Sexta, 8 de março de 2024



NÃO LEVE A SÉRIO
QUEM NÃO SORRI! 




NÃO SEJA GUERREIRO.
SEJA DA PAZ


minha preguiça
é maior do que a minha vontade


ANDO DEVAGAR
PORQUE JÁTIVE PRESSA
(e minhas pernas não permitem)


PLANEJE SEUS VOOS


ESCREVA APENAS PARA
jlprevidi@gmail.com




especial

Nesta sexta, uma cesta
de
 VINICIUS DE MOLRAES!



O MAIOR POETINHA DO BRASIL




Para viver um grande amor,
primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro
E ser de sua dama por inteiro
Seja lá como for...



]

Vinicius teve paixões intensas
que duravam a eternidade do momento



O casamento com  Gesse Gessy fez
com que morasse na Bahia.
Nove casamentos ao todo


O uísque é o melhor amigo do homem:
é um cachorro engarrafado.



Marcus Vinicius Melo Morais  

nasceu na Gávea, Rio de Janeiro, em 19 de outubro de 1913. Aos 66 anos partiu, em 9 de julho de 1980. No Rio.
Poeta, dramaturgo, jornalista, diplomata, cantor e compositor.
Poeta lírico, foi apelidado de "Poetinha", por Tom Jobim. Boêmio inveterado, fumante e apreciador do uísque, era também conhecido por ser um grande conquistador. O Poetinha casou-se nove vezes.

Sua obra é vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música. Ainda assim, sempre considerou que a poesia foi sua primeira e maior vocação, e que toda sua atividade artística deriva do fato de ser poeta. No campo musical, o Poetinha teve como principais parceiros Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell, João Gilberto, Chico Buarque e Carlos Lyra.

Vinicius ingressou em 1924 no Colégio Santo Inácio, de padres jesuítas, onde passou a cantar no coral e começou a montar pequenas peças de teatro. Três anos mais tarde, tornou-se amigo dos irmãos Haroldo e Paulo Tapajós, com quem começou a fazer suas primeiras composições e a se apresentar em festas de amigos. Em 1929, concluiu o ginásio e no ano seguinte, ingressou na Faculdade de Direito do Catete, hoje Faculdade Nacional de Direito (UFRJ).

 Na chamada "Faculdade do Catete", conheceu e tornou-se amigo do romancista Otávio de Faria, que o incentivou na vocação literária. Graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais em 1933.

Através de Otávio de Faria, começou a frequentar as reuniões da Ação Integralista Brasileira, movimento brasileiro de cunho nacionalista, na Livraria do Schmidt, chegando a se filiar ao movimento. Participou inclusive de algumas instruções das Milícias Integralistas no Arsenal de Guerra do Caju.


Em maio de 1937, publicou seu Soneto de Katherine Mansfield inédito na revista "Anauê!" nº 15. Foi assinante de vários documentários Shell sobre o Integralismo.
Em 1936, obteve o emprego de censor cinematográfico junto ao Ministério da Educação e Saúde. Dois anos mais tarde, Vinicius de Moraes ganhou uma bolsa do Conselho Britânico para estudar língua e literatura inglesas na Universidade de Oxford.

Em 1941, retornou ao Brasil empregando-se como crítico de cinema no jornal "A Manhã". Tornou-se também colaborador da revista "Clima" e empregou-se no Instituto dos Bancários.

No ano seguinte, foi reprovado em seu primeiro concurso para o Ministério das Relações Exteriores. Em 1943, concorreu novamente e desta vez foi aprovado. Em 1946, assumiu o primeiro posto diplomático como vice-cônsul em Los Angeles. Com a morte do pai, em 1950, Vinicius retornou ao Brasil. Nos anos 1950 atuou no campo diplomático em Paris e em Roma, onde costumava realizar animados encontros na casa do escritor Sérgio Buarque de Holanda.

No final de 1968 foi afastado da carreira diplomática tendo sido aposentado compulsoriamente pelo AI-5.


O poeta estava em Portugal, apresentando uma série de espetáculos, alguns com Chico Buarque e Nara Leão, quando o regime militar emitiu o AI-5. O motivo apontado para o afastamento foi o seu comportamento boêmio que o impedia de cumprir as suas funções.

Vinícius foi anistiado (post-mortem) pela Justiça em 1998. A Câmara dos Deputados aprovou em fevereiro de 2010 a promoção póstuma do poeta ao cargo de "ministro de primeira classe" do Ministério das Relações Exteriores - o equivalente a embaixador, que é o cargo mais alto da carreira diplomática. A lei foi publicada no Diário Oficial do dia 22 de junho de 2010.


Vinicius começou a se tornar prestigiado com sua peça de teatro Orfeu da Conceição, em 25 de setembro de 1956. Além da diplomacia, do teatro e dos livros, sua carreira musical começou a deslanchar em meados da década de 1950 - época em que conheceu o maestro Tom Jobim, quando diversas de suas composições foram gravadas por inúmeros artistas. Na década seguinte, viveu um período áureo na MPB, no qual foram gravadas cerca de 60 composições de sua autoria. Foram firmadas parcerias com compositores como Baden Powell, Carlos Lyra e Francis Hime.


Na década de 1970, já consagrado e com um novo parceiro, Toquinho, Vinicius seguiu lançando álbuns e livros de grande sucesso.

Na noite de 8 de julho de 1980, acertando detalhes com Toquinho sobre as canções do álbum "Arca de Noé", Vinicius alegou cansaço e que precisava tomar um banho. Na madrugada do dia seguinte Vinicius foi acordado pela empregada, que o encontrara na banheira de casa, com dificuldades para respirar. Toquinho, que estava dormindo, acordou e tentou socorrê-lo, seguido por Gilda Mattoso (última esposa do poeta), mas não houve tempo e o Poetinha morreu pela manhã.



QUANDO TUDO COMEÇOU




Em 1954, Vinícius publica sua coletânea de poemas, Antologia Poética, mesmo ano que publica sua peça teatral Orfeu da Conceição, premiada no concurso do IV Centenário de São Paulo e publicada na revista Anhembi. Dois anos depois, quando Vinicius buscava alguém para musicar a peça, e aceitou a sugestão do amigo Lúcio Rangel para trabalhar com um jovem pianista, Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, que na época tinha 29 anos e vivia da venda de músicas e arranjos nos inferninhos de Copacabana.


