Terça, 23 de fevereiro de 2021

 

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O MAIOR


O livro está a disposição na Banca da República - na esquina da Rua da República com avenida  João Pessoa.

Também posso enviar pelo Correio, sem custo adicional.

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 HÁ 52 ANOS, CAMINHANDO, E TROPEÇANDO, MAS SEGUINDO A CANÇÃO...


MEMÓRIA ARDENTE, revivida por obra de Daniel Silveira, o deputado federal bolsonarista (PSL RJ) louquinho para que volte o AI-5 de infame, sinistra e aberrante lembrança

Texto de Vanderlei Cunha


O grande Zuenir Ventura já disse num livro célebre que 1958 foi um ano que não terminou. 1968, no entanto, por outros motivos, não deixou por menos. 

O clima político fervia em turbulência, após episódios como a morte do estudante paraense Edson Luís, aos 18 anos, assassinado por policiais militares, durante um confronto no restaurante Calabouço, centro do Rio de Janeiro; a greve dos metalúrgicos de Osasco, em São Paulo, e a Marcha dos 100 Mil, no Rio, além da violenta revolta estudantil daquele maio, em Paris. 

Foi também o auge da Ditadura militar pré-Médici (1905-1985) no país e de seu braço mais sinistro além da tortura: a censura. Imposta de forma truculenta e explícita por Artur da Costa e Silva (1899-1969) aos meios de comunicação (jornais, revistas, rádio e TV), estendeu seus tentáculos de modo obsessivo e meticuloso às atividades teatrais e à música popular.


A canção "Pra não dizer que não falei das (de) flores" foi escrita e cantada por Geraldo Vandré em 1968, conquistando o segundo lugar no 3º Festival Internacional da Canção desse ano. Na Finalíssima do FIC, no Maracanãzinho, em 29 de setembro, o primeiro lugar foi outorgado para ``Sabiá``, uma parceria de Antonio Carlos Jobim com Chico Buarque de Holanda, interpretada pela dupla Cynara e Cybele. 


A premiação rendeu vaia inesquecível para Tom e Chico, protesto que não era dirigido exatamente à ``Sabiá``, mas à decisão do júri de não conceder o Galo de Ouro à canção de Vandré, a mais cantada da noite e que falava mais alto ao coração da plateia, um chamamento à ação naqueles tempos difíceis: “Quem sabe faz a hora/ Não espera acontecer”.

``Na saída do Maracanãzinho, seu carro foi cercado, pediram-lhe que cantasse, ele cantou. Cansado, dirigiu-se aos fãs: “Isso está virando comício. Por favor, me deixem ir embora”. Ele foi embora, com a roupa intacta, mas a esta altura as flores que ele plantara em sua canção já não lhe pertenciam. (Veja, 9/10/1968, p. 54)

A canção tornou-se um dos maiores hinos da resistência ao sistema ditatorial militar que vigorava na época e Vandré continuou fazendo shows pelo país até a promulgação do AI 5, em 13 de dezembro de 1968, quando, já com ``Caminhando´´ censurada e hostilizado de forma ainda velada por autoridades do Exército, e para evitar represálias, interrompeu suas atividades artísticas, ficando escondido até o dia 16 de fevereiro de 1969, data de sua fuga do Brasil para um auto-exílio no Chile e, depois, na França.

Ás vésperas de minha viagem para São Paulo, onde cobriria o IV Festival de MPB da Record para a Rádio Cultura AM, testemunhei o seguinte acontecimento: 

Numa quinta-feira como qualquer outra, mas um tanto quente e abafada, dois policiais militares da PE ostensivamente armados, com metralhadoras a tiracolo, chegaram ao balcão de recepção da Rádio Cultura AM, no quinto andar de um estreito prédio comercial da Rua Coronel Vicente, quase esquina com a Avenida Alberto Bins, no Centro de Porto Alegre.

