Terça, 13 de novembro de 2018




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
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ESPECIAL

A FESTANÇA DO PRÊMIO PRESS


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Reunindo mais de 500 convidados, numa noite de muita alegria e descontração, aconteceu na noite desta segunda-feira, 12, a grande festa do Prêmio Press 2018.

Primeiro, o coquetel lotou completamente o vestíbulo nobre da Assembleia Legislativa, oportunidade em que jornalistas dos mais diferentes veículos de comunicação do Rio Grande do Sul puderam se reencontrar e confraternizar.

Na sequência, a cerimônia de premiação foi recheada de emoção, com muitos dos premiados relembrando os colegas que ajudaram a imprensa gaúcha a se tornar uma das mais fortes e competentes do país. Muitos foram às lágrimas ao mencionar o tributo e legado de colegas que já partiram ou que deixaram de atuar nos meios de comunicação.

Além dos troféus de Melhores do Ano, em 17 categorias, o Prêmio Press realizou duas homenagens bastante significativas. O Troféu Advertising, que tem o patrocínio da ABAP e SBT-RS, destacou a importância da Ipiranga como anunciante no mercado gaúcho e sua valorização dos espaços de mídia dos nossos veículos de comunicação. A homenagem foi recebida pelo seu diretor de Varejo e Marketing, o gaúcho Jerônimo Santos. Ele lembrou a linha bem humorada das campanhas da empresa, que já entraram para o imaginário popular com vários bordões, entre ele o atual “lá no posto Ipiranga”. Além do troféu Advertising, entregue pelo representante da ABAP no RS, Mauro Dorfman, e pelo diretor comercial do SBT-RS, Carlos Toillier, Jerônimo recebeu das mãos da publicitária Mari Krim Caetano, uma reprodução de uma “Ipirela”, ícone publicitário da empresa, nos anos 70.

Já o jornalista e empresário Paulo Gilvane foi o homenageado com o Troféu Sistema Fiergs, entregue pelo presidente da entidade Gilberto Petry. Há 17 anos, Gilvane largou uma carreira como repórter e chefe de reportagem de alguns dos principais veículos de comunicação do estado, para empreender num segmento bastante novo à época, o das rádios na internet. A Radioweb acabou se tornando na maior agência de notícias para rádios do Brasil, com 2.200 emissoras AM e FM afiliadas. A equipe tem 45 profissionais e já conquistou mais de 60 prêmios de jornalismo. A empresa também é a maior fornecedora de soluções de conteúdo e tecnologia para rádios corporativas do País, com 15 canais no ar. Gilvane, bastante emocionado, lembrou seus pais que, mesmo sendo humildes agricultores na região de Lagoa Vermelha e sem estudos, lhe proporcionaram educação e referência para a vida. Lembrou ainda colegas que lhe impulsionaram na carreira jornalística, como Bira Valdez, diretor regional da Band, falecido em 2005.

A 19ª edição do Prêmio Press registrou mais de 418 mil indicações, somando o Voto Popular e o Voto Profissional. Os cinco mais votados nessas duas etapas formaram um lista quíntupla que passou à avaliação de um júri formado por 50 personalidades convidadas, entre decanos e especialistas da comunicação do RS e líderes de entidades empresariais, políticas e classistas do nosso estado.

O Prêmio Press 2018, que contou com a apresentação de Edgar Powarczuk e Marta Dueñas, teve o patrocínio do Sistema Fiergs, Sistema Fecomércio, CIEE-RS, Sicredi, Corsan, ABAP, SBT, Band e Assembleia Legislativa do RS.

Confira a relação dos premiados da noite:

ESTAGIÁRIO DO ANO – Troféu CIEE-RS
Bruno Flores – Rádio Grenal


REPÓRTER DE RÁDIO DO ANO
Eduardo Paganella – Rádio Gaúcha


REPÓRTER DE TELEVISÃO DO ANO
Andrei Rosseto – SBT


REPÓRTER DE JORNAL/REVISTA DO ANO – Troféu Sistema FECOMÉRCIO
Leonardo Oliveira – Zero Hora


COLUNISTA DE JORNAL/REVISTA DO ANO – Troféu Fernando Albrecht
Rosane de Oliveira – Zero Hora


COMENTARISTA DE TELEVISÃO DO ANO
Nando Gross – TV Record


COMENTARISTA DE RÁDIO DO ANO – Troféu Ruy Carlos Ostermann
Alex Bagé – Rádio Band
Carlos Guimarães – Rádio Guaíba
(Nesta categoria houve empate, com dois finalistas obtendo o mesmo número de votos no Juri de Convidados)


APRESENTADOR DE TELEVISÃO DO ANO – Troféu SICREDI
Felipe Vieira – SBT

APRESENTADOR DE RÁDIO DO ANO
Rogério Mendelski – Rádio Guaíba


JORNALISTA DO WEB DO ANO
Raphaela Suzin - www.correiodopovo.com.br


REPÓRTER FOTOGRÁFICO DO ANO
Fredy Vieira – Freelancer


REPÓRTER CINEMATOGRÁFICO DO ANO
Rogério Aguiar – Band TV


LOCUTOR/APRESENTADOR DE NOTÍCIAS – Troféu Milton Ferrreti Jung
Sergio Stock – Band TV


JORNALISTA DESTAQUE DO INTERIOR – Trófeu SICREDI
Maurício Rebelatto – RBS TV/Santa Maria

MELHOR PROGRAMA DE RÁDIO DO ANO – TROFÉU CORSAN
Repórter Bandeirantes – Rádio Band


MELHOR PROGRAMA DE TELEVISÃO DO ANO
Band Mulher – Band TV


JORNALISTA DO ANO
André Machado – Rádio Band

..,.

ALGUNS BONS AMIGOS
















Segunda, 12 de novembro de 2018




Jamais troquei de lado.
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A CASCATA DO
QUILOMBO URBANO

Quilombo ou invasão afrodescendente?





