Quarta, 17 de janeiro de 2018



Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu





SITE/BLOG DO PRÉVIDI: HÁ 14 ANOS
INCOMODANDO CHATOS, 
INCOMPETENTES E BANDIDOS
(E CANALHAS)









HORÁRIO DE VERÃO:

Atualizado diariamente
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27 ASSASSINATOS NO
PARAÍSO GAUDÉRIO - AQUELE
DAS NOSSAS FAÇANHAS, DE
EXEMPLO A TODA TERRA - APENAS
NO ÚLTIMO FINAL DE SEMANA








verão

CASSINO


Texto do jornalista Clovis Heberle.


Inaugurada em 1888, a praia do Cassino é bem diferente das demais praias do litoral gaúcho - e brasileiro. 
Projetada para proporcionar descanso e lazer aos estrangeiros residentes em Rio Grande e aos aristocratas rurais do sul do Rio Grande do Sul no final do século 19, Cassino tinha, já no ano de sua inauguração, água encanada, tratamento de esgoto e iluminação pública, um hotel onde também funcionava um cassino, um salão de baile e um restaurante. 
De 1890 até meados da década de 60 era possível percorrer os 18 quilômetros que separam o balneário do centro da cidade de Rio Grande de trem. Da estação, na entrada da vila, até a beira do mar, podia-se ir de bonde. Os trilhos ocupavam a parte central da avenida Rio Grande, substituídos depois da desativação da ferrovia por calçadas para pedestres e ciclistas, quiosques, pracinhas para crianças e dezenas de bancos para sentar. 


Fileiras de plátanos e eucaliptos acompanham a avenida de 40 metros de largura, distribuindo generosamente a sua sombra. O projeto original tinha quatro quadras ao Sul e ao Norte do eixo central. Hoje elas se expandem por mais de cinco quilômetros de cada lado. Todas são arborizadas, mas em vez das tristes casuarinas que enfeiam a paisagem das demais praias gaúchas, o que se vê são plátanos, chorões e outras árvores nativas. 
Nos finais de tarde, famílias, vizinhos, namorados e amigos ocupam os bancos da avenida Rio Grande para conversar, a maioria tomando chimarrão. Nada de bum-bum-bum saindo dos alto-falantes dos carros. 
Parece uma cidade da fronteira, organizada, limpa e tranquila.

Nas fotos, a estação ferroviária do Cassino, hoje um museu, e a avenida Rio Grande



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REBELATO NA PAMPA - O psicanalista e psiquiatra Paulo Rebelato começou na segunda como novo comentarista da bancada do Atualidades Pampa. A atração é comandada pela magistral Magda Beatriz.
De segunda às sexta das 19h15min às 20h15min, com reprise à meia-noite.
...
Como estou na praia, não vou conseguir ver o meu amigo na TV.
A Pampa ainda é analógica. Ou tem uma antena mixuruca, não sei.
Não pega nem chuvisco.
Quero ver depois do dia 31.



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BAIXARIA TOTAL!! - Agora, a globo quer que os telespectadores mandam vídeos sobre "o que esperam do Brasil, depois da eleição do novo presidente".
Vão pagar quanto?
Tudo no esquema "voluntário"? Vão usar milhões de mensagens sem usar nada!!
...
Mais ou menos como estes programas da Record que fazem uns infelizes ficar duas, três horas no ar sendo humilhados. Ainda não viu? Assiata ao menos o do Faro, nos domingos.
...
Qualquer pessoa se dá conta que é uma baita picaretagem!
Nada de repórter fazer viagens...


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NOTÍCIAS DO CREA-RS - Em face dos resultados das eleições para Presidência do CREA-RS estarem sub judice, assume interinamente a presidência do Conselho a 2ª diretora administrativa Engenheira Agrônoma Eliana Antônia Valente Silveira, até ocorrer a eleição e posse dos 1º e 2º vice-presidentes pelo Plenário do Conselho. O Geól. Antônio Pedro Viero é o 1º diretor financeiro.
...
A decisão liminar proferida nos autos do Mandado Segurança nº 5067872-42.2017.4.04.7100/RS determinou judicialmente a suspensão dos efeitos do Ato de Homologação dos resultados da última eleição para a Presidência do CREA-RS.


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A MELHOR QUE RECEBI

Lula tem medo de ser preso
e prepara fuga para a Etiópia


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EM PORTO ALEGRE - Pelo menos é o que me disseram:

(clica em cima que amplia)




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DESFEITO O MISTÉRIO!





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DUROU POUCO - O apresentador e narrador Paulo Brito saiu da Band RS.
Depois de um ano e quatro meses.


