EDIÇÃO EXTRA DE FÉRIAS - 17/1/26

 

VAMOS
PAGAR
O LIVRO
MAIS
CARO
DO
SÉCULO!!





LIVRO: PALÁCIO PIRATINI

CUSTO: R$ 400.000,00


No Diário Oficial de 16 de janeiro de 2026:


Assunto: Súmula Processo: 25/0811-0002038-3 Contrato Sumula_inexigibilidade_licitacao


LIVRO_PALACIO_PIRATINI


SÚMULA DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO

O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, por intermédio da SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO, em cumprimento do disposto no artigo 72, parágrafo único, da Lei federal n.º 14.133/21, e no artigo 3º, §1º, do Decreto estadual nº 57.034/23, torna pública a INEXIGIBILIDADE  DE  LICITAÇÃO  para  a  

concessão  de  patrocínio  à INSTITUTO  HISTÓRICO  E  GEOGRÁFICO  DO  RIOGRANDE DO SUL, representado por Miguel Frederico do Espírito Santo, inscrito no CPF sob o nº 088.085.890-72,

nos termos do artigo 74, caput, da Lei federal nº 14.133/21, e do artigo 7º, caput, do Decreto estadual n.º 57.034/23,

para realização do projeto“Livro Palácio Piratini”, no montante estimado de R$ 400.000,00 (quatrocentos reais)

e tendo o início de sua vigência na data da publicação no Diário Oficial do Estado, conforme consta no Processo Administrativo n.º 25/0811- 0002038-3.

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No Google:

Possui graduação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul(1970), especialização em História do Rio Grande do Sul pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul(1978), especialização em Criminologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul(1990) e mestrado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos(1998). Atualmente é colaborador sem vínculo do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil. Atuando principalmente nos seguintes temas:História, Rio Grande do sul, Filosofia.

(...)historiador Miguel Frederico do Espírito Santo, 76 anos, presidente há 12 anos do instituto histórico e geográfico do Rio Grande do Sul (IHGRGS). Ele estuda a história do estado e da nossa cidade há 50 anos, sendo autor de diversas obras sobre o tema.


A revista publicada pelo Instituo Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, telefone +55 51 3224-3760, sediado na Rua Riachuelo, 1317 - Bairro Centro - Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil - CEP 90010-271, endereço eletrônico: https://www.ihgrgs.org.br/. Virtualmente, é hospedada pelo Portal de Periódicos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O endereço para contato com a revista é: revistaihgrgs@gmail.com.

Contato Principal

Miguel Frederico do Espírito Santo

Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul

Telefone (51) 3224-3760

revistaihgrgs@gmail.com


DOIS LIVROS  NA AMAZON:


- Abertura da Barra do Rio Grande e a política econômica do Castilhismo Capa comum – 1 janeiro 2004


- O Rio Grande De Sao Pedro Entre A Fe E A Razao: Introducao A Historia Do Rio Grande Do Sul (Portuguese Edition) Capa comum – 1 janeiro 1999

12 comentários:

  1. Putz! Com essa grana dava para financiar uns 10 livros com tiragem de 2000 unidades e com umas 300 páginas. Isto é festerê para os alinhados...

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  2. Como é? E as vítimas das enchentes que AINDA estão sem casa? ....mas.o que essa criatura tem no lugar dos miolos? Já sei! 💩💩💩💩💩💩💩💩💩

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  3. Enquanto isso, estrada que é bom, só no papel...

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  4. Depois das livrarias de novos, os sebos

    Desta vez é para quem pretende vender livros usados que acumulou em casa. Era o meu caso. Tinha reunido uns 120 volumes, ou pouco menos, que fui retirando das estantes ao longo de dois anos e meio. Uns tinha lido e não me interessava conservar, outros tinha trocado por edições mais recentes e mais completas, com algum adicional no conteúdo, a que se juntavam compras de impulso que só acumulam pó, porque não os leremos. A saga começou quando escrevi a um livreiro a quem recorri nas duas últimas vezes em que tinha resolvido fazer uma limpeza, um total semelhante a que enchia as duas grandes caixas de papelão de agora. Ele agradeceu a preferência e recusou, por estar endividado.
    Telefonei então para outro, que tinha ficado com meus lotes em duas ocasiões, antes de eu descobrir esse livreiro endividado - que, preciso dizer, é uma raridade entre seus pares, pois comparece no horário combinado para a visita e paga à vista, em dinheiro, ou depósito, mas sempre na hora (o que é bem incomum, como sabe quem já tentou vender). Pensei nele porque, com livraria na General Câmara, vinha da Feira do Livro e, portanto, com dinheiro em caixa para reforçar um acervo dilapidado. Atendeu com um enfado, uma má vontade inacreditável. Ficou de me retornar em outro momento e nunca mais lhe ouvi a voz.
    Fui então para um terceiro, também com livraria, em uma galeria na Protásio Alves. Liguei, ele pediu uma lista, que fiz e lhe remeti por e-mail, mensagem que ficou sem resposta. Antes que pensem que o conjunto era uma bomba, não era; havia livros da Cosac Naify, disputados no mercado, alguns clássicos e romances de gente do Sul, muitos novos ou com aparência de novos, mais algum jornalismo, filosofia e títulos de valor permanente, como "Dez Dias que Abalaram o Mundo", de John Reed.
    Fui para a minha quarta tentativa, uma livreira que tem loja na Osvaldo Aranha e cuja fama de caloteira a precede. Lista já pronta, mandei-a e recebi resposta dois dias depois. Deveria levá-los à loja e em um máximo de dez dias sairia uma avaliação. Agradeci o contato e disse que não poderia aceitar, que só funcionaria se recebesse alguém em casa que os avaliasse e, em caso de eu concordar com o valor, pagasse na hora, como fazia o livreiro endividado.
    A quinta livreira, com loja na Jerônimo Coelho e também vinda da Feira do Livro, não mexeu um músculo diante de alguns títulos que enumerei e declinou de comprá-los, por ter muito material ainda não cadastrado na Estante Virtual. Assim, cogitei doar em pequenas partes a entidades espíritas, que realizam atividade benemerente e revertem o que conseguem nas vendas para essas ações, ou dar também em pequenos lotes a quem descobrisse ser de fato um leitor, coisa hoje difícil em tempos em celular em alta.
    Mas eis que lembrei de um expositor de domingos da Redenção, que veio na hora combinada e pagou à vista, um valor imagino bem inferior do que os outros pagariam, mas seguro (livreiros são famosos pelos calotes, uma vez que não costumam pagar na hora, de forma geral, e não raro cozinham o fornecedor por meses - quando pagam!).
    Essa é minha saga nas livrarias de usados. Não dá nem para acreditar que estejam em funcionamento, a se levar conta como tratam clientes e fornecedores. 

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    1. No seu caso, talvez fosse bom disponibilizar o acervo via internet. Triste saber que as coisas nos sebos costumam ser assim.

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    2. Na era do Bolsa Família é difícil incentivar o espírito empreendedor, até dos empresários.

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  5. O Prévidi resolveu esticar as férias.

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    1. Férias merecidas e necessárias, diga-se de passagem. Mas tomara que ele volte logo. Será sinal de que ele está bem.

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    2. Concordo. Que aproveite bem.

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    3. Amigo, acredita, nós q fazemos hemodiálise não temos férias. No máximo pausa.

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