Segunda, 27 de setembro de 2021


SOU QUEM SOU.
TUA APROVAÇÃO NÃO É NECESSÁRIA.
...

ANDO DEVAGAR
PORQUE JÁ TIVE PRESSA







Escreva apenas para


COMENTÁRIOS: Todos podem fazer críticas, a mim, a qualquer pessoa ou instituição. Desde que eu tenha alguma informação do crítico - nome, telefone, cpf - ou seja, dados. Claro que existem pessoas que conheço e que não necessito dessas informações. MAS NÃO PUBLICO CRÍTICAS FEROZES. 
E não esqueça: mesmo os "comentaristas anônimos" podem ser identificados pelo IP sempre que assim for necessário. Cada um é responsável pelo que escreve.



ESCLARECIMENTO
NECESSÁRIO


Estou acostumado com xingamentos. Quase todo dia um infeliz, anônimo, vai nos comentários do Blog e lasca uma "ofensa" e/ou palavrão em minha homenagem, geralmente por não concordar com o que escrevo.

Agora, surgiu mais um tipo: o covarde me bloqueia e aí me xinga. De repente o machão não queria que eu lesse a "ofensa". Calma, conto em detalhes.

Há uns meses, esse machão me colocou em dois grupos de WhatsApp sem me consultar. Não participava dos papos porque não gosto de radicalismos doentios e para não discutir o melhor é ficar de fora.

Um desses grupos é do Clube do Opinião. Sou fundador do Clube, lá no início do século. Fizemos reuniões antológicas. Mas ultimamente mudou muito. Na eleição do ano passado, o Clube só fez entrevistas com "candidatos da direita" à Prefeitura de Porto Alegre. Não participei de nenhuma, porque não apoio esse tipo de comportamento.

Outra: as tais "notas oficiais" só eram emitidas para defender o pessoal de um lado. Se eu sempre critiquei o Sindicatos dos Jornalistas por ser identificado com o PT não tinha como apoiar uma entidade que defende apenas um lado, no caso a chamada "direita".

Na semana passada recebi um texto longo e furibundo de um dos maiores jornalistas brasileiros, Luiz Cláudio Cunha. O texto era justamente sobre o Clube de Opinião, que ele apelidou de "Clube sem opinião". Pensei: é um bom debate, apesar de emitir alguns conceitos que não concordo. Claro que publiquei, assim como sempre publiquei os textos dele, especialmente sobre a RBS.

Todas as sextas publico um escritor. Na sexta passada narrei a vida do LCC e publiquei o texto. De todas as sextas foi o que teve maior número de visitas. Mas estranhamente não recebi nenhuma linha contestando a opinião do jornalista. Imaginei que tivessem digerido.

Enganei-me.

Pois o machão, dono do Clube, me bloqueou do grupo e logo depois escreveu um amontoado de "ofensas" e mentiras. Se não fosse uns amigos terem me mandado a cópia da baixaria do machão eu não saberia dos vilipêndios.

O dito, em seu comunicado, escreveu que não quer mais "participar dos mesmos espaços" que eu. HAHAHAHA!!! "...descobri infelizmente que ele nunca foi meu amigo,,, e tem se mostrado um cafajeste e eu não me relaciono mais com esse tipo de pessoa". Encerra, demagógico: "fiquem à vontade... se preferirem que ele volte à participar do grupo só me avisem, que eu saio".

Mais adiante, o machão mente, descaradamente: "Só que desta vez eu não vou organizar uma vaquinha e nem um livro para ajudá-lo".

A vaquinha em questão EU ORGANIZEI quando perdi um processo e tive que pagar uma indenização de mais de 40 mil reais. O livro, Todos por Um, que arrecadou pouco mais de 4 mil reais para contribuir no pagamento da indenização. FOI ORGANIZADO PELO PAULO PALOMBO PRUSS. E, olha, sinceramente, não sei se o machão comprou um exemplar... Ah, sim, ele escreveu a abertura da edição, que não foi aprovada e o texto final foi do Flávio Dutra.

Casualmente, dois participantes do grupo, que apoiaram o texto do machão, não contribuíram em nada na vaquinha ou na compra do livro. Portanto, tinham que ficar quietinhos... Aliás, um deles nem jornalista é -  um picareta da área econômica.

Lamento apenas que algum amigo tenha se sentido ofendido pelo texto do Luiz Cláudio. Entendo que nem todos estão preparados para críticas. A estes peço desculpas e coloco meus espaços a disposição.

Para encerrar: O machão, depois que começou a apresentar um programa na Rádio Guaíba está se achando uma estrela. Coitado, o programa é traço de audiência, diariamente. Não poderia ser diferente, porque só participa do programa quem se diz direitista juramentado.

O machão é o dono no prêmio Press. Já pedi para não votarem em mim, porque não quero ser identificado com esse tipo de gente, metida a radical.

Olha, se eu sou cafajeste, o que resta pra ti, machão?


