Quinta, 17 de janeiro de 2019




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
...
ANDO DEVAGAR
PORQUE NÃO TENHO PRESSA









HORÁRIO DE VERÃO!
Atualizado diariamente
até 10 horas





Escreva apenas para








Recebo de um amigo gaúcho
que mora na Irlanda:
"(...)Estarei em Porto Alegre no final do mês e vou para a praia. Quero assistir ao 
Planeta Atlântida em SC e depois 
o Garota Verão em Capão."
COITADO!!









REDAÇÕES DA MINHA VIDA




Esta aí é a redação do falecido Jornal do Brasil, nos anos 80.
A rigor, todas as redações eram muito parecidas. Até as assessorias de imprensa, como da Assembleia Legislativa e Câmara de Vereadores. Em geral, tinham muita gente, muito barulho e muita risada.
A primeira que encarei foi a do Diário de Notícias, na avenida São Pedro. No primeiro dia vi e fiquei meio atordoado: um dos meus ídolos, o Marçal, trabalhava lá. Ele era editor de Internacional e nos tornamos amigos. Tinha pouca gente, nas era uma esculhambação diária, comandada pelo diagramador Enir Borges e pelo próprio Marçal.
Depois tive uma passagem de poucos meses no Correio do Povo. Cobria o Carnaval. Como eu saia das festas das escolas de samba e ia direto pra redação, só via o Mario Quintana sentado em seu canto. Raramente ia em outro horário. Mas o CP era uma redação mais comportada.
Aí fui pra Zero Hora e também raramente ia na redação - passava o dia da Assembleia. Ah, sim, lá era uma esculhambação danada! Imagina os funcionários da Assembleia, os contratados pelas bancadas de deputados e partidos e os coleguinhas dos veículos num salão que não era muito grande. Foi um dos melhores períodos da minha vida.
No Rio, no primeiro Governo do Brizola, ninguém tinha muito tempo para brincadeira. Lá o bicho pegava, mesmo.
Ah, teve também o período em que trabalhei na Rádio Farroupilha, quando o Flávio Alcaraz Gomes e o Cândido Norberto mandavam. Não tinha bagunça, porque, fora os que mandavam, todos funcionários eram de ixquerda.
...
Hoje é tudo muito diferente.
Há uns anos entrei na redação da Assembleia e pensei que estava no lugar errado. Um silêncio triste. Os velórios costumam ser mais animados. O mesmo dá para dizer das redações de veículos. A impressão é de que os atuais jornalistas não conseguem pensar/escrever com barulho.
Olha, eu não trabalharia numa redação silenciosa.
Ainda bem que faço tudo em casa e ouço o barulho que quero.
Já imaginou esses jornalistas mudernos fazer um texto ouvindo o Fofocalizando?
HAHAHAHA!!!
-
Tomaram um fartão ontem do Paulo Motta?
Então aí vai mais um:

ZERO HORA

Entrei na Zero Hora em 1978, no Departamento Comercial, regido pelo Bolivar Madruga Duarte - o cara que inventou o ZH Classificados - fiquei até 2001 depois fui pro Pioneiro, em Caxias do Sul, também da RBS.
Nesse período de Zero Hora, tive o privilégio de conhecer malucos, abençoados doidos tipo o Nelson Matzenbacher Ferrão, o Mola, o José Antonio Ribeiro, o Gaguinho, o Carlos Fehlberg, o Clovis Heberle, o Chimba, Kau, Eber Borba e o brilhante Lauro Schirmer.
Era uma época de trabalhar e gostar do que a gente fazia.
O Gerson Schirmer deve lembrar que a gente saía do jornal e passava no Porta Larga, barzinho ao lado da Zero, pra fazer um churrasquinho. Tudo lá pelas duas da manhã.
Nossa vida era uma maravilhosa bagunça, creiam.
No inverno, volta e meia, a gente parava no Bar Luanda, mais conhecido como o Bar do Tide, na José do Patrocínio quase com a Venâncio Aires, aqui em Porto Alegre.
A sopa do Tide era celestial, mas muitos diziam que o Tide servia com o dedo dentro do prato. Maldade!
Numa dessas épocas eu namorei a Bagulho, uma revisora deliciosa.
Não, não, ela não era um bagulho. Ela tinha a língua pguesa e odiava o bagulho das máquinas de escrever. Concordo que egam bagulhentas, mesmo.
De um dia pro outro, acabaram as máquinas de escrever, tudo ficou informatizado e, se tu entrar na Redação da Zero Hora, hoje, parece que estás num bloco cirúrgico.
Tenho a impressão de que falta um pouco daquela esculhambação dos anos 80.
Perdoem o meu saudosismo, queridos meliantes.
Belas e douradas lembranças.


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LEMBRA DO BEBÊ-DIABO? NÃO?
ENTÃO CONHEÇA TODA A HISTÓRIA


Nos anos 70 eram "comuns" matérias sensacionalistas. Muitas inventadas, por incrível que pareça.
Vou contar uma dessas inventadas, só não dou os nomes porque os dois protagonistas morreram e não quero confusão com herdeiros.
Editoria de Polícia pequena. Dois repórteres trouxeram aquelas matérias "feijão com arroz", que não se prestam para manchete. Quando o terceiro repórter chega, o editor fala:
- Começa logo a escrever, 80 linhas ou mais, tem espaço.
O repórter:
- Não deu certo, furou. O cara deu pra trás, não quis falar.
- E eu o que faço com o espaço em branco?
Começaram a conversar e o desespero aumentando. Aí o repórter vai pra sua mesa e começa a datilografar.
- O que tu vai fazer?
- Deixa comigo.
No dia seguinte, a manchete:

