Segunda, 13 de dezembro de 2021

 


SOU QUEM SOU.
TUA APROVAÇÃO NÃO É NECESSÁRIA.
...

ANDO DEVAGAR
PORQUE JÁ TIVE PRESSA







Escreva apenas para


COMENTÁRIOS: Todos podem fazer críticas, a mim, a qualquer pessoa ou instituição. Desde que eu tenha alguma informação do crítico - nome, telefone, cpf - ou seja, dados. Claro que existem pessoas que conheço e que não necessito dessas informações. MAS NÃO PUBLICO CRÍTICAS FEROZES. 
E não esqueça: mesmo os "comentaristas anônimos" podem ser identificados pelo IP sempre que assim for necessário. Cada um é responsável pelo que escreve.


PRÉ-PRODUÇÃO A MIL!
DOIS MINUTOS COM PRÉVIDI




O CRIME COMPENSA, NÉ STF?
QUANTO MAIS BANDIDO MELHOR!


Escreve o Paulo Cursino.

Eu cantei esta pedra assim que o STF determinou na mão grande que Lula fosse solto. Bem, não deu outra. Eu até ironizaria perguntando se a elite endinheirada dos Jardins e a turma ishperta do Leblon estão satisfeitas agora, mas não é preciso. Claro que estão.

Assim como Lula, Sergio Cabral é queridinho de artistas duoneuroniais globais e a brega paulistanada uspiana. Um sociopata que roubou o equivalente a dez Paulos Malufs, não há literatura que dê conta do tamanho do seus crimes, sempre fica algo de fora em algum livro, há sempre um esquema novo a ser descoberto, mas não interessa: ele tem pedigree. Serginho é jornalista, é gente boa, é parça, é filho de outro grande jornalista, o Serjão, um cara do bem, do samba, do Pasquim, então pra que pegar no pé do Júnior? Está tudo em casa.

Relaxemos. Deixa como está, brother. Deixa o bicho solto! Ele pode roubar em paz, a galera do bem deixa. Questão de sangue, saca? No Rio isso ainda conta muito. Se correr, quem sabe, Serginho ainda pode disputar o governo do Rio ano que vem e até ganhar. Já imaginou? Ainda mais com Lula voltando à presidência? Tudo o que a elite cultural carioca e paulista mais querem é a foto de volta, mais nova, mais sorridentes. A vitória, para eles, é ver novamente Lula e Serginho voando de helicóptero com gasolina paga pelo contribuinte. Não duvido que queiram também a volta dos passeios nos jatinhos do Eike Batista, um que deverá ser solto em breve também. Por que não? Tudo voltará a ser como antes. Se não temos futuro, por que não podemos retornar a 2008 ou 2010? O Brasil era lindo nessa época, o melhor passado que já tivemos.

Está aí o livro do Fernando Morais para garantir. Os teatros viviam às moscas, vários fecharam, mas o dinheiro da Rouanet saía como se não houvesse amanhã. Serginho era o galã político dos artistas ricos, mas era simpático o suficiente para sorrir e enrolar os artistas pobres, aquela turma otária que não ganha nada em vida, mas fica feliz em ver a Fernandona viver vem. São gente que precisa de uma realeza, de uma corte, para viver.

Podem comer merda no almoço e jantar, mas se a realeza está bem, ficam bem também. Sergio Cabral era o canalha perfeito para fazer essa ponte, trabalhar esta convicção. Era o futuro presidente de um Brasil que só não aconteceu por conta do juiz desmancha-prazeres de Curitiba. O problema dessa gente com Sergio Moro não é a suposta falta de competência, a voz, a baixa estatura, mas apenas não ser do Rio ou de São Paulo.

Essa turma odeia o interior do país com todas as forças.

O que a galera do Projac mais deseja é ver Luciano Huck voltar com as fotos com Serginho e Lula no Instagram, em alguma piscina de alguma casa de três andares em Mangaratiba, rindo e prometendo um futuro melhor. De repente, quem sabe, rola mais uma olimpíada fraudada ou mais uma Copa que ninguém entende como veio para cá. O Brasil que essa gente defende conseguia exportar até mesmo técnicas novas de corrupção.

