Segunda, 20 de abril de 2026

 

SEGUINTE especial:

"...se colocou em questão e não se deve colocar em questão a importância do Parlamento fiscalizar todos e a todas as instituições por meio de CPI. Quem nada deve, nada teme".

Na semana passada, dia 17, a Folha de S.Paulo publicou uma longa matéria com o ministro Edson Fachin, presidente do STF.

Jamais tinha lido algo parecido, especialmentde de um ministro em atividade. Uma excelente reflexão sobre o STF.

O texto é de Renata Galf e Flávio Ferreira.

Delicie-se:


Estamos imersos em crise, e
STF tem que refletir sobre
seus limites, diz Fachim





O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, afirmou nesta sexta-feira (17) ser preciso reconhecer que o Brasil está imerso em uma crise em relação à atuação do Judiciário.

Ele disse que é preciso enfrentá-la, com atenção para não repetir "soluções velhas", e que a corte que ele comanda tem que refletir sobre sua atuação e seus limites.

"Quando falamos em crises, é fundamental reconhecer que efetivamente nós estamos imersos, em relação à atuação do Judiciário, é uma crise que precisa ser enfrentada, e enfrentada com olhos de ver e ouvidos de ouvir", afirmou. "Sob pena de repetirmos, para problemas novos, soluções velhas que significam simplesmente relegar os problemas sem resolvê-los."

Fachin participou de uma palestra na FGV (Fundação Getulio Vargas) em São Paulo que teve como tema o papel do Judiciário na garantia da segurança pública como direito fundamental.

O ministro defendeu a importância de que a Justiça se atente aos seus limites. "Toda a expansão do poder, ainda que bem intencionada, precisa ser acompanhada de autocontenção e reflexão crítica", afirmou Fachin. "É imprescindível que o Judiciário, e especialmente o Supremo Tribunal Federal, ao qual se atribui, não sem controvérsia, obviamente, a última palavra sobre a Constituição, mantenha o Judiciário postura reflexiva sobre os limites de sua própria atuação", completou.

"O Judiciário precisa colocar diante de si necessariamente um espelho no qual possa se ver para enxergar possibilidades e também enxergar os seus limites."

Afirmou ainda que "vivemos tempos de desconfiança institucional" e "intensas polarizações em todos os sentidos", acrescentando que essa desconfiança decorre de múltiplos fatores e que cada instituição precisa refletir sobre o que está contribuindo para seu aumento ou diminuição.

Citando especificamente o Judiciário, afirmou que "sempre que o juiz parecer estar atuando como agente político disfarçado de intérprete jurídico, perde-se a confiança pública".

Desde o fim do ano passado, revelações sobre Moraes e Toffoli, aproximando-os do escândalo do Banco Master e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, têm sido um dos principais combustíveis da crise que vem desgastando o tribunal.

Em meio a isso, ocorre a pressão da sociedade civil e do empresariado pela aprovação de um código de ética mais detalhado e aplicável aos membros do tribunal, bandeira defendida por Fachin, mas que enfrenta resistência interna na corte.

Ao ser questionado por jornalistas sobre referências a ministros do STF em investigações importantes, Fachin afirmou que nenhuma instituição e nenhuma pessoa é imune ao escrutínio, e o STF não ocultará o caso, mas ressaltou que é preciso que as prerrogativas de defesa sejam respeitadas.

"Esta crise, que não nasceu dentro do Supremo Tribunal Federal, não será pelo Supremo Tribunal Federal ocultada", disse.

Declarou aida que o tribunal "dará respostas importantes de maneira unida e colegiada, defendendo a instituição e também defendendo a prerrogativa de quem quer que seja de se defender, de valer-se do direito à defesa, de esclarecer essas circunstâncias, e também de prestar contas à sociedade".

Nesta semana, o Supremo foi um dos protagonistas de mais um episódio de embate entre Poderes, depois de o senador Alessandro Vieira, relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, propor o indiciamento de três membros da corte, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, assim como do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Indagado após a palestra sobre como resolver a crise aberta com o episódio, Fachin minimizou o impacto do ocorrido na relação entre os Poderes, em tom menos contundente de nota que divulgou na data em que o relatório tinha sido apresentado.