ESTUPRADOR ATACA DUAS ALUNAS NA PUC

Matéria muito bem feita, com riqueza de detalhes.
Até os Irmãos Maristas ficaram com medo do estuprador.
Tomaram providências.
Noas dias seguintes o assunto continuou e os jornais concorrentes desesperados, porque não conseguiam nenhuma informação.
Não lembro bem, mas parece que até entrevistaram o estuprador.
...
Por todo o Brasil existiram matérias desse tipo.
Lembro quando eu era pequeno, no Rio a cidade era aterrorizada pelo "Bandido da Luz Vermelha". O curioso é que em Porto Alegre também tinha um bandido com o mesmo apelido. Assim como o "Cara de Cavalo".
E discos voadores?
E a "Loira do Cemitério", que comia taxistas?
...
Uma das melhores, que já foi até estudada, é a história do BEBÊ-DIABO.
Acompanhe a impecável matéria da Veja São Paulo:

A manchete que mexeu com São Paulo nos anos 70 – o bebê-diabo

A lenda urbana que surgiu em 1975 e é comentada até hoje



O dia 11 de maio de 1975, dia das mães, seria um domingo sem grandes novidades, como qualquer outro dia das mães naquela época. Mas, a edição daquele dia de um jornal mudaria tudo. Desde as primeiras horas da manhã, as bancas estavam lotadas de pessoas comprando o jornal Notícias Populares, já famoso naquela época por suas histórias exageradamente sensacionalistas, e que trazia estampada em letras garrafais a manchete “Nasceu o Diabo em São Paulo”. Eles acertaram em cheio no imaginário popular! Todo mundo queria saber a história do bebê que tinha nascido num hospital de São Bernardo do Campo, com chifres, rabo e ameaçando todo mundo assim que nasceu.

Dia após dia, novas histórias iam surgindo sobre o temido bebê-diabo, todas elas “documentadas” pelo jornal. Pessoas que o viram soltando fogo pela boca, gente que jurava que seu corpo era coberto de pelos, e até relatos do repórter que entrevistou as enfermeiras e todas elas rezavam um Pai Nosso antes de falar sobre o assunto. Por 25 dias seguidos, a principal manchete do NP fazia alguma referência ao bebê-diabo, e depois, por mais 12 dias, notícias sobre ele ainda estampavam a primeira página, mas não mais como manchete, completanto um total de 37 dias de notícias sobre o acontecimento.

Abaixo, a relação de todas as manchetes sobre o bebê-diabo no NP:

11/05/75 – NASCEU O DIABO EM SÃO PAULO

12/05/75 – BEBÊ-DIABO DESAPARECE

13/05/75 – FEITICEIRO IRÁ AO ABC EXPULSAR O BEBÊ-DIABO

14/05/75 – BEBÊ-DIABO DO ABC PESA 5 QUILOS

15/05/75 – BEBÊ-DIABO INFERNIZA PADRE DO ABC

16/05/75 – NÓS VIMOS O BEBÊ-DIABO

17/05/75 – POVO VAI VER O BEBÊ-DIABO

18/05/75 – PROCISSÃO EXPULSARÁ BEBÊ-DIABO

19/05/75 – VIU BEBÊ-DIABO E FICOU LOUCA

20/05/75 – SANTO PREVIU O BEBÊ-DIABO

21/05/75 – BEBÊ-DIABO NOS TELHADOS DAS CASAS DO ABC

22/05/75 – MÉDICO AFIRMA: O BEBÊ-DIABO NASCEU NO ABC

23/05/75 – DIABO EXPLODE MUNDO EM 1981

24/05/75 – BEBÊ-DIABO PAROU TÁXI NA AVENIDA

25/05/75 – FAZENDEIRO É O PAI DO BEBÊ-DIABO

26/05/75 – BEBÊ-DIABO VIAJA PARA VER O PAI

27/05/75 – BEBÊ-DIABO APARECE NO LUGAR DO ECLIPSE

28/05/75 – MAIS 7 VIRAM O BEBÊ-DIABO

29/05/75 – BISPO MORRE DE MEDO DO BEBÊ-DIABO

30/05/75 – BEBÊ-DIABO ARRASA COM RITUAL DE UMBANDISTA

31/05/75 – FANÁTICOS AMEAÇAM BEBÊ-DIABO DO ABC

01/06/75 – SEQÜESTRADO BEBÊ-DIABO

02/06/75 – BEBÊ-DIABO À MORTE

03/06/75 – BEBÊ-DIABO FOGE PARA O NORDESTE

04/06/75 – PADRE DE MARÍLIA: “EU ACREDITO NO BEBÊ-DIABO DO ABC”




Relatos de pessoas entrevistadas diziam que o bebê pulou telhados, pediu sangue para beber, saltou da janela do terceiro andar e tomou um taxi e pedu ao motorista que o levasse ao inferno. Histórias sobre ele não paravam de chegar. O jornal até publicou algumas prováveis razões que poderiam explicar a existência do bebê-diabo.

O Notícias Populares, que tinha uma circulação média de 80 mil exemplares por dia, saltou para mais de 200 mil. A primeira notícia, aquela do dia 11 de maio, bateu todos os recordes de vendas da época, e sobraram somente oito exemplares do jornal nas 2 mil bancas em que ele era vendido.



Mas o que aconteceu, na verdade? Realmente um bebê nasceu naquela maternidade com duas pequenas saliências na testa e um prolongamento do cóccix, problemas que eram facilmente resolvidos com uma pequena cirurgia ali mesmo. Mas o fato foi distorcido e o boato correu a cidade, chegando até a redação da Folha de São Paulo, responsável pelo jornal Notícias Populares. Um repórter foi destacado para cobrir a história e voltou com um texto relatando os fatos médicos, sem nenhum sensacionalismo. Mas a direção do jornal decidiu manter a lenda urbana e tratar o fato como sobrenatural. E depois do recorde de vendas da primeira edição, continuaram no assunto até que se esgotasse.



