Sexta, 3 de dezembro de 2021

 

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especial

Nesta sexta, uma cesta 
de David Nasser
!




O provocador profissional
ou o inventor de notícias


Um de seus principais inimigos políticos foi Leonel Brizola. Durante todo o ano de 1963, Nasser escreveu vários artigos insultando Brizola. Em dezembro desse ano, num encontro casual no Aeroporto do Galeão, no Rio, Nasser levou uns sopapos do ex-governador.
Sobre o episódio escreveu: “se Kennedy, que era Kennedy, não pode evitar a bala de um louco de Dallas – como poderia eu escapar ao coice de um pangaré de Carazinho? São acidentes do trabalho.”


Para Assis Chateaubriand, David era o "beduíno de uma figa" ou "turco louco".


Mulher tuas lágrimas,
Caindo na estrada,
Fizeram nascer a rosa encarnada...


Os negros trouxeram de longe reservas de pranto
Os brancos falaram de amores em suas canções
E dessa mistura de vozes nasceu o teu pranto




David Nasser nasceu em Jaú (SP), 1 de janeiro de 1917. Era filho de imigrantes libaneses. Pequeno, mudou-se para Caxambu em Minas Gerais, onde fez carretos com charrete e conheceu Francisco Alves. Um dia, mudou-se para o Rio de Janeiro e trabalhou como mascate e depois foi vendedor de loja.

No Rio encontrou muitas dificuldades e sofreu bastante. Reencontrou-se com Francisco Alves e daí em diante sua carreira decolou, pois caiu nas graças do já famoso cantor.

Como teve meningite quando criança, dedicou-se a ler e escrever histórias. Começou a trabalhar aos 14 anos, em 1934 como contínuo das empresas Diários Associados de Assis Chateaubriand. O conglomerado jornalístico reunia no mesmo prédio a redação do Diário da Noite e O Jornal, e a revista O Cruzeiro.

Aos poucos, tornou-se jornalista das empresas dos Diários Associados. Iniciou-se profissionalmente depois do golpe do Estado Novo de Getúlio Vargas em 1937.


Nos Diários Associados, criou Memórias Secretas de Giselle, a espiã nua que abalou Paris, espiã fictícia Giselle Monfort tratada como real pelo Diário do Norte, a personagem teve uma série bastante popular de livros de bolso.

Foi contratado, em 1936, por O Globo dirigido por Roberto Marinho. Saiu em 1943 insatisfeito por não poder realizar ou assinar reportagens importantes.


Em 1940, ele estoura com um sucesso incrível da música Nêga do Cabelo Duro (em parceria com Rubens Soares), e se torna compositor de vários sambas, e sambas canção.

Foi trabalhar, em 1943, na revista O Cruzeiro que se tornava, então, a revista mais popular dos anos 1940 e 1950. As reportagens que fez em parceria com o fotógrafo Jean Manzon de 1943 a 1951 foram fundamentais para o sucesso de vendas da revista cuja tiragem atingiu níveis inesperados para a época. David Nasser e Jean Manzon tornaram-se então a mais famosa dupla de repórter/fotógrafo do Brasil.

Ganhou notoriedade por realizar vários trabalhos conhecidos como "grande reportagem", forma de reportagem que misturava de pesquisa de campo, opinião do jornalista, pedaços de entrevistas e muitas fotografias de alta qualidade técnica. Ocorria assim uma valorização do repórter que conhecia as pessoas e os locas de onde vinha a notícia como a principal figura da redação, em detrimento dos editorialistas e articulistas. A "grande reportagem" tornou-se bastante popular no Brasil dos anos 40 quando foi usada pelos jornais para driblar a censura da ditadura de Getúlio Vargas.

Foi calado pela ditadura militar no Brasil (1964-1985) com a prisão de seu sobrinho Paulo e sua esposa grávida (perdeu a criança durante as torturas) com o aviso "se os quer ver vivos de novo, cale-se". Mesmo assim teve amigos influentes nos seus diversos governos.

Deixou a revista O Cruzeiro em 1975, quando esta já estava em decadência. Dizia que sofria pressões para seguir pautas dadas pela direção da revista. Seu pedido de demissão foi notícia de repercussão nacional. Escreveu uma carta aberta intitulada "Por que deixei o velho barco" na qual atacava João Calmon, o diretor dos Diários Associados.

