ESPECIAL DIA DOS PAIS 2026

 

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especial

JAMAIS
VI MEU PAI
PELADO!!

(este texto é do Dia dos Pais de 2013. é como várias sessões de psicanalise)


É sério.
No máximo de cueca samba canção. Branca.
Mas sempre o entendi, mesmo tendo convivido apenas 12 anos com ele.
Imagina.
O Waldemar passou a infância toda sem calçar um sapato. Na sua casa só falavam italiano - aquele dialeto de Caxias do Sul. Moravam num sítio longe da cidade - hoje, a região tornou-se um bairro classe média alta.
Até hoje não sei se é verdade, porque ele contava dando risada. Consta que foi atropelado pelo primeiro carro que circulou por Caxias.
Aprendeu a falar português e foi estudar. Com a Maestra Viero, uma das primeiras professoras de Caxias. Dava aulas embaixo das árvores.
Seu primeiro emprego foi dado pelo tio, Abramo Eberle, irmão da sua mãe. No almoxarifado da Metalúrgica Abramo Eberle.
Com menos de 20 anos foi mandado para o Rio de Janeiro.
Trabalhar na filial da Metalúrgica. E terminou o científico - segundo grau.
Um gringão no Rio de Janeiro!!
Alguns anos depois tornou-se subgerente da filial.
Na foto aí abaixo, olha o estilo galã. Acreditem, com 24 anos.


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O tempo foi passando e alguns anos depois da foto acima ele conheceu uma uruguaia, que havia chegado de Jaguarão. Viagem de navio, com a mãe e o irmão. Como foram parar no Rio? A Adylles, a mãe, sonhava em morar no Rio. Só isso. E adorava viajar.
Etna era o nome da mocinha.


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Casaram logo depois que a Segunda Guerra terminou.
Todo tipo de dificuldades. Até alugar uma casa era difícil.
Conseguiram alugar uma em Santa Tereza.
Pouco tempo depois nasceu o Paulo César.
Mudaram-se para a Urca. Lembro do apartamento da rua Otávio Corrêa, mas antes teve uma passagem por outro, também na Urca.
Já era gerente da filial do Rio da Metalúrgica. E o dinheiro que sobrava no final do mês comprava ações da empresa.
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Vivíamos bem na Urca. Praia perto e ele tinha um Austin, que nos levava para todo lado. Gostávamos  mesmo da Praia Vermelha. Íamos muito também nos parques da cidade. Aí, abaixo, acredito que seja na Gávea: Paulo César, Waldemar e eu.



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Uma família muito legal.