Do encontro entre Vinícius e Tom nasceria uma das mais fecundas parcerias da música brasileira, que a marcaria definitivamente. Os dois compuseram a trilha sonora, que incluía "Lamento no Morro", "Se Todos Fossem Iguais A Você", "Um Nome de Mulher", "Mulher Sempre Mulher" e "Eu e Você" e foram lançadas em disco por Roberto Paiva, Luiz Bonfá e Orquestra.


A peça estreou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Além destas canções, a dupla Vinicius e Tom compuseram, entre outros clássicos, "A Felicidade", "Chega de Saudade", "Eu sei que vou te amar", "Garota de Ipanema", "Insensatez", entre outras belas canções.


Entre 1957 a 1958, o diretor de cinema francês Marcel Camus filmou "Orfeu do Carnaval" no Rio de Janeiro, filme este que recebeu o nome de Orfeu Negro. Vinicius compôs para o filme "A Felicidade" e "O Nosso Amor". Um ano depois, o filme seria contemplado com a Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes e o Oscar de melhor filme estrangeiro.

Em 1957 teve sua carreira diplomática transferida para Montevidéu, onde permaneceu por três anos.

...



O ano de 1958 marcaria o início de um dos movimentos mais importantes da música brasileira, a Bossa Nova. A pedra fundamental do movimento veio com o álbum "Canção do Amor Demais", gravado pela cantora Elizeth Cardoso.


Além da faixa-título, o antológico LP contava ainda com outras canções de autoria da dupla Vinicius e Tom, como "Luciana", "Estrada Branca", "Outra Vez" e "Chega de Saudade", em interpretações vocais intimistas.
"Chega de Saudade" foi uma canção fundamental daquele novo movimento, especialmente porque o álbum de Elizeth contou com a participação de um jovem violonista, que com seu inovador modo de tocar o violão, caracterizado por uma nova batida, marcaria definitivamente a bossa nova e a tornaria famosa no mundo inteiro a partir dali.

O nome deste violonista é João Gilberto. A importância do disco "Canção do Amor Demais" é tamanha que ele é tido como referência por muitos artistas como Chico Buarque e Caetano Veloso.


Várias das composições de Vinicius foram gravadas na metade final daquela década por outros artistas. Joel de Almeida gravou "Loura ou Morena" (1956). No ano seguinte, Aracy de Almeida gravou "Bom Dia, Tristeza" (composta com Adoniran Barbosa), Tito Madi gravou "Se Todos Fossem Iguais A Você", Bill Farr gravou "Eu Não Existo Sem Você", Agnaldo Rayol gravou "Serenata do Adeus" e Albertinho Fortuna gravou "Eu Sei Que Vou Te Amar". "O Nosso Amor" e "A Felicidade" foram duas das canções mais lançadas no final daquela década. A primeira foi gravada por Lueli Figueiró e Diana Montez, ambas em 1959. Já a segunda foi lançada por Lueli Figueiró, Lenita Bruno, Agostinho dos Santos e João Gilberto.


Servindo ao Itamaraty em Montevidéu desde 1957, Vinicius de Moraes deixaria a embaixada brasileira no Uruguai somente em 1960. Suas canções continuaram sendo gravadas por muitos artistas no início da década de 1960. Foram lançadas "Janelas Abertas" (composta com Tom Jobim), por Jandira Gonçalves, e "Bate Coração", (composta com Antônio Maria), por Marianna Porto de Aragão, cantora cultuada na época como uma das vozes mais poderosas de toda uma geração de cantoras.


Em 1964, Vinicius retornou ao Brasil e logo se apresentou na boate "Zum Zum", ao lado de Dorival Caymmi, Quarteto em Cy e o Conjunto de Oscar Castro Neves. O concerto teve grande repercussão nos meios artísticos e foi lançado em LP pelo selo Elenco, contendo composições como "Bom-dia, Amigo" (parceria com Baden Powell), "Carta ao Tom", "Dia da Criação" e "Minha Namorada" (parcerias com Carlos Lyra), e "Adalgiza", "...Das Rosas", "História de Pescadores" e "Saudades da Bahia" (parcerias com o cantor, compositor e violonista Dorival Caymmi).



Duas canções de Vinicius de Moraes concorreram, em 1965, o I Festival Nacional de Música Popular Brasileira (da extinta TV Excelsior). "Arrastão" (composta com Edu Lobo), defendida por Elis Regina, ficou com o primeiro lugar, e "Valsa do Amor que Não Vem" (parceria com Baden Powell), defendida por Elizeth Cardoso, ficou com o segundo lugar. Também com o arranjador, cantor e instrumentista Edu Lobo, Vinicius compôs "Zambi" e "Canção do Amanhecer" - canções que se engajaram no clima de protesto da época e foram apresentadas em projetos do Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes (UNE).


Por um breve período, Vinicius foi designado para trabalhar na delegação do Brasil junto à UNESCO, na Europa. O poeta também trabalhou com o diretor Leon Hirszman no roteiro do filme Garota de Ipanema, voltou a se apresentar no Zum Zum com Dorival Caymmi e lançou o livro "Cordélia e o Peregrino".
Ainda em 1965, o Teatro Municipal de São Paulo foi o palco de uma homenagem para o poetinha, com o show Vinicius: Poesia e Canção, espetáculo que contou com a participação da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (sob a regência do maestro Diogo Pacheco). As composições apresentadas receberam arranjos dos maestros Guerra Peixe, Radamés Gnattali, Luís Eça, Gaya e Luís Chaves e contou com intérpretes com Carlos Lyra, Edu Lobo, Suzana de Morais, Francis Hime, Paulo Autran, Cyro Monteiro e Baden Powell. Quando o poeta terminou a apresentação de "Se Todos Fossem Iguais A Você", a plateia respondeu com dez minutos ininterruptos de aplausos.

Em 1966, foi lançado o álbum Os Afro-Sambas, com suas composições em parceria com Baden Powell. Constam do repertório do disco "Canto de Ossanha", "Canto de Xangô", "Canto de Iemanjá" e "Lamento de Exu", entre outras, além da participação de Powell tocando violão.

