Quarta, 24 de junho de 2026

 

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Alfredo Octávio: o maior jornalista do Brasil

Livro Alfredo Octávio

SEGUINTE:

- UM DOS MELHORES COLUNISTAS DO BRASIL


Conheci o jornalista Eugenio Esber na Comunicação da Assembleia Legislativa RS. Trabalhamos lá no mesmo período - se não me engano, nos anos 1990. O que me chamava   a atenção era a seriedade com que editava uma coluna diária dos discursos parlamentares. Os espaços de cada bancada eram definidos pelo número de deputados. Imagine os malabarismos matemáticos!

Aí acompanhei de longe a carreita vitoriosa do EUGENIO CARLOS na revista Amanhã. Só acumulou vitórias, até que se consagrou como o melhor colunista de jornal do Estado, escrevendo todas as sextas na Zero Hora.

A última coluna do EE no Zero Hora é um primor:

"A seita do voto sem rastro"

Quando a contagem de votos no Peru mostrou Keiko Fujimori à frente de Roberto Sánchez por míseros 561 votos (50,002% ante 49,998%), um pensamento perturbador passou pela cabeça dos brasileiros: e se algo assim acontecer no segundo turno de nossa eleição presidencial?

O desconforto é mais do que justificado. No Peru, é possível fazer a recontagem manual das cédulas, um recurso fundamental no caso de um pleito decidido por um punhado de votos. Já o Brasil adota um sistema puramente eletrônico de votação, modelo que o mundo inteiro rejeita por estabelecer uma cortina de ferro que impede a necessária transparência do processo de apuração. O eleitor aperta uma tecla e confia. Seu voto, no mundo físico, não existirá, e, portanto, não poderá ser recontado, em caso de necessidade. Não de um jeito que o povo entenda e possa acompanhar.

Na Alemanha, o Tribunal Constitucional vetou a adoção de um sistema idêntico ao do Brasil. A razão se chama “Offentlichkeitsgrundsatz” – o princípio de que todas as fases de uma disputa eleitoral devem estar sujeitas à verificação pública, de tal modo que o cidadão comum, que não tenha conhecimento de tecnologia, possa entender por que o candidato dele ganhou e, principalmente, por que perdeu. Tudo aberto, às claras, de forma legítima.

Até recentemente, o opaco sistema eleitoral brasileiro tinha a companhia de dois países. Butão e Bangladesh formavam com o Brasil o BBB das maquininhas que não oferecem um comprovante impresso do voto para conferência do eleitor. Agora, o trio se desfez. No ano passado, Bangladesh decidiu cair fora do sistema, diante da torrente de críticas e suspeitas sobre as “Electronic Voting Machines”.

Vários países flertaram com o modelo brasileiro – México, Paraguai, Namíbia, Equador, Costa Rica – mas prevaleceu o imperativo da transparência e segurança do processo em que o voto, mesmo eletrônico, deixa um rastro em papel, a bem da verificabilidade pública.

No Brasil do regime STF-PT, ainda reina a seita que impõe o voto sem rastro, e cala a boca de quem, como o mundo inteiro, exerce o direito de questionar. Alexandre de Moraes, o homem de R$ 129 milhões, pediu e obteve a condenação, pelo STF, de um dos pais da urna eletrônica brasileira, o respeitado engenheiro Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal.  O crime de Rocha? Apontar anomalias no funcionamento da maioria das urnas eletrônicas usadas pelo TSE no segundo turno da eleição de 2022. Acredite se quiser: ele pegou pena de 7 anos e meio de prisão por “tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito” e “organização criminosa armada”.

Moraes pediu ao Reino Unido a extradição de Rocha. Não vai levar. O mundo já sabe quem é e como age o carrasco da liberdade de expressão no Brasil.


SEGURA ESSA
quem se trumbica não comunica

=

- RECEBI isso aí acima de uma amiga e não intindi.
O que será um repórter massivo?
Vou direto no Gogle:
"Esse profissional trabalha no ritmo de breaking news (notícias de última hora), com foco em produção ágil e multiplataforma (internet, rádio, vídeo e redes sociais). A expressão é muito usada em grandes redações, como no Grupo RBS (no Rio Grande do Sul), para definir o jornalista que produz conteúdo diário, traduzindo tendências e assuntos do momento em informação acessível e de rápida absorção para o grande público."
Ou seja, é o conhecido "courinho de piça", aquele que faz tudo numa redação "muderna", vai pra lá e vem pra cá, e ganha uma mixaria. Nos passaralhos é sempre o cabeça de lista.