Estamos sentindo falta de estádios e empreendimentos novos para o Serginho poder desviar dinheiro novamente. Rachadinha é crime hediondo porque é miserê. Se é pra roubar que seja grande, tem que ser porto superfaturado bilionário pra cima. Aí é sinal de competência, razão de orgulho, um exemplo. Com Lula na presidência e Serginho no governo do estado, tudo será possível novamente. O sonho de ver o maior corrupto da história do Rio de Janeiro, um cara que despachava e enterrava malas de jóias em Angra dos Reis, o desejo de ver este sujeito vencer, é um eterno fetiche carioca, o do bandido que dá certo.

Não à toa atores, autores, atrizes, formadores de opinião em geral, não tem vergonha de vestir vermelho e pedir Lula de novo. Seria a vitória completa com o beneplácito de Barrosos e Moraes, dois digníssimos representantes de um STF que adora liberar corruptos. Dois juízes que garantem o orgasmo da coroada de pau mole e vaginas ressecadas da nossa elite que, depois de foder com o nosso passado, agora não tem o menor escrúpulo de dinamitar nosso futuro. Jamais conheci gente mais egoísta e mesquinha em minha vida. Escrevem bem que é uma maravilha nas redes sociais, fingem até se preocupar com democracia, com o povo, com a fome, com a educação, mas só enganam quem tem idade mental menor que vinte anos. Não é difícil identificá-los e é até fácil não dar a eles o que querem: basta não votar em quem votam, basta não apoiar o que eles apóiam, nem defender o que defendem. Não há como errar.

A falta de caráter de uma pessoa começa a partir do momento em que ela considera a prisão de Cabral um erro jurídico ou a candidatura de Lula algo viável e aceitável. A partir daí é ladeira abaixo. Nada se salva. Boa sorte. Vamos precisar.


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UMA IDIOTA QUE FAZ
QUALQUER COISA PARA APARECER

Ana Beatriz Nogueira cancela peça em teatro que recebeu Sérgio Moro


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IRREGULARIDADE NO JUVENTUDE
PODE TRAZER O GRÊMIO DE VOLTA A "A"

https://g1.globo.com https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTu8G-W0iEFB7QbWgrqjsTtmofCMcY9Gp1MrRrI5XQ3LDeqGmG-cmSGKTqF


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AGRADECIMENTO



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UMA PEÇA HISTÓRICA!
SÓ PARA INICIADOS!!

Da página do Sergio Luiz Bittencourt no Facebook:

(clica em cima que amplia)



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HOMEM DO AÇO - A Associação do Aço do Rio Grande do Sul – AARS – realiza na quarta,  dia 15, a solenidade de entrega do troféu “Homem do Aço 2020”. Receberá a homenagem o presidente da Arcelor-Mittal Brasil, Jefferson De Paula.

O troféu  Homem do Aço é entregue anualmente pela AARS a lideranças do setor sídero-metalúrgico que tenham se destacado por sua efetiva contribuição para o desenvolvimento do Estado e do Brasil.

O evento será realizado na sede da Associação – Av. Severo Dullius, 2125 em Porto Alegre, com início às 20h30min.

INFORMAÇÕES: 98104.8000


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QUEM GOSTA DE DOR É MASOQUISTA

(clica em cima que amplia)


"
Quando a massoterapia surgiu no meu caminho em 2016, descobri que o que eu queria da vida era cuidar das pessoas. Quando conheci o Silêncio Neural, tive certeza de que era isso que a vida queria de mim"


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AMIGO DE BOLA CHEIA - O ex-deputado estadual Alexandre Postal assume nesta terça a presidência do Tribunal de Contas do RS.
Legal!!


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GLÓRIA MARIA É DE FÉ!

Glória Maria revelou que não recebia remuneração no início de sua carreira na Rede Globo. Em entrevista ao podcast Mano a Mano, do cantor Mano Brown, ela afirmou que “não deve nada” à emissora.

– Tenho uma amiga chamada Tânia. Nós éramos as mais pobres da escola [risos]. Somos amigas até hoje. Ela era secretária da tesouraria da Globo, e um dia ofereceram uma vaga pra ela no Jornalismo. Mas não tinha salário. Era um estágio sem receber. Não tinha outra pessoa que não quisesse ganhar dinheiro – disse ela ao relembrar o episódio de quando tinha 16 anos.