Naquele mesmo período, Vinicius participou do concerto Pois É, no Teatro Opinião, ao lado de Maria Bethânia e Gilberto Gil. No espetáculo dirigido pelo arranjador, compositor, maestro e pianista Francis Hime, o público carioca conheceu pela primeira vez as canções de Gilberto Gil.


Ainda naquele ano, lançou o livro de crônicas Para Uma Menina Com Uma Flor e também foi convidado a participar do júri do Festival de Cannes.

Na ocasião, descobriu que sua canção "Samba da Bênção" havia sido utilizada, sem os devidos créditos, na trilha sonora do filme Um Homem e Uma Mulher, do diretor francês Claude Lelouch, vencedor do festival. Após uma ameaça de processo, a obra de Lelouch creditou a canção de Vinicius.


O ano de 1967 marcou a estreia do filme Garota de Ipanema, baseado no sucesso homônimo de Vínicius e Tom Jobim. É a canção brasileira mais conhecida no mundo depois de "Aquarela do Brasil" (de Ary Barroso). Ainda naquele período, Vinícius organizou um festival de artes em Ouro Preto e excursionou para a Argentina e o Uruguai.


Acredita quem é otário, mais otário ainda é quem faz a pessoa acreditar no que você fala.


Naquele mesmo período, iniciou suas primeiras composições com um novo parceiro, o violonista Toquinho. Desta parceria, viriam clássicos como "Como Dizia o poeta", "Tarde em Itapoã" e "Testamento".



Em 1970, Vinicius se apresentou no Canecão, com o parceiro Tom Jobim, o violonista Toquinho e a cantora Miúcha. O show, que relembrou a trajetória do poeta, ficou quase um ano em cartaz devido ao grande sucesso.


Outra apresentação marcante de Vinícus de Moraes, ao lado de Toquinho e da cantora Maria Creuza, foi na cidade argentina de Mar del Plata, na boate La Fusa. O concerto resultaria no LP ao vivo Vinicius En La Fusa, uma das mais belas joias gravadas ao vivo da música brasileira. No repertório, interpretado de modo espetacular pela cantora baiana, estavam entre outras "A Felicidade", "Garota de Ipanema", "Irene", "Lamento no Morro", "Canto de Ossanha" (canção muito aplaudida pela plateia argentina), "Samba em Prelúdio", "Eu Sei Que Vou Te Amar" (canção que contou ainda com a declamação do Poetinha de "Soneto da Fidelidade", para delírio do público argentino), "Minha Namorada" e "Se Todos Fossem Iguais A Você", que encerrou o magnífico concerto.

No ano seguinte, Vinicius voltou à Fusa para gravar um novo LP ao vivo, também com Toquinho, mas desta vez com a cantora Maria Bethânia nos vocais. Neste álbum estão presentes canções com "A Tonga da Mironga do Kabuletê", "Testamento" e "Tarde em Itapoã".


Também em 1971, assinou com Chico Buarque, sobre antigo choro de Garoto, a canção "Gente Humilde", grande sucesso gravada pelo próprio Chico e, pouco depois, por Ângela Maria.


Críticos são sujeitos que têm
mau hálito no pensamento.



A parceria Vinicius/Toquinho excursionou por várias cidades brasileiras e também pelo exterior.


Ainda em 1971, a dupla lançou seu primeiro LP de estúdio, com destaque para "Maria Vai com as Outras", "Morena Flor", "A Rosa Desfolhada" e "Testamento". Em 1972, eles lançaram o álbum "São Demais os Perigos Dessa Vida", contendo - além da faixa-título - grandes sucessos como "Cotidiano nº 2", "Para Viver Um Grande Amor" e "Regra três".

Com Toquinho, também compôs a trilha sonora da telenovela "Nossa Filha Gabriela" (da extinta TV Tupi), registrada em disco naquele mesmo ano. No ano seguinte, a dupla se apresentou no show "O Poeta, a Moça e o Violão", com a cantora Clara Nunes no Teatro Castro Alves, em Salvador.

Em 1974, Vinicius e Toquinho compuseram "As Cores de Abril" e "Como É Duro Trabalhar", ambas incluídas na trilha sonora da novela Fogo Sobre Terra, da Rede Globo.


Naquele mesmo ano, a parceria lançou o álbum Toquinho, Vinicius e Amigos. O disco teve as participações de Maria Bethânia (em "Apelo" e "Viramundo"), Cyro Monteiro ("Que Martírio" e "Você Errou", últimas gravações deste cantor), Maria Creuza ("Tomara" e "Lamento no Morro"), Sergio Endrigo ("Poema Degli Occhi" e "La Casa") e Chico Buarque ("Desencontro").
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Ainda naquele ano, a dupla lançou "Vinicius e Toquinho", quarto álbum de estúdio da parceria, que trazia composições de autoria deles, como "Samba do Jato", "Sem Medo" e "Tudo Na Mais Santa Paz", e ainda "Samba pra Vinicius", homenagem ao poetinha de Toquinho e Chico Buarque, que fez uma participação especial no disco.



Em 1975, Vinicius de Moraes lançou o álbum "O Poeta e o Violão". Gravado em Milão, o LP teve a participação especial dos maestros Bacalov e Bardotti. No mesmo ano, a gravadora Philips lançou o álbum "Vinicius e Toquinho". Deste LP, destaca-se "Onde Anda Você" - parceria com Hermano Silva e que alcançou grande sucesso.


Ainda naquele ano, Vinicius lançou o livro de poemas infantis A Arca de Noé. Foram lançados no ano seguinte os álbuns Ornella Vanoni, Vinicius de Moraes e Toquinho - La voglia, la pazzia, l'incoscienza e l'allegria e Deus lhe Pague - este com as composições da parceria Vinicius e Edu Lobo.
Vinicius teve publicado, em 1977, o livro O Breve Momento, com 15 serigrafias de Carlos Leão. Naquele ano, o selo Philips lançou o álbum "Antologia Poética", uma seleção da obra poética do Poetinha e que teve a participação especial de Tom Jobim, Francis Hime e Toquinho. A gravadora Som Livre disponibilizou no mercado o LP Tom, Vinicius, Toquinho e Miúcha - Ao Vivo no Canecão.