O assunto foi um dos mais marcantes da história do Notícias Populares, e é contado em detalhes em livros como Espreme Que Sai Sangue: Um Estudo do Sensacionalismo na Imprensa, de Danilo Angrimani, e Nada Mais Que a Verdade: A Extraordinária História do Jornal Notícias Populares, de Celso de Campos Jr., Denis Moreira, Giancarlo Lepiani e Maik Rene Lima. Um documentário de 2002 sobre lendas urbanas, chamado Nasceu o Bebê-Diabo em São Paulo, de Renata Druck, coloca esta história entre outras lendas urbanas paulistas.

Mais de quarenta anos após a curiosa história, são poucas as pessoas que nunca ouviram falar do temido bebê-diabo, que aterrorizou uma geração, mesmo sem ter existido.


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UMA OPORTUNIDADE ÚNICA!
CACO BELMONTE SABE MUITO BEM O QUE FAZ!!





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MENOS UM - Uma das mais belas vozes do rádio se calou. Quem conta é o amigo Nilton Fernando:

Tô sabendo agora que meu fraterno amigo Luis Antonio Borba morreu. Amigo querido, começamos juntos na antiga TV Difusora no programa Comunicação e depois no PortoVisão. Considerado uma das mais simpaticas figuras do rádio. E um vozeirão...
Lua, como era mais conhecido, teve passagens por diversas emissoras de Porto Alegre, especialmente Rádio Guaíba ( dos bons tempos de locutores em dupla), Radio Gaúcha, Bandeirantes FM, e especialmente a Rádio Cidade no maravilhoso elenco fundador da emissora. Teve passagens na Tv Piratini, Tv Difusora e Tv Gaúcha. Vá em paz meu amigo, distribuindo seu sorriso, suas gentilezas. Vamos sempre sentir tua falta. Muito cresci e aprendi com vc, meu irmão.
Na segunda foto estamos eu, Olga Jugnemann e o Luis Antonio Lua em nossa estréia na TV.






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DEIXOU O ZERO HORA: CLÁUDIA LAITANO - Na página da jornalista do Facebook. Ela não esclarece se saiu ou foi dispensada.

Noel Rosa, Kurt Cobain, Amy Winehouse, Leila Diniz… Todos permaneceram menos tempo no planeta do que eu trabalhando na Zero Hora. Foram 33 anos (Jesus!) de muitas Cláudias diferentes e muitas redações diferentes também. Entrei no jornal pela primeira vez em 1985, estudando Psico e buscando um bico noturno para conciliar com a faculdade. Saio de lá mulher feita, mas com a mesma sensação de “work in progress” que tinha aos 18 anos e que pretendo manter no mínimo até os 81. Me cobrem.

Uma empresa é uma entidade abstrata. De todos esses anos, o que fica são as pessoas do bem, as memórias boas e a certeza de que eu não teria durado dois anos na profissão se não tivesse optado pelo jornalismo cultural, o setor mais divertido (e desprestigiado) de qualquer redação de jornal.
Trabalhar na área cultural é sempre uma utopia e como todas as utopias se sustenta em um ideal – e ter um ideal, hoje em dia, é um luxo. Viajei, conheci gente talentosa e ídolos de infância, aprendi mais sobre arte do que poderia sonhar quando entrei no Jornalismo da UFRGS. E nunca me arrependi de ter mudado de profissão ou de ter apostado todas as minhas fichas no caráter civilizatório da cultura e da arte.

Saio da redação, mas a coluna fica (volta em março). Também fica a popular “Lei Cláudia Laitano”, que permite que os jornalistas tirem licença de um mês antes de escrever seu trabalho de mestrado ou doutorado. Morro de orgulho de o apelido da regra ser o meu nome. Estudar é a melhor coisa que existe e pretendo praticar muito esse esporte nos próximos anos. Não deixem a "Cláudia Laitano" caducar!

Às muitas equipes que eu chefiei e aos colegas de todas as áreas, obrigada pelo carinho e por décadas de trocadilhos infames. Continuem praticando porque eles SEMPRE podem piorar.

PS: meu novo email é o claudia.laitano21@gmail.com


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FIREHOSING - Li um artigo sobre isso na Coletiva, "'Firehosing' e o estrago que isso pode causar ao jornalismo". Não intindi.
Será que tem alguma coisa a ver com "concertação", que o Tarso Fernando sempre usa? Descobri ao menos que firehosing é mangueira de incêndio em inglês.
...
Agora, ao invés de mandar os chatos chupar um carpim vou dizer: "VAI CHUPAR UMA FIREHOSING!!".


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IMITADOR - Não sei o nome do dito, mas tem um repórter na RBS TV que imita - ou tem como ídolo - o Régis Rösing, que começou aqui na "líder" e está na Globo.


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400 JORNALISTAS - Legal que a CNN contrate muitos jornalistas no Brasil. Mas, sei não, a contratação desse Douglas Tavolaro, ex-Rede Record, como presidente... Não consigo confiar nesse sujeito. Nemo conheço, mas não gosto. NÃO CONFIO!
Já sei a resposta que vão dar: ele nem vai dormir hoje.
Pois é, mas só escrevo isso para que não se iludam.
...
O projeto é do empresário Rubens Menin, fundador e presidente do conselho da construtora MRV. A empresa, de capital brasileiro,  terá o licenciamento da marca americana no, terá um canal de notícias 24 horas a ser transmitido por meio de TV por assinatura e por plataformas digitais.


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DEPOIS ARRUMARAM.
AGORA ESTÃO MAIS RÁPIDOS!

há uma hora

ANCARA

urquia criará na Síria a 'zona de segurança'

sugerida por Trump

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TEM GENTE QUE PREFERE O INVERNO

Os biquínis lisos são top!







