- UMA BAITA VITÓRIA: Radioweb completou 25 anos. Lembro bem do início e da persistência do jornalista Paulo Gilvane Borges. Um bravo!! Hoje, um vencedor!!
- VIROU TV? - A Netflix anunciou que, a partir de junho, vai transmitir de segunda a sexta-feira o “The Breakfast Club”, um dos programas matinais mais populares dos EUA. Essa será a estreia do primeiro programa diário ao vivo da plataforma.
Na prática, a empresa deixa de ser apenas um lugar para assistir séries e filmes e começa a testar uma lógica muito mais próxima da TV tradicional: programação fixa, horário marcado e hábito diário.
Só que o principal alvo talvez nem seja a TV aberta.
O movimento mira, especialmente, o YouTube, que virou a maior força de mídia dos EUA, dominando 13.5% de todo o tempo de tela de TV.
Ao trazer um programa ao vivo, diário e com quase 3h de duração, a Netflix tenta capturar justamente esse público que quer conteúdo constante, entrevistas e comentários em tempo real.
A investida também faz parte de um plano de expansão para podcasts ao vivo, que já inclui parcerias com o Spotify.
Com 325 milhões de assinantes globais e 95 bilhões de horas de conteúdo assistidas somente no 1° semestre de 2025, a companhia buscar ditar o ritmo do dia a dia das pessoas, assim como o rádio e a TV faziam no século passado.
- QUEIXA ao final da temporada dos Destemperados na RBS TV: a Lela Zaniol insiste em receitas com galinha. Eca!! Pra mim, só dá para comer galinha viva!!
- MAS a dupla Lela e Diogo Carvalho é brilhante!!
- UMA QUESTÃO DE SOLIDARIEDADE - É HOJE AO JORNALISTA LUIZ RENI MARQUES
- PERDEMOS MAIS UMA: a BrasPine, finalmente, oficializou um investimento em Rivera, no Uruguai, de 250 milhões de dólares. Será sua primeira planta fora do Brasil.
Será uma operação de processamento de madeira de pinus.
Após uma análise técnica e logística, a BrasPine confirmou Rivera como localização definitiva do projeto. A decisão considerou a proximidade da base florestal, a infraestrutura disponível, as condições logísticas e a posição estratégica na fronteira com o Brasil, fatores apontados como determinantes para a eficiência e a competitividade da operação.
- E SE CONTINUAREM COM FRESCURAS AMBIENTAIS VAMOS PERDER A INDÚSTRIA DE CELULOSE DA CMPC EM BARRA DO RIBEIRO. SABE DE QUANTO É O INVESTIMENTO? 24 BILHÕES DE REAIS!! EMPREGOS E MAIS EMPREGOS!!
DE TUDO muito
- ELES SEMPRE ESTÃO JUNTOS. A dupla de Brasília com a lavadora de dinheiro do PCC, a tal "doutora" Deolane. Lula deve estar ensinando como viver na cadeia.
- ESSA VEREADORA É PORRETA: Eduarda Campopiano, de Praia Grande-SP. Enlouqueceria a Câmara de Vereadores de Porto Alegre
- MULHER VIROU "PESSOAS QUE GESTAM"
- - TIRO CERTEIRO - O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, afirmou que recebeu um “recado” de um ministro do STF com a intenção de intimidá-lo.
“Quando faltava três semanas para o fim da CPI, um ministro do STF mandou para mim um recado através de outro senador, bem objetivo: 'Avisa para o Alessandro que ele tem que acertar o tiro dele, senão vou acertar o meu'. Essa lógica do recado, da intimidação, é permanente em Brasília”, afirmou Vieira.
O parlamentar tentou indiciar os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, no parecer final, que foi rejeitado pela CPI.
- O CUMPANHEIRU TRAIU O CHEFÃO
- SITUAÇÃO CRITICA
DOIS MINUTOS com o PRÉVIDI
- "UMA PRAGA A FAVOR DO ATRASO"
PORTO ALEGRE é assim!