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ELA OUSOU FAZER UMA PERGUNTA AOS DETETIVES

- Gostaria de saber, assim como a população, quando é que os senhores irão convocar governadores e prefeitos e investigar a questão dos desvios de verbas do combate à pandemia?

A indagação foi da jornalista Berenice Leite, da TV JCO, aos senadores Randolfi e Renan, essa dupla asquerosa.

Claro que nenhum "jornalista" de Brasília ousaria fazer esta pergunta aos dois detetives, que visivelmente incomodados enrolaram e não responderam nada.

Berenice insistiu:

- Só para entender, qual o objetivo da CPI? Derrubar o presidente?

Cai o pano, rápido.

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Esses canalhas convocaram até um prefeito do RS que foi pego no aeroporto com 505 mil reais. Pra quê?
Mas convocar os governadores esses cagões têm medo.


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ACHA O GALVÃO BUENO CHATO? - Então tente assistir a um jogo nas Band tendo o Datena de narrador e o Neto de comentarista.
A dupla não é chata, extrapola, é pegajosa!!
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Tudo bem, mas nada supera a narradora da Globo...


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EM COMPENSAÇÃO - Assisti no sábado o Caldeirão, com o Marcos Mion. Uma baita surpresa, o cara é muito engraçado e o programa tem um ritmo forte sem os melodramas do Hulk. Ao contrário, é risada e mais risada. Muito legal.


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RÁDIO MUDERNO - Escreve o jornalista Caco Belmonte:

Quando os âncoras começam a falar de suas vidas pessoais eu desligo o rádio. Isso acontece muitas vezes ao dia. Os campeões do jornalismo de umbigo estão na Gaúcha, mas, acontece nas demais também. Saudades de ouvir um Amir Domingues, que privilegiava a informação. "Ai, mas o rádio mudou", dizem os que estão no microfone e entendem que a tendência da informalidade é uma grande sacada e vem a reboque da interatividade nas redes sociais. Ficou uma grande bosta, isto sim é o que houve.
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Caco, também é insuportável quando dão opinião sobre tudo. Aí acontece merda, como foi o caso recente do David Coimbra e a Kelly Comká.


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UM PEDIDO AOS LEITORES AMIGOS - Como me nego a ser um radical de direita e muito menos de ixquerda - só não suporto a soberba de petistas e similares - peço a gentileza de não ser indicado ao prêmio Press. Não combino com o radicalismo doentio atual pregado pelo dono do "evento". Para mim, a simples indicação se transforma no apoio a teses das quais não comungo. Assim como não vou mais difundir a existência do Prêmio.  Desde já, agradeço.


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CANOAS:
O SUCESSO DA SEMANA FARROUPILHA


Durante oito dias, os canoenses tiveram a oportunidade de cultuar as tradições gaúchas na 28º Semana Farroupilha de Canoas, realizada no Parque Municipal Eduardo Gomes. Foram 24 espetáculos, entre shows musicais e apresentações artísticas, provas campeiras, desfile de cavalarianos e muita diversão durante todos os dias de evento.

De acordo com o balanço da Secretaria da Cultura, o público nos piquetes durante os oito dias foi de 18660 e 2.260 pessoas compareceram aos shows. Já as lives dos espetáculos tiveram mais de 70 mil visualizações pelo Facebook e Youtube. No local, foram realizados 1947 testes de Covid-19, sendo que quatro tiveram resultados positivos.

A Semana Farroupilha foi encerrada na segunda-feira (20) com o tradicional Desfile Farroupilha, que reuniu mais de 300 cavalarianos, com o duelo de laços, shows e com a extinção da Chama Crioula, realizada pelo prefeito Jairo Jorge.


Os espetáculos da noite de encerramento foram de Gaudêncio (humorista), Elton Saldanha e João Luiz Corrêa. A emoção tomou conta do público presente com o canto do hino rio-grandense e canções gaúchas consagradas, como Querência Amada e Eu Sou do Sul. “Fé, esperança e ciência” foi o recado de Elton Saldanha ao se despedir do público.

No sábado (18), a Prefeitura inaugurou a nova Pista de Tiro de Laço, a primeira pista coberta pública para a prática da competição no Rio Grande do Sul. O duelo de laço individual contou com 173 inscritos e a premiação foi de R$ 4 mil.

Os primeiros lugares das forças A, B e C foram, respectivamente, Henrique Camargo, do Piquete Estância Gaúcha; Mateus Zanetti, do DTG Morada de Guapos; e Luciano Muniz, do Piquete Parque da Figueira.

A tradicional extinção da Chama Crioula, que chegou no dia 12 de setembro, foi realizada pelo prefeito Jairo Jorge, que agradeceu e homenageou todos os trabalhadores do setor dos eventos e artistas, que foram os primeiros a parar de trabalhar e os últimos a voltar em função da pandemia da Covid-19. “Estes foram dias que trouxeram alegria e esperança em meio à pandemia. Além de cultuarmos nossas tradições, celebrar nossa história e mostrar nosso orgulho pela cultura gaúcha, ainda provamos o quanto Canoas está à frente no enfrentamento à pandemia com o sucesso deste evento teste.Também agradeço à Associação das Entidades Tradicionalistas de Canoas (AETC) pela parceria. Estamos trabalhando para ser a capital do tradicionalismo no Rio Grande do Sul”, ressalta Jairo Jorge.

