Sexta, 21 de fevereiro de 2020




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
...
ANDO DEVAGAR
PORQUE JÁ TIVE PRESSA PRESSA





Escreva apenas para






especial

Nesta sexta, uma cesta
de Carnaval!


Se a única coisa que de o homem terá certeza é a morte; a única certeza do brasileiro é o carnaval no próximo ano.

Graciliano Ramos








Gaúcho que é gaúcho não deixa sua mulher mostrar a bunda para ninguém. Nem em baile de carnaval. Gaúcho que é gaúcho não mostra a sua bunda para ninguém. Só no vestiário, para outros homens, e, assim mesmo, se olhar por mais de trinta segundos sai briga.

Luis Fernando Veríssimo





O REI DA GANDAIA E DA CARA DE PAU






Texto do jornalista Ricardo Azeredo

Já conheci muito cara de pau neste mundo do jornalismo.
Mas o personagem deste causo conquistou com láureas o troféu máximo desta disputada categoria.
Foi meu colega em algumas emissoras de TV da capital. Uma figuraça, grande profissional técnico e muito faceiro, do tipo parceirão.
Adorava uma gandaia. Frequentador assíduo das “primas”,era conhecido nas melhores casas do ramo. Também era doido por baile de carnaval.
Só tinha um problema: era casado. E a esposa, um poço de ciúmes.
Eis que vem chegando o Carnaval e o dito já estava ficando inquieto. Ou, como se diz por aí, com o pé que era um leque pra cair na folia.
Precisava urgentemente de um estratagema para festear sem arrumar confusão em casa. Precisava de um álibi, um senhor álibi.
Sentado na sala onde trabalhava, moía os miolos concentradíssimo na tarefa de encontrar uma solução.
Até que olhou para a parede e viu a escala de trabalho que o chefe recém havia espetado no quadro de feltro verde.
Na mesma hora a lampadinha acendeu sobre a cabeça.
Pegou a escala, tirou uma cópia no xerox da redação e cuidadosamente recolocou a original no quadro.
Com a cópia, usando a tinta branca do errorex, produziu outra escala, modificada conforme seus inconfessáveis interesses.
A sanha por liberdade era tanta que ele criou uma escala “pessoal” absurda, com uma jornada muito mais extensa que o normal, mesmo que fossem comuns os “engates” de plantão.
Mas aquela escala, aquela sim, era uma missão que exigiria muita resistência…
A jornada falcatrua tinha umas 18 horas de trabalho. Sobrava apenas o turno da manhã para algum descanso.
Véspera do Carnaval. Chegou em casa ao anoitecer, fazendo a maior cara de condenado. Caprichou na performance de indignação.
Mal cumprimentou a mulher e começou a amaldiçoar o chefe e a empresa. Num gesto estudado, pegou a folha amassada com a escala fajuta e a jogou sobre a mesa, sem dizer nada.
Preocupada, a esposa perguntava o que havia acontecido, mas ele não respondia. Apenas abanava a cabeça olhando para o nada, com jeito de injustiçado.
Ela insistiu, e ele, sabendo que a esposa já tinha passado os olhos na escala deliberadamente lançada sobre a mesa, continuava quieto e bufando teatralmente. E então falou:
– Tu não tá vendo aí no papel?? Olha o que aquele filho da puta do meu chefe me aprontou!! Trabalhar o dia todo e ainda me engatar noite e madrugada!! Isso é um absurdo! É muita injustiça!
Sensibilizada, ela tentava consolá-lo. E ele firme no papel de mártir.
Seguro de que seu álibi havia colado, o festeiro cara de pau se atirou no carnaval. Ainda não existia celular, para sorte desta figura.
Trabalhava no turno em que estava escalado de verdade e à noite se esbaldava nos bailes madrugada adentro.
Quando a festa terminava, ele ia para a empresa, tomava um banho caprichado pra não deixar nenhum rastro de purpurina ou outras pistas incriminadoras.Vestia novamente a roupa com que tinha ido trabalhar e ia para casa ao amanhecer.
Mas aí o filho pequeno já estava acordado e agitado, querendo brincar. Como o festeiro não conseguia dormir, reclamou para a mulher que estava esgotado de tanto trabalhar e que precisava muito descansar para seguir a jornada imposta pela maldita escala e não colocar o emprego em risco.
Dizia então que ia dormir na TV para se recuperar e estar pronto para o turno que começava no início da tarde.
Mais uma vez a performance tinha sido convincente.
E ele então incorporou mais uma atividade naquele período de labuta carnavalesca: trabalhava de verdade à tarde, ao anoitecer se atirava nos folguedos de Momo, e ao raiar do sol ia dormir nas “primas”.
No início da tarde, dava uma rápida passadinha em casa pra beijar a mulher e filhos.
E aí seguia heroicamente para o sacrifício da profissão.