- MOTORES DA TRANSFORMAÇÃO
Os consultores franceses Mathieu Battais, do INCA Studio, e Guillaume Cromer, da ID Tourism, defenderam na quiknta passada, dia 21, na Usina do Gasômetro, que cultura e turismo não são consequências da revitalização urbana, mas suas alavancas. A palestra integrou a programação do 3º Encontro Internacional de Urbanismo em Áreas Centrais e apresentou ao público o método que orienta a Estratégia de Turismo Cultural de Porto Alegre, contratada pela Agência Francesa de Desenvolvimento no âmbito do programa POA Futura.
A dupla francesa traduziu para o auditório a tese central do trabalho. Para Battais e Cromer, três fatores explicam por que centros históricos consolidados perdem força ao longo do tempo: uma riqueza patrimonial que se torna invisível por falta de visitação, ausência de narrativa coerente que justifique a vinda do visitante e dispersão dos atores institucionais, que administram seus equipamentos sem visão comum. Cerca de 40% das viagens internacionais têm motivação cultural, e o Brasil recebe entre 6 e 7 milhões de turistas internacionais por ano – contra 100 milhões da França – com crescimento de 37,1% apenas em 2025.
O método sistematizado pela dupla organiza o trabalho em quatro etapas: diagnóstico cultural e patrimonial, posicionamento narrativo, estrutura da oferta e governança com modelo econômico. As referências internacionais ancoraram a apresentação. Montreal, com o Bairro dos Espetáculos, mostra que cada dólar público investido pode atrair quinze dólares privados; Lima demonstra que restaurar quatro edifícios estratégicos pode dar início à revitalização de um bairro inteiro; Nantes prova que patrimônio industrial é diferencial, não passivo; Lyon ensina que um evento bem organizado altera a percepção da cidade de forma duradoura. “Neste contexto, a Usina não é apenas um prédio reformado. É uma locomotiva urbana", sintetizou Cromer ao traduzir as referências para o contexto porto-alegrense.
Os consultores também alertaram para três armadilhas comuns em projetos dessa natureza. A primeira é a vulnerabilidade social e o risco de gentrificação, uma vez que o sucesso eleva preços e pode expulsar quem dá identidade ao território. A segunda é a resiliência climática: ignorar a vulnerabilidade física, como demonstrou a enchente de 2024, compromete qualquer investimento a cada evento extremo. A terceira é o posicionamento internacional, que precisa diferenciar Porto Alegre de Buenos Aires, Montevidéu ou Rio de Janeiro desde a fase de concepção. Battais defendeu ainda que a estratégia atue simultaneamente em três horizontes – curto prazo para gerar visibilidade, médio prazo para garantir continuidade política e longo prazo para pertencer à cidade.
A versão final da Estratégia de Turismo Cultural de Porto Alegre será entregue até o final de 2026 e fornecerá base metodológica para as ações voltadas ao posicionamento da Capital como destino nacional e internacional. A AFD investe a fundo perdido na elaboração do plano, que integra a carteira do POA Futura e dialoga com os demais vetores do programa de revitalização da área central. Battais e Cromer fecharam a palestra com a frase que sintetiza a tese da dupla: "A cultura e o turismo não são setores a serem desenvolvidos somente após a reconstrução da cidade. São as ferramentas da própria reconstrução."
RECREIO
OLIMPO a morada das deusas do século 21
O VERÃO...
PIADINHA sem nome feio, sem política e sem futebol
JOÃO PAULO DA FONTOURA é de Taquari-RS. É escritor e historiador diletante, membro da ALIVAT – Academia Literária do Vale do Taquari, titular da cadeira nº 26. Autor do livro biográfico "Costa e Silva", edição 2025
Napoleão Bonaparte
- 205 anos de sua morte -
Um homem sem convicções, sem costumes, sem tradições, sem nome, nem mesmo francês, pelos mais estranhos caprichos do acaso, como parece, levanta-se sobre as classes dominantes da França, e, sem ligar pessoalmente a nenhuma delas, avança até uma posição preeminente.