Em 1978 foi lançado o álbum Vinicius e Amália, gravado em Lisboa com a cantora portuguesa Amália Rodrigues. Naquele mesmo ano, foi editado o álbum "10 Anos de Toquinho e Vinicius" - uma coletânea de uma década de trabalhos da dupla. Em 1980 foi lançado o álbum Arca de Noé, que trouxe diversos intérpretes para as composições infantis do poeta, musicadas a partir do livro homônimo. O disco gerou um especial infantil na Rede Globo, naquele mesmo ano.

Nádegas é importantíssimo. Grave, porém, é o problema das saboneteiras. Uma mulher sem saboneteiras é como um rio sem pontes.



Na madrugada de 9 de julho de 1980, Vinicius de Moraes começou a se sentir mal na banheira da casa onde morava, na Gávea, vindo a morrer pouco depois. O poeta passou o dia anterior com o parceiro e amigo Toquinho, com quem planejava os últimos detalhes do volume 2 do álbum "Arca de Noé". Foi sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro.[25] Em 1981, este LP foi lançado.

Mesmo após a morte, a obra musical de Vinicius manteve-se prestigiada na música brasileira. Foram lançados os álbuns Toquinho, Vinicius e Maria Creuza - O Grande Encontro (1988) e A História dos Shows Inesquecíveis - Poeta, Moça e Violão: Vinicius, Clara e Toquinho (1991), além de terem sido lançados livros sobre o poeta, como Vinicius de Moraes - Livro de Letras (1993), de José Castello, Vinicius de Moraes (1995), também de José Castello, "Vinicius de Moraes" (1997), de Geraldo Carneiro (uma edição ampliada do livro publicado em 1984). Ainda em 1993, Almir Chediak editou os três volumes do Songbook Vinicius de Moraes.

Por ocasião dos vinte anos da morte do poeta, em 2000, a Praia de Ipanema foi o palco de um show em homenagem a Vinicius, que contou com a participação da Orquestra Sinfônica Brasileira, Roberto Menescal, Wanda Sá, Zimbo Trio, Os Cariocas, Emílio Santiago e Toquinho, interpretando composições de sua autoria.

Em 2003, ano em que o poeta completaria seu 90º aniversário, foram lançados vários projetos em tributo à sua criação artística. Também foi lançado o website oficial de Vinicius.


Em 2005, "The Girl from Ipanema", versão em inglês de "Garota de Ipanema", interpretada por Astrud Gilberto, Tom Jobim, João Gilberto e Stan Getz e gravada em 1963, foi escolhida como uma das 50 grandes obras musicais da Humanidade pela Biblioteca do Congresso Americano. 

Ainda em 2005, estreou, na abertura da sétima edição do Festival do Rio, o documentário Vinicius, dirigido por Miguel Faria Jr. e produzido por Suzana de Moraes, filha do poeta, com a participação de Chico Buarque, Carlos Lyra, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Adriana Calcanhoto, Mariana de Moraes e Olívia Byington, entre outros convidados. A trilha sonora do filme foi lançada em CD.


Em 2006, foi lançada a caixa "Vinicius de Moraes & Amigos", com cinco álbuns do poetinha, contendo 70 canções compiladas de fonogramas gravados por vários intérpretes e pelo próprio Vinicius (solo ou em dueto. A caixa incluiu ainda um livreto com a biografia do homenageado e as letras de todas as canções.


Em 2011, a escola Império Serrano falou sobre ele com o enredo : "A Benção, Vinicius".




Vocês conhecem a minha viúva?

Texto do blog do Romilson de Lima

As nove esposas

Vinicius e Toquinho se apresentam na Universidade Federal Fluminense, em Niterói (RJ). O ano é 1972. Portando um livro de poesias e ávida por um autógrafo, a estudante de letras Gilda de Queirós Mattoso consegue adentrar o camarim do ídolo e pegar sua assinatura. “Minhas amigas tinham fotos dos Beatles. Eu, do Vinicius”, conta ela. Durante aquela década, até 1978, Gilda manteria em fogo baixo uma paixão platônica pelo poeta, até se encontrarem em Paris e tornarem-se marido e mulher.

Vinicius de Moraes apresentava Gilda, quase quatro décadas mais moça que ele, como sua última esposa.
“Vocês conhecem minha viúva?”, dizia aos amigos. Ela, claro, detestava, mas acabou se tornando realmente o derradeiro amor do poeta. “Vinicius teve várias mulheres, mas só uma viúva”, observa a hoje conhecida assessora de imprensa, 61 anos, moradora do bairro do Humaitá, no Rio. O Poetinha partiu em 9 de julho de 1980.

Gilda, nos dois anos de casamento, divididos entre Paris e a capital fluminense, pegou uma fase complicada do poeta, quando a diabetes se agravara e roubava seus últimos suspiros. Mesmo assim, ao lado do parceiro Toquinho, o compositor conseguiu implementar uma turnê e um LP comemorativos e realizar uma grande viagem de carro pela Europa com o novo amor. “Saímos de Paris e fomos até Roma, parando onde dava vontade. Eu queria que ele conhecesse a Grécia também. Como um poeta ainda não tinha estado lá?”, recorda-se Gilda.

Viagens e música eram pura alegria para o Poetinha. Cuidar da saúde, nem tanto. “Ele não obedecia muito, não. Achava a vida muito chata sem poder comer aquilo, beber aquilo. Passou do uísque para o vinho branco, por exemplo, por sugestão do médico. Mas era meio que a contragosto. Não dava a mínima para a dieta alimentar”, conta.

Escrito à mão

Um dia, Gilda chegou em casa e se deparou com um fato tipicamente viniciano, com ares que oscilavam entre o trágico e o cômico. “Ele estava andando em uma bicicleta ergométrica, fazendo exercícios de fisioterapia, e chorando. Perguntei o porquê e ele: ‘Tô aqui nessa bicicleta burra, que não sai do lugar’.” Depois, contou à mulher que estava traindo um pacto feito com o amigo Antônio Maria (o compositor, a quem ele chamava de “Meu Maria”), morto havia vários anos, de que jamais em suas vidas eles fariam um movimento inútil. “Ele usou isso de desculpa pra não fazer os exercícios.”

