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Quinta, 30 de outubro de 2014 - parte 3



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ponto midiático especial




NA RBS:
O PASSARALHO SE APROXIMA. E É GIGANTE






Com a queda do vice-presidente de Jornais, Rádios e Digital do Grupo RBS, Eduardo Smith, surgiram novas informações sobre demissões em massa. Em todos os setores do grupo.
Se muita gente lamentou o último passaralho, não imagina o que vem por aí na próxima segunda, dia 3.
Ninguém sabe o número de demitidos, mas chegam a falar em 600.
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Além disso, os comedores de sucrilhos com nescauzinho, os "executivos do Dudu", continuam demitindo ou aposentando funcionários. O último que soube foi a aposentadoria do Ricardo Chaves, que faz o excelente Almanaque Gaúcho.
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É uma pena.
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Se realmente se concretizar o passaralho (tóc, tóc, tóc) esperamos um novo texto do presidente jovem e tímido.
Será que anunciará mais um investimento em produtos do século 21?
Depois de vinhos e cervejas, o grupo de comunicação poderia investir em bonecas infláveis, de última geração, e numa indústria para reciclagem de camisinhas e absorventes. "Tudo pela sustentabilidade", escreveria o presidente jovem e tímido.
Vamos aguardar.


Quinta, 30 de outubro de 2014 - parte 2



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ponto midiático especial



APESAR DE MUITA EXPLICAÇÃO,
CAI VICE-PRESIDENTE DA RBS



Eduardo tira o time em 31 de dezembro



Quem explica é o jovem e tímido presidente do Grupo RBS:


De: Eduardo Sirotsky Melzer
Enviada em: quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Para: Eduardo Sirotsky Melzer
Assunto: Mudança na Vice-Presidência de Jornais, Rádios e Digital

Colegas da RBS,

Compartilho com vocês uma mudança muito importante que estamos fazendo
na nossa estrutura e operação. Nosso companheiro de Diretoria
Executiva Eduardo Smith, em decisão planejada e conjunta com a RBS,
deixará a função de Vice-Presidente de Jornais, Rádios e Digital em 31
de dezembro, encerrando seu ciclo como executivo do Grupo RBS.

Há 20 anos na empresa, mais do que um excelente executivo e colega,
Smith sempre foi um grande parceiro. Começou sua trajetória conosco
como trainee e foi conquistando posições em reconhecimento a sua
dedicação, a sua capacidade e ao seu comprometimento.

Quando convidei o Smith para liderar nossa operação de jornais e
rádios, a partir de janeiro de 2013, combinei com ele algumas missões
relevantes para esses dois anos, como a formação de um time de alta
performance e alinhado aos nossos valores para que pudéssemos
enfrentar os desafios da nossa indústria; o desenvolvimento de novas
frentes tecnológicas; a implementação das mudanças que marcaram os 50
anos de Zero Hora e a reestruturação dos nossos jornais no RS e em SC.

Entendemos, eu e o Smith, que a missão está cumprida e que as
operações sob sua responsabilidade estão prontas para um novo ciclo a
partir de 2015. Por tudo isso, e também pela amizade que temos, deixo
aqui meu enorme reconhecimento e meu agradecimento a ele por tudo o
que fez pela RBS. Desejo muito sucesso ao Smith nos caminhos que vai
percorrer e na sua busca por novas perspectivas de desenvolvimento
pessoal e profissional.

Diante dessa mudança, farei alguns movimentos importantes: as Rádios,
sob liderança da Fabiana Marcon, passam a se reportar diretamente para
mim, e nos jornais, estarei à frente do período de transição, que
ocorrerá nos próximos quatro meses, até a chegada da nova liderança.

Pensando neste novo ciclo de oportunidades para os nossos jornais,
convidei a nossa colega Andiara Petterle para ser a nova
Vice-Presidente dos Jornais e Mídias Digitais do Grupo RBS.
Gaúcha de Alegrete, ela começou sua carreira no Rio de Janeiro, onde
formou-se em Comunicação Social pela PUC-RJ e concluiu seu mestrado,
realizado em parte na universidade Brown (EUA), no Departamento de
Cultura Moderna e Mídia, onde também foi pesquisadora.

Andiara, além da grande experiência executiva, tem experiência em
gestão de conteúdo, tanto na área editorial quanto na área de
negócios. A partir de 2000, trabalhou na TV Globo como coordenadora de
jornalismo e produto multimídia. Em 2005, fundou o Bolsa de Mulher,
maior grupo de mídia voltado ao público feminino da América Latina.
Desde 2011, Andiara está na RBS, nos postos de CEO da Predicta (onde,
inclusive, lidera um projeto para a Associação Nacional dos Jornais,
ANJ) e líder de empresas de mídia digital da e.Bricks.

Nas conversas com a Andiara, compartilhei nossa visão de futuro para
os jornais: valorização do jornalismo, nossa crença e principal
atividade; aperfeiçoamento dos nossos jornais impressos, com melhorias
no produto e abertura de novas oportunidades de negócio;
desenvolvimento de novas plataformas e nova linguagem digital e mobile
para nossos conteúdos. Queremos aproveitar ao máximo todo o potencial
que temos ao unir o que aprendemos a fazer há 57 anos com as
tecnologias disponíveis hoje no mundo.

A Andiara está num momento muito especial. Grávida de oito meses, está
esperando a chegada da Olívia. E com a filha e o marido, Guilherme,
vem construir a sua família em Porto Alegre no início do ano que vem.
Desejo à Andiara muita energia e muita garra para encarar os desafios
que virão.

E ao amigo Smith, dirijo minha palavra de gratidão pela dedicação e
comprometimento em todos esses anos. Como eu disse a ele, as relações
profissionais passam, mas as relações pessoais são as que ficam. Conta
sempre comigo e com a RBS!

Eduardo Sirotsky Melzer
Presidente


Quinta, 30 de outubro de 2014



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um Bom Dia! especial



Para os juízes e desembargadores - a imensa maioria dos 816 magistrados - que começam a receber o bolsa-aluguel, também chamado de auxílio-moradia (hahaha!!!), de 4.377,73 reais. Estão felizes da vida!!

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Mas o Bom Dia! especial, sem ironia, vai mesmo para os quatro juízes que abriram mão do bolsa-aluguel, por acreditarem ser um abuso.








ponto do dia




SARTORI!!!
PRIVATIZA A CEEE!!!







Não tem outra saída.
Cada vez que ameaça chuva, que deveria ser bem saudada pelos produtores rurais, é motivo de pânico.
Ontem e nesta madrugada foi novamente um inferno. Durante quase todo o dia não tivemos luz na Cidade Baixa, em Porto Alegre, Sem nenhuma explicação. Sabe o que eles fazem? No início, ficam ligando e desligando, como se estivessem brincando. Voltou no início da tarde e logo "se foi". Impressão é de que eles querem estragar os nossos aparelhos. Se não fosse o notebook e o 3G não fazia nada.
Imagino o que passam as pessoas da periferia e da área rural da cidade.
Esta noite, quando começou o vento, foi batata: cortaram a luz e acordei com um calorão danado. Voltou de manhã. Por sorte, o ar-condicionado não estragou. Aí alguém pode ponderar que foi muito vento. Hahahaha!!! Deus queira que não, mas se algum dia o vento passar de 100 quilômetros por hora ficamos sem luz para sempre.
E as árvores caídas por toda a cidade? Até mesmo na Rua da República caiu um jacarandá.
Tudo bem, a inoperante Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura não admite que se tire uma folha de uma árvore, mesmo que ela esteja podre. Os gênios esperam que ela caia. E estes "indivíduos arbóreos", como dizem os entendidos de gabinete, caem geralmente sobre os fios da CEEE. O que era para fazerem, como até poucos anos? Vez que outra passam com uma motosserra e cortam os galhos que podem prejudicar a rede.
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Tem gente que é contra as privatizações. Tudo bem, mas hoje todos têm celular e adoram ficar fuçando no seu aparelho. Só imagine o que seria se ainda tivéssemos os "serviços" da CRT.
Está mais do que na hora do governador eleito José Ivo Sartori privatizar a CEEE. E pegar pesado com estas companhias que não estão oferecendo um bom serviço pelo interior.
Na real, José Ivo, de uma companhia privada se pode cobrar e até intervir, se for o caso. Numa companhia pública, sempre o corporativismo fala mais alto.
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PRIVATIZA A CEEE, JOSÉ IVO!!