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PAUTA - O Banrisul lança amanhã, dia 18, às 10 horas, o programa especial de crédito para micro e pequenas empresas, com a presença do governador do Estado, José Ivo Sartori.
O lançamento do novo programa será no Salão Nobre da instituição (Rua Caldas Júnior, 108, 4º andar), em Porto Alegre.



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TODO O BRASIL!!




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ENTIDADE - Balduino Tschiedel acaba de assumir como diretor-presidente da Federação Internacional de Diabetes da região das Américas Central e do Sul. Balduino é gaúcho


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FORA DA CASINHA - Do Sandro Kluge:


Tem alguém para avisar que o “Portal de Noticias mais Relevante do Mundo” está passando do ponto de “ser muderninho”. Ou é merchanzão puro...

(clica em cima que amplia)







COITADINHO DO MENOR! - Adolescente é pego furtando em uma loja. A mãe é chamada e paga o produto. 
Não satisfeito, o menor tenta tirar uma onda com o segurança, que com muita calma e educação, lhe dá uma resposta, seguindo o Estatuto da Criança e do Adolescente.





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piadinha


Essa é genial!!





Terça, 16 de janeiro de 2018



Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu





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SERÁ QUE ALGUÉM NÃO SABE  
QUE DIA 31 ACABA O SINAL
ANALÓGICO EM VÁRIAS
CIDADES GAÚCHAS?
SERÁ QUE AS TVS PRECISAM
TORRAR A PACIÊNCIA COM
AQUELES COMERCIAIS CHATOS?












NÃO SOU RACISTA,
MINHA OBRA PROVA







Faltou paciência para acompanhar o caso do William Waack que culminou com sua demissão da TV Globo. Tem que ter muito saco para esses "episódios moderninhos", comuns ultimamente.
Não gostava dele como apresentador de trelejornal - muito carrancudo, ainda mais para um programa no final da noite.
Sempre falei e escrevi isso, mas um amigo, Renato Marsiglia, várias vezes me disse que Waack é um sujeito culto, de "fino trato" e um ótimo papo.
...
O título acima é de um artigo dele, publicado na Folha de S.Paulo:
Eis:

Se os rapazes que roubaram a imagem da Globo e a vazaram na internet tivessem me abordado, naquela noite de 8 de novembro de 2016, eu teria dito a eles a mesma coisa que direi agora: "Aquilo foi uma piada —idiota, como disse meu amigo Gil Moura—, sem a menor intenção racista, dita em tom de brincadeira, num momento particular. Desculpem-me pela ofensa; não era minha intenção ofender qualquer pessoa, e aqui estendo sinceramente minha mão."

Sim, existe racismo no Brasil, ao contrário do que alguns pretendem. Sim, em razão da cor da pele, pessoas sofrem discriminações, têm menos oportunidades, são maltratadas e têm de suportar humilhações e perseguições.

Durante toda a minha vida, combati intolerância de qualquer tipo —racial, inclusive—, e minha vida profissional e pessoal é prova eloquente disso. Autorizado por ela, faço aqui uso das palavras da jornalista Glória Maria, que foi bastante perseguida por intolerantes em redes sociais por ter dito em público: "Convivi com o William a vida inteira, e ele não é racista. Aquilo foi piada de português."

Não digo quais são meus amigos negros, pois não separo amigos segundo a cor da pele. Assim como não vou dizer quais são meus amigos judeus, ou católicos, ou muçulmanos. Igualmente não os distingo segundo a religião — ou pelo que dizem sobre política.

O episódio que me envolve é a expressão de um fenômeno mais abrangente. Em todo o mundo, na era da revolução digital, as empresas da chamada "mídia tradicional" são permanentemente desafiadas por grupos organizados no interior das redes sociais.

Estes se mobilizam para contestar o papel até então inquestionável dos grupos de comunicação: guardiães dos "fatos objetivos", da "verdade dos fatos" (a expressão vem do termo em inglês "gatekeepers"). Na verdade, é a credibilidade desses guardiães que está sob crescente suspeita.

Entender esse fenômeno parece estar além da capacidade de empresas da dita "mídia tradicional". Julgam que ceder à gritaria dos grupos organizados ajuda a proteger a própria imagem institucional, ignorando que obtêm o resultado inverso (o interesse comercial inerente a essa preocupação me parece legítimo).

Por falta de visão estratégica ou covardia, ou ambas, tornam-se reféns das redes mobilizadas, parte delas alinhada com o que "donos" de outras agendas políticas definem como "correto".

Perversamente, acabam contribuindo para a consolidação da percepção de que atores importantes da "mídia tradicional" se tornaram perpetuadores da miséria e da ignorância no país, pois, assim, obteriam vantagens empresariais.

Abraçados a seu deplorável equívoco, esquecem ainda que a imensa maioria dos brasileiros está cansada do radicalismo obtuso e primitivo que hoje é característica inegável do ambiente virtual.