Recebidos pela voluntariosa Ivone Medeiros, secretária-administrativa da emissora, apresentaram-se de forma contida, identificando-se como emissários da Secretaria de Segurança Pública do Estado e da Turma de Censura de Diversões Públicas, ligados ao Departamento de Polícia Federal.

Para uma Ivone de olhos arregalados, um deles falou com firmeza: - ´´Precisamos falar com o dono. A senhora pode chamá-lo?``

O ``dono`` da Cultura AM eram dois: o empresário José Iuchno (1928-2011), proprietário da rede de lojas Courolândia / Couroesporte, e o advogado Gildo Milman, hoje com 88 anos, pai do comunicador Tulio Milman, que à época era um bebê recém-nascido.






Nem Iuchno nem Milman se encontravam na casa e restou à prestativa e assustada Ivone chamar Sérgio Chachamovich, jovem diretor-geral e gerente fulltime da emissora, normalmente uma pessoa reservada, quase tímida.

Na manhã daquele 7 de novembro de 1968, um mês e oito dias depois da Finalíssima do Maracanãzinho, diante de uma dupla de milicos preparados para o combate, Chachamovich, um tanto perplexo, só conseguiu concluir que seria preso, pois os dias eram assim. Bem assim.

-``Estamos aqui para entregar este documento. Dê uma lida e ponha sua assinatura na segunda via. A partir deste momento, a rádio não pode tocar essa música do Vandré, que está proibida!``

Com diversos funcionários à sua volta (locutores, apresentadores, operadores e discotecário), todos atraídos por aquelas atemorizantes visitas nas dependências sempre tranquilas e animadas da Cultura, Chachamovich assinou o papel e ainda arriscou uma pergunta: ~``Todas as músicas do Vandré ou só `Caminhando´?...

- ``Por enquanto só essa `Caminhando´, senhor. É o que está nesse documento. E precisamos lhe advertir que se essa proibição não for respeitada, o senhor será o responsável e a rádio será fechada! Para sua segurança, é até melhor quebrar o disco... Bom dia.´´

E assim como chegaram, ambos os policiais militares tomaram o elevador e ganharam as ruas, com certeza dando continuidade à sua sinistra missão de impor censura aos veículos de comunicação da cidade para que parassem de divulgar uma canção popular que, apesar dos esforços e do temor da Ditadura, imortalizou-se como uma bela, inesquecível afronta e contundente cutucada nos desmandos dos Anos de Chumbo.

Claro que o LP de Vandré não foi quebrado e continuou sendo ouvido em circuito fechado no aparelho de som da Discoteca, programado para ´´execução´´ diária nas mentes de todos os que ali trabalhavam – por muito, muito tempo...

Reproduzo, abaixo, a prova física do relatado acima, que, graças a uma gentileza do saudoso Sérgio Chachamovich (falecido em 2019), incorporei ao meu baú de guardados há exatos cinquenta anos. 

A redação do documento é sofrível: Vandré é datilografado como ``Vandreh`` e a concordância em ``quaisquer programação`` (sic!) foi mandada para o espaço... As duas linhas finais da missiva, assinadas por um tal de Floriano Peixoto da Fonseca, censor responsável pela TCDP/RS, seriam cinicamente hilárias, se não fossem protocolares: ``Aproveito o ensejo para renovar a Vª. Sª., protestos de estima e distinta consideração.``

Com ´´delicadeza´´ idêntica, um mês depois, em 13 de dezembro, cairia como um raio sobre o país o Ato Institucional Nº 5, decreto do regime militar que escancarou em definitivo o ataque sistemático às liberdades do povo brasileiro.

E é bem possível que o documento contendo esta ignominiosa ofensa à democracia e assinado por um general, tenha tido como epilogo cândido: ``Aproveito o ensejo para renovar a Vª. Sª., protestos de estima e distinta consideração.``

Reza a lenda que `Caminhando´ teria sido um dos prováveis estopins para que os milicos acelerassem a instauração do AI-5, esse mesmo lixo antidemocrático pelo qual o infeliz Daniel Silveira morre de saudades... Putz!