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ponto midiático



SÉRIA A CRISE NA RBS - O mais tradicional evento da RBS em Santa Catarina, o Planeta Atlântida, foi cancelado. Espertinhos, falam em "evento único" com o RS, que acontece na praia de Atlântida.
Olha o que noticiou o G1/RS:
Com edição única em 2015, o Planeta Atlântida 2015 já tem data marcada: dias 30 e 31 de janeiro. Uma das atrações já confirmadas para o evento, que ocorre na Saba, em Atlântida (RS), é a banda californiana Sublime with Rome, formada pelos integrantes remanescentes do Sublime (Bug Gaugh, bateria, e Eric Wilson, no baixo), e Rome Ramirez nos vocais. Nas próximas semanas serão divulgados mais shows e novidades do festival, no Rio Grande do Sul.
Em Santa Catarina, o Grupo RBS está preparando uma série de eventos e shows para a programação de verão, que se inicia já em novembro. Nos dias 14 e 15, ocorre no Beto Carrero World, em Penha, mais uma edição do Dream Valley Festival, considerado o principal festival de música eletrônica do Brasil. Dia 31 de janeiro, a banda californiana Sublime with Rome fará apresentação em Florianópolis. Outros três shows internacionais serão confirmados nos próximos dias na capital catarinense. Não haverá Planeta Atlântida em SC em 2015.
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PODER RS - Estreia neste domingo, às 10 horas, na TV Record, o programa Poder RS, apresentado e produzido pelo Felipe Vieira. O primeiro entrevistado é José Ivo Sartori.
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NA CAIXINHA TRI-DE-ESQUERDA - O dono do site tri-de-esquerda Brasil 247, Leonardo Attuch, recebia mesadinha do tal doleiro Youssef, envolvido na roubalheira da Petrobras. Mesadinha uma ova. Consta das anotações do bandido: Leonardo Attuch 11-950206533 6×40.000.00 24/02/2014



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Confere o site tri-se-esquerda: brasil247.com

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UM VEREADOR DA PÁ VIRADA! 

http://www.fatonovo.com.br/vereador-do-vale-real-e-montenegrino-sao-presos-com-ecstasy-no-centro-do-cai-not-4153.php

Vereador do Vale Real e montenegrino são presos com ecstasy no centro do Caí


Um trecho da matéria:

De acordo com o comandante do policiamento no Caí, capitão Oscar Bessi Filho, foram encontrados 326 comprimidos de ecstasy (droga sintética) e cerca de R$ 1,5 mil em dinheiro. Ele citou que ao ser abordado, o vereador tentou fugir duas vezes. Primeiro ele fugiu correndo, mas em seguida foi detido pelos policiais militares.

Os PMs tiveram dificuldades em imobilizar o vereador, que é deficiente físico. Em razão de um acidente com explosivos sofrido anos atrás, ele não possui as mãos. Por isso os brigadianos o colocaram dentro da viatura sem as algemas. Entretanto, segundo os PMs, enquanto era feita uma revista no carro onde estavam os acusados, o vereador abriu a porta da viatura e tentou fugir novamente. Foi capturado novamente e para evitar uma nova fuga os policiais acabaram o algemando pelas pernas, sendo encaminhado para a Delegacia de Polícia.


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NOVA ANATOMIA HUMANA - No Correio do Povo online:


PM é baleado durante abordagem em Porto Alegre

Soldado de 29 anos foi atingido por um tiro no bairro Agronomia
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ESCOLIHNA ZH - No site da Rádio Gaúcha. Início do primeiro parágrafo:

Setecentos e 54 juízes e desembargadores...




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ponto midiático especial



Ontem, o Rogério Mendelski publicou este texto em sua coluna no rogeriomendelski.com.br:

“Quem parte descansa. Sofre quem fica”.
Janer Cristaldo, numa crônica em agosto de 2003

JANER E SUA BAIXINHA

O santanense Janer Cristaldo, jornalista, escritor, tradutor, advogado, filósofo, era, rigorosamente, um cidadão do mundo. E como tal, jamais deixou de escrever sobre o seu pago, pois seguia a verdade dita por Tolstoi – “canta a tua aldeia e serás universal”.
Ele tinha orgulho de ter nascido em Santana do Livramento e se criado em Dom  Pedrito, no meio do campo onde até mesmo a aldeia mais próxima era longe. Mas como Janer tinha prazer em falar de seus pais, da sua professora, dos fantasmas que habitavam aquela paisagem que se misturava com o cair da tarde e sumia na noite só iluminada na fase da lua cheia!

Suas crônicas tendo como tema o amor pela sua baixinha, são obras primas sobre o maior sentimento que seres humanos cultivam entre si. Seus amigos e leitores invejavam as declarações de Janer para ela que se foi cedo e deixou um black hole que foi consumindo, aos poucos, o nosso querido companheiro de tantas jornadas. Ei-lo descrevendo os últimos momentos da adorada baixinha.

“Sedada, já no torpor da morte, chamaste tuas últimas energias, te ergueste no leito. Levantando o dedinho, didática qual professora falando a seus pupilos, sussurraste com o que te restava de voz: "E se fizéssemos assim: eu assino um documento: eu, TKM, em pleno uso de minhas faculdades mentais, declaro que quero ter meus restos cremados no cemitério da Vila Alpina". Reuni minhas forças e consegui balbuciar: não te preocupa, Baixinha adorada, isto há muito está combinado, verme algum sentirá o gosto de tuas carnes. Tuas cinzas, vou jogá-las de alguma ponte em Paris, uma daquelas pontes que tanto amaste, para que saias navegando mares afora.”

Janer não cumpriu o prometido e justificou a sua falta. “Passada a mensagem, te reclinaste em paz. Mas descumpri o trato. Não as joguei em Paris. Ficarias muito longe de mim, navegarias talvez por mares gelados e hostis, encalharias em geleiras e te perderias em fiordes, longe de meu calor. Com carinho, te plantei entre os rododendros e todas as manhãs passo entre ti e murmuro: adorada. É bom te cumprimentar. Mas como dói.”.

Nosso amigo faleceu nesta segunda-feira e foi cremado no mesmo lugar da sua baixinha: no cemitério da Vila Alpina, em São Paulo. Janer era ateu e para ele a morte era a partida para o nada. “O grande nada, onde nada existe e ninguém sente falta de ninguém”.  Nada disso, meu amigo. Sua baixinha dizia-lhe sempre; “Onde estiver, vou sentir a tua falta”. E, agora, estão de mãos dadas e nós sentindo a tua falta.

LEMBRANÇAS (1)

Nasci no Upamaruty, distrito rural de Livramento, na fronteira seca entre Brasil e Uruguai. Coincidia que o Uruguai começava justo no horizonte, onde ficava a Linha Divisória. Nesta linha, de quilômetro em quilômetro há um marco de concreto. De seis em seis, há um marco maior.


LEMBRANÇAS (2)

Em frente a nosso rancho, ficava o Marco Grande dos Moreiras, sobrenome paterno. Meu pai me erguia até o topo do marco, me fazia virar para o nascente e dizia: “Fala para os homens do Uruguai, meu filho”. Depois, me virava para o poente: “Fala agora com os homens do Brasil”. Nasci entre dois países, sempre olhando para um e outro. Daí a querer ir mais adiante foi só um passo.

LEMBRANÇAS (3)

Fui revisitar minha infância. Mas já era um intruso naquele mundo de tempo infinitamente lento, preguiçoso. À medida que me aproximava do Cerro da Tala, onde estava a Toca da Onça, um nó foi me estrangulando a garganta. Lá adiante, no Uruguai, frente ao Marco dos Moreiras, o rancho de Don Floro Rocha. No lado do Brasil, minha tapera e a casa do Tio Ângelo.