Em fevereiro de 1976 foi trabalhar na revista Manchete, que tinha o mesmo estilo da "O Cruzeiro", seguindo um convite de Arnaldo Niskier. Lá continuou a escrever artigos atacando João Calmon, seu antigo chefe. Recorria aos amigos influentes no governo da ditadura militar pedindo para acelerar os processos judiciários civis que abriu contra seus antigos empregadores.

Em Pentagna, distrito de Valença (RJ) o jornalista David Nasser possuía uma residência, que ainda existe, junto à colônia de férias dos servidores do estado do Rio de Janeiro, bem como uma outra junto à cachoeira, que ainda hoje pertence a seus familiares.

Morreu em 10 de dezembro de 1980, diabético e com câncer no pâncreas.Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro.

"Reportagens históricas"

Barreto Pinto sem máscara


O deputado federal Barreto Pinto foi entrevistado e deixou-se fotografar em seu gabinete e numa banheira, vestido de fraque e cartola, mas sem as calças (de cuecas samba-canção). O caso resultou na cassação do deputado.


Chico Xavier, detetive do além


Em 1944 viajou para Pedro Leopoldo, junto com Jean Manzon, com o intuito de entrevistar Chico Xavier. À época, a viúva de Humberto de Campos movia uma ação contra a Federação Espírita Brasileira e Chico Xavier, no sentido de obter uma declaração, por sentença, de que se a obra psicografada Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho "era ou não do 'Espírito' de Humberto de Campos", e que em caso afirmativo, que ela obtivesse os direitos autorais da obra. Como Nasser não conseguia ser atendido por Chico Xavier, ele e Manzon usaram nomes falsos e fingiram ser estrangeiros, o que também acharam que serviria para testar se de fato o médium se comunicava com espíritos.

David Nasser e Jean Manzon fizeram uma reportagem não muito simpática com o extremamente retraído médium Chico Xavier, a qual foi publicada em "O Cruzeiro"; todavia, quando Nasser e Manzon chegaram em casa após a reportagem, tiveram uma surpresa, como relatou Nasser numa entrevista à TV Cultura em 1980: “De Madrugada, o Manzon me telefonou e disse: ‘você já viu o livro que o Chico Xavier nos deu?’. Falei que não. ‘Então veja’, ele falou. Fui na minha biblioteca, peguei o livro e estava escrito exatamente isso: ‘ao meu irmão David Nasser, de Emmanuel’. Ao Manzon ele havia feito uma dedicatória semelhante. Por coisas assim é que eu tenho muito medo de me envolver em assuntos de Espiritismo”.


Morreu Jean Manzon


David Nasser e o fotógrafo Jean Manzon forjaram uma reportagem sobre a morte do próprio Jean Manzon. Foi apenas um brincadeira de mau gosto que ajudou bastante as vendas de "O Cruzeiro".


Japoneses e chineses

Em 1945, a dupla David Nasser e Jean Manzon publicou em "O Cruzeiro" uma matéria ilustrada na qual pretendiam ensinar aos brasileiros a distinguir um japonês de um chinês. David Nasser escreveu, entre outras coisas, que o japonês podia ser distinguido pelo "aspecto repulsivo, míope, insignificante".


Livros publicados


Mergulho na aventura

Só meu sangue é alemão


A revolução dos covardes


Falta alguém em Nuremberg: torturas da policia de Filinto Strubling Müller


Para Dutra ler na cama

A cruz de Jerusalém

Por uma menina morta


O velho capitão

A revolução que se perdeu a si mesma 






Cobras criadas

Matéria do conjur.com.br:


A vida do principal repórter de O Cruzeiro, David Nasser, é retratada no livro do jornalista Luiz Maklouf Carvalho, um dos jornalistas polêmicos e que mais sucesso fez no país. "Cobras Criadas — David Nasser e o Cruzeiro" é resultado de uma série de entrevistas e detalhado estudo feito por Maklouf.

