Segunda, 3 de agosto de 2026


SEGUINTE:
especial

DOIS CAROS AMIGOS QUE NOS DEIXAM
POR CAUSA DESSA DOENÇA HORROROSA

- É uma regra - ou quase isso: pessoas importantes, amigos, morrem nos finais de semana.
E mais uma vez essa tese se confirmou no final de semana passado.
Perdemos nesta guerra diária dois amigos queridos:
LUIZ RENI MARQUES e ALEXANDRE APPEL.

(clica em cima que amplia)

Tive que assinalar o Reni e eu na foto porque poderia ser difícil o reconhecimento. O registro é do pessoal do Banco do Brasil de Palmeira das Missões, de 1977. Nos foi enviada pelo colega Eden Cunha Lima, que hoje vive em Natal-RN.

O jornalista Luiz Reni Marques estava há alguns meses sofrendo muito, pelo que me disse, não aguentava mais a vida que levava, mesmo estando numa confortável casa, com cuidadoras experientes, médicos e enfermeiros. Mas, imagina, não suportava mais ter um aparelho para respirar.
Quando fui visitá-lo, me disse que um AVC poderia resolver logo o seu sofrimento. Triste, aquela doença horrorosa tinha tomado o seu corpo.
O Reni, o Barbudo, o Alemão não combinava com aquela figura páilda sentada numa poltrona. Sempre irei lembrar-me dele como um cara que adorava viver.
O conhecia muito bem - década de 1970 em Palmeira das Missões, quando passamos no concurso do Banco do Brasil. 
Conto mais sobre isso nos DOIS MINUTOS aí abaixo.


O jornalista Alexandre Appel. O conheci no início deste século e a foto aí de cima foi feita numa entrevista coletiva no Palácio do Comércio. 
Nos falávamos quase todos os dias, pelo WhatsApp. Muitas vezes mais de uma vez. 
Apenas uma ou duas vezes ele reclamou da falta  de grana. Mas continuava vivendo  em Águas Claras, pelo que sei, com seus cães e a namorada. Fernanda, a filha, era uma paixão.
Eu não sabia de sua doença, a mesma do Reni, aquela que não escrevo o nome. Já estava por todo corpo. 
Appel não viu outra saida.
Ele mesmo deu fim a seu sofrimento.



DOIS MINUTOS
com o PRÉVIDI

- O Reni, o Barbudo, o Alemão.
50 anos de amizade.



Sexta, 31 de julho de 2026

 

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Alfredo Octávio: o maior jornalista do Brasil

Livro Alfredo Octávio

NESSA SEXTA
a cesta do João Paulo





JOÃO PAULO DA FONTOURA é de Taquari-RS. É escritor e historiador diletante, membro da ALIVAT – Academia Literária do Vale do Taquari, titular da cadeira nº 26. Autor do livro biográfico "Costa e Silva", edição 2025





- Charles De Gaulle - 


 Ele, um grande Homem? Ora, ele é arrogante, egoísta, pensa que é o centro do universo... Ele... Sim, ele é um grande Homem!

 Winston Churchill, referindo-se a De Gaulle



Nunca, a França é minha!

Corria o ano de 1900...

Em uma fazenda, na próspera região nordeste da França, vários meninos brincavam de organizar exércitos. Um dos garotos destacava-se do grupo – era  muito mais alto do que seus companheiros e, embora mesmo à primeira vista ficasse evidente que era também o mais jovem de todos; os outros meninos o seguiam na marcha pelo campo, aceitando tranquilamente a sua liderança. Chegados ao local escolhido para ser o ‘campo de batalha’, os garotos pararam.
Então o menino alto, cujo nome era Charles-André-Joseph-Marie de Gaulle, pôs-se a explicar as regras do jogo. Em poucas palavras, definiu quem seria quem e as posições que cada ‘exército’ deveria ocupar. Jean, da fazenda vizinha, faria o papel de rei da Inglaterra e comandaria as tropas acantonadas junto ao grande álamo. Xavier, como o imperador da Áustria, deveria estacionar a ‘cavalaria austríaca’ junto à cerca que se via ao longe. E ele próprio seria o rei da França. Xavier protestou: você é sempre a França..., desta vez eu quero ser a França, já estou cansado de ser a Áustria! 

Charles permaneceu em silêncio por um instante, encarando, sério, o irmão mais velho e falou: ‘... Nunca, a França é minha!

 

A descrição acima, retirada da introdução do livro ‘Grandes Líderes, De Gaulle’, da Editora Nova Cultural, editado em 1987, nos mostra que a determinação daquele que, adulto, vem a ser a maior figura política francesa do século XX, é adrede ao adulto, vem quase que de berço! 