- NOS TEMPOS  em que existia um jornalismo mais honesto por parte dos patrões, o jornalista quando era chamado para atuar por outro veículo do mesmo grupo recebia uma boa grana extra, além do seu salário.

- HOJE, o tal jornalista muderno faz jornal, rádio, TV e internet e ganha uma mixaria. Claro que quando surge uma oportunidade de ocupar uma assessoria de imprensa o coleguinha não pensa duas vezes. É o caso recente do repórter da RBSTV, Jeferson Ageitos,  que  já está no MP, depois de 7 anos na emissora. Advinha qual o salário do cara?

- ALGUÉM AINDA TEM PENA DO FARID?


- O HELP DO JOÃO GARCIA


Em 2023, em um dos momentos mais difíceis da minha vida, recebi uma corrente de apoio que jamais vou esquecer. Muitas pessoas contribuíram, compartilharam minha história e me ajudaram a enfrentar uma longa recuperação com mais dignidade. Graças a Deus e à ajuda de vocês, consegui seguir em frente.
Hoje, infelizmente, me vejo diante de mais um grande desafio.
No último mês fui diagnosticado com uma grave doença vascular, chamada aterosclerose, que comprometeu a circulação das minhas pernas. Mesmo com todos os esforços da equipe médica, precisei passar por duas amputações nos dedos do pé para impedir o avanço da infecção.
Também realizei um cateterismo e recebi dois stents para restabelecer a circulação sanguínea.
Agora estou voltando para casa para iniciar mais uma etapa da recuperação. Porém, minhas limitações aumentaram e os custos com cuidados, medicamentos, fraldas, curativos, fisioterapia, alimentação adequada e adaptações em casa também cresceram. Por isso, com humildade, venho novamente pedir ajuda. Se você contribuiu comigo em 2023, saiba que sua ajuda fez toda a diferença e sou eternamente grato. Se puder me ajudar mais uma vez, ficarei muito agradecido. E se está conhecendo minha história agora, qualquer contribuição ou compartilhamento será muito importante.
Cada valor faz diferença.
Cada compartilhamento ajuda a alcançar mais pessoas.
Cada oração também é uma forma de apoio.
Obrigado por continuarem caminhando comigo nessa luta.
Link da vakinha na bio
Dados para contribuição 
Banco ITAÚ 
Agência 4269
Conta Corrente: 48389-9
PIX CPF - 202.436.690-20


O QUE FAZ
o RS crescer

- DUDU MILK VOLTOU A BANCAR
"EVENTOS"COM GRANA FARTA!

Depois de algaumas semanas sem "patrocínios robustos",o Governo Dudu Milk, através da Scretaria de Comunicação abriu os cofres do povo gaúchopara mais um evento que deverá salvaro Rio Grande!!

SÚMULA DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO
O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL,  por  intermédio  da SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO,  em  cumprimento  do  disposto  noartigo  72,  parágrafo  único,  da  Lei  federal  n.º  14.133/21,  e  no  artigo  3º,  §1º,  do  Decreto  estadual  nº  57.034/23,  torna  pública  a INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO  para  a  concessão  de  patrocínio  à
ICLEI  A  MÉRICA  DO  SUL,  CNPJ  nº  03.898.408/0001-10,representada  por  Rodrigo  de  Oliveira  Perpétuo,  inscrito  no  CPF  sob  o  nº  003.744.806-48,  nos  termos  do  artigo  74,  caput,  da  Lei federal nº 14.133/21, e do artigo 7º, caput, do Decreto estadual n.º 57.034/23, para realização do evento
“Congresso Internacionalde  Proteção  e  Defesa  Civil  –  CIPDC  -  2026”, 
que  ocorrerá  entre  os  dias  23  e  25  de  junho  de  2026,  no  montante  estimado  de
R$ 400.000,00  (quatrocentos  mil  reais) 
e  tendo  o  início  de  sua  vigência  na  data  da  publicação  no  Diário  Oficial  do  Estado,  conforme consta no Processo Administrativo n.º 26/0811-0000713-7.

DE TUDO
muito

- PELA PRIMEIRA VEZ leio num jornal, o ZH, a escolha de um pré-suplente de uma pré-candidatura a senador. Acreditem, é isso mesmo. 
O ex-deputado federal (alguém lembra?) Henrique Fontana di Trevi é o "indicado".