Por ter vivido e trabalhado durante 21 anos fora do Brasil, gosto de afirmar que não conheço outro povo tão irreverente e brincalhão como o brasileiro. É essa parte do nosso caráter nacional que os canalhas do linchamento —nas palavras, nesta Folha, do filósofo Luiz Felipe Pondé— querem nos tirar.

Prostrar-se diante deles significa não só desperdiçar uma oportunidade de elevar o nível de educação política e do debate, mas, pior ainda, contribui para exacerbar o clima de intolerância e cerceamento às liberdades –nas palavras, a quem tanto agradeço, da ministra Cármen Lúcia, em aula na PUC de Belo Horizonte, ao se referir ao episódio.

Aproveito para agradecer o imenso apoio que recebi de muitas pessoas que, mesmo bravas com a piada que fiz, entenderam que disso apenas se tratava, não de uma manifestação racista.

Admito, sim, que piadas podem ser a manifestação irrefletida de um histórico de discriminação e exclusão. Mas constitui um erro grave tomar um gracejo circunstanciado, ainda que infeliz, como expressão de um pensamento.

Até porque não se poderia tomar um pensamento verdadeiramente racista como uma piada.

Termino com um saber consagrado: um homem se conhece por sua obra, assim como se conhece a árvore por seu fruto. Tenho 48 anos de profissão. Não haverá gritaria organizada e oportunismo covarde capazes de mudar essa história: não sou racista. Tenho como prova a minha obra, os meus frutos. Eles são a minha verdade e a verdade do que produzi até aqui.

WILLIAM WAACK, 65, é jornalista profissional desde os 17; trabalhou em algumas das principais redações do país e foi correspondente internacional por 21 anos na Europa e Estados Unidos.



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NA FUNDAÇÃO  PIRATINI - Mais de 40 servidores aderem ao PDV.
O Programa de Desligamento Voluntário (PDV) da Fundação Piratini, que teve seu prazo para adesão encerrado na sexta-feira (12/01), atraiu 43 servidores. Desses, 18 já haviam sido demitidos e entraram com o requerimento de pagamento de indenização extraordinária e 25 aderiram à proposta para receber, além dos direitos trabalhistas, a compensação de um salário por cada quatro anos de serviços prestados.
O Estado desembolsará aproximadamente R$ 1,5 milhão (valor de uma folha mensal) em premiação por adesão ao plano, sem contar os valores referentes às rescisões trabalhistas.
- A aceitação ficou dentro do esperado, 20% dos 209 servidores que poderiam aderir ao PDV.
A surpresa foi o ingresso de servidores que entraram no último concurso de 2014.
- Este é mais um passo dentro do nosso planejamento de extinguir a fundação até o início de abril, passando as outorgas da TVE e da FM Cultura para o controle do Estado.
...
Entre os que assinaram o PDV, 16 eram funcionários na ativa das áreas do jornalismo, programação, técnica e financeiro. Seis estavam em licença saúde com casos de servidores que estavam afastados desde 1999 das atividades. Outros três estavam com contrato suspenso (licença interesse). Os outros 18 que já haviam sido demitidos no final do ano passado e início deste ano.
...
O PDV foi assinado pela Fundação Piratini, Sindicato dos Jornalistas, Sindicato dos Radialistas e Sindicato dos Engenheiros e homologado no Ministério do Trabalho e Emprego no dia 8 de janeiro.


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RÁDIO GUAÍBA - Escreve o Juner Vieira:
Complicado será o ano de 2018 para a rádio Guaíba, caso não contrate repórteres!
Nesta semana, mais um jornalista deixou a rádio para integrar a equipe da Gaúcha.
Antes foi o Eduardo Paganella, agora a vez é do Gabriel Jacobsen. Dois repórteres de rua. O primeiro da Geral, o segundo da política.
Lembro ainda, ano passado algumas jornalistas também desfalcaram a equipe da Guaíba...
Quantos repórteres de "news" há na Guaíba? Na rua, cobrindo o dia a dia de Porto Alegre?
O que transparece é que apenas repórteres de Esporte que estão nas ruas, ou melhor, nos Centros de Treinamentos do Inter e Grêmio, na cobertura dos treinos...
Mas e os problemas de PoA?
Preocupante...
O Nando Gross está com baita abacaxi em suas mãos...



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REFLEXÃO


A TV Globo não conseguiu derrubar o Temer.
Imagina fazendo campanha contra o Trump...