Quando iniciou sua carreira na Globo, trabalhava na emissora de manhã, estudava à tarde e trabalhava como telefonista à noite para se sustentar com um salário equivalente a R$ 500 mensais.

– Eu era a Mulher Maravilha. Nunca tive tempo de curtir, de casar, de nada. Eu só trabalhei e era feliz assim. Enquanto eu estava trabalhando, esquecia todos os problemas da minha família, que eram muitos – contou.

A jornalista ainda criticou as novas gerações por tentarem “fazer história” o tempo todo. Glória disse que “essa vaidade” a cansa e que ela nunca foi de falar, mas de fazer. Segundo ela, “ou você fala, ou você faz”.

Glória também disse que começou sua carreira “em uma época em que o talento valia alguma coisa” e cutucou a Rede Globo afirmando que “não deve nada” à emissora.

– Eu tive sorte de chegar em uma época em que o talento valia alguma coisa. Sempre fui respeitada como ser humano. Tive a chance de crescer sem ter uma família rica, um marido poderoso… Vim do nada e estou aqui até hoje. A TV Globo nunca me fez favor nenhum. Eu não devo nada a ela à emissora. O que a emissora investiu em mim, eu dou de volta: audiência e credibilidade.


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ISSO NÃO É PIADINHA DE PORTUGUÊS



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MUITO COCÔ A ESPERA DA  GAUCHADA


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UFA!! VAMOS NOS VER LIVRE DO CARA!!
PELO JEITO VAI CONCORRER NA ARGENTINA!!




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OI FIBRA - A Oi praticamente dobrou o número de cidades na Região Sul com o serviço da Oi Fibra, que leva a internet até a casa do cliente (FTTH – Fiber To The Home). Em dezembro de 2020 eram 33 cidades e agora em dezembro a Oi Fibra chegará a 63 cidades nos três estados do Sul: 26 no Paraná, 22 no Rio Grande do Sul e 15 em Santa Catarina.

Na Região Sul, a Oi Fibra ultrapassou nessa semana a marca de 830 mil clientes e já conta mais de 3,5 milhões de casas aptas para receber o serviço (no final de 2020 eram 2,1 milhões de casas, crescimento de 61% em comparação ao mesmo período de 2021). O Paraná lidera os novos acessos de internet por fibra ótica da Oi com 46%, seguido do Rio Grande do Sul com 40% e Santa Catarina com 14%. Entre as cidades, Curitiba lidera o número de clientes Oi Fibra com 118 mil, seguida de São José dos Pinhais, Porto Alegre, Colombo, Canoas, Maringá, Ponta Grossa, Caxias do Sul e Alvorada. Em Santa Catarina destacam-se Blumenau, Joinville e Itajaí.

Principal pilar do plano de transformação da companhia, a Oi Fibra cresceu 80% em número de novos clientes na Região Sul de janeiro a outubro de 2021, número acima da média do mercado que foi de 26% e lidera a expansão no serviço de alta velocidade de internet entre os grandes players. Neste mesmo período, a Oi Fibra ganhou em média 38 mil novos clientes a cada mês. Segundo dados da Anatel, nos últimos doze meses (outubro de 2020 a outubro de 2021) o serviço de fibra ótica da Oi cresceu 110% na Região Sul, muito acima da média do mercado que foi de 61%.

“Estamos focados na expansão do nosso serviço de fibra ótica pela Região Sul onde investimos cerca de R$ 2 bilhões de reais nos últimos dois anos, oferecendo a melhor experiência no uso da internet aos nossos clientes, que precisam de conectividade de alta qualidade para estudar, trabalhar e se divertir. A nossa oferta é completa, ela vai além da conectividade, com a entrega de serviços digitais, como por exemplo de casa inteligente e conteúdo voltado para entretenimento. Somos líderes no crescimento do mercado de fibra no Sul e a nossa meta é tornar a Oi Fibra referência em internet de alta velocidade nos três estados”, ressalta Giovani da Silva, diretor de Varejo e Empresarial da Regional Sul.