Quando vi não acreditei.
Inventaram um quilombo em terreno ao lado do Asilo Padre Cacique.
Um negócio muito maluco.
...
"O local é reconhecido como o sétimo quilombo urbano da capital gaúcha e abriga cerca de 60 pessoas entre crianças, mulheres, pessoas com deficiência, além de homens e mulheres."
Trecho de "matéria" do site midianinja.org.
...
Para quem não sabe do que se trata esclareço:
A maior casa que existe no terreno era moradia do zelador, Jorge Alberto Rocha de Lemos e sua esposa, Delzia Gonçalves de Lemos. Ambos trabalhavam no asilo e, por isso, podiam morar no local. Com a morte de Jorge, em 2008, a instituição iniciou o processo de reapropriação da área, através de uma ação de reintegração de posse.
É um negócio muito maluco, mesmo. Olha isso:
Filho dos antigos zeladores, Sandro Gonçalves de Lemos lamenta a intransigência da presidência atual do Asilo. “Meu pai trabalhou por 46 anos no asilo, minha mãe, 35 anos. Ele deu a vida por esse trabalho. Literalmente, ele morreu trabalhando. Nunca lesamos o asilo em nada, tínhamos uma boa relação quando eram as freiras”, conta. Segundo ele, quando Jorge chegou no terreno, o local era “terra de ninguém” e ele que se instalou no local e depois passou a trabalhar para o Asilo, ainda na década de 1960.
...
Hoje vivem na área 60 pessoas.
Como apareceram lá não se sabe. Pagam aluguel? Para quem?
Se não pagam nada é uma invasão?
Fala o presidente do Asilo, Edson Broizozxa:
Trata-se de uma reintegração de posse discutida há dez anos que passou por vara cível e que foi confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça. Todo esse período nunca mencionaram a palavra 'quilombola'. Agora na hora de cumprir, aparecem meia dúzia de oportunistas querendo criar fatos novos"
...
Segundo o presidente do Asilo, o local nunca foi alvo de ações por parte de instituições de proteção a quilombos. "Não podemos confundir quilombo com invasão afrodescendente. Há mentiras e mentiras que vão sendo propagadas e que precisam ser desmentidas. Isso aqui não é e, jamais, foi um quilombo", afirmou. Em nota, o Asilo Padre Cacique afirma que "tentou por mais de dez anos de forma pacífica um acordo para a desocupação do imóvel que se destinava à residência de um ex-funcionário zelador". Segundo o texto, após o falecimento do funcionário, seus familiares teriam se apossado ilegalmente do imóvel, o que motivou uma ação judicial de reintegração por parte da instituição. "Infelizmente esse mandado não foi cumprido. Há um projeto pronto para construção de um centro de convivência que será uma creche para idosos carentes com estimativa de atender mais 150 idosos", afirma Brozoza.
...
Pra encerrar, leia:
O reconhecimento como remanescente de quilombo se dá pelo fato de que a bisavó de Sandro, já falecida, foi uma das fundadoras do quilombo Maçambique, em Canguçu. “São 70 famílias, todas têm meu sangue. E por isso que não saiu antes, a gente depende da Fundação Palmares, tem todo o processo. Já fomos reconhecidos”, conta. A jornalista Elisa Casagrande, cujo projeto de mestrado é justamente a respeito do reconhecimento de quilombos urbanos, explica que a família Lemos se encaixa na denominação. “Não se questiona se eles são remanescentes, o quilombo urbano é exatamente isso”, afirma.
...
Hoje tem uma reunião decisiva - vão liberar o terreno ou não?
...
(Material baseado em matérias do Sul21 e Jornal do Comércio)
...
Pra encerrar, recebi:
Depois que a Frente Quilombola RS e o Movimento Negro de Porto Alegre declararam que vão reivindicar na Justiça Federal o reconhecimento da casa da zeladoria do Asilo como “quilombo” , o índio remanescente da família do Padre Joaquim Cacique de Barros (foto abaixo) pretende solicitar ao Judiciário que demarque a área como indígena. Segundo ele, antes dos primeiros escravos chegarem ao Brasil, seus ancestrais já h
 abitavam o Morro Santa Tereza...





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HOJE, 19 HORAS,
NO TEATRO DANTE BARONE,
DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA,
PRÊMIO PRESS!
EU VOU!!



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FAZEM TODO TIPO DE SACANAGEM E DEPOIS SE DIZEM PREJUDICADOS - Ora, vão chupar um carpim!
Olha essa joia:
“É preocupante que o presidente eleito tenha manifestado a intenção de usar verbas publicitárias oficiais como forma de punição a um jornal por discordar de seu noticiário", disse o presidente da ANJ, Marcelo Rech. "Os investimentos do governo em publicidade, como qualquer outra verba pública, devem seguir sempre critérios técnicos, e não políticos ou partidários”.

Então, presidente Marcelo, ao publicar qualquer matéria, um jornal teria que seguir SEMPRE CRITÉRIOS TÉCNICOS, E NÃO POLÍTICOS OU PARTIDÁRIOS.
Será que a Folha de S.Paulo seguiu esses critérios para fazer aquela "matéria", sem nenhum documento que comprovasse a denúncia, sobre a contratação de empresas fora do Brasil, bancadas por empresários brasileiros, para espalhar fake news contra o PT e seu candidato a presidente?
...
Ou alguém acredita que o Trump está dando milhões de dólares para os jornais e TVs que, mesmo depois de dois anos da posse, continuam o atacando?
...
Os grandes conglomerados adoram dizer que nã dependem de verbas publicitárias oficiais. Uns até usam uma conversinha de Cantinflas para fingir que não querem dinheiro de governos - teve uma época em que a Folha de S.Paulo fazia esse joguinho.
...
Só falta, agora, os sites e blogs tri-de-esquerda reivindicarem verbas do Governo Messias.
...
Quero só ver como vão se comportar os tradicionais mamadores de grandes verbas pública, como da Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Quem? os "produtores de cultura e arte"!
HAHAHAHA!!!!


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UM BOM SITE DE HUMOR - É produzido por um tal MRT - Movimento Revolucionário dos Trabalhadores. O endereço é http://www.esquerdadiario.com.br/.
É para dar muita risada.
Olha uma das piadas:


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REFLEXÃO 1

Tão cansada de saber de tudo e não poder fazer nada.

