Quarta, 21 de julho de 2021

 

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SANDRA BREA

Texto do jornalista Márcio Pinheiro.



A beleza era esguia, sensual e refinada. A graça do corpo era valorizada por um sorriso deslumbrante e por olhos negros alegres e ligeiramente estrábicos. O talento lhe permitia atuar em novelas, filmes e musicais. Completando o perfil, o estilo era o de uma mulher avoada, que potencializava o conselho dado a ela pelo ator e padrasto Jardel Filho: “Faça o gênero louquinha. Os homens adoram”. Assim, Sandra Bréa tinha tudo para decolar e foi o que ela fez. Nos anos 70 talvez apenas Sônia Braga tenha rivalizado com ela. Entre as duas, eu votaria em Sandra.
Sandra Bréa Brito nasceu em maio de 1952, no Rio, e começou a carreira como modelo aos 13 anos. Foi para Globo em 1972 e, logo de cara, pegou um dos papéis principais da novela O Bem Amado, de Dias Gomes. As virtudes enumeradas acima começaram a aparecer e em pouco tempo Sandra era uma das estrelas da emissora. Além das novelas – em que na primeira década de carreira chegou a participar, em média, de uma a cada ano, com trabalhos em Corrida do Ouro, Escalada e O Pulo do Gato – Sandra teria participações importantes na linha de shows, primeiro no humorístico Faça Humor Não Faça Guerra, onde conheceu Luiz Carlos Miéle, que seria seu parceiro no musical Sandra & Miéle.
Inspirado nos musicais da Broadway e de Hollywood, Sandra & Miele alternava números musicais com esquetes cômicos, com a dupla interpretando textos de Ivan Lessa, Carlos Eduardo Novaes e Ronaldo Bôscoli.
Paralelamente ao trabalho televisivo, Sandra transformou-se num símbolo sexual, aparecendo em capas de revistas masculinas e sendo convidada para estrelar diversos filmes, quase todos situados naquela tênue linha que separa as comédias ingênuas (como Cassy Jones, o Magnífico Sedutor) das pornochanchadas escrachadas (como Convite ao Prazer, Sede de Amar e Os Imorais).
Sua carreira entraria em declínio na década de 80, com menos trabalhos em novelas, e a situação pioraria em 1987 quando foi acusada de disparar quatro tiros contra um motorista, incidente posteriormente contornado e divulgado como apenas um mal entendido. A vida amorosa também era intensa e, além de inúmeros casos, Sandra foi casada três vezes. A primeira com o engenheiro Eduardo Espínolla Netto, depois com o fotógrafo Antonio Guerreiro e por último com o empresário gaúcho Arthur Guarisse, relacionamento que faria com que a atriz, em 1983, morasse por quase um ano em Porto Alegre.
Fora da televisão o maior papel que Sandra Bréa exerceu foi o de ativista na luta contra a Aids. Em agosto de 1993, assumiu publicamente que estava com a doença e passaria os anos seguintes alternando internações hospitalares com pequenos papéis em novelas, sendo que sua última atuação seria no capítulo final da novela Zazá, de Lauro César Muniz, em que ela levava uma mensagem às vítimas da Aids. Em 2 de maio de 2000, Sandra foi levada a um hospital na Barra da Tijuca para fazer uma tomografia computadorizada, morrendo dois dias depois em sua casa, em Jacarepaguá – uma semana antes de completar 48 anos.


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Enquanto o prédio da Secretaria da Segurança Pública do RS pegava fogo e consumia com a vida de dois bombeiros, o governador divertia-se em Maceió.
A informação foi publicada pelo Políbio Braga:


O TSE NÃO TINHA QUE PUNIR O GOVERNADOR, POR PROPAGANDA ILEGAL?




DEPUTADOS FEDERAIS GAUDÉRIOS
QUE VOTARAM 
A FAVOR DO FUNDÃO
DE 5,7 BILHÕES PARA ELEIÇÃO 2022

Afonso Motta PDT/RS

Afonso Hamm PP/RS

Bohn Gass PT/RS

Carlos Gomes Republicanos/RS

Darcísio Perondi MDB/RS

Giovani Cherini PL/RS

Henrique Fontana PT/RS

Marcon PT/RS

Maria do Rosário PT/RS

Nereu Crispim PSL/RS

Paulo Pimenta PT/RS

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Preferem dinheiro para as eleições do que para saúde, segurança e educação.


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VIAGENS DO BIBO - Ontem, o deputado federal Bibo Nunes esteve em Livramento. Hoje, visita correligionários em São Gabriel e Santa Maria. Amanhã, o deputado estará em Pantano Grande.


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E vai ser preço de custo!!



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BOM PROGRAMA


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UM BRAVO! - Escreve a jornalista Caren Mello:
O Empório Nouveau é feito de 'Cafés, vinhos e doces vícios', como diz seu slogan. Esses últimos, são vários, indo desde um quitute até clássicos da literatura espalhados pelas prateleiras de lá, e passando por aquela tacinha de vinho diária. Tem um vício, porém, que a gente não tinha se dado conta: um bom papo de política! A ficha caiu esta semana, quando fomos surpreendidos com a visita do Carlos Bastos. Que coisa boa botar em dia uma conversa com o melhor analista político da cidade!! Com ele não tem erro: as projeções sempre se concretizam! Obrigada pelo prestígio, amigo Bastos! Volte sempre, pois os vícios precisam, volta e meia, serem docemente alimentados!



