Quarta, 21 dezembro 2011 - parte 4

NÃO POSSO ACREDITAR NISSO!!
MAS A BOATARIA É MUITO FORTE!!

Recebi este e-mail:
Seria ótimo para o meio jornalístico uma informação mais apurada sobre o boato (ou será verdade?) a respeito do fechamento do jornal O Sul, da Rede Pampa. Quase uma centena de jornalistas que lá trabalham estão preocupados com a notícia que corre solta por todo o prédio da Pampa. 
Fiz uns telefonemas e me confirmaram a boataria.
Mesmo assim não acredito. Conheço o doutor Gadret e sei que O Sul é uma das suas paixões, tanto é que até hoje superviosa, diariamente, a edição. Faz títulos, escolhe fotos, essas coisas.
Aí resolvi enviar um e-mail para o vice-presidente da Rede Pampa, o meu amigão Paulo Sérgio Pinto.
Pode ser que não tenha lido, mas não respondeu.
Logo depois, o Paulo Sérgio enviou a seguinte mensagem aos sócios do Clube de Opinião:
Prezados e queridos amigos,
2012 já está aí e não precisa dizer que desejamos somente boas notícias em nossas vidas.  Vida, como as nossas também de informação e, especialmente, de opinião. Desembarquemos  a infelicidade, qualquer que seja, permanecendo o  desejo de um Natal muito feliz  ao lado de nossos familiares, amigos e parceiros e que eles se multipliquem.



4 comentários:

  1. Ontem as 20:00 na frequência da POP ROCK (fm 107.1) entrou a programação da radio gaucha.Durou 5 muntos.Será que o boato da compra da rádio da Ulbra pelo grupo RBS é verdade ou foi só interferência?

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  2. Não sei se é o caso da Pop Rock, mas muitas rádio de Porto Alegre entram em rede com a Gaúcha para transmitor a Voz do Brasil. Pode ter acontecido do operador da Pop Rock ter esquecido de tirar a rede com a Gaúcha.

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  3. Milton Ferretti Jung21 de dezembro de 2011 17:23

    No texto do caro Paulo Sérgio Pinto (foi cópia ou reprodução?)creio que falta uma palavra. Imagino que na segunda frase,o certo seria: "Vidas (com "s"),como as nossas,dependem também de informação e,especialmente,de opinião". Ou isso ou não entendi a segunda frase.

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  4. O problema de O SUL é gerenciamento. Aquilo parece uma repartição pública.

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