Sexta, 20 de julho de 2018




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu







Atualizado diariamente
até o meio-dia
















MUJICA QUER ELEIÇÕES PARA PRESIDENTE.
MAS O PT NACIONAL E OS DEMOCRATAS DE CUBA,
VENEZUELA E BOLÍVIA APOIAM O PRESIDENTE
ASSASSINO E CORRUPTO DA NICARAGUÁ.










especial

Nesta sexta, uma cesta de
FLÁVIO DUTRA, O "VÔ DAS CALDÁVEIS"


Brincadeirinha! O Flávio Dutra é um dos mais respeitados jornalistas do RS.
E escritor - lança em breve o terceiro livro.
Deliciem-se!!


AGUARDEM DETALHES DO LANÇAMENTO
DO 3º LIVRO DO FD!










AFLIÇÕES DE UM MARIDO EXEMPLAR







Meu bom amigo Diogo* é um cara de múltiplos interesses e atividades  variadas,  que o levam a ser alvo de tentações a todo o instante.  Até mesmo nas proximidades da sua base profissional mais efetiva no momento ele tem recebido ofertas as mais ousadas e desinibidas possíveis, de serviços e pessoas muito profissionais.  Coisas do tipo Love Point (“para homens de bom gosto”), Vip Class (“realize suas fantasias”), Brazil (sim, com z) Privê (“ambiente discreto e climatizado”), Casarão (“o melhor privê de Porto Alegre), Super Top (“mais de 20 gatas”),  Carmen’s Club (este dispensa apresentações)  e todo o tipo de massagens, inclusive à domicilio.  As ofertas são apresentadas em pequenos folhetos distribuídos aos passantes, ou colocados nos vidros dos carros e invariavelmente ilustrados com moças dotadas de belos calipigios. Chama atenção que são aceitos todos os de cartões de crédito das mais conceituadas instituições bancárias.

E o que o bom Diogo tem a ver com isso? Muito pouco,  a não ser o fato de que ele tem sido vítima constante dos distribuidores dos tais prospectos eróticos, tanto assim que já se questiona se não passa a impressão de que está com saudade da coisa ou, o que é pior, aparenta ser uma pessoa devassa,  ávida para desfrutar momentos  de luxuria nesses mal afamados locais. Homem de boa índole, marido amoroso, cidadão de conduta exemplar, o coitado do Diogo se martiriza com a situação.
O martírio dele, diante das tentações, se agrava quando desempenha outra atividade, recepcionando delegações do exterior, autoridades ou empresários que aqui aportam  em busca de negócios.  O trabalho é gratificante, mas coloca nosso amigo em cada saia justa que vou te contar. Recentemente ele precisou reservar acomodações para cinco estrangeiros  e como todos os hotéis estavam lotados a solução foi contratar apartamentos em um motel da zona leste, depois de muita conversa com o gerente explicando a origem dos hóspedes e a emergencialidade da hospedagem.  Tudo acertado,  à noite Diogo voltou ao motel para apanhar os estrangeiros e levá-los para jantar.  À saída do estabelecimento , com a sua van carregada dos estrangeiros, um grupo de homens altos, fortes, quase gigantes de ébano,  foi surpreendido por um casal de idosos que passava pelo local. Diogo ainda tentou afetar naturalidade, mas pode ouvir claramente quando o homem comentou com a mulher:

- Pouca vergonha, como permitem uma coisa dessas aqui na vizinhança?!
Pior foi a resposta da senhora:

- Como ele aguenta esse montão de homem?!
Apesar do reconhecimento dos visitantes ao acompanhante,  expresso em  animados discursos  durante o jantar, Diogo estava transformado em um farrapo humano, lembrando o casal de idosos e suas insinuações sobre o que teria acontecido no recôndito do motel.

De outra feita, igualmente recebendo um grupo de estrangeiros, o mais saliente dos visitantes insinuou que gostaria de conhecer uma casa noturna cuja fama chegara a sua terra, transmitida por viajantes que o precederam.  Num inglês enrolado deu a entender que era o  Gruta Azul,   conceituado estabelecimento que, eventualmente, permite que as belas moças que transitam pelo local sejam cooptadas para programas, como direi...,mais movimentados.
Pedido insinuado, pedido realizado e lá se foi nosso amigo ciceronear o grupo no Gruta Azul.  Antes, deixou claro que não ficaria para a noitada, porque, como já sabemos,  não era homem dado a frequentar esses lugares.  A desculpa para os gringos foi outra, mas antes de deixá-los instalados num camarote vip, fez mil recomendações ao gerente, exigindo que fossem tratados como realezas e recebessem do bom e do melhor.

Diogo confessa que foi pra casa com aquela  ponta de desassossego a perturbá-lo. Aquele bando de estrangeiros soltos no Gruta, bebida à vontade, as moças rondando e ninguém para controlar... Margem de risco enorme.
O sono custou a vir e, quando chegou, foi entrecortado por despertares em sobressalto.  Até que o telefone tocou na madrugada e ele prontamente atendeu.  Do outro lado da linha, ouviu um coro:

- Diogo, Diogo, Diogo! Thank you, Diogo. Obrrrigado, Diogo. Diogo, Diogo, Diogo!
O nome dele, pronunciado daquela forma e com sotaque estrangeiro, foi um momento emocionante, embora o coro fosse poluído por gritinhos femininos ao fundo.  Pelo jeito, era uma fuzarca e tanto!

Pelos serviços prestados e a atenção dispensada aos visitantes, Diogo assumira a condição de ídolo, só que estava bloqueado para aproveitar as benesses decorrentes das suas relações internacionais.  Por isso, consciente das suas aflições, lamentava-se no dia seguinte, repetindo uma frase que acabaria virando bordão:
- Agora só me resta aderir à massagem tântrica.