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REBAIXADO - Luciano Hulk até agora só fracassou aos domingos. Direção da Globo  pensa em fazer ele voltar aos sábados e Marcos Mion encarar os domingos.


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REFLEXÃO

Silêncio é o melhor debate. Ninguém te escuta e você não responde a ninguém.

Nei Duclós


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INTERVALO



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PIADINHA

PRIMEIRA CONTRATAÇÃO DO GRÊMIO PARA 2022: MANOEL MEDEIROS, EX-MOTORISTA DO VASCO DA GAMA, QUE CONHECE TODOS OS CAMINHOS PARA OS ESTÁDIOS DA "B":


Sexta, 10 de dezembro de 2021

 

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PRÉ-PRODUÇÃO A MIL!
DOIS MINUTOS COM PRÉVIDI



especial

Nesta sexta, uma cesta 
de Dick Farney
!


O centenário de nascimento
do maior cantor brasileiro


No auge da fama era o "Sinatra brasileiro".


Apesar de ser um astro, era uma pessoa discreta e tímida. Era um homem muito carinhoso com a família.








Dick Farney (Farnésio Dutra e Silva) nasceu no Rio de Janeiro, em 14 de novembro de 1921. Além de uma voz inimitável, era exímio pianista e compositor.

Aprendeu música erudita com o pai e a mãe lhe ensinava canto.


Com 16 anos estreou como cantor no programa Hora Juvenil, na rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, quando interpretou a canção "Deep Purple", de Pete DeRose. Foi levado por César Ladeira para a Rádio Mayrink Veiga, passando a apresentar o programa Dick Farney, a Voz e o Piano. O conjunto Os Swing Maníacos, formado por Dick, tinha ao lado o irmão Cyll Farney, na bateria, e acompanhou Edu da Gaita na gravação da música "Canção da Índia", do compositor russo Nikolay Rimsky-Korsakov (1844–1908).


De 1941 a 1944, foi crooner da orquestra de Carlos Machado, no Cassino da Urca, no tempo em que o jogo era permitido no Brasil.


Em 1946, foi convidado para ir para os Estados Unidos, depois do encontro com o arranjador Bill Hitchcock e o pianista Eddie Duchin, no Hotel Copacabana Palace. Nesse período, gravou o famoso tema jazzístico "Tenderly", considerado a primeira gravação mundial. Entre 1947 e 1948, fez várias apresentações na Rádio NBC, principalmente como cantor fixo no programa do comediante Milton Berle. Em 1948, apresentou-se com sucesso na boate carioca Vogue.



Em 1956, gravou ao vivo o show "Meia-Noite em Copacabana", bem ao estilo da Broadway, lançado pela gravadora Polydor, com temas americanos e brasileiros, que é considerado um marco para a Bossa Nova, devido à mistura de samba e jazz. Em 1959, era exibido o programa de TV Dick Farney Show, na TV Record de São Paulo. Em 1960, formou a banda Dick Farney e sua Orquestra, que animou muitos bailes.


Em 1964, com o advento da Bossa Nova, gravou, a convite de Aloysio de Oliveira, pela gravadora Elenco, o disco Dick Farney (Elenco ME-15), com a participação especial de Norma Bengell na faixa solo "Vou Por Aí" (Baden Powell e Aloysio de Oliveira) e em dueto na faixa "Você" (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli).

Em 1965, apresentou o programa Dick e Betty na recém-inaugurada TV Globo do Rio de Janeiro, ao lado de Betty Faria. Ainda nesse ano, voltou a gravar o segundo disco pela Elenco o LP Dick Farney: Piano, Gaya: Orquestra. Entre 1977 e 1987, Gogô passou a ser seu pianista acompanhador.


Foi proprietário das boates Farney's e Farney's Inn, ambas em São Paulo. Em 1971, formou um trio com Sabá (contrabaixo) e Toninho Pinheiro (bateria). Entre 1973 e 1978, tocou piano e cantou na boate Chez Régine, também na capital paulista, onde morreria, vítima de um edema pulmonar, em 1987, aos 65 anos.