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MAIS UMA - O jornalista Sérgio Seppi informa que a Univates, de Lajeado, também fechou a Faculdade de Jornalismo, em 2019.
Posso estar errado, mas não demorará muito para todas fecharem.
Só para lembrar que qualquer analfabeto funcional pode ter o registro de jornalista.


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"GANHA 50 MIL POR SEMANA PRA FICAR EM CASA" - Do R7:

Ao negar mais uma vez a tentativa de interferência na política de preços da Petrobras, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (22), em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, que exige apenas "transparência e previsibilidade" da companhia. Bolsonaro destacou o prazo do contrato com Roberto Castello Branco à frente da Petrobras e questionou o salário do mandatário para "trabalhar de forma remota".

O chefe do executivo federal ressaltou que o contrato de Castello Branco como presidente da estatal acaba no dia 20 de março e avisou: "É direito meu reconduzi-lo ou não. Ele não será reconduzido, qual o problema?"

Ele ainda disse que Castello Branco "está há 11 meses em casa, sem trabalhar, trabalha de forma remota".

"O chefe tem que estar na frente, bem como os seus diretores. Então, isso para mim é inadmissível. Descobri isso há poucas semanas. Imagine eu, presidente, no meio da covid-19, ficando em casa. Não justifica isso aí", pregou, ao reafirmar que ninguém vai interferir na política de preços da Petrobras. 

De acordo com Bolsonaro, o presidente da estatal ganha mais de R$ 50 mil por semana. "Respeito a empresa, mas queremos saber de tudo o que acontece lá, inclusive a política salarial do presidente e seus diretores. Alguém sabe quanto ganha o presidente da Petrobras? R$ 50 mil por semana? É mais do que isso por semana", argumentou.

Em seguida, enfatizou que "tem coisa que não está certo" dentro da petroleira. "Não quero que ganhe R$ 10 mil por mês, não, tem que ser uma pessoa qualificada. Mas não ter esse tipo de política salarial lá dentro e para ficar em casa, para mim, não justifica essa ausência da empresa", encerrou.

Bolsonaro também questionou o aumento do preço do diesel, anunciado pela Petrobras na semana passada. “Eu não consigo entender um reajuste de 15% no preço do diesel em duas semanas. Não foi essa a variação do dólar aqui dentro e nem do preço do barril lá fora. Tem coisa que precisa ser explicada. Eu não peço, eu exijo transparência de quem é subordinado meu”, ressaltou.

Para ele, a sinalização negativa do mercado após o comunicado de substituição no comando da Petrobras "é sinal de que alguns do mercado financeiro estão muito felizes com a política que só tem o viés de atender aos interesses próprios de alguns grupos".

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DO SANDROKLUGE - Do Valor Econômico. Se alguém falar que é mentira, me mostra o contrário!


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FINALMENTE!! DESPACITO JÚNIOR FOI SEMPRE CONTRA - Uma vistoria no Hospital Parque Belém, na Zona Sul de Porto Alegre, foi realizada ontem com o objetivo de avaliar a possibilidade de reativação da instituição. Juntamente com o secretário de Saúde, Mauro Sparta, o prefeito Sebastião Melo percorreu todas as alas e unidades do hospital e solicitou que seja entregue nos próximos dias pelos técnicos da Prefeitura um relatório completo da atual situação do local.

"Precisamos ter uma ideia detalhada de todas as necessidades para a abertura de leitos no Parque Belém e então buscar um parceiro para realizar essas ações. O certo é que não podemos medir esforços para oferecer mais atendimento às pessoas neste momento delicado", explicou Sebastião Melo.