*Nome fictício, por razões óbvias.





CRONICAS DA MESA AO LADO:
MACONHA BÍBLICA






Encontro na mesa ao lado o Saulo Totta, parceiro chegado a grandes e pequenas aventuras e desventuras.  Conversa vai, conversa vem, o Totta emenda uma história de sua passagem por Santa Maria, quando era um irrequieto adolescente em busca de novas emoções. Nosso amigo juntou-se a um bando de iguais, cuja maior transgressão era fumar maconha.  Estamos falando do final da década de 60 do século passado.  A cannabis sativa não tinha a aceitação de hoje, quando é comum sentirmos  nas ruas e nas praças cheiro característico da erva sendo consumida.  E na conservadora Santa Maria de então quem fumava maconha era marginal.

- Chispa daqui maconheirada! lembra Totta de ouvir dos donos de boteco quando a gurizada, cheia de constrangimentos, procurava  o papel especial para enrolar unzinho.

Mas os neo-maconheiros não se entregaram e passaram a raspar o invólucro interno dos maços de cigarro, o chamado “ourinho”, até que ficasse uma camada de papel bem fina, pronta para receber a erva.  Dava uma trabalheira danada, mas não existem barreiras para uma juventude criativa.

Alguns pegas depois, a turma foi brindada com a viagem de uma tia velha de um dos seus mais ativos membros e isso significava um enorme apartamento disponível por um fim de semana inteiro. Apesar do tempo decorrido, Totta evita detalhar o que aconteceu naquele espaço num fim de semana trepidante.  Entretanto, revela que foi  naquela ocasião que recebeu uma “ verdadeira inspiração dos céus”.

Foi assim: curioso como só ele, Totta fez um levantamento minucioso de todas as peças do amplo imóvel, até chegar ao quarto da senhorinha. Era uma peça decorada  sobriamente, de acordo com o perfil da ocupante:  uma cama de solteiro com uma colcha mais vistosa, um guarda roupa de tonalidade escura,  uma cômoda também  escura e a mesinha de cabeceira, suporte do inevitável  abajur  e do relógio despertador, dos antigos com duas campainhas.  E, em destaque sobre a mesinha,  uma Bíblia, a Bíblia Sagrada, volumosa, colorida e de capa dura. “Uma preciosidade”,  pensou Totta, que movido por sua incomensurável curiosidade começou a folhar o livro, detendo-se aqui e ali num versículo,  embebendo-se  das exortações bíblicas.  Foi então que, manuseando aquelas páginas de fino e precioso papel , ocorreu a inspiração dos céus.  “Pessoal, pessoal , olha aqui o que eu achei”, convocou.

É difícil descrever a faceirice do pessoal, explica ele, diante da solução para o recorrente problema de enrolar unzinho.  A partir de então,  o livro sagrado ficou sob a guarda do sobrinho  da dona da casa que, para não dar na vista, destacava página por página começando com o Antigo Testamento e  o suficiente para uma rodada.

- Só eu fumei meio Antigo Testamento e mais um tanto do Evangelho de Mateus e outro pedaço do Atos dos Apóstolos, revela Totta, hoje ex-atleta da erva.

Mas a revelação é feita com indisfarçável nostalgia, enquanto sorve mais uma dose do seu Cabernet.  “Um tinto encorpado... é só o que me resta”, resmunga, esperando nossa  careta solidariedade.



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A PROFESSORA E O BONITÃO





A professora chegou ao bailareco lá no  Interior, acompanhada de uma amiga, avaliou  o ambiente e logo achou o que procurava:

- Olha lá aquele bonitão-tudo-de-bom, amiga. Será  que eu tenho chance  com ele?

Foi empatia à primeira vista. Parece que ele ouviu  a pergunta, em seguida encostou na dupla e convidou a professora  para  dançar. Rodopia daqui, rodopia dali, a professora  ficou cada vez mais  encantada. Além de tudo, o bonitão-tudo-de-bom dançava bem e não escolhia ritmo.

No intervalo das dancinhas, afinal, ele buscou estabelecer o diálogo com a parceira:

- Tivemo sorte, né, peguemo só musica das  boa.

-  Peguemo e já  larguemo,- atalhou a moça, deixando o bonitão-tudo-de-bom apalermado no meio do salão.

À amiga explicou que, como professora, não podia compactuar com aquela afronta à língua pátria, mesmo vindo de um bonitão-tudo-de-bom.





GRUPO SELETO, ASSUNTO ESCABROSO






Estávamos  a destrinchar um galetinho ao primo canto quando a valente Marivalda propôs dois desafios.  Os comensais faziam parte de um grupo seleto de pessoas, homens e mulheres com grandes responsabilidades sociais e todos foram apanhados de surpresa com os questionamentos da audaciosa colega. Vocês não podem ver mas fico ligeiramente ruborizado ao repassar os desafios propostos, ambos dirigidos ao naipe masculino.

- O que vocês fariam se numa situação transgressora,  no quarto de um motel,  a parceira viesse a falecer?  E o que fariam se, na volta de uma viagem, caísse da mala em frente à  esposa uma calcinha com todos os indícios de que fora usada?

Dois assuntos escabrosos que exigiram complexas argumentações e as mais variadas saídas para tais  incidentes. No primeiro caso, houve quem dissesse que fugiria depressa do local, talvez para o exterior, deixando o corpo da parceira no quarto.   Outro achou que a melhor solução seria vestir a moça, colocar no carro e invadir com estardalhaço a emergência do hospital afirmando que encontrara caída na rua e depois sairia de fininho.  Um terceiro garantiu que se simulasse um ataque cardíaco na hora da chegada do socorro talvez desviasse a atenção do ocorrido com a acompanhante e não precisasse dar muita explicação.  Entretanto, a melhor saída veio do Túlio, que assumiria sua participação no episódio com uma frase tão definitiva  como consagradora:

- Matei ela de prazer!