(Eu notei, e marquei na biografia que escrevi, a semelhança entre o grande líder francês e o presidente Costa e Silva. O nosso, quando jovem, também curtia brincar de soldado e de fazer guerra, sempre na posição de ‘chefe’.) 

 

Uma pequena bio, 



De Gaulle nasceu em 22 de novembro de 1890 em Lille, na França,



3º dos 5 filhos do casal Henri de Gaulle e J. Maillet, em uma família tradicional, devota, religiosa, de classe média. Seus avós paternos, assim como seu pai, eram historiadores e profundamente apaixonados pela história da França. Já aos 5 anos, o menino Charles lia sobre a história francesa e, no início de sua adolescência, entrou em contato com os clássicos livros e textos dos grandes filósofos, como Kant, Goethe, Nietzsche e outros.




Estudou na Academia Militar de Saint-Cyr, formando-se, com destaque, em 1912. Logo em seguida engajou-se ao 33º Regimento de Infantaria do Exército francês. 

Foi como capitão deste 33º Regimento que, aos 24 anos, em agosto de 1914, ele entra na 1ª Guerra Mundial. Em março de 1916, De Gaulle é feito prisioneiro pelos alemães durante a famosa e terrível Batalha de Verdun, na qual em 10 meses, morrem mais de 300 mil soldados entre franceses e alemães. Podemos dizer que ‘teve a sorte de ser aprisionado’, pois com a mortandade nas trincheiras desta guerra, ele muito provavelmente teria sido morto




Em 1921, casa-se com a jovem Yvonne Ventroux, tendo o casal três filhos. 

 

Aqui damos uma pausa na história de vida do grande líder francês para falarmos do contexto da década de 1930, com a ascensão de Hitler e do nazismo na Alemanha, a grande derrotada da 1ª Guerra Mundial, e da passividade da França e da Inglaterra em relação aos avanços belicosos, revanchistas, sedentos de ‘poder e lebensraum’ por parte da maior nação da Europa, mesmo em crise. 




Em 31 de janeiro de 1931, Adolf Hitler e seu partido assumem o poder na Alemanha, com um desenho político muito claro, pois estava quase tudo escrito no livro ‘Mein Kampf’, escrito e lançado por Hitler em 1926, e tornado a bíblia nazista. 

A Alemanha vivia desde o fim da guerra sob o império das punições e reparações do Tratado de Versalhes, de 1919, que fazia com que a nação vivesse em permanente caos político, agravado pela queda da bolsa de Nova Iorque de 1929, produzindo um ambiente propício para o aparecimento de salvadores da pátria, no caso Hitler, seus asseclas, e o partido Nazista. 

Hitler desvencilha-se da Constituição e assume como ditador com poderes e apoio totais. 

Começa então a dispensar os limites do Tratado: a) para de pagar as indenizações; b) retira-se da Liga das Nações; c) retoma o serviço militar obrigatório; d) inicia organizar e armar seus exércitos. 

 

Passos militares,

• 1936: remilitarização da Renânia, uma área perto da fronteira francesa e na qual o tratado proibia o estacionamento de tropas alemãs. Franceses, ingleses, Liga das Nações, protestaram e só;

• 1938: anexação da Áustria, protestos, não pode, é um absurdo, mas só;

• 1938: crise dos Sudetos, Hitler exigiu o controle de um espaço onde havia muitos alemães. Depois disso, o tirano tomou conta do resto da Tchecoslováquia e de seus modernos armamentos. Franceses e ingleses, novamente, só protestaram;

• 1939: a gota d'água que transbordou o copo da crise; ambos países tinham assinado acordo militar de proteção à Polônia, e não mais puderam passar ‘paninhos’. Cheios de dedos, declaram Guerra à Alemanha, ou seja, declaram guerra, mas sem querer a guerra, entonce...

 

A Inglaterra era relativamente organizada politicamente, não havia crises neste sentido. O problema dos premieres ingleses (vide o episódio amplamente registrado do premier britânico Neville Chamberlain, em 1938, mostrando aos fotógrafos, ao descer da escada do avião, uma declaração do Acordo de Munique, apaziguando o Hitler e permitindo a tomada dos Sudetos da república Tcheca) não era os políticos em si, mas o povo que não queria guerra de jeito algum! 