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TRAFICANTE É TRAFICANTE - Garimpada do Rafael Ponzi Wiethoelter:






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GAUCHÃO - Foi lançada ontem, ao vivo, no programa Os Donos da Bola RS a parceria da Band com o site Esportchê, do jornalista Vinícius Conrad, que promete oferecer a cobertura mais completa do Gauchão 2018. O Esportchê, há 10 anos, acompanha todas as divisões do futebol gaúcho com foco nos clubes do interior, mas sem deixar de lado a dupla Gre-Nal.
O conteúdo multimídia é diferenciado com muita interação no site Esportche.RS e nas redes sociais, com notícias, resultados e tabelas atualizadas ao vivo e com postagens em tempo real. "Agora com esta parceria com a Band, nós vamos aumentar a produção multimídia e oportunizar interação com o público, além de multiplicar a presença nas plataformas digitais dos respectivos seguidores", reforça Vinícius Conrad.
...
Os assuntos destaque serão pauta na programação da Rádio Bandeirantes, no programa Os Donos da Bola RS da Band TV e ampliados no programa Bico na Pelota, às 19h, nas plataformas digitais. "O Esportchê trará para o Esporte da Band conteúdo do futebol gaúcho com informação, bom humor, muita interatividade e o mais importante: vamos valorizar o nosso futebol do interior" salienta Caco da Motta, coordenador de esportes da Band RS.


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TODO O BRASIL!!




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BANDIDO E SUSPEITO

(clica em cima que amplia)






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CÁ ENTRE NÓS

 Porto Alegre fica mais alegre sem o Despacito Tigrão Júnior, que está de férias.



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SUGESTÕES PARA TERMINAR COM A ESCULHAMBAÇÃO NO VIADUTO OTÁVIO ROCHA - Mas, acreditem, o Despacito Tigrão Júnior não que resolver. Já disse isso.
Em reunião com o prefeito em exercício, Gustavo Paim, no Paço Municipal, na tarde desta segunda-feira (15/1), o presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, vereador Valter Nagelstein (PMDB), entregou ofício com 13 sugestões a serem adotadas pelo Executivo para qualificar o Viaduto Otávio Rocha. Os pedidos de providências do Legislativo contemplam a área social, a segurança pública e a revitalização urbana e econômica do local, considerado um dos cartões-postais da cidade.  
Entre os encaminhamentos requeridos, estão a elaboração de censo das pessoas em situação de rua que ocupam o Viaduto, para que sejam transferidas de forma cidadã para casas de passagem ou recebam aluguel social, além de busca de apoio das igrejas para resgatar dependentes químicos. Outra sugestão é melhorar a ocupação dos espaços, a partir da instalação de serviços públicos (posto da Guarda Municipal, Ouvidoria da Câmara, Ambulatório e Centro de Informações), realização de feiras e eventos e regularização dos permissionários inadimplentes.  
...
Os vereadores também pedem a rearticulação do grupo interdisciplinar da Prefeitura, com representação do Ministério Público, para tratar de forma integrada do Viaduto, além do envio à Câmara dos estudos já elaborados sobre a restauração física do local, tendo como objetivo viabilizar Parcerias Público Privadas (PPPs). Os vereadores também demandaram a execução de limpeza e lavagem semanal do espaço, reforma dos banheiros e encaminhamento imediato de denúncia à Polícia Civil para coibir o tráfico de drogas no Viaduto.  
...
Nagelstein destacou que todos sabem que o problema do Viaduto Otávio Rocha é gravíssimo e que não é recente. Destacou, porém, que as dificuldades se agravaram. "O que propomos aqui não é tensionamento nem enfrentamento do Poder Executivo. Queremos contribuir, trazendo à luz questões latentes para tentarmos resolver problemas da cidade. Sabemos que o Executivo tem projetos para alterar aquela realidade, que não é meramente uma questão social, e nosso intuito é agregar ideias e somar esforços. Precisamos enfrentar este problema, pois não é possível deixar como está." Nagelstein disse ainda que, em 60 dias, a Câmara deverá realizar reunião para avaliar o andamento das ações. 
O vereador André Carús (PMDB) lembrou que, em janeiro de 2017, foi lançado um movimento dos moradores do entorno do Viaduto, com o apoio da Câmara, para tentar melhorar a segurança do local, que resultou na prisão de uma quadrilha de traficantes em maio. “Quando há apropriação do poder público, há melhorias. Mais recentemente, um grupo do Executivo trabalhou na desocupação do Parque da Harmonia em função do julgamento do ex-presidente Lula, que ocorrerá no próximo dia 24. Seria interessante que a Prefeitura reeditasse o grupo e trabalhasse com o mesmo afinco no Viaduto Otávio Rocha e encaminhasse de forma humanizada as pessoas em situação de rua que ali se encontram.”
O vice-líder do governo municipal, vereador Luciano Marcantonio (PTB), elogiou a atitude da presidência da Câmara de contribuir com o Executivo. Destacou, porém, que uma solução de caráter definitivo para as pessoas em situação de rua é o grande desafio do poder público. Citando exemplos de desocupações cidadãs realizadas pela Prefeitura, nesta e em outras gestões, Marcantônio lembrou que, após certo período, os espaços públicos voltam a ser tomados. “Não sei se dará certo, mas a Fasc precisa se conveniar com igrejas para tentar resgatar os dependentes químicos. É uma tentativa que precisa ser levada em conta.”
...
Também participaram do encontro no Paço Municipal os vereadores Márcio Bins Ely (PDT) e Reginaldo Pujol (DEM); o diretor-geral da Câmara, Omar Ferri Júnior; o procurador-geral da Câmara, Cláudio Roberto Velasquez, e o chefe de gabinete da Presidência do Legislativo, Gil Soares Almeida. 
...
As medidas propostas pelo Legislativo