LEON TOLSTÓI
Napoleão, o corso, é um dos personagens da história que mais curto, que mais coisas sobre ele já li, já ouvi, já vi (cinema, peças de teatro), etc.
Não consigo gravar número do meu celular nem mesmo do cpf, conta bancária, data de aniversários de esposa , filhos, nada. Mas, brinco: o Napoleão Bonaparte nasceu em 15 de agosto de 1769, o J.F. Kennedy nasceu em 29 de maio de 1917, o ...
Não me orgulho disso, mas fazer o quê? A meu favor, recentemente vi algures na internet que alguém havia perguntado ao Albert Einstein sobre uma informação básica, bem simples, da Tabela Periódica e ele não soube responder. "Mas, professor, como o senhor que é uma das mentes mais fértil que existe não sabe isso?". Resposta do pai da Teoria da Relatividade: "Mas esta informação eu a acho em qualquer livro!". Fiquei aliviado, parece que sou normal!
Resolvi escrever algumas palavras sobre esse grande personagem da história mundial, alertado por um aviso via whatsApp de que o programa ‘5 a 7’ da rádio Mais Brasil apresentaria no dia 12 um especial com o professor Marçal de Menezes, da nossa PUC, sobre os 205 anos de sua morte em 5 de maio de 1821. Claro que assisti o programa – integralmente –, muito bom, e com o ótimo historiador e professor Marçal.
Napoleão é ainda, talvez, o personagem de maior destaque na história da humanidade de todos os tempos, pelos eventos a ele associados e por sua forte personalidade.
Desde sua morte na ilha de Santa Helena (ilha inglesa no meio do oceano Atlântico), em 1821, já foram publicados mais livros do que os dias transcorridos desde sua morte até hoje, fala-se de 60 a 300 mil livros.
Em termos de cinema, também ninguém o bate, pois os números estimam até 200 produções desde o épico mudo de 1927 "Napoleão", sendo que o último foi uma grande sucesso de bilheteria – também titulado "Napoleão", dirigido por Ridley Scott e estrelado por Joaquin Phoenix.
Óperas e peças de teatro baseadas em sua vida são contadas às centenas. Além dos livros biográficos, também temos produções literárias como, por exemplo, a maior de todas, ‘Guerra e Paz’, obra do russo Liev Tolstói, 1.200 páginas, romance histórico baseado na invasão napoleônica à Rússia em 1812.
Em termos musicais, Napoleão continua ‘pop’, mas também ‘clássico’, pois inspirou o russo Tchaikovsky a compor a magnífica ‘1812 overture’, a única música do universo clássico que utiliza além dos violinos, flautas, oboés, pianos, violoncelos, etc, tiros de canhão!
Quem curte marchinhas de carnaval ou quem nasceu no correr da década de 1960 deve lembrar do megassucesso cujo refrão dizia:
Napoleão era o tal na briga,
Escondia a mão e coçava a barriga.
Oba, oba,oba,
Napoleão também tinha a mão boba!’.
Mesmo com o aparecimento depois da sua morte de outros grandes personagens como, exemplos, O.V. Bismark; Mussolini, Hitler, Roosevelt, Stalin, J.F. Kennedy, Napoleão continua, ao menos na opinião deste escrevinhador, sendo ‘REI’.
No livro "As 100 Maiores Personalidades Da História", do americano Michael H. Hart, editado em 1992, o general e imperador francês posiciona-se como 34º. Acho que sua importância é maior, pois, só a venda da Louisiana aos Estados Unidos, em 1803, onde hoje estão os estados: Louisiana, Iowa, Missouri, Arkansas, Nebraska, Dakota do Sul, parte de Oklahoma, Kansas, Dakota do Norte, Montana, Wyoming, Colorado e Minnesota, permitiu que os americanos, como uma nação enorme, tivessem a possibilidade de chegar ao Pacífico e de se tornar, com seus 50 estados, a maior nação do mundo. Sem os Estados Unidos ‘grande e poderoso’, eu afirmo que a história da 2ª Guerra Mundial teria certamente um final completamente diferente; e o mundo que habitamos, idem.