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O inferno é um baile de carnaval no Monte Líbano.

Cazuza


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SUCESSOS DO CARNAVAL
DE TODOS OS TEMPOS

Aos amigos Machado Filho, Marcos Valério.. e a todos que gostam de boas músicas.

Coloquem as músicas e brinquem, mesmo sozinhos!!


Bloco da solidão
(a mais bela música de carnaval, de 1971 - de Evaldo Gouveia e Jair Amorim)





Bloco da solidão
(interpretada pelo Evaldo Gouveia - Emocionante!! UAUUUU)




O teu cabelo não nega





Maria sapatão





Cabeleira do Zezé




Me dá um dinheiro aí!




A pipa do vovô




Máscara negra




Aquarela do Brasil




Nega do cabelo duro




O rancho da goiabada




Quinta, 20 de fevereiro de 2020




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
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PORQUE JÁ TIVE PRESSA





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URGENTE!!

DUAS GRANDES NOTÍCIAS!
Petrobras tem lucro de R$ 40,1 bilhões em 2019, o maior da história da estatal.
E foram condenados na 13ª Vara Federal de Curitiba (Lava Jato) três expoentes da bandidagem dos governos do PT: Guilherme Esteves de Jesus, João Vaccari Neto e Renato Duque







GRUPOS DE COMUNICAÇÃO AGEM
PARA AGRADAR "CONSCIENTES"

"Classe média consciente" está sendo muito paparicada





A "classe média consciente" - que se acha de ixquerda - está sendo o grande aliado dos jornalões antes do último suspiro.
Fazem e vendem jornais para esta gente, que não se revela petista, mas, na verdade, são mais venais do que os petistas. Quais impressos? Começa com a Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, o Globo e todo o grupo, e de arrasto leva as revistas semanais. Todos empenhados em copiar - muito mal - a imprensa norte-americana, que há quatro anos "trabalha" contra o Trump.
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É um momento tão estapafúrdio que até há pouco os que continuam se achando de "ixquerda" e sempre criticaram os jornalões, agora, estão babando por um exemplar da Folha de S.Paulo.
E invadem o Facebook com o jornalismo canalha desses paladinos da moral sem publicidade do Governo federal. Basta dar uma olhada em qualquer um desses jornalões para que se entenda a mensagem que estão passando - "enquanto vocês não nos derem verbas publicitárias vamos continuar metendo o pau (epa!) neste governo "ilegítimo e dos milicianos".
O episódio do presidente Bolsonaro com a repórter de ixquerda filha de um corrupto/bandido de ixquerda é sintomático.
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Notaram como a "classe média consciente" pulou na mesma hora? Viram as manifestações das tais entidades que deveriam representar jornalistas e donos dos grupos de comunicação?
Todos unânimes em criticar o presidente e defender a donzela ingênua, que foi "ofendida" pelo nazista/fascista/homofóbico/misógino. Claro, a donzela está há quase dois anos tentando descobrir mal feitos da "família de milicianos".
...
Quando comecei a ver as manifestações contra a "história do furo", lembrei imediatamente de uma frase do nosso ex-presidente Lula:
- Cadê as mulheres de grelo duro do nosso partido?
Lembram?
Na mesma conversa com o ex-ministro Paulo Vannucchi, Lula foi taxativo, ao afirmar que iria convocar a Maria do Rosário...
Isso foi em março de 2016.
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Nem vou relembrar a história do ex-presidente condenado de que Pelotas "é exportador de viados".
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Sabe o que eu acho interessante?
Nesses dois episódios, as entidades e "movimentos sociais" não se rebelaram e, talvez por isso, a "classe média consciente" tenha se calado. Seletivamente.
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Agora, não. A "intelectualidade" estava irada em seus espaços, dando voz a esta "classe média consciente" e muito burra.
Tão idiotizada que nos governos anteriores jamais ouvi críticas a ministros - como se todos fossem sumidades. A começar pelo Zé Dirceu, o braço direito e esquerdo de Lula e, hoje, bandido condenado.
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Chega!! Não Trato mais dessa gente!!