Confira a integra das medidas sugeridas: 
1) Realizar imediato censo social a ser feito pela Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc); 
2) Rearticulação do grupo interdisciplinar do Viaduto Otávio Rocha, integrado pela Fasc, secretarias municipais da Saúde (SMS), Meio Ambiente e Sustentabilidade (Smams), departamentos municipais de Habitação (Demhab) e Limpeza Urbana (DMLU), e Guarda Municipal; 
3) Transferência imediata dos ocupantes do Viaduto para casa de passagem ou concessão de aluguel social; 
4) Buscar apoio nas Igrejas com experiência no trato da população dependente química; 
5) Convite ao Ministério Público para compor grupo, para ajustar medidas vindouras; 
6) Denúncia à Policia Civil quanto ao tráfico de crack diagnosticado no local, com pedido de providências imediatas (Secretaria Municipal de Segurança); 
7) Limpeza e lavagem semanal do Viaduto pelo DMLU; 
8) Reforma dos banheiros; 
9) Ronda permanente feita pela Guarda a partir do posto instalado no local; 
10) Ocupação de lojas fechadas por atividades do Poder Público (Centro de Informações, Ouvidoria da Câmara Municipal, Posto da Guarda Municipal, Ambulatório para vacinas da SMS); 
11) Ocupação dos espaços com a realização de eventos, como feiras de artesanato, brique, etc; 
12) Apoio aos permissionários com vistas à otimização dos seus negócios e regularização das inadimplências; 
13) Remessa à Câmara dos estudos já elaborados sobre a restauração física do Viaduto, sugerindo neste particular a utilização de Parcerias Público Privadas (PPPs). 


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piadinha





Segunda, 15 de janeiro de 2018




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QUE TAL?
VALTER NAGELSTEIN, 
O NOVO PRESIDENTE
DA CÂMARA MUNICIPAL













ODORICO 





Escreve o magistral Paulo Motta:

Paulo Odorico, esse é o meu nome, sério!
Paulo do avô materno, Odorico avô paterno.
Poderia ser Odorico Paulo naqueles tempos de homenagear os outros nos pobres incautos recém-nascidos que nem eu.
Mas sempre gostei do Paulo Odorico, serve pra eu saber que, quando alguém me chama assim só pode ser de São Borja!
Na Zero Hora, anos atrás, um amigo de lá procurava o Paulo Odorico na portaria e ninguém sabia quem era, por sorte eu passava na hora e salvei meu conterrâneo, senão estariam até hoje procurando o Odorico que era e é Paulo Motta, acreditem.
Comum quando alguém me descobre Odorico já emenda: Paraguaçú!
Sinal de que a novelinha* do finado Roberto Marinho se eternizou.
Alguns nomes são perigosos ou, pelo menos, não recomendáveis nos tempos de hoje, quando a malícia rola solta e a ingenuidade é coisa do passado, infelizmente.
Em Caxias conheci um cidadão dono de uma birosca que eu frequentava - que horror! - de nome Corálio, mais conhecido como Pato Vesgo ou, simplesmente Pato.
Imaginem ir na casa do Corálio, hein? Ou dizer que isto aqui é do Corálio.
Aquele menino é filho do Corálio, aliás, todos somos filhos de algum corálio, pensando bem.
Meu colega Sérgio Prato, lá de Gravataí, chama-se Sérgio Lamb Prato, coincidentemente. Mas daí são somente coincidências, o que não é o caso do Corálio. Do Corálio!
Ou o caminhoneiro Antonio Passos Dias Aguiar, que guiava por dias e noites a fio, e o ministro não-sei-do-que Antonio Patriota, que nunca poderemos dizer que não tivemos um patriota no governo.
Mas toda essa conversa foi para desejar-lhes um ótimo almoço e um espetacular sábado, garotada, que a ressaca lhes seja leve e uma água mineral com limão seja a tônica do momento!
Beijinhos e abracinhos, mais tarde retorno.