Com a pandemia da Covid-19, a Prefeitura de Canoas teve que adaptar o evento para cumprir todos os protocolos de prevenção e enfrentamento à Covid-19. Entre eles, a testagem do público, a obrigação da apresentação da carteira de vacinação (ao menos uma dose), o distanciamento físico social, a restrição de público nos espetáculos, uso obrigatório de máscaras, entre outros.

Para os canoenses Maximiliano Nunes e Leila D’Ávila, que foram ao Parque em quatro dias, o formato e a estrutura atingiram o objetivo. “Canoas respira o tradicionalismo e estávamos sentindo muita falta da Semana Farroupilha. Adoramos a estrutura, os shows e todo o evento. Parabenizamos a Prefeitura pela coragem e empenho na realização deste grande espetáculo da cultura gaúcha”, afirma Maximiliano.


Para o secretário da Cultura, Pinheiro Neto, o sentimento é de missão cumprida. “Não foi apenas um evento. Não foi uma festa. Além da valorização da nossa cultura e tradição, a Semana Farroupilha de Canoas serviu como exemplo e modelo para mostrar ao país que o setor de eventos pode voltar a funcionar, com protocolos adequados, pois existem milhares de trabalhadores que dependem dos eventos para sobreviver”, ressalta.

A realização da 28ª Semana Farroupilha foi da Prefeitura de Canoas em parceria com a Associação das Entidades Tradicionalistas de Canoas (AETC).


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PARA QUEM NÃO ASSISTI AOS JORNAIS DA GLOBO


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ISSO NÃO É PIADINHA




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BANDIDO É SEMPRE BANDIDO



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UMA RESPOSTA ANTOLÓGICA!





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250 ANOS DE PORTO ALEGRE - 
As comemorações dos 250 anos de Porto Alegre já começaram. O evento de lançamento da programação oficial prévia e do selo comemorativo, neste domingo, 26, na Redenção, marcou o início da festa.
A programação foi desenvolvida durante dois meses pela prefeitura, através da Secretaria Extraordinária para os 250 anos de Porto Alegre, e conta com mais de 200 atrações que vão de 26 de setembro de 2021 a 31 de dezembro de 2022. São eventos dos mais variados, produzidos pela prefeitura, organizações sem fins lucrativos e iniciativa privada. Esporte, lazer, cultura, turismo, educação, inovação e desenvolvimento social e econômico são os principais temas a serem abordados durante o período de comemoração.

Segundo Beidacki, a programação quer envolver toda a comunidade e ajudar a fortalecer a relação dos porto-alegrenses com a cidade. “Temos eventos para todos os públicos, para todas as idades e todas as classes sociais. Nesses 250 anos, queremos aproximar ainda mais o cidadão da Capital e aumentar o orgulho pela nossa Porto Alegre”, disse.

Muitas novidades estão entre a programação e eventos importantes surpresa serão incluídos ainda durante o período. Uma das novidades será o Natal de Porto Alegre, que acontecerá pela primeira vez nos quatro fins de semana de dezembro, começando no dia 4, com shows e a chegada do Papai Noel na Usina do Gasômetro. Outra atração é a volta do show de Ano Novo na Orla 1 e a retomada do Baile da Cidade, na véspera do aniversário de Porto Alegre, em 25 de março, na Redenção.

Durante o baile, 250 meninas em situação de risco serão debutantes, proporcionando inclusão social e dignidade.
Os eventos contam com parcerias diversas, como entidades de classe, produtoras culturais, empresa do ramo de eventos, organizações esportivas e associações comunitárias. Fecomércio, Sesc e Senac estão entre os parceiros e vão promover ações conjuntas com a prefeitura. 



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Foto Joel Fraga

REVITALIZAÇÃO DO CENTRO -
 Está rolando o edital de contratação de empresas para a revitalização do calçadão das ruas da Praia e Uruguai e a urbanização do quadrilátero Central. As obras contarão com investimento previsto de R$ 12.552.254,98 oriundos de recursos do Banco de Investimento da América Latina (CAF). O processo licitatório trata-se de uma concorrência internacional, do tipo menor preço global, e se mantém por regime de empreitada por preço unitário. A sessão pública será em 26 de outubro, às 14 horas, na Diretoria de Licitações e Contratos da Secretaria Municipal de Administração e Patrimônio (rua Siqueira Campos, 1300/ 3° andar, sala 301).

“Aproveitamos para revisar todos os mais de 10 mil itens da planilha orçamentária. Observamos que o orçamento, que já estava pronto quando assumimos, estava desatualizado. Após a revisão técnica, preços de diversos elementos e insumos necessários foram reajustados aos preços atuais. Além disso, articulamos para a inclusão do trecho a ser revitalizado na PPP da iluminação pública, o que fez com obtivéssemos uma economia de mais de R$ 1,5 milhão no orçamento”, conclui Mendes Ribeiro.

