Quarta-Quinta, 17-18 de abril de 2019




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
...
ANDO DEVAGAR
PORQUE NÃO TENHO PRESSA







Escreva apenas para





ESPECIAL FERIADÃO
NÃO É PARA FRACOS!




Não me canso de agradecer a todos os que contribuíram ou que irão contribuir com a vaquinha do Blog do Prévidi. É muito legal! Também é muito bom o conforto que me transmitem amigos queridos, amigos que não vejo há muito tempo ou que ainda nem conheço. Afinal, através do Blog nos tornamos todos "conhecidos há muito tempo".
Levar uma traulitada e aguentar no osso do peito não é para fracos.
Agora, se tem apoios, os mais diversos, fica mais fácil.
Olha, estou tranquilo, porque fui condenado por falar a verdade. Rigorosamente a verdade. Transmiti apenas fatos. E isso é "imperdoável"!! Para muita gente, especialmente da classe média consciente, a verdade tem que ser sempre mascarada. Jamais pode ser como um impulso.
Tudo bem, só digo uma coisinha que acredito: AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA.
...
Continuo com a vaquinha. Tenho que tentar chegar perto do necessário.
Além de contribuir pelo https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-ao-blog-do-previdi
aceito qualquer contribuição em uma das contas-poupança:

BRADESCO
José Luiz Gulart Prévidi cpf 238 550 700-59
agência 0939 3
conta poupança 1000049 1

BANRISUL
José Luiz Gulart Prévidi cpf 238 550 700-59
agência 0847
conta poupança:   39.081430.0-0
...
Se preferirem a opção de depositar em uma das contas, favor avisar pelo jlprevidi@gmail.com.
Pelo menos uma vez por semana publico aqui como foi a movimentação.

Na Vakinha pedem cadastro e é um pouquinho demorado. As transferências são muito mais rápidas.


Terça, 16 de abril de 2019




Jamais troquei de lado.
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especial

GRENAL NA MÍDIA


ALFREDO SILVA, um fã (nostálgico) do futebol e da imprensa esportiva  

No RS, a tradição de se acompanhar o clássico  Gre-Nal para quem não foi para o estádio sempre foi pelo rádio. Grandes narradores, comentaristas e repórteres traziam as imagens do jogo para os ouvintes pela emoção e pelo estilo de descrever o que estavam vendo em campo.
Jogos pela televisão ficavam reduzidos às imagens por que o bordão “olho na tevê e ouvido na... (qualquer uma das rádios)” sempre esteve na preferência dos torcedores. Sem desmerecer qualquer profissional de todas as épocas, Armindo Ranzolin foi e continua sendo uma referência desse período. E o que dizer dos comentaristas? Ninguém ainda consegue superar os dois ícones que já se aposentaram: Ruy Carlos Ostermann e Lauro Quadros.
Apesar de todas as imitações (quase caricaturais) faltam conhecimento específico, vocabulário e, sobretudo, cultura geral. Dificilmente, o rádio poderá apresentar novos e atuais comentaristas que se aproximem do Lauro e do Ruy. Foi um tempo glorioso do rádio esportivo, diferente das transmissões pela televisão que nos deixa apenas uma lembrança de Milton Jung que criou uma forma de narrar imbatível. Milton sabia que o veículo televisão exigia uma forma especial de narrar o que os telespectadores assistiam. Ontem fiz uma varredura pelas rádios com a imagem da tevê. Orestes de Andrade, na Guaíba, narrando o Gre-Nal, me lembrou as transmissões clássicas dos clássicos narradores que já deixaram o microfone. 
Na tevê, nos raros momentos em que aumentei o volume, ouvi uma voz incompatível com a arrogância da emissora e, num outro momento, o comentarista saiu-se com essa acaciana definição do primeiro tempo: “O resultado  é o reflexo do que se viu em campo”.  Cá comigo: o resultado sempre será o reflexo do que se vê campo, independentemente de “azar”, de lances duvidosos, de bola no travessão, de juiz equivocado e de dez chutes a gol sem sucesso contra apenas um que atinge as redes.  Para encerrar: o futebol, que não está dissociado da vida cotidiana do país, também passa por uma crise de gestão e de gastança com salários incompatíveis para jogadores e treinadores, como na função pública nacional.
E a crise atingiu a “inteligência” de todos. Sou ouvinte de rádio dos tempos em que estagiário não pegava microfone.