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UMA FRASE RESUME





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ESTÃO ABERTAS AS APOSTAS

Quando Lula vai ser preso de novo?
(Só vale com dia e mês)



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OS DOIS SACRIPANTAS DA REPÚBLICA - Ontem vi a reação,tipo guri de colégio, dos chefes da Câmara e do Senado sobre uma conversa do general Heleno, ministro das Relações Institucionais, com o ministro da Economia. Ele referiu-se ao clima de chantagem que rege a atuação de parlamentares, em relação ao Orçamento. Os dois velhacos ficaram brabinhos e sempre insistem naquele papo de "ameaça a democracia".
Canalhas!! Como se vários deputados não quisessem cada vez mais dinheiro para "vender" as suas emendas...


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NÃO ME ENGANO: ADMIRO MUITO ESSE CARA - Do http://desejoazul.com.br/:

Mirella tem quatro anos e há dois faz tratamento na AACD onde já teve muitos avanços em sua saúde. Uma simpatia de menina, doce e muito querida. E MIrella vai melhorar ainda mais porque é uma guerreira. A menina ganhou a camiseta oficial do Grêmio do voluntário Glauco Fonseca.




O Instituto Desejo Azul é maravilhoso!!


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PEPINO GROSSO EM DESPACITOLÂNDIA

IRREGULARIDADE ANULA
TERCEIRIZAÇÃO NA CULTURA 

Está no https://matinal.news:

Matéria de Naira Hofmeister e Fernanda Wenzel. Colaborou Pedro Papini




Na manhã de sábado, 15 de fevereiro, um cavalo tobiano pastava tranquilo no pátio do Centro Cultural Multimeios, na Restinga. O animal pertence a um vizinho da instituição pública, que fica com a chave dos portões para poder levar e trazer o bicho quando convier. Não havia segurança no local.

Este é um retrato do primeiro centro cultural de Porto Alegre cuja gestão foi terceirizada em outubro de 2019 pela administração de Nelson Marchezan Jr. (PSDB) – um modelo que o prefeito quer agora levar a outras instituições artísticas da Capital, como o Atelier Livre Xico Stockinger, a Pinacoteca Ruben Berta e a Cinemateca Capitólio. Embora Marchezan afirme que o objetivo da contratualização é “facilitar o acesso ao conhecimento e à cultura para um número maior de pessoas, principalmente para os mais vulneráveis”, na Restinga, o efeito foi outro. A experiência pioneira na Capital teve de ser abortada um mês depois de seu início, após a descoberta de que o vice-presidente do instituto que venceu a concorrência também era servidor da prefeitura – algo proibido pelo edital. Até agora, porém, não há no site da prefeitura qualquer notícia sobre o fim do contrato-modelo.

Em vez de uma programação variada com  oficinas de hip hop, graffiti, dança, teatro, circo, poesia e cinema – entre outras prometidas pela organização vencedora do edital –, a operação está reduzida a atividades de música e um telecentro com internet gratuita para comunidade. Em janeiro, o local sediou também um “acampamento de férias” desenvolvido em parceria com a Caixa.

Para os moradores e comerciantes das redondezas, o espaço é um mistério. Ninguém sabe explicar ao certo o tipo de atividade realizada ali, nem os horários de funcionamento. “É onde vêm os alunos que brigam nas escolas”, disse um. “Tem uma colônia de férias de idosos”, lembrou outra. Alguém mencionou camas elásticas e brinquedos para crianças, e o telecentro foi referido por mais de um vizinho como local para imprimir documentos e fazer xerox.

Um homem dos dois lados do balcão

Reaberto pela prefeitura em novembro de 2017, depois de dois anos fechado, o Centro Cultural Multimeios recebia até então oficinas culturais promovidas pela ONG Projeto Amor e pelo Centro de Promoção da Infância e da Juventude (CPIJ). O local fica na avenida Ricardo Leônidas Ribas, no distrito industrial da Restinga, distante do centro comercial da comunidade. O camelódromo do bairro, por exemplo, fica a 2 km do Multimeios.