As obras de recuperação das duas ruas e quadrilátero Central têm prazo previsto de 12 meses para conclusão, após a data de início, e fazem parte do programa Centro +, desenvolvido pela prefeitura para recuperação do Centro Histórico. “O quadrilátero Central, as duas ruas são um grande acréscimo ao projeto de recuperação do bairro. Com as alterações que foram realizadas no edital, temos convicção de que poderemos avançar neste que é um dos principais projetos do nosso esforço para recuperar a região”, afirma o secretário Municipal de Planejamento e Assuntos Estratégicos, Cezar Schirmer.

O secretário Municipal da Administração e Patrimônio, André Barbosa, destaca o alcance de uma licitação de âmbito internacional dentro do projeto de Revitalização do Centro Histórico. “É uma oportunidade excelente de ampliar as opções e prospectar novas visões de urbanismo, atraindo, inclusive, tecnologias que ainda não chegaram no Brasil. Teremos uma concorrência com alto nível técnico, trazendo ao Centro Histórico a modernização almejada pela gestão”, define.  

As intervenções, que devem iniciar-se ainda em 2021, privilegiam a circulação de pedestres, ampliando as calçadas, qualificando as travessias, reduzindo barreiras de acessibilidade e melhorando a pavimentação em geral. Haverá também a implantação de novo mobiliário urbano, melhorias na iluminação pública e a ampliação do sistema de videomonitoramento.


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URBIM EM FOTOS


Exposição “Um olhar de guri – a arte como narrativa na obra do escritor CARLOS URBIM”

O Instituto Estadual do Livro  estará recebendo, de 24 de setembro a 9 de dezembro, na Sala “Na Volta da Esquina” – espaço de exposições destinado ao livro, leitura e literatura, inaugurado em agosto de 2021 – a exposição “ Um olhar de guri – a arte como narrativa na obra do escritor CARLOS URBIM”, dedicada a Carlos Urbim, falecido em 2015.

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A mostra é composta pelo Acervo pessoal de Alice Urbim, sua esposa, e apresenta toda a obra literária infantojuvenil do autor, obras originais de artistas plásticos gaúchos que ilustraram suas publicações, objetos pessoais e uma obra artística visual autoral, ainda inédita, apresentada em telas, desenhos e objetos produzidos por ele.

Para visitar a exposição, é necessário realizar agendamento prévio, de segunda a sexta em horário comercial, pelo telefone (51) 3314-6450, de modo a respeitar as normas de lotação e distanciamento atualmente vigentes.

A sala “Na Volta da Esquina” está localizada no Instituto Estadual do Livro, Rua André Puente, 318, Bairro Independência, Porto Alegre/RS.

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Exposição “ Um olhar de guri – a arte como narrativa na obra do escritor CARLOS URBIM”

24 de setembro a 09 de dezembro

Sala “Na Volta da Esquina” do IEL - Rua André Puente, 318, Bairro Independência, Porto Alegre/RS

Agendamento para visitas pelo telefone (51) 3314-6450

Foto do Gilberto Perin


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GENIAL!!

(clica em cima que amplia)

(

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INTERVALO

NÃO CUSTA SE PREVENIR


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PIADINHA



Sexta, 24 de setembro de 2021 - parte 2



SOU QUEM SOU.
TUA APROVAÇÃO NÃO É NECESSÁRIA.
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ANDO DEVAGAR
PORQUE JÁ TIVE PRESSA






Escreva apenas para


COMENTÁRIOS: Todos podem fazer críticas, a mim, a qualquer pessoa ou instituição. Desde que eu tenha alguma informação do crítico - nome, telefone, cpf - ou seja, dados. Claro que existem pessoas que conheço e que não necessito dessas informações. MAS NÃO PUBLICO CRÍTICAS FEROZES. 
E não esqueça: mesmo os "comentaristas anônimos" podem ser identificados pelo IP sempre que assim for necessário. Cada um é responsável pelo que escreve.


especial

Nesta sexta, uma cesta 
de Alexandre Dumas
!


Autor de clássicos
da literatura mundial




Há favores tão grandes que só podem ser pagos com a ingratidão.


Os maridos das mulheres que nós admiramos parecem-nos sempre estúpidos.




Os amigos que perdemos não repousam na terra, estão enterrados em nosso coração.


Alexandre Dumas (pai) nasceu em Villers-Cotterêts, na região Altos da França, próxima a Paris, em 24 de julho de 1802. Era neto do marquês Alexandre Antoine Davy de la Pailleterie e de uma escrava negra, Marie-Césette Dumas. Seu pai foi Thomas Alexandre Davy de la Pailleterie, mais conhecido como General Dumas, grande figura militar de sua época.


Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. Na revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão.

Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidas por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começava a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas.


Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada O Capitão Paulo (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal.