Na noite em que morreu, Vinicius jantou seguindo a cartilha da dieta. Mas acabou burlando o regime. Toquinho estava hospedado com o casal e, quando ele chegou à residência da Gávea, o poeta e o comparsa mandaram uma pratada de macarronada na cozinha. Foi Toquinho quem musicou o poema Gilda, feito por Vinicius para a esposa e entregue a ela em seu aniversário de 1979. A viúva enviou ao Correio uma cópia dos versos escritos à mão pelo poeta, além de algumas fotos pouco conhecidas do casal. “Foi uma das últimas composições dele”, destaca.

 Um operário da paixão
e suas nove esposas

Conheça as nove esposas de Vinicius de Moraes, com informações do livro "O poeta da paixão", de José Castello, e do filme Vinicius, de Miguel Faria Jr.

 » Beatriz Azevedo de Mello
Conhecida como Tati, a musa do Soneto de fidelidade (e também da personagem Narizinho, de Monteiro Lobato) casou-se com o poeta por procuração, enquanto ele estudava literatura na Inglaterra. Tiveram dois filhos (Susana e Pedro) nos 11 anos em que estiveram juntos. Ela morreu em 1995, aos 84 anos.

» Regina Pederneiras
Ainda casado com Tati, Vinicius envolveu-se com Regina, arquivista do Itamaraty, entre 1945 e 1946. Acabou se casando com ela no religioso, mas a esposa oficial perdoou a traição, e Vinicius voltou para Beatriz.

 » Lila Bôscoli
Bisneta da compositora Chiquinha Gonzaga, a moça de 19 anos foi apresentada ao poeta por Rubem Braga. Casaram-se em 1952, viveram juntos por sete anos e geraram Georgiana e Luciana.

 » Maria Lúcia Proença
O relacionamento de cinco anos, iniciado em 1958, teria inspirado a crônica Para viver um grande amor. Lucinha, sobrinha de um amigo de Vinicius, que a conhecera ainda adolescente, pegou a fase bossa-nova do compositor. Ela era casada, e trouxe um filho pequeno da união anterior.

» Nelita de Abreu Rocha
A moça não tinha completado nem 20 anos quando se juntou ao poeta, em 1963. Mesmo com três décadas de diferença, o casamento durou cinco anos. Nelita mora no Rio e adotou o sobrenome do atual marido, o francês Gerard Leclery.

» Christina Gurjão
O relacionamento durou menos de um ano, mas gerou a filha caçula do poeta, Maria, e a clássica Pela luz dos olhos teus. Mesmo com a esposa grávida de cinco meses, ele acabou se envolvendo com Gessy.

» Gessy Gesse
A atriz baiana, casada com Vinicius entre 1969 e 1976, foi responsável por levá-lo para viver em Salvador, o que alterou tanto o estilo de vida do poeta quanto sua produção musical.

» Marta Rodriguez Santamaria
A argentina era 40 anos mais jovem que Vinicius. O relacionamento de três anos, iniciado em 1975, foi marcado pelas várias viagens do poeta com Toquinho pelo mundo.

» Gilda Mattoso
A viúva de Vinicius, 40 anos a menos que ele, foi apaixonada pelo poeta por quase uma década até engatar o relacionamento. Gilda o acompanhou nos dois últimos anos de vida.



OS MELHORES POEMAS


Eu sei que vou te amar


Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
Em cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente
Eu sei que vou te amar

E cada verso meu será pra te dizer
Que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida

Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar,
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa ausência tua me causou

Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver a espera
De viver ao lado teu
Por toda a minha vida.




Mais uma versão:




Soneto de fidelidade (de 1939)


De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.






A rosa de Hiroshima (1973)


Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroxima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida.
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada.





Soneto do amor total (1951)

Amo-te tanto, meu amor… não cante
O humano coração com mais verdade…
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade

Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.


Soneto de separação

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.




Soneto de contrição (1938)

Eu te amo, Maria, eu te amo tanto
Que o meu peito me dói como em doença
E quanto mais me seja a dor intensa
Mais cresce na minha alma teu encanto.

Como a criança que vagueia o canto
Ante o mistério da amplidão suspensa
Meu coração é um vago de acalanto
Berçando versos de saudade imensa.

Não é maior o coração que a alma
Nem melhor a presença que a saudade
Só te amar é divino, e sentir calma…

E é uma calma tão feita de humildade
Que tão mais te soubesse pertencida
Menos seria eterno em tua vida.



Ternura (1938)

Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora.



A felicidade


Tristeza não tem fim
Felicidade sim…

A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar.

A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei, ou de pirata, ou da jardineira
E tudo se acabar na quarta-feira.

Tristeza não tem fim
Felicidade sim…

A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor.

A felicidade é um coisa louca
Mas tão delicada, também
Tem flores e amores de todas as cores
Tem ninhos de passarinhos
Tudo isso ela tem
E é por ela ser assim tão delicada
Que eu trato sempre dela muito bem.

Tristeza não tem fim
Felicidade sim…





Poema de Natal

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos…
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.



Soneto do amigo (1946)

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica..


Pela luz dos olhos teus

Quando a luz dos olhos meus
E a luz dos olhos teus
Resolvem se encontrar
Ai que bom que isso é meu Deus
Que frio que me dá o encontro desse olhar
Mas se a luz dos olhos teus
Resiste aos olhos meus só p'ra me provocar
Meu amor, juro por Deus me sinto incendiar
Meu amor, juro por Deus
Que a luz dos olhos meus já não pode esperar
Quero a luz dos olhos meus
Na luz dos olhos teus sem mais lará-lará
Pela luz dos olhos teus
Eu acho meu amor que só se pode achar
Que a luz dos olhos meus precisa se casar.




Quinta, 7 de março de 2024

 

NÃO LEVE A SÉRIO
QUEM NÃO SORRI! 