No livro, o jornalista conta as peripécias profissionais de Nasser e do fotógrafo francês Jean Manzon. O francês acompanhava Nasser em suas reportagens feitas para O Cruzeiro. As reportagens da dupla eram assunto obrigatório de conversa em todo o Brasil. O Cruzeiro foi, por muitos anos, o carro-chefe dos Diários Associados, o império criado pelo jornalista e empresário Assis Chateaubriand.

David Nasser não achava importante que as reportagens correspondessem aos fatos. Era comum inventar situações, personagens ou entrevistas. Como não conseguia ser recebido pelo médium Chico Xavier, Nasser passou-se certa vez por estrangeiro, o que lhe possibilitou ridicularizar o "entrevistado". Em outra ocasião, forjou reportagem sobre a morte do fotógrafo que com ele fazia parceria, Jean Manzón. Em um texto em que ensinava como distinguir um japonês de um chinês, Nasser afirmou que um nipônico pode ser identificado pelo seu "aspecto repulsivo, míope, insignificante". Certa vez, tendo encontrado com Leonel Brizola no aeroporto, logo depois de escrever sobre o político, levou uma surra histórica do ex-governador. O biografado de Maklouf apoiou o golpe militar de 1964 e, usando seus contatos militares, perseguiu seus inimigos de forma implacável.

Ainda assim, entre 1943 e 1951, Nasser e Manzon fizeram reportagens que entraram para a história do jornalismo brasileiro. A mais conhecida é a que mostra o deputado federal Barreto Pinto em fraque e cuecas, que lhe custou a cassação do mandato. Outra que repercutiu até no exterior foi a reportagem sobre os índios xavantes, então fotografados pela primeira vez. Ao todo, Nasser assinou mais de 600 reportagens pela revista. Após o fechamento da publicação, passou a escrever para a Manchete.

Maklouf apresenta, na obra, revelações surpreendentes e chocantes sobre o verdadeiro "ninho de cobras" em que se ambientava a atuação de Nasser, do fotógrafo e da maior revista semanal brasileira da época. A revista chegou a ter uma edição de 720 mil exemplares com a cobertura do suicídio de Getúlio Vargas

O livro é da Editora Senac São Paulo, tem 600 páginas e custa R$ 45,00.

O autor

Luiz Maklouf Carvalho, nascido em Belém em 1953, é bacharel em direito pela Universidade Federal do Pará e jornalista desde 1974. Trabalhou nos jornais O Liberal, A Província do Pará e Diário do Pará, ganhando neste, em 1977, o prêmio Esso Regional Norte de Jornalismo. Foi editor do jornal Resistência, da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, distinguindo-se com quatro prêmios Vladimir Herzog, e correspondente de Movimento, no Pará.

Morando em São Paulo desde 1983, foi repórter especial do Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde e Folha de S.Paulo. Publicou os livros: Pedro Pomar (co-autor, Editora Brasil Debates, 1981), A Igreja dos Oprimidos (co-autor, Editora Brasil Debates, 1983), Contido à Bala: A Vida e a Morte de Paulo Fonteles, Advogado de Posseiros no Sul do Pará (Editora Cejup, 1994) e Mulheres que Foram à Luta Armada (Editora Globo, 1998), vencedor do prêmio Jabuti de livro-reportagem em 1999.



A noite do meu bem

do livro de Ruy Castro (2015)

Ninguém escrevia como David Nasser. E ninguém tão sem escrúpulos. Em 1946, induzira o deputado Barreto Pinto a posar de fraque e cueca em seu apartamento no leme para o fotógrafo Jean Manzon, e fez disso uma reportagem de inacreditáveis doze páginas em O Cruzeiro – do que resultou a cassação do mandato de Barreto Pinto em 1949. Como repórter de O Cruzeiro, metade do que David apresentava como fato não passava de ficção – e, na outra metade, o que pontificava no texto era ele, não o assunto. Fazia-se íntimo de cantores, compositores e políticos com quem nunca trocara mais que um bom-dia. E era insuperável na ofensa e na infâmia. À custa disso, e por ter o patrão Assis Chateaubriand às suas costas, construiu o mito de repórter mais poderoso do país.