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NÃO É PIADINHA


Braços cruzados: o que será que as pessoas pensam pra fazer fotos assim?
Olha a que recebi do Adriano M.:



Flávio Dutra, me diga: Braços Cruzados
não é um bom nome para banda?


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PIADINHA


Creche de maridos: grátis!!





Quarta,16 de janeiro de 2019




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
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Acho que foi Marcos Valle
quem falou, lá pelos anos 70:
"Não confie em ninguém
com mais de trinta anos". 
Hoje, eu diria: "Não confie em ninguém que nasceu depois
da morte do Ayrton Senna".
Paulo Motta










UM FARTÃO DE PAULO MOTTA!!





Paulo Motta, o verdadeiro Mito, nasceu em São Borja-RS, em em 25 de maio de 1962. É filho da Norma, que continua vivendo em São Borja.
Trabalhou pouco mais de três décadas na RBS e saiu antes de completar o tempo para se aposentar.
Passou boa parte de sua vida em Porto Alegre e Caxias do Sul.
Jornalista. Como poucos sabe tudo de jornal.
Dois livros publicados.
Contador de histórias como poucos.
É admirado por centenas de mulheres.
E ele admira um homem: Lobo, seu filho.
O outro Mito copia tudo do Paulo Motta.
Até a bolsa de colostomia está usando.







RESISTÊNCIA 

Queridos paroquianos e paroquianas, o Bolsonaro está governando o país há poucos dias e esculhambou tudo! 
Não existe mais Justiça do Trabalho, os trabalhadores perderam seus privilégios, a imprensa foi amordaçada, o Brasil está entregue aos japoneses, canadenses e,principalmente, ao Grande Satã norte-americano que esmaga os países da América Latina! 
Vamos resistir, ainda temos tempo de nos unir numa grande corrente contra tudo isso que aí está! 
Proteste, grite, aprenda a fazer coquetel molotov e jogue no lixo esses símbolos imperialistas burgueses que a sociedade capitalista opressora te enfiou goela abaixo tipo IPhone, Instagram, feicebuque, celulares, computadores, automóveis e outras tranqueiras típicas do imperialismo ianque. 
E pior: Bolsonaro indicou a própria esposa para ser a Primeira Dama, num ato do mais puro e abjeto nepotismo!
Até quando suportaremos isso?
Vamos à luta, somos bravos, aguerridos e fortes! 
Viva PolPot, Viva Ho Chi Min! Fora Geisel!


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COUSAS

Juro pra vocês que não costumo falar de política aqui no feice mas, de vez em quando, posto minha opinião. 
Fascista, nazista e golpista são cousas que ouço muito. 
Nessa briga de bugios, lembro da aventura de um capataz da Fazenda Santa Rita, Conde de Porto Alegre, distrito de São Borja, o Bento Nicolau. 
Sabe-se lá Deus, o patrão dele inscreveu o Bento num curso de gerência situacional, nem me perguntem, tá? 
No primeiro dia, a primeira turma reunida num hotel grã-fino, Bento Nicolau sentindo-se pouco à vontade, de lenço, bombacha e botas lustradas, acende um cigarro e, logo, um engomadinho falou, apontando pruma placa grudada na parede: 
- O senhor não viu a placa? Por favor não fume! 
- Mas eu não faço favor pra ninguém, lasquiado!
Começa a reunião, um grupo de dinâmica de quatro pessoas, incluindo o Bento Nicolau, três homens e uma mulher, com uma psicóloga coordenando. 
A psicóloga pergunta pro primeiro homem: 
- Diga seu nome, do que gosta e o que faz.
- Meu nome é Rogério, adoro música brasileira, sou engenheiro. 
O segundo homem:
- Meu nome é Artur, gosto de motociclismo, música clássica, sou médico. 
Na vez dela, a mulher fala: 
- Meu nome é Paula, gosto de mulher, acordo pensando em mulher, amo seios e coxas de mulher, sou lésbica! 
Na vez dele, Bento Nicolau saiu-se com essa pérola: 
- Meu nome é Bento Nicolau, cheguei aqui pensando que era um peão domador, mas agora descobri que sou lésbica!
Moral da história: tudo é relativo, nada é absoluto!
Um beijo no pulmão encardido de todos e todas.


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FITINHA

Olha, tenho algumas restrições quando abro algum pacote de bolachinhas, drops tipo halls ou coisa parecida.
Nem sei se ainda se chama drops; na minha época - coisas medievais - , chamava-se assim e a gente abria arrancando a parte que dava. 
Tempos das balas Soft e da Pastelina, que existe até hoje - a Pastelina - e a fábrica fica na Comendador Coruja, Portalegre, creiam, cães infiéis!
Hoje, todos esses pacotinhos vem com uma fitinha vermelha indicando onde tu deve abrir, pequeno estúpido morto de fome. 
Devo ser muito estúpido, pois ainda não consegui achar o truque da fitinha vermelha, juro! 
Estraçalho o pequeno pacote e, depois, vejo o raio da fitinha vermelha no que restou do que quer que fosse.
Talvez Estela Kerchener, minha delicada professora, me oriente sobre essas minhas ogricidades, coisas de ogro que só ela, a Estela, poderá me corrigir.
Beijão no pâncreas dos meus amiguinhos e amiguinhas!