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UMA BRAVA! -
Do jornalista Fábio Marçal:
Tem coisa melhor do que passar as férias com a mamãe (90 anos). Sou um privilegiado. Essa é a dona Norma.



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LEILÃO -
Por lance inicial de 3,5 milhões de reais, vai a leilão judicial, em 6 de agosto, o título JORNAL DO BRASIL.
Foi o maior e melhor jornal do Brasil.


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TEM QUE SABER O QUE ELES PENSAM (E VIAJAM) - Do Uol:

Noam Chomsky vê ‘mão americana’
na ascensão de Bolsonaro à presidência

O filósofo e linguista Noam Chomsky, em entrevista ao site Truthout, publicada nesta sexta (16), fala do cenário brasileiro, em especial do governo de Jair Bolsonaro. Chomsky compara o presidente brasileiro ao ex-mandatário estadunidense Donald Trump, embora ressalte que, em muitos aspectos, a imitação é pior do que o original.

Ao abordar as condições que ajudaram a levar Bolsonaro ao poder no Brasil, Chomsky destaca que, com a queda dos preços das commodities alguns anos após a saída de Lula da presidência, “a direita brasileira – com incentivo, senão apoio direto dos EUA – viu a oportunidade de retomar o país em suas mãos e reverter os programas de bem-estar e inclusão que eles desprezaram”.

“Eles começaram a elaborar um sistemático ‘golpe suave’. Um passo foi o impeachment da sucessora de Lula, Dilma Rousseff, em procedimentos totalmente corruptos e fraudulentos. O seguinte foi prender Lula sob acusações de corrupção, impedindo-o de concorrer (e possivelmente vencer) as eleições presidenciais de 2018. Isso preparou o cenário para que Bolsonaro fosse eleito em uma onda de uma incrível campanha de mentiras, calúnias e trapaças que inundaram os sites que a maioria dos brasileiros usa como principal fonte de ‘informação’. Há motivos para suspeitar de uma mão americana significativa”, afirmou Chomsky.

O linguista também destaca que as condenações ao ex-presidente Lula foram derrubadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). E, claro, cita o papel desempenhado pelo então juiz Sergio Moro, evidenciado pelo escândalo da Vaza Jato.

“Moro praticamente desapareceu de vista com o colapso de sua imagem como o intrépido cavaleiro branco que salvaria o Brasil da corrupção. Enquanto isso, não por coincidência, destruía grandes empresas brasileiras que eram concorrentes de corporações americanas (que não são exatamente famosas por sua pureza)”, pontua.

Chomsky avalia que, apesar do sucesso econômico e da redução da pobreza, os programas de Lula foram concebidos de forma a não infringir seriamente o poder da elite. Mas, ainda assim, foram “pouco tolerados” nesses círculos. “O PT não conseguiu fincar raízes sociais, a tal ponto que muitas vezes os beneficiários das suas políticas desconheciam a sua origem, atribuindo os benefícios a Deus ou à sorte.”

A relevância do Brasil no plano geopolítico internacional, alcançada durante o governo do ex-presidente Lula, também teria incomodado o governo dos Estados Unidos. “O Brasil se tornou uma voz efetiva para o Sul Global nos assuntos internacionais, e isso não era bem-vindo aos olhos dos líderes ocidentais. E, particularmente, foi irritante para o governo Obama-Biden-Clinton quando o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, esteve perto de negociar um acordo com o Irã sobre programas nucleares, minando a intenção de Washington de comandar o show em seus próprios termos”, lembra Chomsky.

Desse modo, a vitória de Bolsonaro acabou sendo recebida com entusiasmo pelo capital e finanças internacionais, avalia o filósofo. Eles ficaram particularmente impressionados com o czar econômico do Bolsonaro, o ultraliberal economista de Chicago Paulo Guedes. Seu programa era muito simples: em suas palavras, ‘Privatize Tudo’, uma bonança para os investidores estrangeiros. Eles ficaram, no entanto, desiludidos com o colapso do Brasil durante os anos do Bolsonaro e as promessas de Guedes não foram cumpridas.”

Ao ser questionado sobre políticas implementadas por Bolsonaro e se poderiam ser comparadas com as do ex-presidente Donald Trump, Chomsky descreveu similitudes e diferenças. “Trump era o modelo óbvio de Bolsonaro, embora não o único. Em seu voto pelo impeachment de Dilma, Bolsonaro o dedicou ao torturador dela durante a ditadura militar. Esse é um nível de depravação que nem mesmo seu herói Trump atingiu”, critica.

“Como Trump, os compromissos políticos mais importantes de Bolsonaro, de longe, são destruir as perspectivas de vida humana organizada sob o interesse de lucros de curto prazo para seus amigos – no caso dele, mineração, agronegócio e extração ilegal de madeira que aceleraram fortemente a destruição das florestas amazônicas”, descreve.

