Terça Especial, 29 de dezembro de 2015





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Histórias de Verão - 4


Uma aventura da Família Prévidi e uma do pós adolescente José Luiz.


Antes olha isso, sensacional!







O VENTÃO DO RECREIO


Para os que não conhecem, o Recreio dos Bandeirantes, hoje, é um bairro de classe média alta do Rio de Janeiro. Está ao lado da Barra da Tijuca. As praias são frequentadas basicamente por moradores – ou seja, os suburbanos cariocas não conseguem ônibus para chegar até lá. O mar é limpo e a areia branca. Tão legal que as novelas de TV e vários filmes têm locações no Recreio.
No entanto, foi loteado apenas no final dos anos 50. Até o início dos anos 60 não era habitado.
Situados, vamos a mais uma aventura da família Prévidi:
Meus pais tinham “espírito aventureiro”, mesmo que vivêssemos no Rio de Janeiro. O pai era um gringão nascido em Caxias do Sul, que até os 10 anos não falava português e muito menos tinha calçado um sapato. Por aquelas coisas do destino e de competência, com pouco mais de 20 anos foi transferido para a então capital federal para gerenciar a filial da metalúrgica que trabalhava em Caxias. Lá conheceu a minha mãe, uruguaia, nascida em Melo e criada em Jaguarão. Que mistura, hein?
As farofadas do casal Prévidi, meu irmão e eu foram inúmeras, quase sempre com a avó materna, a Adylles. Nas férias, as viagens geralmente eram epopeias. Várias do Rio de Janeiro a Montevidéu, com centenas de quilômetros de chão batido. Pelo interior do Brasil foram inúmeras. Nos finais de semana, meu pai sempre inventava um acampamento, um churrasco num parque da cidade, um piquenique.
Ele tinha um Oldsmobile 1952, imenso, hidramático e com vidros elétricos. Carrão. Com um porta-malas que era um fusca. Numa sexta-feira ele chegou em casa, de noite, e fez todos descerem para ver uma novidade. Abriu o porta-malas e tinha lá um saco verde, cheio de alguma coisa.
- Comprei uma barraca!, disse faceiro. Amanhã vamos acampar no Recreio dos Bandeirantes.
Tinha algo em torno de 8 anos (início dos anos 60) e não tinha a menor ideia de onde ficava a tal Praia do Recreio. No sábado acordamos cedíssimo e partimos para o “divertimento”. O Oldsmobile estava lotado de tralhas.
Passamos por Copacabana, Ipanema, Leblon e meu pai enveredou pelo sinuoso caminho que nos levava a Barra da Tijuca. Aí deitei, porque estava a ponto de vomitar. Dormi e só acordei quando o possante parou. Olhei em volta e não vi nada – nenhum edifício, nenhuma pessoa, nada. Só mar e areia.
- Chegamos ao paraíso!!, bradou o líder da empreitada.
Esquelético, quase não conseguia caminhar, porque o vento era absurdo. Em compensação a areia era fina e o mar azul. É, mas por ser fina a areia insistia em bater nos meus olhos. O mar? Sentia a correnteza ao molhar os pés.
Foi uma tarefa de gincana montar a tal barraca, porque não tinha um croqui. Meu irmão desistiu e foi para a água. Fiquei olhando os dois. Minha avó estava dentro do carro, por causa do vento.
Tudo muito emocionante.
Barraca montada, meu pai foi buscar sua sogra para o teste definitivo. Acontece que a lona verde-escura, por ser muito grossa, protegia do vento, mas em compensação, por causa do sol, fazia com que a temperatura beirasse os 40 graus. Era impossível ficar na parte interna. Minha avós se contentou com a “varanda”, onde todos tivemos que ficar.
Meu pai, muito feliz, fingia que conseguia ler O Globo e fumar o seu Minister ao mesmo tempo. Minha mãe mexia nas latarias que havia levado para o almoço. Meu irmão corria de um lado para outro, como que fugindo do vento. Minha avó, sentada, emitia uma espécie de assobio, baixinho, típico das costureiras, com acompanhamento dos pés na areia. Eu? Ali, com cara de bundão.
O tempo foi passando, passando e o vento aumentando, aumentando. Comemos cachorro quente e sanduíche de presunto. Coca meio quente, nas novíssimas garrafas de 1 litro.
Almoçamos, tal e coisa, e o vento só aumentava e todos ali com aquela característica cara de bundão – e não apenas eu. Não tinha o que fazer. Tentamos até jogar bola, frescobol, qualquer atividade era impossível. Mais ou menos como quando o Nordestão invade as praias gaúchas.
O sol ainda estava alto, meu pai se levantou da cadeira com um ar esquisito. Disse para a sogra ir  para o carro e que todos recolhessem as tralhas. Começara a desmontar o seu objeto de prazer.
Me deu uma pena danada dele.
Foi dirigindo até a garagem do nosso edifício sem dar uma palavra, mesmo que as mulheres tentassem conversar.
Ao descer do carro, olhou a todos e com um sorriso, lascou:
- Gostaram do passeio?
E deu uma gargalhada.