Solange Bittencourt, jornalista


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FLOR DO LÁCIO - Escreve o Clovis Heberle:

O português é uma língua complicada. Fica ainda mais difícil escrever corretamente devido às mudanças impostas pela Academia Brasileira de Letras - na última, tirou o trema de palavras como linguiça e o acento em ideia.
Nem profissionais da palavra, como os jornalistas, deixam de cometer erros, especialmente quando se trata da crase.Nos tempos do jornal Zero Hora, fui encarregado de coordenar o projeto Erro Zero: uma equipe de revisores esquadrinhava o jornal, da primeira à última página, e marcava os erros. As editorias com menor número de erros eram elogiadas, e as com o maior número de páginas "coloridas" pelas canetas dos revisores chamavam os repórteres com maiores dificuldades para uma reciclagem.
Mas o que mais me impressiona é um erro recorrente, e isto pode ser visto nos comentários postados aqui no feici: o uso da segunda pessoa do plural (vós) em vez da segunda do singular (tu).
"Tu fostes", "tu vistes", "tu chegastes", quando a conjugação correta é tu foste, tu viste, tu chegaste. Ou "vós fostes", na terceira pessoa do plural, o que rarissimamente se usa.
Brasileiros de outros estados resolvem facilmente o assunto usando você em vez de tu. "Você foi", "você viu".
Para terminar, uma piada: incomodado com o enorme número de erros nas placas de sua cidade do interior de Minas Gerais, o prefeito decidiu dar prêmios aos estabelecimentos com placas corretas. Só foi encontrada uma: "Águia de Ouro".
Ao receber o prêmio, o dono esclareceu: "Não é águia de ouro, doutor, é aguia (agulha) de ouro".
Toóóimmmmm!!


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NO FINAL DE SEMANA ELES TOMAM CONTA!

No sábado tinha esta chamada na capa do gauchazh:


Pensei que o autor do título tinha esquecido de algo.
Mas, não.
Ele deu um "control c control v" e nem leu o que estava escrito.
Não conferiu, simplesmente:



E tudo continuava igual no domingo.
NEM O MAURICIO SARAIVA CONFERIU A SUA MATÉRIA PUBLICADA!



LEGENDA GENIAL!!



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REFLEXÃO 2

O bom PETISTA Nutella sabe tudo o que vai acontecer no governo Bolsonaro, mas não lembra nada de podre dos últimos 16 anos.

Jalmo Fornari, jornalista


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OVOS - Do jornalista Roberto Silveira Tavares:

Se tem um alimento que muda de bandido para mocinho a toda hora é o ovo de galinha. Ora faz bem, ora faz mal. O fato é que é muito bom. Mas o que muita gente não sabe é que um dos primeiros (talvez o primeiro) aviário do Brasil nasceu no Guarujá, em Porto Alegre, quando no final dos anos 50, Rubem Berta, presidente da Varig trouxe para o Brasil a primeira chocadeira elétrica.
Nesta época, não se compravam ovos. Praticamente todas as casas tinham galinheiros e quem não tinha pedia para os vizinhos ou praticava escambo.
Hoje, poucas crianças conhecem o prazer de esperar a galinha cantar para ir correndo, levantá-la pelo rabo e pegar um ovo quentinho, depois levá-lo para a mãe cozinhá-lo e comer ainda com a gema mole. Meu pai, certa feita, resolveu fazer um aviário em casa, e comprou 100 pintos de um dia...Era uma farra. Não deu muito certo, mas sempre tivemos ovos e galinhas à vontade.
Outro alimento maravilhoso: Gemada com gema bem vermelha. Aliás, gema vermelha daquelas de manchar o prato quando o ovo era frito e servido com arroz branco.
Outra coisa fantástica da infância: gemada com leite quente e canela em pó para curar a tosse: não adiantava de coisa alguma, mas como era bom....



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RESOLVA E ENVIE O RESULTADO PARA
jlprevidi@gmail.com.
O primeiro que acertar recebe um livro do Prévidi

(clica em cima que aumenta)




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NOVEMBRO AZUL






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BLOG DO PRÉVIDI ADERE A CAMPANHA

VAMOS DE BIKE!
- MAIS CICLOVIAS NAS CIDADES! -





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PIADINHA





Sexta, 9 de novembro de 2018




Jamais troquei de lado.
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Ou melhor, o meu lado sou eu
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especial

Nesta sexta, uma cesta de
RUBEM FONSECA




É o mais genial contista brasileiro vivo e um dos melhores romancistas.
(José) Rubem Fonseca está com 93 anos.
Nasceu em Juiz de Fora (MG) e se criou no Rio de Janeiro.
Formado em Direito, em 1952 iniciou sua carreira na polícia, como comissário. Ficou por lá até 1956. Muito desse período está em seus livros.
Na Escola de Polícia destacou-se em Psicologia. Em julho de 1954 recebeu uma licença para estudar e depois dar aulas desta disciplina na Fundação Getúlio Vargas, no Rio.
Foi se aperfeiçoar nos Estados Unidos, entre setembro de 1953 e março de 1954. Aproveitou a oportunidade para estudar administração de empresas na New York University. Após sair da polícia, Rubem Fonseca trabalhou na Light até se dedicar integralmente à literatura.
Apoiou o golpe militar de 1964, foi um dos roteiristas contratados pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais.
Mesmo assim, em 1976, o seu fantástico livro  Feliz Ano Novo foi proibido de circular, mesmo já estando a venda, e de ser publicado, por decisão do então Ministro da Justiça, Armando Falcão. A alegação seria de que a obra conteria matéria "contrária à moral e aos bons costumes".
Sobre esse episódio, o então secretário-geral do Ministério da Educação e posteriormente Ministro da Educação no governo Geisel, Euro Brandão, em ofício ao Ministro da Justiça afirmou que "quanto ao livro "Feliz Ano Novo", de autoria de Rubem Fonseca, aprovou-se solicitação a V. Exa. para que faça sentir ao Senhor Ministro da Justiça o nosso aplauso pela providência adotada contra essa obra realmente representativa da obscenidade literária em nosso País"
Como o paranaense Dalton Trevisan adora o anonimato, é descrito por amigos como pessoa simples, afável e de ótimo humor.
Ganhou todos os prêmios literários.
Criou, para protagonizar alguns de seus contos e romances, um personagem antológico: o advogado Mandrake, mulherengo, cínico e imoral, além de profundo conhecedor do submundo carioca. Mandrake foi transformado em série para a rede de televisão HBO, com roteiros de José Henrique Fonseca, filho de Rubem, e o ator Marcos Palmeira no papel-título.
...
No tempo em que a Feira do Livro de Porto Alegre tinha importância, Rubem Fonseca participou da edição de 1976. Há pouco tinham proibido o seu livro "Feliz Ano Novo". No dia em que estaria na Feira, botei o meu exemplar na bolsa e fui "catar" o meu ídolo para um autógrafo.
Por distração perdi o cara - sempre cercado de gente. Quando o vi, estava atravessando a Praça da Alfândega, indo em direção ao Hotel Açores, na Rua da Praia, próximo ao Cine Cacique.
Chamei-o pelo nome. Ele parou e pedui:
- Me dá um autógrafo!
Ele:
- Você tem o livro proibido.
- Sou um dos poucos.
Não lembro o que escreveu, mas neste pouco tempo foi um cara simpático.
...
O livro, que seria uma relíquia?
Emprestei, quando morei no Rio, para um amigo chamado Álvaro Rabelo, que acabra de chegar, com a família, do exílio na França.
Não me devolveu e eu não tenho a menor ideia de sua vida, hoje.




