Sexta, 25 de setembro de 2026

 

NESSA SEXTA
a cesta do João Paulo





JOÃO PAULO DA FONTOURA é de Taquari-RS. É escritor e historiador diletante, membro da ALIVAT – Academia Literária do Vale do Taquari, titular da cadeira nº 26. Autor do livro biográfico "Costa e Silva", edição 2025






Caros leitores, que tal um pouco de amenidades para relaxar alma e espírito neste amargo, tenso, talvez decisivo para nossa nação, período pré-eleitoral? 
Abaixo algumas curiosidades relacionadas à nossa amada língua portuguesa, a última flor do Lácio, inculta e bela.
Espero que curtam!


  Você sabia? – I



Adeus,


É uma saudação curta, derivada de uma saudação em forma de locução bem longa.

Quando, em tempos de antanho, tempos em que as pessoas eram muito mais formais e religiosas, alguém, por exemplo, um viajante aqui da minha Taquari que precisava fazer uma viagem até São Leopoldo para entregar uma carga de mercadoria na colônia alemã, em uma viagem longa, penosa, perigosa, pois tinha que atravessar largos campos e alagados, varar rios, precaver-se de animais perigosos, evitar ladrões, etc., depois de tudo pronto, reuniam-se viajante, familiares e amigos para a formal despedida em forma de reza.

Então, oravam:

A Deus, nessa penosa viagem, peço, misericordiosamente, sua bênção, para que eu possa ir e voltar em segurança, e que minha família fique protegida, e que blá, blá, blá ...

Com o tempo a longa saudação/pedido foi se reduzindo, reduzindo até chegar em ‘a Deus’, e finalmente, ‘adeus’.

Interessante é a sinonímia com o inglês americano ‘goodbye’, que reza mais ou menos a mesma lógica: é uma redução/contração da expressão ‘God be with you ...’

E adeus tem plural, adeuses;


Risco de vida,


Expressão idiomática também de tempos imemoriais, ainda muito em uso, apesar das ‘frescuras’ das redações de alguns órgãos de imprensa que teimam corrigi-la para ‘risco de morte’, algo absolutamente desnecessário.

Na realidade, a expressão é uma redução de ‘risco de perder a vida’. Expressões idiomáticas são pérolas das línguas nacionais de qualquer país. Em geral, uma locução de duas ou três palavras expressa com clareza uma ideia geral sobre assuntos diversos.

Deixem de frescura, ‘risco de vida’ – sempre!;


Não vale a pena,


Esta é uma expressão idiomática, uma das mais usadas no nosso cotidiano, tem a mim duas possíveis origens, mas reconheço que a mais forte é da lavra do competente professor Deonísio da Silva.

A minha: nos tempos de Machado de Assim, era comum quando havia algum desentendimento entre duas pessoas famosas, que uma delas tomasse de sua pena e escrevesse um artigo que seria publicado num jornal agravando o opositor. E o agravado tinha duas estradas à sua frente, uma, pegar sua pena e escrever um desagravo, ou – diplomaticamente – dizer aos amigos, ‘não vale a pena!’, ou seja, este agravo não tem a importância de fazer-me o trabalho de pegar minha pena e o pote de tinta para responder  essa agressão vil.

A do douto professor: ‘não vale a pena’ tem o sentido de ‘não vale a dor, não vale o sofrimento’, havendo neste caso um claro sentido de sofrimento, dor, dor física. Ou seja, deixa que o opróbrio desmanche-se em si mesmo!


Pois não,


Interessante, uma expressão negativa, mas que tem sempre valor afirmativo. Esta locução nominal, muito usada no dia a dia, também vem de tempos pretéritos nos quais as pessoas eram muito mais formais do que o são hoje em dia. A uma solicitação do tipo:

 – João, o amigo poderia me emprestar dois botões metálicos para camisa social, pois irei a um evento esta noite lá no Clube Caixeiral?

– Pois não poderia, meu amigo, – de jeito algum declinar de v. gentil solicitação.

Outra forma:

– Olha lá, João, posso te pedir um favor?

– Ora, diz lá então.

– Preciso comprar um automóvel, mas não tenho dinheiro que chegue. Estás disposto a emprestar-me o que me falta?

– Empresto, pois não havia de emprestar?