Composições

1955: "Sonhando com Shearing"

1955: Sem nome

1956: "Farney´s blues", com o Dick Farney Trio

Turnês

Apresentou-se em Hollywood, Chicago e San Francisco, em Nova Iorque (Waldorf Astoria Hotel e Shell Burn Hotel), 

Argentina, Uruguai, Cuba, República Dominicana, Porto Rico e ilhas do Caribe.

Filmes

1950: Somos Dois, dirigido por Milton Rodrigues

1952: Carnaval Atlântida, de José Carlos Burle

1953: Perdidos de Amor, de Eurides Ramos





Discografia

"The Music Stopped"/"Mairzy Doats", com a orquestra de Ferreira Filho, gravadora Continental (1944)

What's New? (fox-trot), crooner do conjunto Milionários do Ritmo (1944)

"San Fernando Valley"/"I Love You" (1944)

I Don't Want to Ealk Without You (1944)

"This Love of Mine"/"The Man I Love" (1945)

"Copacabana"/"Barqueiro do Rio São Francisco", com acompanhamento de Eduardo Patané (1946)

"Era Ela"/"Ela Foi Embora" (1946)

"Just an Old Love of Mine" (Peggy Lee/Dave Barbour)/"For Once in my Life" (Fisher/Segal), com Paul Baron e sua Orquestra (1947)

"Marina"/"Foi e não Voltou" (1947)

"Gail in Galico"/"For Sentimental Reasons" (1947)

"Ser ou não Ser"/"Um Cantinho e Você" (1948)

"Meu Rio de Janeiro"/"A Saudade Mata a Gente" (1948)

"Esquece"/"Somos Dois…" (1948)

"Ponto Final"/"Olhos Tentadores" (1949)

"Junto de Mim"/"Sempre teu" (1949)

"Não Tem Solução"/"Lembrança do Passado", gravadora Sinter (1950)

"Uma Loira"/"Meu Erro" (1951)

"Canção do Vaqueiro"/"Nick Bar" (1951)

"Mundo Distante"/"Não Sei a Razão" (1952)

"Luar sobre a Guanabara"/"Fim de Romance" (1952)

"Sem esse Céu"/"Alguém como Tu" (1952)

"Perdido de Amor"/"Meu Sonho" (1953)

"Nova Ilusão"/"João Sebastião Bach" (1953)

"April in Paris"/"All the Things You Are" (1953)

"Speak Low"/"You Keep Coming back like a Song" (1953)

"Copacabana"/"My Melancholy Baby" (1954)

"Tenderly"/"How soon', Majestic Records (1954)

"Somebody Loves me"/"There's no Sweeter Word than Sweetheart" (1954)

"Marina"/"For Once in your Life" (1954)

"Grande Verdade"/"Você se Lembra?" (1954)

"Outra Vez"/"Canção do Mar" (1954)

"Tereza da Praia"/"Casinha Pequenina", junto com o cantor Lúcio Alves (1954)

Música romântica com Dick Farney (1954)

Sinfonia do Rio de Janeiro, disco de 10 polegadas (1954)

A Saudade Mata a Gente (1955)

"Foi Você"/"Tudo Isto é Amor" (1955)

Dick Farney e seu Quinteto (1955)

"Bem Querer"/"Sem Amor Nada se Tem" (1955)

Dick Farney on Broadway (1955)

"Jingle Bells"/"White Christmas"/"Feliz Natal" (1956)

Jazz Festival (1956)

Jazz after Midnight (1956)

Meia-noite em Copacabana com Dick Farney (1956)

Dick Farney Trio (1956)

"Un Argentino en Brasil"/"Nem Fala meu Nome" (1957)

"O Ranchinho e Você"/"Só Eu Sei" (1957)

"Toada de Amor"/"O Luar e Eu…" (1957)

"Este seu Olhar"/"Se É por Falta de Adeus" (1959)

"Esquecendo Você"/"Amor sem Adeus" (1959)

Atendendo a Pedidos (1959)

Dick Farney em Canções para a Noite de meu Bem (1960)

Dick Farney e seu jazz moderno no auditório de O Globo (1960)

Dick Farney no Waldorf (1960)

"Somos Dois"/"Uma Loura" (1961)

Dick Farney Jazz (1961)

Dick Farney Show (1961)

Jam Session (1961)