A terceirização do espaço foi oficializada no dia 21 de outubro do ano passado, quando o Instituto Acessibilizar (IA) assinou o termo de colaboração em que assumiu a administração do espaço. Esse foi o equipamento pioneiro no modelo porque, segundo a prefeitura, era o de “menor complexidade” entre os previstos para serem entregues à gestão de organizações da sociedade civil.

O Acessibilizar foi selecionado por meio de um chamamento público cujo orçamento era de R$ 301 mil anuais, dinheiro da prefeitura que deveria ser aplicado na manutenção e promoção de atividades para a comunidade. “Queremos tornar o Multimeios referência de centro cultural”, disse o Secretário Municipal de Cultura, Luciano Alabarse, na cerimônia de assinatura do contrato.

Menos de um mês depois, em 26 de novembro, o próprio secretário rescindiria o acordo por determinação da Procuradoria Geral do Município. O motivo? Descobriu-se que o então vice-presidente do Acessibilizar, Félix Buava Kila, era também servidor da prefeitura. Mais do que isso, o homem era funcionário da pasta responsável pela contratação – a Secretaria Municipal da Cultura (SMC) – e trabalhava no espaço a ser terceirizado, o Centro Cultural Multimeios.

A irregularidade passou batida pela comissão de seleção ao longo do processo, embora todos os seus membros fossem servidores da SMC e colegas do então dirigente da Acessibilizar. Nem o funcionário nomeado gestor da parceria e chefe direto de Kila, Marco Antônio dos Santos Machado, percebeu. Machado é coordenador de Administração e Serviços da SMC e teve acesso ao documento que mostra seu subordinado como membro do quadro societário da organização. Mesmo assim, declarou que o Acessibilizar estava apto para assinar o contrato e endossou o plano de trabalho da instituição.

A dupla função só foi descoberta e reportada à Procuradoria do município porque a presidente da comissão de seleção, Michele Barcelos Teixeira, percebeu que entre os documentos do processo havia um no qual Kila assinava como representante da administração municipal responsável pelo patrimônio do centro cultural – ele era o coordenador da unidade quando ela ainda possuía gestão pública. O homem assinava documentos de um lado e do outro do balcão. O IA ainda tentou reverter a situação tirando Kila do cargo de vice-presidente, mas não convenceu a PGM, que determinou o fim da parceria.

Atualmente, o servidor responde à sindicância interna para averiguar sua conduta e, por isso, segundo a SMC, não vai se manifestar.

Rescisão não foi publicada

Quando a parceria com o Instituto Acessibilizar foi firmada pela prefeitura, houve um evento público para celebrar o contrato, cujo extrato foi publicado no Diário Oficial. Mas a rescisão nunca foi tornada pública pelos veículos oficiais da prefeitura. O portal da transparência tampouco guarda o registro do contrato e demais documentos do edital.

Até mesmo o acesso externo ao sistema SEI – no qual é possível consultar publicamente este tipo de material online – está restrito. Segundo a assessoria de imprensa da SMC, isso acontece porque haverá outro edital para a terceirização do centro. A reportagem teve acesso ao conteúdo completo do processo porque o Ministério Público Estadual abriu um inquérito para investigar o caso.

O que aparece no portal da transparência são dois empenhos de R$ 51 mil cada e uma liquidação de R$ 26 mil em nome do Instituto Acessibilizar. Mas a prefeitura esclarece que, apesar da segunda quantia estar liberada para pagamento, “nenhum valor foi pago ao ser identificada a situação (irregular). O pagamento foi bloqueado e não haverá pagamento”.

Sobre as irregularidades, a SMC afirma que o IA anexou uma declaração afirmando que nenhum dos membros da sua diretoria era servidor público, e que “em um primeiro momento, a Comissão de Seleção […] não identificou tal fato, corrigindo a falha assim que detectada (após assinatura do Contrato)”. A resposta na íntegra da prefeitura pode ser lida neste link.