"Eu entendo que não há crise institucional entre o Poder Judiciário e o Legislativo. Há compreensões distintas sobre um determinado fenômeno por exemplo qual é a abrangência de uma determinada CPI qual é a sua pertinência temática", disse. "Mas, de modo algum, se colocou em questão e não se deve colocar em questão a importância do Parlamento fiscalizar todos e a todas as instituições por meio de CPI. Quem nada deve, nada teme."

Em defesa dos colegas, Fachin afirmou: "O caminho de indiciamento por conta de decisão judicial nos parece que não é um caminho adequado. Eu defendo que, quando não se concorda com uma dada decisão, o caminho adequado é o recurso, impugnar a decisão, e não atacar a própria institucionalidade".

O ministro do STF chegou a destacar trecho do relatório do senador Alessandro Vieira sobre a presença do crime organizado em diferentes regiões do país.

Apesar do foco que motivou a abertura da CPI ter sido o crime organizado, Vieira não citou quaisquer outros atores, além dos ministros do STF e Gonet, em sua proposta de indiciamento, o que motivou críticas de diferentes grupos. A reação de ministros do Supremo, por sua vez, incluindo pedido de investigação contra Vieira feito por Gilmar, também foi criticada.

Após uma articulação de governistas e ministros junto à cúpula do Senado, o relatório do senador acabou rejeitado por 6 votos a 4.

Como mostrou a Folha, uma ala da corte faz frente à agenda de Fachin e entende que, em meio às críticas, o presidente do tribunal deveria fazer uma defesa pública e irrestrita da integridade de seus ministros. Nessa linha de pensamento, a atuação de Fachin deixaria a corte mais exposta a ataques.

Um outro grupo, que inclui a ministra Cármen Lúcia, relatora do código de conduta, é favorável à medida.

Juristas de peso, incluindo ex-ministros do Supremo, também têm defendido reformas no tribunal, incluindo regras mais estritas sobre decisões monocráticas. Exemplos de documentos com propostas são o relatório da Fundação FHC divulgado no ano passado e proposta deste ano elaborada pela OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo).

Um dos argumentos de quem defende mudanças é o de que se a corte não agir por conta própria para adequar seu funcionamento, a reforma poderá vir de fora —e não necessariamente para melhorá-la.

Tanto o Supremo quanto parte de seus ministros individualmente deverão estar no centro das campanhas eleitorais neste ano de candidatos ao Senado pelo grupo político de Bolsonaro, que buscará votos suficientes para dar andamento ao impeachment de magistrados na próxima legislatura.


RECREIO

- GOLEIRO DE HOJE FICA
VENDO A BOLA ENTRAR


OLIMPO
a morada das deusas do século 21

VERANO 1



PIADINHA
sem nome feio, sem política e sem futebol



Sexta, 17 de abril de 2026

 

NESSA SEXTA
a cesta do João Paulo






JOÃO PAULO DA FONTOURA é de Taquari-RS. É escritor e historiador diletante, membro da ALIVAT – Academia Literária do Vale do Taquari, titular da cadeira nº 26.





CASA-GRANDE E SENZALA

Gilberto Freyre




Se depender de mim, nunca ficarei plenamente maduro nem nas ideias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental.

Frase de Gilberto Freyre que de certa forma marca sua identidade como um homem que busca ad aeternum sua completude.




Sempre tive desejo de ler esse livro por saber de seu valor intrínseco e também por curiosidade intelectual.

Igual ao Ulysses, de James Joyce, é uma obra muito falada, mas pouco lida.

A razão, ao menos a meu ver, é muito simples, ambas são muito áridas, extensas, e nós, brasileiros do século XXI, ainda temos muito de Macunaíma, ai que preguiça!


Há coisa de uns dez anos, encontrei um original da primeira edição, 1933, muito usado e em condições não muito boas, em um sebo em São Leopoldo. Assustou-me o preço, em torno de 300 reais. Deveria tê-lo comprado, pois livros raros passaram a ser ativos de muito valor.

Há pouco, consegui comprar uma reedição de 1992 do MEC/FNDE, usado, simples, em boas condições, barato, mas sem o charme da edição original.