Gringo,


Originalmente, esta palavra funcionava como um insulto que todos nós, americanos do sul, aplicávamos aos ‘arrogantes’ americanos do norte.

Com o tempo caiu em desuso.

Hoje, principalmente aqui em nosso estado, este apodo serve para marcar os descendentes dos imigrantes italianos. Há duas explicações para a sua origem: uma da lavra do escritor Charles Berlitz, que acho menos provável, mas mais bonita, e outra, defendida pelo nosso linguista Deonísio da Silva, especialista em origens das palavras.

Vamos a cada uma:

a) Charles Berlitz atribui a origem a uma canção muito popular entre as tropas americanas que invadiram o México na guerra contra os mexicanos entre 1846 e 1848 (nessa guerra, obviamente vencida pelos americanos, eles anexaram quase metade do território mexicano – atual Califórnia, Novo México, Utah, Nevada, Arizona, etc. – tudo isto em troca de 15 milhões de dólares e o reconhecimento da fronteira pelo Rio Grande). O nome da canção era ‘Green Grow the Lilacs’. Civis e soldados mexicanos ouviam os soldados americanos cantando enquanto marchavam e reduziram o que ouviam a ‘gringo’, tornando a palavra um insulto recorrente;

b) Segundo o professor Deonísio da Silva, o registro mais antigo do termo está em um dicionário espanhol do século XVIII, que o define como ‘apelido dado a estrangeiros que falam castelhano com forte sotaque’. Como a expressão ‘falar grego’, significando uma língua ou dialeto difícil de entender, já existia na Espanha, acredita-se que a palavra teria se originado como corruptela de griego (‘grego’ em espanhol). È possível que ‘griego’ anasalado tenha se transformado em ‘griengo’ e, depois, em ‘gringo’.

O curioso é que a palavra se espalhou por todos os países da América Latina e cada um criou uma lenda diferente para explicar sua origem.

A explicação do escritor americano é mais bonita, romântica, mas certamente, até mesmo pela data dos anos 1700, a explicação do nosso brasileiro tem selo de veracidade;

 

Coitado,


Esse advérbio, também muito usado como sujeito, até pouco tempo atrás era associado à palavra ‘coito’ (coitado, submetido a coito). Era voz corrente até que, de repente, etimologistas assustados com a corrupção da origem da palavra, vêm colocar ordem (e paz) nas coisas. Não é nada disso!

Coitado deriva do particípio passado do verbo (arcaico) coitar, significando atormentar, desgraçar, infligir sofrimento, etc. Vem do latim vulgar ‘coctare’ e é parente distante do verbo ‘coagir’. Este verbo, coitar, caiu em desuso, mas, tadinho,  deixou seu estigma;


Quinta, 24 de setembro de 2026

 

 

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SEGUINTE:

- VOCÊ PERDOARIA O AMANTE DE SUA MULHER SE ELE FOSSE O CHICO BUARQUE?

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No começo de março de 2005, Chico foi fotografado beijando uma jovem e bela mulher na praia do Leblon. O que seria apenas mais um episódio da falta de privacidade enfrentada pelos artistas, perseguidos diariamente por paparazzi na zona sul da cidade, virou o assunto do mês. Um escândalo: a moça, a produtora cultural Celina Sjostedt, 25 anos mais nova que Chico, era casada, mãe de dois adolescentes.

Logo se soube mais: o marido traído, o pianista Ricardo Sjostedt, o Duna, conhecia Chico havia muitos anos. Querido pelos músicos da cidade, próximo da família de Tom Jobim, era dono de um estúdio, utilizado na maioria das vezes para ensaios de pré-produção. Chico recorrera a ele algumas vezes, a primeira em 1984, nas gravações do disco lançado no mesmo ano. 

Chico e Celina silenciaram. Duna, não. Em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, publicada dias depois do flagra, o pianista deu a entender que aquele não havia sido o primeiro flerte de Chico e Celina. "O que acontece é que esse cidadão tem uma fixação pela minha mulher, talvez por ela ser muito bonita, e fica investindo (...). Só quero que ele deixe nossa vida em paz, bote na balança que temos família e vá procurar alguém da idade dele. Talvez em uma clínica geriátrica (33)".