Durante a visita, o prefeito informou ainda que estará em Brasília hoje, que entre outras agendas, se reunirá com o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello para tratar da abertura de novas vagas para atender os pacientes com Covid-19. "Precisamos do apoio do Governo Federal, seja via Grupo Hospitalar Conceição, Hospital de Clínicas ou outro. O fundamental é abrir mais leitos clínicos e de UTI", disse o prefeito. (fotos Mateus Raugust / PMPA) 




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UM PAÍS PREVISÍVEL - Do Paulo Cursino:

Nem quis comentar o caso do tal Daniel Silveira porque eu vi como tudo começou e já antevi como iria acabar. O Brasil é um país previsível. Não há erro que não se tente consertar cometendo outro pior. A única coisa distribuída de forma realmente democrática por aqui é a incompetência. Que haja gente supostamente madura justificando qualquer um dos lados é uma lástima. Ver artistas e formadores de opinião defendendo o autoritarismo do judiciário me remete aos relatos mais assombrosos de Milan Kundera sobre como a área artística de seu país era ao mesmo tempo capacho e propagadora do comunismo. Isto em uma época em que formadores de opinião realmente sabiam ler e escrever. Por isto nem perco mais meu tempo discutindo política por aqui. Apenas reposto a opinião de gente muito mais capacitada do que eu e que realmente sabe do que está falando. Se as palavras do Ives Gandra Martins não servirem para encerrar a discussão, então desisto. A entrevista abaixo é curta, lúcida, e clara. Quem não quiser entender, que não entenda.
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1 - Qual sua avaliação sobre o caso envolvendo o deputado Daniel Silveira?
IGM - O deputado é alguém que não honra seu mandato. Há um descompasso mental na forma como ele falou, como atacou, como desconhece a Constituição. É absolutamente inaceitável o que disse o deputado. Não tenho dúvida de que esse sujeito deve ser punido. Primeiramente, quero registrar que admiro profundamente os ministros do Supremo, e o ministro Alexandre, que foi o relator, é um dos autores mais lidos em direito constitucional. Já escrevemos livros juntos. Mas não concordo com a forma como o caso foi conduzido. Para não ferir a Constituição, teria de ter sido adotado um caminho diferente. O Supremo deveria comunicar o fato ao Congresso e pedir a punição do deputado, respeitando o que diz o artigo 53 da Constituição Federal.
2 - Mas ele poderia ser punido com a prisão?
IGM - Aí eu esbarro na interpretação do artigo 53 da Constituição Federal, que diz que “deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”. Não vejo como um cidadão, em sendo deputado, por maiores absurdos que venha a dizer, possa ser preso. Ora, as mais absurdas declarações estão dentro do “quaisquer” previsto em lei.
3 - Se a Constituição diz que são “invioláveis quaisquer opiniões e palavras dos deputados”, o que embasou juridicamente a prisão de Daniel Silveira?
IGM - Os ministros condenaram com base na Lei de Segurança Nacional [Lei 7170/83]. Não aplicaram a Constituição Federal, mas uma lei oriunda do regime militar. E mais, outro ponto importante: quem é a parte que acusou o deputado? É o Supremo. Então o Supremo foi parte acusatória e decisória.
4 - Existiu situação de flagrante no crime de que o deputado foi acusado?
IGM - Flagrante é algo que vejo no momento — surpreendo um sujeito roubando e dou um flagrante no ato, por exemplo. Agora, como posso considerar flagrante permanente um vídeo? Daqui a um ano, esse vídeo pode estar rodando; então a figura do flagrante desaparece. Juridicamente, criar a figura do flagrante permanente, como no caso do deputado, é um precedente perigosíssimo e me preocupa.
5 - Houve invasão de competência do Poder Judiciário no Legislativo?
IGM - Sim, de longe. Se a Constituição diz uma coisa e o Supremo decide de forma diferente da Constituição, não é uma interpretação. Porque, no artigo constitucional, onde está escrito “quaisquer” manifestações, o Supremo diz: “quaisquer manifestações menos aquelas com que nós não concordamos”. Tenho 86 anos, 63 anos de advocacia. Tenho a impressão de que cada vez mais tenho de aprender o Direito. Porque o que está escrito na lei não é exatamente o que é aplicado.


