Segunda, 16 de março de 2026


SEGUINTE:

- POR QUE A RBS NÃO COMBATE MAIS O
DESPERDÍCIO DO DINHEIRO PÚBLICO?
POR QUE O GRIZOTTI SUMIU?



- UM LEITOR DO BLOG FEZ UM COMENTÁRIO QUE FOI NO ALVO:

"O mundo dá voltas. Na década de 1990 a RBS TV tinha um programa ou um quadro chamado "o desperdício do dinheiro público", apresentado pelo Lasier Martins. Era uma denúncia sobre obras paradas, corrupção, descontrole de gastos. Tudo que existe ainda hoje, talvez até pior. Só que agora boa parte do desperdício do dinheiro público é com verbas publicitárias, das quais o conglomerado do Almirante é um grande beneficiado. Por óbvio, nunca a imprensa foi tão chapa branca como agora."

Perfeito!!
O pessoal mais veterano se lembra do Lasier Martins mostrando nos telejornais da RBS TV os desperdícios do dinheiro público no Estado.
Era pau tofdos os dias. E o ápice dessas denúncias partiam do repórter Giovani Grizotti - nesta época, um dos jornalistas mais importantes do Brasil. Quando o GG aparecia na tela os corruptos tremiam!!
Mas o tempo foi passado.
Lasier virou senador e agora está na Rádio Guaíba.
Grizotti, o grande jornalista, aprece mais falando de gauchismos, num espaço chamado Repórter Farroupilha. Ou estou enganado?
De qualquer modo, eu não assisto mais o Grizotti.
Imagina se o GG tivesse a estrutura da RBS para dissecar todos os dias o Diário Oficial. Imagina o que eles não encontrariam...
Infelizmente, a RBS, nos últimos anos, quer cada vez mais o dinheiro dos Governos, especialmente o dinheiro dos gaúchos. Por isso não interessa de onde saia e de quem é tirado.
Aí não tem como faze denúncias, não?
Imagina, o GG teria que fazer denúncias contra a RBS!!!
Ou denunciar aqueles em que a RBS tira boa parte de seus lucros.

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E O INTERNACIONAL, HEIN PETISTA BARCELOS?
HAHAHAHAHAHAHA!!!!
     

SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica

- CADÊ O CAVALEIRO DAS TREVAS?

DE UM LEITOR - Nosso líder supremo Previdi voltou. Mas confesso que estou sentindo falta do Madrugador Solitário. Seu esquerdismo caolho nos brindava com boas risadas. Será que ele começou a trabalhar? Ou foi para Teera se voluntariar para lutar ao lado dos Aiatolas contra o Grande Satã? Também lembro que ele admirava muito o Hamas. Enfim, onde esteja, volte, nosso Cavaleiro das Trevas!!!

- O CRIME DO RATINHO - O apresentador falou em um dos seus problemas que "mulher tem útero e perereca". Pronto a deputada federal trans, do psol, está processando o Ratinho e não duvide que ele seja condenado a pagar milhões e tenha que brigar muito para não ser preso!!
Em 2026 dizer que mulher tem que ter útero e perereca é crime!!
Se o processo cai  na mão de um juiz decente não dá nada. Mas se pega um moderninho...

- BAITA SÁBADO: para alegria de vários leitores não assisti ao programa. Sem comentários.

- DE UM LEITOR - GZH está virando um Pravda gaudério. O colunista de segurança é um militante que parece escrever diretamente de um diretório acadêmico da UFRGS. Deve ter trânsito livre na Cruzeiro e na Bom Jesus, não com credencial de jornalista mas sim de parça.

- ZH VOLTOU A BRILHAR!! - "... passou mal após passar mal...".



- MARCELO DE BONA (foto) é muito bom porque é simples. Ouvi o narrador do jogo do fiasquento Internacional contra o Bahia e gostei muito. Outra coisa: o cara não é torcedor. Simplesmente narra.