O caso repercutiu bastante. Virou assunto de bar, de fóruns sobre o direito à privacidade, abriu mais um debate sobre o assédio constante dos paparazzi e fez a alegria das revistas de fofoca, que inventaram seguidas reviravoltas em torno do acontecimento na praia do Leblon. Foi do cantor e humorista cearense Falcão o comentário mais espirituoso: "Tomar chifre do Chico Buarque é mais importante do que ganhar um Grammy (34)".

O veterano artista e a moça não foram mais vistos juntos, pelo menos em público. Duna e Celina separaram-se tempos depois do episódio, após quinze anos juntos. Duna não perdoou o compositor, mas lidou melhor com a história desde que impôs um desafio criativo a si mesmo: compor músicas que serviam como respostas às canções que, segundo ele, Chico teria composto em homenagem a sua mulher. 

A primeira teria sido "Cecília"("Quantos poetas/ Românticos, prosas/ Exaltam suas musas/ Com todas as letras), gravada no disco As cidades, lançado em 1998, ano em que Chico e Celina foram flagrados juntos pela primeira vez por Duna – o marido contornou a situação conversando com ambos, separadamente. O casamento seguiu e o pianista sentiu que ainda existia algo entre os dois ao ouvir "A moça do sonho"(2001), letra de Chico, melodia de Edu Lobo.

Duna desconfiou que a jovem habitante dos devaneios do rival continuava sendo Celina. Afinal, a composição se referia a "um confuso casarão, onde os sonhos serão reais e a vida não". O estúdio do pianista, onde Chico e ela supostamente se conheceram em meio às gravações, funcionava dentro de um casarão, confuso por conta dos labirintos para acessá-lo. 

O que parecia apenas uma paranoia virou certeza quando Duna soube, como todo o Brasil, que sua mulher e o compositor haviam sido fotografados aos beijos no mar do Leblon. A raiva aumentou no momento em que o pianista ouviu "Renata Maria"(2005), composta logo depois do acontecimento e que seria, segundo ele, a terceira música dedicada a Celina. 

Um trecho:
Mas o assombro gelou
Na minha boca as palavras que eu ia falar
Nem uma brisa soprou
Enquanto Renata Maria saía do mar
Dia após dia na praia com olhos vazados de já não a ver
Quieto como um pescador a juntar seus anzóis
Ou como algum salva-vidas no banco dos réus

Nas réplicas indiretas a Chico, não reveladas publicamente, Duna compôs três músicas, "Moça ajeitada", "Cecília Maria" e "Maria Beatriz" – esta última uma linda bossa nova em resposta à canção "Renata Maria":

É melhor deixar assim
Nada a fazer
É melhor deixar assim
Mas cá entre nós
O senhor abusou de tanto espreitar
A linda mulher, Maria Beatriz
Sonhador
Pescador que perdeu o anzol
Para quem teve essa bela aos pés
Te confesso não dá para entender
Esse papo de amor, amor, amor
Fantasia e papel


SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica

- JORNALISTAS Vitor Bley, Charles Soveral e Edison Vara estaVam na Expointer, no último dia, produzindo material para o projeto "O Rio Grande é Agro". Aí os alto-falantes começaram a chamar o público para uma manifestação do governador Eduardo Leite.
"Fomos até lá e para nossa surpresa, a presença de público estava muito reduzida, como pode ser visto no vídeo de O Rio Grande é Agro, que está no YouTube e Instagram", conta o Vitor.
Veja cenas do vídeo onde está a prova de que ninguém acredita no governador:



- FABIANO BRASIL FELIZ DA VIDA


A POA Streaming TV anunciou mais uma nova parceria. Desde segunda, dia 21, a emissora passou a transmitir dois programas da NEXXA TV. Novidade no mercado com apenas três meses de atuação, a plataforma de conteúdo, conexão e inovação foi criada para aproximar pessoas, ideias, negócios e transformação. Com uma abordagem moderna, humana e estratégica, a NEXXA TV apresentará o programa SEM CRACHÁ, com Fe Piasa, Diretora do canal e Gestora de Negócios, especialista em liderança, inovação e inteligência artificial aplicada aos negócios. O programa entrará no ar nas quartas-feiras às 19h. A outra atração será o Alta Frequência, com Érica Ostrowski, programa de variedades que irá ao ar nas segundas-feiras às 7h da manhã e em horários alternativos.
Para Fabiano Brasil, a parceria será bastante produtiva e trazendo mais alternativas para o público da emissora. “O espiríto empreendedor da Nexxa TV através da Fe Piasa e as atrações da emissora diversificam ainda mais nossa programação!” comemora Brasil.
Para Fe, a parceria representa um importante passo na expansão da NEXXA TV e reforça a proposta do canal de construir novas formas de produzir e distribuir conteúdo. “A NEXXA nasceu com uma visão muito clara de futuro: conectar pessoas, marcas e boas histórias por meio de conteúdos relevantes e de diferentes plataformas. Estar agora também na programação da POA Streaming TV amplia o alcance dos nossos programas e mostra que, mesmo com poucos meses de atuação, estamos avançando rapidamente e construindo conexões importantes no mercado de mídia. É uma parceria que nos fortalece e, principalmente, nos aproxima de novos públicos”, destaca Fe.

- SEM CONTAR com as presenças de Lula e Flávio Bolsonaro, a TV Record decidiu cancelar o debate presidencial de primeiro turno, que aconteceria no domingo, dia 27, às 21 horas. 
O encontro do segundo turno, se houver, a princípio continua mantido para o dia 11 de outubro. A direção da Record afirmou que sem contar com os candidatos mais bem colocados na pesquisa, o debate se tornaria inviável.

- ROQUE Santeiro, uma novela maravilhosa de 1985, vai ter Edição Especial na Globo, a partir de 5 de outubro. Naquele horário, depois do jornal Hoje.

- É NESTE SÁBADO


- NÃO sabia que o apelido daquela TV fracassada da RBS, a OCTO, era ÓBITO.

- LEITORES elogiam a repórter Fabiana Lemos, da RBS TV:


- CÁ ENTRE NÓS: a repórter só poderia evitar essas horrorosas calças largas.


O QUE FAZ
o RS crescer

- UM PROJETO QUE IMPRESIONA


MAIS DETALHES NA MATÉRIA DA CNN:

No https://cnnbr.app/short/c1835653877/


-  E Aí, DUDU MILK?


ACREDITO
neles

- NO LITORAL


- OS ABSURDOS QUE PRECISAM TERMINAR


- MILTON CARDOSO ESTÁ AFIADO


- PASSA A RÉGUA!!


DE TUDO
muito

- SÓ PETISTA/GADO PRA VOTAR NISSO!!
PEDETISTA CASPACHO TAMBÉM VOTA!!



- RESPONDA RÁPIDO



- UTILIDADE PÚBLICA
do jornalista Caco Belmonte

Eis aqui uma lista parcial com os nomes mais estranhos, engraçados ou ridículos, segundo a minha subjetividade, escolhidos por quem disputa uma cadeira na Câmara Federal. É muita gente com apelidos e "nomes de guerra" interessantes, de A a Z, em todos os partidos. Não incluí políticos conhecidos como, por exemplo, Paparico, Uh Fabiano e Gaúcho da Geral, entre outros. Faça a sua pesquisa e divirta-se também. Ainda não conferi a lista de quem concorre a estadual.
Nome estrambólico é sempre uma das maiores atrações eleitorais: Adavilson Tchá Tchá (PSDB); Alex Buyu (PSD); Aline dos Animais (Avante); Altemir da Farmácia (PSDB); Bolacha Melo (PL); Bombeiro Bira (Republicanos); Carmem do Táxi (Podemos); Diogo das Máquinas (PSB); Felipe Força Tarefa (Podemos); Gauchinha dos Pampas (PL); Gauchinho de Deus (PL); Gringo Loko (PSDB); Juquinha (PSB); Marco do Rancho (Avante); Martinho Bicho de Pé (Agir, candidatura em fase recursal); Mortadela (PSDB); Rodrigo Cebola (PSOL); Roselane do Cinturão Azul (Avante); São (PSD); Serjão Carreteiro (PL); Tchêquinho (PL); Tequila (PSB); Thaty Energia (Republicanos); Zé Telmo Corretor de imóveis (Republicanos)


DOIS MINUTOS
com...

- LUIZ CARLOS PRATES

"O POVO NÃO EXIGE DO SEU REPRESENTANTE!"