 Gilberto Freyre, nascido em Recife no distante 1900 (e lá falecido em 1987) de uma família de classe média alta que pode lhe fornecer uma educação de primeiro mundo, inclusive em universidades norte-americanas e europeias, é um arquétipo descendente das tradicionais famílias patriarcais pernambucanas, e, num sentido lato, nordestinas.

Pra mim, Gilberto Freyre foi aquele que melhor interpretou o Brasil e os brasileiros na sua história, sociologia, psicologia, antropologia.

Ele foi tudo, ou quase: jornalista, sociólogo, antropólogo, político, ensaísta, historiador, poeta, escritor, pintor, polemista, um buscador eterno do saber.

Dele, disse o escritor Monteiro Lobato:


O Brasil do futuro não vai ser o que os velhos historiadores disserem e os de hoje repetem. Vai ser o que Gilberto Freyre disser. Freyre é um dos gênios de paleta mais rica e iluminante que estas terras antárticas ainda produziram.


Nesse tema, quem talvez mais dele se aproximou em termos de pesquisa e produção literária foi Sérgio Buarque de Holanda, 1902 –1982 (pai do cantor, compositor e escritor Chico Buarque), com sua magnífica obra, Raízes do Brasil.

Mas, reafirmo: foi indubitavelmente em seu tempo o intelectual brasileiro de maior expressão tanto aqui em terras brasilis quanto na Europa e Estados Unidos.


Bem, feita a introdução, falemos então da obra em si.


Casa-Grande e Senzala é um livro em forma de ensaio, lançado em dezembro de 1933, e que teve várias reedições.

Este meu é a 34ª edição, 1992. Além de português, houve impressões em várias outras línguas, quase sempre com acréscimos explicativos derivados do intenso debate que sua publicação provocou,tanto por aqui quanto na Europa, Estados Unidos e alhures.

O subtítulo da edição primeira já diz muito sobre a obra, ‘Formação da família Brasileira Sob o Regime Patriarcal’.

Com quase 500 páginas, é estruturado em cinco grandes capítulos (além de inúmeras outras páginas com bibliografia, iconografia, registros onomásticos) sendo:


1) Características gerais da colonização portuguesa no Brasil: formação de uma sociedade agrária, escravocrata e híbrida;

2) O indígena na formação da família brasileira;

3) O colonizador português: antecedentes e predisposições;

4) O escravo negro na vida sexual e de família do brasileiro;

5) O escravo negro na vida sexual e de família do brasileiro, continuação.

Vou dar umas pinceladas sobre alguns aspectos do livro que me despertaram maiores curiosidades.

No início, Freyre dá uma resumida na questão da formação da identidade brasileira, destacando vieses antagônicos entre:

a)    a cultura europeia e a indígena;

b)    a europeia e a africana;

c)    a africana e a indígena;

d)    a economia agrária e a pastoril;

e)    a agrária e a mineira;

f)     o católico e o herege;

g)    o jesuíta e o fazendeiro;

h)   o bandeirante e o senhor de engenho;

i)     o grande proprietário e o pária;

j)      o paulista e o emboaba;

k)    o pernambucano e o mascate.

Mas (e esse ‘mas’ é do Freyre), predominando sobre todos os antagonismos, o mais geral, o mais profundo, o SENHOR e o ESCRAVO.

A Casa-Grande era o símbolo maior da sociedade patriarcal brasileira, era o domínio total e absoluto do SENHOR, senhor da família, senhor dos agregados, senhor da política, senhor da moral, senhor da justiça, senhor dos corpos das indígenas e das africanas, um Czar dos trópicos.

E, a partir de 1831, com a implantação da Guarda Nacional, ainda mais poder, pois, Senhor Coronel!

Há críticos, muitos, que curtem destacar os ‘desvios’ do ensaísta relacionados a aspectos sexuais e raciais.

Alguns criticam o uso de uma linguagem imprópria, talvez até mesmo ‘chula’ para um ensaio tão apurado (exemplo, o uso do substantivo coito: coito homem-mulher, homem-homem, homem-animal).