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Comecei a aprender alguma coisa com ele quando fomos morar na Rua das Laranjeiras, num edifício que acabara de ser construído. Um belíssimo apartamento, todo com móveis sob medida e dois flamantes ares-condicionados.
Nessa época o Gringão já estava de bola cheíssima no Eberle. Tanto que o número de ações que detinha já era considerável. E tinha um Oldsmobile 1952. Carrão. Hidramático, como lembra o meu primo Volmir Previdi. E mais: sem maçaneta para subir os vidros. Os quatro eram elétricos!
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Foi curto o tempo de aprendizado. Mais ou menos de 1960 a 1966, quando morreu.
As poucas coisas que tenho de bom, acreditem, aprendi com ele. Ou herdei, sei lá. Coisa de sangue.
A partir daí, minha mãe o substituiu e pude aprender também um bocado.
Impressões do meu pai: calmo, muito calmo. Não discutia, nem brincando. Quando o chamavam de tubarão (porque era bem de vida, mesmo) dava risada. Lotou a casa de livros e enciclopédias. Qualquer dúvida que surgia, lá ia ele para a Barsa. E meu irmão e eu tínhamos que ler. Ler e ler. Trabalhava pra burro, mesmo nos finais de semana. Dormíamos com o barulho do teclado da máquina de escrever - por sinal, tenho ainda a velha Remington.
Era Fluminense e eu Botafogo. Ia com ele ao campo do Flu, onde éramos sócios. Mas me levava ao Maracanã para assistir Garrincha e companhia.
Sempre se vestiu discretamente. Raramente usava bermuda. Quando colocava uma blusa de ban-lon sabia que íamos passear.
Apenas uma vez levei umas chineladas dele. Estava furioso comigo: minha mãe tinha siso operada e num sábado não fui no hospital com ele. Com um amigo, fomos andar de bicicleta nas ruas. Bah, o porteiro do edifício contou pra ele e, acredito, nervoso com toda a situação, me deu umas chineladas na bunda. Sem muita força.
Seus funcionários gostavam muito dele. Me contaram que era um cara justo.
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Conhecia muito o espírito dos militares, porque atendia os Ministérios da área. A Eberle era a maior fornecedora dos milicos, tudo de metal.
Logo depois da chamada revolução de 64 estávamos nas cadeiras do campo do Fluminense. E veio sentar-se conosco um amigo dele. Eu ali, escutando o papo.
O cara estava faceiro com os milicos no poder.
Lá pelas tantas, disse mais ou menos isso:
- Daqui a pouco eles convocam eleições e tudo volta ao normal.
Meu pai olhou pra ele e respondeu:
- Conheço os militares. Não saem tão cedo do poder.
Dito e feito.
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Tentei, não sei o motivo, vê-lo pelado várias vezes. Até fingia que estava dormindo na cama de casal para ver se conseguia ver o tico do cara. Mas jamais consegui. O Waldemar era muito discreto.
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Curiosidade: seu nome era Waldemar Luiz Eberle Previdi.
Não sei quando, mas mudou para Waldemar Previdi.
Quem sabe para não associá-lo a empresa que trabalhava.
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Essa é a última foto que tenho dele.
De 21 de dezembro de 1965.
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Morreu em 16 de julho de 1966.
Lembra que lá em cima falei que gostávamos muito da Praia Vermelha?
Pois é, foi lá que ele nos deixou.
Aos 47 anos.
Faz tanto tempo, né?
E eu tenho uma saudade imensa do cara!

Sexta, 7 de agosto de 2026

 

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Alfredo Octávio: o maior jornalista do Brasil

Livro Alfredo Octávio

NESSA SEXTA
a cesta do João Paulo





JOÃO PAULO DA FONTOURA é de Taquari-RS. É escritor e historiador diletante, membro da ALIVAT – Academia Literária do Vale do Taquari, titular da cadeira nº 26. Autor do livro biográfico "Costa e Silva", edição 2025





A grande batalha que não houve -

O COMBATE DE TAQUARI

em 3 de maio de 1840


Meus caros, o texto que segue abaixo é da lavra do saudoso historiador diletante Leandro Lampert, e foi retirado de seu blog na web, escrito em 2017. 

Eu o conheci, por acaso, quando postei um texto no jornal ZH – de página inteira, sobre o episódio do assassinato do capitão Homero C. Cunha, a tiros, pelo advogado Voltaire Bittencourt Pires, tio do famoso Lia Pires, havido aqui em Taquari em 1936. Ele entrou em contato comigo e me forneceu outros detalhes do caso, pois o seu pai, ex-prefeito de Lajeado, havia dado couto ao Voltaire.

O texto marca uma página da história da Revolução Farroupilha, e versa sobre a ‘Batalha de Taquari’, que tinha tudo para ser decisiva, mas, qual título da peça teatro do bardo inglês William Shakespeare, o que houve foi ‘Muito Barulho Por Nada’.

 

Leiam, muito bem escrito e belo!




“Em 1949 mudei de residência de Lajeado para Bom Retiro do Sul – distrito do município de Taquari – por motivos profissionais. Morei lá durante 12 anos. Meu filho primogênito é conterrâneo do David Canabarro, Taquariense nato.

Por ser sede do município, eu iria pelo menos uma vez por mês à cidade, para atender afazeres burocráticos. Tive contato e fiz muitas amizades, entre elas com José Leite da Costa, engenheiro agrônomo, filho do advogado Adroaldo Mesquita da Costa, mais tarde ministro da Justiça do Brasil – e que também morava em Taquari.

Povo generoso e cordial. Só guardei boas lembranças.

Em Bom Retiro do Sul, envolvi-me em atividades ligadas às tradições gaúchas. Fui um dos fundadores do CTG Querência da Amizade, em 1957, e seu terceiro patrão. Misturávamos cultura rio-grandense e revolução farroupilha. Foi o início do meu interesse pela história gaúcha e que nunca mais teve fim.