Dick Farney apresenta sua orquestra no auditório de O Globo, com participação especial de Leny Andrade (1962)

Dick Farney, com participação especial de Norma Bengell (1964)

Dick Farney, piano e Orquestra Gaya, com Lindolfo Gaya (1965)

Penumbra e Romance (1972)

Dick Farney (1973)

Concerto de Jazz ao Vivo (1973)

Dick Farney e Você (1974)

Um Piano ao Cair da Tarde (1974)

Um Piano ao Cair da Tarde II (1975)

Dick Farney (1976)

Tudo Isso É Amor, com a cantora Claudette Soares (1976)

Cinco Anos de Jazz (1977)

Dick Farney (1978)

Tudo Isso É Amor II (1978)

Dick Farney: o cantor, o pianista, o diretor de orquestra, série "Retrospecto", gravadora RGE (1979)

Noite (1981)

Feliz de Amor (1983)

Momentos Inexplicáveis (1985)

Dick Farney "ao vivo", gravado no restaurante-bar Inverno & Verão, em São Paulo (1986)




Dick Farney
e a americanização da MPB

Por Fernando Nogueira da Costa

Ruy Castro quis escrever o livro A noite do meu bem: a história e as histórias do samba-canção para suprir uma falta que ele sempre sentiu. Nunca entendeu por que o samba-canção foi tão desprezado pela historiografia da música brasileira. É como se fosse um pecado o samba ter sido produzido e apreciado também em ambientes sofisticados.

Extremamente sofisticados, é preciso que se diga. Apesar de um dos primeiros sambas com características de canção ter sido feito ainda em 1929 (“Amizade”, de Ary Barroso, lançado por Francisco Alves), foi nas luxuosas boates que infestaram a noite de Copacabana no fim dos anos 1940 que o gênero viveu sua era de ouro.

Esta nova música, cuja gestação vinha de longe, tomou aos poucos espaços como a boite Vogue ou o Golden Room do Copacabana Palace, com seus compositores e cantores de quem não se sabia onde terminava a arte e começava a vida. Eram lugares onde se podia chegar a qualquer hora da noite, sem hora certa para fechar, para beber, jantar, ouvir boa música, dançar e se informar.

Era onde negócios eram fechados e os casos românticos fervilhavam. Ruy Castro leu muitas memórias de embaixadores, diplomatas, políticos para reconstituir essa vida privada dos ricos, dos poderosos e as farras do Clube dos Cafajestes, grupo famoso de playboys filhinhos-do-papai rico.

Após Dick Farney gravar “Copacabana”, na Continental, a música brasileira nunca mais seria a mesma. Como não se considerava capaz de interpretar sambas, Dick parecia condenado a perpetrar perfeitas imitações de Bing Crosby cantando música americana com o conjunto Milionários do Ritmo — e a não chegar a lugar algum.

A primeira providência era quebrar sua resistência e fazê-lo cantar em português. Assim, Braguinha deu-lhe “Copacabana”, e o resultado foi estrondoso. Para Dick, esse 78 representou uma nova carreira e, conscientemente ou não, introduziu ali um novo jeito de cantar: delicado, quase feminino, como Orlando Silva, mas natural e sem afetação, como o mesmo Bing. E, ao contrário do que depois diriam os puristas, as grandes massas não se ofenderam com isso — porque “Copacabana” ficou nas paradas pelo ano e meio seguinte.

Além disso, Crosby era uma influência quase inevitável — afinal, inventara o canto popular moderno. Era imitado pelos cantores americanos, ingleses, franceses, cubanos e de onde mais houvesse música popular. Dez anos antes, o próprio Orlando Silva acusara essa influência ao surgir cantando para o microfone — como Bing —, e não contra ele, como a maioria de seus colegas.

Com sambas românticos, mais adequados ao seu estilo, Dick seria uma sensação. “Copacabana” era mais do que adequado. Era uma revolução. Sua letra representava a saída da música brasileira para o mar — até então, exceto pelas primeiras marinhas de Caymmi, ignorado como inspiração e temática. Era também o primeiro samba-canção da era das boates, e parecia feito de encomenda para elas — poético, reflexivo, perfeito para as madrugadas à meia-luz. O acompanhamento dispensava os tradicionais flauta, cavaquinho e pandeiro, e mesmo as cordas de Radamés Gnattali poderiam ser substituídas por um piano.