LEMBRANÇAS (4)

Infeliz do ser humano que morre igual como nasceu. Não evoluiu. A vida, as viagens, as cidades me transformaram. Virei cidadão do mundo e não consigo mais viver no deserto. Seria um tour de force dizer hoje que sou gaúcho. Mas à minha infância, continuo fiel.



* * * **



ponto g



PROJETO DO ROMÁRIO - O senador eleito pelo Rio explica:
Apresentei na Câmara dos Deputados um projeto de Lei que inclui o estudo da Constituição Federal nos ensinos fundamental e médio. Pela proposta, a disciplina deve formar um cidadão consciente de seus direitos individuais e deveres sociais.
O objetivo deste projeto é expandir a noção cívica dos nossos estudantes, ensinando-lhes sobre seus direitos constitucionais, como cidadão e futuro eleitor e, em contrapartida, aprenderem sobre seus deveres.
É importante também que nossos jovens tenham uma base educacional sólida para compreender a importância de ser um cidadão consciente e as consequências geradas à gestão pública ao escolher um candidato despreparado ou ficha suja.
Para saber mais acesse: http://bit.ly/1bAMEjb
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REDUÇÃO DE AÇÕES JUDICIAIS - Quatro instituições públicas apresentaram ao presidente da Famurs e prefeito de Tapejara, Seger Menegaz, nesta quarta-feira (29/10), uma proposta de racionalizar a cobrança de dívidas ativas municipais. Composto por Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público e Ministério Público de Contas, o grupo sugeriu que as prefeituras gaúchas não recorram à Justiça para realizar a cobrança de pequenos valores. O objtetivo é reduzir o número de processos de execuções fiscais em tramitação e ampliar a eficiência do Poder Judiciário gaúcho.

Pioneiro na racionalização desses processos, o judiciário paulista elaborou uma cartilha com sugestões aos municípios para aperfeiçoar a cobrança de dívidas ativas, oriundas do não pagamento de tributos locais como Imposto Sobre Serviço (ISS) e Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). O manual serviu de inspiração para a corregedoria-geral do TJ gaúcho, que verificou esse problema no Rio Grande do Sul. Atualmente, cerca de 70% dos mais de 700 mil processos de execuções fiscais no RS referem-se a ações ajuizadas por prefeituras, informou o juíz corregedor do TJ/RS, Ricardo Pippi Schimidt. "O custo mínimo para a tramitação de um processo é R$ 600. A prefeitura também pode incluir a despesa dela nessa conta para avaliar se vale ou não a pena acionar a Justiça", explicou.

O presidente da Famurs disse que vai analisar a proposta com a diretoria da entidade e com os demais prefeitos gaúchos, no intuito de trazer contribuições à iniciativa. O dirigente justificou que a judicialização da cobrança é utilizada pelos gestores municipais, sobretudo, em final de ano. O dirigente também alegou a situação de crise dos municípios e a necessidade de encontrar novas fontes de recursos para fechar as contas.

Entre outras medidas sugeridas pela cartilha para a cobrança de dívidas estão a via administrativa, o protesto e o cadastro de inadimplentes. Também estiveram presentes na reunião o auditor do TCE, Victor Hoffmeister; o promotor do MP Cesar Faccioli; a coordenadora jurídica da Famurs, Ana Paula Ziulkoski; e a assessora técnica da Área de Receitas Municipais da Federação, Cinara Ritter.

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SAIU DO ARMÁRIO - O presidente-executivo da Apple, Tim Cook, confirmou hoje que é gay. Vai pro Guiness: é o primeiro líder empresarial entre as 500 maiores empresas dos Estados Unidos a abrir todas as portas do armário.


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ponto da piadinha



O sujeito muito rico, na faixa dos 60 anos, está sempre acompanhado de belas mulheres. Ao que lhe perguntaram:
- Acredita realmente que essas mulheres gostam mesmo do senhor?
- Olha, meu rapaz, eu gosto muito de camarão. Quando peço esse prato, eu não pergunto se o camarão gosta de mim. Eu simplesmente como e pago.



* * * * *



ponto final







GILDÍSSIMA

No próximo sábado, dia 1º, às 19h30min, no Cine Santander Cultural em Porto Alegre, estreia GILDÍSSIMA, documentário sobre Gilda Marinho.
O Núcleo de Especiais Estação Filmes resgatou a história desta mulher exuberante, alegre, profissional, independente, que rompeu tabus e sempre esteve “a frente de seu tempo”. O curta GILDÍSSIMA tem 20 minutos e  direção de Alexandre Derlan.
O filme, baseado na pesquisa histórica de Benito Bisso Schmidt, tem em seu elenco as atrizes Deborah Finocchiaro, Graça Garcia e Sinara Robin, que encarnam a protagonista em diferentes momentos de sua trajetória.
Confiram o trailer
http://vimeo.com/102928382


Quarta, 29 de outubro de 2014 - parte 2



tualizado diariamente até o meio dia.
Eventualmente, a tarde, notícias urgentes.







ponto midiático especial



EXCLUSIVO!!

FERNANDO ALBRECHT É O
NOVO PAUTEIRO DO ZERO HORA





Nesta semana a contratação se efetivou.
Há tempos que ele vinha contribuindo com o Zero Hora, mas agora está tudo resolvido.
O estranho é que ele continua assinando a sua página, Começo de Conversa, no Jornal do Comércio.
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Vejam como hoje deu resultado.
Na capa do Zero Hora de hoje:

(clica em cima que amplia)


Ainda não há uma sintonia, porque ontem, em sua coluna, Albrecht publicou:

(clica em cima que amplia)


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Há poucos dias, uma pauta de Fernando Albrecht já brilhou nas páginas do Zero Hora.
Em 10 de outubro uma experiência.
Relembre.

Na quinta, dia 9, o colunista Fernando Albrecht (o Senhor Página 3) publicou em sua página do Jornal do Comércio - Começo de Conversa - esta foto:




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Na sexta, dia 10, a colunista de política do Zero Hora, Rosane de Oliveira, publicou esta foto (inclusive com chamada nas propagandas na RBS TV):



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Sintonia total!!

Quarta, 29 de outubro de 2014



tualizado diariamente até o meio dia.
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um Bom Dia! especial



Para Alexandre Appel, um bravo e incansável jornalista de TV, do programa Consumidor RS.







ponto do dia



O ÚLTIMO DOS POLEMISTAS GAÚCHOS






Ontem publiquei um post sobre o falecimento do jornalista e escritor Janer Cristaldo - Terça, 28 de outubro de 2014 - parte 2.
Fiquei muito triste.
A médica Laís Legg me enviou um post de Andréia Zwetsch (sobrinha), a moça que está aí na foto com o Janer Cristado. Aliás, a Laís conta que ele "só teve uma filha (Isadora Pamplona Genecco Moreira), que é filha dele com a minha melhor amiga, a jornalista Iracema Pamplona Genecco, que trabalhou na Caldas Jr.".
Escreveu a Andréia:
Pra quem teve a chance de conhecer ou de ler esta figura ímpar, ou pra quem tanto me ouviu falar e sofrer com ele... aviso que o Janer morreu hoje de manhã, depois de uma peleja longa contra o câncer. Venceu cinco. Perdeu pro sexto. Precisava descansar. O homem das tantas palavras já estava calado desde setembro. Que a polêmica não acabe com sua saída! As reflexões continuam bem vivas no http://cristaldo.blogspot.com.br/ 
E aí vai um texto que muito me inspirou (e que foi o motivo de algumas discussões calorosas, afinal nunca dá pra concordar plenamente com ele).
Vai em paz, Janer! No fundo, no fundo, espero que tenhas uma grande surpresa, contrariando todas as tuas 'não crenças', e encontre a Tânia e mais um tanto de gente boa nessa nova viagem.
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Andréia também publicou um maravilhoso texto dele. De 23 de junho de 2003:

Vai! 