*O Bem-Amado, novela da década de 70, que o personagem principal era o prefeito Odorico Paraguaçú, interpretado pelo genial Paulo Gracindo.



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ISSO NÃO ESTÁ ENCHENDO O SACO?

(clica em cima que amplia)




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BOAZINHA

PORTO ALEGRE

OPORTUNIDADE

Prefeitura de Porto Alegre vai leiloar carros, ambulâncias e até sucata


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DO EGON MÜLLER - O artigo do teu amigo Julio Ribeiro, merece uma placa de Bronze (no mínimo) no hall de entrada da ARP e, de todas as agências de publicidade do RS. O cara avisou que ia dar merda. Não deram bola e, mataram a "Galinha Dos Ovos de Ouro".


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HAHAHAHA!!! O AGUAL VIROU BAGUAL!!!

Homem é morto a tiros em Tramandaí




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TODO O BRASIL!!




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PRIMEIRA LINHA DE UMA "MATÉRIA"

Um acidente às 9h20min da manhã deste sábado entre um Fiat Prisma 


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ELES SÃO TERRÍVEIS!!

MANILA

Presidente filipino diz que mascar chiclete aliva dor nas costas



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piadinha




Sexta, 12 de janeiro de 2018




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GUARACY ANDRADE
NÃO É MAIS
DIRETOR-GERAL
DA TV URBANA.









NANISMO E A NOVELA GLOBAL







Escreve a jornalista  Lelei Teixeira - http://issonaoecomum.sul21.com.br/
Brilhante!!

O que dizer de Estela, a personagem com nanismo da novela do horário nobre da TV Globo, interpretada pela atriz Juliana Caldas? Um equívoco? Procuro acompanhar sua história, mas, lamentavelmente, não me diz nada. Assim como não diz para muitas outras pessoas que, como eu, lutam contra o preconceito e batalham por inclusão e acessibilidade. Não pertencemos ao mesmo universo. E se perde uma oportunidade preciosa para discutir questões vitais do cotidiano de quem é discriminado.

A pergunta que fica é: o autor Walcyr Carrasco se perdeu ou queria isso mesmo?

A trama poderia ter muitos outros olhares para a personagem. Olhares mais densos, críticos e realistas. Para além de uma mãe megera e de uma jovem mimada e maltratada ao mesmo tempo. Para além do dinheiro que pode mascarar ou esconder a filha “monstrenga” e indesejada. Por que não tratar da rotina de uma pessoa com nanismo mostrando que tem vontade própria, toma conta da sua vida, trabalha, enfrenta inúmeros obstáculos, a discriminação, sofre, mas busca ajuda, tenta se entender e entender a reação do outro? Por que não aprofundar o tema retratando uma pessoa com deficiência que combate o preconceito, busca por seus direitos e amplia uma luta que é de tanta gente?

Estela vive fora do mundo real. Não se dedica a nada. Não estuda. Não sai. Não anda pelas ruas. Não tem amigos. Não se relaciona com ninguém de forma natural. Não reivindica. Não é crítica. Estela parece não ter vida interior. Não deseja. Não sonha. Não pensa. Não fala abertamente. Já mostrou em várias cenas dificuldade de lidar com o seu tamanho, mas não questiona este sentimento. E só acorda para a sua condição, vez que outra, quando a inconveniente cuidadora, se é que se pode chamar assim, faz um alerta. Em seguida, volta à sonolência.

Estela parece não se importar com o cotidiano, o que é inverossímil, pois já viveu sozinha na Europa. Quem sabe tinha por lá uma babá que supria tudo. Os possíveis romances que aparecem para ela na novela deveriam ser consequência de uma vida livre e natural e não o foco mal desenhado da sua história. Há tanto para mostrar sobre o dia a dia das pessoas com nanismo. E o que se vê na tela é uma jovem sem a mínima reflexão, que vive em uma bolha.

De um modo geral as pessoas com nanismo não se perdem em “mimimis”. Não acumulam recalques, não se importam se ganham “ursinhos”, miniaturas ou salto alto. Especialmente nos dias de hoje, criam grupos e promovem encontros para discutir questões importantes, como o preconceito e o reconhecimento de suas reivindicações. Lutam por dignidade e independência, o que passa necessariamente por respeito, inclusão e equipamentos urbanos adequados, fundamentais na vida de qualquer pessoa. Não é o que se vê em “O outro lado do paraíso”, que reduz a quase nada o universo de Estela.

A novela tem muitos outros equívocos, como o tratamento que dá aos gays e aos negros, e é feita de clichês lamentáveis, mas fico por aqui.