Com a França ocorria o mesmo (e convenhamos, a França havia perdido a nata de seus homens na faixa de 20 a 30 anos, e tinha todos os motivos para se desesperar com a possibilidade de uma nova guerra. ‘O quê, guerrear com os boches por causa dos poloneses, não!), seus cidadãos, em sua ampla maioria, não queriam guerra. 

A França, além de tudo, tinha graves problemas políticos. Nos últimos 10 anos haviam sidos criados e caídos mais de 20 gabinetes. Era a crise da Terceira República, um sistema político que dava muito poder ao parlamento. Quando os deputados não concordavam com as ideias do governo, eles votavam para derrubá-lo. Era crise em cima de crise! 





A guerra de fato, pra valer, ocorre em 10 de maio de 1940, quando os exércitos alemães invadem a França, desviando a Linha Maginot, e entrando pelas florestas das Ardenas, na Bélgica, com seus soldados e tanques. 

Igual aos argentinos na Guerra das Malvinas em 1982, o movimento mais rápido que os franceses cometeram foi o de elevar os braços em rendição! Praticamente, em 40 dias de guerra, os nazistas tinham derrotado os exércitos franceses e ingleses (na verdade, a Inglaterra enviou poucos recursos, tanto material quanto de pessoal. Escapou de uma tragédia maior, com a retirada 

De acordo com William Shirer, em seu livro A Queda Da França, os exércitos (potencial militar) entre os franceses e os alemães eram muito parecidos – no papel – em 1940. Além disso, os ingleses mandaram alguns batalhões e aviões, e também havia o exército da Bélgica. 

Então, por que a derrota humilhante da França? 

Listo três razões: 1) os 42 milhões de franceses não queriam lutar de jeito algum; 2) Seus generais usaram técnicas/táticas nesta guerra muito próximas às utilizadas em 1914. Eram avessos ao uso de tanques, que para esses ‘velhos militares’ só funcionariam com o acompanhamento de uma forte artilharia, etc. Os aliados ingleses, que tinham uma aviação bem moderna que poderia ter bombardeado os nazistas na floresta das Ardenas, claramente pouparam seus ‘preciosos’ aviões para defender à ilha; 3) Os generais franceses, principalmente o generalíssimo Gamelin (68 anos), eram extremamente ‘cautelosos’, para não usarmos outro termo.

 

Mesmo o primeiro-ministro Reynaud sendo contra (queria transferir o governo para o norte da África) prevaleceu a vontade dos demais membros do gabinete, liderados pelo marechal Pétain, herói da Guerra de 1914, de solicitar à Alemanha um armistício/rendição.

Reynaud resigna, 16 de junho, Pétain assume, é assinado o armistício em 22 de junho, e, logo após, instalado o governo de Vichy, o opróbrio maior da França em toda sua história! 

 

Charles De Gaulle, já general, e que lutou com bravura comandando esquadrão de tanques, discorda do marechal e escapa (com toda a sua família) para a Inglaterra para, de lá, comandar a reação. 

Com esta decisão, este simples general, já com 50 anos, sai do ostracismo e entra para a história da França como o Herói da Resistência.

 

Finalizando, 




1940 – Em 17 de junho, em Londres, com em torno de seis mil comandados, cria o movimento França Livre;

1943 – É reconhecido como chefe único do Governo Provisório Francês em Argel;

1944 – Após 6 de julho, Dia D, com o desembarque dos aliados na Normandia, em 25 de agosto lidera o desfile triunfal pela avenida dos Campos Elísios, quando Paris é libertada, para uma assistência de um milhão de parisienses;

1959 – É eleito primeiro presidente da recém-formada V República;

1969 – Renuncia pela segunda vez à presidência da República;

1970 – Em 9 de novembro, Charles de Gaulle morre. Seus restos mortais estão depositados no cemitério da pequena comuna de Colombey-les-Deux-Églises, na região de Champanha-Ardenas, no leste da França.

 

Vida eterna ao resgatador da Honra Francesa! 



Quinta, 30 de julho de 2026

 


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Alfredo Octávio: o maior jornalista do Brasil

Livro Alfredo Octávio


SEGUINTE:

- VAMOS RESUMIR

Este é o sujeito que manda no Brasil. Usa um guarda-chuva chamado "estado democrátio de direito", que significa "aqui, quem manda sou Eu".
Ele não dá a menor pelota para Constituição. Como é o Chefe Supremo se dá ao luxo de explorar bandidos, que deveriam ser condenados por ele. Para isto, usa a sua esposa, que tem um escritório de "advocacia":


A última dele é muito engraçada, se não fosse ordinária.
Todos ficam quietos porque morrem de medo.
Leia:



