UMA FESTA
QUE VALEU
2 MILHÕES
DE REAIS!!
NO ÚLTIMO SÁBADO, DIA 10 E JANEIRO, ACONTECEU A FESTA DO BRANCO, EM ATLÂNTIDA.
É UM EVENTO MUITO AGUARDADO, PATROCINADO PELO EMPRESÁRIO DODY SIRENA.
DODY SIRENA, ME INFORMAM, SERIA O PROPRIETÁRIO DO PLANETA ATLÂNTIDA E A RBS É A PRODUTORA DO EVENTO.
A FOTO QUE ILUSTRA ESTA PÁGINA FOI TIRADA NA PRAIA DE ATLÂNTIDA, COM DODY E ALGUNS DE SEUS CONVIDADOS.
"CASUALMENTE", FOI CONVIDADO PARA A FESTA O GOVERNADOR DUDU MILK, DONO DA PODEROSA CANETA QUE ASSINOU O PATROCÍNIO DE DOIS MILHÕES DE REAIS PARA O PLANETA ATLÂNTIDA.
ENTÃO TEMOS NA FOTO DUDU MILK, O JORNALISTA CADU OLIVEIRA, O ESPOSO DO DUDU E... O PODEROSO DODY SIRENA!!
AGORA, LEIAM A MATÉRIA ABAIXO!!
ResponderExcluirSe quiser publicar, por favor aproveite.
As livrarias porto-alegrenses
Queria comprar nove livros da Editora da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A livraria que a distribuía fica na República e telefonei para lá, para ver se tinham algum e se ofereciam desconto para pagamento à vista em dinheiro. Não tinham nenhum – precisava pagar e encomendariam – e não davam um centavo de desconto. Agradeci e comprei direto da editora, com 20% de desconto e isento do pagamento de frete.
Sei que dirão que uma livraria física tem contas fixas, como aluguel, funcionário, água e luz, mas me parece mais inteligente ganhar menos e certo e cativar um cliente do que não receber nada e ter um não-cliente que faz propaganda negativa. Convenhamos que uma compra de nove livros não é banal e obriga a uma revisão das práticas cotidianas de um comércio.
Em outra livraria, liguei e encomendei um livro da Carambaia – que publica livros luxuosos e caros e, na época, apenas essa livraria, hoje transferida da Lima e Silva para a Venâncio Aires, a distribuía – e fiquei à espera de uma resposta que nunca chegou. Voltei a contatá-los e falei, desta vez, com outro atendente, que me disse que eles não conseguiriam o tal livro, apesar de serem em Porto Alegre a única livraria que havia conseguido a representação da Carambaia.
Fiquei um pouco chocado e encomendei outro livro, para retirá-lo na semana seguinte, quando disse, a este segundo atendente, que o havia comprado na Amazon. Eu não o tinha feito antes porque era um livro caro e, pela Amazon, na primeira vez, só estava disponível em sistema de marketplace, em que quem enviaria era a Martins Fontes, de São Paulo, que me cobraria um considerável frete além do preço já naturalmente salgado.
Quando lhe comuniquei que havia conseguido o livro, desta vez oferecido pela própria Amazon e sem frete, ele respondeu: “fez muito bem.” Saí da loja incomodado: se fiz bem em comprar na Amazon, posso comprar tudo na gigante norte-americana e não preciso perder tempo com quem distribui uma editora e não vai pedir um livro que quero, sob pretexto de que era um livro caro, poderia se perder e só o solicitariam se houvesse uma compra de vulto, de mais títulos.
Por fim, uma livraria localizada na Octavio Correia trazia um pequeno balaio com ofertas que vi certa vez, meio de passagem, e que voltei para conferir em outra visita. Esperava novos volumes a engrossá-lo, mas o balaio havia sido transportado a um andar superior porque havia uma atividade de bate-papo, em um festival literário do fim de tarde que estava programado para aquele dia em que apareci.
O rapaz que me atendeu não fez menção de buscá-lo – havia alguém interessado em dar uma olhada, logo, seria seu papel contentá-lo, cativá-lo – e me chamou a atenção o pouco tino comercial, visto que a livraria receberia público para a conversa a seguir e poderia aproveitar para vender livros em oferta, atrativos pelo preço mais convidativo.
Pois essa livraria foi acionada há um mês por uma colega de um trabalho coletivo que participo todos anos. Ela imaginava comprar um vale-livro para presentear um professor. Nem a responderam pelas redes sociais. Resultado: ela comprou – pelas redes sociais também - o vale na Travessa, instalada há poucos meses no Iguatemi e muito mais atenta e atilada que as similares gaúchas.
Que não sejam as práticas de uma livraria da Henrique Dias, que reabriu depois de meio ano fechada. O dono anterior meteu calote nos distribuidores e no locador e encerrou as atividades depois de um ano e meio. Ele não devia ter muita coisa na cabeça: pagar aluguel de mais de R$ 4 mil por um espaço acanhado e ainda oferecer café - há pelo menos dez cafeterias com boas opções no cardápio nas proximidades, em um raio de 400m, uma das quais em frente, reconhecida Barcelona. Em tempos de Amazon, essa gente vive em um mundo muito particular.
Muito bons depoimento e análise, meu senhor.
ExcluirVale a pena publicar.
ResponderExcluir"Festa do Branco" 😃Isso logo remete àquelas famigeradas festas do Puff Daddy!
ResponderExcluirCadê as ibagens?
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