Conto de amor

Quando servi o Exército eu me tornei especialista em bombas. Sei fabricar qualquer tipo de bomba portátil, muito usada por terroristas. A bomba que eu estava fazendo tinha que ter efeito fulminante, para que a vítima nada sofresse. E antes da explosão, era necessário que fosse emitido um feixe de luz radiante que fizesse a vítima perceber a iminência da explosão.

A pessoa que eu queria matar era o meu filho João.

Minha mulher Jane estava grávida quando fui enviado ao exterior com um contingente do Exército a serviço das Nações Unidas. Fiquei ausente cerca de dois anos. Escrevia constantemente para Jane e ela respondia. Quando o meu filho nasceu e recebeu o nome de João, as cartas de Jane ficaram bem estranhas. Ela dizia que precisava falar comigo uma coisa muito séria, mas não sabia como. Eu respondia impaciente para ela dizer de qualquer maneira, mas ela persistia na falta de clareza, que cada vez piorava mais. Afinal, Jane deixou de responder minhas cartas.

Quando voltei da missão da ONU, corri para casa assim que desembarquei no aeroporto.

Jane abriu a porta para mim. Seu aspecto me surpreendeu. Estava envelhecida, pálida, parecia doente.

“Onde está o João?”, perguntei. Jane começou a chorar convulsivamente, apontando a porta do quarto onde ele estava.

Entrei no quarto, seguido de Jane.

João estava deitado no berço, um menino lindo, que ao me ver deu um sorriso. Peguei-o no colo. Então, tive uma surpresa que me deixou atônito. João só tinha uma perna e um braço, eram os únicos membros que possuía.

Jane estendeu-me um papel, todo amassado, uma receita médica onde estava escrito: esta criança sofre de focomelia, uma anomalia congênita que impede a formação de braços e pernas. Jane cuidava do João com o maior cuidado e com grande carinho. Mas ela definhava cada vez mais e morreu quando João tinha seis anos. Eu dei baixa no Exército para poder cuidar do meu filho. Quando eu perguntava se ele queria alguma coisa, ele dizia “Eu quero ir para a guerra”.

Sua deficiência física se agravava com a idade. Ele tinha 15 anos, mas não podia andar, estava impossibilitado de exercer as mínimas atividades físicas.

“Eu quero ir para a guerra, papai”, ele pediu mais uma vez.

Então decidi que ele iria à guerra. Foi quando preparei a bomba.

Com a bomba na mão eu disse: “Meu filho, você foi convocado para ir à guerra.”

“Obrigado, meu pai querido, eu te amo muito.”

Eu o amava mais ainda.

Coloquei a bomba na sua mão.

“Essa bomba vai explodir. É a guerra”, eu disse.

“É a guerra”, ele repetiu feliz.

Saí do quarto onde estava. Pouco depois vi o clarão.

João também viu esse clarão, feliz, antes da bomba explodir, matando-o.
Eu amava o meu filho





Um homem de princípios

Não gosto de matar barata, nem piolho, nem seres humanos. Não mato por ódio, ciúme, inveja, medo, casos em que o mata-dor é também vítima desse sentimento, ou, se preferem, dessa percepção, ou noção, ou senso, ou consciência. Não conheço as pessoas que eu empacoto. Nada sinto por elas, mas tenho meus princípios.

O Despachante, que eu nunca via pessoalmente — não sabia se ele era branco ou preto, alto ou baixo, magro ou gordo —, en-viou para mim do celular descartável uma foto com o nome e o endereço do freguês. O Despachante depositaria na minha conta metade do pagamento adiantado e a outra metade depois que eu fizesse o serviço.

O freguês, um sujeito gordo, calvo, na faixa dos quarenta anos, morava na Zona Sul, num prédio na quadra da praia, e todos os dias saía de manhã para tomar um cafezinho e comer pão de queijo, essa coisa engordativa, numa loja de conveniên-cia (acho esse nome idiota) que ficava perto da praça que tem o nome de um poeta e prosador português do século XIX. Sei que as pessoas, em sua maioria, são ignorantes e não sabem de qual poeta estou falando. Isso é bom.

O prédio tinha porteiro dia e noite. Eles se revezavam de oito em oito horas. Ficavam atrás de vidros escuros, as pessoas da rua não os viam, mas eles as viam nitidamente. Na porta de entrada da grade que cercava o edifício havia uma pequena caixa protegida da chuva que recebia e transmitia a voz, e um pino de campainha para o visitante apertar. Se fosse um mora-dor, o porteiro acionava um comando eletrônico e abria a porta. Mesmo sendo um parente do morador, o porteiro só o deixava entrar se recebesse autorização expressa antes. No caso de um desconhecido, o porteiro perguntava pelo alto-falante o nome e o seu objetivo. Se o desconhecido dissesse um nome que não constava da lista de todos os moradores que o porteiro tinha à sua frente, ele respondia secamente, “não mora aqui”. Esqueci de dizer que à noite uma luz se acendia com o foco dirigido para a porta de entrada.