NÃO SEJA GUERREIRO.
SEJA DA PAZ


minha preguiça
é maior do que a minha vontade


ANDO DEVAGAR
PORQUE JÁTIVE PRESSA
(e minhas pernas não permitem)


PLANEJE SEUS VOOS


ESCREVA APENAS PARA
jlprevidi@gmail.com




dois minutos com prévidi

- APENAS QUERO LANÇAR A SEMENTE.
E PREPAREM-SE: VOU COMERÇAR PELAS FARMÁCIAS


(está baixo o áudio? Assiste pelo YouTube - clica em cima ali do lado direito da tela)

- NÃO ESQUEÇAM!! AO VISITAR O CANAL DO PRÉVIDI (@JLPREVIDI NO YOUTUBE) CLIQUE EM INSCREVER-SE.

AGRADECIDOI!! AH, E SE GOSTAR DÊ UM POSITIVO:

 


Olá!

- VAMOS FAZER UM EXERCÍCIO JUNTOS.
DESARME O ESPÍRITO.
E VAMOS APENAS ESCUTAR E TENTAR ENTENDER.
A CONCLUSÃO É SÓ UMA:




comunicaÇÃO


- RENATO PEREIRA - Alguns leitores têm comentado sobre o Renato, onde anda, tal e coisa. Pois o RP está a mil. Dá palestras, faz shows e, de acordo com a época, é "criador de conteúdo digital". Confira página no Facebook.


- 52 ANOS DO JORNAL DO ALMOÇO - "Vem ver a Tânia no Jornal do Almoço!!". Não acreditei. Ela mesma, Tânia Carvalho no aniversário do JA. Aí lembrei das inúmeras "vidas inteligentes" que passaram por lá.
Vou repetir o óbvio: a Tânia está ótima!!

- CONSTATAÇÃO - Gurizada chata essa que escreve sobre Comunicação. Artigos com títulos imponentes e textos babacas. Não consigo passar do "lead" - a maioria nem sabe o que é isso.

- ORESTES VOA ALTO 1 - O jornalista Orestes de Andrade Jr. é o novo diretor-geral da Ulbra TV e da rádio Mix FM 107.1. O novo cargo foi criado pela Aelbra, mantenedora da Ulbra, para unificar a gestão das duas emissoras e potencializar o seu alcance no RS.
“Agora que salvamos a Ulbra, com o recente encerramento da recuperação judicial, estamos prontos para investir em outros segmentos importantes da instituição, entre eles as nossas emissoras, que já ocupam um lugar de destaque no coração dos gaúchos e têm uma história riquíssima”, afirma o presidente da Aelbra, Carlos Melke. “Escolhemos o Orestes de Andrade Jr. por ser um profissional experiente e inovador, que deixou um legado de conquistas por onde passou. Ele está preparado para levar a TV e a rádio para o futuro, conquistando ainda mais relevância no Estado”, observa o empresário. 
Orestes Jr. está na Ulbra TV há um ano, apresentando os programas Poder RS, de segunda a sexta, e GreNal na TV, aos domingos. “Estou muito honrado com essa nova oportunidade, que de longe é o maior desafio da minha carreira. E olha que já assumi missões gigantescas, as mais recentes na Secretaria de Comunicação do Estado, na Fundação Piratini (TVE e FM Cultura) e na Prefeitura de Porto Alegre. Mas agora a responsabilidade é imensa, porque envolve dois verdadeiros patrimônios da comunicação do nosso Estado”, afirma. 

- ORESTES VOA ALTO 2 - A tarefa inicial do jornalista, que volta a ser gestor mas não deixará os microfones, é unir duas emissoras que são vizinhas, mas que não interagem entre si. “Para avançarmos, temos de nos unir e inovar. Há um plano claro, muita vontade e, sobretudo, apoio de um empresário e sua equipe determinados a tornar a Ulbra e seus veículos muito maiores do que já foram”, comenta o jornalista. “Vamos reforçar os times e investir em infraestrutura de forma imediata”, revela.
Em apenas dois anos, a Ulbra fortaleceu a área de gestão com a criação das superintendências, melhorou a infraestrutura das suas unidades, reconquistou a autonomia universitária, obteve nota máxima na avaliação do MEC e está entre as 20 melhores universidades privadas do país, o que confirma a excelência do trabalho desenvolvido. 
“É com essa inspiração que vamos avançar, preparando as duas emissoras para a revolução da TV 3.0, que vai integrar os meios, os streamings, tudo na TV aberta”, adianta o novo diretor-geral da Ulbra TV e da rádio Mix FM 107.1. Os diretores João Bernardi, da Ulbra TV, e Mauro Borba, da Mix, seguem na estrutura das emissoras, sob o comando unificado do Orestes Jr.

POLÍTICA

- CONVITE DA CÂMARA DOS ESTADOS UNIDOS - O deputado federal Bibo Nunes é um dos parlamentares convidados pela Câmara dos Estados Unidos, para tratarem das estripulias do stf.

- BOLSONARO EM PASSO FUNDO


  


acredite se quiser

GENIAL!! SIMPLESMENTE GENIAL!!
VAMOS TAPAR AS CIDADES DE AQUÁRIOS!!




PENSANDO BEM

- O QUE ESTA FOTO TEM DE DIFERENTE?


POrto alegre



BAILA COMIGO - A comunicadora e jornalista Katia Suman inaugura um novo projeto no Bar Ocidente aos sábados, em horário inédito das 19 às 23 horas, focado no público 50+. A festa BAILA COMIGO é um convite à dança, à alegria e aos encontros e também uma homenagem à nossa eterna Rita Lee. 
BAILA COMIGO é a festa mais que perfeita para quem quer curtir boa música, bons drinks, bebida gelada e principalmente dançar numa pista com as músicas clássicas que por anos fizeram parte do repertório da comunicadora nos tempos que atuava nas rádios. A festa acontecerá em um horário novo na cidade, mais cedo que as festas normais, pra quem não está a fim de entrar madrugada adentro, dia 23 de março.
BAILA COMIGO traz a comunicadora KATIA SUMAN como DJ da festa, ela que está on desde 1984, e promete animar a pista com brasilidades, pop e rock’n roll, clássicos e algumas novidades, porque né, recordar é viver mas também tem muita coisa boa por aí e vale acompanhar.
BAILA COMIGO será a primeira festa 50+ da cidade, mas tá liberada pra todas as idades, sem preconceitos. Comes, bebes e música boa.
BAILA COMIGO vai rolar todos os meses no clássico casarão do Ocidente, no bairro Bom Fim, onde Kátia já realiza há 25 anos o Sarau Elétrico todas as terças-feiras. Aliás na terça-feira que antecede a festa, dia 19 de março, 20h30, o Sarau terá uma edição especial focada em autores 50+, tendo como tema : “Os cinquentões que embalam nossa literatura”