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FOTO DO ORESTES DE ANDRADE JR. - Ipanema, Porto Alegre:






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MOCREIA - Sempre considerei a Gisele Bündchen uma alemoazinha mais do que comum, para os padrões do RS.
Não?
Então dá uma olhada nessa aí:




É outro departamento, não?


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MAIS VERÃO SBT RS - Na sequência da Arena Mais Verão SBT RS SESC que já atende milhares de veranistas em Imbé no litoral norte, agora é a vez do Paradouro Mais Verão SBT RS entrar em ação na Costa Doce do estado. Com início nesta sexta-feira, 12 de janeiro, na praia das Nereidas, em São Lourenço do Sul, o espaço terá empréstimo de materiais esportivos, atrações culturais com música e teatro, água quente pro chimarrão, água gelada pra espantar o calor, quadras de futebol e vôlei, além do espaço kids. Nessa sexta-feira,  o show é por
O Paradouro Mais Verão SBT RS fica em São Lourenço até dia 11 de fevereiro. Funcionará as sextas e sábados, das 9h às 21h e aos domingos, das 8h às 20h. "O SBT RS avança cada vez mais junto com a sua audiência, agora privilegiando também a população do litoral sul do estado. Teremos muitas reportagens para destacar a 'Pérola da Lagoa', como é conhecida a bela cidade de São Lourenço junto com espaços de experiência e interatividade com os patrocinadores", garante o diretor de Mercado e Inovação Carlos Toiller.
A Arena Mais Verão SBT RS Sesc é apresentada por Corsan, Governo do Rio Grande do Sul, Boticário, Uninter, Tirol, Agafarma e Gboex. Já o Paradouro São Lourenço é apresentado por Megapetro, Corsan, Governo do Rio Grande do Sul, Supermercado Iepsen e Claro. Apoio da Prefeitura de São Lorenço do Sul e realização: Blue Show.


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INFORMAÇÃO UFRGS - Do Fabiano Bernardes:

169 candidatos gabaritaram a prova de MATEMÁTICA do vestibular da UFRGS. Isso que é a matéria do capeta. Nas outras matérias foram muito mais gabaritos, não, péra...

Física - 62 candidatos gabaritaram
Literatura - 10 gabaritaram
Inglês - nenhum gabaritou
Espanhol - dois gabaritaram
Italiano - nenhum gabaritou
Francês - nenhum gabaritou
Alemão - um gabaritou
Português - 10 gabaritaram
Biologia - 39 gabaritaram
Química - cinco gabaritaram
Geografia - dois gabaritaram
História - seis gabaritaram


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TODO O BRASIL!!




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TODAS AS MULHERES DEVERIAM LER - Texto de Mariliz Pereira Jorge, na Folha de S. Paulo:

Você é #teamOprah ou #teamDeneuve nessa disputa que se instaurou nas redes sociais nos últimos dias? Você acha que a hora chegou e sente-se orgulhosa e inspirada por todas as mulheres fortes o suficiente e empoderada para falar e compartilhar suas histórias pessoais, como disse Oprah? Ou você acredita que pode batalhar para que seu salário seja igual ao de um homem e gostar de ser objeto sexual dele, como sugeriu o manifesto assinado por cem intelectuais e atrizes francesas, entre elas Catherine Deneuve?

Uma fala não invalida a outra. Eu fico no meio do caminho, porque os dois lados têm razão e também cometem excessos. E essa queda de braço só enfraquece todas as mulheres nesse embate desnecessário. Como eu sempre digo, a sororidade acaba quando a outra mulher não levanta o punho para o discurso com o qual eu concordo, não é mesmo?

Ao contrário do que muita gente achou, não vi no manifesto francês uma resposta ao Time's Up, um fundo de defesa legal às vítimas de assédio sexual no trabalho e que teve seu ponto alto no lindo discurso feito pela apresentadora Oprah na noite do Globo de Ouro. Embora o timing tenha sido muito ruim, entendo como uma reação à parte reacionária do movimento feminista, que acredita que todas têm que se moldar ao que essas correntes pregam e não admitem que haja pensamento diverso. Quer saber? Muitas mulheres, também feministas, estão entaladas com tantas regras e normas.

Repito o que já disse uma vez: de que adianta me livrar do patriarcado para ter no meu cangote patrulha de mulher dizendo o que e como devo fazer? Um dos maiores erros do feminismo moderno é tentar nos convencer de que as lutas são iguais para todas. Não são. Queremos igualdade salarial, combater a violência doméstica, ter mais direitos, reconhecimento, representatividade, liberdade sexual. Ponto.

A forma como nos relacionamos com o mundo e com os homens não tem que ser enquadrada por textos lacradores de pensadoras e filósofas que muitas vezes se autointitulam porta-vozes e, aqui entre nós, perceberam que feminismo dá dinheiro, prestígio e fama. Não, obrigada.