Resumindo: eu tinha que chumbar o freguês em outro local que não fosse a sua casa.

Passei a ir bem cedo à loja de conveniência esperar o freguês. Ele chegava impreterivelmente às dez da manhã, ia direto para o balcão onde ficava a máquina de fazer café e o forno que assava o pão de queijo, fazia o seu pedido e sentava numa mesa. Sempre a mesma mesa. A garçonete trazia o café, o pacotinho de açúcar e o de chocolate e quatro pães de queijo. Quatro! Barrigudo daquele jeito, ele certamente comia escondido da mulher.

Sempre levo comigo a minha ferramenta, uma Beretta M9 com carregador de quinze balas, num coldre especial colocado abaixo da axila, sob o blusão. A empunhadura da Beretta fica-va para baixo. Dentro da loja eu não podia chumbar o freguês. Meu desejo era que ele fosse para a praça do poeta, mas o freguês voltava para casa. A mulher desses caras gordos sempre manda neles. Aliás, todas as mulheres mandam no marido. Minha mãe não mandava no meu pai porque ela morreu no parto. Eu matei minha mãe? Meu pai também morreu cedo. Isso tudo eu conto algum dia.

Na terceira manhã em que eu observava dissimuladamente o gordo comer os pães de queijo no posto, ele se levantou para ir à caixa pagar a despesa, mas, ao passar perto da minha mesa, puxou uma cadeira e sentou-se dizendo “bom dia”.

Já disse que sou puta velha. Respondi calmamente: “Bom dia.”

“Meu nome é Xavier”, ele disse, “com xis”. “O meu é José. Muito prazer.”

A voz do freguês era tranquila, um pouco espessa.

“Vou ser breve. Percebi que o senhor nestes três dias aqui no posto me observa dissimuladamente. Isso significa que tem um objetivo, que eu suponho qual seja. Sei que o senhor é um... um matador profissional.”

Meneei a cabeça.

“Tenho uma proposta a lhe fazer”, ele disse. “Sim.”

“Posso fazer a proposta?” “Sim.”

“Quero que você mate a minha mulher. Pago o dobro, o triplo do que você iria receber se me matasse.”

Ele agora já não me tratava mais de senhor, acreditava que como eu seria seu empregado, ou servidor, não precisava mais ter deferência, consideração por mim.

“Quanto e onde?”, perguntei.

Ele tirou um maço de notas de cem dólares do bolso. “Me paga depois. Onde será feito o serviço?”

“Na minha casa. Vamos juntos, eu toco a campainha, ela espia pelo olho mágico, vê que sou eu e abre a porta. Ela não abre a porta para ninguém. O senhor mata a minha mulher. Sua arma tem silenciador?”

“Evidentemente”, respondi.

“Nós entramos, abrimos as gavetas e mexemos nos armários, para fingir que foi um assalto.”

“Essa ideia é muito boa”, eu disse.

“Depois eu te pago e vamos embora. Eu vou ao supermerca-do fazer umas compras, e você sai de novo escondido no carro. Quando eu voltar, vejo a minha mulher morta, chamo a polícia...”

“Perfeito. Quando?”

“Agora”, ele respondeu. “Vamos entrar pela garagem, o se-nhor fica escondido no banco de trás. O carro está aqui no posto. Já disse que vou ao supermercado e sempre volto carregado de compras, inutilidades que a megera me obriga a comprar.”

Megera. O cara não gostava mesmo da mulher.

Entramos pela garagem, subimos, saltamos no hall do andar dele.

Não sei se já disse, mas aquele prédio tinha apenas um apar-tamento por andar. Tirei a minha Beretta do coldre.

“Um momento, não toca ainda a campainha”, eu disse, “espera eu colocar o silenciador”.

Coloquei o silenciador, destravei a Beretta e dei um tiro na cabeça do Xavier. Eu sei o lugar na cabeça que apaga o freguês. Segurei-o para que não fizesse barulho ao cair.

Saí pela garagem, usando os óculos escuros do morto. Os vi-dros escuros não deixavam ver direito quem dirigia o BMW. Es-ses ricos só usam carros bacanas.

Deixei o carro perto do supermercado. Fui andando pela rua.

Eu tenho os meus princípios, já disse. Não mato mulher, criança e anão. E sou honesto.





Passeio noturno

Cheguei em casa carregando a pasta cheia de papéis, relatórios, estudos, pesquisas, propostas, contratos. Minha mulher, jogando paciência na cama, um copo de uísque na mesa de cabeceira, disse, sem tirar os olhos das cartas, você está com um ar cansado. Os sons da casa: minha filha no quarto dela treinando impostação de voz, a música quadrifônica do quarto do meu filho. Você não vai largar essa mala?, perguntou minha mulher, tira essa roupa, bebe um uisquinho, você precisa aprender a relaxar.

Fui para a biblioteca, o lugar da casa onde gostava de ficar isolado e como sempre não fiz nada. Abri o volume de pesquisas sobre a mesa, não via as letras e números, eu esperava apenas. Você não pára de trabalhar, aposto que os teus sócios não trabalham nem a metade e ganham a mesma coisa, entrou a minha mulher na sala com o copo na mão, já posso mandar servir o jantar?

A copeira servia à francesa, meus filhos tinham crescido, eu e a minha mulher estávamos gordos. É aquele vinho que você gosta, ela estalou a língua com prazer. Meu filho me pediu dinheiro quando estávamos no cafezinho, minha filha me pediu dinheiro na hora do licor. Minha mulher nada pediu, nós tínhamos conta bancária conjunta. Vamos dar uma volta de carro?, convidei. Eu sabia que ela não ia, era hora da novela. Não sei que graça você acha em passear de carro todas as noites, também aquele carro custou uma fortuna, tem que ser usado, eu é que cada vez me apego menos aos bens materiais, minha mulher respondeu.