No segundo caso – o da calcinha inconveniente –  sucederam-se desculpas inconvincentes de todos os  marmanjos, sinal de quem nenhum deles havia sequer enfrentado  situação semelhante.  É que uma ocorrência limite dessas exige ousadia e criatividade, que foi como propôs o Cacaio:

- Eu confessaria que a calcinha era minha, porque era um enrustido, mas que continuava a amar minha mulher, bla,bla,bla,  sabe como é, estamos na era de todas as formas de amor...

A saída não ganhou a unanimidade, mas sou obrigado a convir que não surgiu nada melhor à mesa. Foi então que a Marivalda, assumindo sua porção lambisgóia, contra-atacou:

- E se a mulher aproveitasse a ocasião resolvesse abrir o jogo e confessar que ela era sapatão e tinha um caso com sua melhor amiga?

Um silêncio constrangedor caiu sobre a mesa e o franguinho passou a ter um gosto indigesto. A mesa ao lado, pelo menos em relação ao naipe masculino, já não era mais a mesma diante da possibilidade aventada.





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PROMOÇÃO ESPETACULAR!
LIVROS DO PRÉVIDI


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200 Piadinhas para Ler na Viagem
200 Piadinhas Contra Qualquer Crise
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Porto Alegre é Assim!
Apaixonados por Porto Alegre – Personagens do Centro
Apaixonados por Porto Alegre 2 – A Porto Alegre Deles

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15 Maneiras Diferentes de Ser Ainda mais Feliz
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PIADINHA DO VÔ



MINICONTO DIALOGADO


- Teu namorado brilha os olhinhos naquela hora?
- Não sei, estou sempre de costas...



Quinta, 19 de julho de 2018




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu







Atualizado diariamente
até o meio-dia












TENHO QUE CONHECER
A ORLA MOACYR SCLIAR.
DEVO SER O ÚNICO 
PORTO-ALEGRENSE QUE
AINDA NÃO FOI CONFERIR.
(O RIO CONTINUA FEDORENTO?)










aposta

O VELHO - E NOVO! - MODELO
ESCOLHIDO PARA A TVE E FM CULTURA






Recebi ontem esta carta do jornalista Orestes de Andrade Júnior, presidente da Fundação Piratini (ainda existe?):

Meu caro, Prévidi. Lá no início de 2017, quando assumi a presidência da Fundação Piratini, tu escreveu (sic) no teu blog que estava curioso pra saber o que eu e o secretário Cleber Benvegnú iríamos inventar para a TVE e a FM Cultura. Pois bem. Vamos lá.

Primeiro, não há invenção. Não sei se tu sabe (sic) – já aviso que não vou ficar conjugando a 2º pessoa adequadamente!, é chato, pedante etc. – nove dos 26 estados brasileiros não possuem TV educativa estadual. Nas 17 TVs educativas estaduais existentes no país, há quatro modelos jurídicos diferentes utilizados: autarquia, empresa pública de comunicação, fundação de direito privado e fundação de direito público.

Diferentes até ali. Porque nenhum deles atende à agilidade necessária para se administrar uma TV e uma rádio. Todas as TVs estaduais têm estrutura centralizada, burocracia administrativa, subordinação financeira e programação sujeita a interesses políticos e de governos. Nós queremos seguir um novo caminho. Mas não vamos inventar a roda!

Então, se os quatro modelos existentes não servem, fomos buscar uma forma de gestão que, silenciosamente, tá dando certo: a concessão da operação para uma empresa privada, tal como fazem, há bom tempo, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e a Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre, aqui perto, e lá em Brasília, a Câmara dos Deputados, o Senado Federal e até o Supremo Tribunal Federal (STF).

Antes de jogar pedra, Prévidi, vamos pensar juntos... Lembra como era na AL-RS e na Câmara antes da operação ser licitada? Não vou entrar em detalhes que todos conhecem, mas o sistema não era o melhor possível, certo? Agora, ainda sem ser o ideal, melhorou. Muito. Ficou mais profissional. Tem indicação política ainda? Claro. Como em todo lugar. Até na iniciativa privada. Mas, neste modelo, não trabalhou, fez corpo mole, vai embora.

Bom, diante das possibilidades, nenhuma perfeita, pra nós é a melhor. Vamos conceder a operação – só a operação! – da TVE e da FM Cultura para uma empresa que será escolhida por licitação pública. Toda a programação e o conteúdo será definido pelo Estado, pela Secretaria de Comunicação, que contará com a ajuda e fiscalização do Conselho Consultivo de Programação, formado por 11 órgãos e entidades, todos escolhidos nas áreas da Comunicação e Cultura.

Sabe quais são? Aí vai: um representante da Secom; um da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia; um da Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer; dois da indústria audiovisual do RS (Fundacine e Instituto Estadual de Cinema); um representante da indústria musical gaúcha (Instituto Estadual de Música); um das agências de publicidade (Associação Riograndense de Propaganda); um dos Jornalistas (Associação Riograndense de Imprensa); um da rede de parceiros de programação da TVE e da FM Cultura; e dois representantes da sociedade civil, indicados, para o primeiro mandato, pelo governador do Estado.

Sei da tua desconfiança com este tipo de modelo. Mas, calma!, espia agora as novidades...

1) A operação da TVE e da FM Cultura será feita por uma empresa privada vencedora da licitação pública, que terá como teto a metade do que foi gasto em 2017 na Fundação Piratini. Como a despesa no ano passado foi de R$ 40,86 milhões, a empresa ganhadora receberá no máximo R$ 20,4 milhões – uma economia de 50%.

Peraí que melhora.

