Sexta, 6 de fevereiro de 2015



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ponto midiático especial 




IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DUDA - 2


1 - Recebo:

Que tal identificar nesta foto do link da videoconferência quem ainda permanece na redação. Acho que sobram poucos.
No http://wp.clicrbs.com.br/editor/2012/12/20/redacao-de-zh-participa-da-videoconferencia-de-natal-do-grupo-rbs/?topo=13,1,1,,,13

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2 - Recebo:

Nesses eventos religioso-corporativos, os funcionários do Call Center são a massa de manobra dos sacerdotes comedores de sucrilhos. Fazem festa, se vestem, gritam palavras de ordem, cantam músicas da firma, mandam os elogios mais generosos à empresa e aos líderes etc.
Se a RBS é uma igreja, a turma do Call Center são os obreiros.

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3 - Recebo:

Lembro bem do dia dessa exibição do tímido presidente. Nossa "chefe" determinou que todos fossem para aquele forno do Tesourinha. Chegando lá, tivemos que aguentar toda a "suposta" (para usar a terminologia em voga na ZH) animação dos palhacinhos de plantão da empresa (pretinhos), de um suposto humorista catarinense (horroroso) e ainda os faladores de sempre (Santana, Nelson), todos tentando legitimar o Duda como líder verdadeiro da empresa. E ele lá, bancando o animador de auditório, tentando provar que tinha mais semelhanças com o avô do que apenas a barba. Mas eu não culpo o Duda. A ideia "brilhante" do show deve ter sido do Deli (que adora esse comportamento de "massa obediente", típico de exército ou culto evangélico dentro de empresas) ou de algum puxa-saco da direção.

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4 - Recebo:

Estava lá nesse dia e não lembro de nada disso até porque fui porque quis ninguém obrigou. Foi um evento que a empresa fez, claro que tem quem não gosta, estava um calor realmente e depois caiu um temporal. Pessoal do call center que fez os cantos, isso para eles é normal. Tinha ônibus para levar as pessoas. Foi bem animado, era próximo ao Natal e foi uma forma de agregar os diversos setores. Mas isso cada um enxerga como quer, minha forma de ver é essa. É só minha opinião... respeito todas as contrárias.



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ponto da memória



SOLIDARIEDADE E CRUELDADE?


Desde segunda, dia 2, conto um pouco da vida do jornalista João Carlos Casarotto Terlera.
Em capítulos, trato de algumas histórias, de 1980 para cá.
Para quem não sabe, em determinada época, ele foi o jornalista político mais importante do Estado e referência nacional de colunismo político. Uma figuraça competente.
Acompanhe:


A ÚLTIMA DO TERLERA - 4



Quando fui morar no Rio, conversávamos quase todos os dias. E sempre que ficava sabendo de uma novidade do Governo Brizola passava pra ele. Nos meus plantões de final de semana batíamos longos papos. E um assunto recorrente era o resultado dos anúncios no "Recados". E me contava as aventuras no "matadouro da Ladeira". Como não convivia mais com ele não sabia se estava dando a real ou era mais uma mentirinha.
Voltei para Porto Alegre, ainda nos anos 80, e fui trabalhar na Assembleia. E continuamos batendo longos papos.
Destaco sempre que me perguntam um ponto da personalidade do Terlera: a solidariedade, em qualquer momento. Mas, ao mesmo tempo, tinha toques de crueldade, difíceis de se encontrar num humano. Para terem uma ideia, já neste século, ele foi  cruel com dois de seus melhores e mais fieis amigos, Flávio Pereira e eu. Por motivos diferentes, injustos, mas ultrapassou todos os limites da crueldade - se existem estes limites.
Para terem uma ideia, pagava um idiota para que escrevesse num site fatos mal explicados, com o simplório prazer de "denegrir" a nossa imagem. Não conseguiu, porque tanto o idiota escrevinhador como o próprio Terlera já não tinha credibilidade.
Ainda no ano passado ele me mandou um recado por um amigo comum. Que gostava muito de mim, essas coisas. Não conversamos mais por falta de oportunidade, mas jamais deixei de admirá-lo, mesmo que a sacanagem que ele tentou foi de lascar.
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A "decadência" do Terlera começou com a chegada de Augusto Nunes para a direção da redação da Zero Hora, já na década de 90.
Já contei várias vezes que praticamente todos os jornalistas da ZH tinham duplo emprego. Praticamente todos, inclusive o diretor e o editor-chefe. A própria direção da RBS incentivava isso, porque as exigências de melhorias salariais eram mínimas.
Augusto chegou com carta branca para fazer o que bem  entendesse. Curioso é que a coluna do Terlera perdeu muita qualidade. Não sei o motivo. Talvez por uma nova orientação. Ficou completamentre chocha. O novo diretor e seus auxiliares de confiança, que chegaram com ele,  promoveram uma "limpa" na redação. Demitiram quem achavam que não poderia estar numa redação de um "jornal nacional" - essa era a pretensão da tchurma do Augusto.
Até que num sábado, à tarde, a ZH Dominical trouxe na capa a contratação de José Barrionuevo, editor e colunista do concorrente Correio do Povo, que passaria a assinar a nova coluna política, a "Página 10".
"Bastidores" foi sepultada e ele durou mais uns anos como contratado da empresa. Segundo dizia, era assessor de Fernando Ernesto Correa, um dirigente e acionista da RBS.
Quando foi demitido, entrou na Justiça do Trabalho contra a Zero Hora, um processo milionário. Imagine que ele assinava uma coluna de segunda a segunda, não tirava férias e trabalhava para o jornal o dia todo - não tinha aquela história de "bater ponto". Estava sempre a disposição do jornal. Uauu!! Fui uma das testemunhas do processo e não sei quanto levou.
Lembro que parar provar que assinava colunas diárias no jornal, comprou centenas de edições para integrar o processo - uma Kombi cheia de ZH.
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Tinha pouquíssimos amigos entre os políticos. Acredito que o seu amigo político, de verdade, era o Victor Faccioni. Um gringo boa praça, que foi vereador em Caxias do Sul, deputado estadual e federal e conselheiro do Tribunal de Contas do RS. Também exerceu o jornalismo.
Faccioni apresentou ao Terlera a Leonor, uma bela mulher. Apaixounou-se,  ao ponto de casarem-se.
Dona Madalena já havia falecido e o casal foi morar no apartamento da Praça da Matriz.
Levavam a vida numa boa, mas Terlera não abria mão de sua rotina, inclusive a de ir todos os dias na  Assembleia, mesmo que tivesse apenas uma coluna semanal no ABC Domingo, do Grupo Sinos. O Gabinete de Imprensa mudou até de nome - agora é Superintendência de Comunicação -, mudou algumas vezes estruturalmente, passou por várias chefias, mas a mesa do Terlera sempre foi preservada. A mesa e um pequeno armário. E em sua mesa sempre, desde que o conheci, havia uma gaveta com chave, onde guardava suas "intimidades".



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ponto do paraíso




A TV PAMPA E O BIBO NUNES

Descobri o motivo da TV Pampa  não respeitar a grade de programação da Rede TV!: os paulistas não pagam, há tempo, o que determina o contrato com a Rede do doutor Gadret. Por isso, passam, durante quase todo o dia, as tais pegadinhas e no sábado a noite repetem exaustivamente os xaropes "testes de fidelidade".
Aí me lembrei de uma coisa: Por que ainda passam o programa da Luciana Gimenez? Meu Deus, é uma das piores "atrações" da TV brasileira! Não pode ser pior e, mais "grave", a Pampa não ganha nada.
Por que não transmitir um programa local, de interesse do RS?
O Bibo Nunes está aí, pior enquanto fora do ar.
Apenas uma ideia.

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UM BAITA PROGRAMA






Na década de 90, durante o Governo Collares, Bibo Nunes criou e era um dos apresentadores do "7 no Ar". Na TVE.
Olha o time: Rejane Noschang, Sérgio Schuller, Bibo e Vera Armando.