Eis a barraca verde. Neste dia não estava ventando tanto, porque
minha avó Adylles estava até sentada na areia. Mas minha mãe
está de lenço no cabelo, o que é um péssimo sinal



--


A PENSÃO MUITO FINA


No verão de 1973, 18 anos cheio de tesão, depois de passar as festas de final de ano na casa de uns tios em São Paulo, fui passar as férias no Rio. Tinha feito uma grande amizade com duas tias de um grande amigo, José Maria Lima Farias, que moravam no Edifício Roxy, na avenida Copacabana esquina com a rua Bolívar. Por duas oportunidades já tinha me hospedado no apartamento delas. Era perfeito, porque elas trabalhavam e ficava o dia sozinho.
Naquele tempo não se fazia ligações interurbanas – só em casos extremos. Claro que não as avisei que estava chegando. Bati na porta do apartamento da Didi e da Bela no início da noite. Fui atendido por uma guria que não conhecia. Veio a Didi e me recebeu com todo carinho, fui entrando e o apartamento estava lotado. Um quarto e sala. Olhei por cima e tinha umas 8 pessoas. Eu de mala na mão. “Você veio para ficar aqui?”, pergunta ela. Silêncio total, só o Cid Moreira lia o Jornal Nacional. “É, mas já estou de saída, Didi”.
Não me deixou sair, mas prometi que no outro dia iria encontrar um lugar para ficar.
Quando começaram a arrumar as “camas”, vi que não iria sobrar lugar para mim. Deu um estalo – vou me acomodar na cozinha antes que seja tarde. Estendi a minha toalha de banho, uma jaqueta de travesseiro e desmaiei. Nem me importei com a coleção de baratinhas que perambulavam por toda a área em que estava.
No dia seguinte acordei logo depois das duas amigas, porque elas tinham que fazer café e eu era um imenso estorvo. Também me vesti e fui procurar um lugar. Vira e mexe, pergunta pra um e outro, e três pessoas me indicaram uma “pensão muito fina”. Não acreditei, mas mordi a língua.
Era muito legal. Acreditem, era uma cobertura, num edifício da década de 40, que tinha sido a residência oficial do Embaixador de Cuba – evidente que no período pré-Fidel. Com a revolução cubana o embaixador se mandou. Era um lugar decadente, mas notava-se que tinha sido muito luxuoso, principalmente pelo tamanho dos quartos, banheiros e salas.
Foram dois meses agradáveis. E de muita festa.






Segunda Especial, 28 de dezembro de 2015





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Histórias de Verão - 3


ITALIANOS DE BOMBINHAS


Antes, confere:




Alguns jornalistas já exerceram todas as funções em rádios, TVs e jornais. Raríssimos com a competência do Rogério Mendelski, hoje na Rádio Guaíba e colunista dominical do Correio do Povo. Um de seus grandes amigos é o também jornalista Adroaldo Streck.
Os dois são protagonistas desta fantástica história.