Próximo contrato será de R$ 5,3 milhões

No dia 6 de fevereiro, o prefeito lançou um edital de R$ 5,3 milhões para terceirização da gestão da Pinacoteca Ruben Berta e do Atelier Livre Xico Stockinger. O edital da Cinemateca Capitólio deve sair até o final do mês. Questionada sobre como vai garantir a lisura desses processos para evitar que se repitam os problemas da Multimeios, a assessoria de imprensa da SMC respondeu: “Exatamente da mesma forma que foi feita com o Multimeios. A partir da constituição de uma comissão de corpo técnico, de acordo com cada equipamento e área cultural”.

No tipo de contratualização feito no Multimeios e replicado na Pinacoteca Ruben Berta e no Atelier Livre, a organização vencedora recebe dinheiro da prefeitura para administrar o espaço público e fica proibida de lucrar em cima das atrações e atividades. A entidade até pode cobrar ingressos e captar recursos, mas o dinheiro deve ser reinvestido no espaço cultural. O modelo tem sido criticado por entidades culturais de Porto Alegre, que afirmam que a prefeitura vai gastar mais e ainda passar a gestão dos espaços para a iniciativa privada. Já a prefeitura diz que os espaços seguirão públicos e que as entidades contratadas terão de atingir metas e prestar contas.

Um modelo de contratualização diferente foi adotado para o Auditório Araújo Vianna e o Teatro Túlio Piva, cujas gestões foram terceirizadas em um único contrato, em novembro. A vencedora da concorrência, a Opinião Produtora, não vai receber nada da prefeitura, e sim investir R$ 6,18 milhões nos locais. Em troca, ganha o direito de explorar comercialmente os espaços pelos próximos dez anos.


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EU JURO QUE OUVI NA RBS TV!!

... especialista em ondas...

Matéria sobre o mar no Cassino.


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ESSA É DE LASCAR

Desinvestir


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SEGURA MAIS ESSA BRONCA!




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NÃO ACREDITO! - Pelo que li num release da Prefeitura de Porto Alegre, a Rua da República e adjacências, como a Sofia Veloso, estarão fora do "circuito da folia". Na Cidade Baixa, apenas na Praça Garibaldi.
Não vou estar na cidade, mas vou me informar com os vizinhos.
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No ano passado, a bagaceirada destruiu vários carros estacionados.


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CADÊ A FOTO, PREFEITURA?

Agentes da EPTC resgatam cachorro no Arroio Dilúvio
(Poderia ser uma baita foto...)


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DEFINITIVAMENTE - Não gosto mais de pizzas.
Carnes, de modo geral, não gosto tanto quanto há uns anos. Sei que é importante comer, mas...
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Em compensação, jamais acampei!!
Jamais comi galinha. Só viva.



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DOIS PONTOS - Do colaborador João Paulo da Fontoura:

1) questão do 'furo': por mais que eu admire a 'determinação' do nosso presidente Bolsonaro, não posso aceitar, hipótese zero, o uso por parte de qualquer um ente político, principalmente de um presidente da República, de linguagem chula contra mulheres. E não importa que mulher, se inimiga política, se jornalista chata, se prostituta, se... não, não e não. Entendo as razões (pressão, intriga, politicagem, baixaria de toda a ordem) mas não concordo. O cargo de presidente exige uma rígida liturgia de seus ocupante.

2) O Milton já tinha levado ao programa o deputado Henrique Fontana, um sujeito honrado, probo, sério, etc., etc., mas ele também defendeu o ladrão ao limite. Isso é da condição humana. Há um belo livro escrito pelo cientista Lernard Mlodinov - O Andar do Bêbado -, no qual o autor usa argumentos do matemático e filósofo Blaise Pascal, escrito em meados do século 17, que nos mostra por que "o bichinho peludo, felino, que faz 'miau', é qualquer coisa menos um gato. O argumento registrado no livro é mais ou menos assim, 'o indivíduo quando tem uma opinião, um pensamento cristalizado sobre qualquer assunto (ex. o meu querido presidente Lulla é o homem mais honesto do Brasil, usa de argumentos, válido ou não, para justificar sua adrede opinião'. Traduzindo, vira dogma, e contra dogmas não há o que se discutir. Até acho que a Cavedon sublimou, mas ela está exatamente dentro do desvio padrão do pensamente cristalizado petista, pesolista, e outros istas'. O apresentador tem que ter isso em mente e, se convidar um participante dessa ala para o seu programa, relevar, respeitar suas opiniões é exigido! E não estou afirmando que deva concordar, só respeitar, coisa que ele fez com o deputado Fontana!