O recado das rádios e das lojas foi entendido pelos demais compositores e cantores. O samba agora era uma canção. Poucos meses depois, no começo de 1947, Dorival Caymmi compôs “Marina” — “Marina, morena Marina/ Você se pintou/ Marina, você faça tudo/ Mas faça o favor…” —, e entregou-o a Francisco Alves.

A Continental deu a Dick tratamento de luxo: sua enorme orquestra, regida por José Maria de Abreu, e arranjos de Radamés. Bem diferente de sua gravação de “Marina”, em que ele próprio se acompanhava ao piano e mais nada. Foi este o formato — cantor e piano — que, a convite do barão Stuckart, Dick levou para o Vogue no começo do segundo semestre de 1948, roubando por algumas semanas as atenções que estavam sendo despejadas sobre Aracy de Almeida e Linda Baptista.

Foi sua estreia como atração principal em uma boate e o começo de uma longa história de amor entre ele e a plateia. À razão de duas entradas por noite, à meia-noite e às duas da manhã — garantia de casa cheia para o barão, antes e depois —, Dick tinha agora um repertório que, por si, já justificava o advento do samba-canção. E, além da música, havia ele próprio.

Para os grã-finos que formavam o público do Vogue, Linda e Aracy eram grossas mas deliciosas, porque autênticas. Já Dick era de outra extração — atraente, bem-nascido (o pai, pianista clássico; a mãe, cantora lírica), ex-aluno do São Bento e do São José, atencioso com as senhoras, levantava-se de um salto à aproximação de uma delas.

Se não estivesse ao microfone, poderia, talvez, estar com esses mesmos grã-finos à mesa, tomando White Horse, fumando Chesterfield e discutindo sobre a superioridade desta ou daquela marca de raquete de tênis ou taco de golfe. E, ao cantar, mesmo que suas letras falassem de amores fracassados, o intérprete mantinha o jeito galante, a fleuma, a compostura. Ou seja, seu samba-canção era sem desespero.

Mas não era essa a regra entre os muitos cantores e compositores que, a partir de 1947, se atiraram apaixonadamente ao samba-canção. A beleza das melodias e a dramaticidade das letras eram para ser exploradas até o último soluço.

Enquanto não surgiam outras revelações além de Dick Farney, os cantores veteranos, com toda a solenidade e impostação que traziam do passado, continuaram a ser os mais procurados — e, entre eles, ninguém mais que Francisco Alves. Somente naquele ano, ele lançou três pesos pesados do novo gênero.

Uma história por trás de “Nervos de aço” correu os bastidores das rádios e das boates cariocas e é contada por Ruy Castro no livro “A noite do meu bem”. Na Porto Alegre dos anos 30, o garoto Lupicinio era noivo da mulata Inah e, apesar de apaixonado por ela, hesitava em trocar a boemia pelo casamento. Inah esperou três anos. Quando se convenceu de que Lupicinio não tomaria uma atitude, foi à luta. Dias depois, ele a viu na rua da Praia, pendurada no braço de um homem — com quem se casaria.

Lupicinio Rodrigues desesperou-se, teve ganas de matar ou morrer. Mas acalmou-se, apelou para seus “nervos de aço” e fez do sofrimento um samba-canção. A partir daí, por seu suposto histórico de amores desastrosos, criou-se a lenda — estimulada por ele — de que todos os entrechos que cantava tinham-lhe acontecido. O que não era verdade, e só servia para reduzir Lupicinio a uma espécie de cronista da cornitude, quando o que importava era o seu poder, quase insuperável, de penetrar no coração masculino.




UAUUU! UM ESPECIAL DO DICK FARNEY!!






Quinta, 9 de dezembro de 2021

 

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SEBASTIÃO SALGADO 
E A AMAZÔNIA


Pego carona no post (Facebook) do jornalista Vanderlei Cunha. A Exposição AMAZÔNIA, de Sebastião Salgado, inaugurada há pouco no Science Museum.
A criação musical para a mostra foi composta por Jean-Michel Jarre.
Imagens impactantes de um Brasil quase desconhecido por nós próprios e que deixam os londrinos e britânicos em geral estupefatos com tanta estranha beleza.