“Os cientistas previram, antes de Bolsonaro, que em algumas décadas a Amazônia passaria de um dos maiores sumidouros de carbono do mundo a uma fonte de carbono, à medida que faz a transição da floresta tropical para a savana. Graças ao Bolsonaro, esse ponto já pode estar se aproximando.”

Chomsky demonstrou preocupação em relação ao discurso de Bolsonaro sobre a possibilidade de fraude no sistema eletrônico de votação no Brasil. Mas não só. “Neste momento, Lula está bem à frente nas pesquisas, assim como em 2018, quando foram tomadas medidas para barrar sua candidatura. Existem preocupações legítimas de uma recorrência.”

Na entrevista, o filósofo também destaca outras possíveis ameaças à democracia. Em especial com a revelação de que militares estão envolvidos em possíveis esquemas de corrupção na negociação de vacinas contra a covid-19.

“Há relatos de medidas que podem ser uma preparação para um golpe militar, talvez inspirado no golpe de 1964 que instalou o primeiro dos perversos ‘Estados de Segurança Nacional’ que aterrorizaram o hemisfério por 20 anos”, diz Chomsky. “O pretexto para derrubar o governo moderadamente reformista de Goulart em 1964 foi o apelo ritual para salvar o país do ‘comunismo’. Algo semelhante poderia ser inventado hoje.”

Quanto ao papel que os Estados Unidos poderiam desempenhar neste cenário, ele afirma que “existem precedentes que sugerem uma resposta. Um é 1964. O golpe militar que derrubou o governo foi elogiado pelo embaixador de Kennedy-Johnson no Brasil, Lincoln Gordon, como ‘a vitória mais decisiva pela liberdade em meados do século XX'”, lembra.

“Aqueles que podem acreditar inocentemente que as coisas mudaram podem recorrer à reação de Obama-Clinton ao golpe militar em Honduras em 2009, derrubando o governo moderadamente reformista de (Manuel) Zelaya”, recorda. Seu apoio ao golpe, quase sozinho, ajudou a transformar Honduras em uma das capitais do assassinato do mundo, estimulando uma enxurrada de refugiados aterrorizados agora cruel e ilegalmente repelidos na fronteira dos Estados Unidos, se eles conseguirem chegar tão longe através das barreiras impostas por parceiros dos EUA.”


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RECORDAR É VIVER!!



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PIADINHA

16 comentários:

  1. No verão de 1977 minha família estava hospedada no Hotel Beira Mar em Tramandaí. Eu, um guri de 13 anos, assisti a todo escândalo que La Bréa proporcionou na madrugada, logo após o show na SAT com o Miéle.
    Lupi Martins também estava no hotel e registrava com uma módica câmera Kodak, no meio da Emancipação, o escândalo da Sandra. Ela percebeu as fotos na sacada e desceu até onde estava o Lupi e o peitou exigindo a câmera, Lupi impávido, disse que não faria pois era jornalista e não entregou.
    Já o Miéle era um sujeito gente fina. Na noite anterior ao show comeu um churrasco assado pelo Miro Weber, proprietário do Beira Mar, em um galpão muito rústico que ali havia. Grandes tempos!

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  2. Estou errado ou dá para afirmar que a maioria destes "filósofos" é louca ou fuma o cigarrinho do capeta?

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    1. Estás bem quente (a segunda opção).

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  3. A camiseta da ARI pode ser vista como uma reprimenda aos próprios jornalistas. Só mesmo assim para ser levada a sério.

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  4. Sobre a postagem do Anízio Roth: isso eles já fazem.

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  5. Prévidi , acho que tu publicaste uma lista de deputados que foram contrários ao Fundão .
    Fonte : https://www.portaldenoticias.com.br/noticia/18057/ldo-saiba-como-votaram-os-deputados-gauchos-na-lei-que-triplicou-o-fundo-eleitoral.html

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  6. Milton e Mendelski são os que restaram na Band. Viram o que fizeram com Políbio? Tempos complicados.

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    1. O aparelhamento das instituições está num nível inacreditável.

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  7. Assim como Hugo Chaves é o perfeito idiota latino-smericano, o Noam Chomsky é o perfeito idiota norte-americano. O esquerdão que não abre mão de todos os privilégios e garantias da democracia liberal dos EUA. Não viveria uma semana em Cuba ou na Coréia do Norte.

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    1. Assim como os vinhos ruins, esses tipos afetados só pioram com o tempo.

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  8. A Mickei Jaeger dos pampas está torcendo para a seleção feminina do Brasil.Bota pé frio nessa!

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  9. este tal chonska que escreveu o texto acima publicado, quando o fez, certamente estava vestido com uma camiseta "lula livre" um boné do MST e ao lado daquele poster gigante do "Che que vara"

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  10. Falam muito do Fundão Eleitoral (e devem falar mesmo), mas a Lei Paulo Gustavo, que está para ser aprovada, vai liberar R$ 4,8 bilhões para a patota da "cultura". Ou seja, é outro fundão.

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  11. Teu chefe votou a favor do Fundão e tu esqueceu....q.coisa né?

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