- OUTRA: O magistral Marcos Couto, o Gigante do Vale, não é mais narrador de futebol da Band, onde estava por 28 anos. 
Está aí a disposição para veículos de Porto Alegre.
...
O CANAL DO NANDO (Gross) já está a mil, transmitindo jogos do Internacional. No Youtuybe e X do Nando.

- DOMINGO, NA TV ABERTA: Programa Silvio Santos, com a Patricia; Cruzeiro X Vasco; Perrengue; Debate com pré-candidatos a presidente do PSD; Programa de Fidelidade; e o Oscsr.

O QUE FAZ
o rs crescer

SE ME PERMITEM UMA IRONIA:

DUDU MILK CONTINUA DISTRIBUINDO DINHEIRO!!
78O MIL REAIS PARA UM EVENTO DE 3 DIAS

O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, por intermédio da SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO, em cumprimento do disposto no artigo 72, parágrafo único, da Lei federal n.º 14.133/21, e no artigo 3º, §1º, do Decreto estadual nº 57.034/23, torna pública a INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO  para  a  concessão  de  patrocínio  a 
WINE  LOCALS  PLATAFORMA  DE  EXPERIÊNCIAS  EEVENTOS  LTDA.,
CNPJ  nº  32.603.492/0001-04,  representada  por  José  Renato  Silveira  Hopf,  inscrito  no  CPF  sob  o  nº087.415.838-92 e Diego Cachapuz Fabris, inscrito no CPF sob o nº 000.472.580-80, nos termos do artigo 74, caput, da Lei federal nº 14.133/21, e do artigo 7º, caput, do Decreto estadual n.º 57.034/23, para realização do evento
“ALAMEDA GASTRONÔMICAVIVA O RS”,
que ocorrerá os dias
25 e 27 de março de 2026, no South Summit, em Porto Alegre,
no montante estimado de
R$ 780.000,00 (setecentos e oitenta mil reais)
e tendo o início de sua vigência na data da publicação no Diário Oficial do Estado,conforme consta no Processo Administrativo n.º 26/0811-0000145-7
...
NÃO EXISTE NADA A RESPEITO DESSE EVENTO NO GOOGLE.
Há apenas algumas referências ao "FESTIVAL VIVA O RS", em Pelotas, em dezembro passado.


DE TUDO
muito

- AINDA NÃO ESTÁ ABERTA A CAMPANHA ELEITORAL!!
ISSO É PROIBIDO!!


- O SUCESSO DO GOVERNO LULA!! 1

PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA, DIESEL
MAIS CARO DO QUE GASOLINA!!

Diesel sobe 8,8% no RS e chega a R$ 6,70; alta na gasolina é de 1,9% em uma semana