Segunda, 15 de abril de 2019

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Levar uma traulitada e aguentar no osso do peito não é para fracos.
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Olha, estou tranquilo, porque fui condenado por falar a verdade. Rigorosamente a verdade. Transmiti apenas fatos. E isso é "imperdoável"!! Para muita gente, especialmente da classe média consciente, a verdade tem que ser sempre mascarada. Jamais pode ser como um impulso.
Tudo bem, só digo uma coisinha que acredito: AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA.
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especial

PAULO MOTTA, O MESTRE


FANTASMAS

Nos anos 80 morei num quarto-e-sala ali na Duque com a Jerônimo Coelho que, às vezes, resmungava.
Pelo menos era o que me parecia quando esse pequeno apartamento fazia barulhos estranhos ao ponto de não me deixar dormir: resmungava!
Não raro, panelas e tampas despertavam em bêbadas madrugadas e me faziam tirar tudo de dentro do pequeno armário da cozinha, atrás de ratos fantasmagóricos que nunca encontrei.
Passei a conviver com meus espíritos rabugentos barulhentos como inquilinos indesejados mas, de certa forma, queridos. Passei a chamá-los de pressentimentos.
Percebi que, quando se manifestavam, algo acontecia; algumas coisas boas, outras nem tanto.
Nunca comentei com meus amigos facínoras pois viraria gozação o assunto nas mãos daqueles bandidos.
Ou montariam acampamento no meu apê-ovo numa força-tarefa de borrachos caça-fantasmas; melhor não.
Mudei, me fui ao mundo e pensei tê-los perdido por aí, mas não: de vez em quando dão o ar da graça e me cutucam como em mensagens virtuais selenitas, me avisando que o leite vai derramar ou a consultora da Jequiti vai me pedir em noivado, uma loucura!
Dia desses, sozinho em casa, ouvi um copo quebrar-se, na área de serviço. Fui conferir e nada havia lá, às duas e meia da manhã. Parecia alguém resmungando: "Olha o que tu tá fazendo, menino!".
Espero que não seja o Grilo Falante, amiguinhos e amiguinhas.
Boa tarde pra vocês e um ótimo dia pra todos.

...


MÃES

Sempre imagino as mães como diretoras e produtoras dos filmes das nossas vidas.
Trabalham sempre num quase anonimato, nos fazendo seguir o roteiro e exigindo mais envolvimento na trama, seja ela boa ou ruim.
Se o resultado é bom, os méritos ficam com os atores e a diretora sorri, tímida, observando de longe os aplausos. Se for ruim, a responsabilidade será dela.
Podem ser, também, dedicadas operárias que dobram nossos paraquedas emocionais e comportamentais, que usaremos ao saltar das asas protetoras de nossas casas para o azul infinito da vida.
Só saberemos se foram bem dobrados e envelopados quando puxarmos a cordinha na hora certa. Geralmente o são.
Elas trabalham sem espalhafatos nem pirotecnias; trabalham por amor, para que sejamos melhores e repetirão, sempre, as mesmas coisas. Quem nunca ouviu a célebre frase: "Leva um casaquinho que vai esfriar!" ou "Não corre, meu filho!", quem nunca?
Mães, avós, tias são nossa equipe de retaguarda, muitas vezes de resgate que raramente valorizamos por nos acharmos os donos do mundo.
Por ser filho da Dona Norma Motta, sou um filho normal e lembro dos aniversários com bolos decorados pela doceira mais querida de São Borja: Dona Glaci Sarmanho e o nome dela já lembrava glacê e seus derivados inigualáveis.
Quando fiz sete anos o bolo era um navio com marinheiros de cera e bandeirinhas coloridas, estendidas no convés, uma obra prima e eu incendiei as bandeirinhas ao brincar de bombardeio com o barco de merengue. Adivinhem quem salvou o belo bolo do pequeno incendiário?
Dona Norma, claro. Se perguntassem a ela por que estava com os dedos chamuscados, responderia: "Nada, apenas apagando um incêndio num navio".
Quando ela descobriu que eu tinha comido os marinheiros de cera teve outro incêndio na minha casa!
Sei que não é Dia das Mães, mas acho que todos os dias deveriam ser.
Beijão a todas vocês, minhas queridas mães, vocês são tudo nesse mundo.


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NÃO É PIADINHA

POLITICAMENTE CORRETO 

Proibido usar a palavra denegrir. Ofende afrodescendentes. 
Nem se pode usar a palavra degringolar. Ofende os italo-descendentes, os gringos!


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PIADINHA