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POR ONDE ANDA?

O Sérgio Schuller? Um tremendo profissional e um bom amigo!

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FÁBIO MARÇAL DIFERENTE

É muito difícil ouvir a Rádio Guaíba na praia, em todo o Litoral.
Se o dia está sem nuvens até consigo, mas tem que ter muito boa vontade.
Mas nessa semana consegui ouvir um dia - outros dois foram em Porto Alegre.
No Bom Dia,  do Rogério Mendelski,  o Fábio Marçal é o mesmo indignado com a bandidagem de Brasília.
Aí entra o Agora, programa do Felipe Vieira, e o cara se transforma. Vira um repórter bem comportado - nada a ver com o Fábio Marçal que a gente se acostumou.
Uma pena.

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QUANDO O SUJEITO É IMBECIL...

Leia o  comentário de um anônimo:

Um escreve, outro revisa e um terceiro edita! Nossa, que mundo tu vive? Esse é teu modelo de jornal? Talvez seja assim no jornal da Câmara dos Deputados, aquele cabide de empregos inúteis. Um texto escrito por um profissional qualificado não precisa disso. E se é assim que tu prefere, então contrata um revisor, pois teus textos são cheios de erros crassos.
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Taí, esse é mais um "jornalista" da geração internet.
A informação correta não importa.
O infeliz fala em "profissional qualificado". Não tem a menor ideia de como funcionavam - e ainda funcionam - os verdadeiros veículos de comunicação.
Além  do repórter, redator, revisor e editor, ainda tinha um outro profissional fundamental, o copidesque.
Claro, mas isso a geração internet não tem  a  menor ideia.
"Erros crassos"? A RBS se vangloriava de empregar 700 jornalistas em seus veículos. Como podem ser publicados,  diariamente, tantos "erros crassos"?
O Blog do Prévidi tem apenas um jornalista.

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ESCOLINHA ZH

Crime insolúvel:

Violência
Homem é encontrado morto dentro do Parque da Redenção em Porto Alegre
Ele tinha ferimentos na cabeça, possivelmente feitos com um facão

Atualizada em 05/02/2015 | 06h1705/02/2015 | 03h00

Um homem foi encontrado morto dentro do Parque da Redenção na madrugada desta quinta-feira em Porto Alegre. O corpo foi localizado por volta das 2h30min, atrás dos tapumes do espelho d'água, próximo à rótula da Rua Setembrina.

O corpo foi encontrado por uma equipe da Guarda Municipal que fazia patrulhamento na região. Pouco tempo depois, foram ouvidos estampidos próximo ao Monumento ao Expedicionário, mas quando os guardas chegaram ao local ninguém foi localizado.

O homem tinha ferimentos de facão na cabeça. A área onde o corpo foi encontrado é iluminada por um poste. A Brigada Militar e a Guarda Municipal isolaram a área. Ainda não há a identificação do homem, mas os policiais acreditam que ele seja morador de rua.

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MELHOR DO QUE GANHA MUITO JORNALISTA

Do Facebook:

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PARA CONFERIR


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SUGESTÃO

Novo texto do professor Paulo Moura: RUM COM COCA COLA - RELATOS DE UMA VIAGEM À CUBA.
Vai!! professorpaulomoura.blogspot.com


3 comentários:

  1. Esse Sérgio Schuller é o mesmo locutor de anos da rádio União FM? Se for este, já nao está mais na rádio pois houve uma reformulação e saiu. Uma pena pois era a voz padrão da rádio.

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    1. Sim, é o próprio. O filho dele, também chamado Sérgio Schuller e que anos depois trabalhou na mesma TVE como apresentador do esportivo dominical "Contra-Ataque", hoje é um dos editores do "Balanço Geral RS" na Record.

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    2. Programa de esportes do tipo mesa redonda é o fim de carreira, tanto de um profissional quanto de quem assiste.

      Fernando Fagundes/AMS

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