Terça, 28 de maio de 2019




Jamais troquei de lado.
Por quê? Eu não tenho lado.
Ou melhor, o meu lado sou eu
...
ANDO DEVAGAR
PORQUE NÃO TENHO PRESSA







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NÃO TEM COMO JOGAR A TOALHA!!


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UMA HISTÓRIA DO BALACOBACO!

O jornalista Ricardo Azeredo é um excelente contador de história - confira no ricardoazeredo.com.br.
A que publico hoje é fantástica.
Aguardo as histórias do RA em livro.
A propósito deste texto: JAMAIS vou perdoar o Ricardo por não ter feito uma foto com ela. Ou pedido para o repórter cinematográfico filmá-los - e aí fazia a foto.
Acompanhe:


UMA MUSA DA PLAYBOY NO MEIO DO NADA!





Era início dos anos 2000. Eu, o repórter cinematográfico André Maciel, o motorista e auxiliar técnico Charles Oliveira percorríamos a fronteiras do Rio Grande do Sul com o Uruguai e a Argentina para uma série especial do Jornal Nacional sobre a fragilidade das fronteiras do Brasil.

Já havíamos percorrido mais de mil km de estrada e campos desde o Uruguai, mostrando a realidade do contrabando, do abigeato, tráfico de armas e drogas além de outros crimes que cresciam com a falta de policiamento naqueles rincões.

Neste dia não estávamos mais trafegando pelo asfalto depauperado das BRs na região. Agora nossa equipe rodava por centenas de quilômetros de estradas de terra no meio do nada acompanhando o traçado da fronteira rumo o extremo noroeste gaúcho.

Raramente encontrávamos algum veículo no caminho. E quando aparecia um geralmente era trator ou carroça.

Eu estava sentado no banco de trás, de olho no mapa. Ainda não eram os tempos de GPS no celular. No banco do carona, André cochilava.

De repente, Charles começou a diminuir a velocidade. Sem tirar os olhos do mapa, perguntei com vago interesse:

- Que foi agora, outra carroça ou boi na estrada?

- Que nada! Que coisa é aquela??

O tom de voz dele era meio espantado. Ergui a cabeça, e vi à nossa frente uma gigantesca estrutura atravessada na estrada. Uma visão surreal naquele fim de mundo.

Quando chegamos mais perto, vimos um grupo de homens andando de um lado para o outro, ao redor do que parecia uma ponte de metal sobre dezenas de rodas, carregando uma máquina do tamanho de um ônibus. E tentando arrastar aquela coisa descomunal, um daqueles enormes caminhões especiais feitos para puxar cargas pesadíssimas.

Um dos homens informou que estavam levando um titânico transformador para a hidrelétrica de Garabi, que estava sendo construída por Argentina e Brasil na cidade de Garruchos, algumas dezenas de quilômetros adiante. Tinham partido do Porto de Rio Grande há uma semana e agora estavam estagnados ali porque a carreta não vencera o ângulo do entroncamento de estrada onde pararam.

Conseguimos desviar por um barranco e seguimos em frente, deixando para trás aqueles homens com o seu (literalmente) problemão.

Aquele não seria o único fato inusitado do dia.

Algumas horas depois chegamos em Porto Soberbo, uma cidadezinha com pouco mais de 2 mil habitantes às margens do Rio Uruguai.

Parecia um lugar deserto. Só faltava aquela bola de capim seco passar rolando no meio da rua, empurrada pelo vento numa nuvem de poeira.

Só se via algum movimento no comércio miúdo ao redor do prédio da Receita Federal. Este ficava junto ao embarcadouro da pequena balsa que fazia a ligação com a Argentina, na margem oposta.

Gravamos alguns flagrantes de botes indo e vindo com contrabando barato e entrevistamos um sargento da Brigada Militar frustrado por não conseguir combater aquela atividade ilícita que acontecia diariamente diante dos seus olhos.

Antes de seguir viagem, entramos num mercadinho para comprar uns pacotes de bolacha e água mineral.
Quando chegamos no caixa, minha atenção se fixou na atendente.

Uma jovem quieta, com traços muito bonitos, mas sem nenhuma maquiagem, num vestidinho bem simples, cabelo desalinhado e chinelos de dedo.

“Eu conheço esta mulher”, fiquei pensando, tomando cuidando para que ela não percebesse meu olhar intrigado.
Dei uma olhada um pouco mais demorada sem que ela visse e aí caiu a ficha.

- Me desculpa, mas tu não é uma das trigêmeas que saíram na Playboy?

Sem nenhum constrangimento, mas com expressão ao mesmo tempo gentil e contida, ela confirmou, com poucas palavras e um sorriso simpático e algo acanhado.

Não lembro qual das três ela era, embora tenha dito o nome. As trigêmeas Marilise, Renata e Lilian causaram sensação em 1992, quando foram capa da Playboy brasileira aos 18 anos de idade. As meninas tinham sido descobertas na minúscula Novo Machado, cidade vizinha de Porto Mauá. Com o sucesso veio a carreira de modelo e as garotas ganharam o mundo.