O SUCESO DO GOVERNO LULA - 2

Só 12% das 6.200 obras de educação
do governo Lula já foram entregues

O governo Lula (PT) entregou até início de março 12% de 6.227 obras de educação previstas nesta gestão. O balanço envolve tanto a retomada de construções que estavam paradas, uma bandeira do petista, quanto projetos de novos prédios educacionais —há baixo ritmo de transferências de dinheiro federal para um avanço mais acelerado.
As obras iniciadas do zero fazem parte do Novo PAC Seleções e são as que sofrem maior demora. De 2.443 propostas para construção de escolas em 1.753 municípios, apenas uma foi entregue: uma creche em Assaré (CE), iniciada em 2024.
Estão em execução 1.069 obras, 24 foram canceladas e o restante está ainda em processo de licitação (572) ou apenas cadastradas (775). Os dados são de painel oficial do governo.
A baixa capacidade de pagamento do governo federal fica claro nas obras educacionais do Novo PAC (Plano de Aceleração do Crescimento). Apenas R$ 1,2 bilhão dos R$ 15 bilhões previstos foram pagos, o que representa 8%.
Praticamente todas essas novas obras são de educação infantil (creches e pré-escolas), perpassando 69% dos projetos, ou unidades para ensino de tempo integral (28%). Os dois temas são grandes desafios educacionais do país.
Bahia, Pernambuco, Ceará, Minas Gerais e Maranhão são os estados com mais projetos cadastrados no Novo PAC.
O Brasil registrou 826.371 crianças na fila de espera por uma vaga em creche em 2025. Ao menos 52% dos municípios brasileiros reconhecem que não conseguem atender toda a demanda para essa etapa do ensino, como mostrou a Folha a partir de levantamento do Gaepe-Brasil (Gabinete de Articulação para a Efetividade da Educação) e MEC (Ministério da Educação).
"Estamos falando de direitos de pessoas que têm prioridade absoluta chancelada pela Constituição, em um país dos mais desiguais do mundo", diz a presidente do Instituto Articule, Alessandra Gotti, coordenadora do Gaepe. Ela também ressalta que evidências científicas já mostraram o potencial da educação infantil para o combate à desigualdade e pobreza estruturada.
"É necessário que se expanda a rede escolar porque a demanda registrada vem se ampliando. Não temos tempo a perder, criar a infraestrutura necessária pra atender as crianças que precisam é tarefa para ontem", completa.
O país registra 41,8% das crianças de até 3 anos em creches, segundo o Censo Escolar de 2025. Com relação ao ensino integral, o país alcançou, no ano passado, 25,8% dos estudantes da educação básica estudam ao menos 7 horas de aulas diárias.
Tanto os casos de escolas novas quanto a retomada de construções paralisadas seguem o modelo em que o governo federal financia construções de escolas, e os processos de contratação são tocados pelas prefeituras e estados. Paralisia nesses processos não dependem, portanto, apenas da gestão Lula.
"Os recursos destinados às obras contam com garantia orçamentária e seguem o fluxo administrativo regular, de modo a assegurar a correta aplicação do dinheiro público", diz em nota o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). O órgão, responsável pelas obras, é ligado ao MEC (Ministério da Educação), comandado por Camilo Santana.
"Em média, após o ateste das medições pelos agentes de acompanhamento, o prazo para liberação dos recursos acontece com a maior brevidade possível dentro do fluxo normal de execução orçamentária e financeira", diz ainda nota do FNDE.
A principal aposta do MEC com relação ao tema foi a criação do Pacto de Retomada de Obras Paradas, lançado em maio de 2023 a partir de uma medida provisória —em novembro daquele ano, uma lei com conteúdo semelhante foi sancionada.
De 5.642 obras de educação abandonadas pelo país até aquele momento, houve manifestação de entes para a repactuação de 3.783. Dessas, 721 foram concluídas até a semana passada, segundo painel do FNDE.
Pouco mais da metades das obras entregues está em cinco estados: Maranhão (94), Ceará (78), Pará (78) e Bahia (65) e Minas Gerais (51).
Até abril de 2024, nenhuma obra da retomada havia sido iniciada, como mostrou a Folha na ocasião. A falta de equipe técnica para analisar as documentações empacou o processo.
Nos últimos dois anos o FNDE conseguiu acelerar os procedimentos e passou a destravar a retomada de construções. Apesar disso, o ritmo tem sido um desafio.
Mesmo entre os projetos repactuados, 486 estão paralisados e 718 foram cancelados. Esses dois casos representam 32% das 3.783 obras.
Estão em execução 1.045 construções (28% desse grupo) e 575 estão em fase de licitação.
Dos R$ 4,2 bilhões previstos para financiar a retomada de obras paradas, foram executados até agora R$ 1,23 bilhão, segundo painel do FNDE
"A dimensão desse desafio precisa ser considerada, pois a viabilidade da retomada dessas obras só foi possível por meio da criação de uma lei específica", diz o FNDE. "A lei possibilitou a assinatura de novos termos de compromisso, a correção financeira e o repasse de novos recursos para a conclusão dos empreendimentos".
Das 5.642 obras paradas que foram enquadradas em 2023 para a retomada, não houve adesão dos entes para 1.858 —o que resultou nas 3.784 obras consideradas no levantamento adotado pela Folha. Dessas, 2.491 aparecem hoje dentro do pacto.
O FNDE afirma que, desde 2023, um total de 2.447 obras da educação básica foi concluído e 2.904 estão em andamento. Mas isso contempla construções que não haviam sido interrompidas e já estavam em execução no início da atual gestão. (Folha de S.Paulo)

DOIS MINUTOS
com o Prévidi

- FOI O MELHOR VÍDEO QUE ASSISTI NESTE ANO.
APROVEITEM!!