2) A cada ano, o percentual recebido pela empresa vencedora da licitação será 2,5% menor, até chegar, no quinto ano, em 40% do que hoje o Estado desembolsa para manter as duas emissoras (o gráfico que te mandei mostra isso). Assim, só nos cinco primeiros anos, a economia prevista deverá ultrapassar os R$ 130 milhões.

Tem mais. O novo modelo, que chamamos de sustentável, tem um atrevimento inédito na gestão das TVs educativas estaduais.

3) A empresa que ganhar a licitação para fazer a operação da TVE e da FM Cultura terá que investir o MESMO VALOR que receber do Estado na produção audiovisual gaúcha! Por exemplo: se a licitação sair por R$ 17 milhões, a empresa terá de abrir um editar para selecionar séries, programas e documentários também com o montante de R$ 17 milhões.

Eis a “cereja do bolo” do NOVO modelo de futuro que construímos. Ninguém faz isso no Brasil! Na prática, o governo vai gastar um valor “x” e receber o mesmo valor do governo federal, via Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Com um diferencial: vamos gerar renda e empregos no Estado, além de uma programação de qualidade.

Nas minhas contas, Prévidi, o Estado sairá ganhando muito. Pois além de uma programa de qualidade e de diminuir em 50% as despesas com as duas emissoras, ainda, como benefícios extras, eliminamos o risco de passivo trabalhista (hoje acumulado em mais de 600 ações) e economizamos com a digitalização das retransmissoras e do acervo.

Vale dizer que essa “mágica” é possível graças ao Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que banca este tipo de edital para as TVs educativas com uma pífia contrapartida de 3,5%. Ninguém sai perdendo. Todos saem ganhando. Mais: os antigos (e bons) funcionários demitidos, poderão montar empresas audiovisuais e apresentar projetos pra TVE. Só não farão, se não quiserem.

Hora do discurso!

Com a produção de 20 ou 25 obras seriadas pela nossa talentosa indústria criativa e audiovisual, a programação da TVE será, organicamente, independente, plural e diversificada, porque será feita, em sua maioria, por diferentes profissionais, cada um com suas histórias de vida e assuntos de interesse para colocar em discussão.

O Estado abandona o consumo de recursos próprios em si mesmo, basicamente para manter a máquina pública, visto que 82% do orçamento da extinta Fundação Piratini era destinado para pagamento da folha de pessoal, e passa a investir de verdade na produção cultural do Estado, gerando emprego e renda. Aposto na geração de mais de 1.000 empregos na indústria criativa. Será a maior atividade de fomento na indústria audiovisual da história do RS.

Só para ter uma ideia do que isso representa, a TV Cultura de São Paulo, a melhor TV pública do Brasil, produz 15 obras independentes por ano. Pensa na qualidade que vamos oferecer para os telespectadores! Vamos cometer o “pecado” de ter audiência e, especialmente, relevância.

Loucura? Nada disso. O novo modelo de gestão já teve um ensaio na própria TVE-RS. Em 2015, a emissora foi pioneira em lançar um edital para utilizar os recursos do FSA, aberto a todas as produtoras independentes. No total, 65 projetos se candidataram. Desses, foram selecionadas cinco séries, que foram produzidas ao custo total de R$ 3,9 milhões – recurso que veio do FSA (Prodav 2). Estas séries irão ao ar a partir de agosto na TVE! Serão um “teaser” do futuro...

Por que então não seguimos fazendo isso com a Fundação Piratini? Por causa da burocracia! O problema desta operação foi o longo ciclo entre o edital e a veiculação das séries produzidas – mais de três anos – em função dos trâmites burocráticos envolvendo uma emissora estatal na utilização desses recursos. Mas, aposto, quando o processo é feito por uma empresa do setor privado, esse ciclo pode ser diminuído para, no máximo, um ano.

Aposto e provo! É isso que fizemos quando captamos R$ 425 mil pela Associação de Amigos da Fundação Piratini (AAFP), com incentivos via Lei Rouanet, na gestão da agora secretária Isara Marques. Geridos pela AAFP, o uso da verba foi muito mais rápido.

Os recursos serviram para a produção de um programa independente sobre ações de sustentabilidade ambiental no Rio Grande do Sul (Ecodesafio), um TVE Repórter – ambos os programas vencedores do 4º Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental – e para montar novos cenários e comprar equipamentos para a digitalização da emissora. A verba foi usada em 90 dias.

Fosse pela fundação ou qualquer órgão público estatal, Prévidi, muitos meses (talvez mais de ano) seriam consumidos para o uso efetivo dos recursos, e ainda haveria o risco de haver algum problema burocrático que impedisse a aplicação dos mesmos. Por isso é necessário ter uma empresa privada na operação das emissoras.

É isso. Segue imagem da nova marca da TVE.

Opa, antes de concluir – e te ouvir (ou ler) – vamos falar da rádio. Dentro desse novo momento, a FM Cultura também irá mudar a marca. A proposta é criar uma unidade visual mais forte entre a TV e a rádio. O dial passa a ocupar destaque na marca, facilitando a sua fixação para o ouvinte. O conceito vai reforçar o sucesso da mudança recente da programação, que desde 2017 conta com cerca de 70% das músicas tocadas de artistas gaúchos.

O novo nome e conceito são os seguintes: “Cultura 107.7, nossa música em primeiro lugar”. O nome diz qual será a missão da rádio: ser uma vitrine da cultura gaúcha. É hoje e será ainda mais no futuro!

Aguardo, ansioso, os teus comentários. Forte abraço!


...