A receptividade dela me deixou à vontade pra matar a curiosidade.

- E como tu vieste parar aqui neste fim de mundo?

- Eu moro em Nova York, mas vim visitar minha família, que é dona deste mercadinho. E tô aqui aproveitando pra dar uma ajudinha no serviço.

Pensei em fazer uma selfie da equipe com a estrela, mas achei que seria jeca demais. Besteira, pois daria uma boa lembrança. E seria perfeita para ilustrar este texto.

Meus dois colegas não estavam entendendo nada daquela conversa. Só depois, já no carro, expliquei quem era a figura que para eles até aquele momento era apenas uma guria bonitinha perdida naquele lugar distante de tudo.

Surpresas que a gente encontra por estas estradas do mundo...



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TELHADO DE VIDRO - Envia o Teofilo Abrantes:
Osmar Terra, em 2011, gastou R$ 18,9 mil da cota para hospedar 20 assessores durante três dias em um hotel com spa, piscinas, sauna, salão de beleza e quadras esportivas em São João do Polêsine, na região central do Estado.
https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2019/05/bancada-gaucha-ja-gastou-r-25-milhoes-em-cota-parlamentar-nesta-legislatura-cjw6lzxld00c201s9tlz3c4yi.html
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Verba da Câmara dos Deputados paga escritório de Osmar Terra no RS

https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2019/05/verba-da-camara-dos-deputados-paga-escritorio-de-osmar-terra-no-rs-cjvyir7w006ow01pe5vi62bug.html

https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2019/05/escritorio-de-osmar-terra-em-santa-rosa-amanhece-sem-fotos-do-ministro-cjvzepok006x501maqcbr617g.html


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CONVITE - No próximo dia 30, às 14h30min, no Salão Nobre, o Conselho Deliberativo e a Diretoria Executiva da  ARI  têm a honra de receber a visita da secretária de comunicação do Estado,Tânia Moreira.
Você é nosso convidado especial para ouvir a palestra da secretária e compartilhar com os demais colegas deste importante momento para o jornalismo do Estado. Na oportunidade, também será realizada a reunião do Conselho Deliberativo da ARI.


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NIVER DO JC - O Jornal do Comércio completou, no último sábado, 86 anos de circulação ininterrupta. Ao renovar o compromisso com a informação de responsabilidade que marca a linha editorial do veículo, o jornal de economia e negócios do Rio Grande do Sul também apresenta uma série de novidades a partir desta segunda-feira.
Uma delas é a renovação do projeto gráfico da edição impressa. O novo design, desenvolvido pela equipe de diagramação do JC, prevê páginas mais leves e agradáveis para a leitura. O jornal fará uma reorganização de alguns conteúdos, também com o objetivo de facilitar e melhorar a leitura.
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Outra novidade é a extensão do Anuário de Investimentos do Rio Grande do Sul nas plataformas digitais do JC. A primeira edição desse especial saiu no fim de 2018, consolidando a informação, que fica diluída ao longo do ano, sobre todos os investimentos públicos e privados que foram anunciados ou inaugurados em solo gaúcho. Agora, esse material estará reunido em um hotsite, atualizado diariamente. E a soma dos investimentos também poderá ser vista em tempo real, a partir de quarta-feira, através do Investômetro, painel on-line criado pelo JC para aferir os aportes realizados no Estado.
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Ainda na linha de diversificar o conteúdo para além do impresso, o JC estreia hoje o programa “Histórias Empreendedoras”, com a equipe do GeraçãoE, e na quinta uma rodada de conversas com empresários do Rio Grande do Sul, “Mentes Transformadoras”, conteúdo assinado pela jornalista especializada em tecnologia do JC, Patricia Knebel.
A coluna de Knebel, Mercado Digital, também ganhará mais espaço. Publicada as quintas-feiras na versão impressa – passa a ter uma página. O mesmo acontece com o espaço Giro Rápido, coluna voltada aos lançamentos do mercado automobilístico, escrita pelo jornalista Vinicius Ferlauto.


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PORCOS NORDESTINOS - Paulo Pimenta diz que post é fake:

https://diariodopoder.com.br/post-comparando-nordestinos-a-porcos-e-falso-afirma-deputado/