PORTO ALEGRE
é assim!

SEIS PRAÇAS EVITALIZADAS


A Prefeitura de Porto Alegre concluiu, nesta semana, a revitalização de seis espaços públicos em diferentes regiões da Capital. Receberam melhorias as praças Delegado Carlos Armando Gadret e Henrique Halpern, no bairro Santana; Batalhão de Suez, no bairro Praia de Belas; dos Cataventos, no Jardim do Salso; Gustavo Langsch, no Bela Vista; e do Mirante, no Morro da Cruz.

As intervenções incluíram manutenção geral das áreas, pintura e recuperação de brinquedos dos playgrounds, além da revitalização de bancos e lixeiras, proporcionando melhores condições de uso e convivência para a população.

Desde janeiro deste ano, já foram revitalizadas 57 praças na cidade. Os trabalhos fazem parte do cronograma permanente de qualificação de espaços públicos conduzido pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Smsurb), com foco na melhoria das áreas de lazer e convivência nos bairros.

A prefeitura destaca que o cronograma de serviços pode sofrer ajustes em função das condições climáticas ou de demandas emergenciais. Pedidos de manutenção ou melhorias em espaços públicos podem ser registrados pela plataforma 156+POA ou pelo telefone 156.

RECREIO

PARA DESMENTIR A CIÊNCIA?



OLIMPO
a morada das deusas do século 21

ATLÉTICAS 9


PIADINHA
sem nome feio, sem política e sem futebol


Sexta, 13 de março de 2026

 

NESSA SEXTA
a cesta do João Paulo






JOÃO PAULO DA FONTOURA é de Taquari-RS. É escritor e historiador diletante, membro da ALIVAT – Academia Literária do Vale do Taquari, titular da cadeira nº 26.





ENTROPIA

A 2ª Lei da Termodinâmica, formulada principalmente por Rudolf Clausius – com base nos estudos de Sadi Carnot – na década de 1860, estabelece que a entropia de um sistema isolado tende a aumentar com o tempo, definindo a irreversibilidade dos processos naturais, como o fluxo de calor do quente para o frio.

  

Esta Segunda Lei da Termodinâmica, que a gente aprende (ou aprendia, não sei como está hoje) na escola quando do segundo grau, é, pra todos, de certa forma de fácil absorção, pois intuitiva, ou seja, o calor tende a fluir espontaneamente do corpo mais quente para o corpo mais frio; ou um sistema organizado tende à desorganização com o tempo; ou se a gente deixar um copo de vidro cair no chão, ele vai transformar-se num espalhado de cacos de vidro, nunca voltando ao copo original, etc.

Interessante que o termo se espalhou em usos metafóricos do tipo ‘eu torço pela entropia dos membros deste SFT ou do Congresso’, ou ‘o meu time entrou numa entropia esportiva/administrativa que não tem mais solução (serve pra mim, sou colorado!).

Eu sempre achei interessante as analogias que o ex-ministro Delfin Neto utilizava para explicar problemas sociais e econômicos, nos quais a ‘entropia social’ era a mais comum.

Mas o que realmente quero aqui falar é sobre o claro fato de esta lei da física  de antanho passar a ser utilizada atualmente para explicar vários e vários princípios e situações da nossa física moderna, tanto a complexa física quântica, quanto à do Albert Einstein – a Teoria da Relatividade Ampla.


Reafirmando, Rudolf Clausius criou a base matemática da termodinâmica numa visão macro do princípio, mas foi o austríaco Ludwig Boltzmann, lá pelos anos 1870, que a explicou sob a perspectiva microscópica (dos átomos, que à época ainda não ‘existiam’), relacionando-a com a desordem e o número de microestados possíveis, ou seja, a física estatística, através da famosa equação: S = klnW, gravada em sua lápide no Cemitério Central de Viena, Áustria.