O jornalista e ex-deputado federal Adroaldo Streck tem um hobby que ele faz questão de cultivar e aprimorar: descobrir as origens de pessoas com sobrenomes estrangeiros. Estávamos em Bombinhas, em janeiro de 1985, nos preparando para uma cobertura importante em Brasília, a eleição de Tancredo Neves pelo Colégio Eleitoral.
Numa caminhada pela única rua do balneário – Bombinhas ainda era um paraíso quase desconhecido do turismo predatório – passamos pela frente de uma casa comercial cuja identificação estava nas grandes letras pintadas na parede lateral. Era o Supermercado Veratoni.
Streck logo se interessou pelo nome do supermercado e foi me dizendo: “Acho que esse sobrenome é da região italiana do Vêneto”.
E passou a me desfiar o seu conhecimento da corrente migratória de italianos que aportou por aqui a partir de 1874. Citou-me os nomes de diversas famílias que chegaram ao Sul do Brasil e foi me dizendo que também nessa região de Santa Catarina havia uma forte presença de descendentes que vieram da Itália.
Sugeri a ele que como não estávamos fazendo nada, entrássemos no supermercado e perguntássemos se a família Veratoni era mesmo originária da região do Vêneto. Algo rigorosamente inútil, mas curioso, de quem não tem mesmo outra coisa a fazer naquela tarde de meio de semana.
Havia uma senhora no caixa do supermercado e o próprio Streck, educadamente, se aproximou e eu vi e ouvi o diálogo abaixo.
- Por gentileza, eu poderia falar com o proprietário?
- Senhor, eu sou a esposa do proprietário.
- Tenho curiosidade para saber a origem do sobrenome Veratoni. Estou em dúvida se os Veratoni são da região italiana do Vêneto.
Sem entender muito bem a pergunta, a senhora respondeu sorrindo:
- Não senhor. Veratoni é porque eu me chamo Vera e o meu marido Toni. Somos daqui mesmo de Santa Catarina.

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mundo legal


Histórias de Verão - 4


PIMENTÃO DE PINHAL


Essa é minha, mesmo.


Não consigo me lembrar o motivo, mas nos anos 70 gostava muito de ir a Pinhal, a praia oceânica mais próxima de Porto Alegre. O curioso é que não conhecia ninguém que tivesse casa por lá e nem mesmo meus amigos me acompanhavam. Ia sozinho e ficava num hotel chamado Estrela do Mar.
O hotel era muito simples, todo de madeira, os quartos eram limpinhos, mas sem banheiro – apenas uma pia que, nas madrugadas, servia para o xixi. Servia café da manhã, almoço e jantar, incluídos na diária. TV só assistia durante as refeições. Num desses finais de semana soube, estarrecido, que um dos meus maiores ídolos, Erico Verissimo, tinha falecido. Era 1975.
Levava livros e as revistas da semana e os jornais alternativos. Numa época ia com telas, tintas e pinceis para “descarregar a criatividade”. No meio da madrugada a luz era desligada.
Gostava dali. Poderia ir a Cidreira, bem maior e com muitos barzinhos. Não, ficava por lá mesmo.
Por duas vezes, um primo, como se fosse um irmão, José Antônio, foi comigo. Na primeira vez, no sábado, tinha um baile no clube. Fomos e tomamos todas. Quando a coisa estava animada e nós prontos para começar a dançar, apagaram a luz da cidade. Um breu. Só nos restava voltar ao hotel e dormir.
Acordei na madrugada com uma das maiores dores de barriga da minha vida. Não é vergonha nenhuma dizer que chorava e a cada “retorcida” na região da barriga, eu segurava um grito. O que fazer? Fiquei até clarear naquele sofrimento. Às vezes, eu falava “ai, Zé!!” e ele me pedia, rindo: “Para de dizer isso, o que vão pensar as pessoas nos outros quartos?”.
Eu não conseguia rir.
Na outra vez, o Zé Antônio levou uma namorada. Eu já estava lá quando eles chegaram no domingo, cedo. Tomamos o café e fomos para a praia. Um dia de cinema – sem vento e sem nuvens. A água estranhamente estava azulada. Ficamos naquela vida, sem guarda-sol, tomando cerveja. Nos revezávamos para buscar a gelada no hotel.
Lá pelas 4 da tarde, quando deu fome, fomos tomar banho para procurar alguma coisa para comer. É bom sempre lembrar que naquele tempo não existia protetor solar. Só os bronzeadores. Pois bem, eu não estava vermelho. Era um roxão só, dos pés ao rosto.
Como estava atrolhado de cerveja não senti nada.
Pegamos o ônibus e quando desci na esquina de casa – avenida João Pessoa com Venâncio Aires – as pessoas paravam para me olhar. De boca aberta.
Baixei a cabeça e fui célere para casa, onde me exilei por dez dias.