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CIDADE BAIXA

Dia desses, eu enchia a minha carinha ali na República quase com a Lima e Silva tipo uma e meia da manhã, na santa paz do Senhor e uma menina aproximou-se da minha mesa, de mãos dadas com um unicórnio azulado, cheia de pregos na cara e perguntou: 
- Ô, tio, consegue um dos teu?
- Um dos meu? 
- Isso.
Entendi quando ela apontou seu dedo com unhas multicoloridas pra minha carteira de cigarros.
Aaaah, claro.
Ela e o unicórnio me levaram dois 'dos meu' e resolvi me recolher aos meus borzeguins, afinal de contas, lugar dos tios de cabeça branca a essas horas é na cama, tomando um chazinho de camomila. Ou cogumelos, depende do tio, hein?
Aliás, a menina com os pregos e piercings na cara, aposto que não passa numa porta de banco!
Cuidado, Paulo Motta, do jeito que vai a cousa essa doidinha poderá ser a presidenta da república ou uma deputada federal, não é?
Beijo carinhoso e afetuoso no intestino de vocês, queridos bandalhos!


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SUCURI

Junto com a capacidade de ler, assimilar e entender o que se lê, ganhamos a capacidade da interpretação.
E exercemos essa capacidade de acordo com nossas conveniências, o que não invalida o conteúdo mas macula a essência do que o autor quis dizer na obra. 
Nunca li Antonio Gramsci, Marx, Trotsky ou Santo Tomás de Aquino, pra minha cabeça seria uma ode à chatice cósmica galáctica. Já tentei, juro pra vocês. 
Aquela dupla sertaneja Nemli e Nemleriei, saca?
Tive uma semi-namorada quase sem uso, que fazia Artes Dramáticas na UFRGS, e intelectualizava no Libelu e eu, para entrar no clima comecei a ler As Confissões, de Jean-Jacques Rosseau.
Uma leitura pesada - o livro terminou como peso pra porta não bater - que só me agradou enquanto a moça gravitou no meu JK da Duque de Caxias. Não engravidou, gravitou, certo?
Talvez se eu tivesse lido qualquer um desses caras que citei, minha vida tivesse tomado outro rumo, quem sabe? 
Pelo que vi, rapidamente, todos são muito sérios, muito sisudos e eu já chegara à conclusão de que vim ao mundo pra me divertir e não pra salvá-lo. 
Talvez pudesse subverter alguns argumentos desses escritores e usá-los em meu benefício, quem sabe?
Sei não, mesmo sem lê-los já inventava coisas em rodadas de cervejas do tipo: "Como diria Gramsci: o proletariado deverá ser conduzido acima dos interesses do Estado enquanto estado!".
Nunca alguém retrucou ou me chamou de farsante - e não foi por elegância - sinal que ninguém entendeu nada e nem iria procurar em obras de Gramsci se eu estava mentindo ou não. Acho que eu seria um bom político.
Considerando que o ser humano se mata alegando que o sacrifício da pilha de mortos na porta da sala é dele e para ele mesmo, achei melhor ficar longe da equipe que está aqui para nos salvar.
Nunca consegui dar sentido a isso, extrapola o meu escasso entendimento do habitat no qual estou inserido. 
Melhor ficar restrito a esse escasso entendimento: trabalho, pagar contas, bar, uma menina bonitinha, bar, trabalho, não pagar alguma conta, um Jack Daniel's sem culpa e dar risada, afinal de contas, alguém tem quê, não é? 
Em seguida retornarei; minha prima Neca, de Pitibiriba, me prometeu um novo bichinho de estimação: um filhotinho de sucuri, um amor.
Em Pitibiriba tem muita sucuri e ela vai trazer pessoalmente, aguardem!
Vou ver minha novela das dez, a Chisputa, até já!
Desculpem, Chispita.


-


SANIDADE

Éramos loucos naqueles anos 80 que começavam no domingo e nunca mais terminaram, em Porto Alegre.
Acordávamos ao som do Hotel Califórnia e do The HouseOf The Rising Sun, amontoados num apartamento quarto-sala no centro de Porto Alegre, com alguma menina vestida com aquela minha camiseta que eu nem sabia onde estava. Elas descobrem. 
Uns cinzeiros entupidos de cigarros e pontas e nós ali, esperando o mundo acordar. 
Maria do Socorro, a Mary Help, limpava o apartamento antes de ir embora, embora ela nunca tenha ido embora da minha vida, fugida do Circo Roskov, onde era engolidora de fogo e, eventualmente, espadas. 
Nos conhecemos num boteco da Fernando Machado e os grandes negros olhos dela me contaram que fugia do namorado palhaço que descobriu seu - dela - caso com o homem-bala. 
Mary Help me encantou durante um tempo depois sumiu. Mas ficou no meu coração e seu cheiro eternizou-se na minha camiseta que perdi. 
Assim como perdi muita coisa nesse caminho doido que percorro, desde anos 80. 
Espero que ela tenha deixado de engolir fogo. Espadas, não sei!
Beijinhos e abracinhos.