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REFLEXÃO

A campanha eleitoral para os petistas só termina se o partido ganha a eleição.
Caso contrário, é pau e pau (epa!!). Só eles têm a razão.


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EMPREENDEDOR UTILIZA TECNOLOGIA
NO CARNAVAL DE OLINDA. SUCESSO TOTAL





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Contatos pelo stephanie_anton@icloud.com


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RENATO VIRA PROFESSOR






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PEÇA LÚCIA DELÍCIAS
tudo que é bom: doces, salgados, bolos e tortas





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SIMPLES, MUITO SIMPLES - Este depoimento foi durante o governo Temer. É o Paulo Herrmann,  presidente da John Deere Brasil, em 6 de julho de 2017, em Gramado.





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NÃO É PIADINHA

O tempo é cruel





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PIADINHA






Quarta, 19 de fevereiro de 2020




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
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A FALIDA FOLHA DE S.PAULO FAZ UM
JORNALISMO MAIS DO QUE CANALHA


A repórter Patrícia Campos Mello, a do furo:
ela diz que vota no PT mas não é PT.
Claro, intindi!

Longe de mim apoiar uma agressão verbal ou física.. Acredito que  a "agressão" verbal até se justifica por um fato ou atitude canalha - aí deixa de ser agressão., mas uma resposta a altura do cafajeste. O velhaco tem que ser tratado como tal. Não tem mole.
Desde antes da posse, Bolsonaro tem sido tratado pela Folha de S.Paulo com algo abjeto. Não julgo o eleito, partindo do princípio que a maioria dos brasileiros o elegeu. Se foi o desejo da maioria dos brasileiros, vale aquela pérola, "relaxa e goza".
...
Mas esse jamais vai ser, por exemplo, o comportamento dos sábios do PT e de seus veículos, como a Folha de S.Paulo e Rede Globo. Até a mera escolha de um assessor de terceiro escalão mereceu críticas. Pelo que noto, Folha, Globo e PT não conseguem encontrar nada de bom em um ano de governo. Pelo trio, ele fez tudo errado até agora.
...
Até se justificaria, porque o Grupo Folha está falido e a Globo faz cortes diários em seus quadros - uma certeza é que que sentiram muita falta das verbas oficiais. O PT? Ora, perdeu as boquinhas, as tetas gordas do Governo federal e seu principal líder esteve preso por bandidagens.
...
A moçoila da foto é a repórter e colunista da Folha de S.Paulo. Escalada para azucrinar a vida do presidente e de seus filhos. Há mais de um ano ela só faz isso.
Por mais que o vivente seja calmo, chega um "dia de fúria" em menor ou maior intensidade.
Todos os dias, recebendo pauladas. Nada mais do que isso.
Claro que sei que um presidente ou governador não pode perder as estribeiras. Mas o cara está acostumado a sair com o bolso cheio de pedras para atirar nos detratores.
...
Mais uma vez Bolsonaro perdeu as estribeiras:
- Ela queria um furo. Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim.
Escreveram muita bobagem sobre a frase e a moçoila passou por "mais uma vítima de um presidente que deve sofrer o impeachment". Seria, na real, uma maneira de "vingar a presidenta". Hahahaha!!!
Acreditem, eu li isso:
"O linchamento público promovido contra uma jornalista, por um presidente, seu filho e seus aliados é um passo além: um teste que Bolsonaro faz com as instituições brasileiras. Aposta que os outros poderes são tão frágeis que vão se dobrar, como já se dobraram o Coaf, a Receita Federal, a Polícia Federal, a Procuradoria-Geral da República."
...
Viram? Linchamento!!
O negócio é tão absurdo que o tal jornal falido noticia que o desemprego diminui, a economia cresce mas a "área social" está abandonada.
São uns engraçadinhos.
Pra encerrar: lembram o que os petistas falavam na campanha?
Entre várias fake news ou notícias canalhas, que Bolsonaro iria terminar com o Bolsa-Família.
Pois é, em 2019 foi pago até o 13º salário para os milhões do Bolsa-Família.