Em 1840 casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

Alexandre Dumas, pai, escreveu romances e crônicas históricas com muita aventura que estimulavam a imaginação do público francês e de outros países nos idiomas para os quais foram traduzidos. Alguns destes trabalhos foram:

O Conde de Monte Cristo

Os Irmãos Corsos

Os romances de D'Artagnan:


Os Três Mosqueteiros (Les Trois Mousquetaires, 1844)

Vinte anos depois (Vingt Ans Après, 1845)


O Visconde de Bragelonne (Le Vicomte de Bragelonne, 1847) - (do qual faz parte O Homem Com a Máscara de Ferro)

Os romances Valois:

A Rainha Margot (1845)

A Dama de Monsoreau (1846)

Os Quarenta e Cinco (1847)

Memórias de um Médico

Joseph Balsamo (1849)

O Colar da Rainha (1850)

A Tulipa Negra (1850)

Ange Pitou (1851)

A Condessa de Charny (1853)

O Cavaleiro de Maison-Rouge (1854)

O Castelo de Eppstein


Memórias de Garibaldi (1860)



Seu trabalho como escritor lhe rendeu muito dinheiro, porém Dumas vivia endividado por conta de seu alto gasto com mulheres e de seu estilo de vida. O grande e dispendioso château que construiu estava constantemente cheio de pessoas estranhas que se aproveitavam de sua generosidade.

Com a deposição do rei Luís Filipe após uma revolta, não foi visto com bons olhos pelo presidente recém-eleito, Napoleão III, e em 1851 Dumas teve que ir embora para Bruxelas para fugir de seus credores. Dali viajou à Rússia, onde o francês era a segunda língua falada e suas novelas também eram muito populares.

Dumas passou dois anos na Rússia antes de se mudar em busca de aventuras e inspiração para mais histórias. Em março de 1861, o reino da Itália foi proclamado, com Vítor Emanuel II como rei. Nos três anos seguintes, Alexandre Dumas se envolveria na luta pela unificação da Itália, retornando a Paris em 1864.


Sepultado no local onde nasceu, o corpo de Alexandre Dumas ficou no cemitério de Villers-Cotterêts até 30 de novembro de 2002. Sob as ordens do presidente francês Jacques Chirac, seu corpo foi exumado e, numa cerimónia televisiva, seu novo caixão, carregado por quatro homens vestidos como os mosqueteiros Athos, Porthos, Aramis e D'Artagnan, foi transportado em procissão solene até o Panteão de Paris, o grande mausoléu onde grandes filósofos e escritores da França estão sepultados.


Em seu discurso, o presidente Chirac disse: "Contigo, nós fomos D'Artagnan, Monte Cristo ou Balsamo, cavalgando pelas estradas da França, percorrendo campos de batalha, visitando palácios e castelos -- contigo, nós sonhamos." Numa entrevista após a cerimônia, Chirac reconheceu o racismo que existiu, dizendo que um erro agora foi reparado, com o sepultamento de Alexandre Dumas ao lado dos companheiros autores Victor Hugo e Voltaire.




A honraria reconheceu que, apesar de a França ter produzido vários grandes escritores, nenhum deles foi tão lido quanto Alexandre Dumas. Suas histórias foram traduzidas em quase 100 idiomas e inspiraram mais de 200 filmes.



Nos negócios não existem amigos, apenas clientes.





Em política, meu caro, sabe tão bem quanto eu, não existem homens, mas ideias; não existem sentimentos, mas interesses; em política, ninguém mata um homem: suprime-se um obstáculo. ponto final.



Durante o ano de 1865, viajou para a Áustria e Hungria. Voltou à Itália em 1866 e, em 1867, foi visto e fotografado com sua amante Adah Menken (1835-1868), uma atriz, pintora e poetisa americana. O romance gerou escândalo, principalmente devido à diferença de idade entre eles. Nesse mesmo ano, o romancista retornou à Alemanha. Três anos depois, viajou para a Espanha e depois se mudou para a vila onde morava seu filho, o também escritor Alexandre Dumas Filho (1824-1895), perto de Dieppe, onde morreu, em 5 de dezembro de 1870.



Para todos os males, há dois remédios: o tempo e o silêncio.




Faça sua ausência ser forte o suficiente para que alguém sinta a sua falta, mas cuide para que essa ausência não se torne longa ao ponto desse alguém descobrir que pode viver sem você.





O Conde de Monte Cristo

A história: Fernand Mondego não consegue mais suportar a inveja que possui de Edmond Dantes, por este possuir uma belíssima mulher. Influente, acaba fazendo com que Dantes, um homem pobre e honesto, seja acusado de traição e assassinato, indo parar em uma prisão ilhada e isolada do mundo. Dantes, ao longo dos anos que fica preso, vai perdendo a fé em Deus, até que encontra um padre que também estava preso e tinha um plano de fuga. Ele então escapa da prisão cheio de ódio e sedento por vingança.

Capítulo 88: O insulto


À porta do banqueiro, Beauchamp deteve Morcerf.

- Escute - disse-lhe -, há pouco sugeri-lhe em casa do Sr. Danglars que era ao conde de Monte-Cristo que devia pedir uma explicação.

- É verdade e vamos para sua casa.