(Nem vou discutir a questão da mudança da geopolítica da Europa a partir da derrubada do Sacro Império Romano-Germano em 1806; da reorganização do mapa europeu em 1815 (após a derrota definitiva de Napoleão) com o Congresso de Viena; das sementes da instabilidade lançadas às monarquias, mesmo que vencedoras, e que acabaram com a criação da Alemanha em 1866, a partir da Prússia; das mudanças na geografia aqui na nossa América espanhola, com a criação de estados independentes, a partir da tomada da Espanha, em 1808, por Napoleão que entregou o trono espanhol a seu irmão José; e até mesmo com a mudança de status do nosso Brasil com a vinda da família real portuguesa também em 1808, fugindo dos exércitos napoleônicos, quando passamos, de uma simples e atrasada colônia, a ‘Reino Unidos a Portugal e Algarves’, logo após,já em 1815; e por fim na universalização do Código Napoleônico, ou Código Civil Francês.)
Nasce uma águia europei
Napoleão nasceu em 15 de agosto de 1769, em Ajaccio, capital da Córsega, uma ilha situada no Mediterrâneo, ilha esta que por muitos anos foi governada por Gênova, uma cidade estado da Itália, mas que a vendeu à França por volta de 1768, um anos antes do nascimento de Napoleão, mas que na verdade foi uma anexação feita a partir do Tratado de Versalhes, o que era comum à época, questão do mais forte se impor, pois a ilha estava a apenas 80 km do litoral italiano e quase 200 do sul da França.
Foi o segundo filho do casal italiano Carlo Maria Buonaparte e Letizia Ramolino, dos filhos do casal, oito chegaram à idade adulta.
Não eram pobres, pois seu pai era advogado formado em Pisa e conselheiro municipal (espécie de vereador), ou seja, era uma figura de destaque na elite local e representava a ilha junto ao governo francês. Seu pai morreu relativamente jovem, 38 anos, quando Napoleão tinha 16 anos, o que criou dificuldades para sua família.
Como Conselheiro, Carlo tinha o privilégio de colocar seus filhos em escolas gratuítas na França.
Com 10 anos, o jovem córsego foi aceito na Escola Militar de Brienne, no norte da França. Não foi fácil para o garoto, franzino, discriminado por não pertencer à alta aristocracia, não falar bem o francês, etc. Mas era ótimo em matemática e estudava muito, por isso conseguiu o acesso, aos 15 anos, à importante Escola Militar Real de Paris, fundada por Luís XV. Logo, com 16 anos foi promovido a segundo-tenente, especializado em artilharia. Para ajudar sua mãe, enviava grande parte do seu soldo à mãe,
Era um jovem militar inquieto. Estando em licença, envolveu-se em questões de revoltosos na sua ilha natal, e ‘esqueceu-se’ que era membro do exército francês tornando-se tenente da Guarda Nacional corsa, recusou-se a retornar à França, e foi declarado oficialmente desertor. Seu irmão, chamou-lhe à razão e o fez retornar a Paris e apresentar-se a seu regimento. Era 1792, e a Paris fervilha com a revolução que levaria o rei à guilhotina.
Em janeiro de 1793, a Córsega Natal mergulha numa guerra civil em oposição à França revolucionária. Com apenas 23 anos, ele e sua mãe, leais à França, decidem partir levando todos seus irmãos.
Aí então, a sorte e oportunidade lhe bafeja, é quando....