Segunda, 4 de janeiro de 2016



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Semana dos Festivais 1











mundo midiático 1


COMO SE CONSTRÓI
UMA MATÉRIA MENTIROSA


A Veja é mestra nesta técnica





Sempre tive curiosidade sobre esta história do triplex do nosso ex-presidente Lula no Guarujá. Não tive saco de procurar matérias a respeito, porque normalmente são apenas versões e não informações. A curiosidade maior era simples: honestamente, ele não teria dinheiro para comprar o imóvel, mesmo que durante um bom tempo tenha ganho muito dinheiro com palestras. Um apartamento em São Bernardo do Campo, tudo bem. Mas, cobertura triplex!!
-
Aí nestes feriados me entrou no email o link de uma matéria do site da Veja.
Um primor, puro estilo Veja atual.
O título é bem feito: Testemunhas atestam ligação de Lula com tríplex reformado pela OAS.
Fui ler.
As testemunhas: um engenheiro da OAS anônimo e o zelador do prédio. Estes garantiram que Lula e familiares estiveram no imóvel - 297 metros quadrados e com valor de 2,5 milhões de rais - várias vezes para acompanhar a reforma.
No entanto, no meio da tal versão, está escrito:

(...) Lula, como era de esperar, correu para tentar se descolar do imóvel. Logo passou a negar que fosse o proprietário. Alegou que a família tinha apenas a opção de compra de um apartamento - uma esperteza óbvia, já que o tríplex está registrado em nome da OAS. 

Só este trecho termina com toda catilinária da Veja!
O imóvel é da OAS!
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Sei lá se a intenção da empreiteira era mesmo "doar" o triplex para o nosso ex-presidente.
Isso é problema para a Justiça investigar e decidir.
Nada justifica a canalhice da matéria.
Quer ler? Está aqui: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/testemunhas-atestam-ligacao-de-lula-com-triplex-reformado-pela-oas
-
Dei uma olhada no Google e encontrei isso:

(clica em cima que amplia)



Esclarecido?
Não.
Aguardo uma matéria decente.


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mundo triste

Pedro Mello, um grande porto-alegrense






Nascido em Livramento, Pedro Romeu de Lima Mello fez mais por Porto Alegre do que muitos que receberam esta incumbência através das urnas.
Como escreveu o Xicão Tofani, "um ícone, uma lenda, o inventor da noite de hoje em Porto Alegre".
Pedro estava com 62 anos e faleceu na sexta passada, quando fazia a sua caminhada diária.
Foi o criador - mais tarde associou-se a Rui Willig - da melhor casa noturna da cidade do século passado, a Água na Boca - começou na rua José do Patrocínio e depois foi para um casarão na praça do Portão, a Conde de Porto Alegre.
Inúmeros foram os empreendimentos. Mais de 20, como o Veneza, Malibu, Bunker, Tucano Café, Piazzolla, Lifebuoy. Tudo que fez foi sucesso.
Ele estava sempre com este largo sorriso da foto. Um cara gentil. Sensacional.
O Xicão resume:
"Meu coração está dilacerado com a sua perda! Mas homens como você não morrem, deixam um legado, cidadão emérito de Porto Alegre, fomentador do turismo e principalmente um cara do bem! Se você curte uma balada boa na cidade foi Pedro que a trouxe! Saudade eterna querido amigo!"