- Um momento, Morcerf. Antes de irmos a casa do conde, reflita.

- Em que quer que reflita?

- Na gravidade da diligência.

- É mais grave do que vir a casa do Sr. Danglars?

- É. O Sr. Danglars é um argentário, e como não ignora, os argentários sabem muito bem o capital que arriscam e não se batem facilmente. O outro, pelo contrário, é um gentil-homem, na aparência, pelo menos; mas não receia encontrar um valente debaixo da capa do gentil-homem?

- Só receio uma coisa: encontrar um homem que se não bata.

- Oh, a esse respeito esteja tranquilo! - declarou Beauchamp. - Esse bater-se-á. Temo até uma coisa: que se bata demasiado bem. Acautele-se!

- Amigo, isso é tudo o que peço - redarguiu Morcerf com um belo sorriso. - Nada me pode tornar mais feliz do que ser morto por meu pai; isso salvar-nos-á a todos.

- Mas isso será a morte de sua mãe!

- Pobre mãe, bem o sei! - suspirou Albert, passando a mão pelos olhos. - Mas mais vale que morra por isso do que de vergonha.

- Está realmente decidido, Albert?

- Estou.

- Vamos então! Mas acha que o encontraremos?

- Ele devia regressar algumas horas depois de mim e certamente regressou.

Meteram-se na carruagem e mandaram seguir para a Avenida dos Campos Elísios, n.º 30

Beauchamp queria descer sozinho, mas Albert observou-lhe que como o caso saia das regras habituais lhe permitia afastar-se da etiqueta do duelo.

O jovem agia em tudo aquilo por uma causa tão sagrada que Beauchamp nada mais tinha a fazer do que submeter-se a todos os seus desejos. Cedeu portanto a Morcerf e limitou-se a acompanhá-lo.

Albert transpôs apenas de um salto a distância que ia do cubículo do porteiro à escadaria. Foi Baptistin quem o recebeu.

Efetivamente, o conde acabava de chegar, mas estava a tomar banho e proibira que se recebesse quem quer que fosse.

- Mas depois do banho? - perguntou Morcerf.

- O senhor jantará.

- E depois do jantar?

- O senhor dormirá uma hora.

- E em seguida?

- Em seguida irá à ópera.

- Tem a certeza? - perguntou Albert.

- Absoluta. O senhor pediu os seus cavalos para as oito horas precisas.

- Muito bem, era tudo o que queria saber - declarou Albert.

Depois, virando-se para Beauchamp, disse-lhe:

- Se tem alguma coisa a fazer, Beauchamp, faça-a imediatamente, e se tem algum encontro marcado para esta noite, adie-o para amanhã.


...


Capítulo 107: O covil dos leões


Uma das secções da Force, aquela que encerra os presos mais comprometidos e perigosos, chama-se o Pátio de S. Bernardo.

Na sua linguagem pitoresca, os presos deram-lhe o nome de Covil dos Leões, provavelmente porque os reclusos têm dentes que mordem muitas vezes as grades e não raro os guardas.

É uma prisão dentro da prisão; as paredes têm o dobro da espessura das outras. Todos os dias um carcereiro verifica cuidadosamente as grades maciças, e reconhece-se pela estatura hercúlea e pelo olhar frio e penetrante dos guardas que foram escolhidos para reinar sobre o seu povo pelo terror e pela rapidez dos reflexos.

O pátio da secção está rodeado de muros altíssimos sobre os quais desliza obliquamente o sol quando se decide a penetrar naquele abismo de fealdades morais e físicas. E ali, no pavimento empedrado, que desde a alvorada vagueiam, pensativos, assustados, pálidos, como sombras, os homens que a justiça mantém curvados sob o cutelo que afia.

Vêem-nos encostar-se e agachar-se ao longo do muro que absorve e retém mais calor, e ficarem para ali, conversando dois a dois, ou, na maioria dos casos, isolados, com o olhar constantemente atraído para a porta, que se abre a fim de chamarem algum dos habitantes do lúgubre recinto ou lançarem no abismo mais escória expelida pelo cadinho da sociedade.

O Pátio de S. Bernardo tem o seu parlatório particular.

Trata-se de um quadrilátero grande, dividido em duas partes por outros tantos gradeamentos colocados paralelamente a três pés um do outro, de forma que o viajante não possa apertar a mão ao preso ou passar-lhe qualquer coisa. O parlatório é sombrio, húmido e sob todos os aspectos horrível, sobretudo se pensarmos nas espantosas confidências que têm passado por aquelas grades e enferrujado o ferro dos varões.

Mesmo assim, por mais horrível que seja, o local é o paraíso onde vêm retemperar-se numa companhia desejada, apreciada, os homens que têm os dias contados. É tão raro sair-se do Covil dos Leões para qualquer outro lado que não seja a Barreira de Saint-Jacques, as galés ou a prisão celular!

No pátio que acabamos de descrever, e onde imperava uma humidade fria, passeava de mãos nas algibeiras um rapaz observado com muita curiosidade pelos habitantes do Covil.