Sabedor do combate de Taquari, achei no Google a foto do monumento comemorativo e lembrei que estive há muito tempo no local para conhecer a área dos Caramujos, nos arredores da cidade, o Passo de Taquari, a Ilha do Passo Velho. Transpondo o rio em direção a General Câmara, indaguei ao barqueiro o sítio exato do final da contenda.

Interessado numa relíquia, pedi ao meu amigo José Leite Costa (o Zé) que tentasse obter uma arma encontrada no rescaldo da refrega – uma garrucha ou uma ponteira de lança de cruzeta – e me informasse o preço.

Deu em nada.


Em 1962 fui morar e trabalhar em Encantado e, algum tempo depois, o Zé se apresentou no meu escritório portando um sabre de cavalaria sem bainha, doado por um morador vizinho dos caramujos. Não esquecera a minha encomenda. Logo vi que o Zé comprara o sabre e não quis cobrá-lo de mim. Era bem típico dos açorianos de Taquari.

Examinando o sabre, constatei que a lâmina dele, Solingen, era mais grossa e mais pesada do que as demais que eu tinha também da época farrapa (tinha quase o dobro da largura). Deveria ser portada por um homem vigoroso. Os copos do sabre já com folga, demonstraram ‘o tempo de serviço’ da arma e não havia dúvida sobre a sua antiguidade. Pela fonte e pelo aspecto, admiti sua legitimidade.


Desejando escrever uma crônica a respeito da origem do sabre e do combate de Taquari, procurei nos livros históricos que herdei do meu pai, nos que eu havia adquirido e também no Google, material histórico que orientasse a minha crônica. Com surpresa, constatei que quando mencionado o combate, havia apenas frases esparsas e sem valor real. Tentei contato com outros historiadores e recebi sempre a mesma resposta. Não tinham nenhum conhecimento efetivo.

No Google, vi o nome do historiador taquariense Riograndino da Costa e Silva (primo do Zé) e passei a procurar seu livro – São José do Taquari. Consegui xerox do tema que me interessava.

 

O livro reproduz crônicas de Othelo Rosa, publicadas no jornal O Taquaryense a partir da edição de 1° de julho de 1939, que mostrarão o roteiro a ser seguido em resumo por esta crônica.

 

Em Taquari e seus arredores, na zona compreendida entre os arroios Pinheiros e do Moinho, no ano de 1840, o governo imperial e os republicanos rio-grandenses mobilizaram os maiores efetivos da guerra que, durante todo o decênio, estiveram face a face.

 

Em números globais: as forças legais, sob o comando do general Manoel Jorge Rodrigues, 7.000 homens; as hostes republicanas, comandadas pelo general  Bento Gonçalves da Silva, 6.000 homens.

O Império e a novel República jogariam no lance uma cartada perigosa e decisiva.

Bento tinha necessidade de resolver logo a parada com os imperiais, que dia após dia aumentavam em número e armamento suas forças; qualquer demora seria fatal.

Manoel Jorge não tinha pressa.

O correr do tempo estava ao seu lado.


Bento, ao lado de David Canabarro, Netto e suas tropas (incluindo Garibaldi, Anita e seus marinheiros a pé), chegou primeiro e escolheu um local favorável às suas armas, com um leve declive à sua frente, a existência de um arroio e um mato fechado que garantia seu flanco esquerdo. Posicionou seus três canhões à frente da infantaria, a cavalaria na retaguarda (apta a manobrar),  e preparou-se para ser atacado pelos imperiais.

Manoel Jorge, prudente e acautelado, se posicionou à pequena distância e, vendo a posição favorável do inimigo, preparou-se também para ser atacado e ficou aguardando.

Sua cavalaria, no momento, não estava em sua melhor forma.

Bento vacila (surpreendido pela inércia de Manoel Jorge), não desfere o golpe e adia o encontro para o dia seguinte. Sucedem-se pequenas escaramuças e combates de cavalaria.

A noite cai sem batalha.