-


VIAGENS

Quando trabalhava em Caxias, nas sextas feiras vinha de ônibus pra Porto Alegre e, de tanto frequentar a rodoviária, já conhecia seus personagens das sextas naquele horário. 
Sentado, esperando o embarque, observava a menina com o namorado que estudavam na UCS - Universidade de Caxias do Sul - e iam pra São Sebastião do Caí. 
Conhecia a professora que, cheia de pastas, pegava o mesmo ônibus e eu conhecia os funcionários, serventes, pessoal da limpeza; conhecia todos. Mas uma figura, particularmente, chamava mais a minha atenção: era um baixinho, carregador de malas, num jaleco azul escuro que era a cara do Ron Jeremy, um ator pornô das antigas. 
Cabelo grande e bigode, um tipo que passa despercebido em qualquer lugar. Numa daquelas noites aconteceu uma coisa diferente.
Percebi que uma mulher pequena, puxando duas crianças, atravessava a pista dos ônibus e se dirigia à plataforma de passageiros onde os esperava o Ron Jeremy. 
Eles se abraçaram tão alegremente e as crianças - um casal com pouca diferença de idade - se agarravam ao pai numa festa que valia a pena assistir. 
Em seguida se dirigiram a uma lanchonete, todos agarrados, e sentaram pra comer alguma coisa.
Sozinho, ali parado, pensei: será isso a felicidade? 
Comecei a imaginar a casinha deles, o aconchego do jantar simples e o movimento da esposa arrumando as roupas dos filhos pra escola, no outro dia.
Não precisava ninguém dizer que havia muito afeto naquela família de pequenos. 
Não havia carrões anabolizados ou celulares pirotécnicos, apenas muito carinho e uma cumplicidade entre os quatro, de fazer inveja a qualquer mortal com um pouco de sensibilidade. Certamente nenhum deles fez curso com o Shiniashiky ou aprenderam a fórmula do amor em cursos-relâmpago.
Sinceramente, quando alguém me perguntou e certamente, no futuro, perguntará: tu me ama? Não sei. Pode ser. 
Pode ser que te ame até o dia em que o meu futebol do sábado, que me acompanhavas, passe a ser um motivo de discussão. Que eu precise pedir um abraço quando chegar em casa de saco cheio do mundo. 
Pode ser que, o que chamávamos de amor, não resista ao desemprego. Pode ser, ainda, que amor seja apenas tolerância até um determinado limite, onde cada um tem o seu próprio limite. 
Pra mim, o amor foi pro beleléu quando o abraço, o beijo e aquela frase tão boa de ouvir "senta aqui, me conta o que tu fez hoje!", viram protocolo, uma coisa plástica. Sem contar o brilho dos olhos que não brilham mais. 
Pois é, senhores ouvintes, o bicho humano é complicadinho! 

Boa noite que amanhã tem missa, sacripantinhos e sacripantinhas!


Terça, 15 de janeiro de 2019




Jamais troquei de lado.
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HADDAD PRESIDENTE!!










especial

ENTREVISTA COM O ANTI-MITO
DEPUTADO FEDERAL JEAN WYLLYS




- Os últimos quatro anos o senhor esteve sempre na mídia. Como justifica a baixa votação nas eleições de 2018. Para lembrar: nesta, o senhor fez pouco mais de 24 mil votos - dos eleitos o menos votado - e terá novo mandato graças ao Marcelo Freixo, que conquistou 342.491 votos.

JW - Ninguém foi tão difamado quanto eu durante esta campanha. Conseguimos que o TRE tirasse de circulação 1 milhão de publicações falsas. Fui caluniado à esquerda e à direita. A palavra de ordem da minha campanha foi resistência.

- O senhor acredita que a baixa votação foi em função da cusparada no Bolsonaro?

JW - Naquela circunstância, eu cuspiria de novo. Se você me perguntasse isso antes daquele dia, eu diria que eu jamais cuspiria na cara de uma pessoa, porque meus valores não permitem isso. Mas, depois de seis anos sendo insultado, sendo difamado, eu cheguei no meu limite. E aí eu cuspi por esse motivo e cuspiria de novo.

- Cuspiria de novo?

JW - Cuspiria no fascista! Quantas vezes for necessário!!

- É verdade que o senhor está escrevendo um livro?

JW - Pelo título, você terá uma ideia: EU CUSPI NA CARA DO PRESIDENTE DO BRASIL.

- E o que irá tratar?

JW - Vou demolir com este governo espúrio e ilegal!

- Ilegal?

JW - Evidente! Ele só está aí por causa do golpe. E o golpe foi na presidenta e no nosso presidente Lula!!

- Quer dizer que a eleição do Bolsonaro foi golpe?

JW - Só você não sabe disso!! Um homem nazista, preconceituoso, homofóbico!!

- OK. Por falar em homofóbico, o Che Guevara, seu líder, era muito homofóbico, detestava bibas?

JW - Biba é um termo homofóbico. Mas, tudo bem. Che Guevara é o macho alfa da revolução socialista. É inegável seu papel na condução da revolução, mas Guevara foi muito ruim para os homossexuais, que foram para o paredão em Cuba. Ele está associado a um espaço da sociabilidade heterossexual masculina. Hoje, tenho um problema com a esquerda, que diz respeito à liberdade individual – como os direitos LGBT, ou da mulher sobre seu corpo. A esquerda sempre teve problema de lidar com isso. Historicamente, a luta de esquerda na América Latina associou homossexualidade a uma reminiscência burguesa. Manuel Puig escreveu sobre isso, em “O Beijo da Mulher Aranha”. A revolução cubana mandou homossexuais para o paredão. No Brasil, você não podia dizer que era homossexual num grupo guerrilheiro, se não era expulso ou corria risco de ser rebaixado, considerado fragilizado.

- Mas e o Che?

JW - Virou um ícone, como Mickey Mouse. Che Guevara é o macho alfa da revolução socialista. É inegável seu papel na condução da revolução, mas Guevara foi muito ruim para os homossexuais, que foram para o paredão em Cuba. Ele está associado a um espaço da sociabilidade heterossexual masculina.

- Existem militantes homossexuais de direita?

JW - Existem. Mas não levam em conta as bichas pobres, por exemplo. São pouco preocupados com a questão de classes. A homofobia social que um branco de classe média enfrenta é diferente do negro pobre, que está muito mais vulnerável. Há muitas favelas no Rio de Janeiro em que os gays são deliberadamente expulsos de casa, em um acordo velado entre os traficantes e os pentecostais.



Foto histórica: a cusparada!


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COMO CLASSIFICAR O ZERO HORA?
PANFLETO? JORNALECO DE CENTRO ACADÊMICO?

Veja este título:

(clica em cima que amplia)

Classificaram o assassino de "ex-ativista"!

...