- A PROPÓSITO DESSA FIGURA ASQUEROSA, ASSISTA:



SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica

- BONECAS do GloboNews estão se estranhando, cada vez mais.
Oha essa, que legal:


JORNALISTA Márcio Pinheiro:

Se alguém me vir escrevendo:
"Cão comunitário para se referir a cão vira-latas"
"Tutor para se referir a dono"
"Orla para se referir à beira do rio"
"Lago para se referir ao Rio Guaíba"
"Todes" ou "todos e todas" para se referir a "todos"
"Centro Histórico" para se referir ao Centro de Porto Alegre
"Presidenta" para se referir a quem ocupe o cargo de presidente
"Palavras como 'atravessamento' ou 'ressignificação'"
"Job, bowl, target, take away" para se referir a qualquer estrangeirismo besta que tenha tradução
Pode separar que é briga!

- NEM é bom lembrar outras bobagens:
# Pequenos para se referir a crianças.
# Vegetais para se referir a árvores.
# Glúteos para se referir a bumbum.
# Vulnerabilidade social para se referir a pobre.
# Pessoa em situação de rua para se referir a mendigo.
# Demanda para se referir a procura.
# "Processo" me dá até alergia.
# "Narrativa"... um soco na cara.
# "Crush" pra mim é refrigerante.

ESPECIAL
Neymar

- OS NÚMEROS DE NEYMAR NA SELEÇÃO


Considerando apenas jogos oficiais (duelos contra seleções), Neymar é o maior artilheiro da seleção com 80 gols e o terceiro atleta com mais jogos disputados pelo país: 130, ficando atrás apenas dos laterais Cafu e Roberto Carlos.

Maiores artilheiros (em jogos oficiais)
Neymar: 80 gols (130 jogos, média de 0,615 por partida)
Pelé: 77 gols (92 jogos, média de 0,836)
Ronaldo: 62 gols (105 jogos, média de 0,59)

Quem mais vestiu a camisa do Brasil
Cafu: 150 vezes
Roberto Carlos: 132
Neymar: 130
Em Copas, Neymar também é um dos que mais defendeu a seleção, mesmo sofrendo ausências por lesões - como aconteceu este ano nos Estados Unidos, quando ficou fora até do banco de reservas nos dois primeiros confrontos. Chegou a 15 partidas. Como em duas não foi titular, se tornou agora o 13º no ranking.

Mais jogos pelo Brasil em Copas:
1. Cafu: 20 partidas (17 como titular)
2. Ronaldo: 19
3. Dunga e Taffarel: 18
...
13. Rivellino: 15 (duas saiu do banco)
Neymar: 15 (duas saiu do banco)

O gol marcado na eliminação para a Noruega nas oitavas de final da última Copa transformou Neymar no terceiro maior artilheiro do Brasil em Mundiais considerando o número bruto. No critério de desempate (média de gols por jogo), porém, vai para o quinto lugar.

Artilheiros da seleção em Copas
Ronaldo: 15 gols (1 pênalti) (19 jogos em 3 Copas, média de 0,79 por partida)
Pelé: 12 gols (14 jogos em 4 Copas, média de 0,86)
Ademir: 9 gols (6 jogos em 1 Copa, média de 1,5)
Vavá: 9 gols (10 jogos em 2 Copas, média de 0,9)
Neymar: 9 gols (3 pênaltis) (15 jogos em 4 Copas, média de 0,6)
Jairzinho: 9 gols (16 jogos em 2 Copas, média de 0,56)
Neymar entrou na lista dos jogadores com mais convocações para Copa (4) empatado com: Cafu, Ronaldo, Nilton Santos, Thiago Silva, Pelé, Emerson Leão, Castilho e Djalma Santos. Destes, apenas dois nunca ganharam o Mundial: o próprio Neymar e o zagueiro Thiago Silva.

Jogadores convocados para quatro Copas
Pelé (meia-atacante): campeão em 58, 62 e 70 (foi em 66)
Nilton Santos (zagueiro): campeão em 58 e 62 (foi em 50 e 54)
Djalma Santos (lateral direito): campeão em 58 e 62 (esteve em 54 e 66)
Castilho (goleiro): campeão em 58 e 62 (esteve em 50 e 54)
Cafu (lateral direito): campeão em 1994 e 2002 (jogou 98 e 2006)
Ronaldo (atacante): campeão em 1994 e 2002 (jogou 98 e 2006)
Leão (goleiro): campeão em 70 (esteve também em 74, 78 e 86)
Neymar (atacante): sem título (14, 18, 22 e 26)
Thiago Silva (zagueiro): sem título (10, 14, 18 e 22)

Outro dado curioso é que Neymar conseguiu manter sempre a camisa 10 em todas as Copas igualando o feito de Pelé.