Pedro e Fafá de Belém no auge do Água


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porto alegre abandonada

Será que vai terminar a esculhambação nas ruas?






Não acredito nessas decisões de gabinete, mas temos que levar fé de que não teremos mais, neste ano, aquelas absurdas interrupções de avenidas e ruas em Porto Alegre. A vagabundagem adora interromper as entradas de Porto Alegre, nas primeiras horas da manhã, infernizando a vida de milhares de pessoas.
Vamos acreditar!
Porque foi assinado um protocolo entre a Brigada Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Tribunal de Justiça do Estado e Ministério Público, que definiu ações para estes criminosos bloqueios no trânsito de Porto Alegre
Vão ser ações imediatas. Em Porto Alegre a responsável é a EPTC, o que não é garantia de nada.
Os baderneiros podem ser presos e enquadrados, incluindo contravenções e pequenos delitos como ameaça, incitação ao crime.


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mundo midiático 2

ACEG: Esse é o cara!!



Carlos Bastos e o futuro presidente da ACEG, José Aveline Neto


José Aveline Neto escreve:

Venho aqui, fazer o lançamento oficial da minha candidatura à presidência da Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos - ACEG -, para o biênio 2016/2017. Tomei essa decisão após consultar vários jornalistas e radialistas esportivos da imprensa gaúcha.
São eles: os jornalistas Cláudio Brito, Ibsen Pinheiro, Flávio Dutra e Carlos Bastos; os ex-presidentes Marco Antonio Franzmann Schuster , João Bosco Vaz, João Garcia, Marco Antônio Pereira, Wianey Carlet, José Enedir Francisco, José Carlos Torves e Fernando Goulart; os gerentes/chefes e coordenadores das equipes de rádio como Pedro Denardin, Marjana Vargas, Nando Gross e Ribeiro Neto. Também consultei representantes de jornais da capital e interior, rádioswebs, familiares e amigos.
Para minha alegria o apoio e o prestígio, para candidatar-me ao pleito, foi unânime à minha pessoa. Anuência, talvez, pelas três décadas de credibilidade e confiança que adquiri ao longo dos anos dirigindo e publicando ininterruptamente a Revista Goool e a fidelidade construída com carinho e respeito, juntos aos colegas e amigos profissionais da comunicação.
Finalizando e muito agradecido, quero dizer que me sinto confiante e ávido à empreitada, disposto a dar o melhor de mim à categoria, caso seja eleito em fevereiro de 2016.
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TÁ ELEITO, AVELINE!!
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Ao novos dirigentes da histórica ACEG: Não fiquem na mão de conhecidos malfeitores do futebol.
Não podem, como fez dirigente recente, se vender por migalhas. E, pior, para delinquentes.


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COMPRAR?





Simples.Envia pedido para jlprevidi@gmail.com que vai pelo correio sem despesa.

Ou na Banca da República.
(Rua da República esquina avenida João Pessoa - Porto Alegre)



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mundo das reflexões

Esse pessoal que execra o governador José Ivo por ter aumentado a alíquota do ICMS em 1 por cento irá odiar de morte a presidente Dilma por trazer de volta a CPMF?
A propósito: A chamada "mídia golpista" está empenhadíssima na reedição do achaque federal. Basta ver as edições diárias do jornal nacional. Descobriram o caos na saúde!!
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Aí, dois amigos petistas fizeram estes comentários "brilhantes":

- Para esconder o fracasso político nada como uma boa teoria da conspiração, por mais idiota que pareça.
- Não vi ninguém batendo panela lá do Moinhos de Vento. Indignação seletiva.

Interessante, não?
Dois fatos e comentários dignos da tese do "samba do crioulo doido".