Ao madrugar do dia, uma cerração densíssima envolvia Taquari, que só se dissipou às 10 horas da manhã. Foi então que os farroupilhas, tomados de espanto, verificaram que o inimigo desaparecera.

Indescritível o desespero no acampamento farroupilha.

A retaguarda dos imperiais ainda estava terminando de atravessar o rio.

Bento manda carregar e ataca os remanescentes entrincheirados na barranca do rio, sendo que eles estavam sustentados por uma barca a vapor e navios à  vela, com seus canhões direcionados aos atacantes. Novamente surpreendido, Bento, em pequenas escaramuças, reage e, pelo número de mortos de cada lado – 201 Imperiais e 270 farroupilhas mortos – verifica-se que apenas pequenos grupos se defrontaram.

Número irrisório ante a possibilidade evidente de uma carnificina num corpo a corpo generalizado.

Manoel Jorge, recuando, preservou seu exército de um possível desastre. O desgosto entre os chefes farroupilhas iria prejudicar-lhes grandemente a unidade de ação. Bento, como comandante indeciso, foi responsabilizado e criticado asperamente.

Bento Gonçalves da Silva perdeu a última oportunidade de um confronto ‘tudo ou nada’.

Outra oportunidade, jamais se repetiria.

Bento recuou com seu exército para o sítio de Porto Alegre. 

Canabarro e Netto dirigiram-se para suas regiões na campanha.

A revolução seguiu seu curso natural e até a paz surgir, ceifaria a vida de muitos combatentes.

 

Tentativas de paz foram realizadas, mas havia um ponto inegociável pelos dois lados. Os farrapos queriam um acordo entre dois países; o império considerava os farrapos como revolucionários dentro do estado do Rio Grande do Sul.

Não seria um país.

Não tinha uma constituição, fronteiras definidas e aceitas pelos vizinhos, não era reconhecido pelos demais países, não enviara embaixadores nem os recebera, não convocara eleições entre a população.

Somente em 1845 os farrapos (de má vontade) aceitaram que seriam todos anistiados. Convocaram 27 oficiais do exército farrapo que, de comum acordo entre eles, aceitariam a paz com os imperiais condicionando que o Império atendesse uma série de condições, entre elas a libertação dos escravos que lutaram ao lado dos farrapos. O Império simplesmente ignorou essa cláusula e nenhum farrapo reclamou.


Podiam tê-lo feito, mas não libertaram nem seus próprios escravos companheiros de luta.

 

A paz foi selada verbalmente e documentada em 28 de fevereiro de 1845 por  declarações formais dos líderes farrapos David Canabarro e Lucas de Oliveira, em nome de José Gomes Vasconcellos Jardim. Consideraram a luta terminada e, em 1º de março, por proclamação do Barão de Caxias aos seus comandados, informando que os revoltosos já haviam deposto as armas, aceitaram a anistia e estavam novamente congraçados como súditos de S. M. I. Dom Pedro II.


Caxias determinou aos Farrapos que se dirigissem ao Ponche Verde para a entrega dos escravos e dos armamentos. 

Netto inclusive.


Um obelisco em Ponche Verde comemora que naquele local a paz foi assegurada.’

 

* Importante, por um ato generoso da família do historiador Leandro Lampert,  o sabre (uma espécie de  espada de aço usado principalmente pela cavalaria de ambos os exércitos),  citado e estampado no texto, nos foi doado para ser guardado e exposto à visitação pública em nosso museu – Museo Municipal de Taquari.   

À família, nossos agradecimentos!



Quinta, 6 de agosto de 2026

 

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Alfredo Octávio: o maior jornalista do Brasil

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SEGUINTE:

- ISSO SE CHAMA POLÍCIA COMPETENTE!!


SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica

- DE UM LEITOR: Uma coisa digna de nota é a Editoria Anti-Neymar da rádio do valão. Volta e meia abre os trabalhos, independentemente do programa. Esses dias, o anão de jardim só faltou excomungar o jogador. Ficou mais do que evidente a inveja que corrói essas mentes rasteiras.