Até a Folha de S. Paulo trata o ex-terrorista como terrorista

(clica em cima que amplia)


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A PIOR AUDIÊNCIA DO DOMINGÃO DO FAUSTÃO -
Pode ser uma tremenda casualidade, mas na semana em que ele teve que explicar as "ofensas" ao Bolsonaro, Faustão amargou a pior audiência. O Domingão do Faustão perdeu até para o filme da tarde.
Veja:

Globo Rural 10,9
Auto Esporte 9,1
Esporte Espetacular 9,7
Escolinha do Professor Raimundo 12,6
The Voice Kids 15,9
Temperatura Máxima: Vingadores: Era de Ultron 15,5
Flash Jornalismo 16,9
Futebol – apresentação especial 14,3
Domingão do Faustão 13,0
Fantástico 16,7
Domingo Maior: Sem Escalas 12,1
Sessão de Gala: Xingu 6,1
Corujão: Em Transe 4,1


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DO JOSELITO MÜLLER 

Mulheres do PT se engajam

em campanha contra o assédio no carnaval




Embora não estejam mais compondo o governo desde o Impeachment da presidenta Dilma Rousseff, várias dirigentes do Partido dos Trabalhadores, quase todas mulheres do sexo feminino, anunciaram na manhã de hoje sua adesão à campanha do governo contra o assédio sexual durante o carnaval.
“É muito chato quando a gente está no meio de um bloco e o cara chega, a gente diz não, mas o cara fica insistindo, querendo beijar na marra. Odeio quando isso acontece comigo”, declarou Graça Foster.
A ex-secretária dos direitos humanos Ideli Salvatti informou que também considera muito inconveniente esse tipo de comportamento.
“Quando acontece comigo, chamo logo a polícia”, relatou.
A campanha contra o assédio faz parte de um conjunto de campanhas de conscientização durante o carnaval, entre as quais a campanha “Antes de comer, veja se não é travesti” e a campanha “Cu de bêbado não tem dono”, que visa reduzir o consumo de bebida alcoólica por cidadão.


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Sorriso tipo "eu sei tudo"!
O DAVID COIMBRA NÃO TEM JEITO - Toma uma sumanta de laço de um entrevistado e mantém a soberba de sempre, como se pudesse ser mais uma "vítima", que vive nos Estados Unidos, de um defensor do armamento no Brasil. Coitado.
Leia o que escreveu no Zero Hora:
Discuti com um defensor do armamento da população no Timeline de sexta-feira. Nem chegou a ser um debate, porque ele ficou brabo e ameaçou desligar o telefone se continuasse a contestá-lo. Calei-me, é claro – tenho medo de caras armados e emocionalmente instáveis.
Preferi não responder quando ele disse que ocorreram “apenas” 22 tiroteios nos Estados Unidos no ano passado, referindo-se aos protagonizados por pessoas com doenças mentais e sem motivos aparentes.
(...)
O mais interessante é a linha de apoio do título de seu texto:

O brasileiro não está preparado para ter uma pistola em casa

...
É um mestre o David!!
...
Veja o que escreveu o Teofilo Abrantes:
Não sou defensor da liberação de armas. Pelo contrário, sou totalmente contra pelos mais diversos motivos, inclusive, por não achar que arma na mão do cidadão resolve. Mas não posso deixar de comentar a enquadrada levada por David Coimbra e replicada no blog.
Eu não gostar ou não querer por impressão ou vontade é algo, mas usar dados aleatórios - essas ONGs que dizem o que e quando querem sem serem desmentidas, além de ganharem fortunas - para contrapor talvez o maior especialista e autor do tema no país foi amadorismo.
Coisa de foquinha, como dizem vocês jornalistas. Ainda tentou criar polêmica em sua coluna diária na ZH. Devia ter humildade ou agir como jornalista de verdade, não como comentador ou contado de história.


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GLOBELEZA NA IGREJA - O Rui Strelow conta:
Um padre colocou um vídeo nos telões da Igreja.
Era Globeleza dançando semi nua, toda pintada.
O vídeo durou uns 15 segundos.
O povo da Igreja ficou todo escandalizado.
O padre perguntou:
- Alguém se incomodou com esse vídeo aqui na casa de Deus ?
Os presentes se incomodaram, mas não falaram nada.
Então o padre disse:
- Aqui na casa de Deus não é lugar de passar essas coisas, mas na casa de vocês isso passa o dia todo nas novelas que ensinam seus filhos e filhas como trair seus maridos e esposas, a mentir, a um homem a beijar outro homem na boca e vocês não fazem nada!
Será que a casa de vocês não é também a casa de DEUS?
Hipócritas, são os que se escandalizam quando falam dos erros que ocorrem na casa dos outros, na igreja do outro, na vida do outro, na religião do outro... e se esquece dos erros que comete em sua própria casa.


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PERGUNTINHA

Será que a Gleisi vai para a Itália com o objetivo
de "lutar pela anistia do Battisti"?


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PORQUE O BRASIL ESTÁ TÃO CHATO!


Parte da ridícula matéria:

Um elogio dado a um ídolo retornou em piada considerada preconceituosa. Ao chamar o cantor Nego do Borel de "gato" no último sábado (12), a transexual Luísa Marilac foi chamada de "homem" pelo funkeiro — como ela é mulher trans, isso pode ser entendido como um xingamento transfóbico.