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IMPRESSIONANTE! - Como tem velho com mais de 80 anos!! Viva!!


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SOM DA BAND - Se puder divulgar ficaria muito agradecido. O som da TV Band pela Claro-NET é muiiiiiiiito baixo. Tenho que colocar no volume acima do 60, além de aumentar no controle também da Net para ouvir com uma certa normalidade. Abraço Marcelo.
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Tarefa para a NET.


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HORROR!! - Quem conta é a Maria Elizabeth Helm:

Gente, me encontrava na rodoviária de Porto Alegre, quando vi passar carros e motos da Brigada Militar se deslocando em alta velocidade pela Av. Mauá, em direção ai Aeroporto. Pensei tratar-se de um grave acidente. Em seguida, vi a escolta do ônibus que levava os atletas do Inter até o embarque para o Rio de Janeiro. Até aí, tudo bem, entendi que era importante está escolta.

No dia seguinte, soube que uma multidão teria ido ao aeroporto levar seu apoio aos atletas do Inter. Tudo bem, isso é importante para incentivar os atletas. Só que a multidão era imensa, com pais levando seus filhos pequenos de colo, no meio de uma multidão onde a  maioria nem máscara usava!

E a Brigada não pode fazer uso de bomba de efeito moral, em função das crianças que ali se encontravam. Eu entendo isso também, mas me respondam: como ficam agora as aglomerações  que estiverem presentes crianças? Nao serão tomadas  atitudes por parte da BM diante de outras aglomerações?

Como vai agir  BM se, a partir de agora, as pessoas se utilizarem de crianças para se aglomerar. Me perdoem, mas alguma tinha tinha de ser feita na ocasião. Se não quiseram se utilizar de métodos de dispersão, que ao  menos fosse exigido um distanciamento do grupo. E, se a moda pega e todas as pessoas que desejarem se aglomerar façam uso de crianças para não serem importunadas, terão todo o direito de fazê-lo. Lamentável decisão.


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PERGUNTINHA

O que ajuda no combate a pandemia a publicidade sobre os bons números da segurança no noticiário da RBS TV ?

Sérgio Seppi, jornalista


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Me chamo Rochelle Benites (foto), moro em Porto Alegre e estou na espera para transplante pulmonar, na Santa Casa. Aguardo dois pulmões. 

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PIADINHA


Não sei se é piadinha...


19 comentários:

  1. Um dos motivos pela diminuição dos números de violência com certeza tem a ver com a pandemia. Não tem como fazer uma comparação de um ano com menos pesssoas circulando (comprando, turistando, trabalhando) com um ano normal. Mas com certeza eles não vão tocar nesse ponto.