- PEDRO ERNETO FALOU.....,.(complete)



- BABADAS NO RÁDIO AO VIVO
Quem conta é o jornalista Caco Belmonte:
Lasier gravou entrevista com a patrona da Feira do Livro. No começo ela se atrapalhou, e quase falou o nome da concorrência. Daí ele pediu para refazer a abertura, e essa orientação de bastidor saiu no ar. "Mas o que é isso? Que barbaridade! Não editaram essa parte. Vamos então chamar o Almir Freitas e depois voltamos com a íntegra da entrevista". No meu tempo de produtor da Guaíba isso jamais aconteceria. O pessoal da técnica também era muito atento. 


- NOVO COLUNISTA:  O jornalista, radialista e empresário, Fabiano Brasil, é o novo colunista da Revista Onne & Only!
Com 28 anos de carreira, o profissional que atua no Grupo Record RS, na Rádio Guaíba e é Diretor-Presidente do Grupo Fabiano Brasil, controlador da POA Streaming TV e do Protagonistas RS, foi anunciado nesta terça-feira por marcelotovo | luxury business | atendimento de excelência e Joao R. de Lucena.
Em seu espaço, Fabiano trará os destaques do mundo empresarial, o comportamento do mercado e a comunicação no centro das atenções e a  promoção de novos negócios a partir de novas conexões estabelecidas nos principais segmentos da economia do estado do RS.
A estreia acontece na próxima edição da Onne & Only, em setembro setembro.


- PAULO Borges, quem lembra?, está no Jornal da Manhã, da Jovem Pan Porto Alegre 90,7 FM e pela Jovem Pan News Porto Alegre 95,5 FM.

- LEIAM esta linha de apoio da Coletiva.net:

Andressa Xavier, Guilherme Macalossi e Rafael Cechin defenderam o papel da imprensa profissional contra a desinformação

É O FIM DO JORNALISMO: O ADVOGADO MACALOSSI DEBATENDO "O PAPEL DA IMPRENSA PROFISSIONAL"!! QUEM ´É ESSE SUJEITO PARA DEBATER JORNALISMO?

- QUANDO o Almirante Nelson vai dar o nome de WIANEY CARLET ao principal estúdio da Rádio Gaúcha? Claro que terá o apoio da senhora Andressa Xavier.

- EU VIU E VIVI


O QUE FAZ
o RS crescer

- DO FACEBOOK


- A GASTANÇA É GRANDE!!

SÚMULA DE TERMO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NÃO CONTINUADOS Nº 108/2026PROA Nº 26/0811-0000765-0
PARTES: Estado do Rio Grande do Sul, por intermédio da Secretaria de Comunicação, e OCTARE ARQUITETURA EM EVENTOSLTDA  –  ME.
OBJETO  DO  CONTRATO: Prestação  de  serviços  de  gestão,  planejamento,  organização,  montagem,  instalação,manutenção e operação de estande de 400m² e da recepção, auditório e praça frontal da Casa da Secom, com fornecimento deprodutos e serviços, para a execução dos eventos que ocorrerão no estande do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, localizadono Pavilhão Internacional, e na Casa da Secom, localizada entre a Pista Central e o Pavilhão Gado de Corte da 49ª Expointer.
VALOR  DO  OBJETO  CONTRATADO: R$ 844.999,00 (oitocentos e quarenta e quatro mil e novecentos e noventa e nove reais).
PRAZO:  O  prazo  de  vigência  do  contrato  é  de  (dois)  meses,  a  contar  de  sua  assinatura. 


ACREDITO
neles

- O VICE DO FLÁVIO


- A VINGANÇA DO BANDIDO!!


- ELES ACHAM QUE PODEM TUDO


- ELES SE ATRAEM


DE TUDO
muito

- A RIQUEZA DA MANU - ELA NÃO!!


- ALÉM DE BANDIDO...


- VIVA A CIÊNCIA!!


DOIS MINUTOS
com o PRÉVIDI

- O Reni, o Barbudo, o Alemão.
50 anos de amizade.


PORTO ALEGRE
é assim!

- PARA QUEM ACREDITA: está previsto parfa esta quinta um ciclone bomba na cidade. A partir das 20 horas.


RECREIO

- ESSA ME GANHOU!!
MINHA ÍDOLA!!

OLIMPO
a morada das deusas do século 21

PARAÍSOS




PIADINHA
sem nome feio, sem política e sem futebol