E a águia alça voo
Agosto de 1793. A roda da revolução, iniciada em julho de 1789, atinge um ponto sem retorno: Luís XVI é guilhotinado. As grandes monarquias europeias temem o espraiamento do movimento revolucionário: Inglaterra, Espanha, Holanda, Áustria e Prússia coalizam-se para reagir a essa Nova Ordem. Os ingleses mandam parte de sua armada atacar a cidade-porto de Toulon, que é tomada. Mesmo desorganizadas, os republicanos enviam suas tropas para a reação, a retomada. Mas, mal treinados, com equipamentos deficientes, o entusiasmo dos revolucionários fracassa em expulsar os ingleses.
O agora capitão, 24 anos, Napoleão Bonaparte, está voltando de suas férias, e resolve fazer uma escala (sorte, oportunidade) em Toulon para ver um amigo dos tempos de escola militar. Então, fica sabendo que o oficial da artilharia está gravemente ferido e recebe convite/intimação do comandante para ele organizar a artilharia. A águia decola num voo venturoso sem similar até hoje na história militar. Ele estuda a situação, organiza os recursos, instrui os soldados, reposiciona os canhões e, num prazo recorde, acaba expulsando os ingleses, numa vitória singular. De capitão passa a major, de major a general-de-brigada, tudo isso em meros quatro meses, e com apenas 24 anos.
Claro que houve percalços, dificuldades, até mesmo escapou da guilhotina por pouco, mas a soma de ambição mais determinação mais oportunismo cínico, mais uma absoluta falta de piedade por vidas humanas fez ele chegar ao nível que chegou.
Mas ele, Napoleão, é Herói Nacional e pronto. Nada de comissões revisionistas. Ele é produto de uma época de vicissitudes, contextos e martírios bem diferentes dos dias de hoje. Disse o genial Charles Chaplin sobre este tema: ‘O mundo não é composto de heróis e vilões, mas sim de homens e mulheres, com todas as paixões que Deus lhes deu. O Ignorante condena, o sábio se compadece.’
Vou dar agora uma acelerada em sua biografia, pois do contrário vai ficar mais extensa do que as 1.200 páginas do épico ‘Guerra e Paz’:
1795, 5 de outubro: Napoleão defende a Convenção contra um levante popular nas ruas de Paris. Esse é um dos aspectos que marcam seu desprezo pelas vidas humanas, pois para debelar um justo protesto contra a tirania da Convenção, ele posiciona canhões nas ruas de Paris e metralha impiedosamente milhares de cidadãos parisienses, deixando centenas de mortes;
1796, 9 de março: casa-se com Josefina de Beauharnais, viúva de um aristocrata guilhotinado na revolução, e amante de um membro do Diretório de nome Paul Barras, que, num acerto de conveniências, entrega sua amante (cara) ao jovem general que, em troca, tem sua carreira promovida tornando-se logo após Comandante do Exército da Itália. Os historiadores afirmam que foi um casamento por interesses, mas – parece – que Bonaparte amou muito sua Josefina;
1797, 17 de outubro: vitorioso na Itália, conclui o Tratado de Campo Formio;
1798/1799: campanhas no Egito, um fracasso que ele, habilmente, mistifica;
1799, 9 de novembro, ou ’18 Brumário’: derruba o Diretório e estabelece o Consulado;
1800/1801: em sequência torna-se primeiro cônsul, vence o Exército austríaco em Marengo, e conclui a Concordata com a Igreja Católica;
1802, 15 de agosto: em seu aniversário de 33 anos, é designado primeiro-cônsul vitalício;
1804, maio: proclamado Imperador da França;