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mundo muderno

Não tem jeito

Nos primórdios desse século era "agregar valor". Um negócio estranho e que as pessoas que se achavam inteligentes e evoluídas usaram bastante. Jamais usei porque não conseguia entender.
Aí deram uma parada e logo depois veio a "concertação".
Por mais que tentem me explicar não consigo entender. Não adianta. Já li a respeito. Fui até conhecer um partido chileno, "de la concertacion", e não captei nada.
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Aí inventaram esse negócio de "empoderamento". Curioso, cada vez que escuto ou leio esta palavra me vem a imagem de uma pessoa chupando um carpim.
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E, agora, para embaralhar mais ainda veio essa "sororidade".
Bah, aí fundiu o cabeção!!
-
O QUE É ISSO, MEU DEUS DO CÉU?






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mundo fashion

Ceia de 31 de dezembro no Fasano dos Jardins, em São Paulo, custou 1.200 reais por cabeça.


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porto alegre abandonado


O prefeito acha "lindo" os moradores de rua





Tentei escutar mas me irritou.
Hoje de manhã, no Agora da Rádio Guaíba, o prefeito de Porto Alegre ficou indignado (ui!!) quando o apresentador Felipe Vieira leu mensagem de uma leitora, de que os moradores de rua sujam as ruas.
É um prefeito que não conhece a cidade. Não sabe nada da cidade.
Se ele percorresse, as vezes, a Cidade Baixa, bairro em que morou, constataria como vivem os mendigos e craqueiros. Claro que eles sujam tudo, fazem tudo que se pode imaginar nas calçadas. Da manhã a noite. Cedo, os funcionários dos edifícios lavam diariamente as calçadas. Adivinha?
Ele deve achar uma maravilha essa gente morar nas praças, ruas e avenidas.
"Lindo isso!!", deve pensar.


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mundo inacreditável

Achas que só brasileiros gostam de babaquices?

Assistam ao vídeo mais visto no mundo! No YouTube:
Mais de 120 MILHÕES de visualizações!!



-

Mas brasileiro gosta de babaquice, sim!!




A vlogger curitibana Kéfera Buchmann, 22, atingiu no final do ano passado um recorde: 7 milhões de seguidores em seu canal no YouTube, o "5incominutos".
A guria é um fenômeno. Só a paródia do hit Bang atingiu mais visualizações que o original de Anitta.
E esta é para liquidar até o Paulo Coelho. Seu livro de estreia, Muito Mais de Cinco Minutos,  vendeu 300 mil exemplares.




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mundo midiático 3

Variadas

RETORNOS - Hoje, na Rádio Guaíba, retornou a atividade  o extraordinário partner do Rogério Mendelski no programa Bom Dia, Rogério Böhlke. Maria Luiza Benitez o substitui muito bem, mas a gente se acostuma como Alemão. A propósito: amanhã retorna  o repórter Flávio Dal Pizzol. Foi substituído pelo Marco Antônio Pereira, também muito legal.
O negócio é que os ouvintes se acostumam com os titulares do espaço, né?
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GENIAL!

-
DESCENTE?


Agora, sério, estagiário federal:
DESCENTE
A palavra em questão é formada a partir de derivação sufixal. Neste caso, acrescentou-se o sufixo ente à palavra descer, por isso deve ser escrita corretamente desta forma – descente.
É um sufixo nominal que se junta a um verbo para dar origem a um adjetivo uniforme. Refere-se a algo ou alguém que dirige-se para baixo.
Sinônimos – cadente, descendente. Significa também uma descida.
Palavras da Família – descer, descendente, descensão.
-

MAIS UMA GENIAL!!

(clica em cima que amplia)




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REVISÃO? GÊNIOS NÃO PRECISAM DESTA COISA DO PASSADO!!


Antes faxineira, Andreza superou as dificuldades e agora é banharel em Serviço Social

Mesmo diante da crise, aos 38 anos, ela terminou o curso e virou exemplo para a família toda
-
MILAGRE!! NÃO É SUSPEITO!!
mundo nostálgico

Quem lembra?

(clica em cima que amplia)




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mundo das piadinhas