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  2. Caro Prévidi,

    Árbitros erram, porque são ladrões??
    Pessoal, nós temos em nossos cérebro uma pequena porção, parece que do tamanho de um amendoim, que registra dados dos tempos em que eramos animais. Aparentemente, está desativado, mas só aparentemente. Muitas da nossas decisão do dia a dia são tomadas a partir da ação desse protocérebro. Em palestras de neurolinguista ele é muito destacado.
    Vou citar o caso da minha mãe, saudosa, que retrata bem a sua função. às vezes, ela conversava com alguém e, do nada, olhava fixo para nós e dizia, não gostei dessa pessoa, não me perguntem por quê? Não gostei, ela não é boa! E é simples. Se esse alguém por um problema fisiológico ao falar expõe os dentes caninos, a nossa nossa memória animal nos remete ao predador que nos ameaça (quer nos comer), e procuramos nos afastar dela.
    Ainda hoje temos pessoas que não aceitam aproximação de outrem, a cada aproximação dão um passo atrás, resguardando-se do 'iminente perigo'.
    O cangaceiro Lampião tomava decisões estranhas que pareciam derivar de um sexto sentido. Por exemplo, ele e seus cangaceiros, em um final de tarde, estava todos acoitados num assombreado da caatinga nordestina e Lampião observava, entre tragadas de um palheiro, um por de sol estranhamene alaranjado, pássaros adejando em disparada, um leve tremor de terra... Levantava-se rápido e gritava: vamos arribar, macacada! Fugiam, e, minutos após, chegava a malvada volante da polícia bem armada!
    No caso do futebol, qualquer árbitro, bom, mediano, ruim, recebe cotidianamente informações que vai armazenadoi em seu cérebro primitivo: a imprensa só louva times de Rio / S.Paulo; a Globo sempre dá emprego de comentarista de arbitragem a árbitros que se aposentaram, mas que, quando na ativa , favoreceram, na dúvida, ao Flamengo, ao Corinthians, São Paulo, Vascão, Parmera; O Supremo Tribunal Esportivo chama o Inter e a CBF para explicar o problema do VAR...
    Então, pessoal, no justo momento de decidir se foi ou não pênalti, se a falta é ou não para cartão vermelho, o instinto de sobrevivência age (isentamente) e ele foge disparado da 'volante que quer o decapitar'. É isso aí. Como resolver, difícil, muito!

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    1. Mais um motivo, entre tantos, para focar na Libertadores, onde o nível de arbitragem é muito melhor.

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  3. Infelizmente o SBT se perdeu. Estava assistindo o jornal mas aí chamaram o ex reitor. Tirei na hora.

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  4. Respostas
    1. Estás confundindo o filho com o pai.

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    2. Por isto exclui o comentário mas os dois são membros da opus dei e tem posturas parecidas com as do deputado em diversos assuntos "cabeludos" que respeito como democrata.

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  5. "...Só para lembrar que qualquer analfabeto funcional pode ter o registro de jornalista."

    Acredito que alguns já tenham.

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    1. Os cursos foram tão aparelhados, com o intuito de formar militantes, que perderam substância. Daí essa verdadeira implosão.

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    2. Estes cursos são uma verdadeira lavagem cerebral feita nestes jovens alunos, um pouco mais que adolescentes. A maioria dos professores nunca pisou em uma redação ou emissora de comunicação. Outros, trabalharam ou trabalham sem nenhum brilho, como um conhecido extremista que se aventurou como apresentador numa rádio e fracassou redondamente.

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    3. Exatamente. Os coadjuvantes viram professores, o que comprova a velha máxima: quem sabe, faz; quem não sabe, ensina.

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  6. Não tô entendendo o motivo da reclamação, o deputado troglodita não queria a volta do AI5? Então se o enquadraram numa lei do regime militar foi pra satisfazer a vontade do parlamentar...

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    1. Acima dessa lei está a Constituição, que foi cinicamente desrespeitada.

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  7. Obrigado por publicar minha reivindicação sobre o som da TV Band.
    Abraço

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  8. Prévidi, poderia também apresentar os atos terroristas daqueles que diziam lutar pela "democracia".

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  9. Vandré fez um hino lacrador, quando essa gíria ainda não existia. O proselitismo político se sobressaiu à (parca) qualidade musical. Chico, muito esperto e mais talentoso, logo após seguiu o mesmo caminho, lucrando muito com isso. Passado o regime, curiosamente (mas nem tanto), ambos não produziram mais nada que preste.

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  10. https://polibiobraga.blogspot.com/2021/02/o-globo-ataca-o-editor-deste-blog.html?m=1

    Agora estão indo para cima do seu Polibio.

    A plimplim está desesperada ou está a mando de alguém?
    Tempos sombrios...

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    1. É a perseguição aos conservadores que está em curso, como já havia denunciado o tal deputado, antes de entornar o caldo.

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