(clica em cima das fotos que amplia)






















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APOSTO - Estou aceitando qualquer aposta. Jogo que Dudu Milk, aos 36 anos, não vai sair do jogo. Hoje, acredito que ele vai disputar a reeleição ou, menos provável, vai para a Câmara federal. Senado? Acho difícil, em função das diversas candidaturas que estão sendo lançadas.
Está anunciando reajuste salarial para professores (32 por cento a partir de janeiro). Evidente que qujer os mestres ao seu lado. E, acreditem, vai fazer o mesmo com outras categorias.


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PERGUNTINHA

E o Despacito Júnior não vai concorrer?


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APOSTO - 2 - Essa Simone Tebet, candidata a presidente pelo MDB, não passa de 5 por cento.


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PREFEITOS IRRESPONSÁVEIS - Da coluna do Flávio Pereira (http://flaviopereiranews.com/):

A pretexto de combater a pandemia para a qual receberam recursos específicos a fundo perdido, ainda assim, cerca de 80% dos prefeitos de todo o país deixaram de aplicar o mínimo de 25% das receitas em educação.
Agora, fazem pressão política sobre os deputados, para evitar que sejam punidos com enquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Isso levaria à inelegibilidade destes prefeitos, por improbidade administrativa. Dados da FNP (Frente Nacional dos Prefeitos) apontam que cerca de R$ 15 bilhões deixaram de ser aplicados na educação.
...

Os prefeitos defendem a aprovação da PEC 13/2021 que impede a aplicação de punição civil, administrativa ou criminal a gestores locais que não cumpriram o mínimo em 2020, 2021 ou nos dois anos.
Além disso, prevê que os recursos não aplicados no período sejam obrigatoriamente investidos em educação em 2022 e 2023.
...

Imaginem se fosse o presidente Jair Bolsonaro deixando de aplicar o percentual mínimo em educação: certamente algum zeloso ministro do STF já estaria dando prazo de 24 horas para explicações!


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OS ARGENTINOS NÃO SÃO MAIS OS MESMOS - Lula vai à Argentina na próxima sexta para receber o Premio Azucena Villaflor, entregue pelo governo a defensores dos Direitos Humanos.

O petista também será homenageado por sua luta contra “o abuso da Justiça para alcançar fins políticos e ilegítimos”, diz o PT.

O presidente Alberto Fernández vai tocar a cerimônia. Lula ainda se reunirá com o chefe do país vizinho na Casa Rosada no início de sua agenda de visita.

Lula também participará, ao lado de Fernández e da vice-presidenta Cristina Kirchner, de ato cultural na Plaza de Mayo, em comemoração aos 38 anos de democracia na Argentina e ao Dia dos Direitos Humanos.


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PRÊMIO RANKING DOS POLÍTICOS - O deputado federal Bibo Nunes é um dos parlamentares de destgaque em 2021. "É uma honra receber este prêmio que elege os melhores do Brasil", afirma Bibo.


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ESSA É MUITO MACHO!!



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IDEIA

Ao invés de comprar fogos nofinal do ano, doe ao menos uma cesta básica para uma família que não temo que comer.


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SUCESSO NO NETFLIX - A série sul-coreana Round 6 bateu recordes mundiais e se tornou a série mais vista da história da Netflix. No Brasil, porém, foi ofuscada por um sucesso inesperado: as novelas infantis do SBT, em especial Carrossel (2012). Apesar de não serem produções originais do streaming, as tramas são os grandes hits da plataforma.

Atualmente, estão disponíveis na Netflix quatro das cinco telenovelas infantojuvenis produzidas pela emissora de Silvio Santos na última década: além de Carrossel, fazem parte do catálogo Chiquititas (2013), Carinha de Anjo (2016) e As Aventuras de Poliana (2018).


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ERREI - O nome do programa da Cris Silva. O certo é Posso entrar?
Recomeça neste sábado, depois do jornal Hoje.





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INTERVALO

SUCESSO NOS ANOS 80

DISCOCUECAS!!



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PIADINHA

PIADINHA?