Depois de estrear pelo Brasil em agosto de 2010, contra os Estados Unidos, Neymar só ficou fora mesmo das convocações basicamente por lesões (que não foram poucas). E os adversários que mais sofreram com o camisa 10 foram o Japão e Peru. Os americanos estão em terceiro.

Maiores vítimas de Neymar
Japão: 9 gols
Peru: 6 gols
Estados Unidos: 5 gols
Equador: 4 gols

Números de Neymar com a seleção brasileira
Gols oficiais: 80
Jogos (geral): 130
vitórias: 93
empates: 24
derrotas: 13
assistências: 59
cartões amarelos: 33
cartão vermelho: 1
Copas disputadas: 4 (2014, 2018, 2022, e 2026)
Jogos em Copas: 15 (13 como titular)
Gols em Copas: 9
assistências em Copas: 3
Vitórias em Copas: 9
Derrotas em Copas: 2
Títulos conquistados: 1 Copa das Confederações e 1 Olímpiada (Rio-2016)
(FSP)


ACREDITO
neles

- NA REAL



- MANUELA APAGOU O NOME DE
UMA MULHER PARA CRITICAR ZUCCO


- MANUELA É UM FIASCO, NÉ MILTON?


- MAIS UM FIASCO DA MANUELA.
CRITICA AS BETS, MAS QUEM CRIOU
AS BETS FOI O PT (FERNANDO HADDAD)


- BIBO NUNES, DEPUTADO FEDERAL DO PL:


   

DE TUDO
muito

- EU SOU ANTIMANUELA. E DAÍ?
- EU SOU ANTIPT. E DAÍ?
- EU SOU ANTIPSOL. E DAÍ?
- EU SOU ANTIJUJU. E DAÍ?

- SENSACIONAL!!!


- SERÁ QUE RASPOU O SOVACO?


- POR FAVOR RENUNCIE!! SEJA HOMEM!!


DOIS MINUTOS
com o PRÉVIDI

- ESSE MARCON TAMBÉM É MUITO BOM!! DISSE TUDO QUE EU QUERIA DIZER!!

MARCON É DEPUTADO FEDERAL E CANDIDATO A REELEIÇÃO.


PORTO ALEGRE
é assim!

RESÍDUOS

Até quarta, dia 29, o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) já recolheu cerca de 270 toneladas de troncos, galhos e outros resíduos acumulados na Orla do Guaíba após as chuvas que atingiram Porto Alegre na última semana. A operação especial de limpeza inicicou no sábado, 25, após o recuo das águas, e segue em andamento com cerca de 100 garis mobilizados entre o Centro Histórico e o bairro Lami.

Do total recolhido até o momento, 172 toneladas de resíduos foram removidas da Zona Sul, a mais impactada pelas chuvas. Da região central, foram retiradas 66 toneladas, enquanto o Extremo-Sul contabilizou 32 toneladas.

Na região central, do Trecho 1 da Orla até a Fundação Iberê Camargo, trabalham cerca de 50 garis, com o suporte de uma retroescavadeira, um caminhão truck, uma caçamba e quatro ajudantes de caminhão. Na região sul, aproximadamente 40 trabalhadores atuam com uma retroescavadeira, dois caminhões truck e dois caminhões toco, concentrando os serviços, inicialmente, na região de Ipanema. Já no Extremo-Sul, dez profissionais realizam a limpeza com o auxílio de uma retroescavadeira e duas caçambas.

As equipes do DMLU seguem mobilizadas ao longo desta semana para retirar os resíduos trazidos pelo Guaíba. No período da manhã, os materiais são concentrados e arrastados para facilitar o carregamento. À tarde, é realizado o recolhimento e o transporte dos resíduos. Os serviços ocorrem somente nas áreas já secas, respeitando o recuo do nível da água e as condições de segurança para o trabalho dos garis.

"Estamos empenhados em atender os pontos mais afetados da cidade e nossa operação identificou que a região sul foi uma das mais impactadas. Por isso, organizamos uma força-tarefa para recolher os resíduos dessas áreas mais críticas, em que houve a ocorrência de uma grande quantidade de materiais depositados nas margens do Guaíba. Manteremos as equipes mobilizadas nos próximos dias para acelerar a limpeza e contribuir para a retomada da normalidade dos espaços públicos", afirma o diretor-geral do DMLU, Carlos Alberto Hundertmarker.


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