O físico Stephen Hawking (1943–2018) em seu ótimo livro Uma Breve História do Tempo, nos intriga com a afirmação de que o tempo, do ponto de vista da física, não existe, é simplesmente uma abstração da humanidade. A física fundamental no nível quântico não possui um relógio tiquetaqueando, o que existe são eventos e interações, e a nossa mente organiza isso em uma linha linear que chamamos de passado, presente e futuro.


Segundo Richard Feynman (1918-1988), em inserto retirado de sua famosa série The Feynman Lectures on Physics, ‘a entropia é a base física para a seta do tempo, explicando por que o tempo parece fluir apenas para frente, mesmo que as leis fundamentais da física sejam reversíveis, ou seja, nada na física proíbe’.

Para a maioria dos físicos, nós temos um ‘universo-bloco’ onde passado, presente e futuro coexistem como numa estrutura quadridimensional fixa, analogamente a um filme cujos fotogramas já existem antes de serem exibidos. Nele, a entropia funciona como uma seta do tempo.

Aí vem a pergunta de nós outros, simples mortais: se tudo em termos de tempo está junto numa mesma estrutura, por que eu lembro do passado e não do futuro?

A entropia (e também a seta do templo) explica: enquanto as leis fundamentais da física (a gravidade, por exemplo) funcionam de forma simétrica no tempo (podem ir para frente ou para trás), a organização da matéria e as nossas experiências psicológicas seguem uma direção única. 

As interações de um elétron que emite um fóton e um elétron que absorve um fóton, nas equações da mecânica quântica são descritas por equações que são  igualmente válidas nas duas direções do tempo, para frente ou para trás.


A entropia do universo tende sempre a aumentar.


Processos naturais, como o café esfriando ou um copo se quebrando, evoluem para estados de maior desordem e não o contrário.

Nossas memórias são registros físicos no cérebro (configurações moleculares) que se formam enquanto a entropia aumenta, marcando a direção do tempo, uma gravação de eventos onde o efeito segue a causa.

Como o futuro ainda não aconteceu e não gerou causas, não temos registros dele. A memória precisa registrar informações, o que aumenta a entropia, e isso só acontece na direção do tempo passado.


Saindo da física quântica e indo para o genial Albert Einstein (1879-1955), na relatividade, passado, presente e futuro coexistem no tecido do espaço-tempo, uma visão chamada ‘universo-bloco’. Nessa perspectiva, a distinção entre lembrar do passado e não do futuro é considerada como uma ‘persistente ilusão’ da nossa percepção consciente, pois todos os eventos já estão registrados no cosmos. 


Com relação à volta no tempo, ou ir para um sistema de entropia mais organizado, nada na física afirma, mesmo sendo uma questão complexa, que não possa ocorrer. Mas, é claro, existem alguns problemas complicados nessa afirmação: há evidentes barreiras técnica e probabilística e paradoxos lógicos que, ao fim e ao cabo, tornam essa afirmação da física e da matemática altamente improvável, na prática (mas, por favor, ‘na prática’ não é 100% - pode até ser 99,999999999% , mas nunca 100%) impossível.


Voltando para a entropia, Feynman, que era um matemático e físico fenomenal daquele tipo de indivíduo que adorava dar palestras para explicar a física de uma maneira simplificada que a tornava mais próxima dos simples mortais, tinha uma explicação para a entropia bem simples, mas um pouco fora do ensino padrão: para ele entropia é essencialmente ‘probabilidade / estatística’.


Expliquemos com exemplos, vai ficar fácil de entendermos.


Entropia não é o que sempre se afirmou, ou seja um estado que vai da ordem à desordem, mas sim – matematicamente – um estado probabilístico, estatístico.

Vamos a uma analogia muito conhecida, a analogia do baralho: em um  baralho de 52 cartas perfeitamente ordenadas, indo do ás de espada até o rei de ouro no final, qual a probabilidade estatística de depois de totalmente embaralhado voltar à configuração inicial – aleatoriamente?