Tu matou todo mundo no cansaço, né Orestes? HAHAHAHA!!!! Textão!!
Olha, em primeiro lugar, o mais importante:
A TVE E A FM CULTURA NÃO SERÃO MAIS UMA IMENSA REPARTIÇÃO PÚBLICA, COM UMA IMENSIDÃO DE DEFEITOS.
MUITOS SERVIDORES PÚBLICOS SE ACHAVAM REIZINHOS, DONOS DA TV E DA RÁDIO. PODIAM AGIR COMO FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS REBELDES. CHEIOS DE MIMIMIS, DA PIOR ESPÉCIE - ALIÁS, UMA ESPÉCIE EM EXTINÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO.
E escrevi em caixa alta porque estou gritando!!
...
Não vou jogar pedra. Fui supervisor da Comunicação da Assembleia quando trabalhávamos com uma empresa, do Airton das Neves, que fazia a parte da TV. Mais reportagens com os deputados e o trabalho das comissões. E mandávamos para as TV de Porto Alegre e interior. Era bem primitivo, mas foi a semente. Rigorosamente, os funcionários da empresa faziam o que era determinado. Ponto.
Acredito que o teu modelo seja esse - a empresa que vencer a licitação vai fazer o que a direção mandar.
Espero.
...
Gostei disso: "Mas, neste modelo, não trabalhou, fez corpo mole, vai embora."
Lembro que há pouco tempo uma repórter burocrata da TVE, muito bem remunerada, foi com a equipe até um determinado lugar e se negou a fazer a matéria. Imagina se ela faz isso numa TV...
...
600 ações trabalhistas????
E ISSO QUE OS ALTÍSSIMOS SALÁRIOS PREDOMINAVAM.
"O Estado abandona o consumo de recursos próprios em si mesmo, basicamente para manter a máquina pública, visto que 82% do orçamento da extinta Fundação Piratini era destinado para pagamento da folha de pessoal, e passa a investir de verdade na produção cultural do Estado, gerando emprego e renda."
Tô na torcida.
...
Quem for competente vai encarar:
- Mais: os antigos (e bons) funcionários demitidos, poderão montar empresas audiovisuais e apresentar projetos pra TVE. Só não farão, se não quiserem.
...
Sobre a rádio, gostaria de voltar a ouvi-la.
Agora, por favor, não vai transformar a rádio num "festival gaudério".
Tem muita gente boa fazendo música "normal" por aqui. Brincadeira, MPB.
...
Olha, Orestes, tá muito bonito o discurso, mas tô louco pra ver isso na prática.
Quero ver logo a vencedora da licitação a mil.



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(clica em cima que amplia)



NOMES QUE FIZERAM A IMPRENSA GAÚCHA - Fui ontem ao Palácio Piratini para o lançamento da quarta edição do Nomes.
Tive a satisfação de ser o editor das duas primeiras edições.
Os quatro volumes são trabalhos primorosos.
De todos os biografados nesta edição só não convivi ou conheci apenas dois. Um deles é o José Abraham, mas tenho a satisfação de ser amigo do filho, o Alfonso.
O mais próximo era, sem dúvida, o Jayme Copstein. Guri, na década de 60, fui morar no Edifício Pirajá, na avenida Venâncio Aires, no terceiro andar. O Jayme morava no quarto andar. Várias vezes fomos e voltamos a pé do Beira-Rio. Muito papo e prendi muito de jornalismo com ele.
Danilo Ucha era meu vizinho na Cidade Baixa e trabalhamos na mesma época na ZH.
Celito De Grandi: gostava muito dele e sei que ele me admirava pelo trabalho solo. Batemos longos papos. E quando esteve na Secretaria de Comunicação do governador Rigotto me ajudou muito.
Comecei a conversar bastante com o Bira Valdez depois de brigarmos muito. No início desse século. Nos tornamos bons amigos.
O Clóvis Duarte lia o Prévidi rigorosamente todos os dias. E ele falava isso para todo mundo. Já imaginou? O cara que foi meu professor no IPV e que eu o assistia diariamente lia o meu site/blog!!
Pode ser pretensão minha, mas fiz uma entrevista antológica com o Tatata Pimentel. Ele a recém tinha pintado os cabelos de loiro e disse que era em homenagem a Madonna. Na década de 80!
Chega!
Vamos as fotos:

Nesta estão Jaime Cimenti, Flávio Pereira, João Carlos Machado Filho, Ana Cássia Hennrich, Felipe Vieira e eu.
Todos estarão na 35ª edição do NOMES QUE FIZERAM A IMPRENSA GAÚCHA.




Aqui o falante Julio Ribeiro, idealizador do projeto Nomes:




Uma seleta plateia:







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Caranguejos porto-alegrenses
não merecem esta fantástica obra

PERGUNTINHA

Com atraso de 17 anos foi entregue ontem a Licença Ambiental de Instalação à Melnick Even, autorizando a empresa a iniciar as obras do PONTAL DO ESTALEIRO.
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De que serviu aquele plebiscito,que mobilizou "pessoas conscientes", contra a obra, que diziam que iria beirar o apocalipse e faria mudar até o "ar que respirávamos em  Porto Alegre"?



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GUAÍBA, GUAÍBA - Escreve o jornalista Jairo Raymundo:

Em nome do que se pode entender por jornalismo, a Rádio Guaíba poderia, pelo menos ser mais sutil em sua enlouquecida campanha pela soltura do Lula.
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Rádio Guaíba deixa o advogado Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça do Governo do PT, no ar enxovalhando o Judiciário brasileiro. "Prender um ex-presidente não é o meamo que prender um manoelzinho da eesquina", disse ele.


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ME DIZ: ISSO É APRESENTADOR DE TV?





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CADÊ O SADI? - Quem conta é o Claudio Thomas:
Reencontrei nesta quarta o ex-colega Sadi Kusbick, que trabalhou na Rádio Guaíba de Porto Alegre. Atualmente, Kusbick tem um programa na Rádio Eldorado de Criciúma.
...
Completo: Além da Guaíba, o Sadi trabalhou na Assembleia e inclusive foi supervisor de Comunicação.