- COISAS DA TV


- COISAS DE LADRÃO:
OLHA SÓ O QUE O BANDIDO QUER


- O PETISMO NÃO SURPREENDE MAIS


DOIS MINUTOS
com o PRÉVIDI

- Até mesmoo nosso presidente idiota é contra o Neymar, porque o craque não é petista. Aí toda a petezada é contra a Seleção e o Neymar.
Então tá.
Agora, sou o maior torcedor da Seleção e do Neymar.
E aposto  que Neymar vai fazer o gol do hexa!!!!


PORTO ALEGRE
é assim!

ACERVOS INÉDITOS
A Cinemateca Capitólio (rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico) encerrou a Campanha de Prospecção de Filmes, realizada entre 12 de maio e 12 de junho de 2026, com resultado acima das expectativas. A iniciativa, promovida pelo Centro de Documentação e Memória da instituição, resultou na doação de centenas de filmes em diferentes formatos, registros históricos que vão das décadas de 1920 às primeiras décadas do século 21, além de materiais inéditos sobre o folclore e a cultura gaúcha. A campanha recebeu a doação de um conjunto expressivo e historicamente valioso de materiais fílmicos — filmes em 8mm, super 8, 16mm e 35mm, além de registros em VHS —, reunindo décadas de memória audiovisual do Rio Grande do Sul e do Brasil.

Entre os materiais recebidos destacam-se acervos de rara relevância etnográfica e histórica, filmes premiados em festivais nacionais, produções em 35mm e registros que remontam ao início do século 20. A campanha confirmou o que a Cinemateca já suspeitava: havia, espalhados por armários, porões e gavetas das famílias gaúchas, tesouros audiovisuais à beira do esquecimento definitivo.

Além dos acervos individuais, a campanha resultou no recebimento de centenas de DVDs com filmes gaúchos, nacionais e estrangeiros, ampliando de forma significativa o catálogo da Cinemateca Capitólio.

A secretária municipal da Cultura, Liliana Cardoso Duarte, destacou a importância da preservação audiovisual. “Os materiais recebidos compõem um panorama singular da memória visual do Rio Grande do Sul e do Brasil. Das imagens folclóricas das décadas de 1970 e 1980 de Carlos Galvão Krebs aos registros familiares em VHS do Acervo Paulo Costa; dos rolos em 16mm dos anos 1920 do Acervo Myrian do Nascimento Borba aos filmes premiados de Eduardo Tessler — cada doação carrega em si uma narrativa insubstituível”, disse Liliana.

A coordenadora de Cinema e Audiovisual da SMC, Daniela Mazzilli, agradeceu as doações. “A Cinemateca Capitólio agradece profundamente a todos os doadores pela confiança depositada na instituição e reafirma seu compromisso com a preservação, catalogação e futura disponibilização desses materiais para pesquisadores, educadores e o público em geral”, destacou a gestora.

Acervos e doações recebidas:

Carlos Galvão Krebs — 77 filmes em super 8 sonoro
Doado por Cristina Osório Krebs, este acervo reúne 77 filmes em super 8 sonoro produzidos por Carlos Galvão Krebs nas décadas de 1970 e 1980. As imagens percorrem o Rio Grande do Sul, a Bahia e outros estados brasileiros, além de Portugal e Espanha, com especial atenção ao folclore e à cultura popular em suas múltiplas manifestações.

Entre os temas documentados estão:
- Cuias de chimarrão; voo de planador em Osório; o Kerb de Taquara;
- Prataria gaúcha em Cachoeirinha; imagens de Porto Alegre; touros e galos em Lagoa Vermelha;
- Trajes gaúchos; Festival de Pandorgas em Santana do Livramento; XXII Semana do Folclore;
- Cutelaria gaúcha em Iraí; Escola e Folclore em Viamão; Oktoberfest; Terno de Reis em Porto Alegre;
- Tecelagem folclórica em Osório; Estância de Santa Fé em São Gabriel; A erva-mate;
- Artesanato da bota em Passo Fundo; pesca artesanal em Torres; Campeonato da Canção Nativa em Campo Bom;
- Os carreteiros do Extremo Sul em São Gabriel; Tesouros e Subterrâneos Jesuíticos nas Missões;
- Rodeio de Vacaria; O Truco em Porto Alegre; Tradições Italianas no RS; Lapidação de Pedras em Iraí;
- Artesanato regional em Torres; Bumba Meu Boi em São Luís do Maranhão; Boi de Mamão em Sombrio (SC);
- Churrasco gaúcho na Bahia; A pesca no Espírito Santo; O gado no Mato Grosso e no Pantanal;
- A pesca do camarão em Florianópolis; Danças folclóricas de São Paulo; Pesca na Guanabara (RJ), entre outros.