Viagens. Minha primeira foi de bicicleta, 60 quilômetros de areia e barro, de Upamaruty, distrito rural de Livramento, a Dom Pedrito. Certamente foi a mais significativa. Eu teria dez anos e não conhecia cidade. Em meu imaginário, fruto talvez de contos de fadas, as cidades seriam douradas e brilhantes. Pedalando, avancei pela estrada real e, por mais que aguçasse a vista, não conseguia ver nada de dourado nem brilhante. Fui penetrando aos poucos por seus arrabaldes poeirentos, entrei pelas ruas de paralelepípedos e só apoiei o pé no chão frente a igrejinha da praça. Então aquilo era cidade? Fosse como fosse, seria minha nova geografia. Meu universo rural já pertencia ao passado.
A segunda mais significativa foi de navio, no finado Eugenio C. Estava abandonando o Brasil e não fazia parte de meus projetos voltar. No salão Opala, encontrei uma francesa que voltava da Amazônia, fascinada. C'est magnifique, me repetia com olhar sonhador. Eu não conseguia entendê-la. Mas na Amazônia só há árvores, índios e bichos – objetei. C'est ça! - me respondeu. Ela, oriunda de um mundo milenar e cosmopolita, queria ver o que ficara à margem da civilização. Eu, que nascera naquelas margens, queria a civilização propriamente dita.
Brasileiro, de índios só quero distância. Com eles nada tenho a ganhar, culturalmente. Que antropólogos os adorem, entendo. Índio, hoje, é o ganha-pão da antropologia. A francesa, européia e cosmopolita, queria ver atraso e primitivismo. Eu, vizinho do atraso e primitivismo, queria ver o presente e o futuro.
Fui, vi e voltei. Como Chesterton, considero ser impossível conhecer uma catedral olhando-a apenas por dentro. Se você quiser conhecer seu país, saia logo de seu país. O homem só conhece comparando. Nutro profunda lástima por essa espécie de patriotas, que louva o Brasil sem jamais dele ter saído. Hoje, um de meus prazeres diletos é incitar amigos ao viajar e já consegui convencer alguns a fazer malas e enfrentar oceanos. Mas atenção. Há viajar e viajar. Excursão não é viagem. É uma bolha de seu próprio país que o envolve, e dela você não sai. (Há exceções, é claro. Você não pretenderá, por exemplo, enfrentar a China ou o Sahara sozinho).
Viajar é largar-se na aventura, buscar geografias distantes, tentar entender e fazer-se entender em línguas esdrúxulas, perder-se por ruelas e tentar encontrar-se por mapa. Por tais razões, não vejo sentido algum em viajar por país em que todos falam nossa mesma língua, assistem à mesma novela nos mesmos horários e bebem as mesmas bebidas e comem as mesmas comidas que se bebem e comem em sua geografia nativa. Isto é: viajar pelo Brasil não é viajar. É mesmice. Claro que o Rio merece uma visita. Mas você não estará viajando. Apenas foi do quarto para a sala do mesmo apartamento.
Viajar, hoje, não mais é privilégio de milionários. Por pouco mais que o preço de um televisor de 29 polegadas você já está na Europa. Pelo preço de um carro de porte médio, você passa um mês na Espanha, Itália ou França. Uma casa na praia rende mais de uma volta ao mundo. Não estamos mais na época em que só os barões do café podiam permitir-se o estrangeiro. Nos anos 70, milhares de jovens sem maiores posses fizeram a Europa, eu entre eles. Muitos embarcaram literalmente sem nenhum vintém. Para pagar a passagem, trabalhavam em navios. Chegando lá, sempre havia algum restaurante onde se podia lavar pratos. Nem todos se deram bem e suicídios não faltaram. Mas coragem sobrava. Esta tradição de viajar sem um vintém é antiga e por ela optaram nomes ilustres, como Henry Miller e George Orwell. A luta de Miller para matar a fome de todos os dias está em seus Trópicos. A odisséia de Orwell está em Down and Out in Paris and London.
Mas se você acha melhor aplastar-se diante de uma televisão, tudo bem: fique em casa a ver novelas na telinha. Se preferir comprar um monte de lata para arriscar a vida nas estradas ou assaltos nas ruas, melhor ficar por aqui e irritar-se com o tráfego, com assaltantes e com as multas. Você pode também preferir uma casa para usar um mês ou dois durante o ano e renunciar ao vasto mundo. Falo de pessoas que apertam seu orçamento para conquistar estes mesquinhos sinais de status, mesquinhos mas indispensáveis à auto-estima de quem não tem personalidade. Quem tem tudo isto e folga econômica para viajar – e não são poucos – está excluído desta reflexão.
Bem entendido, nunca tive carro nem casa na praia. A cada vez que pensava em carro, juntava meus trocados e atravessava o oceano. Com um carro não se vai longe. A pé, o mundo não tem fronteiras. Usufrui também de bolsas e viagens patrocinadas por consulados. Bolsa também exige fazer opções. Ou você fica, segurando seu lugar no mercado. Ou parte, sem saber onde cair na volta. Quando voltar, seus colegas e amigos estarão empoleirados em altos cargos e dificilmente lhe darão colher de chá. Quem o mandou gozar o mundo enquanto eles mourejavam? Ocorre que o mundo é grande e a vida é breve. Além disso, não tem estepe.
Em meu dia-a-dia paulistano, tenho encontros esporádicos com pessoas de alto poder aquisitivo, para quem viajar é, no máximo, ir a praias no Nordeste. Constituem aquele tipo padrão que considera o Brasil o melhor país, sem nada conhecerem do mundo. Alguns, mais audazes, já foram a Cancun ou Orlando. Isto é, a locais exclusivamente turísticos, onde não existe o que se poderia chamar de nacional.
Se você é jovem, parta logo, antes que o mercado o escravize. Se é adulto, aproveite sua maturidade e vigor para explorar o planetinha. Está aposentado e se aproximando da velhice? Vá logo, antes que seja tarde. Kafka tem um apólogo, onde fala de casas onde se pode entrar a qualquer hora, encontrar ou não encontrar pessoas, ficar ou sair quando bem entender. Essas casas existem mundo afora. Nelas, milhares de pessoas o esperam, de bandeja na mão, prontas a recebê-lo com carinho e prestimosidade.
Ergue o traseiro desse sofá, leitor. Dá férias a teu medo do desconhecido. Esquece essa luta inglória por sempre mais dinheiro.
E vai.



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ponto midiático



O INÍCIO DO FIM DA TVCOM - Faz tempo que rola um papo de que as Organizações Globo não querem que a RBS continue com a TVCOM.
Agora, exigiram que seja fechado o departamento de esportes da emissora. Dentro do PASSARALHO DE NOVEMBRO do Grupo RBS, existe uma extensa lita de demissões na ex-emissora comunitária.
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Tá feia a coisa.
Não tenho o hábito de assistir a TVCOM, mas me disseram que venderam espaço para uma dessas igrejas.
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"NOVA PROGRAMAÇÃO" - Pelo que leio e escuto, a Rádio Gaúcha deve ter 90 por cento de audiência. No entanto, ando de táxi, compro alguma coisa numa tabacaria, em qualquer lugar, e não escuto a Gaúcha. Não escuto mais repercussões de programas, nada.
Agora, com a aposentadoria do Lauro Quadros em novembro - como noticiamos no início do mês -, o Gaúcha Atualidade acontece das 8h10min às 10 horas. E das 10 às 11 um novo programa de debates, com Luciano Potter, Kelly Matos e David Coimbra, direto dos EUA.
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JORNALISMO-PICARETA - Fui fazer um lanche e liguei a TV. Estava na Record e estava começando o Cidade Alerta, com Marcelo Resende. Com aquela voz engraçada, começou a falar sobre o Zina (ou Sina) um doente mental que o Pânico tentou transformar em "humorista" Mas, em resumo, um cara nunca passou de um bandido de merda, drogado.
Pois bem, o cara abriu o programa dando a ficha do Sina. Comercial. Voltou e repetiu tudo. Comercial. Voltou e falou tudo de novo, chamou uma repórter que resumiu o que ele tinha falado.
Aí entra o MAIOR CHATO DA TV BRASILEIRA DE TODOS OS TEMPOS, Geraldo Luiz, repetindo tudo de novo, só que com mais detalhes. Imagina?
Não consegui. Ia me irritar ainda mais.
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Será que esta técnica da Record, de repetir textos e imagens, é moderna?
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É ISSO - O Bairrista pensa que chega aos pés de O Sensacionalista. Este não come na mão de ninguém.
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ESCOLINHA ZH - No Terra:

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ESCOLINHA ZH - 2 - Diário Catarinense brilhante!!