Os carros dos meninos bloqueavam a porta da garagem, impedindo que eu tirasse o meu. Tirei os carros dos dois, botei na rua, tirei o meu, botei na rua, coloquei os dois carros novamente na garagem, fechei a porta, essas manobras todas me deixaram levemente irritado, mas ao ver os pára-choques salientes do meu carro, o reforço especial duplo de aço cromado, senti o coração bater apressado de euforia. Enfiei a chave na ignição, era um motor poderoso que gerava a sua força em silêncio, escondido no capô aerodinâmico. Saí, como sempre sem saber para onde ir, tinha que ser uma rua deserta, nesta cidade que tem mais gente do que moscas. Na avenida Brasil, ali não podia ser, muito movimento. Cheguei numa rua mal iluminada, cheia de árvores escuras, o lugar ideal. Homem ou mulher? Realmente não fazia grande diferença, mas não aparecia ninguém em condições, comecei a ficar tenso, isso sempre acontecia, eu até gostava, o alívio era maior. Então vi a mulher, podia ser ela, ainda que mulher fosse menos emocionante, por ser mais fácil. Ela caminhava apressadamente, carregando um embrulho de papel ordinário, coisas de padaria ou de quitanda, estava de saia e blusa, andava depressa, havia árvores na calçada, de vinte em vinte metros, um interessante problema a exigir uma grande dose de perícia. Apaguei as luzes do carro e acelerei. Ela só percebeu que eu ia para cima dela quando ouviu o som da borracha dos pneus batendo no meio-fio. Peguei a mulher acima dos joelhos, bem no meio das duas pernas, um pouco mais sobre a esquerda, um golpe perfeito, ouvi o barulho do impacto partindo os dois ossões, dei uma guinada rápida para a esquerda, passei como um foguete rente a uma das árvores e deslizei com os pneus cantando, de volta para o asfalto. Motor bom, o meu, ia de zero a cem quilômetros em nove segundos. Ainda deu para ver que o corpo todo desengonçado da mulher havia ido parar, colorido de sangue, em cima de um muro, desses baixinhos de casa de subúrbio.

Examinei o carro na garagem. Corri orgulhosamente a mão de leve pelos pára-lamas, os pára-choques sem marca. Poucas pessoas, no mundo inteiro, igualavam a minha habilidade no uso daquelas máquinas.

A família estava vendo televisão. Deu a sua voltinha, agora está mais calmo?, perguntou minha mulher, deitada no sofá, olhando fixamente o vídeo. Vou dormir, boa noite para todos, respondi, amanhã vou ter um dia terrível na companhia.


Quinta, 8 de novembro de 2018



Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
...
ANDO DEVAGAR
PORQUE NÃO TENHO PRESSA







15 ANOS!!
Atualizado diariamente
até o meio-dia





Escreva apenas para

Ou










Democrata do 
Colorado é o
primeiro governador
abertamente gay
dos Estados Unidos
Vai rolar algum
intercâmbio com algum
governador brasileiro?










PETISTAS CONFUNDEM OPOSIÇÃO
COM PRÁTICAS DA BANDIDAGEM





Sempre quando leio ou ouço que o PT sabe fazer oposição, lembro dos dois governos do FHC. Passaram oito anos pintando ruas e avenidas com "Fora FHC", inúmeros pedidos de impeachment, protestos os mais absurdos, etc. Viveram oito anos sendo contra tudo. Era tão ridículo que uma vez queriam impedir que FHC inaugurasse o novo Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.
É assim: o que os outros fazem é sempre errado. Sempre. E justificam, invariavelmente, com uma bobagem. Quem não lembra do Paim, fazendo um teatrinho, e rasgando a Constituição?
...
Tenho que reconhecer que são profissionais, mesmo.
Conseguem aniquilar reputações, mesmo que para isso mintam, descaradamente.
Em várias campanhas fizeram isso. As vezes dácerto.
Agora, na eleição de Bolsonaro se deram mal.
Dois exemplos:
Quando Messias levou a facada em Juiz de Fora, inventaram que era teatrinho. E justificavam a canalhice, com teses mirabolantes. Insistiram nessa bobagem. Ainda na campanha, o Poste disse que ele não ia aos debates por medo. O imbecil não tem a menor ideia do que é a bolsa de colostomia. O desconforto.
...
Claro que vão passar quatro anos dando pau no Messias. Normal.
Agora, essa de dizer que o Moro estava mancomunado com o Messias para enfiar o Lula na cadeia é sensacional! E se esqueceram de garantir que os ministros do TRF4 também estavam na jogada!!
HAHAHAHA!!!!!
...
O ridículo é muito vergonhoso.
Ontem recebi este site, http://www.martinbehrend.com.br. Lá, este título?

Prefeito de São Leopoldo culpa Bolsonaro
pelo cancelamento de convênios para novas creches

A asneira foi escrita pelo prefeito Ari Vanazzi, no Tweitter. Para terem uma ideia, esta cavalgadura já foi secretário de Estado e presidente estadual do PT!
Olhem o que este analfabeto funcional escreveu:



Suspensas pelo Bolsonaro!
Ah, esqueci de dizer que esse prefeitinho foi até deputado federral!
Aí recebeu uma resposta até delicada do filho do presidente eleito:


Aí a sumidade tentou consertar:


Isso é coisa de quê mesmo?



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RATINHO MATOU A CHARADA!





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EX PRESIDENTE DO CREA-RS NO BANCO DOS RÉUS - Luiz Alcides Capoani é acusado pelo Ministério Público Federal por crime de Improbidade Administrativa. É acusado pela contratação ilegal e pagamento indevido de 270 mil reais a escritório de advocacia de Brasília, que recebeu essa bolada de forma antecipada, sem licitação e jamais prestou os serviços contratados.
Esse é apenas um dos processos em andamento da gestão Capoani no CREA-RS, que em seu último ano deixou a autarquia com um déficit financeiro superior a cinco milhões de reais.
...
Capoani tentou se eleger novamente ao Conselho, mas teve sua candidatura cassada pela Justiça Federal por ser ficha suja.
...
A audiência judicial será na próxima terça, dia 13, na XX Vara da Justiça Federal.


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DEMISSÃO QUANDO O FUNCIONÁRIO VOLTA DE LICENÇA. QUEM FOI O PRECURSOR? RBS OU GLOBO?

