO SACO
A massa falida do Grupo Itapemirim deve começar o pagamento aos credores nos próximos diaS. O processo acontece em meio a um imbróglio judicial envolvendo o arrendamento de linhas interestaduais que pertencem à companhia.
A disputa opõe a administradora da massa falida, a atual arrendatária, concorrentes que desejam operar as linhas e a ANTT.
Decisão do STJ do último dia 9 determinou a continuidade do processo competitivo pelo arrendamento "sobretudo pela apresentação de propostas por renomadas empresas do setor e pela situação de urgência descrita nos autos", decretou o tribunal, atendendo a pedido da Viação Águia Branca, que pleiteia a concessão, hoje em dia operada pela Suzantur em caráter temporário e emergencial. (FSP)
- BIBO NUNES, DEPUTADO FEDERAL:
DOIS MINUTOS com o PRÉVIDI
- Até mesmoo nosso presidente idiota é contra o Neymar, porque o craque não é petista. Aí toda a petezada é contra a Seleção e o Neymar. Então tá. Agora, sou o maior torcedor da Seleção e do Neymar. E aposto que Neymar vai fazer o gol do hexa!!!!
PORTO ALEGRE é assim!
- ACONTECEU EM PORTO ALEGRE
R$ 60,00 com despesas de correio incluídas
Aconteceu em Porto Alegre resgata histórias que marcaram a memória da capital gaúcha
Paulo Pruss e Rafael Fleck lançam o livro "Aconteceu em Porto Alegre", publicado pela Editora Escuna. Com 162 páginas, a obra reúne episódios históricos, curiosos, emocionantes e surpreendentes que marcaram gerações de porto-alegrenses.
Resultado de ampla pesquisa histórica e jornalística, o livro apresenta acontecimentos que mobilizaram a cidade em diferentes épocas, transformando-se em verdadeiros marcos da memória coletiva de Porto Alegre.
Entre os episódios retratados estão o sequestro do táxi lotação que manteve a cidade em suspense durante 27 horas; o maior motim da história do Presídio Central; o último dia de circulação dos bondes elétricos; a morte do lendário narrador esportivo Pedro Carneiro Pereira, o Pedrinho; além de histórias envolvendo jornalistas, artistas, esportistas e personagens que fizeram parte da vida da capital gaúcha.
Mais do que contar fatos, a obra procura contextualizar cada acontecimento, mostrando sua importância para a cidade e para a formação da identidade porto-alegrense.
Segundo os autores, o objetivo é preservar histórias que ajudaram a construir Porto Alegre, muitas delas conhecidas apenas por quem viveu a época ou acompanhou as notícias nos jornais, rádios e televisões.
"A cidade é feita não apenas de ruas, prédios e monumentos. Ela também é construída pelas histórias que emocionaram, chocaram, divertiram e marcaram seus habitantes. Este livro procura resgatar parte dessa memória", afirmam os autores.
"Aconteceu em Porto Alegre" é um convite para revisitar momentos inesquecíveis da capital gaúcha e conhecer episódios que ajudam a compreender melhor sua trajetória.
Paulo Pruss é editor, com livros lançados entre eles, Porto Alegre De Todos os Tempos, já Rafael Fleck é vereador de Porto Alegre, porém na época que foi escrito não era.
Ficha Técnica
Título: Aconteceu em Porto Alegre
Autores: Paulo Pruss e Rafael Fleck
Editora: Escuna
Páginas: 162
Valor: R$ 60,00 (já com despesas de envio pelos Correios incluídas)