Suspeita de matar ex-prefeita é presa com suposta arma do crime ao pedir água e comida de madrugada na Serra de SC

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ESCOLINHA ZH - 3 - Superaram todos!!

http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=539485

Tiroteio termina com suspeito morto e dois feridos em Novo Hamburgo
Confronto com a Brigada Militar ocorreu no bairro Boa Saúde

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POR QUE ESTA RAIVA TODA DA RBS?

Dois dias depois

Câmara derruba decreto de criação de conselhos e Dilma sofre primeira derrota após reeleição




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ponto do evento



O mestre Rui Spohr convida:

A gente sempre que pode participa de ações para boas causas. O movimento Via Vida é uma delas, em sua batalha de conscientização para doações de órgãos para transplantes. Quem puder dê uma passadinha nesta quarta-feira, dia 29, lá no Juvenil (Associação Leopoldina Juvenil - Rua Marquês do Herval, 280 - Moinhos de Vento - Porto Alegre - RS). Das 9h às 19h, acontece um brechó com muita coisa boa por preços bem bons. Entre as peças, você vai encontrar roupas da nossa grife, doadas para ajudar à instituição. Isso sim é elegância.






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ponto do plágio (chupação)



INACREDITÁVEL??!!

A novela Amor à Vida, da Rede Globo, foi ao ar em maio de 2013.
A abertura era essa:




O vídeo abaixo foi postado em 2010.



Que feio!!
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Foi um plágio/chupação proposital. O autor da primeira versão é o mesmo do "plágio".
Em O Globo, 25 de maio de 2013:

Quando “Amor à vida” estreou, na última segunda-feira (20), muita gente achou que a abertura da novela fosse um plágio de “Thought of you”, animação de Ryan Woodward que tem 3,5 milhões de visualizações no YouTube. Mas foi o próprio animador de sucessos como “Os Vingadores” e o segundo e o terceiro filmes da franquia “Homem-aranha” quem criou a apresentação do folhetim, a convite da equipe de videografismo da Comunicação da Globo.
- Eles disseram que gostaram do meu trabalho em “Thought of you”, e que gostariam de saber se eu poderia criar a animação dessa abertura, seguindo o conceito de uma história de amor que acontece em São Paulo. Tive uma breve conversa muito bem-humorada com o diretor Wolf Maya e estudei todas as informações que me enviaram sobre a novela — explica o animador americano, de 41 anos.
-
Mas é feio igual!!



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ponto g



TUDO RESOLVIDO - Em osensacionalista.com.br:

Brasil pode ser dividido em 24x nas Casas Bahia

Mas apenas no carnê.



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ponto dos vinhos e afins



EU VOU!

(clica em cima que amplia)





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ponto da piadinha





Trocada por Suzane, Sra. Yoki fica noiva do goleiro Bruno


A Cela de Caras está um agito só. Depois que Suzana Von Richtoffen, assassina dos pais, se casou com Sandra, uma sequestradora que foi casada com Elize, assassina do fabricante das farofas Yoki (e que esquartejou o marido até virar farofa!), a rede social da prisão está a bombando. O motivo é um outro enlace: depois do pé-na-bunda, Elize está de casamento marcado com o goleiro Bruno.
O ex-astro do Flamengo está animadíssimo. Comenta aos amigos que, além de a atual noiva se chamar Elize – nome parecido com o da ex-namorada Elisa -, ele está adorando trocar macarrão por farofa. “Pena que me dá prisão de ventre. Mas já estou na prisão mesmo, né?”, disse o goleiro.
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Maria está no carro com o namorado Joaquim numa esfregação danada.
Beijo pra lá, beijo pra cá e lá pelas tantas tantas ele pergunta:
- Não quer ir para o banco de trás?
- Para o banco de trás? Não.
Bom, o namoro continua, mais beijo, mais aperto, mais amasso e, de novo:
- Não quer mesmo ir para o banco de trás?
- Não, não quero.
O pobre rapaz, já meio desnorteado, continua no beija-beija, esfrega-esfrega até que pergunta,em desespero:
- Tem certeza de que não quer ir para o banco de trás?
- Mas que coisa! Já te disse que não! Claro que não!
Desesperadíssimo, pergunta:
- Mas por quê?
- Porque prefiro ficar aqui, perto de você.



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ponto final



Acabou! Chega de brigas e brincadeiras bobas por causa de política.
Em primeiro lugar, a amizade.
Em segundo, o Aécio...

(Cláudio Andrade, jornalista)


Terça, 28 de outubro de 2014 - parte 2



Atualizado diariamente até o meio dia.
Eventualmente, a tarde, notícias urgentes.







ponto especial



UM POLEMISTA DE VERDADE






Fiquei muito triste com um post do professor Deonísio Da Silva ( reproduzido pela médica Laís Legg, no Facebook) sobre a morte do jornalista e escritor Janer Cristaldo, no domingo passado.
O último parágrafo da nota de Deonísio:
Grande Janer! Foi sempre um intelectual inquieto, culto, de vastas leituras, autor de livros muito bem escritos, tradutor de Ernesto Sabato, de autores suecos, franceses etc. Vão fazer falta suas pertinentes e polêmicas intervenções.
Foi, sem dúvida, um grande polemista. Escreveu na década de 70 na Folha da Manhã, diário do doutor Breno Caldas. Desde então, não surgiu outro cronista com a sua capacidade. Posso dizer que o Juremir Machado, por exemplo, tem em comum com Janer a cidade de nascimento - Santana do Livramento. Não só o Juremir, todos.
-
Andou pelo mundo. Era Doutor em Letras pela Sorbonne, formado em Direito (detestava) e filosofia. Seu maior sucesso literário foi escrito quando morava na Suécia, "O Paraíso Sexual Democrata" - confira em http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/paraisosexual.html.
Quando saiu de Porto Alegre, teve uma rápida passagem por Florianópolis, onde foi professor na Universidade. Morava em São Paulo, onde escreveu para todos os jornalões. Nos últimos anos tinha o cristaldo.blogspot.com.br e o último post é de 5 de setembro deste ano.
Janer estava com aquela doença que me nego a escrever. Conta Deonísio:
Minha filha Manuela e eu o visitamos há alguns dias no Hospital Samaritano, em São Paulo. Sem voz, falou apenas por gestos, meneios da cabeça e palavras proferidas com o movimento dos lábios. Pareceu muito contente com nossa visita, apertou nossas mãos e nos ouviu com atenção, entendendo tudo o que lhe dizíamos.
-
Conheci o Cristaldo quando escrevia para a Folha.
A Companhia das Letras havia encomendado para o Caio Fernando de Abreu uma seleção de novos escritores gaúchos, para o livro "Assim Escrevem os Gaúchos - Inéditos". E eu fazia parte deste grupo. Sei lá o motivo, a tarefa foi transferida para o Janer. Um dia ele me chamou e disse que estava mantido.
Já imaginou? Andava nas nuvens. Selecionado pelo Caio e pelo Janer.
Mas o livro não saiu.
-
Sempre o acompanhei pelos jornalões em que escrevia.
Até que há uns anos descobri o seu blog e, a partir daí, reproduzi muitos de seus textos.
-
Quando comecei a pesquisar para o livro "Apaixonados por Porto Alegre - Personagens do Centro", conversei com o jornalista Rogério Mendelski, amigo do Janer.
Tinha pouco material sobre um dos personagens, Carlos Ducatti. E o Rogério me diz:
- O Janer era amigo dele e deve ter algum texto sobre o Ducatti.
Mandei um email pra ele, dizendo o que fazia e que reproduzia os seus textos. Ao final perguntei sobre o Ducatti. Bah, o cara foi de uma gentileza inesquecível. Quis saber quem eram os outros personagens e inclusive contribuiu com muitas informações.
-
Me mandou um texto sobre o Carlos Ducatti, que reproduzo. Está no livro "Apaixonados por Porto Alegre - Personagens do Centro":