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NADA COMO TER AMIGO FAMOSO - Macus Copetti tem um programa na TV. Sobre motores. Em função disso passa o ano viajando pelo mundo.
É na Vale TV. Transmite pra Novo Hamburgo, Campo Bom, Sapiranga, Estância Velha e São Leopoldo. Como não dá pra ficar só nisso, coloca no Facebook e YouTube.
"Se o programa é MOTORES NA TV, nas mídias sociais aderi meu nome a seguir, tipo Motores na TV - Marcus Copetti", explica.
Olhaí o sucesso do cara:

(clica em cima que amplia)





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ATUALIDADES PAMPA - Insisto em assistir a atração, no horário alternativo - meia-noite - porque a Magda Beatriz sempre foi minha ídola. Sempre. Tem um humor que raríssimas pessoas têm na TV gaudéria.
 O Gustavo Victorino também vale, porque tudo que explica é relevante.
O Marne Barcelos, quando parou de falar sobre aniversariantes do dia - "fulano, que nasceu em 18 de julho de 925 D.C...." - ficou muito legal, porque é um cara culto.
...
Como fiquei uns dias sem assistir, tem agora um advogado, que não guardei o nome, e uma guria bonita, que lê notícias.
...
O Xicão Tofani? Conheço a fera há séculos. Desde os tempos do Colégio Champagnat. Hahahaha!!!
Se eu fosse chefe dele, MANDAVA que chegasse uma hora antes na TV para ler mensagens. E no estúdio, durante uma hora, realmente participaria do programa - o que raramente faz.
La Krieger? Não entendo a sua função ali. Lê mensagens e fala/lê notícias que todo mundo está careca de saber. Acho que não comenta nada. Não captei.
...
Meia-noite na TV Pampa é a reprise do "ao vivo" às 19h15min.
Vale a pena assistir a Magda Beatriz, a MARAVILHOSA APRESENTADORA DA TV GAÚCHA.



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TARSO FERNANDO É SEMPRE NOTÍCIA - Do Relatório Reservado:
Os dois encontros entre Tarso Genro e Guilherme Boulos no espaço de uma semana causaram irritação na cúpula do PT, a começar por Gleisi Hoffmann. A declaração de Tarso de que apoiará o líder do MST caso Lula não possa disputar as eleições foi feita sem aval da direção do partido e, até onde se sabe, muito menos do ex-presidente. O “voluntarismo” do ex-governador suscitou duas teorias dissecadas pelos petistas desde a última segunda-feira, quando se deu a segunda troca de afagos entre Tarso e Boulos em um evento em Porto Alegre.
A primeira delas, defendida por seus aliados, é que o ex-mandatário gaúcho fez um movimento calculado no intuito de puxar o PT mais para a esquerda no debate eleitoral. A outra teoria, urdida pelos opositores de Tarso, é que ele agiu em interesse próprio, olhando não exatamente para 2018, mas para 2019. A aproximação de Boulos seria uma antessala para o petista ressuscitar, no próximo ano, o projeto de criação de um novo partido de esquerda, concebido a partir da união de desertores petistas com o atual PSOL.



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ISSO É FAKE NEWS OU FUTUROLOGIA?





No ZH de ontem. Matéria peremptória!!


EGR deve assumir freeway
até início do novo contrato

A empresa pública ficará encarregada da manutenção e de serviços antes prestados pela Concepa, como atendimento médico e socorro mecânico




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CHUPAÇÃO OU ISSO SE CHAMA PREGUIÇA DE REFAZER O TÍTULO?


Marca anuncia que não irá mais trabalhar com modelos brancas

REDAÇÃO - O ESTADO DE S.PAULO




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Zero Hora, quarta, 18/07/2018


DECISÃO IMPACTANTE
Marca anuncia que não irá mais trabalhar com modelos brancas



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SININHO SEM BADALO - Quem lembra da Elisa Quadros Pinto Sanzi? Ora, a Sininho, petista gaudéria dos black block, lembrou? Pois a joinha foi condenada a 7 anos de prisão no Rio por banditismos nos protestos de 2013 e 14.



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A MAIOR AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA DO RS? - Pra mim é a Preview - Banco de Imagens, do fabuloso Jefferson Bernardes.
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Se precisar de fotografia de verdade, o Jeff é o canal.



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CONTRATAÇÃO - A Oi acaba de contratar a publicitária Flávia da Justa como diretora de Comunicação de Marketing. A executiva ficará à frente da comunicação dos segmentos de varejo, corporativo e PMEs, além de pesquisas de marketing, comunicação de ponto de venda e da marca Oi.
Com mais de 20 anos de experiência, Flávia atuou em diversos segmentos e empresas e recebeu o Prêmio Caboré de melhor profissional de marketing em 2008. A publicitária já havia atuado de 2003 a 2011 na Oi, onde entre outras iniciativas liderou o projeto da Marca Única e o lançamento da Marca Oi São Paulo, dois movimentos que contribuíram para a consolidação da companhia como player estratégico e inovador no mercado brasileiro.
A executiva também teve passagem pela TVA Sistema de Televisão, Cultura Inglesa, Fleishmann Royal, Bodytech e IMM Entretenimento. Flávia se reportará diretamente a Suzana Santos, diretora de Comunicação Corporativa da Oi.





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PIADINHA



Em Porto Alegre é assim






Quarta, 18 de julho de 2018




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu







Atualizado diariamente
até o meio-dia












SOL EM PORTO ALEGRE!!








ATENÇÃO! VOCÊS TÊM QUE TER PENA
DE PEDÓFILOS. ELES SÃO DOENTES!!