A possibilidade de combinações é de 52! (52 fatorial), e só uma delas nos serve. 52 fatorial é um número tão grande que é impossível de ser descrito em notações de um papel, caderno.

No passado, início do Universo, a entropia era baixa (por que não se sabe, pode ter havido uma flutuação quântica que o passou de alta para baixa entropia, mas isso é improvável).

O futuro do Universo é de entropia máxima, equilíbrio total, nada do nada. Nada de vida, nada de movimento, nada de sol, nada de cor, nada de domingo de futebol.

Entropia "zero" só temos em um cristal perfeito a zero grau Kelvin, ou seja, só num cenário bem hipotético, e é o mais perto que temos de "ZERO".


Um exemplo final de como a entropia e as equações explicam matematicamente, probabilisticamente, por que não é proibido voltarmos ao passado, mas é esmagadoramente improvável: peguemos um copo de vidro que cai da mesa onde está em repouso para o chão de pedra, esparramando-se no piso em milhares de pedaços.

Para remontar o copo, vou precisar da combinação exata das várias partes. Se com apenas 10 cacos de vidros eu tenho 3,6 milhões de possibilidades de combinação, imaginem então estas milhares de partezinhas.

Um ser biológico, uma pessoa, que morre, depois de apodrecer terá trilhões e trilhões e trilhões e trilhões de possibilidade de seus átomos combinar-se em aminoácidos, proteínas, células, tecidos, órgãos, aleatoriamente para formar a exata pessoa que havia morrido.



Desses trilhões, só uma combinação serve, portanto, um novo Frankenstein da menina inglesa Mary Shelley, só mesmo na ficção!  

Interessante que não se pode dizer que a física proíbe tal volta ao passado, ou seja, os cacos virarem o mesmo copo novamente. Mas as equações afirmam que é esmagadoramente improvável.

Mas então, como explicar que o universo em que habitamos começou numa configuração de baixa entropia se podia escolher qualquer outra configuração? A mão de Deus?


That’s ALL, Folks!



Quinta, 12 de março de 2026

 

SEGUINTE:

SEMPRE É BOM OUVIR..


SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica 
(especial)

- MAIS UMA DA JUJU DO VOVÔ
Fora os vários pepinos que enfrenta, inclusive
familiares, a ne
ta de Brizola apronta mais uma

Quem conta é o amigo Sérgio Cunha:

LIVRO COM GRAVAÇÃO DE BRIZOLA

Esse é um livro da dupla

“Então, eu me criei sob o signo desse fato, da morte do velho (meu pai). Eu tinha 1 de idade, quando o camponês maragato José Brizola foi assassinado num embate entre chimangos na Revolução de 1923, no Rio Grande do Sul. Minha mãe, Onívia, alfabetizou os filhos. Até 6 anos de idade, eu não tinha sapatos e desconhecia escova de dentes. Aos 9 anos, tive de estudar e trabalhar”.
Os depoimentos do ex-governador do RGS e do Rio foram gravados e guardados em 4 fitas cassetes, com duração de 4 horas e 20 minutos. 
A entrevista foi feita, produzida e gravada por Silvana Moura, historiadora, em Carazinho, em 1996, mas por uma estranha e nebulosa finalização, seu nome desaparece do livro que está sendo lançado e está saindo com o crédito, na capa, para a neta de Brizola, a ex-deputada Juliana Brizola e a jornalista Rejane Guerra.
O que se espera é que até o dia 23 de março, quando será lançado em Porto Alegre, este assunto seja esclarecido. A infância de Brizola, sua juventude, sua entrada na política, sua ação nos governos e educação, narrados no livro, merecem que sejam revelados sem manipulação, respeitando a história, a ética e os fatos.

