SEGUINTE:
SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica
- UMA QUESTÃO DE SOLIDARIEDADE - É HOJE
AO JORNALISTA LUIZ RENI MARQUES
O QUE FAZ
o RS crescer
DE TUDO
muito
- ELES SEMPRE ESTÃO JUNTOS.
A dupla de Brasília com a lavadora de dinheiro do PCC, a tal "doutora" Deolane.
Lula deve estar ensinando como viver na cadeia.
- ESSA VEREADORA É PORRETA:
Eduarda Campopiano, de Praia Grande-SP.
Enlouqueceria a Câmara de Vereadores de Porto Alegre
- MULHER VIROU "PESSOAS QUE GESTAM"
- - TIRO CERTEIRO - O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, afirmou que recebeu um “recado” de um ministro do STF com a intenção de intimidá-lo.
DOIS MINUTOS
com o PRÉVIDI
- "UMA PRAGA A FAVOR DO ATRASO"
PORTO ALEGRE
é assim!
- MOTORES DA TRANSFORMAÇÃO
Os consultores franceses Mathieu Battais, do INCA Studio, e Guillaume Cromer, da ID Tourism, defenderam na quiknta passada, dia 21, na Usina do Gasômetro, que cultura e turismo não são consequências da revitalização urbana, mas suas alavancas. A palestra integrou a programação do 3º Encontro Internacional de Urbanismo em Áreas Centrais e apresentou ao público o método que orienta a Estratégia de Turismo Cultural de Porto Alegre, contratada pela Agência Francesa de Desenvolvimento no âmbito do programa POA Futura.
A dupla francesa traduziu para o auditório a tese central do trabalho. Para Battais e Cromer, três fatores explicam por que centros históricos consolidados perdem força ao longo do tempo: uma riqueza patrimonial que se torna invisível por falta de visitação, ausência de narrativa coerente que justifique a vinda do visitante e dispersão dos atores institucionais, que administram seus equipamentos sem visão comum. Cerca de 40% das viagens internacionais têm motivação cultural, e o Brasil recebe entre 6 e 7 milhões de turistas internacionais por ano – contra 100 milhões da França – com crescimento de 37,1% apenas em 2025.
O método sistematizado pela dupla organiza o trabalho em quatro etapas: diagnóstico cultural e patrimonial, posicionamento narrativo, estrutura da oferta e governança com modelo econômico. As referências internacionais ancoraram a apresentação. Montreal, com o Bairro dos Espetáculos, mostra que cada dólar público investido pode atrair quinze dólares privados; Lima demonstra que restaurar quatro edifícios estratégicos pode dar início à revitalização de um bairro inteiro; Nantes prova que patrimônio industrial é diferencial, não passivo; Lyon ensina que um evento bem organizado altera a percepção da cidade de forma duradoura. “Neste contexto, a Usina não é apenas um prédio reformado. É uma locomotiva urbana", sintetizou Cromer ao traduzir as referências para o contexto porto-alegrense.
Os consultores também alertaram para três armadilhas comuns em projetos dessa natureza. A primeira é a vulnerabilidade social e o risco de gentrificação, uma vez que o sucesso eleva preços e pode expulsar quem dá identidade ao território. A segunda é a resiliência climática: ignorar a vulnerabilidade física, como demonstrou a enchente de 2024, compromete qualquer investimento a cada evento extremo. A terceira é o posicionamento internacional, que precisa diferenciar Porto Alegre de Buenos Aires, Montevidéu ou Rio de Janeiro desde a fase de concepção. Battais defendeu ainda que a estratégia atue simultaneamente em três horizontes – curto prazo para gerar visibilidade, médio prazo para garantir continuidade política e longo prazo para pertencer à cidade.
A versão final da Estratégia de Turismo Cultural de Porto Alegre será entregue até o final de 2026 e fornecerá base metodológica para as ações voltadas ao posicionamento da Capital como destino nacional e internacional. A AFD investe a fundo perdido na elaboração do plano, que integra a carteira do POA Futura e dialoga com os demais vetores do programa de revitalização da área central. Battais e Cromer fecharam a palestra com a frase que sintetiza a tese da dupla: "A cultura e o turismo não são setores a serem desenvolvidos somente após a reconstrução da cidade. São as ferramentas da própria reconstrução."
RECREIO
OLIMPO
a morada das deusas do século 21
O VERÃO...
PIADINHA
sem nome feio, sem política e sem futebol

Previdi, acho uma enorme injustiça você tachar o Olívio como pior prefeito e governador. Na verdade, ele não foi nem uma coisa e nem outra. O prefeito de fato foi o Tarso e governador foi o Rossetto. A falta de preparo e os outros hábitos impedem ele de ter uma atividade responsável e produtiva.
ResponderExcluirSobre a nota Uruguai.
ResponderExcluirPublicada pela derecha.
Esperavas o que cara pálida.