Nos últimos meses, a RBS demitiu, sem explicações, que voltaram de licença-maternidade. Como se fosse algo normal. As duas jornalistas, da Rádio Gaúcha, no primeiro dia de trabalho depois da licença, foram chamadas pelo chefete que, "chorando", anunciou a demissão "por ordens superiores".
Um negócio cruel.
...
Aí recebo o link https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/estou-sendo-punida-por-ter-ficado-doente-diz-jornalista-demitida-pela-globo--23148. O título:

"Estou sendo punida por ter ficado
doente", diz jornalista demitida pela Globo


Então tá.
Nada de adoecer, hein? Nadas de licença!!


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NÃO ESCREVI ONTEM QUE ERA UM BANDO?

Senado aprova aumento de salário
de ministros do STF e procurador-
geral da República


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SERÁ QUE O DESPACITO VAI PROIBIR O PROTESTO? - Para chamar a atenção do Poder Público e protestar de forma criativa, a Associação Brasileira dos Usuários de Ruas, Estradas e Rodovias, está organizando, para o próximo domingo, dia 11, o Rally Urbano na Capital dos Buracos.
A concentração dos participantes será no Largo Zumbi dos Palmares, a partir das 10 hORAS e seguirá por algumas ruas com grande incidência de buracos e ondulações.
...
De acordo com o presidente da Associação Brasileira dos Usuários de Ruas, Estradas e Rodovias, Gerri Machado, o evento é chamado pela associação, mas conta com o apoio de cidadãos, entidades sindicais, empresariais, grupos de taxistas, ciclistas, profissionais liberais e associações e clubes de veículos e motos antigos e grupos de mobilidade elétrica.
“Estamos convidando todas as pessoas que circulam por Porto Alegre e sentem-se prejudicadas pelas condições das ruas, ciclovias e calçadas. Nosso evento é comunitário e apartidário”, destaca Gerri.
...
SERVIÇO
O que: Rally Urbano na Capital dos Buracos
Quando: 11 de novembro - domingo
Horário: 10 horas
Local: Concentração Largo Zumbi dos Palmares (Epatur).
Informações: (51) 9.9595-8166


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CUMÃ? CAIRÃO OU CAÍRAM? - Recebo:

(clica em cima que amplia)



No detalhe:



Outra versão "mais bonita":

(clica em cima que amplia)



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REFLEXÃO

O Boulos lamentando o fim do Ministério do Trabalho é tipo o Pablo Vitar chorando a aposentadoria da Tia Carmem!

Antônio Bavaresco Júnior


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POR FALAR EM TIA CARMEM - Tchurma do Despacito Júnior tapou a buraqueira da rua Olavo Bilac, onde está a maior atração turística de Porto Alegere.



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PDT PERDEU A BOQUINHA - Messias vai terminar com o Ministério do Trabalho.


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PASSARALHO - TV Gazeta de São Paulo terminou com o Departamento de Jornalismo. Demitiram 80 profissionais. Coincidência ou não, a emissora renovou contrato com a Universal.


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RÁDIOS - Analisa o Sandro Kluge:

Tamo perdido. Tinha antes duas rádios no RS:
Guaiba que era Radio de Dono, pois era a cara, o jeito – só não sei se o cheiro, do Breno Caldas e que virou este “inferno panfletário” – de um lado e de outro, com o Nando Gross achando que tá abafando, que me desculpe, se deixou dominar pelos “comunicadores”;

Gaúcha: o Flavio Alcaraz Gomes criou o conceito de “Rádio Jornalismo”, dissociando o comunicador da pessoa, e que até o momento em que a “Dra. Andiara”, resolveu transformar tudo em “produto” – só que esqueceu do conteúdo – apesar de ter para mim que o pessoal da “linha de frente” – repórteres, são melhores que os da Guaíba (que parecem saídos da Cidade Baixa, depois de um debate “cool” sobre liberdade de expressão em tempos de repressão pós “neo ditadura”...);
...
O que livra hoje é a Band – que tem de cuidar a mão para não virar “radio de apitinhos” – que era uma expressão que o Breno usava quando se referia as outras rádios. O horário das 7h30min às 8 horas poderia ser um pouco melhor aproveitado, colocando o Alex Bagé e a Cris Barth (que dá de 3 a zero na Kelly Matos, que foi estragada pela “Dra. Andiara”), pra fazer um meio termo entre o Mendelski (que tá passando do ponto do conservador), e o cidadão da Gaúcha que acha que é o Ranzolin, mas nem pra lavar as cuecas dele serve. Puxa o horário até as 8h30min, neste modelo que acho que “dá brilho”.


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CARTÕES ARTESANAIS DE NATAL - Recebo:
Em visita a sebos de Porto Alegre, o professor aposentado ( e artesão) Tomaz Wonghon adquire revistas dilaceradas .
Com imagens de Michelangelo, Boticelli, Fra Angelico,Sanzio, Da Vinci, Rafael,Renoir, Manet ( antes destinadas ao lixo) produz "CARTÕES ARTESANAIS NATALINOS" únicos,lindos e de qualidade. A "reciclagem" dá sobrevida às  figuras que voltam à circulação entre pessoas de bom gosto cultural e artístico.
Em tempos de comunicações rápidas, fáceis e impessoais a "produção de cartões" procura também reciclar hábitos reacostumando pessoas a resgatar a comunicação interpessoal com valorização de sentimento e importância entre "remetente" e "destinatário".
Embora com clientela fiel ( consolidada no passar os anos)  a ampliação e divulgação dos objetivos deste projeto cultural ( uma vez que a comercialização é feita com preço irrisório) é busca constante do artesão.
CONTATOS:
51- 991380876 ( cel e whats)
tomaz@tomaz.pro.br
professortomaz@gmail.com 


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NOVEMBRO AZUL





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NÃO É PIADINHA







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PIADINHA

Ou não?




Quarta, 7 de novembro de 2018




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
...
ANDO DEVAGAR
PORQUE NÃO TENHO PRESSA







15 ANOS!!
Atualizado diariamente
até o meio-dia





Escreva apenas para

Ou










EM UMA DAS NOVAS
VINHETAS DO SBT:



É UM GOZADOR ESSE SILVIO SANTOS!
...
NÃO DUROU: ONTEM MESMO O
PODEROSO MANDOU TIRAR DO AR.
HAHAHA!!!
(DEVE TER SIDO APENAS UMA PROVOCAÇÃO)
.