O SNI, ÓVNIS E O HOMEM DE ORION

Porto-alegrenses de minha idade certamente lembrarão de Carlos Ducatti, o cientista, filósofo e poeta orionino. Ou orionano, não lembro agora. Ele não era terráqueo. Viera da nebulosa de Orion e tinha uma missão na Terra. Seguidamente eu o encontrava no Chalé da Praça XV e certa vez tivemos uma longa discussão sobre o que era ser orionino ou orianano. Não lembro agora como ele se definia. Mas havia uma substancial diferença entre um e outro conceito.
Ora, vivíamos em uma cultura na qual milhões de pessoas acreditam na existência de uma mãe virgem. Por que eu não aceitaria então que ele viera de Orion? Nunca pus em dúvida suas origens e, a cada vez que o encontrava, perguntava como estava a temperatura em Orion.
Ducatti fundou o Clube dos Sábios, que congregava sete pessoas, sendo uma delas sua mãe. Considerava que a mulher é prejudicial ao gênio. Só não seria prejudicial em uma circunstância: durante a relação, o homem deveria liberar um só espermatozóide. Interrogado por uma jornalista como isto seria possível, respondeu com um piscar de olhos:
- Questão de prática.
Pasmem! Foi de Ducatti que ouvi falar pela primeira vez a teoria dos buracos negros. Ele os conhecia muito antes de Stephen Hawking. Andava em busca de Galactus, ser galático que odiava a vida e se alimentava de planetas. Galactus fora, inicialmente, uma ilação teórica. Com o correr do tempo, sua existência passou a ser um imperativo de ordem conceitual, única explicação plausível para o desaparecimento de civilizações cósmicas multimilenares.
Até hoje, guardo em meus arquivos os panfletos nos quais Ducatti explicava seus projetos. Um deles era o esquema de uma complexa máquina matapardais. O Homem de Orion julgava que os ditos predadores tinham qualquer ligação com os poderes do mal, sem falar que não lhes suportava o chilreado. E os bichinhos eram legião em torno ao Chalé, particularmente na primavera. A máquina consistia basicamente em uma metralhadora giratória acoplada a quatro canhões sonoros e a um computador com gravação dos sons de pardais em sua memória. Ao ouvi-los, os canhões direcionais apontavam a arma para a fonte de emissão de ruídos e a metralhadora era acionada automaticamente. Havia pensado em uma arma à base de raios laser, mas sua filosofia ecológica não permitia sacrificar árvores.
Um outro projeto era uma proposição para viver com menos de um salário mínimo, com 33 itens, entre os quais se destacavam: não ter carro, televisão, aspirador, batedeira, etc., coisas perfeitamente dispensáveis; ser autodidata, evitar pagar cursos; acostumar o estômago a exigir pouco alimento; botar pouco açúcar no chá; fritar ovos com água; não seguir a moda, coisa irracional que nos impele a fazer compras; não fazer seguros, confiar no cósmico e na fraternidade; ir de preferência a espetáculos grátis; em caso de esgotamento nervoso, ir ao campo (as clínicas são caríssimas); não fumar; não comprar boné contra o sol: andar pela sombra ou proteger-se com um jornal; não estragar os tênis ou sapatos jogando futebol; não comprar quadros, pintá-los; ter letra pequena, afim de economizar papel. Etc.
Em um outro prospecto, fazia uma crítica ao filme Guerra nas Estrelas, a partir de suas experiências astrais. Vinte seriam as falhas do filme, entre elas o fato de todas as estrelas aparecerem iguais, desprezando-se as diferenças de tamanho, distância e cor; mesmo em satélites, a gravitação é igual à da Terra; entre os extra-terrestres há muitos tipos monstruosos, cerca de oitenta por cento, quando o normal seria quinze; a invisibilidade de naves e pessoas, recurso muito usado por seres evoluídos, jamais ocorre; pessoas supostamente evoluídas alimentando-se com pratos e talheres, quando seres adiantados ingerem só líquidos ou prana.
Alimentava o projeto UNAT - União das Nações da Terra - com sede em Brasília, para substituir a ineficiente ONU. Seu principal objetivo, a busca inteligente e objetiva das soluções para os problemas humanos, sendo uma das primeiras tarefas resolver a questão palestino-israelita. E planejava a construção de um espaçoporto em Porto Alegre, para receber os óvnis de galáxias distantes. Egresso do curso de Física da UFRGS, era tido como um louco manso. Creio que só eu acreditava piamente em suas viagens astrais.
Certo dia, quase tive uma eclampsia. Eu voltava das Ilhas Canárias. Na Gran Canária, estive no povoado de Arucas. Percorrendo sua geografia, encontrei uma espécie de oásis, algo como um mar sereno de areia em meio a montanhas pontiagudas. Lembrei do Homem de Orion e disse à minha Baixinha: “se os extras chegam à Terra, só pode ser aqui que eles aterrissam. Preciso comunicar ao Ducatti.” Encontrei-o no Chalé, como sempre.
- Ducatti, estive em Arucas, na Gran Canária. Acho que é lá que os extras aportam.
- Sei disso – respondeu o Homem de Orion -. Já escrevi ao prefeito de Arucas.
E puxou do bolso uma carta, a resposta do prefeito de Arucas. É nestes momentos em que minha descrença vacila. Profundo mistério!
Dito isto, leio hoje na Folha de São Paulo que o extinto SNI (Serviço Nacional de Informações) durante muito tempo pôs seus agentes à espreita dos óvnis, segundo documento de 86 páginas, obtido pelo jornal e classificado como confidencial.
Um objeto luminoso, que fazia evoluções em alta velocidade sobre a parte frontal da cidade de Colares [no Pará]" foi visto pelo menos duas vezes, há pouco mais de 30 anos, nos dias 16 e 22 de outubro de 1977. "A forma do objeto era cilíndrica, quase cônica", diz um relato pormenorizado. Um desenho rudimentar dessa suposta espaçonave interestelar completa a descrição do episódio.
(...)
Em meados de 1977, os jornais do Pará e do Maranhão traziam insistentes relatos sobre "luzes misteriosas, causadoras de mortes e alucinações". Pessoas em contato com o fenômeno apresentavam sintomas de "paresia [paralisia incompleta] generalizada, hipetermia, cefaleia, queimaduras superficiais, calor intenso, náuseas, tremores do corpo, tontura, astenia [fraqueza] e minúsculos orifícios na pele". A Aeronáutica não titubeou. Mobilizou homens e recursos para uma missão. Num ato de humor involuntário, batizou a empreitada para buscar discos voadores com o nome autoexplicativo de Operação Prato, segundo relato do SNI.
(...)
Os agentes se dividiam em turnos. Faziam vigílias noturnas até o dia amanhecer em lugarejos pouco povoados. O documento do SNI é apenas um extrato do que está na Aeronáutica e permanece em segredo. O esforço dos "observadores" militares às vezes resultava em nada. Por exemplo, no dia 27 de outubro de 1977:
"1h15 - Observadores instalados no alto da caixa d'água";
"4h05 - Populares observam o deslocamento de uma intensa "luz" ao nível das árvores (Roberto), informam aos observadores postados na caixa d'água (30 a 40 m de altura) ao nível do topo das árvores, nada observado. Restante do período, nada a relatar".
Quando raiava o dia, descanso. Sucessivos relatos dos militares da Operação Prato começam assim: "6h30 - descanso até as 14h".
Eles dormiam de dia e trabalhavam à noite. Algumas vezes, a intensa atividade celeste no turno da noite levava o descanso a se estender até as 15h.
E por aí vai. Segundo a Folha, o documento do SNI sobre a missão da Aeronáutica interessada nas coisas do espaço sideral só se tornou público graças a um pedido da CBU (Comissão Brasileira de Ufólogos). Com base em direito garantido pela Constituição do Brasil, os ufólogos pediram acesso a documentos sobre óvnis guardados pelas Forças Armadas e outros órgãos oficiais do governo federal. O requerimento foi protocolado na Casa Civil da Presidência em 26 de dezembro de 2007.
Em 31 de outubro passado, dez meses depois, chegaram as primeiras 213 páginas de papéis antigos e confidenciais da Aeronáutica. São datados de 1952 a 1969. Na última quinzena do mês passado apareceu o relatório de 86 páginas do SNI, relativo à Operação Prato, de 1977 e 1978.