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COMO INFORMAÇÃO


Papai foi perseguido pela Lava Jato

O PAI DA MOCINHA AÍ DE CIMA É UM ANJINHO!
RECEBEU UMA GRANA LEGAL DO MARCELO ODEBRECHT!!
CHAMA-SE HÉLIO CAMPOS MELLO O PAI DA REPÓRTER MILITANTE QUE NÃO É PT, SÓ VOTA NO PT.

HELINHO RECEBEU 1,6 MILHÃO DA EMPREITEIRA.
ELE TEM UMA REVISTA CHAMADA "BRASILEIROS".


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UMA ÍNDIA MARAVILHOSA!! - O carnaval 2020 ficou uma maravilha com esta fantasia da Alessaandra Negrini. Por mim, poderia até terminar hoje.




TEM GENTE QUE PREFERE ESTA ÍNDIA...




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LEIA MAIS UMA GRANDE BOBAGEM

Por que mesmo apoiando luta, Alessandra Negrini
não deveria se ‘vestir’ de índia no Carnaval

Do hypenessa.com.br:

Amada pela internet e musa do Carnaval de São Paulo com o Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta pelo oitavo ano consecutivo, Alessandra Negrini está sendo julgada online. A acusação é de apropriação cultural e desrespeito a cultura indígena e a ‘sentença‘ pode ser o cancelamento da atriz.

Sai ano, entra ano, a atriz é lembrada por sua beleza e energia positiva durante o Carnaval. Em 2020, ela puxou o tradicional cortejo carnavalesco paulistano vestida de índia – desde 2017, quando a artista e ativista indígena Katú Mirim lançou a hashtag #IndioNãoéFantasia, o assunto entrou em voga. Mas, dessa vez, muita gente achou que o histórico de Negrini deveria imunizá-la das problematizações.

Quando a atriz apareceu na concentração do bloco, no cruzamento da Avenida Paulista com a Rua da Consolação, estava acompanhada de índigenas e da líder indígena Sônia Guajajara. Contudo, a posição de Sônia não é a mesma que a de outros ativistas, que são contra atitudes como a de Negrini.

Na semana passada a própria Katú chegou a relembrar, em post no Facebook, que como índia, encara a opção pela fantasia como racismo, e não homenagem, assim como comunidades negras são contra fantasias de escravos, ‘nega maluca’ e outras fantasias racistas.

Na mesma reportagem, outros índios ativistas deram sua opinião sobre a questão. Para David Karai Popygua, “chega de hipocrisia e de dizer que é homenagem, sinceramente, há formas ótimas de nos homenagearem”.

Já Yuninni Terena afirmou que esta é uma das maneiras de opressão vividas pelos povos originários, pois pegam elementos sagrados da cultura, enraizados com fortes significados, pinturas e grafismos com definições, pré determinados para rituais ou momentos específicos e usam como fantasia, adereços de beleza e simples acessórios para diversão.

Depois da aparição de Negrini, outros índios se manifestaram pelo Twitter e muitas pessoas reprovaram a atitude da atriz. Sobre a fantasia, Alessandra disse à Folha de São Paulo que se tratava de uma ousadia e uma homangem. “A luta indígena é de todas”. Aqui pra nós, não se trata de ‘cancelar’ ninguém, mas precisa se ‘fantsiar’ de índia para dizer que apoia a luta?


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PERGUNTINHA

As "ativistas de ixquerda" do feminismo não deveriam "criminalizar" os homens que se fantasiam de mulheres no carnaval?


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ACREDITE SE QUISER - Isto aí abaixo foi postado pelo Mario Soares, no Facebook:

Enfim eu achei uma coisa mais babaca do que homem se vestir de mulher no carnaval: orientação politicamente correta pro homem não se vestir de mulher no carnaval.
Faça um esforço e leia!!






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VAI SER PREFEITA EM 2044 -  Mais uma vez, a ex-Musa Comunista vai ser candidata a prefeita de Porto Alegre. Manuela D'Ávila poderá ter o apoio do PT, que indicaria o vice.
Pra não variar, vai sair bem nas pesquisas.
Ainda bem que a cidade tem boas opções.