Há citações que hoje seriam proibitivas. Dois exemplos da lavra do historiador Oliveira Viana:

(...) em Minas Gerais observam-se hoje nos negros delicadeza de traços e relativa beleza, ao contrário das cataduras simiescas abundantes na região ocidental da baixada fluminense (...) em meados do século XIX, Burton encontrou em Minas Gerais uma cidade de cinco mil habitantes com duas famílias apenas com puro sangue europeu. No litoral, observou o inglês, fora possível aos colonos casar suas filhas com europeus. Mas nas capitanias do interior o mulatismo tornara-se um mal necessário...

Mesmo sendo produto de um meio à sua época, início do século XX, bastante racista, ele, a mim ao menos, abandona a falácia do racismo científico e trata a miscigenação índio-negro-europeu em uma perspectiva nova.

A questão sexual na formação da nossa identidade, ele não tergiversa nem passa paninho quente. O homossexualismo entre os indígenas e africanos, ele afirma, era muito forte, destacando que os pajés nas tribos eram elementos claramente afeminados. Pode ser, mas também pode ser um ‘escapismo’ do Freyre’.  Eu li uma entrevista dele nas páginas amarelas da revista Veja, já quase ao final da sua vida, na qual declara, sem pudor, ter tido experiências homossexuais na juventude.

A ainda ativa historiadora Maria Lúcia Pallares Burke (bem firme em seus 80 anos), em sua biografia Gilberto Freyre: um vitoriano dos trópicos, declara que:

(...) as condições de vida dos jovens de Oxford eram favoráveis ao desenvolvimento de relacionamentos profundos e às vezes homoeróticos. Era como se na vida oxfordiana houvesse um forte impulso para intensas amizades de rapazes com algum componente homossexual, possivelmente transitório, próprio das antigas amizades gregas...

Finalizando, Fernando Henrique Cardoso, que antes de político foi um grande sociólogo, foi econômico quando disse que ‘todos nós brasileiros temos um pezinho na África’. Não, caro presidente, temos um pé na África e outro nas tabas dos nossos indígenas.

Outra crítica que andei lendo, mas que não considero justa, é que o ensaio do eminente sociólogo só vai até São Paulo, deixando o nosso Sul praticamente à margem.

Do Sul, ele só cita as nossas (que nem mesmo nossas eram, posto que espanholas) reduções jesuíticas.

O problema é que o Sul só passa a existir em termos de Brasil lá por volta de 1737, com a fundação do forte e povoado do Rio Grande.


That's All, Folks! 


Quinta, 16 de abril de 2026

 

SEGUINTE:

O FUTURO DO TRABALHO NO BRASIL.
Em função das políticas públicas petistas



SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica

- APOSTO: A RBS está demitindo jornalistas para contratar estagiários a troco de passagem de ônibus. A Coletiva ontem registrou três demissões de profissionais gabaritados, como Tércio Soccol, que é professor da Famecos.
Vou dar risada quando começaram a demitir os comedores de sucrilhos com ioguste desnatado. Ou seja, chefetes de merda.    

- MAIS UM AMIGUINHIO DE LULA VAI EM CANA
Quem conta é o Fabrício Polezi:

Quando o “combate às FAKE NEWS ” vira piada pronta.

O escolhido do LULARÁPIO para “defender a pseudo verdade” e arquitetar a supervisão de todos os outros astros influencers digitais sócios do consórcio do amor e coordenar as publicações simultaneas em massa de propaganda do Pai dos pobres, agora precisa explicar lavagem de dinheiro. É o retrato clássico: - Quem outrora foi o JUIZ da informação, parece ter tropeçado na sua própria ambição gananciosa e não passou no próprio teste.

No fim, não era sobre VERDADE era sobre CONTROLE. E quando o filtro é ideológico, o resultado é sempre o mesmo: - HIPOCRISIA exposta.



- ISSO É UMA FALCATRUA,
PROPAGANDA ENGANOSA!!!



O QUE FAZ
o RS crescer


Jornalista Milton Cardoso defende o fim da Reeleição, são centenas de parasitas no bolso dos Brasileiros. 