Trata-se de um dos acervos mais completos já recebidos pela Cinemateca sobre a cultura popular gaúcha e brasileira, com especial valor para pesquisadores de folclore, etnografia e história regional.

Paulo Costa — 73 latas de filmes e 31 fitas VHS
Doado por Virginia Costa, este acervo abrange décadas de 1950 a 1990 e reúne 73 latas de filmes em 8mm e super 8, além de 31 fitas VHS e VHS-C. O material contém registros familiares — aniversários, natais, churrascos — ao lado de eventos esportivos, com destaque para partidas de tênis e futebol. Um retrato íntimo e afetivo da vida cotidiana gaúcha ao longo de quatro décadas.

Myrian do Nascimento Borba — 62 rolos em 16mm (décadas de 1920 a 1950)
Apresentado por Gina Donnell, acervo da Família Borba, este acervo de 62 rolos em 16mm é um dos mais antigos recebidos na campanha, cobrindo o período de 1920 a 1950. As imagens incluem registros de Mariscala (cidade uruguaia), Porto Alegre, carros de época, desfile de cavalos no Taim, a Praça do Rio Grande, banhistas no Cassino, Rio Grande — Praça Telles, Getúlio Vargas em 1930, desfile de cavalos em Passo Novo, Rio de Janeiro em 1931, Porto Alegre — Belém Velho, o Cassino nos anos 1920, e a cidade de Montevidéu, entre outros.

O acervo apresenta danos significativos e está em fase de avaliação técnica para verificar a viabilidade de preservação das imagens. A Cinemateca já iniciou os procedimentos de análise e identificação do material.

Omar Barros — Curta-metragem em 35mm e materiais da V Mostra Internacional de Cinema
Omar Barros doou o curta-metragem Viva a Morte em 35mm, além do roteiro do filme Adyós General, catálogos e relatórios de imprensa da V Mostra Internacional de Cinema de 1987. A presença de material em 35mm confere especial relevância histórica a esta doação.

Eduardo Tessler — Filmes vencedores no Festival de Gramado 1986
Eduardo Tessler doou dois filmes em super 8 premiados no Festival de Gramado em 1986: Lar Desfeito (1985) e Sem Perdão (1985). Os filmes integram a memória do cinema gaúcho independente e do importante palco que o Festival de Gramado representou para a produção regional nas décadas de 1980.

Douglas Ostruca — Espetáculo remasterizado em vídeo
Douglas Ostruca doou o registro em vídeo do espetáculo Mulheres do Pau Brasil (ou Quando Eles Viram Elas), inspirado no teatro de revista. O material conta com remasterização e legendagem, garantindo condições adequadas de preservação e acesso.

Sissi Betina Venturin — Curta-metragem de 2026
Sissi Betina Venturin contribuiu com o curta-metragem Enquanto Falávamos de Borboletas (2026), incorporando ao acervo da Cinemateca uma produção recente que documenta o cinema gaúcho contemporâneo.


RECREIO

- DO JORNALISTA CLOVIS HEBERLE:

Fim de uma tarde de sábado, julho de 2003, em Paraty. Escolho uma mesa de calçada no tradicionalíssimo bar Coupê, no centro da cidade, e peço uma pinga da terra. Antes de beber o primeiro gole, ouço o som de um piano e uma voz conhecida, vindos da praça em frente.  Parecia Guilherme Arantes. 

Levantei para conferir e vi Guilherme, num pequeno palco, cantando acompanhado apenas de seu teclado. Me juntei aos turistas e moradores para assistir, de surpresa e de graça,  a um show lindo, emocionante.

Confesso que nunca havia prestado muita atenção na obra do compositor, cantor e instrumentista, autor, entre outros sucessos, de Meu Mundo e Nada Mais ( seu primeiro sucesso), Lindo Balão Azul ( do programa Balão Mágico, da Rede Globo) e Aprendendo a Jogar (imortalizado por Ellis Regina). Compôs os temas de várias novelas da Globo, o que para alguns críticos com viés político,   diminuiu o seu valor.

Mas desde então me convenci que só por duas músicas - Planeta Água e Amanhã -, Guilherme Arantes merece estar entre os melhores músicos brasileiros. Fiquei fã. 

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OLIMPO
a morada das deusas do século 21

CANSADA



PIADINHA
sem nome feio, sem política e sem futebol



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