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NO GZH DE 11 DE MARÇO DE 2026,
COLUNA DE ROSANE DE OLIVEIRA



Antes de chegar às livrarias, o livro Leonel Brizola por ele mesmo, da Editora Insular, de Santa Catarina, já está envolvido em uma polêmica de direito autoral. As autoras são a ex-deputada Juliana Brizola e a jornalista Rejane Guerra, amiga e assessora de imprensa da neta de Leonel Brizola. Do outro lado está a historiadora Silvana Moura, que fez a entrevista de 4 horas e 20 minutos com o ex-governador em 1996 ao lado de Ney Eduardo Possapp d’Ávila, para o projeto de História Oral. 

A transcrição da entrevista na qual Brizola fala de seu passado e de suas ideias é a base do livro, ilustrado com fotos históricas. A professora Silvana aparece nos créditos como responsável pela “transcrição da entrevista”. Ela procurou a coluna para reclamar do que chama de “apropriação indébita por Juliana Brizola”. Contou que por 30 anos guardou as fitas da entrevista e sempre buscou uma editora que se interessasse por publicar a história. 

— Ano passado, finalmente consegui que a Editora Insular publicasse a entrevista. Ato contínuo, Juliana Brizola e Rejane Guerra exigiram do editor que seus nomes constassem na capa, alegando que as fitas pertencem à Juliana, e ele cedeu — relatou a historiadora.  

Procurada pela coluna, Juliana repassou para Rejane a tarefa de responder à professora Silvana. A versão da jornalista é de que, há mais de 10 anos, Juliana entregou a ela “um caderno amarelado com a transcrição da entrevista”, que recebera do ex-deputado Romeu Scaglia Barleze (1929-2015). 

Rejane, que já assinara com Juliana outro livro sobre Brizola (com frases do ex-governador e depoimentos sobre ele), decidiu transformar o relato em livro. A ideia era editar para o centenário do nascimento de Brizola, em 2022, mas as duas não conseguiram financiamento.  

Rejane diz que conversou com Silvana e sugeriu que trabalhassem juntas, mas a historiadora não aceitou a sugestão de um livro ilustrado. O editor, então, teria proposto “juntar os projetos”. Silvana escreveu a orelha, mas diz que nunca autorizou que o livro saísse com Juliana e Rejane no papel de organizadoras.  

— Estamos diante de um caso de impostura intelectual — reclama a historiadora, que se considera “apagada da história”.  

Rejane rebate dizendo que tanto ela e Juliana reconhecem o papel de Silvana que o livro sairá com um QR Code e que quem quiser poderá ouvir a entrevista. Silvana publicou um texto em seu perfil no Facebook com o título “Como nascem as falsificações históricas” e diz que, na versão distribuída à imprensa por Rejane, “as fitas originais foram encontradas em Florianópolis com o editor Nelson Rolim de Moura, como se tivessem ido passear em Floripa”.  

“As fitas originais sempre estiveram comigo, são únicas e foram levadas para Florianópolis pelo professor Nildo Ouriques, a meu pedido, e entregues ao editor em fevereiro de 2024”, escreve a historiadora, que publicou um livro sobre a história da Câmara de Carazinho e mencionou a entrevista tratada como “inédita” por Juliana e Rejane.

O QUE FAZ
o RS crescer

- CENSO INÉDITO

O Governo do Estado lançou nesta quarta, dia 11, o Diagnóstico Socioeconômico do Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf). O estudo reunirá informações de mais de 4 mil famílias em temas como gestão das agroindústrias, sucessão familiar, qualidade de vida das famílias, nível de inovação e perspectivas futuras dos empreendimentos. O lançamento ocorreu na Casa da Emater-RS/Ascar e reuniu autoridades, representantes de entidades e imprensa, além dos extensionistas que conduzirão o trabalho de investigação e sistematização dados.

Batizado como Censo da Agroindústria Familiar, o diagnóstico será elaborado a partir de um questionário aplicado a todas as agroindústrias participantes do Peaf. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), a Emater-RS/Ascar e o Departamento de Economia e Estatística da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão.

De acordo com titular da SDR, Gustavo Paim, a meta é obter informações precisas das mais de 4 mil agroindústrias. “A iniciativa do censo busca produzir um retrato detalhado e atualizado da realidade do setor no Rio Grande do Sul. Queremos saber quais os gargalos, o que vem dando certo e como o Estado pode contribuir através de políticas públicas efetivas e quais os incentivos necessários para o desenvolvimento do setor”, descreveu Paim.