Sou contra o Fundo Eleitoral dinheiro da sociedade financiando vigaristas, oportunistas, covardes, trapaceiros.

Emendas Parlamentares: o caminho da propina pública.

Vamos resgatar nosso Brasil - hoje nas mão de quadrilheiros com boton de Deputado, Senador nem todos mas a grande maioria. Não reeleja mais vagabundos.

Contra a hipocrisia e um País livre!!

Tá Valendo a Companhia!

DE TUDO
muito

- ISSO PARECE UM SONHO


- CABO DACIOLO está concorrendo a presidente da República!!

- CADEIA PRA ESSA GENTE!!


DOIS MINUTOS
com o PRÉVIDI

NÃO ACREDITE EM PESSOAS QUE SE DIZEM BOAS, HONESTAS E DEMOCRATAS.
FALAR ATÉ O CARECA DO STF FALA...


PORTO ALEGRE
é assim!

BAIXA VACINAÇÃO

Vinte dias após o início da campanha de vacinação contra a gripe, apenas 13,76% das crianças de 6 meses a menores de 6 anos foram imunizadas em Porto Alegre, conforme dados do Ministério da Saúde consultados nesta quinta-feira, 16. O índice é considerado baixo pelas autoridades de saúde e acende um alerta para a proteção desse público antes da chegada do inverno, porque elas são mais vulneráveis a complicações por doenças respiratórias, além do risco de aumento nas internações.

A médica de família e comunidade da Secretaria Municipal de Saúde, Loren Seibel, destaca que a vacina contra a gripe é importante porque protege a criança de formas mais graves da doença. “Mesmo quando parece uma gripe comum, ela pode evoluir para complicações como pneumonia e até precisar de internação, principalmente nas crianças menores”, diz.

Além disso, a vacina ajuda a evitar muitas idas à unidade de saúde e ao hospital. Quando muitas crianças estão vacinadas contra a gripe, elas formam uma espécie de barreira de proteção. “Isso diminui a circulação do vírus e acaba protegendo também quem é mais vulnerável, como bebês pequenos, idosos ou pessoas doentes”, explica Loren.

A vacina é para todas as crianças, não só para aquelas que têm algum problema de saúde. Crianças saudáveis também podem ter gripe forte. E tem outro ponto importante: elas transmitem muito o vírus dentro de casa. Então, quando a gente vacina, está protegendo não só a criança, mas também a família, principalmente os idosos e as crianças abaixo de 6 meses que ainda não podem se vacinar.

A vacina é segura, não causa gripe e precisa ser feita todos os anos, porque o vírus muda com o tempo. Conforme Loren, com mais gente vacinada, diminui a circulação do vírus na comunidade, o que ajuda a evitar casos mais graves e também reduz a sobrecarga nos serviços de saúde, especialmente nos períodos de maior circulação de doenças respiratórias.

A vacinação contra a gripe está disponível em todas as unidades de saúde da Capital, no horário de atendimento das salas de vacinas de cada serviço. Porto Alegre conta com 20 locais abertos até as 22h, para facilitar o acesso de quem não consegue comparecer às unidades durante o dia.

Unidades de Saúde com turno estendido (até 22h):

Clínica da Família José Mauro Ceratti Lopes
Clínica da Família Álvaro Difini
Clínica da Família IAPI
Clínica da Família Santa Marta
Clínica da Família Campo da Tuca
Unidade de Saúde São Carlos
Unidade de Saúde Modelo
Unidade de Saúde Diretor Pestana
Unidade de Saúde Morro Santana
Unidade de Saúde Primeiro de Maio
Unidade de Saúde Tristeza
Unidade de Saúde Moab Caldas
Unidade de Saúde Ramos
Unidade de Saúde Navegantes
Unidade de Saúde Belém Novo
Unidade de Saúde Conceição
Unidade de Saúde Divina Providência
Unidade de Saúde Jardim Itu
Unidade de Saúde Jardim Leopoldina
Unidade de Saúde Parque dos Maias


RECREIO

- JANJA INCORPOROU A  DONA DILMA


OLIMPO
a morada das deusas do século 21

DUPLA DE OURO



PIADINHA
sem nome feio, sem política e sem futebol