1805: assume o título de rei da Itália, logo depois lidera exércitos franceses contra a 3ª Coalizão e consegue vitória decisiva em Austerlitz;
1806, 14 de outubro: vence os prussianos em Jena e Auerstedt;
1807, 14 de junho: vence os russos em Friedland, em 7 de julho: negocia o Tratado de Tilsit com o Czar Alexandre I;
1809, dezembro: divorcia-se de Josefina, afinal o amor não era tão forte assim (na verdade, ele precisava de um herdeiro, mas Josefina não conseguia engravidar, como já havia tido dois filhos outras mulheres, o problema não era ele, ergo...);
1810, abril: casa-se com a arquiduquesa da Áustria, Maria Luísa;
1812, 22 de junho: comete o maior erro da sua carreira ao invadir a Rússia; 7 de setembro, Batalha de Borodino; 14 de setembro: entra em Moscou, capital completamente vazia; outubro: ninguém vem se render, inicia o inverno, retirada de Moscou;
1813, 19 de outubro: é vencido em Leipzig pelos exércitos combinados da Rússia, Prússia, e Áustria;
1814, 6 de abril, abdica ao trono francês;
1815, 26 de fevereiro: depois de exilado pelos vitoriosos na ilha de Elba, escapa e retorna à França; 18 de junho: sofre derrota decisiva em Waterloo; 22 de junho: abandona novamente os poderes imperiais e é novamente exilado, agora na distante e isolada ilha de Santa Helena;
1821, 5 de maio, morre em seu exílio de Santa Helena. Muitos historiadores dizem que por envenenamento por arsênico, mas isso é uma possibilidade que considero pouco razoável. Na verdade, Napoleão tinha recorrentes problemas estomacais, pois em muitos de seus retratos pintados ele aparecia sempre com a mão direita na cintura sobre o estômago. Seus restos mortais estão hoje, desde 1861, guardados no Dôme des Invalides, uma imponente igreja com cúpula dourada no Museu do Exército, em Paris, França.
That’s All, Folks!
- Os Últimos Cem Dias de Napoleão - Filme Completo
- GRANDE novidaade na comunicação gaudéria: no prõximo dia 7, o apresentador do Balanço Geral, da TV Record, Samuel Vettori, estará no programa Acerte ou Caia, comandado pelo Tom Cavalcanti. Sábado, dia 7, às 16 horas.
- UMA QUESTÃO DE SOLIDARIEDADE AO JORNALISTA LUIZ RENI MARQUES
- ALÔ GOVERNADOR, ALÔ SECRETÁRIO DA COMUNICAÇÃO, ALÔ SECRETÁRIO DA CULTURA!! VOCÊS GASTAM DINHEIRO PÚBLICO EM TANTA BOBAGEM QUE PODERIAM AJUDAR UMA DE NOSSAS MAIS IMPORTANTES ARTISTAS!!
A artista Zoravia Bettiol, 90 anos, quer a ajuda de todos. Basta entrar na vaquinha para apoiar o tratamento de saúde da criadora.
Em março, ela caiu em casa e fraturou o fêmur. Foi operada e recupera-se bem, mas precisa, por exemplo, de acompanhantes.
Para ajudar, entre em catarse.me/solidariedade_zoravia e doe valores em troca de recompensas (como cartões postais, obras para imprimir e o livro Inventário da Inundação).
DE TUDO muito
NIGUÉM AGUENTA MAIS VIVER NUMA NAÇÃO ONDE O BANDIDO É "VÍTIMA", A OPINIÃO É CRIME E O CORRUPTO É PROTEGIDO
Lucia Sweet, jornalista
Não apenas eu, mas qualquer brasileiro que queira livrar o país da devastação causada pelas décadas da dobradinha PT-PSDB e seus partidos filhotes votará no único candidato capaz de derrotar a esquerda — seja ela extrema, envergonhada, lucrativa, centro ou “moderada”.
O Brasil é o país mais rico do mundo em recursos naturais e, paradoxalmente, um dos mais pobres em capital humano.
Ninguém aguenta mais viver numa nação onde a classe dominante trata o bandido como vítima, transforma opinião em crime e protege o corrupto. Quem se opõe a esse estado de coisas é perseguido com fúria.