Cronograma

O cronograma do censo prevê, ao longo de março, a capacitação de técnicos e o aperfeiçoamento do questionário. A aplicação dos formulários ocorrerá em abril, enquanto a análise dos dados está prevista para junho. A divulgação dos resultados deve ocorrer em agosto, durante a Expointer.

Formulação de políticas públicas

O presidente da Emater-RS/Ascar, Claudinei Baldissera, destacou o compromisso da entidade em realizar o levantamento. “Nossos extensionistas sabem da importância em abraçar esse desafio de levar o censo às agroindústrias, uma vez que os dados irão subsidiar a formulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento do segmento e contribuir para a modernização do programa”, apontou Baldissera.

O diagnóstico representa mais um passo no fortalecimento da agroindústria familiar gaúcha, ampliando o conhecimento sobre o setor e contribuindo para o desenvolvimento de ações estratégicas voltadas aos produtores familiares.

Programa Estadual de Agroindústria Familiar

O Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf) foi criado por decreto em julho de 2012. A iniciativa tem como objetivo apoiar a formalização e o desenvolvimento das agroindústrias familiares, oferecendo acesso a crédito, assistência técnica e mercados. Entre as ações previstas estão o apoio à regularização sanitária e ambiental das agroindústrias, a participação em feiras — a exemplo da Expodireto Cotrijal — e o acesso a programas institucionais de compra de alimentos, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

As agroindústrias que pertencem ao Peaf podem participar das feiras da Agricultura Familiar promovidas pela SDR. Em 2025 o Peaf alcançou um Marco com a certificação de inclusão da agroindústria de número 2.000, o que reforça o compromisso do governo com a valorização das famílias rurais, impulsionando o avanço econômico e social em todas as regiões do Estado.


DE TUDO
muito

- IRMÃO É IRMÃO!!


RECORDAR É VIVER:
CIRO E O MASTER   


DOIS MINUTOS
com o PRÉVIDI

- O PRIMEIRO ESCÂNDALO DE 2026!!

- QUE EXEMPLO, HEIN PREFEITOS?
- O TRIBUNAL DE CONTAS NÃO INVESTIGA?
- O QUE FAZ O TRIBUNAL DE CONTAS?
- E O MINISTÉRIO PÚBLICO?
- 480 MIL REAIS PARA UM EVENTO FRIO, DE TRÊS DIAS, EM TORRES!!!
- UM EVENTO QUE NÃO SERVIU PRA NADA. E TIRARAM DO POVO GAÚCHO MEIO MILHÃO DE REAIS!!



PORTO ALEGRE
é assim!

- DONATIVOS PARA JUIZ DE FORA


O segundo caminhão com donativos arrecadados pela Prefeitura de Porto Alegre chegou no sábado, 7, ao município de Juiz de Fora, em Minas Gerais, para apoio às famílias atingidas pelas fortes chuvas na Zona da Mata.

O carregamento reuniu cerca de 30 toneladas, entre alimentos, produtos de higiene, materiais de limpeza, roupas de cama e banho e água. O material foi descarregado no final de semana, em diferentes pontos da cidade. Os donativos foram recebidos pelas equipes locais de proteção e defesa civil e serão destinados às famílias atingidas, conforme o levantamento das necessidades da região.

Terceira carga - Com o envio deste segundo caminhão, a mobilização solidária coordenada pela Defesa Civil de Porto Alegre já destinou cerca de 38 toneladas de donativos para Minas Gerais. A campanha de arrecadação na Capital encerrou no domingo, 8. Durante esta semana, está prevista a saída do terceiro e último caminhão com os itens arrecadados, que também seguirá para atendimento às cidades atingidas pelas chuvas na região.

RECREIO

- É SÉRIO?


OLIMPO
a morada das deusas do século 21

ATLÉTICAS 8



PIADINHA
sem nome feio, sem política e sem futebol