Mas o poder de David se limitava à página impressa. Fisicamente, ele era uma antologia de mazelas. Nascera muito abaixo do peso, com paralisia parcial nas pernas e problemas de visão. Só começara a andar aos três anos, com a ajuda de aparelhos, e chegara à idade adulta com problemas de coordenação motora. Não conseguia caminhar em linha reta, nem se vestir, nem se abotoar sozinho. À mesa, nas refeições, fazia uma lambança: com dificuldade para cortar os alimentos e levá-los à boca, escorria o alimento pelo próprio peito ou sujava quem se sentasse perto dele. Não admira que evitasse certos ambientes – devia ser o único jornalista do Rio que não ia ao Vogue ou a boate alguma. Talvez por isso falasse delas com desprezo.

O destino natural das “memórias” de Herivelto Martins seria O Cruzeiro, revista de que David era o principal nome. Mas, sabendo com quem lidavam, os diretores executivos da revista, Accioly Neto e José Amadio, as recusaram – afinal, por que O Cruzeiro se disporia a massacrar uma cantora tão querida e popular como Dalva de Oliveira? David não se alterou. Levou a série para o vespertino Diário da Noite, outro importante órgão dos Diários Associados, e, em 22 artigos que se estenderam por cinco semanas, dedicou-se a moer Dalva. Os títulos só faltavam saltar da página – “Boa cantora, péssima esposa”; “Dalva, rainha do despudor”; “Meu lar era um botequim”; “[Dalva] Não é mãe; teve filhos” – e garantiram a onipresença do Diário da Noite em todos os trens da Central, bondes e lotações naquele período.



A briga com Brizola, em detalhes

portal Imprensa (Nelson Varón Cadena)


Em 26 de dezembro de 1963 o deputado Leonel Brizola avistou no  balcão da Varig, aeroporto do Galeão, Rio de Janeiro, o jornalista David Nasser, Diretor de O Cruzeiro. Nasser apenas ouviu o tom exaltado do parlamentar: "Prepara-te para apanhar",  quando recebeu, primeiro um soco no ouvido, depois um murro no queixo que o derrubou. No chão, zonzo, ainda conseguiu ouvir as ameaças do político gaúcho: "Da próxima vez terás que engolir o artigo inteiro". Brizola referia-se a um editorial de duas páginas, publicado na edição de 20 de julho/63 da revista com o título "Resposta a um pulha", um dos mais contundentes textos já publicados na mídia brasileira no século XX contra um homem público.

No referido editorial Nasser chama Brizola de "um exemplo trágico de inexorável verdade hereditária" e então esclarece o seu raciocínio: "Na sua ascendência o laboratorista moral poderia encontrar santos, mafiosos, papas e abigeatos. Não creio, entretanto, que nessa pesquisa encontrasse um covarde de sua espécie". Mais adiante define o deputado como "essa coisa que anda, que fala, que ri, que mente, que insulta... de um mussolonismo barato, sem grandeza, porque é a de um "Duce" de esgoto... à espera de uma creolina democrática ou gramatical".

Coice do Pangaré

Sem outra intenção, senão a de ofender, continua: " Acredita...esse pangaré mordido de cascavel verborrágica, esse rebotalho humano que exibe a sua cunhadeza...imagina o senhor Leonel Brizola, o capadócio cunhoso, que um homem de bem não sabe, não pode lhe responder na sua linguagem sem asseio". Mais adiante o editorialista apela: "Não tenho medo de você cafajeste inibido, boçal que aprendeu a ler com o minuano na ampla universidade dos ladrões de cavalos.Venha com os seus capangas de fraldas enceradas, ladrões, como você, mamadores como você do infeliz tesouro do Rio Grande do Sul..." Então finaliza: "triste é o jornalista que tem o dever, neste prefácio de lama, de enfiar a pena no seu sangue pútrido, na sua carreira putrefata e na sua figura pífia, para cumprir o sagrado papel de revelar à geração atual e à geração futura, que nós não tivemos culpa do senhor existir".

Brizola, diante da virulência do editorial do O Cruzeiro, processou Nasser por injúria, calunia e difamação e meses depois no encontro narrado no início deste artigo, perante testemunhas, nocauteou o jornalista. O episódio foi manchete do O Jornal e Última Hora e matéria de primeira página na Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo e virou literatura de cordel nos versos de Cuíca de Santo Amaro. Mesmo assim Nasser teve a cara de pau de contar a sua versão distorcida dos fatos em artigo publicado em 10/01/64: "Bato o teclado desta máquina com a mão que esbofeteou um canalha pela segunda vez...". Pelo visto o soco lhe alterou, também, o juízo.