Serviço: 
BAILA COMIGO, a festa  – Sábado 23 de Março
Horário: Das 19 às 23 horas
Local: Ocidente – João Telles 960 – Bom Fim – Porto Alegre
Ingressos: 60 reais na plataforma Sympla - https://bit.ly/42ZgSfl
Instagram:@bailacomigo_festa 

recordar é viver

- O "LÍDER MUNDIAL" SOZINHO,
QUANDO CHEGOU EM MADRI


novidade

TAMBÉM TINHAM UE GANHAR SEIS MESES DE CANA!!


intervalo

- RITA, 4


DEUSAS


piadinhA


Quarta, 6 de março de 20o24

 

NÃO LEVE A SÉRIO
QUEM NÃO SORRI! 




NÃO SEJA GUERREIRO.
SEJA DA PAZ


minha preguiça
é maior do que a minha vontade


ANDO DEVAGAR
PORQUE JÁTIVE PRESSA
(e minhas pernas não permitem)


PLANEJE SEUS VOOS


ESCREVA APENAS PARA
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dois minutos com prévidi

- INSISTO: JÁ LEU A PROPOSTA DO 1 CENTAVINHO?
NÃO?
ENTÃO ASSISTE NO VÍDEO ABAIXO:


(está baixo o áudio? Assiste pelo YouTube - clica em cima ali do lado direito da tela)

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Olá!

- É LONGO, MAS MERECE LEITURA:
O QUE O FINANCIAL TIMES ESCREVE SOBRE O BRASIL (STF).
TEXTO DE J.R.GUZO - REVISTA OESTE

O BRASIL VIROU PÁRIA

Tinha de acontecer, mais cedo ou mais tarde — e é óbvio que acabou acontecendo. O Supremo Tribunal Federal tantas fez para proteger a corrupção no Brasil, mas tantas, com tanta arrogância e tão pouco caso com o decoro mínimo esperado de sua conduta, que conseguiu enfim chamar a atenção do mundo para o que estão fazendo aqui. Um ano atrás a porção da comunidade internacional que se considera mais civilizada e mais apta a decretar regras de comportamento para as demais festejava a “vitória da democracia” no Brasil. Que sorte para o planeta, não? O perigo do “populismo de direita” foi derrotado. O amor venceu. O Brasil “voltou”. Não contavam com a astúcia do ministro Dias Toffoli. Em apenas um ano, com a sua inédita sucessão de sentenças em favor da ladroagem e dos ladrões, ele conseguiu demolir toda essa conversa. Eis o Brasil, por sua conta, colocado entre os párias do mundo — os países sem lei, sem códigos morais e sem vergonha que fazem parte da face escura da humanidade.

A destruição do STF como uma casa de respeito já era obra avançada, com o teto e as paredes no chão, pela atuação do ministro Alexandre de Moraes. Ele, com o STF atrás de si, aboliu os direitos civis que estão na Constituição para instalar uma ditadura penal no Brasil — aberração que transformou o Supremo em delegacia de polícia destinada a reprimir adversários políticos do regime atual. Mais dia, menos dia, a sua vez vai chegar. Moraes tem tudo para acabar no noticiário da imprensa internacional como uma dessas figuras de Terceiro Mundo que aparecem, de tempos em tempos, como sucessores de Idi Amin quando o ditador entrava em sua personalidade de magistrado. Mas Toffoli chegou antes. A insegurança jurídica criada nos últimos anos pelo STF, na qual ninguém sabe qual é a lei que está valendo hoje, superou as fronteiras da violação às garantias democráticas e mergulhou de cabeça no bas-fond da roubalheira do Erário. Aí já ficou demais. É como o sujeito que em vez de tirar o calção de banho dentro da piscina, para ninguém ver, sobe no trampolim para mostrar a todo mundo que está nu.

A verdade sobre o alto Judiciário no Brasil, conhecida aqui dentro, mas escondida nesse tempo todo pela mídia internacional de primeira linha, veio à luz do sol da pior maneira possível para o STF. O Financial Times de Londres, que funciona como um boletim de comportamento para governos e nações de todo o mundo, publicou uma exposição 100% objetiva, competente e arrasadora sobre a atual disparada da corrupção no Brasil — e o papel essencial que Toffoli e o STF exercem nesse conto de horror. É muito ruim, porque o Financial Times está entre a meia dúzia de veículos de imprensa que são lidos em salas de diretoria, reuniões de ministros do Primeiro Mundo e os gatos mais gordos da alta burocracia global. É acompanhado nos departamentos de marketing e pelos fiscais mais severos da obediência ao politicamente correto. Enfim, para resumir a ópera: está entre as leituras preferidas da turma de Davos que deixa Lula, a ministra Marina e a direção do PT sempre tão agitados. Pior que tudo, talvez, uma matéria publicada ali serve como uma espécie de “liberou geral” para a elite da mídia globalizada. Saiu no FT? Então pode sair em qualquer lugar.

Notícia publicada no jornal Financial Times (5/2/2024): “Supremo Tribunal Federal ordena investigação de grupo anticorrupção” | Foto: Reprodução/FT

Está tudo ali. A anulação da multa de R$ 10 bilhões da J&F e de R$ 3,8 bilhões da Odebrecht que, por força de acordo judicial, as duas empresas se comprometeram a pagar para seus diretores não serem presos pelo crime de corrupção ativa. Toffoli, sozinho, cancelou as duas, de modo que os réus confessos nem foram para a cadeia nem pagaram o que tinham de pagar. É citado o relatório da Transparência Internacional que rebaixou o Brasil em dez posições na lista dos países mais corruptos do mundo em 2023, sua pior colocação desde 1995 — e que cita nove vezes o nome de Toffoli. O artigo revela a destruição dos sete anos de luta contra a corrupção feita pela Lava Jato. Cita os 2,2 mil anos de sentenças de prisão anulados em favor dos 165 ladrões condenados. Menciona a anotação que o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos fez sobre a ladroagem da Petrobras nos governos Lula-Dilma — segundo os americanos, o maior caso de propina já registrado na história. Revela aos leitores mais qualificados do mundo que Toffoli foi advogado do PT antes de ser nomeado por Lula para o STF. Informa que o ministro Cristiano Zanin foi advogado pessoal do mesmo Lula.