Ora, o SNI perdeu tempo e dinheiro em suas pesquisas. Tivesse consultado o Homem de Orion, teria informações detalhadas sobre a atividade dos extras. Eu, por exemplo, graças a minha convivência com Ducatti, estava muito melhor informado que o SNI.


Terça, 28 de outubro de 2014



Atualizado diariamente até o meio dia.
Eventualmente, a tarde, notícias urgentes.









um Bom Dia! especial



Para o meu amigo Neto Goulart, ex-vizinho da Rua da República.
Ele é a prova viva de que quando a gente faz merda sempre dá para dar a volta por cima.
Grande papo!!





ponto do dia



UM CONDOMÍNIO CHAMADO RIO GRANDE
´





Hoje o espaço é do arquiteto Eduardo Escolar.
Contestem à vontade.

No domingo à noite, no Fantástico, ao dar a informação de que o Rio Grande do Sul havia escolhido um novo governador, o repórter afirmou que a “tradição” no Estado é não reeleger seus governantes. Ato falho que se repetiu na manhã de segunda-feira, quando a jornalista Rosane de Oliveira justificou a escolha dos gaúchos.
- É tradição, disse ela na Rádio Gaúcha.
Não! Isso não é tradição. Isso é a cultura que alimentamos, lembrando sempre o passado de embates e radicalismos que vão do futebol até a escolha da erva-mate. Se tu gosta de um, não pode nem pensar em elogiar o outro.
Mas um radicalismo pior está por vir nos próximos anos. Porque o gaúcho definitivamente desistiu de escolher governadores. O Estado que se auto-proclama o mais politizado do país desistiu de eleger salvadores da pátria. Há anos temos nos conformado em eleger síndicos, como acontece todos os anos em diversos edifícios.
Nosso orgulhoso Rio Grande do Sul elege síndicos com mandatos de quatro anos. E isso nos basta. Nossas escolhas políticas, nossa responsabilidade com o futuro do Estado é minimizada à dimensão de uma reunião de condomínio, onde cada um tem sua posição de acordo com seus interesses e seus ranços pessoais.
Se as putinhas do 606 apoiam tal candidato a síndico, somos contra. Se a véia dos cachorros do bloco 2 apóia o outro, também somos contra. E assim segue a disputa. Não importa o projeto político. O que importa é que o administrador seja simpático às nossas causas e seus aliados não sejam nossos inimigos.
E é exatamente como um condomínio que o Governo do Estado se comporta. Já tivemos o Negrão que deixava a mulher mandar, o jornalistazinho que terceirizou os serviços do condomínio. O playboyzinho de Caxias, a professora de Economia e o Doutor Fernando, que já morou em Brasília. Todos eles não prestaram. Agora a gente elegeu o gringo da colônia, porque é gente boa.
Porque no fundo, o gaúcho, como bom morador do condomínio, tá cagando pro futuro do Estado. Pra ele o que interessa, é estrada boa do sítio até a sua casa, que não tenha pobre no portão e que onde quer que ele chegue, tenha lugar pra estacionar. O resto que se dane.
Por isso cada vez mais os candidatos prometem menos, apresentam menos propostas. Porque em quatro anos, só resta administrar o condomínio. Trocar umas lâmpadas aqui, arrumar o pátio ali. Instalar um circuito fechado de vídeo pra controlar os moradores, e por aí vai.
Não vou me admirar se na próxima eleição a maior promessa de um candidato seja fazer a maior Expointer de todos os tempos. E olha que terá grandes chances de ser eleito.



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ponto midiático



PASSARALHO - Está tudo pronto para mais uma leva de demissões na RBS. Entre os comedores de sucrilhos com nescauzinho já circula a relação dos eleitos.
Pudera, contrataram um "executivo" de Sãoi Paulo para fazer o serviço e ele ainda não tinha justificado a grana preta que recebe.
Isto não quer dizer que as demissões estavam paradas. Diariamente, em todos os setores, funcionários são demitidos.
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POR ONDE ANDA? - A nova "executiva" Flávia Moraes, diretora-geral de Inovação e Linguagem do Grupo RBS, ainda não deu as caras por aqui? Continua morando nos Estados Unidos?
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NOVO EDITOR DA VEJA - Por pura provocação, o jornalista Sérgio Seppi sugere que a Veja contrate Antonio Britto, jornalista e ex-governador do RS, como novo editor-chefe.
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ESCOLINHA ZH - Do G1

Delegado reage a assalto e mata suspeito em farmácia de Vitória

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ESCOLINHA ZH 2 - Recebo:
Primeiro se matou, depois matou outros 2... no G1

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DA PRÓPRIA ZH - Recebo:
Deram umas facadas e ainda tatuaram o pobre vivente.

Corpo de homem é encontrado queimado na Zona Sul de Porto Alegre
Vítima, que ainda não foi identificada, tinha golpes de faca no peito e uma tatuagem na mão direita




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ponto da fotografia


PERSONAGEM DA CAMPANHA ELEITORAL NO RS


Dona Elsa Sartori, mãe do José Ivo



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ponto g



EM COMUM - José Ivo e eu temos algo em comum: gostamos de camisa azul clara.
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CIDADÃOS NULOS - O consultor político Paulo Di Vicenzi escreve:
O SOM DO SILÊNCIO
Dos quase 143 milhões de eleitores aptos a votar, mais de 37 milhões fizeram questão de ficar de fora da conta que determinou quem venceu e quem perdeu. Representa 27,44% de abstenção, votos em branco e nulos. Ou seja, 37 milhões de eleitores não podem dar um pio sobre qualquer coisa relacionada ao governo federal. Preferiram se anular como cidadãos, e estão no seu direito, é bem verdade.
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FAMURS COM DONA DILMA E SARTORI


Após a confirmação da reeleição de Dilma Rousseff, o presidente da Famurs e prefeito de Tapejara, Seger Menegaz, anunciou ontem que pedirá a aprovação de um novo Pacto Federativo à presidente da República. Principal bandeira municipalista, a redivisão do bolo tributário nacional e a definição das competências do três entes federados será pauta constante nos próximos quatro anos de governo.
Menegaz afirmou que também defenderá reformas estruturantes para a nação como a política, a tributária e a fiscal, além da atualização da Lei das Licitações, estagnada desde 1988.
Outro item na agenda da Federação é a aprovação da PEC dos Municípios, que aumenta em 1% o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Para as prefeituras do Rio Grande do Sul, o acréscimo representará uma receita anual extra de R$ 125 milhões, em 2015, e de R$ 250 milhões, a partir de 2016.
"De imediato, temos que aprovar essa para compensar as recentes perdas de FPM e as novas responsabilidades que estão sendo transferidas aos municípios", comentou o presidente da Famurs.
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Seis itens compõem a pauta preliminar de reivindicação da Famurs que será apresentada ao próximo governador José Ivo Sartori. Eleito no domingo, o ex-prefeito de Caxias do Sul receberá da entidade o pedido de aplicação efetiva – e não só no papel – de 12% do orçamento do Estado na saúde, de melhorias nas estradas gaúchas e de mais investimentos no transporte escolar.
Também estão na agenda da Federação a proposta de desoneração das compras municipais, o apoio do governo do Estado na redistruibuição dos royalties do petróleo e o aumento da oferta de energia elétrica no interior. "Ajuda o fato do Sartori ser ex-prefeito e, portanto, conhecer bem as dificuldades enfrentadas no dia a dia das prefeituras”, afirmou Menegaz.
O presidente da Famurs espera adesão do novo governador à uma das bandeiras da atual administração – a isenção do ICMS pago pelas prefeituras ao governo do Estado. “Não tem lógica a tributação sobre a merenda escolar, sobre o material de construção para habitação de interesse social e sobre as obras de calçamento”, justificou Menegaz.




