Quinta, 12 de março de 2026

 

SEGUINTE:

SEMPRE É BOM OUVIR..


SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica 
(especial)

- MAIS UMA DA JUJU DO VOVÔ
Fora os vários pepinos que enfrenta, inclusive
familiares, a ne
ta de Brizola apronta mais uma

Quem conta é o amigo Sérgio Cunha:

LIVRO COM GRAVAÇÃO DE BRIZOLA

Esse é um livro da dupla

“Então, eu me criei sob o signo desse fato, da morte do velho (meu pai). Eu tinha 1 de idade, quando o camponês maragato José Brizola foi assassinado num embate entre chimangos na Revolução de 1923, no Rio Grande do Sul. Minha mãe, Onívia, alfabetizou os filhos. Até 6 anos de idade, eu não tinha sapatos e desconhecia escova de dentes. Aos 9 anos, tive de estudar e trabalhar”.
Os depoimentos do ex-governador do RGS e do Rio foram gravados e guardados em 4 fitas cassetes, com duração de 4 horas e 20 minutos. 
A entrevista foi feita, produzida e gravada por Silvana Moura, historiadora, em Carazinho, em 1996, mas por uma estranha e nebulosa finalização, seu nome desaparece do livro que está sendo lançado e está saindo com o crédito, na capa, para a neta de Brizola, a ex-deputada Juliana Brizola e a jornalista Rejane Guerra.
O que se espera é que até o dia 23 de março, quando será lançado em Porto Alegre, este assunto seja esclarecido. A infância de Brizola, sua juventude, sua entrada na política, sua ação nos governos e educação, narrados no livro, merecem que sejam revelados sem manipulação, respeitando a história, a ética e os fatos.

------

NO GZH DE 11 DE MARÇO DE 2026,
COLUNA DE ROSANE DE OLIVEIRA



Antes de chegar às livrarias, o livro Leonel Brizola por ele mesmo, da Editora Insular, de Santa Catarina, já está envolvido em uma polêmica de direito autoral. As autoras são a ex-deputada Juliana Brizola e a jornalista Rejane Guerra, amiga e assessora de imprensa da neta de Leonel Brizola. Do outro lado está a historiadora Silvana Moura, que fez a entrevista de 4 horas e 20 minutos com o ex-governador em 1996 ao lado de Ney Eduardo Possapp d’Ávila, para o projeto de História Oral. 

A transcrição da entrevista na qual Brizola fala de seu passado e de suas ideias é a base do livro, ilustrado com fotos históricas. A professora Silvana aparece nos créditos como responsável pela “transcrição da entrevista”. Ela procurou a coluna para reclamar do que chama de “apropriação indébita por Juliana Brizola”. Contou que por 30 anos guardou as fitas da entrevista e sempre buscou uma editora que se interessasse por publicar a história. 

— Ano passado, finalmente consegui que a Editora Insular publicasse a entrevista. Ato contínuo, Juliana Brizola e Rejane Guerra exigiram do editor que seus nomes constassem na capa, alegando que as fitas pertencem à Juliana, e ele cedeu — relatou a historiadora.  

Procurada pela coluna, Juliana repassou para Rejane a tarefa de responder à professora Silvana. A versão da jornalista é de que, há mais de 10 anos, Juliana entregou a ela “um caderno amarelado com a transcrição da entrevista”, que recebera do ex-deputado Romeu Scaglia Barleze (1929-2015). 

Rejane, que já assinara com Juliana outro livro sobre Brizola (com frases do ex-governador e depoimentos sobre ele), decidiu transformar o relato em livro. A ideia era editar para o centenário do nascimento de Brizola, em 2022, mas as duas não conseguiram financiamento.  

Rejane diz que conversou com Silvana e sugeriu que trabalhassem juntas, mas a historiadora não aceitou a sugestão de um livro ilustrado. O editor, então, teria proposto “juntar os projetos”. Silvana escreveu a orelha, mas diz que nunca autorizou que o livro saísse com Juliana e Rejane no papel de organizadoras.  

— Estamos diante de um caso de impostura intelectual — reclama a historiadora, que se considera “apagada da história”.  

Rejane rebate dizendo que tanto ela e Juliana reconhecem o papel de Silvana que o livro sairá com um QR Code e que quem quiser poderá ouvir a entrevista. Silvana publicou um texto em seu perfil no Facebook com o título “Como nascem as falsificações históricas” e diz que, na versão distribuída à imprensa por Rejane, “as fitas originais foram encontradas em Florianópolis com o editor Nelson Rolim de Moura, como se tivessem ido passear em Floripa”.  

“As fitas originais sempre estiveram comigo, são únicas e foram levadas para Florianópolis pelo professor Nildo Ouriques, a meu pedido, e entregues ao editor em fevereiro de 2024”, escreve a historiadora, que publicou um livro sobre a história da Câmara de Carazinho e mencionou a entrevista tratada como “inédita” por Juliana e Rejane.