É um desastre com perda total. “Graças às decisões de Toffoli, o Brasil tornou-se um cemitério de provas de crimes que geraram miséria, violência e sofrimento humano”, diz o Financial Times, citando o texto da Transparência Internacional. “O país está se tornando cada vez mais, aos olhos do mundo, um exemplo de corrupção e de impunidade.” O jornal informa também qual foi a reação do ministro diante do relatório: mandou investigar criminalmente a entidade, com base numa notícia patentemente falsa, e já enterrada há muito tempo, sobre ilegalidades imaginárias que teria praticado no Brasil. É uma das regras de ouro da filosofia penal do já citado Idi Amin. “Nós aqui temos liberdade de expressão”, dizia ele. “O que não podemos garantir é a liberdade de quem se expressa.” É o puro STF do Brasil de hoje, só que de efeito real equivalente a três vezes zero. A Transparência Internacional tem sede em Berlim. Não pode ser indiciada, desmonetizada ou presa por Alexandre de Moraes e sua Polícia Federal. É uma perfeita palhaçada.


especial (exclusivo)

- AS NOVAS INSTALAÇÕES DA BAND RS NA PUC, PORTO ALEGRE.
QUERO VER ESTA REDAÇÃO COM MUITOS JORNALISTAS:







comunicaÇÃO


- HAROLDO DE SOUZA - 2024 SIGNIFICA:

62 anos de narração esportiva...
50 anos de Rio Grande do Sul...
Narrei todos os grandes títulos da dupla GreNal...
Maior narrador de grenais na história...
11 copas do mundo como narrador.
80 anos de vida.
Sou um homem feliz.
Obrigado a todos que estiveram comigo e me ajudaram nessa caminhada!

- BAITA CONSELHO


- "ASSESSORES DE IMPRENSA" - Aqueles informais, que "ajudam" na venda de um jogador para o exterior, A maioria "trabalha" para o Grêmio. Geralmente são jogadores medianos. Lembra daquele que foi para o Barcelona há uns anos? Pois é, não lembro nem o nome do "craque".
Agora começaram a "expor na mídia" um tal de Gustavo Nunes. Mais uma "joia do elenco tricolor".

- A CONFERIR - Às 19:55, o galã André Haar com a jornalista Simone Queiroz, na apresentação de mais um SBT BRASIL 


- ENQUANTO ISSO - A empresária Vera Carneiro (Pauta), acompanhada da Bianca Carneiro, desfila por Punta Del Este.



POLÍTICA

- NÃO É NECESSÁRIO UM TEXTO.
APENAS QUE FOI ONTEM NA EXPODIRETO EM NÃO-ME-TOQUE:









- O CANAL RURAL REGISTROU:


acredite se quiser

- VEJAM A FILA PARA ASSISTIR BOLSONARO
NA EXPODIRETO EM NÃO-ME-TOQUE



PENSANDO BEM

- SEMPRE FOI UM BABAQUARA.
NÃO APRENDEU QUE AS COISAS NÃO SE MISTURAM


POrto alegre

TRANSPLANTE INTERVIVO - O transplante de fígado com doador vivo agora conta com a possibilidade de um novo aliado na Santa Casa de Porto Alegre: a cirurgia robótica. Pela primeira vez no Rio Grande do Sul, a equipe de Transplante Hepático Intervivos da instituição, liderado pelos cirurgiões Antonio Kalil e Flávia Feier, realizou a retirada de parte do fígado do doador com o uso do robô, permitindo maior precisão durante o procedimento e uma recuperação mais rápida para o paciente.

Realizada no final de fevereiro, a cirurgia ocorreu para retirada de parte do órgão e posterior transplante em um menino de apenas três anos. O doador foi o pai da criança, que teve condições de receber alta em apenas 48 horas.

“Considerada um procedimento minimamente invasivo, a cirurgia robótica permite maior segurança e precisão dos movimentos, além de baixíssimos riscos de infecção, proporcionando uma recuperação muito mais rápida. E isso tudo faz enorme diferença, especialmente em um transplante intervivo, onde temos um doador saudável e precisamos reduzir todos os riscos possíveis, garantindo que ele possa voltar às suas atividades normais em menor espaço de tempo”, destaca o cirurgião Antonio Kalil, também diretor Médico e de Ensino e Pesquisa da Santa Casa.

O procedimento ocorreu no Instituto de Cirurgia Robótica Helda Gerdau Johannpeter e foi realizado em conjunto com os cirurgiões Lúcio Pacheco e Lucas Demétrio, ambos referência na atuação em transplante hepático e integrantes do corpo clínico da Rede D'Or, única instituição que até então havia realizado esse tipo de procedimento no Brasil.

Quando se fala em transplante de órgãos, existem dois tipos de doadores: o doador falecido, cuja autorização depende exclusivamente da família, e o doador vivo. 

No segundo caso, esse tipo de doador pode doar um dos rins, parte do fígado, parte dos pulmões ou parte da medula óssea. Esse tipo de procedimento se tornou uma importante alternativa para diminuir o tempo de espera de pacientes que necessitam de um desses órgãos e não podem mais esperar.

No caso do transplante de fígado intervivo, é retirada uma parte do órgão do doador - que, além da compatibilidade, precisa atender uma série de outros critérios - para ser transplantada no lugar do fígado de quem possui uma doença hepática grave. Como o fígado é o único órgão humano que consegue se regenerar, o restante do fígado que fica no doador irá retomar o volume anterior à doação em algumas semanas. Da mesma forma, a parte transplantada também irá crescer e desempenhar suas funções normais.

recordar é viver

Produtor da Continental Sérgio Motta,
Mick Jagger e o DJ Big Boy - 1976

  

intervalo

- RITA, 3


DEUSAS


piadinhA

- O BATISMO FOI A CAUSA DE TUDO!!