PORTO ALEGRE
é assim!

- PORTO ALEGRE TEM QUANTAS ÁRVORES?


Porto Alegre tem 1.797.065 árvores em áreas públicas, segundo o Inventário da Arborização Urbana apresentado nesta quarta-feira, 23, pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade (Smamus).

O levantamento estima 211.256 árvores no sistema viário (calçadas e canteiros centrais); 110.744 em praças e parques; 286.039 nas quatro unidades de conservação municipais (Morro do Osso, Saint’Hilaire, Morro São Pedro e Lami); e 1.189.026 nas ilhas do Delta do Jacuí, unidade de conservação estadual. O estudo não considera áreas privadas e de preservação permanente.

O inventário identificou 415 espécies no sistema viário e 401 em praças e parques, distribuídas em 215 gêneros e 67 famílias. Nas vias, as espécies mais frequentes são jacarandá, extremosa e ligustro; em praças e parques, tipuana, chal-chal e pitangueira. Do ponto de vista fitossanitário, 92% das árvores do sistema viário estão em estado bom ou regular; em praças e parques, o índice é de 94%.

"Porto Alegre recuperou o protagonismo na arborização urbana. Nos últimos anos, investimos mais de R$ 100 milhões nas áreas verdes da cidade, plantamos cerca de 20 mil árvores e recuperamos o Viveiro Municipal. O resultado se reflete no conforto térmico, na paisagem urbana, na drenagem, na resiliência climática e, acima de tudo, na qualidade de vida das pessoas”, afirma o titular da Smamus, Germano Bremm.

A origem das espécies revela a mudança de diretriz do município nos últimos anos. No sistema viário, 55,6% das árvores existentes são exóticas. No planejamento dos novos plantios, a prefeitura prevê 91,4% de espécies nativas, dentro do conceito de plantio inteligente “Árvore certa para o lugar certo”. O levantamento aponta ainda que apenas 26,8% das árvores em calçadas e canteiros não apresentam conflito com a infraestrutura urbana, como redes aéreas. Atualmente os técnicos trabalham com espécies mais adaptadas que causam menos conflitos com os demais elementos.

“O inventário nos permite conhecer a arborização que temos hoje e compreender o papel que ela desempenha na cidade de Porto Alegre. Com esses dados, podemos tomar decisões mais precisas sobre conservação, manejo, plantio e expansão da infraestrutura verde”, explica a diretora de Áreas Verdes, Verônica Riffel.

Metodologia – O estudo utilizou metodologias diferentes devido às características de cada área. No sistema viário, o número de árvores foi calculado por amostragem, contabilizando 10% dos quarteirões de cada um dos 94 bairros e 10% dos segmentos de 100 metros dos canteiros centrais. Em praças e parques, a estimativa considerou a densidade média de 118 árvores por hectare nos 1.123 hectares de áreas verdes. Nas unidades de conservação, a estimativa usou como referência a densidade de 929 indivíduos por hectare, conforme o Inventário Florestal Contínuo da Secretaria Estadual de Meio Ambiente.


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Quarta, 23 de setembro de 2026

 

 

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- RECORDAR É VIVER!!
VEJA O QUE MOSTRA ESTA PESTE VIRULENTA EM 2014 SOBRE A FRAUDE ELEITORAL PROPOSTA POR LULA!!


- JÁ ASSISTI A ESTE VÍDEO VÁRIAS VEZES.
É MAIS DO QUE SENSACIONAL.
GOSTARIA QUE TODOS CONFERISSEM.
PODERIAM LEVAR A OUTRAS PESSOAS.


SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica

- QUEM LEMBRA DO CANAL QUE 
FICOU NO AR APENAS 10 MESES?

Pouquíssimas pessoas acreditavam no projeto intitulado Octo, nascido na RBS e tendo como sua criadora uma ex-aluna da Famecos-PUC, a cineasta Flávia Moraes. A moça atuava como diretora-geral de Inovação e Linguagem do Grupo RBS.

O canal experimental, apelidado de "pluricanal", entrou no ar em novembro de 2015 para substituir a TVCOM. O projeto foi elaborado por Flávia com base em um "estudo sobre os impactos da revolução digital na comunicação". Dentro desse conceito utilizou "formatos inovadores, interatividade e branded content".