O QUE FAZ
o RS crescer

- CENSO INÉDITO

O Governo do Estado lançou nesta quarta, dia 11, o Diagnóstico Socioeconômico do Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf). O estudo reunirá informações de mais de 4 mil famílias em temas como gestão das agroindústrias, sucessão familiar, qualidade de vida das famílias, nível de inovação e perspectivas futuras dos empreendimentos. O lançamento ocorreu na Casa da Emater-RS/Ascar e reuniu autoridades, representantes de entidades e imprensa, além dos extensionistas que conduzirão o trabalho de investigação e sistematização dados.

Batizado como Censo da Agroindústria Familiar, o diagnóstico será elaborado a partir de um questionário aplicado a todas as agroindústrias participantes do Peaf. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), a Emater-RS/Ascar e o Departamento de Economia e Estatística da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão.

De acordo com titular da SDR, Gustavo Paim, a meta é obter informações precisas das mais de 4 mil agroindústrias. “A iniciativa do censo busca produzir um retrato detalhado e atualizado da realidade do setor no Rio Grande do Sul. Queremos saber quais os gargalos, o que vem dando certo e como o Estado pode contribuir através de políticas públicas efetivas e quais os incentivos necessários para o desenvolvimento do setor”, descreveu Paim.

Cronograma

O cronograma do censo prevê, ao longo de março, a capacitação de técnicos e o aperfeiçoamento do questionário. A aplicação dos formulários ocorrerá em abril, enquanto a análise dos dados está prevista para junho. A divulgação dos resultados deve ocorrer em agosto, durante a Expointer.

Formulação de políticas públicas

O presidente da Emater-RS/Ascar, Claudinei Baldissera, destacou o compromisso da entidade em realizar o levantamento. “Nossos extensionistas sabem da importância em abraçar esse desafio de levar o censo às agroindústrias, uma vez que os dados irão subsidiar a formulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento do segmento e contribuir para a modernização do programa”, apontou Baldissera.

O diagnóstico representa mais um passo no fortalecimento da agroindústria familiar gaúcha, ampliando o conhecimento sobre o setor e contribuindo para o desenvolvimento de ações estratégicas voltadas aos produtores familiares.

Programa Estadual de Agroindústria Familiar

O Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf) foi criado por decreto em julho de 2012. A iniciativa tem como objetivo apoiar a formalização e o desenvolvimento das agroindústrias familiares, oferecendo acesso a crédito, assistência técnica e mercados. Entre as ações previstas estão o apoio à regularização sanitária e ambiental das agroindústrias, a participação em feiras — a exemplo da Expodireto Cotrijal — e o acesso a programas institucionais de compra de alimentos, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

As agroindústrias que pertencem ao Peaf podem participar das feiras da Agricultura Familiar promovidas pela SDR. Em 2025 o Peaf alcançou um Marco com a certificação de inclusão da agroindústria de número 2.000, o que reforça o compromisso do governo com a valorização das famílias rurais, impulsionando o avanço econômico e social em todas as regiões do Estado.


DE TUDO
muito

- IRMÃO É IRMÃO!!


RECORDAR É VIVER:
CIRO E O MASTER   


DOIS MINUTOS
com o PRÉVIDI

- O PRIMEIRO ESCÂNDALO DE 2026!!

- QUE EXEMPLO, HEIN PREFEITOS?
- O TRIBUNAL DE CONTAS NÃO INVESTIGA?
- O QUE FAZ O TRIBUNAL DE CONTAS?
- E O MINISTÉRIO PÚBLICO?
- 480 MIL REAIS PARA UM EVENTO FRIO, DE TRÊS DIAS, EM TORRES!!!
- UM EVENTO QUE NÃO SERVIU PRA NADA. E TIRARAM DO POVO GAÚCHO MEIO MILHÃO DE REAIS!!



PORTO ALEGRE
é assim!

- DONATIVOS PARA JUIZ DE FORA


O segundo caminhão com donativos arrecadados pela Prefeitura de Porto Alegre chegou no sábado, 7, ao município de Juiz de Fora, em Minas Gerais, para apoio às famílias atingidas pelas fortes chuvas na Zona da Mata.

O carregamento reuniu cerca de 30 toneladas, entre alimentos, produtos de higiene, materiais de limpeza, roupas de cama e banho e água. O material foi descarregado no final de semana, em diferentes pontos da cidade. Os donativos foram recebidos pelas equipes locais de proteção e defesa civil e serão destinados às famílias atingidas, conforme o levantamento das necessidades da região.

Terceira carga - Com o envio deste segundo caminhão, a mobilização solidária coordenada pela Defesa Civil de Porto Alegre já destinou cerca de 38 toneladas de donativos para Minas Gerais. A campanha de arrecadação na Capital encerrou no domingo, 8. Durante esta semana, está prevista a saída do terceiro e último caminhão com os itens arrecadados, que também seguirá para atendimento às cidades atingidas pelas chuvas na região.

RECREIO

- É SÉRIO?


OLIMPO
a morada das deusas do século 21

ATLÉTICAS 8



PIADINHA
sem nome feio, sem política e sem futebol


Nenhum comentário:

Postar um comentário