Essa é, pra mim, uma novidade que descobri há pouco.
Isso mesmo, não se pode maltratar pedófilos, porque são pessoas que precisam de tratamento. Eles abusam de crianças e até nenês, formam redes mundiais, tudo em função de uma doença.
Assim como o cheirador de cocaína é doente, apesar de alimentar todo tipo de crime, os mais escabrosos que conhecemos.
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Assisti ontem um vídeo, pra variar da GloboNews, que mostra esta "nova realidade":
http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/pedofilia-e-uma-doenca-que-nao-tem-cura-mas-tem-tratamento/6258247/
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O negócio é tão sério que basta escrever "pedofilia" no Google que aparece:

A pedofilia não é crime, a pedofilia é uma doença. ... Alguns indivíduos com a doença atuam contra a criança e são criminosos. [...] Existe a tendência a dizer 'pedofilia é crime, denuncie'. Isso é um absurdo total que só prejudica os pacientes que precisam de tratamento”, explica Baltieri, que trata pedófilos há 15 anos.

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Entenderam?
O meu  amigo Hermes Dutra liquida, num comentário de um post sobre o assunto:

"Leio que a pedofilia não é crime, e sim doença. Sou pela aplicação do método de Cacequi, minha terra natal: Capa com uma faca marca coqueiro...".

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Pois bem, agora veja este vídeo:




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AGUARDEM!
PASSEATAS EM TODO BRASIL NO DIA DO PEDÓFILO.



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MENOS UM: MOACIR BERNARDO JALOWITZKI


Moacir Bernardo Jalowitzki



16 de julho está marcado na minha vida, desde os 12 anos. Foi o dia em que meu pai morreu.
Na segunda passada deixou esta vida um grande homem, Mathias Nagelstein.
Hoje, quando voltei da cerimônia fúnebre do Mathias, soube da morte do jornalista Moacir Bernardo Jalowitzki.
Conheci o Moacir quando fui trabalhar na Política da Zero Hora. Ele era da assessoria de imprensa do PDT. Um cara quieto, de poucas palavras, mas de uma gentileza incomum no meio jornalístico.
Em 1983 quando Brizola assumiu pela primeira vez o Governo do Rio, Moacir já estava trabalhando junto ao Carlos Contursi, na Imprensa do Palácio Guanabara.
Eu fui pra lá em novembro do mesmo ano e trabalhei ao lado do Moacir.
Em 85 voltei para Porto Alegre, mesmo que não fosse a minha vontade.
Depois disso não lembro de tê-lo visto e nem mesmo a sua esposa, a Maria Helena.
Neste ano, o fotógrafo Bruno Cusinato, da Assembleia, me disse que o Moacir estava morando em um edifício na frente do antigo Cinema Cacique, hoje um Zaffari.
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Ontem, recebi um email do Vicentte Jalowitzki de Quadros, neto do Moacir:

Moacir Bernardo Jalowitzki, 71 anos, faleceu na madrugada desta segunda-feira, 16 de julho, no Hospital São Francisco.
Natural de Ijuí, aos 15 anos já era radialista em Três Passos, cidade que soube do falecimento de John Kennedy por sua voz adolescente. Em seguida, mudou-se para Santiago a fim de servir ao Exército, casando-se com Maria Elena, e iniciando sua vida profissional adulta na rádio local.
Aos 19 anos, vindo para a Capital, trabalhou nos mais diversos veículos jornalísticos, como Rádio Farroupilha, Diário de Notícias, Zero Hora, Correio do Povo, Folha da Manhã e Rádio Guaíba, além da Secretaria da Saúde do RS e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul. Em âmbito nacional, trabalhou para Jornal do Brasil e foi correspondente da Folha de São Paulo.
Atuou como jornalista na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, de onde foi cedido, aos 37 anos, como assessor de imprensa de Leonel Brizola para sua campanha vitoriosa ao governo do Estado do Rio de Janeiro.
Exemplo de dedicação, lealdade e profissionalismo, Moacir era amado por todos que tiveram a honra de com ele conviver.
Reconhecido por sua afeição às letras e aos livros, teve como grande orgulho seus netos e netas, advogado e acadêmicas que souberam de seu falecimento nas universidades de Harvard, Coimbra e Munique.
Deixa esposa, filhos e netos.

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Em 21 de maio de 2012, fiz uma abertura do Blog do Prévidi, com o título:
"QUER SABER DE UMA COISA, MOCINHA? POR FAVOR, VÁ CHUPAR UM CARPIM SUJO!!".
A parte inicial do texto tratava do Moacir:

Quando trabalhei no primeiro Governo de Leonel Brizola no Rio, em 1983/84 (na verdade, até 85), minha base era no Palácio Guanabara, ao lado da sede do Fluminense. Era pau e pau, muito trabalho, de segunda a segunda. Raríssimas folgas. Dentro da Comunicação Social, estava na Editoria do Interior, que teoricamente atendia as cidades do Estado, mas, na real, a gente atendia jornais e rádios de todo o país. E mandávamos matérias, via telex, para mais de 100 jornais e rádios. Duas, três vezes ao dia. O chefe era o fantástico Carlos Contursi.
Um dos meus colegas - e como tempo nos tornamos bons amigos - era o Moacir Jalowitzki, um excelente jornalista. Um cara calmo, voz mansa, mas sem o menor saco para conversa fiada. Mesmo com a maior calma, dava pau em quem se atrevesse a tentar uma conversinha mole.
Não tenho a menor ideia de quantos funcionários tinha o Palácio Guanabara. Mas a imensa maioria era de velhos funcionários efetivos, "nomeados" no tempo do governador, nomeado pelos militares, Chagas Freitas. Ficavam por lá, sentados, olhar perdido, esperando a hora da aposentadoria. Pouquíssimos trabalhavam, com muita calma. Até para se mandar um envelope pelo Correio era complicado. Para eles, tudo era quase impossível.
Detalhe: Trabalhavam 3 dias na semana.
Por que? Porque ganhavam uma miséria.
Vários desses barnabés tentavam puxar conversa com o Moacir, porque todos sabiam que ele era muito próximo a Brizola - entre outras tarefas, era o cara que, ainda madrugada, lia os principais jornais do país e assinalava aquilo que interessava ao governador.
O papo dos caras com o Moacir era mais ou menos assim:
- Doutor Moacir, o senhor não imagina como a gente ganha pouco. O governador...
O Moacir terminava a conversa rapidinho:
- Pois então vá procurar outro emprego.
Virava as costas e voltava à sua sala.