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POLÍTICA - Moema Bauer, jornalista, publicou ontem no Facebook:
Hoje à tarde, em consulta, a médica que me atendeu começou a falar de política. Não costumo conversar sobre esse tema com qualquer pessoa, porque sei que é polêmico e prefiro me relacionar, na medida do possível, focada naquilo que tenho em comum com os demais. Entretanto, a doutora foi quem iniciou o assunto. E me surpreendeu ao defender o governo, sobretudo porque, segundo eu sabia, tempos atrás ela era adepta entusiasmada do Partido Novo.
Não perguntei se ainda era fã do Novo, pois me pareceu irrelevante. Simplesmente a ouvi afirmar que considerava o presidente uma pessoa honesta e bem-intencionada, cuja equipe econômica era a melhor já nomeada por qualquer governo brasileiro nos últimos tempos. Segundo a doutora, no entanto, a "velha classe política" continuava pensando somente em seus próprios interesses. Insistia em não colaborar com o Executivo e não queria aprovar a reforma da Previdência e outras medidas, porque elas resultariam numa provável reeleição de Bolsonaro. E para eles, esses políticos, não importava a situação do País; o que queriam era voltar ao poder, para novamente poderem roubar e garantir seus negócios.
Se fosse alguém menos instruído a me dizer essas coisas, como que repetindo um discurso, eu até relevaria. Afinal muitas pessoas entram na onda e acabam indo a reboque de determinadas teses apenas pelo fato de elas estarem em voga. Mas não. Na minha frente estava uma mulher de nível superior, respeitada no mercado, informada e de certa maneira engajada politicamente, pois há um ano e meio, mais ou menos, tivera o trabalho de me fazer propaganda do Partido Novo.
Diante disso tudo, no final perguntei o que me interessava: "E tu foste na manifestação? Respondeu que não, o que me fez deduzir que muita gente, embora pensando como ela, não foi às ruas se manifestar. A menos que me engane, os atos de ontem, ainda que expressivos, não contaram com a presença de parte considerável das famílias e cidadãos brasileiros que, apesar das brigas de egos, inexperiência, boicotes e muitos erros deste início de governo, seguem apoiando-o. É gente que não quer nem saber de PT, PSDB, MDB, etc. É a tal maioria silenciosa, que não fala mas está aí se arriscando, apostando em algo distinto porque perdeu a confiança e passou a rejeitar personagens e práticas do passado; um passado que, aliás, infelizmente ainda insiste em dar as cartas.



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ESSE FOI RECLAMAR DO QUÊ?



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EU GOSTO E NÃO ME VENHAM COM PATRULHA!!





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QUERO ACREDITAR QUE ISSO É FAKE



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EU NÃO SUPORTO!! -  "Dia garoento", diz a ídola da globo. Aquela guria do tempo.



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ESSE É O CARA!


Melhor prefeito do Brasil inaugura escola rural com dinheiro do carnaval

Matéria do www.diariodobrasil.org:

Em fevereiro deste ano, o prefeito Sérgio Meneguelli, da cidade de Colatina, Espírito Santo, fez um corte na verba que seria destinada ao Carnaval para, segundo ele, redirecionar o dinheiro para as áreas de saúde e educação.
Sérgio declarou:
“A nossa saúde e nossa educação estão exigindo, neste momento, um tratamento especial. Para que façamos um carnaval como foi no ano passado, eu teria que gastar de R$ 180 a R$ 200 mil e seria uma irresponsabilidade minha usar este dinheiro para fazer desfile de escola de samba, quando em nossos postos, às vezes, faltam material de limpeza”, afirmou ele.
Na época, o prefeito pediu desculpas para a população:
“Certos momentos da vida chegam a ser irônicos. Eu incentivei a retomada do carnaval nessa cidade, em 2009 e, quando chega 2018, eu preciso vir a público para dizer que está difícil fazer carnaval hoje”, disse.
Três meses depois … Promessa cumprida
Na manhã de ontem (10), a Prefeitura Municipal de Colatina divulgou um vídeo que mostra Sérgio Meneguelli inaugurando uma Escola Rural construída com o dinheiro que seria destinado ao desfile de Escolas de Samba no Carnaval de 2019.


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NÃO É PIADINHA


Pai é pai


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PIADINHA


É bem isso




2 comentários:

  1. Caro Prévidi,

    Sou colorado e desgosto totalmente do nosso treinador, que considero insuficiente para o meu Inter. Quero mais.
    Mas, no português ele dá de dez a zero nessa nossa imprensa. Fala um português perfeito! No último domingo, após o jogo contra o Santos, na entrevista, ele explicou que acreditava que o Santos ‘iria vir’ ... (como iria vir? Não é iria vim?!!)
    90% da imprensa é ‘vai vim’, ‘iria vim’ direto!
    Sei que é um vício de linguagem, mas - por favor!
    Esse pessoal não lê, não estudou português na faculdade?
    O pessoal da Grenal, então, é 99%!
    A exceção da Grenal é o ótimo Kenny Braga, o nosso Rubens Braga sulino, mas que – o mundo não é perfeito – teima em falar longe dos microfones.
    Outra bronca que tenho é o uso do termo inglês ‘handcap’ erroneamente. Esse termo significa prejuízo de algo ou de alguém, nunca vantagem! Ele vem, lá dos anos 1500, a partir de uma Lei do rei Henrique VII (pai do Henrique VIII) que permitia só aos mutilados de guerra mendigarem, chapéu à mão, nas ruas de Londres.
    Abraços.

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    1. Excelente observação sobre o Kenny Braga, dono de um texto por vezes, primoroso. Não sou saudosista, mas ele tinha um espaço de comentário sobre cotidiano na Rádio Gaúcha que eu admirava. Não sabia que estava na Grenal...

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