Sabem de quem é a música
Adeus Ano Velho Feliz Ano Novo?
Mamãe?
Confete?
Deus Lhe Pague?
Normalista?
Carlos Gardel?
E mais de 300 composições?
Sim, o jornalista e escritor David Nasser.




Quinta, 2 de dezembro de 2021

 

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EM DEZEMBRO:
DOIS MINUTOS COM O PRÉVIDI




O COMERCIAL MAIS RIDÍCULO DE 2021!
A CARA DO URUBU LUIZ ROBERTO BARROSO!!



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ANTIGAMENTE


Não sei de quem é o texto, mas é muito bom:




Antigamente podíamos namorar dentro do carro até a meia- noite sem perigo de sermos mortos por bandidos e traficantes, mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ter o INPS como único plano de saúde sem morrer a míngua nos corredores dos hospitais, mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista, mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos paquerar a funcionária, a menina do Contas a Pagar ou a recepcionista sem correr o risco de sermos processados por assédio sexual, mas não podíamos falar mal do presidente.

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por discriminação por isso, mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos tomar nossa redentora cerveja e fumar um cigarro, no fim do expediente do trabalho, para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinquência, sendo preso por estar alcoolizado, mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ir a qualquer bar ou boate, em qualquer bairro da cidade, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados, mas não podíamos falar mal do presidente.

Hoje a única coisa que podemos fazer é falar mal do presidente!

Que merda!


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LIVROS PARA O RECANTO DA ALEGRIA - Ontem, o Miguel Martins Maiocchi,o ilustrador do Filô, o beija-flor perdido, e sua mãe, a jornalista Larissa Marins, foram levar livros na Escola Estadual Especial Recanto da Alegria, próxima ao Postão do IAPI.
Foi um sucesso!
Ah, e cada criança também ganhou um bombom.






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ISSO SÓ PODE SE BRINCADEIRA

EPTC divulga esquema de trânsito e transporte para a partida entre Grêmio e São Paulo



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GESTO NOBRE DA CBF



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EXCESSO DE COLUNISTAS - Do Mário Sérgio Conti, em Notícias do Planalto: O comentarismo se disseminou. Numa contagem recente, a Folha dispunha de 113 colunistas. Convém não esquecer que o colunismo custa menos que a reportagem. Para fazer esta última é preciso procurar fontes, entrevistar, viajar, pesquisar, checar e editar o que tiver sido apurado. Para escrever colunas basta um computador. E o recurso a dezenas de comentaristas não é prática dominante na boa imprensa internacional. The New York Times tem 12 colunistas; Le Monde, nenhum.


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PORTO ALEGRE LIDERA - A capital gaúcha tem o maior coeficiente de mortalidade por Aids do país em 2020, com 24,1 casos por 100 mil habitantes, e maior taxa de detecção de gestantes com HIV (17,1 casos por 1 mil nascidos vivos). Também é a segunda capital com maior taxa de detecção por Aids, perdendo apenas para Manaus: em 2020, foram 41,9 casos de Aids por 100 mil habitantes. Os dados são do boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde.
No ano passado, Porto Alegre apresentou duas vezes mais casos de Aids que o Rio Grande do Sul e três vezes mais que o Brasil; duas vezes mais casos de gestantes HIV do que o Estado e seis vezes mais que o Brasil; três vezes mais óbitos por Aids do que o Rio Grande do Sul e seis vezes mais que o Brasil.


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IMAGINA SE ACONTECE HOJE




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VENDA DE FILHOTES - Da vereadora Mônica Leal:


Subi na tribuna para denunciar a venda de filhotes de cachorro na PetShop Bicharada, loja que fica no Centro da capital. Eles estão sendo comercializados dentro de uma gaiola.  