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DUAS JOIAS DO GAUCHAZH




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MOFO NO POSTO DE ALVORADA - Sem condições de receber consultas médicas. Essa foi a realidade encontrada nas salas de atendimento ginecológico e obstétrico da unidade de saúde Jardim Alvorada, de Alvorada, durante visita realizada na semana passada.
Em uma das salas, o mofo ocupa uma parede inteira e causa um odor intenso. “Eu entrei e comecei a tossir de imediato, imagina quem passa o dia ali fazendo atendimento. Também não há condição de higiene alguma para a paciente”, relata a diretora do Simers Alessandra Feliceti.
...
Mas os problemas estruturais não param por aí. Fios aparentes, lixeiras sem tampa, ferrugem no chão, lençóis sujos e insumos armazenados em uma escada são outras das dificuldades encontradas. Além disso, as salas não contam com cortinas. No lugar delas, existe apenas um fino papel colado, de maneira improvisada. “Essas janelas dão para o estacionamento. Que privacidade as pacientes ginecológicas vão ter?”, questiona Alessandra. É também nesse mesmo espaço que elas se trocam para realizar a consulta.
No banheiro dos funcionários, a falta de condições e de privacidade se repete. A diretora do Simers explica que a porta dos banheiros não fecha por completo: resta uma fresta de cerca de 20 centímetros na lateral. “Em resumo, não há a menor condição de manter os atendimentos no local”, acrescenta.

Origem do problema
O caos vivido iniciou em novembro, quando o Serviço Integrado da Mulher (Sim) teve o seu prédio solicitado de volta pela proprietária. Desde então, os médicos que ali atuavam foram deslocados para o Jardim Alvorada, além de outras unidades do município.
Por conta da mudança, as pacientes também reclamam da dificuldade de deslocamento, o que tem aumentado os índices de absenteísmo.
Até o momento, no entanto, não há qualquer previsão de mudança para um novo prédio – ainda que, de acordo com os relatos, já tenham ocorrido diversas promessas de que o processo estava em andamento.
O próximo passo do Simers é buscar contato com a Secretaria de Saúde de Alvorada para cobrar respostas imediatas.


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SBT COMEMORA - O SBT RS fechou 2018 com o melhor ano em audiência desde 2008. Sua média anual foi de 4,3 pontos na média 24 horas e alcançou 3,8 milhões de telespectadores no ano. Já em dezembro deste ano, a emissora obteve excelentes números e garantiu, mais uma vez, a vice-liderança em todas as faixas horárias. Na média das 24 horas, das 6h às 20h, a emissora foi vice-líder pelo 18º mês seguido e cravou 4,3 pontos, contra 3,1 da terceira colocada e 12,5 da primeira. Comparando dezembro de 2017 com dezembro de 2018, a emissora cresceu 30%. O SBT RS é a emissora que mais cresceu no período.
No período matutino, no ar das 6h às 12h, o SBT conquistou a vice-liderança e marcou 3,7 pontos, contra 2,1 da terceira colocada e 7,4 da primeira. Já no período da tarde, o SBT prossegue na vice pelo 9º mês consecutivo, marcando 5,0 pontos, contra 4,5 da terceira colocada e 13,6 da primeira.
Na faixa noturna, o SBT manteve a vice-liderança pelo 17º mês consecutivo e obteve em dezembro, marcou 5,7 pontos, contra 4,5 da terceira colocada e 21,8 da primeira.
A emissora gaúcha permanece na vice-liderança na faixa horária da madrugada, das 24h às 30h, e em dezembro atingiu a segunda maior média do ano. Nesta faixa, o SBT cravou 2,7 pontos, contra 1,1 da terceira colocada e 7,1 da primeira colocada. Vale lembrar que, em dezembro de 2018, a emissora atingiu 2,9 milhões de telespectadores.


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UMA OPORTUNIDADE ÚNICA!
CACO BELMONTE SABE MUITO BEM O QUE FAZ!!






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JORNALISMO ECONÔMICO - Escreve o Guilherme Arruda:
Junto com as fake-news, outro movimento que merece atenção é o de jornalistas que investem em informações de qualidade. Talvez você não acredite, mas atualmente há mais de um trilhão de dispositivos conectados no mundo todo neste momento, grande parte deles gerando um volume de conteúdo superior ao número de leitores. E, mesmo assim, há carência de informações de qualidade.
Por que enfatizo jornalismo de qualidade? Porque vejo aí o caminho para elevar a qualidade do debate do noticiário econômico e ao mesmo tempo em que contribui para o profissional alcançar o topo na profissão.
Pensando nisso, criei o curso de Jornalismo Econômico, em parceria com a ESPM Sul, destinado a estudantes e profissionais de jornalismo.

Quem sou eu
Jornalista profissional pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Iniciou a carreira no jornal Folha da Tarde, da Companhia Jornalística Caldas Júnior. Teve rápida passagem nos jornais Correio do Povo, Pioneiro (RBS) e Jornal do Comércio. Foi correspondente dos jornais Gazeta Mercantil, Brasil Econômico e Valor Econômico. Escreveu para a Editora Abril (Placar, Veja e Playboy), revista Amanhã e Forbes Brasil, além de centenas de contribuições para revistas e anuários especializadas nas áreas automotiva, moveleira, infraestrutura e vinhos. Professor no Curso de Jornalismo da Universidade de Caxias do Sul (UCS). Tem cinco livros publicados sobre o mundo empresarial.
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Dados
Data: 22 a 25 de janeiro de 2019
Horário: 19h às 23h
Carga horária: 16 horas/aula
Local: ESPM Porto Alegre
Informações: 51 3218-1372
Veja o link: https://www.espm.br/educacao_continuada/jornalismo-economico/


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TEM GENTE QUE PREFERE O INVERNO

Os biquínis lisos ainda fazem muito sucesso!!








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NÃO É PIADINHA


Avó, mãe e filha
Quem escolheria. Mas só uma!




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PIADINHA

O velhinho passa na porta de uma boate.
- Oi, Vô! Por que não experimenta?
Tímido, responde:
- Não, filha. Não posso!
- Ânimo!! Venha, vamos tentar!!
O sujeito entra e funciona como um jovem de 25 anos - repete três vezes.
A  mocinha se apaixonou:
- Puxa, ainda diz que não pode mais!
- Ah, mas transar eu posso. O que não posso é pagar!!