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ponto do insólito


Da Folha de S.Paulo.
Apenas estou reproduzindo:

Suzane von Richthofen se casa 
com sequestradora em presídio de SP


O demônio tomou conta! Cadê o bispo dela??

Os cerca de 12 anos de prisão foram transformadores para a vida da ex-estudante Suzane von Richthofen.
Condenada a 38 anos e seis meses pela morte dos pais, em outubro de 2002, atrás das grades Suzane se tornou evangélica, conselheira de outras detentas e, agora, inicia uma nova vida.
Abriu mão de lutar pela herança dos pais, tenta se reaproximar do irmão e, desde setembro, está casada.
Suzane trocou a ala das evangélicas, que sempre ocupou em Tremembé (interior paulista), e passou a habitar a ampla cela das presas casadas, onde divide espaço com mais oito casais.
Para poder dormir com seu novo amor, a ex-estudante teve de assinar um documento de reconhecimento de relacionamento afetivo, exigido para todas as presas que resolvem viver juntas.
Em Tremembé, esse papel funciona com uma certidão de casamento. Permite o convívio marital, mas também impõe algumas regras de convivência aos casais.
Após assinatura desse compromisso, por exemplo, caso se separe, a presa não poderá voltar à cela especial – única destinada a casais –num prazo de seis meses.
A mulher de Suzane, Sandra Regina Gomes, condenada a 27 anos de prisão pelo sequestro de uma empresária em São Paulo, teve de cumprir a quarentena para pode ser casar novamente.
No começo deste ano, Sandra havia se casado com a também famosa Elize Matsunaga, 32, presa pela morte e esquartejamento do marido Marcos Kitano Matsunaga, 41, em junho de 2012.
O relacionamento entre Elize e Sandra terminou, segundo relato de pessoas ligadas ao ex-casal, justamente em razão de Suzane.
As três trabalhavam na fábrica de roupas da prisão, onde Suzane ocupa cargo de chefia. O triângulo amoroso rompeu a amizade entre elas.
O novo amor é apontado com um dos motivos para Suzane ter aberto mão do direito de passar os dias fora da prisão. Em agosto passado, a juíza Sueli de Oliveira Armani, de Taubaté (a 140 km de São Paulo), concedeu a chamada "progressão de regime".
Os advogados tentavam essa decisão desde final de 2008 e começo de 2009. Surpreendentemente, Suzane pediu à magistrada para adiar sua ida para o regime semiaberto.
Se fosse agora, teria de ir para outra unidade, já que a unidade feminina de Tremembé onde elas estão só tem autorização para receber presas em regime fechado.
Por outras penitenciárias por onde passou, Suzane sempre despertou paixões.
Em Rio Claro, por exemplo, duas funcionárias do presídio se apaixonaram por ela.
Com isso, recebeu algumas regalias ilegais, como acesso à internet. A história só foi descoberta porque as funcionárias brigaram uma com a outra pelo amor de Suzane.
Em Ribeirão Preto, para onde foi transferida, um promotor teria se apaixonado por Suzane e prometido lutar para tirá-la da "vida do crime". Ela não gostou da proposta e denunciou as investidas.
O promotor foi punido pelo Ministério Público por comportamento inadequado –ele nega o suposto assédio.
Pessoas que conversaram com Suzane recentemente afirmam que ela pretendia fazer uma cerimônia no começo de novembro para comemorar sua união. Tinha escolhido até padrinhos.
Suzane soube que uma TV preparava uma reportagem sobre ela. E, com medo de expor a relação, adiou o evento.
Quando foi presa, Suzane namorava Daniel Cravinhos de Paula e Silva, 21. Teria sido em nome desse amor que eles arquitetaram a morte dos pais. O pai da menina não aceitaria esse namoro porque Daniel não estudava nem trabalhava. Para concretizar o plano, contaram com a ajuda do irmão de Daniel, Cristian.
Todos foram condenados. Os irmãos cumprem pena no regime semiaberto. O Ministério Público acredita que ela foi a mentora do crime.




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ponto da piadinha







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ponto final



FEIRA DO LIVRO DE TORRES


A 14ª Feira do Livro de Torres começa hoje com a participação de. escritores renomados e diversas atrações. Neste ano será realizado no Complexo de Eventos da Ulbra Torres, até o dia 1º de novembro. A realização é da Prefeitura de Torres, do Sistema Fecomércio Sesc RS e da Ulbra, com o apoio cultural da Livraria Super Livros.

Hoje, as atividades começam pelo Cortejo Caminho da Leitura. A concentração será na Praça Borges de Medeiros (Prainha) a partir das 13h. A caminhada inicia às 13h30, passando pelas avenidas XV de Novembro, Barão do Rio Branco e Castelo Branco até a rótula da Ulbra, seguindo pela Rua Universitária e finalizando no Ginásio de Esportes da Ulbra. Toda a população está convidada. A abertura oficial será no mesmo dia, às 19h30, com show do grupo Olodum da Apae, de Osório. Antes disto, às 18h, o público pode conferir a Intervenção Cultural de Música.

Na quarta-feira (29), acontecem os encontros com a escritora e patrona da Feira, Helô Bacichette, às 9h e às 14h. Já às 18h30, o gupo Mesa de Bar realiza um show Poético Musical e às 20h o Cineclube de Torres apresenta na Feira o documentário “Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes”, de Bruno Polidoro e Cacá Nazario. Construído através da obra de Caio Fernando de Abreu, o documentário poético é dividido em sete ondas, blocos narrativos que trazem relações com a obra literária e a vida do autor. Na quinta-feira (30), é a vez do escritor Jorge Luís Martins, às 9h e às 14h. O repórter da RBS, Manoel Soares, conversa com o público às 20h30.

A sexta-feira (31) é o dia das crianças aproveitarem as peripécias da autora Léia Cassol, às 9h, às 13h30 e às 15h. A programação do Outubro Rosa invade a Feira às 19h com apresentações de dança, lançamento de livro e Desafio de Rima com os vencedores da 1ª Batalha MC's de Torres e convidados. A parte da noite está reservada para o bate papo com o ex-presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, autor do livro Educação dos Sentimentos, Jason de Camargo, às 20h30.

No último dia da Feira do Livro, 1º de novembro, acontece o 4º Torneio de Xadrez Moacyr Scliar, às 9h, além de apresentações musicais e de dança durante todo o dia e, das 13h às 18h a Mostra Cultural Mais Educação. O jornalista Rafael Guimaraens, autor de Tragédia da Rua da Praia, Abaixo a Repressão – Movimento Estudantil e as Liberdades Democráticas, Teatro de Arena – Palco de Resistência, A Enchente de 41, Unidos pela Liberdade! e A Dama da Lagoa, conversa com o público às 19h30. O encerramento oficial da 14ª Feira do Livro de Torres acontece às 20h30 com show de Denver Reginato e Banda.

A programação completa do evento está disponível na Prefeitura, nas secretarias da Educação e da Cultura e do Esporte, na Livraria Super Livros, na Ulbra Torres, no Hotel Sesc, demais hotéis e comércios da cidade, além do facebook.com/feiradolivrodetorres.