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PT NÃO QUER ESCLARECER
A MORTE DO MILICIANO

O foragido ex-capitão da PM valia mais vivo do que morto

Texto do Marco Antonio Araujo, do R7

O governador da Bahia deveria estar muito engajado em esclarecer as circunstâncias da morte do miliciano Adriano da Nóbrega. Até agora, seu discurso é constrangedor, dissimulado, despolitizado. Pusilânime. Pois se, eventualmente, o partido de Rui Costa estiver encobrindo ou articulando uma “queima de arquivo” dessas proporções, sejamos honestos, não haveria cenário mais grave e devastador. Eis um caso em que não é permitido um grama de dúvida. E há.

O ex-capitão da PM fluminense era um dos criminosos mais procurados do país. Liderava o Escritório do Crime, milícia de pistoleiros e matadores de elite do Rio de Janeiro. O cara era do mal, um assassino impiedoso e cruel. Estava foragido há um ano. Sua prisão seria um duro golpe no crime organizado – e poderia elucidar graves crimes de corrupção e morte, como o da vereadora Marielle Franco.

Valia mais vivo do que morto. Mas morreu, no domingo (9), na cidade de Esplanada (a 170 km de Salvador) – “em confronto”, segundo a versão oficial da PM baiana. Fosse baleado com dois tiros pela polícia de algum outro estado, seria previsível muito alvoroço e teorias da conspiração. Mas por tratar-se de uma unidade da Federação governada pelo PT, a tese de execução parecia enfraquecida. Bastou menos de uma semana e dúvidas sérias vieram à tona.

Adriano estava cercado, entocado sozinho em uma casa isolada, sem capangas, vizinhos ou chance de resgate. Ele não tinha saída. Bastava manter o cerco, esperar, vencê-lo pelo cansaço e obrigá-lo a se entregar. O que interessava era a rendição, colher seu depoimento e investir num possível acordo de delação premiada. Caso o bandido preferisse se matar a ser preso, paciência, problema dele.

Moradores disseram que a ação foi rápida. Os policiais invadiram o imóvel – e garantem que Adriano disparou dois tiros, alojados num escudo de proteção (cujas fotos vazadas mostram ser de treinamento e não de uso em operações). As fotos da autopsia de Adriano, obtidas e publicadas pela revista “Veja”, deixam evidente: o miliciano foi morto por disparos a curta distância, precisos, a queima-roupa.

Não bastasse, a PM da Bahia, nesta sexta-feira (14), deteve dois jornalistas que ouviam testemunhas e apuravam o caso. Por que a polícia do governador Rui Costa quer impedir as apurações? Há algo a esconder? O PT não tem interesse em esclarecer a morte do miliciano Adriano Nóbrega? O país tem.


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SOBRE O PROGRAMA DA MAGDA BEATRIZ - Escreve o Daniel Coelho:

O Atualidades OAB, vulgo Pampa, tem se valido de profissionais que não são jornalistas talvez para não ter que pagar um salario mensal. A crise tá grande para eles. Tens razão: Advogados enrolam demais, o que faz o Victorino falar sem parar.
Dona Magda anda um pouco brava, chamou a Roberta de Loura José (rs). Eu deixaria a Magda, Karla, Marconi, Xicão e revezaria entre outros convidados.
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Olha, Daniel, fora os que trabalham nas rádios - Victorino, Marconi e o Marne - os demais estão ali no amor. Pode ser que a Carla ganhe o piso de radialista. Como são os participantes do programa do Paulo Sérgio Pinto - o "convidado" não ganha nem obrigado. Seria um bom programa com a Magda, Marconi e - se alguém desse uma sacudida nele - o Chicão. Claro, e o Victorino e o Marne.


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DEPOIS DA VISITA AO PAPA




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PEÇA LÚCIA DELÍCIAS
tudo que é bom: doces, salgados, bolos e tortas





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MILTON CARDOSO LIQUIDA COM A CAVEDON





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PIADINHA OU NÃO É PIADINHA?

(clica em cima que amplia)





NÃO É PIADINHA

Coitado




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PIADINHA

Rapidinha

- Meus filhos todos têm nomes tecnológicos.
- Não brinca?
- Sério. O mais velho é o Ueize. Depois vêm o Iperlinque, o Desquitópi e as gêmeas Onlaine e Ofilaine...
- Caramba!
- E tem o caçula: o Cláudio.
- Cláudio? Mas não eram todos nomes tecnológicos?
- Cláudio é nuvem em inglês.