"TEMOS QUE RESISTIR!"

Uma homenagem à "classe média consciente"




Não sei quem é o autor do texto, mas é muito bom.

Tô só vendo essa onda de RESISTÊNCIA, abismada com a cara de pau de alguns.
Rio de Janeiro entregue ao tráfico e às milícias e agora você resolveu ter medo? Nordeste, Centro Oeste e São Paulo tomados pelo PCC, matando pai de família, e você só resolveu ter medo agora? Rio Grande do Sul quebrado, sem dinheiro pra pagar funcionários e você tava resistindo onde? Professores sendo brutalmente agredidos em salas de aula, pessoas morrendo nos corredores dos hospitais e das UPAS de todo o país e onde estava a sua resistência mesmo?
Onde a sua brava resistência estava quando 108 policias foram enterrados só no Rio de Janeiro? Onde estava a sua resistência quando uma mãe foi assassinada na frente da família com uma faca no peito porque se assustou com bandido? Onde estava a sua magnífica resistência quando um pai de família foi morto com um tiro de fuzil, só porque demorou a tirar o cinto de segurança? Onde a sua revolucionária resistência estava quando um marido teve que enterrar sua esposa porque ela foi morta por não ter dinheiro para dar pro bandido?
Onde estava essa mesma resistência de BOSTA quando uma menina de 9 anos brincava na rua e foi brutalmente assassinada por causa de uma dívida de drogas? Você não está preocupado com PORRA NENHUMA! Há anos nossa liberdade foi cerceada e brancos, negros, mulheres, gays, travestis, índios etc. morrem e você aí calado.
"Aiiii, o COISO vai tirar a nossa democracia; aiiii, vai matar negros e LGBTs; aiiiii, vai liberar armas e vai ser uma carnificina".
Você ainda não percebeu que vagabundo tá assaltando barzinho de AK-47, shopping de AR-15? Em que planeta você vive? E os mortos nos hospitais por falta de médicos e remédio? Onde sua indignada resistência estava quando os corruptos saquearam o Brasil e botaram cidades inteiras na miséria?
Foram 13 milhões de desempregados e você estava protestando onde mesmo? Nas 69 mil mortes violentas você, resistência, estava onde? Com 19 mil empresas fechadas em dos anos você protestou? CLARO QUE NÃO!
Porque não feria a SUA existência. E você quer convencer a quem de que AGORA você tem medinho? Adolescentes influenciados, até entendo, mas VOCÊ?

...
EU COMPLETO:
VAI CHUPAR UM CARPIM,
"CLASSE MÉDIA CONSCIENTE"!



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NA CASA DA GANDAIA DO POVO
ELES NÃO TÊM O QUE FAZER!


Proposição: PR 14 2017

Proponente:
MESA

Situação:
Tramitação Concluída em 06/09/2017

Tramitação:
DAL - envio em 22/08/2017

Legislação:

Tipo:

Número:

Processo nº:
20401.01.00/17-8

Assunto:
prêmio construindo igualdade gênero escola instituição ensino comitê comissão assembleia legislativa gaúcho impulsor movimento eles por elas eles por elas organização nações unidas ONU mulheres projeto pedagógico ações educacionais estudante

Ementa:

Institui o “Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero nas Escolas”, agraciado pela Assembleia Legislativa do Estado Rio Grande do Sul.


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FALTA DE VERGONHA NA CARA! - Enquanto os funcionários do Estado recebem salários atrasados e parcelados, os privilegiados servidores do Judiciário, MPE, TCE, Defensoria Pública e Assembleia vão ganhar reajuste de 5,58 por cento.
NÃO TEM JEITO, DUDU MILK!


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BANDO DE SENADORES - Vão aprovar aumento de 16,9% para ministros do STF. Claro que TODOS que têm vencimentos vinculados aos deuses vão receber também.


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CURIOSIDADE ATROZ

Quem é a chefete que chamam de exu na TV Record RS?


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SEM COMENTÁRIOS




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RISCO DE FECHAR - Uma reunião hoje, às 13h30min, vai discutir medidas para evitar o fechamento do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas. O hospital vive profunda crise, que leva à paralisação de atendimentos eletivos (não urgentes) e ao atraso do pagamento dos médicos que chega a  12 meses.
O Sindicato Médico do RS (Simers), Ministério Público Estadual (MPE), prefeitura e direção do hospital se reúnem, na sede do MPE (Rua Quinze de Janeiro, 521), para avaliar saídas para a instituição hospitalar que atende mais de 70% de pacientes pelo SUS e soma 226 leitos - sendo 157 pelo SUS, conforme o cadastro do Ministério da Saúde. O Simers pediu a ação do MPE na semana passada.
...
“A situação se agrava a cada mês, é muito preocupante e precisamos encontrar saídas, antes que o hospital não consiga mais se manter aberto”, diz a presidente em exercício do sindicato, Maria Rita de Assis Brasil. A expectativa é que o MPE proponha a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), apontando as ações para a recuperação do Nossa Senhora das Graças.
Há mais de dois meses os atendimentos sofrem restrições. Cerca de 120 médicos de 40 especialidades foram levados a parar devido aos atrasos de até um ano no pagamento pelos serviços. A medida foi decidida em assembleia dos médicos.
...
Os repasses da prefeitura ao hospital têm sido feitos, de cerca de R$ 6 milhões por mês. O problema é a dívida avaliada em R$ 100 milhões. Problemas na gestão do estabelecimento, verificados há muitos anos, provocam o atual quadro de extremas dificuldades.



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ESTÁ DE SAÍDA? - O presidente do Grupo Record RS, Reinaldo Gilli, deve ser transferido para outro Estado.



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ANTES DE IR EM CANA -  O presidente eleito Messias visita hoje, 15 horas, o Temer no Palácio Alvorada.


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PERGUNTINHA

Que fim teve a água e as balinhas do UBER?

Fernando Pamplona


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RÁDIO MODERNA- Recebo do Paulo Renato:

Bah, Prévidi, não to aguentando ouvir a Rádio Guaíba, um esquerdismo até no esporte... um horror...


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NOVEMBRO AZUL





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NÃO É PIADINHA


É sério, existe em Tramandaí!
É uma brasa, mora?







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PIADINHA