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A DESPEDIDA AO MATHIAS NAGELSTEIN - Não costumo ir a velórios e/ou enterros. Mas me sentia na obrigação de ir à cerimônia fúnebre do Mathias. Mais para dar um abraço no Valter.
Cheguei na hora em que o corpo estava sendo levado ao Cemitério Israelita. Abracei o Valter e estava me preparando para sair quando encontrei o Samuel Souza Santos. Fomos juntos para o Cemitério.
Lá encontramos o Daniel Tevah, o ex-governador Tarso Genro, o advogado Antônio Augusto Mayer dos Santos e o Valtair Santos.
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No caminho, Samuel me contou uma historinha que emocionou o Valter Nagelstein.
O Samuel e o Edegar Schmidt foram fazer um jogo do Internacional em Bagé.
O tempo foi passando e o juiz estava "ajudando" muito o Colorado. A torcida foi se irritando na medida em que a ajuda ao time de Porto Alegre aumentava.
Samuel e Edegar já estavam com medo, quando escutaram uma voz que veio de suas costas.
- Deixa comigo que eu protejo vocês.
Era o Mathias.
E obviamente os torcedores mais exaltados viram que o amigo da dupla da Rádio Guaíba estava armado.
Samuel conta que Mathias levou muitos empurrões e pontapés, mas não deixou que os exaltados tocassem nos dois que, afinal, estavam trabalhando.
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Ontem procurei fotos em que Mathias estivesse junto com seu amigo Collares.
Muito difícil, sei lá o motivo.
Mas o Alfonso Abraham me conseguiu esta (numa cerimônia no Piratini, Mathias está de terno claro, a esquerda - atrás dele está o Claudio Ryff Moreira - e o Collares está ao lado do seu vice, João Gilberto):



Comentei com o Valter da dificuldade de encontrar fotos do Mathias.
Ele tinha duas, que me mostrou cheio de emoção:






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EPTC DO DESPACITO DEVE SER
COMANDADA PELO PSOL





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O ESPÍRITO DESPACITO JÚNIOR NA PREFEITURA - Quem conta é o Cezar Arrué:

NOS MEUS 30 ANOS na Prefeitura de Porto Alegre, sempre houve uma convivência razoável com os CCs, com diversos graus de harmonia entre eles e os servidores. Nos primeiros governos do PT, então, éramos todos amigos, fazíamos festas todos juntos e eram incomuns as divergências. Isso mudou durante a desgraçada administração da dupla Fo-Fo, quando os CCs foram divididos entre os que trabalham - a quem sempre respeitei - e os amiguinhos do rei. Mas agora, com a desastrosa atuação deste botocado fungador, isso tudo acabou. Seus cupinchas são inimigos dos servidores, e assim devem ser tratados. É obrigação dos funcionários enquadrar essa gente e dificultar-lhes as ações, pelo bem da cidade.



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O DESEMBARGADOR FAVRETO DEVE SABER
QUANDO SERIA USADO ESSE VÍDEO




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ESPERANÇA PARA LULA





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ESSA É PRA LIQUIDAR!! -  Quem mandou foi o Gustavo D'Ávila:

Eu vi, não me contaram. Segue o link, espero que não mudem até que possas acessar:

Primeira linha do texto: "Nesses tempos de longevidade cada vez mais maior, morrer bem virou um tema urgente. De acordo com um ranking divulgado pela revista britânica ..."



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SERÁ? - Durante viagem a Brasília, ontem, o governador José Ivo tratou, além de temas de segurança, também da manutenção da Freeway. Ficou definido que na próxima sexta, dia 20, ocorrerá uma reunião entre representantes da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) e do Ministério dos Transportes para apresentação de uma proposta de estudo de viabilidade de a companhia estatal assumir a administração da rodovia.
A análise deverá envolver aspectos econômico-financeiros e técnico-operacionais. Também será feita uma avaliação jurídica.



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Luis Magno e Carlos Guimarães

O RETORNO - Escreve o Olidio Volpato:
Sabe a saída do Carlos Guimarães da Rádio Guaíba? Foi só para mostrar que esta equipe é muito foda. Se fosse em outra rádio, talvez teria "colega" vibrando, e o gerente rindo do demitido, mas na Guaíba não. Parabéns aos colegas e ouvintes que conseguiram reverter a situação.



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O SUCESSO DO ICO THOMAZ NA BAND - Muita gente conferindo e compartilhando.






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Te mete com o meu amigo!!






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DO AIRTON POLL - Eu vi que no teu blog comparaste o sálario do Tite com o do treinador da Croácia. Sei que não és muito fã do Tite, mas acho que se tem alguém disposto a pagar tudo isso para o problema é de quem paga. Ou o Tite deveria engendrar um daqueles seus chatissimos discursos para dar uma de moralista e dizer que um absurdo um treinador de futebol receber o salários destes num país como o nosso?
Mas voltando ao inicio, tu não achas que seria mais coerente comparar o salários do incensado professor Tabárez com o do Dalic. Afinal são países mais ou menos com as mesmas populações e onde o futebol deve gerar internamente valores parecidos de receitas. E veremos que o heroico professor recebe 3 vezes mais do que o colega  treinador da Croácia.
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Te enganas, a máfia croata do futebol é profissional.



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PIADINHA