A fala de Oprah marca um momento importante e, sim, pode encorajar e fortalecer mulheres ao redor do mundo que sofrem assédio e violência. As acusações que envolvem produtores e famosos de Hollywood são sérias e apenas uma pontinha do que acontece aqui na vida real. Sim, agora é a hora. E isso foi defendido no manifesto francês, é bom esclarecer para quem leu o texto com o fígado e absorveu apenas os trechos que poderia odiar.

Mas ignorar o ponto de vista das francesas porque há críticas a algumas nuances do feminismo é uma bobagem tão grande quanto a parte do texto que defende os "coitados" dos homens das acusações que estão sofrendo. Foi desnecessário. Homens sabem se defender e terão que enfrentar a parte da "histeria" que existe no momento. Aceitem.

Indispensável liberdade de ofender, clamam as francesas. E elas estão certas porque o limite do que ofende uma mulher pode ser um tanto mais flexível para outra. Não fosse assim, o movimento Chega de Fiu-Fiu não seria chamado até hoje de mimimi por muitas pessoas, incluindo as próprias interessadas. De um lado estão as que encaram esse tipo de abordagem como uma violência e do outro quem não se incomode. Não é preciso escolher quem tem razão. O que não dá é colocar no pacote do machismo a mulher que diz não se importar ou até mesmo gostar de tais manifestações.

Como as francesas disseram: uma mulher pode, no mesmo dia, liderar uma equipe profissional e gostar de ser o objeto sexual de um homem, sem ser uma vil cúmplice do patriarcado.

De fato, também não me reconheço no tipo de feminismo apontado no manifesto, que toma forma de ódio aos homens e à sexualidade. "A liberdade de dizer não a uma proposta sexual não existe sem a liberdade de importunar. É preciso saber responder a essa liberdade de importunar de outra forma que se encerrando no papel de presa."

Esse é outro ponto em que fica difícil discordar da turma de Deneuve e de Catherine Millet. "É mais sensato criar nossas filhas pra que sejam suficientemente informadas e conscientes para viver suas vidas sem se deixar intimidar ou culpabilizar." É mais sensato, o que não exclui também educar os filhos homens dentro de uma visão feminista.

Na semana passada, escrevi exatamente sobre a "fragilidade" feminina sempre usada pelos movimentos, como se fôssemos eternas vítimas. Todas as vezes que leio por aí que o mundo é horrível e as mulheres são frágeis, que todo homem é um estuprador em potencial (uma das maiores bobagens já ditas), que somos vítimas da sociedade, penso que não sou essa mulher e nem convivo no meu círculo mais íntimo com caras com essa índole.

Talvez eu tenha sorte ou apenas tenha recebido educação para ser independente e corajosa. Por isso, não aceito esses rótulos que muitas vezes são usados e que colocam a mulher num eterno papel vulnerável. Entendo que muitas mulheres se vejam dessa forma. Não é meu caso.

Felizmente posso dizer que não sou vítima do machismo. Não aceito ser tratada com inferioridade no mercado de trabalho, não me vejo dessa forma e nem acho que seja vista assim. Não deixo que homens tomem a palavra quando ela está comigo.

Tenho educação, conhecimento, as ferramentas necessárias para combater o machismo (sim, ele existe, e muitas vezes o mundo é um lugar mais difícil para as mulheres), mas não aceito esse papel passivo, o da vítima que precisa se proteger o tempo todo em um ambiente hostil e predatório.

Entendo e me solidarizo com as que se sentem assim. Deve ser muito difícil acordar todos os dias e saber que o mundo lá fora só quer fazer da sua vida um inferno e você não sabe como se defender.

Tenho medo de ser estuprada? Claro. Mas tanto medo quanto tenho de ser morta num assalto.

O que me assusta ainda mais é a confusão na cabeça das pessoas sobre o que é assédio e o que é paquera. Somos adultos para entender que não dá para encarar elogio, desejo, cobiça, investida romântica, sacanagem da boa, seja na rua, no trabalho ou na balada, da mesma forma que uma encoxada no metrô ou uma promessa de promoção em troca de um boquete.

Assédio é crime. Paquera deve ser usada sem moderação. O tempo é agora para as mulheres escolherem suas brigas, sem deixar que o puritanismo se sobreponha em nome de uma falsa segurança e de um mundo mais igual. Isso só serve, como diz o manifesto das francesas, aos interesses dos inimigos da liberdade sexual, dos extremistas religiosos, dos piores reacionários. E são as mulheres quem mais perderão com isso.


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NAS HORROROSAS PRAIAS GAÚCHAS












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piadinha