Os filhotes não tem espaço para se locomover, não tem um tapete para pisar e proteger as patinhas e eles deveriam ficar no máximo 5 horas ali e depois ficarem em outro local. Questionei a atendente se ela gostaria de ficar naquela situação. Fiz ocorrência policial para que tomassem providências e isso não continuar acontecendo. A Lei 694/2012 aponta três meses de espera para assegurar o desmame dos filhotes. Se não tem fiscalização, não adianta ter lei, e quem me garante que estão só 5 horas ali? Não é possível que isso continue existindo em Porto Alegre. 

Os animais já saem do habitat, do convívio e vão para uma gaiola sem chão, um quadradinho, num calor de mais de 30 graus, temos que rever isso. É uma área que admiro muito.Temos uma lei municipal de autoria da vereadora Lourdes Sprenger, que atua incansavelmente. Nosso papel é fiscalizar. É preciso cumprir a lei.


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QUEM LEMBRA DESSE COMERCIAL?
(só para velhinhos)



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CAMPEÃ?? COMO NÃO REAGIU??


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MODERNIDADE



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PICARETA MODERNINHO - Pessoa na sinaleira com cartaz pedindo doações. Aceita Pix, QR code e cartão...(Clarice Dias Caprah)


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41 ANOS DO OCIDENTE -  
Dia 3 de dezembro o Ocidente completa 41 anos de existência, resistência, música, teatro, cinema, dança, vegetarianismo, militância, transgressão, gente incrível, gente mala, noites memoráveis, noites para esquecer, eventos lotados e outros nem tanto. Independente do que rolou nesse tempo, muita vida aconteceu dentro do nosso casarão e só temos a agradecer a todos os amigos, clientes, parceiros, produtores e artistas que fazem parte dessa história.

Este ano não teremos a tradicional festa de aniversário, porque não achamos que é momento de comemorar e nem temos recursos ainda pra proporcionar o clássico porre coletivo. Para não passar em branco, convidamos a todos que publiquem suas relíquias em fotos e vídeos a partir de hoje, marcando as redes do Ocidente para relembrarmos essa vida juntos usando a tag #barocidente

www.instagram.com/ocidente/

www.facebook.com/Bar.Ocidente
...

No dia do nosso aniversário estaremos abertos com nossa programação fixa e convidamos vocês para assistirem o show “Maria Bethânia” do nosso amigo fundador Antônio Carlos Falcão, dentro do projeto Espaçonave e também pra virem dançar na festa Rockwork e comemorar a data conosco.

Sobre Maria Bethânia, o show:

A personagem criada por Antônio Carlos Falcão completa em 2021, 40 anos de história nos palcos gaúchos. Falcão descobriu ao longo do tempo uma facilidade de fazer as mesmas inflexões e intenções que Bethânia (um exercício de improvisação) e, uma facilidade de cantar “muito parecido”. Para fugir de escracho, ou da simples imitação, o artista criou uma personagem que tem o “jeito e a personalidade” de Bethânia, mas não é ela.

Ingressos: www.entreatosdivulga.com.br/bethaniaofidica  

Sobre a festa Rockwork:

Esta edição, além de celebrar o aniversário do bar, promete muito rock, indie, pop e surpresas. Ingressos:  https://bit.ly/symplaROCKWORK  


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INTERVALO

GRANDE LOJA!




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PIADINHA

Quarta, 1º de dezembro de 2021

 

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EM DEZEMBRO:
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NÃO FALTA MAIS NADA:
UM PAPAI NOEL GAY!!



A Norway Post, os correios da Noruega, lançou uma campanha natalina "diferente". Na propaganda o Papai Noel se declara gay e encontra um namorado.
Nas cenas, o espectador acompanha o natal de Harry, um homem de meia idade. Ao descer as escadas, ele se depara com o Papai Noel colocando os presentes sob a árvore. Assustado, Noel acaba fugindo pela chaminé. 
Um ano se passa e Harry, aguardando a chegada do velhinho, deixa uma carta como pedido de Natal. No papel, o homem se declara e afirma que tudo o que quer de presente, na verdade, é o próprio Noel. No fim os dois ficam juntos.
...
O secretário nacional de Incentivo e Fomento à Cultura, André Porciuncula, afirmou que vai verificar cada veículo de mídia que divulgou a cena da propaganda norueguesa."Estou verificando cada veículo de mídia que divulgou a cena do Papai Noel. O santo é parte integrante da fé cristã, e, até onde eu sei, desrespeitar a fé alheia ainda é crime. Farei uma notícia-crime contra os envolvidos", afirmou.
...
Gostei do que escreveu a jornalista Moema Bauer:
Só pode aprovar o Papai Noel erotizado quem não tem crianças na família. Ou será que a minha neta, quando estiver com 4 ou 5 anos, não vai poder curtir a fantasia do velhinho que traz presentes por estar se defrontando com muitos papais noéis - uns gays, outros hétero, outros trans? Isso é o que eu chamo, literalmente, de roubar a infância de uma criança. A próxima "bola da vez" vai ser quem? O coelhinho da Páscoa?