Passaria por um homem elegante, graças ao corte da sua indumentária, se essa indumentária não estivesse em farrapos, embora tal estado se não devesse ao uso. Na verdade, o tecido, fino e sedoso nos sítios intactos, recuperava facilmente o lustro debaixo da mão acariciadora do preso, que procurava transformá-lo num fato novo.


...


Capítulo 116: O Perdão


No dia seguinte, Danglars voltou a ter fome, o ar daquela caverna abria o apetite. Naquele dia, porém, o prisioneiro julgou que não teria de fazer qualquer despesa, pois, como um homem económico, escondera metade do frango e um naco de pão num canto da cela.

Mas, mesmo sem comer, teve sede, coisa com que não contara. Lutou contra a sede até sentir a língua ressequida pegar-se-lhe ao céu-da-boca. Então, não podendo resistir mais ao fogo que o devorava, chamou.

A sentinela abriu a porta; era uma cara nova. Pensou que era preferível tratar com um antigo conhecido e chamou Peppino.

- Aqui me tem, Excelência - disse o bandido, apresentando-se com uma rapidez que pareceu de bom augúrio a Danglars. - Que deseja?

- Beber - respondeu o prisioneiro.

- Excelência, como sabe, o vinho é caríssimo nos arredores de Roma... - observou Peppino.

- Então dê-me água - pediu Danglars, procurando aparar a estocada.

- Oh, Excelência, a água ainda é mais rara do que o vinho! Tem estado uma tal seca!...

- Pronto, vamos recomeçar, ao que parece... - disse Danglars para consigo.

E embora sorrindo para ter o ar de gracejar, o desgraçado sentia o suor umidecer-lhe as têmporas.

- Então, meu amigo - disse Danglars, vendo que Peppino permanecia impassível -, só lhe peço um copo de vinho; será capaz de mo recusar? - Já lhe disse, Excelência - respondeu gravemente Peppino -, que não vendíamos a retalho.

- Nesse caso, dê-me uma garrafa.

- De qual?

- Do menos caro.

- São todos do mesmo preço.

- E qual é o preço?

- Vinte e cinco mil francos a garrafa.

- Será melhor dizerem que me querem arrancar a pele e acabarem depressa com isto do que devorarem-me assim, pedaço a pedaço! -protestou Danglars com uma amargura que só Harpagão seria capaz de notar no diapasão da voz humana.

- É possível - admitiu Peppino - que seja esse o projecto do chefe.

- Quem é o chefe?

- Aquele à presença de quem o conduziram anteontem.

- E onde está ele?

- Aqui

- Gostaria de lhe falar.

- É fácil.

Pouco depois, Luigi Vampa estava diante de Danglars.

- Chamou-me? - perguntou ao prisioneiro.

- O senhor é que é o chefe das pessoas que me trouxeram para aqui?

- Sou, sim, Excelência.

- Que resgate deseja de mim? Fale.

- Apenas os cinco milhões que traz consigo.

Danglars sentiu um espasmo horrível apertar-lhe o coração.

- Só tenho isso no mundo, senhor, e é o resto de uma enorme fortuna. Se mo tirar, tira-me a vida.

- Estamos proibidos de derramar o seu sangue, Excelência.


...


Capítulo 117: O 5 de Outubro

Morrel soltou um grande grito e delirante, cheio de dúvidas, mas deslumbrado como que por uma visão celeste, caiu de joelhos.

No dia seguinte, ao amanhecer, Morrel e Valentine passeavam de braço dado na margem. Valentine contou a Morrel como Monte Cristo aparecera no seu quarto, como lhe revelara tudo, como lhe fizera tomar conhecimento do crime e finalmente como a salvara miraculosamente da morte conseguindo que tudo fizesse crer que estava de facto morta. Tinham encontrado aberta a porta da gruta e saído; no céu brilhavam no azul matinal as últimas estrelas da noite. Então Morrel viu na penumbra de um grupo de rochedos um homem que esperava um sinal para avançar e indicou esse homem a Valentine.

- É Jacopo, o comandante do iate - disse ela. E chamou-o com um gesto.

- Tem alguma coisa para nos dizer? - perguntou Morrel.

- Devo entregar-lhes esta carta da parte do conde.

- Do conde?... - murmuraram os dois jovens.

- Sim, leiam.

Morrel abriu a carta e leu: Meu caro Maximilien:

Há um falucho ancorado à disposição de ambos. Jacopo levá-los-á a Liorne, onde o Sr. Noirtier espera a neta para a abençoar antes de ela o acompanhar ao altar. Tudo o que se encontra nessa gruta, meu amigo, bem como a minha casa dos Campos Elíseos e o meu palacete de Trépor, são o presente de casamento de Edmond Dantès ao filho do seu patrão Morrel. Mademoiselle de Villefort poderá ficar com metade, pois suplico-lhe que dê aos pobres de Paris toda a fortuna do lado do pai, que enlouqueceu, e do lado do irmão, falecido em Setembro último juntamente com a mãe. Diga ao anjo que vai velar pela sua vida, Morrel que reze algumas vezes por um homem que, qual Satanás, se julgou por momentos igual a Deus e que reconheceu, com toda a humildade de um cristão, que só nas mãos de Deus se encontram o poder supremo e a infinita sabedoria. Talvez essas preces suavizem o remorso que ele traz no fundo do coração. Quanto a si, Morrel, aqui tem todo o segredo da minha conduta para consigo: não existe felicidade nem infelicidade neste mundo, existe apenas a comparação de um estado com outro e mais nada. Só aquele que experimentou o extremo infortúnio se encontra apto a experimentar a extrema felicidade. É necessário ter querido morrer, Maximilien, para saber como é bom viver. Vivam pois e sejam felizes, filhos queridos do meu coração, e nunca esqueçam que até ao dia em que Deus se dignar desvendar o futuro ao homem, toda a sabedoria humana residirá nestas palavras: Esperar e ter esperança!

Seu amigo, Edmond Dantès, Conde de Monte Cristo.

 



Sexta, 21 de setembro de 2021

 

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...

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CANOAS: CRISE NO TRANSPORTE 

24 horas para Sogal e Sindicato firmarem acordo 




Plano de ação permitirá que a Prefeitura possa, em até 90 dias, abrir licitação para outra empresa operar o sistema seletivo e romper o monopólio de ônibus na cidade.


A Prefeitura de Canoas emitiu na tarde desta quinta-feira (23/09) um termo de acordo entre a Administração Municipal, empresa SOGAL e Sindicato dos Rodoviários para alinhar o Plano de Reestruturação do Transporte Público, amenizar a crise que afeta o setor e melhorar o serviço para a população canoense. O Município propõe a compra antecipada de passagens para uso em um novo programa social de combate ao desemprego e retomada do desenvolvimento, que irá beneficiar 10 mil cidadãos. Serão adquiridas 768.750 passagens, pelo investimento de R$ 3.690.000,00. O pagamento será realizado em cinco parcelas:

- R$ 1.530.000,00 até 30/09/2021

- R$ 450.000,00 até o 5º dia útil de outubro

- R$ 450.000,00 até o 5º dia útil de novembro

- R$ 450.000,00 até o 5º dia útil de dezembro

- R$ 810.000,00 até o 5º dia útil de janeiro de 2022.

Em contrapartida, a empresa SOGAL deverá:

- Desistir da concessão do transporte seletivo (amarelinhas) sem receber qualquer tipo de indenização e implementar os 14 veículos usados nesta modalidade no transporte convencional, a fim de aumentar a frota em circulação. A medida permitirá que a Prefeitura possa, em até 90 dias, abrir licitação para outra empresa operar o sistema e romper o monopólio de ônibus na cidade.

- Melhorar imediatamente a qualidade do serviço prestado com retorno da frota ao patamar anterior à pandemia.

- Adotar o modelo de cogestão por meio de uma Junta Administrativa e Financeira, para que a Prefeitura possa monitorar os custos e pagamentos da empresa.

- Desistir das ações judiciais da empresa contra o Município.

A proposta da Administração Municipal também prevê a contratação de outro sistema de bilhetagem, a fim de gerar mais competitividade e economia ao usuário.

A Prefeitura ainda lançará o Programa de Financiamento das Gratuidades, em que vai subsidiar e regular as passagens para idosos de 60 a 64 anos, pessoas portadoras de necessidades especiais e estudantes. Será criada uma comissão para avaliar situações pontuais sem prejudicar as pessoas que tiverem mais necessidade.

A empresa SOGAL e o Sindicato dos Rodoviários têm 24 horas para assinarem o Termo de Composição, que será enviado para o Ministério Público Estadual, visando à celebração do Termo de Ajustamento de Conduta. O debate sobre o transporte coletivo está sendo liderado pela promotora Dra. Débora Rezende Cardoso, que realizou três audiências entre as partes.


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VISITANTES ILUSTRES


O deputado federal Bibo Nunes reuniu-se com o presidente do PSC, Marcondes Gadelha, o secretário-geral Alessandro Martello e o presidente do partido no RS, Bernardo Santoro. Oficialmente, eles debateram a atual conjuntura política.

Mas...

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VISITANTE INESPERADO



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ENTRE AMIGOS - O retorno do Entre Amigos aos estúdios da Band RS traz uma programação mais emocional e grandes entrevistas. Para iniciar a temporada, Alejandro Malo recebe Rosane Marchetti, jornalista, apresentadora e empresária brasileira, para falar sobre sua superação diante de um câncer de mama. "Sempre quis falar com esta jornalista que foi afetada por um câncer, que a fez sair do convívio da TV" salienta Malo. E para motivar as pessoas a mudar hábitos e trazer alegria para suas vidas, foi pensado um cenário com muito charme e alegria de viver. 
O programa manterá convidados em gravações externas e, em um formato híbrido, segue inspirado por ser o café da manhã da televisão da Band RS para todos os gaúchos. O Entre Amigos vai ao ar aos sábados, às 10h da manhã, na tela da Band TV RS e no Youtube @bandrs.