Enquanto a Lei Rouanet acumula R$ 22 bilhões sem prestação de contas, com 29.700 projetos pendentes, segundo relatório do TCU, Flávio Bolsonaro apenas falou em patrocínio privado para um filme sobre seu pai. O próprio Flávio Bolsonaro está pedindo a CPI para esclarecer quem são os verdadeiros corruptos, enquanto quem o acusa sem ilícitos cometidos não quer que ela aconteça.
Essa falsa acusação sobre o Flávio Bolsonaro é o ensejo para não se falar mais sobre os últimos escândalos bilionários, como a fraude no INSS — Operação Sem Desconto, que desviou bilhões de aposentados e pensionistas, com possível participação de nomes como o irmão de Lula, Frei Chico, vice-presidente do Sindnapi, alvo da PF, e do filho Lulinha.
Saiu do noticiário o próprio escândalo do Banco Master, que tem o DNA do PT desde o início e envolve Rui Costa, ministro do atual governo, presente na reunião com Vorcaro — conforme noticiado pelo Poder360 — em que Lula mandou Vorcaro não vender o banco ao BTG porque trocaria o presidente do Banco Central.
Tem mais. O rombo recorde nas estatais federais (mais de R$ 4,1 bilhões só nos primeiros meses de 2026) e a Operação Carbono Oculto — megaoperação contra o crime organizado que desmantelou esquema bilionário do PCC lavando R$ 46 bilhões via fintechs, fundos de investimento e postos de combustíveis.
Como o próprio Antonio Palocci confessou em delação premiada fechada em 26 de abril de 2018, o PT comprava pesquisas eleitorais com propina de empreiteiras para produzir levantamentos que o partido usava seletivamente, ocultando os ruins e divulgando os bons.
Apesar de dúvidas bem-fundamentadas a respeito dos institutos de pesquisas, as pesquisas de maio de 2026 confirmam: Flávio Bolsonaro é o único que coloca Lula em cheque. No 1º turno, a disputa está apertada. No 2º turno, seria empate técnico ou leve vantagem para Flávio, dependendo do instituto.
Precisamos acreditar que ainda há uma chance de expressarmos nossa insatisfação nas próximas eleições, mesmo sem imprensa isenta, sem voto impresso, sem instituições verdadeiramente livres e sem contagem pública dos votos.
Quem não quer derrotar a esquerda é cúmplice dela. O único nome viável é Flávio Bolsonaro.
- DOIS MOMENTOS na Marcha dos Prefeitos. Lula não compareceu
DOIS MINUTOS com o PRÉVIDI
Três geniais!!
PORTO ALEGRE é assim!
ADEUS A GRIPE!
A vacinação contra a gripe será retomada em todas as unidades de saúde de Porto Alegre a partir desta quarta-feira, 20, após a chegada de um novo lote com 47.310 doses do imunizante na sexta-feira, 15. A reposição permitiu à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) reorganizar a distribuição das vacinas em todo o território atendido pela rede municipal.
A campanha segue direcionada exclusivamente aos públicos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde: pessoas com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), povos indígenas e quilombolas, trabalhadores da saúde, educação, pessoas com comorbidades, com deficiência, pessoas em situação de rua, forças de segurança, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários e Correios.
A meta é vacinar 90% das crianças, idosos e gestantes. Até terça-feira, 19, nesses públicos, a cobertura vacinal era de 24,36%, 51,67% e 40,76%, respectivamente. A vacina aplicada pelo SUS é trivalente, protegendo contra Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B.
A orientação da SMS é para que as pessoas aptas procurem uma unidade de saúde o quanto antes, especialmente diante da proximidade do inverno e do aumento da circulação de vírus respiratórios.
Documentação - Autodeclaração para gestantes, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. Crianças devem apresentar a caderneta de vacinação. Outros grupos precisam apresentar documento que comprove a condição (ex.: crachá, receita, carteira de trabalho).
RECREIO
OLIMPO a morada das deusas do século 21
LINDA, LINDA
PIADINHA sem nome feio, sem política e sem futebol