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RIO GRANDE NA TORCIDA - Gaúchos unidos para que apenas um time seja rebaixado para a série B.
TODOS SOMOS JUVENTUDE!!


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TÁ FEIA A COISA



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BANDIDAGEM APOIADA PELO FACEBOOK -
Por pouco mais de 200 reais não se compra nem as rodas. Mas os picaretas estão pagando e os politicamente corretos do Facebook aceitas.

Experimenta escrever lá viado, bicha, sapatão pra ver o que te acontece... Suspensão imediata!!

(clica em cima que amplia)



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"DEPOIS A GENTE VÊ COMO FICA"


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QUEM QUER SEGUIDORES?

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DUDU MILK FORA DO PSDB? - No próximo sábado Sergio Moro e Renata Abreu estarão em Porto Alegre para a convenção do diretório do Podemos Pediram uma reunião com o Dudu.
E o Dudu topou.


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SABE O QUE SIGNIFICA O DORIA VENCER AS PRÉVIAS DO PSDB?

NADA!!
VAI DISPUTAR O TERCEIRFO LUGAR. OU NÃO?

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O LIVRO DA CONFRARIA - Da Idade Média ao Bar do Beto em uma história de parceria e bom humor é o que retrata o livro “Confraria 1523”, a ser lançado no próximo dia 7 no mezanino do Bar do Beto, na avenida Venâncio Aires, 876, com sessão de autógrafos das 18 às  22 horas.  Editado com os conteúdos em formato de cardápio, o livro tem a participação dos dez confrades e confreiras de uma irmandade que nasceu na TVE/FM Cultura na gestão do presidente Vieira da  Cunha (1995-98) e resiste até  hoje com encontros periódicos, interrompidos apenas durante a fase aguda da pandemia.

São eles Lais Porcellis, Liana Zogbi, Antonio Bavaresco Jr, Charles Tizato, Eduardo Vital,  Flávio Dutra,  José Antonio Vieira da Cunha, Pedro Macedo, Sérgio Rotta  e Flávio Porcello (in memorian).

“Confraria 1523” deveria ser lançado em abril de 2020, o que não ocorreu devido também a pandemia. No lançamento, Porcello será representado pela filha Paula, também jornalista.

Com prefácio do Anonymus Gourmet, a edição começa relatando o surgimento das confrarias, ligadas às ordens religiosas na Idade Média, estabelece uma linha do tempo de evolução dessas irmandades, a chegada ao Brasil no século 16, recorda os mais famosos grupos de diversas atividades, incluindo os que fizeram história no Rio Grande do Sul e os que ainda resistem, até chegar à Confraria 1523 com seus encontros no Bar e na sede do Sindifisco, na Zona Sul. Além de divertidas histórias, o livro celebra o espírito que congrega as boas confrarias.  Como bônus, apresenta receitas dos principais pratos servidos nos encontros e uma sugestão de drinque. 

Lançamento do livro “Confraria 1523”

Quando:  7 de dezembro, terça-feira

Onde: Bar do Beto, av. Venâncio Aires, 876

Horário: das 18 às 22 hORAS

*Indispensável o uso de máscara durante a sessão de autógrafos.


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EM DEZEMBRO - Ainda sem data marcada, o deputado federal Bibo Nunes vai se filiar ao PL.


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MAIS UM - Onyx Lorenzoni vai sere candidato a governador do RS pelo PL.


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REFLEXÃO

Gays assumidos e tipinhos politicamente corretos gostaram da "brincadeira" do Aristides.


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INTERVALO

Anos 80:
quem andou de trem húngaro?



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PIADINHA