Várias vezes perguntei ao pessoal do projeto sobre como seria o canal. E as respostas eram sempre confusas e não diziam nada. Só conseguimos "entender" o que era o Octo quando foi ao ar. Era uma maçaroca de estilos, uma mistura de amadorismo com alguns recursos das TVs tradicionais. 

Resultado? O canal encerrou suas atividades em setembro de 2016. De novembro de 2015 a setemnbro de 2016. Sem a menor dúvida foi o maior fiasco na Comunicação do Rio Grande do Sul.

Trato de todas as explicações que a RBS deu para o fim do Octo, mas, na real, concluiram, de cara, que o canal era inviável comercialmente. Por exemplo, a licença de transmissão do canal expiraria em três anos. O grupo concluiu que não faria sentido financeiro concentrar grandes investimentos em um projeto com prazo de validade determinado e sem chance de melhoria na qualidade da imagem.

Além disso, outra explicação oficial: estudos internos de audiência e o feedback do mercado publicitário confirmaram que o modelo inovador (que não usava os tradicionais intervalos comerciais e apostava apenas em conteúdo de marca) "não atingiu a viabilidade financeira planejada".

O fiasco ficou na conta da Flávia Moraes. Hoje ela vive na Espanha e passa temporadas em sua casa de Gramado. Mas descarta viver novamente no Brasil. Largou a publicidade depois que saiu da RBS. Dedica-se ao cinema e lançou documentários premiados como Visions in the Dark e o elogiado Milton Bituca Nascimento.


O QUE FAZ
o RS crescer

- NA PROPAGANDA DO INSTITUTO
CALDEIRA NEM CONSTA O
PATROCÍNIO DO GOVERNO DUDU MILK

Contratos
SÚMULA DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO
O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, por intermédio da SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO, em cumprimento do disposto noartigo 72, parágrafo único, da Lei federal n.º 14.133/21, e no artigo 3º, §1º, do Decreto estadual nº 57.034/23, torna pública a
INEXIGIBILIDADE  DE  LICITAÇÃO 
para a concessão de patrocínio ao 
INSTITUTO CALDEIRA, CNPJ nº 35.334.501/0001-99, representada por Pedro Freitas Valério, inscrito no CPF sob nº 012 .256.280-16, nos termos do artigo 74, caput, da Lei federal nº14.133/21, e do artigo 7º, caput, do Decreto estadual n.º 57.034/23, para realização do evento
 “Semana Caldeira”, que ocorrerá entre os dias 21 e 25 de setembro de 2026, em Porto Alegre, 
no montante estimado de 
R$ 450.000,00 (quatrocentos e cinquentamil reais) 
e tendo o início de sua vigência na data da publicação no Diário Oficial do Estado, conforme consta no Processo Administrativo n.º 26/0811-0001007-3.


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PORTO ALEGRE
é assim!

- MELO EM RECIFE


No segundo dia de missão técnica em Recife, nesta terça, dia 22, a comitiva liderada pelo prefeito Sebastião Melo visitou dois complexos com equipamentos voltados para ocupação dos espaços públicos e fortalecimento da cidadania. A visita teve como objetivo buscar referências para os equipamentos que serão construídos em Porto Alegre, por meio do POA Futura.

Na zona sul de Recife, o grupo conheceu o Projeto Urbano Integrado, construído no antigo terreno do Aeroclube, ao lado de um conjunto habitacional com 600 famílias de baixa renda. Essa estrutura conta com praça, unidade de saúde, espaço da primeira infância, escola, além do Centro Comunitário da Paz (Compaz) Leda Alves.

“Esse é um complexo que dá dignidade e oportunidade para as famílias de baixa renda que moram no entorno. Tira a criança da vulnerabilidade das ruas e as coloca em um ambiente seguro e com atividades para o desenvolvimento da cidadania” - Prefeito Sebastião Melo.

Depois, a visita seguiu para a Vila do Papel, que já foi um dos locais mais perigosos de Recife e está com índices em queda após a construção do Compaz Dom Helder Câmara e do ComVida, projeto de urbanismo social que transformou a parte de baixo de um viaduto em área de cultura, lazer e esporte do Recife. A área também passou por obras de infraestrutura básica para solucionar os problemas de esgoto a céu aberto. 

RECREIO


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